ENCALHE

maio 7, 2009

"Acelerar a putrefação da mídia e a desmoralização de Gilmar Mendes: tarefas para uma verdadeira extrema-esquerda", por

Senhores leitores deste blog: este post, que eu copiei do Biscoito Fino e a Massa, de Idelber Avelar, acho que será melhor compreendido por aqueles que dominam o jargão e as teorias esquerdistas ( o que não é, exatamente, o meu caso, sou apenas um cara esforçado ). Mas eu gostei. Umas vezes eu li o jornal da Causa Operária e, confesso, não sei a quem eles dirigem aquilo, qual seu público-alvo. E, creio que o Avelar não menciona, mas para o PCO, o PSTU ( também citado pelo Avelar como “extrema-esquerda” ) é oportunista ( há uma foto do Zé Maria, do PSTU sorrindo, junto ao “pelego da direita”, o Paulinho da Força ) e tal também é o PSOL ( “oportunista” no jargão deles deve ter um significado distinto, já que várias vezes eu vejo este termo empregado em situações que eu não imaginaria: estou lendo um livro, e ali referem-se aos Panteras Negras e sua política “oportunista” ). O PCO também adere ao discurso do DEM e PPS e denuncia o “Estado Policial” do Protógenes Queiróz. Talvez o problema seja eu.
Acelerar a putrefação da mídia e a desmoralização de Gilmar Mendes: tarefas para uma verdadeira extrema-esquerda
O Biscoito Fino e a Massa
O PSOL, o PSTU e o PCO deveriam parar de brigar, abandonar o sofisma — desmentido pela história brasileira recente — de que PT e PSDB são duas faces do mesmo projeto político e agir como verdadeiros partidos leninistas. Eu sou dos que acham que o leninismo está longe de ter esgotado sua significação histórica. Mas não a vejo na teoria do partido de vanguarda nem na teoria da ditadura do proletariado. O que constitui um leninista é a análise da circunstância concreta, sempre em busca do ponto universalizante, da âncora que pode sintetizar toda a luta política. Não há leninismo sem a pergunta: o que fazer?
O que fazer, na extrema-esquerda, hoje no Brasil? O PSOL, que dos três é o único que não se reivindica leninista (embora haja leninistas por lá), deve pensar se quer mesmo fazer da moral, do udenismo de esquerda, o eixo de seu discurso. A escolha pode ter tido sua lógica em 2005, como aglutinação para a extrema-esquerda no momento de maior desgaste do governo Lula. Hoje, é um tiro no pé, além de despolitizadora e inadequada. A redução da política à moral já se anunciara na campanha de
Heloísa Helena, em 2006, das mais despolitizadas que a esquerda já fez. No Brasil pós-Satiagraha, o PSOL extrapola, do louvável apoio ao Delegado Protógenes Queiroz, uma leitura da realidade que faria Trótski revirar-se no túmulo, inimigo que era ele de toda confusão entre lei e justiça ou entre moral e política. Confio que o leitor não pense que eu sugira desatenção ao problema da corrupção. Simplesmente estou afirmando que o discurso moral anti-corrupção não pode ser eixo de uma política de extrema-esquerda genuína.
