ENCALHE

agosto 21, 2008

Carta Capital terá revista de cultura mensal [ não seria "revista mensal de cultura"? ]

Filed under: Carta Capital, Cultura, Mino Carta, publicações, revistas e jornais — Humberto @ 1:32 am
Meio e Mensagem ,19/08/08
A Carta Editorial terá uma revista mensal de cultura a partir de 2009. O comando do projeto está nas mãos da jornalista Ana Paula Sousa, que está deixando o comando da editoria de Cultura da revista CartaCapital. Em seu lugar entra Rosane Pavam, ex-Gazeta Mercantil, que já fazia parte da redação.

junho 27, 2008

Em breve, nas bancas: Revista do Brasil. Será que a Dinap ( leia-se Editora Abril ) vai concordar em distribuí-la? Tremei, Klan Civita!!

Revista do Brasil chega às bancas em junho
Publicação se consolida junto aos trabalhadores ligados a dezenas de entidades que apóiam o projeto e inicia seu terceiro ano ampliando seu potencial de circulação pelo país
Sindicato dos Bancários, 26.06.08
São Paulo – A Revista do Brasil chega em junho à sua edição de número 25, a primeira de seu ano 3, dando mais um importante passo em sua história: a chegada às bancas. Nos últimos dois anos, a publicação foi distribuída aos trabalhadores vinculados a 45 entidades sindicais dos mais diversos ramos de atividade profissional – como bancários, metalúrgicos, dos setores químico e plástico, petroquímico, da área de saúde e da educação, entre outros.
A revista continuará sendo distribuída gratuitamente por essas entidades. Mas o grande interesse demonstrado por leitores que não integram essas categorias levou a editora Atitude, criada pelos sindicatos responsáveis pela publicação, a lançá-la também nas bancas, o que deve aproximá-la de uma tiragem de 400 mil exemplares. O objetivo é dar mais visibilidade à RdB e estendê-la a outros segmentos da população que sentem falta de informação de qualidade e leitura prazerosa. O preço de capa será R$ 4,50. O passo seguinte para ampliar a circulação será a venda de assinaturas avulsas. A editora estima que entre agosto e setembro poderá oferecer o serviço.
Conteúdo – A revista que chega às bancas e à casa dos associados tem como destaque uma entrevista com o presidente Lula, concedida com exclusividade durante uma viagem entre Brasília e São Paulo no último dia 20 de maio. A reportagem foi também ao interior de São Paulo conferir as filmagens de O Menino da Porteira, que tem o cantor Daniel no papel principal. A edição lembra o surgimento do novo sindicalismo nos anos 70 e celebra os 50 anos da primeira Copa do Mundo vencida pela seleção brasileira, na Suécia. Analisa o significado da ascensão de Barack Obama nos EUA e a criação da comunidade sul-americana de nações. Acompanha a movimentação das centrais sindicais pela redução da atual carga máxima semanal de trabalho de 44 para 40 horas e discute as segundas intenções do noticiário sobre inflação. Traz, ainda, relatos de experiências inusitadas, de pessoas que se organizaram para gerar trabalho e renda criando tilápias em Orás (CE) a gente que arrumou as trouxas e foi viver sozinha no Velho Mundo.
Cláudia Motta – 26/06/2008
REVISTA DO BRASIL, edição 25Clique aqui para acessar o índice em html

junho 4, 2008

Dono de revista preso. Acusação: tentatva de extorsão contra governador!! Livro comprometedor seria a arma!!