No site do PSTU, a principal manchete é “Os trabalhadores não pagarão pela crise”. É difícil reconciliar a manchete com a própria interpretação que faz o PSTU do Brasil. Pois se o governo Lula é o agente neoliberal que a extrema-esquerda denuncia, a chamada correta deveria ser “Trabalhadores pagarão pela crise”. A manchete incorre numa contradição performativa, uma comum confusão entre o ser e o dever ser que frequentemente acomete a extrema-esquerda quando ela perde contato com a realidade. Se fosse verdadeiro para o PSTU dizer “os trabalhadores não pagarão”, ou seja, se fosse factível a hipótese de que um movimento operário liderado pela Conlutas conseguisse, dentro da “ordem neoliberal” de Lula, que os trabalhadores deixassem de pagar pela crise, ora ora, seria a própria existência dessa ordem que estaria em dúvida. Ela não está, como o próprio PSTU reconhece. Achar que dentro da ordem capitalista os trabalhadores “não vão pagar” por algo é de um reformismo inaceitável num partido que se quer revolucionário. De novo, Lênin revira no túmulo. A confusão entre o que é e o que deveria ser não é causa, claro, mas sintoma de uma extrema-esquerda que não sabe formular seu papel no presente.
Mas passemos ao momento propositivo. O que fazer? Para a esquerda, o eixo definidor, o ponto-âncora do corpo político é a putrefação da grande mídia no bojo da Satiagraha, a partir da qual se desatou a jagunçagem de Gilmar Mendes e a desmoralização do Poder Judiciário. Nesse feixe de contradições um leninista identificaria a questão universalizante, ou seja, aquela tensão do corpo social que tem o potencial de desatar o antagonismo constitutivo, central. Quem é de esquerda no Brasil hoje e não está refletindo sobre esse imbróglio não está pensando nada.
Como trabalham com o sofisma de que PT e PSDB são irmãos gêmeos, os partidos de extrema-esquerda não compreendem por que raios se forma de maneira tão furiosa a articulação Gilmar Mendes-Revista Veja e seus capangas. Perdem a oportunidade de contribuir ao esforço definidor da intervenção de esquerda hoje (e dentro do qual eles poderiam até ganhar espaço em relação ao PT): acelerar a destruição da moribunda credibilidade nos grupos de mídia; promover a guerra de guerrilha incessante contra sua imagem, moral e capacidade de esconder a fábrica de linguiça; exibir e ridicularizar cada erro, mentira, notícia distorcida; revelar e expor minuciosa e diariamente sua história de colaboração com a ditadura; acossar seus patrocinadores com o boicote; bombardear seus ombudsmen com críticas; ajudar a disseminar os blogs que os desconstroem; trabalhar diuturnamente nas campanhas de cancelamento de assinaturas; não respirar enquanto as corjas Civita, Marinho, Frias e cia. tenham sofrido uma derrota categórica.
No bojo dessa práxis, quem sabe não se acumulam forças suficientes para um movimento nacional pelo impeachment de Gilmar Mendes? Quem aposta que um movimento popular não pode encurralar um Senado?
Isso é mais leninista e revolucionário que fazer um sitezinho dizendo que as comemorações do 1° de maio serão “independentes e classistas” e que o Bolsa Família é “migalha dada pela burguesia”. Os partidos de extrema-esquerda brasileiros precisam ler com atenção seus Lênin e Trótski: a interpretação revolucionária da realidade começa com a identificação da sua contradição constitutiva.

"Acelerar a putrefação da mídia e a desmoralização de Gilmar Mendes: tarefas para uma verdadeira extrema-esquerda", por

Senhores leitores deste blog: este post, que eu copiei do Biscoito Fino e a Massa, de Idelber Avelar, acho que será melhor compreendido por aqueles que dominam o jargão e as teorias esquerdistas ( o que não é, exatamente, o meu caso, sou apenas um cara esforçado ). Mas eu gostei. Umas vezes eu li o jornal da Causa Operária e, confesso, não sei a quem eles dirigem aquilo, qual seu público-alvo. E, creio que o Avelar não menciona, mas para o PCO, o PSTU ( também citado pelo Avelar como “extrema-esquerda” ) é oportunista ( há uma foto do Zé Maria, do PSTU sorrindo, junto ao “pelego da direita”, o Paulinho da Força ) e tal também é o PSOL ( “oportunista” no jargão deles deve ter um significado distinto, já que várias vezes eu vejo este termo empregado em situações que eu não imaginaria: estou lendo um livro, e ali referem-se aos Panteras Negras e sua política “oportunista” ). O PCO também adere ao discurso do DEM e PPS e denuncia o “Estado Policial” do Protógenes Queiróz. Talvez o problema seja eu.
Acelerar a putrefação da mídia e a desmoralização de Gilmar Mendes: tarefas para uma verdadeira extrema-esquerda
O Biscoito Fino e a Massa
O PSOL, o PSTU e o PCO deveriam parar de brigar, abandonar o sofisma — desmentido pela história brasileira recente — de que PT e PSDB são duas faces do mesmo projeto político e agir como verdadeiros partidos leninistas. Eu sou dos que acham que o leninismo está longe de ter esgotado sua significação histórica. Mas não a vejo na teoria do partido de vanguarda nem na teoria da ditadura do proletariado. O que constitui um leninista é a análise da circunstância concreta, sempre em busca do ponto universalizante, da âncora que pode sintetizar toda a luta política. Não há leninismo sem a pergunta: o que fazer?
O que fazer, na extrema-esquerda, hoje no Brasil? O PSOL, que dos três é o único que não se reivindica leninista (embora haja leninistas por lá), deve pensar se quer mesmo fazer da moral, do udenismo de esquerda, o eixo de seu discurso. A escolha pode ter tido sua lógica em 2005, como aglutinação para a extrema-esquerda no momento de maior desgaste do governo Lula. Hoje, é um tiro no pé, além de despolitizadora e inadequada. A redução da política à moral já se anunciara na campanha de
Heloísa Helena, em 2006, das mais despolitizadas que a esquerda já fez. No Brasil pós-Satiagraha, o PSOL extrapola, do louvável apoio ao Delegado Protógenes Queiroz, uma leitura da realidade que faria Trótski revirar-se no túmulo, inimigo que era ele de toda confusão entre lei e justiça ou entre moral e política. Confio que o leitor não pense que eu sugira desatenção ao problema da corrupção. Simplesmente estou afirmando que o discurso moral anti-corrupção não pode ser eixo de uma política de extrema-esquerda genuína.
No site do PSTU, a principal manchete é “Os trabalhadores não pagarão pela crise”. É difícil reconciliar a manchete com a própria interpretação que faz o PSTU do Brasil. Pois se o governo Lula é o agente neoliberal que a extrema-esquerda denuncia, a chamada correta deveria ser “Trabalhadores pagarão pela crise”. A manchete incorre numa contradição performativa, uma comum confusão entre o ser e o dever ser que frequentemente acomete a extrema-esquerda quando ela perde contato com a realidade. Se fosse verdadeiro para o PSTU dizer “os trabalhadores não pagarão”, ou seja, se fosse factível a hipótese de que um movimento operário liderado pela Conlutas conseguisse, dentro da “ordem neoliberal” de Lula, que os trabalhadores deixassem de pagar pela crise, ora ora, seria a própria existência dessa ordem que estaria em dúvida. Ela não está, como o próprio PSTU reconhece. Achar que dentro da ordem capitalista os trabalhadores “não vão pagar” por algo é de um reformismo inaceitável num partido que se quer revolucionário. De novo, Lênin revira no túmulo. A confusão entre o que é e o que deveria ser não é causa, claro, mas sintoma de uma extrema-esquerda que não sabe formular seu papel no presente.
Mas passemos ao momento propositivo. O que fazer? Para a esquerda, o eixo definidor, o ponto-âncora do corpo político é a putrefação da grande mídia no bojo da Satiagraha, a partir da qual se desatou a jagunçagem de Gilmar Mendes e a desmoralização do Poder Judiciário. Nesse feixe de contradições um leninista identificaria a questão universalizante, ou seja, aquela tensão do corpo social que tem o potencial de desatar o antagonismo constitutivo, central. Quem é de esquerda no Brasil hoje e não está refletindo sobre esse imbróglio não está pensando nada.
Como trabalham com o sofisma de que PT e PSDB são irmãos gêmeos, os partidos de extrema-esquerda não compreendem por que raios se forma de maneira tão furiosa a articulação Gilmar Mendes-Revista Veja e seus capangas. Perdem a oportunidade de contribuir ao esforço definidor da intervenção de esquerda hoje (e dentro do qual eles poderiam até ganhar espaço em relação ao PT): acelerar a destruição da moribunda credibilidade nos grupos de mídia; promover a guerra de guerrilha incessante contra sua imagem, moral e capacidade de esconder a fábrica de linguiça; exibir e ridicularizar cada erro, mentira, notícia distorcida; revelar e expor minuciosa e diariamente sua história de colaboração com a ditadura; acossar seus patrocinadores com o boicote; bombardear seus ombudsmen com críticas; ajudar a disseminar os blogs que os desconstroem; trabalhar diuturnamente nas campanhas de cancelamento de assinaturas; não respirar enquanto as corjas Civita, Marinho, Frias e cia. tenham sofrido uma derrota categórica.
No bojo dessa práxis, quem sabe não se acumulam forças suficientes para um movimento nacional pelo impeachment de Gilmar Mendes? Quem aposta que um movimento popular não pode encurralar um Senado?
Isso é mais leninista e revolucionário que fazer um sitezinho dizendo que as comemorações do 1° de maio serão “independentes e classistas” e que o Bolsa Família é “migalha dada pela burguesia”. Os partidos de extrema-esquerda brasileiros precisam ler com atenção seus Lênin e Trótski: a interpretação revolucionária da realidade começa com a identificação da sua contradição constitutiva.