Preso dono de revista acusado de extorsão
O Barriga Verde, 03.06.2008
O proprietário da Revista Metrópole, Ivonei Raul da Silva, foi preso em flagrante por agentes da Diretoria Estadual de Investigações Criminais (Deic) ontem pela manhã, na Capital, sob acusação de tentar extorquir R$ 1,6 milhão do governo do Estado para não divulgar um livro com supostas denúncias contra o governador Luiz Henrique, secretários e prefeitos.
Silva nega a acusação, se diz vítima de uma “armação” e garante que pretendia apenas cobrar uma dívida com o governo, que, por sua vez, nega a existência de qualquer débito.
A prisão de Nei Silva, como é conhecido, aconteceu em frente ao Hotel Cambirela, que fica a poucos metros da sede da Deic, no Bairro Estreito. Silva recebeu voz de prisão quando, segundo o delegado Renato Hendges, se preparava para pegar R$ 40 mil do ex-secretário de Planejamento e atual presidente da Indústria Renaux View, Armando Hess de Souza, que estava na condição de interlocutor do governo, conforme o delegado.
- Momentaneamente estamos tratando como um caso de extorsão, mas precisamos aguardar até o fim das investigações – afirmou, cauteloso, o delegado Hendges.
De acordo com ele, mesmo com a prisão em flagrante de Silva todas as informações, documentos e fotos que recheiam as 355 páginas do livro “A Descentralização no Banco dos Réus” serão checadas pela polícia e pelo Ministério Público, órgão para o qual o inquérito será encaminhado.
A publicação conta com duas partes e 55 subtítulos. É ilustrada com mais de 60 reproduções de documentos, 25 diálogos reproduzidos e 15 fotos. Em cada subtítulo Silva relata detalhes de supostas negociações para realização de matérias e venda de anúncios da revista, que tem sede em Blumenau. Na manhã de ontem a Justiça decretou sigilo sobre o conteúdo do livro.
A Metrópole foi pivô do processo que, recentemente, quase provocou a cassação do mandato de Luiz Henrique por abuso de poder econômico e propaganda irregular.
Publicação de três revistas e 100 outdoors
As matérias, sempre enaltecendo ações do governo e o projeto de Descentralização, foram publicadas nos meses que antecederam a eleição de 2006. Segundo Silva, as “reportagens” foram pagas com dinheiro público ( Estado e prefeituras ) ou por empresas indicadas pelo governo, que na época estava proibido de fazer propaganda institucional por conta de uma decisão da Justiça.
Ao menos 18 prefeitos são citados como “colaboradores” da revista a pedido do governo estadual. Em três páginas do livro (nº 42, 271 e 295) há fotografias de pacotes de dinheiro que, conforme registra Silva, foram encaminhados pelo Executivo como parte do pagamento de uma alegada dívida de R$ 620 mil.
O valor, sempre conforme o acusado, havia sido acordado com o governo para a publicação de três revistas, instalação de 100 outdoors pelo Estado e a realização de pesquisas de intenção de voto para consulta do governador Luiz Henrique da Silveira (PMDB).
O livro, afirmou, foi produzido em resposta ao alegado calote que diz ter recebido do governo, o que teria resultado na insolvência da empresa e no acúmulo de dívidas com agiotas. Além disso, reclamou, a revista foi multada em R$ 40 mil pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) por conta dos outdoors.
O governo nega todas as acusações, diz que nunca teve contrato com a Metrópole e trata o episódio como caso de polícia (veja contraponto). O sócio de Silva, Danilo Gomes, que assina o prefácio do livro mas não estava na hora do flagrante, foi ouvido pelo delegado Hendges e depois, liberado. Silva permanecia preso até ontem à noite, às 22h, já que o crime de extorsão é inafiançável.
O que diz o governo
O diretor de imprensa do governo do Estado, jornalista José Augusto Gayoso Filho, afirmou ontem que o livro de Nei Silva é “totalmente desqualificado” e que o episódio deve ser tratado como “um caso de polícia”. Gayoso classificou de “pilantragem” o argumento de Silva de que o governo teria contratada a Revista Metrópole para destacar ações do Executivo na véspera da eleição de 2006.
- O governo nunca teve contrato de publicidade com a revista, nunca houve conversa com o governo nesse sentido. Tudo foi feito da cabeça deles (da Metrópole), que acharam que um dia poderia ter algum negócio – afirmou.
Sobre os outdoors enaltecendo a Descentralização Administrativa, Gayoso argumentou que eles foram feitos à revelia do comitê de campanha do PMDB e do governo do Estado.
- Imagina se a gente (governo) ai fazer uma coisa dessas, um contrato desses – assegurou o diretor de imprensa.
Em viagem ao Sul do Estado, o secretário Ivo Carminati (Articulação) ratificou as informações do diretor de imprensa e reafirmou que jamais o governo assinou qualquer contrato com a Revista Metrópole.
O que diz o ex-secretário
O Diário Catarinense tentou durante toda a tarde de ontem localizar o ex-secretário de Planejamento Armando Hess de Souza, de quem Silva receberia os R$ 40 mil. O dinheiro foi apreendido pela polícia. Souza, no entanto, não foi localizado. Em contato com a sede da Indústria Renaux View, Roberto Sander, que atua no setor marketing da empresa, informou que Souza deveria ter viajado, já que nem mesmo ele, Roberto, estava conseguindo encontrá-lo por telefone. O DC retornou a ligação depois das 18h, mas foi informado que o ex-secretário não havia aparecido na empresa nem mantido contato por telefone.
Perfis
A ligação entre os radialistas Ivonei Raul da Silva, conhecido como Nei Silva, e Danilo Gomes existe há pelo menos 13 anos. Nei atuava como produtor dos programas apresentados por Danilo, tanto em emissoras de rádio quanto na TV Galega, de Blumenau. O suspeito de ter tentado extorquir dinheiro do governo do Estado vendia patrocínios para programas especiais comandados por Danilo, conforme informaram ex-colegas de trabalho da dupla. Nei é natural de Concórdia, morava em Blumenau e é proprietário da Editora Metrópole, com sede no Centro do município. Nos programas do colega de profissão, Nei também atuou como repórter.
Natural do Rio Grande do Sul, o radialista Danilo Gomes veio para Blumenau na década de 1970. Começou a trabalhar na TV Coligadas, onde comandava o programa Carta Aberta. O mesmo programa foi apresentado por ele durante sete anos na Rádio Nereu Ramos e mais tarde, na Rádio Globo, onde ficou três meses. Já na TV Galega, Danilo manteve, durante um ano, o programa Metrópole na TV.
No início da carreira, Danilo trabalhou no Jornal de Santa Catarina. Entre 1971 e 1983, exerceu as funções de revisor, repórter, editor e chefe de reportagem. Atualmente, trabalha como assessor do Partido Republicano (PR).
Fonte:
Diário Catarinense