maio 1, 2008

Classe trabalhadora-operário-revolucionária brasileira celebra 1º. de Maio em concentração recorde nos bares do Brasil!

Filed under: esquerda brasileira, esquerda X direita, Foro de São Paulo, PCdo B, PCO, PSOL, PSTU — Humberto @ 3:07 pm
Na boa, esquerdistas e proletários do Brasil e do mundo…
Sejam sinceros. Alguém acha mesmo que esta data significa algo para a pessoa comum, o populacho, que não se encontra envolvido no mundo das teorias e congressos políticos, dos debates e deliberações?
Não sei como certas coisas caem em minhas mãos, mas eis que me encontro, subitamente, folheando um jornal chamado “Causa Operária”, vinculado em idéia e matéria ao PCO ( aquele partido que, quando participa das eleições burguesas, encarrega um recém-estudante de cinema e vídeo – e fã de Ed Wood – de fazer os spots de 5 segundos que o partido tem direito de exibir na Horário Eleitoral Gratuito.
Como sou o tipo de sujeito que lê revista de Testemunhas de Jeová – com certo gosto – não deixaria de averiguar o que o impresso dos ultra-esquerdistas teria a me dizer.
Num texto de página inteira, a história do candidato burguês-liberal-progressista-populista colombiano, Jorge Gaitán, assassinado por um ( suposto ) cidadão a serviço da CIA, em Abril de 1948. O pré-magnicídio ( pois Gaitán era o favorito na disputa pela presidência do país ) resultou numa onda de distúrbios que ficou imortalizada como “Bogotazo”. O assassino de Gaitán, Juan Roa Sierra foi linchado dela população e seu corpo arrastado pelas ruas. Mas não vou me estender no assunto.
Na ótica do jornal o PT, passando pelo PCdo B ( partido acusado de desejar privatizar a Petrobrás, vejam vocês ) , PSol, PSTU ( juro por Deus, leiam e confiram ) e outras legendas e centrais sindicais e estudantis, como a CUT, não passam de joguetes e pelegos-entreguistas, falsos socialistas, submissos e quinta-colunas, empenhados em atrapalhar a caminhada do campesinato e operariado revolucionário rumo à tomada do poder em nível mundial, e a derrubada e superação do capitalismo e da “democracia” representativa burguesa. Não estou ironizando.
Diante dessa carta de princípios, alguém conseguiria continuar levando a sério a berraria do imprensalão, quando este “acusa” o PT e outras legendas de serem os agentes da infiltração comunista e de tentarem instalar por aqui uma ditadura-stalinista-marxista-totalitária e coisa e tal? Só mesmo a classe-média sempre ignara paulistana.
Ao mesmo tempo, os ativistas envolvidos nestas questões acham mesmo que possa haver uma sublevação popular total e acachapante em nível mundial coordenada e integrada, e esta tomaria o poder, submeteria a burguesia, derrubaria o imperialismo, o sionismo e coisa e tal? E que esse proletariado, que mal sabe se comunicar, mal se alimenta, é mal-instruído, construiria um paraíso de paz e concórdia eternos, fundamentado na teoria marxista, leninista ou sei-lá-o-quê ? E esta teoria seria a melhor para ser posta em prática? Eu nunca li.
Tomar partido de um dos lados – e eu não sei quantos existem – nesta correlação de forças ou disputa pelo poder? Nem ferrando.
Meus pais querem querem conhecer os pretendentes antes de avalizar a nossa união. Mas os tais pretendentes são, ainda, completos estranhos para mim. Mas uma coisa é certeza: com o burguês eu não caso.