novembro 10, 2007

Os brasileiros que lutaram ao lado de Hitler

Há três anos, o professor Dennison de Oliveira, do Departamento de História da Universidade Federal do Paraná (UFPR), busca uma editora para publicar uma obra no mínimo reveladora sobre a realidade de brasileiros, descendentes de alemães, que lutaram pela Alemanha durante a Segunda Guerra Mundial. Em Os soldados brasileiros de Hitler, o pesquisador relata a história real de seis pessoas que, vivendo na Alemanha e impedidas de voltar ao Brasil por causa da guerra, tiveram de servir às potências do Eixo e viver os conflitos éticos gerados pelo nazismo.
A motivação do autor partiu do curitibano Norberto Toedter, de ascendência alemã, deportado junto com a família depois que seu pai foi acusado de ser espião nazista e convocado a prestar serviços às forças armadas daquele país. Suas memórias, narradas no livro E a guerra continua, serviram de inspiração para que Dennison buscasse mais exemplos de brasileiros que viveram experiência semelhante. “Ele citou que muitas famílias viveram casos como o dele e me passou alguns contatos”, lembra.
As recordações dos entrevistados foram transformadas em livro. Antes de a guerra estourar as famílias desses “soldados” foram para a Alemanha em busca de melhores condições de vida. “Mas, com a eclosão da guerra, ficaram impedidos de voltar”, conta o professor. Enquanto isso, os meninos atingiam a idade de alistamento e, como todo cidadão alemão, tinham de arcar com as obrigações militares.
De acordo com Dennison, centenas de brasileiros passaram por essa situação, mas apenas um relatou um episódio conflituoso ao ser enviado para combater na frente italiana, onde certamente lutaria contra os amigos brasileiros. “Ele deduziu que os colegas estariam lá. Além disso, se fosse capturado e dado como traidor, sofreria represálias”, diz. No entanto, o apelo emocional não foi capaz de tirá-lo da missão. “Quem o livrou foi um médico que, vendo o difícil momento por que passava, na hora do embarque o declarou doente.”
O pesquisador lembra que a motivação desses soldados em estar na Alemanha e participar da guerra estava longe de ser política, segundo seus relatos: era uma questão de sobrevivência e de obrigação com a pátria. Tanto que, de volta ao Brasil, logo após a guerra, eles sofreram as conseqüências da revolta contra o nazismo. “No pós-guerra, tiveram de se evadir do preconceito. Em decorrência disso, elaboraram uma visão de recusa à responsabilidade da Alemanha pela guerra e negaram a perseguição aos judeus”, diz o pesquisador, citando que, ainda assim, alguns dos entrevistados que compõem sua obra reconhecem as atitudes negativas do movimento conduzido por Hitler.
Paraná-Online
09/11/07

outubro 16, 2007

DINAP ( leia-se Editora Abril ) lança tentáculos sobre a "distribuição" de publicações, compra rival Fernando Chinaglia e estabelece monopólio!!