janeiro 18, 2008

Alguém soube? Sede nacional do PSTU foi invadida em 30 de dezembro!!!

Filed under: crimes, furtos e assaltos, invasão, partidos políticos, PSTU — Humberto @ 1:28 pm
Sede do PSTU é invadida; partido vê crime político
10/01/2008
Para direção do partido, crime foi político; após oito dias de furto de documentos e dados do partido, investigação policial ainda não começou

A sede nacional do Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado ( PSTU ) foi invadida e saqueada na madrugada do dia 30 de dezembro. Segundo a direção nacional do partido, todos os indícios levam a acreditar em uma ação política. “Trata-se de um atentado contra a liberdade de organização”, acentua o partido em comunicado veiculado na última sexta-feira.
No início, os integrantes do partido levantaram dúvidas sobre o caráter do crime: seria um furto comum ou um ataque político? Mas por meio de investigações conduzida pelos próprios diretores do partido, chegaram à conclusão de que se tratava de um crime político. O foco central dos invasores foi a busca de informações e documentos da agremiação, e não de bens materiais. Foram levados nove computadores com dados e a prestação de contas do partido. Depoimentos de vizinhos e as imagens de câmeras de vigilância próximas, segundo a direção do PSTU, corroboram a tese de que a invasão foi um ato com finalidade política.
Militantes do partido argumentam que a operação criminosa foi “cuidadosamente executada”, sendo precedida do corte das linhas telefônicas da sede, o que aponta a uma operação de tamanha “dimensão” e “precisão” que não correspondem ao valor material do roubo.
“Tivemos acesso à fita de uma câmera de um condomínio vizinho à sede. A ação de pelo menos três homens durou quatro horas. Um carro entrou na garagem da casa e saiu alguns minutos depois”, conta Eduardo Almeida, da direção nacional do partido. O que reforça mais ainda a tese de ataque político foi o desinteresse dos “ladrões” em uma máquina copiadora de alto valor. Além disso, o bandidos “esqueceram” vários talões de cheque, alguns deles assinados.
Sem investigação
O partido acusa as três instâncias governamentais ( prefeitura paulistana, governo do estado e governo federal ) de terem responsabilidade pela atual situação do caso, em que ainda não foi realizada nenhum tipo de investigação policial. “A polícia até o momento não veio à sede, não tirou fotos e nem fez nenhum tipo de pronunciamento”, denuncia Eduardo Almeida, que aponta a omissão policial como uma ação “consciente”.
No comunicado do partido, o PSTU lembrou que “os organismos de informação do estado assim funcionam, buscando dados sobre os movimentos e partidos de oposição, na preparação de futuras repressões”
Eduardo Almeida afirma que se o suposto furto ficar impune, haverá conseqüências para os sindicatos, movimentos sociais, políticos e estudantil do Brasil, tendo em vista a crescente criminalização dos movimentos sociais e, agora, no nível partidário-político. Almeida entende que “o Ministério da Justiça deve tomar providências e os movimentos sociais e os partidos também”.

Brasil de Fato

Tema: Silver is the New Black. Blog no WordPress.com.

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