Filed under: CADE, Dinap, Editoras, Fernando Chinaglia, imprensalão, monopólios, publicações — Humberto @ 7:05 pm
Fusão entre Dinap e Chinaglia é um risco à democratização do setor, dizem Editoras
Na última quinta-feira (11), a notícia que o Grupo Abril havia comprado a Fernando Chinaglia Distribuidora pegou o mercado editorial de surpresa. A fusão das duas maiores distribuidoras do Brasil – e a criação da Treelog S. A. Logística e Distribuição, uma nova empresa da Abril – foi comemorada por alguns, mas muito criticada por outros.
Segundo comunicado da Abril, com a transação, a Distribuidora Nacional de Publicações (Dinap) – de propriedade da Abril – e a Fernando Chinaglia Distribuidora unificam logística e distribuição, mas seguem com administração e operações comerciais separadas, atendendo normalmente seus respectivos clientes.
O objetivo da fusão, ainda segundo o comunicado, é “alcançar eficiência ainda maior na distribuição de publicações”, levando em conta também o “surgimento e consolidação de novas plataformas de distribuição, notadamente a internet e demais mídias digitais”.
Apesar do discurso positivo, várias editoras vêem com ressalvas e até apreensão o surgimento da Treelog. Para Renato Rovai, editor da revista Fórum, distribuída pela Chinaglia, se todo o mercado de distribuição se concentrar nas mãos de uma única empresa, cria-se um “risco grandíssimo” de que ele seja manipulado. “Sempre fizemos críticas à Veja. Será que empresa da Abril vai continuar distribuindo nossas revistas?”, questiona Rovai.
Segundo o editor, que foi avisado da fusão pela imprensa, a nova empresa pode causar problemas na só às pequenas editoras, mas também às grandes. Como exemplo, Rovai citou a Editora Globo, distribuída pela Chinaglia e concorrente direta de várias publicações da editora dos Civita. “E se a Abril quiser deixar de distribuir as revistas da Globo ou criar entraves?”, se pergunta Rovai.
Procurada pelo Portal IMPRENSA, a Editora Globo informou que também foi pega de surpresa. “Não fomos avisados antes [da fusão], ficamos sabendo pela imprensa. Por enquanto, não temos nada a pronunciar porque estamos esperando uma reunião com o pessoal da Chinaglia, o que deve ocorrer ainda esta semana”, declarou a assessoria da Editora.
Ao jornal O Estado de S.Paulo, a diretora de Marketing da Editora Globo, Yara Grottera, disse ser de fundamental importância nesse negócio preservar o que chama de “certos truques” que podem estimular vendas em bancas. “A revista Época (da Editora Globo) sai antes da Veja (Editora Abril), assim como a Marie Claire (Globo) circula dois dias antes da Cláudia (Abril). Isso cria oportunidade de venda no varejo, o que não quero perder”, disse.
No mercado de publicações populares, um dos maiores concorrentes das revistas da Abril é a Editora Escala, também distribuída pela Chinaglia. Segundo o presidente da Editora, Ercílio De Lourenzi, se a independência das distribuidoras for mantida – como garante o comunicado da empresa-, a transação será positiva, senão, será “um desastre”.
“Me lembro que, no início de sua empresa de distribuição, o Fernando Chinaglia se dizia ser o ‘baluarte da democracia’. Me parece que essa função foi para o espaço. Essa é uma situação complicada e que ainda não podemos afirmar como acabará, mas mudou completamente o quadro, porque agora ficou difícil haver contraponto de idéias. Se as empresas mantiverem a independência, haverá até uma redução nos custos, se não, será um desastre”, declarou Lourenzi, que também foi avisado da fusão pela mídia.
Mercados
A Distribuidora Nacional de Publicações (Dinap) detém 70% do mercado de distribuição e atende 32 mil pontos de venda. Além a Editora Abril, a empresa atende a outros cerca de 60 clientes. Já a Fernando Chinaglia, dona dos outros 30% de mercado, chega a 28 mil pontos de venda e responde pela distribuição de 250 empresas, entre elas a Editora Globo e Editora Três.
Como a fusão é entre as duas maiores empresas de distribuição do país, ela ainda terá de ser aprovada pelo órgão antitruste do governo, o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cadê). O Grupo Abril tem 15 dias – a contar da data da aquisição (11/10) – para comunicar a compra.
Procurada pelo Portal IMPRENSA, a Editora Abril disse que “não há previsão de alguém falar sobre o assunto”. Até o fechamento da matéria, a Fernando Chinaglia Distribuidora não havia respondido às ligações da reportagem.
Por Cristiane Prizibisczki/ Redação Portal IMPRENSA
16/10/07

junho 22, 2007

Mino Carta comenta pesquisa do portal Imprensa que mostra Carta Capital massacrando a vEJA

Filed under: Carta Capital, Portal Imprensa, publicações — Humberto @ 2:41 pm

Uma vantagem avassaladora

Permitam o comercial. Uma pesquisa promovida pelo site da revista Imprensa, para apurar a preferência do publico em relação a diversas categorias midiaticas, assinala a avassaladora vantagem de CartaCapital no confronto com as demais semanais de informação, ou seja, Veja, Época e Istoé. CartaCapital obtém o melhor resultado de toda a pesquisa: ninguém mais, em todas as outras categorias, recebeu 75 por cento dos votos. Sobre a isenção da revista Imprensa não posso ter dúvidas. Observe-se que nos últimos dois anos, ela ofereceu largo espaço a nossos detratores
do Blog do Mino

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