abril 27, 2008
É hora, é hora, é hora de trégua…
abril 20, 2008
Daniel Dantas manda no país. Ele pauta o jornalismo de vEJA e Estadão. E comprou parte do PT. Leia entrevista de Paulo Henrique Amorim à FORUM.
Por Renato Rovai e Glauco Faria
Fórum – Quando o senhor identifica o início da degradação da imprensa brasileira? Paulo Henrique Amorim – Chegamos a um ponto sem precedentes em termos de degradação e corrupção da imprensa brasileira. A imprensa que chamo de Partido da Imprensa Golpista, ou PIG, é, sobretudo, a Globo, a Folha e o Estadão. Não falo da Veja, porque é um caso especial que eu chamo de “a última Flor do Fascio”, nem da IstoÉ, porque não é uma organização jornalística. Quando você compra um jornal, teoricamente, pelos cânones da indústria, vai obter ali um noticiário razoavelmente isento e, nas páginas de opinião, fica aquilo que o dono quer divulgar. Aqui no Brasil, houve uma inversão completa. Hoje, tem opinião na parte informativa, até no horóscopo e na previsão do tempo, e o mais grave de tudo isso é que se disseminou o sistema de cooptação com dinheiro do jornalismo econômico e político. Tenho divulgado no meu site as relações entre o Daniel Dantas e algumas instituições, cuja função é distribuir notícias que influenciam formadores de opinião, a Justiça… É uma degradação sem precedentes. Meu ex-colega do IG, Luís Nassif, tem feito um trabalho exemplar ao apontar as ligações sórdidas entre a Veja e interesses econômicos constituídos. Não há nenhuma punição, nenhuma reclamação, nenhuma manifestação de indignação, os jornais do PIG não noticiam o que o Nassif está dizendo. É a maior revista semanal do país e ignoram o que fala um jornalista respeitável que trabalhou na Folha durante uma década, do Conselho Editorial da Folha. Ou seja, Nassif não é irresponsável segundo a Folha. E a Folha não dá uma linha! O Mino Carta, que é o pioneiro nessa batalha para demonstrar a pusilanimidade, o golpismo e agora a corrupção na imprensa, acha que nós não chegamos no fundo do poço, que ainda iremos mais fundo e saberemos mais coisas e a impunidade continuará.
Fórum – O senhor acredita que essa degradação se agravou durante o processo de privatização?
Amorim – O presidente do México, Carlos Salina de Gortari, vendeu a telefonia do México para uma pessoa, que é o Carlos Slim, hoje o homem mais rico do mundo. Salinas de Gortari teve que fugir do México para a Irlanda porque nem em Miami ele podia ficar. O Fujimori, que fez a privatização no Peru, está preso. O Carlos Menem, que fez a privatização na Argentina, tem vários ministros na cadeia e não pode ver um juiz ou policial que sai correndo, pode ser preso a qualquer momento. Aqui no Brasil o Fernando Henrique Cardoso cobra US$ 60 mil por palestra e sai no PIG toda hora. E as pessoas levam o Fernando Henrique a sério, é o herói de uma parcela da população brasileira. Vou desenvolver essa tese com mais clareza, mas houve, na transição do regime militar para o democrático, a tragédia da dívida nos anos 80. O Brasil quebrou em 1982, o fenômeno da hiperinflação, e o Sarney tentou resolver, o Collor tentou resolver, e o Fernando Henrique tocou o Plano Real. O plano, entretanto, tinha, como base para solucionar ou para auxiliar a equacionar o problema, a privatização, um instrumento pelo qual o sistema político dominante à época – o PSDB e o PFL – encontrou para acomodar os interesses políticos internos, domésticos, da coalizão dominante e os interesses dos bancos. Ela foi o fiel da balança dessa reengenharia que levou ao sucesso o Plano Real. Agora, temo que a operação de criação da BrOi seja a consubstanciação, aquele quadro do Napoleão sendo coroado, que está na igreja de Notre Dame. O quadro começa a ser pintado a partir do momento em que o Luciano Coutinho, presidente do BNDES, assina o empréstimo para o Carlos Jereissati e o Sérgio Andrade comprarem a Brasil Telecom, sem botar um tostão. Nesse momento, será feita a grande conciliação nacional, os fundos e o Citibank renunciam a toda ação [judicial] que moveram na Justiça contra o Daniel Dantas. O governo Lula põe para dentro a corrupção do Dantas e do governo FHC, limpa a pedra e resolve esse problema botando o dinheiro do BNDES nas mãos desses dois subempresários, já que eles compraram a Telemar sem gastar também. Aí será feita a grande pacificação nacional, que mobilizou essa subimprensa de contratos de prestação de serviços, mas que você nunca sabe que serviços são esses. Então, se houver o Aécio [Neves] candidato em uma chapa que reúna PSDB e PT, como está sendo montada em Belo Horizonte, resolve tudo. Põe todo o Brasil debaixo do tapete. O PSDB esconde ossos do Fernando Henrique no armário do Lula, o Lula esconde no armário seus próprios esqueletos, e o Brasil vai seguir em frente com a conciliação que o Tancredo [Neves] tentou fazer e não conseguiu porque morreu antes. A privatização é o que define o processo da Nova República no regime pós-militar, é a metástase da corrupção no Brasil. O Daniel Dantas é o maior símbolo, herói e beneficiário desse processo que corrompeu o PSDB, o PFL e o PT. Ele corrompeu o PSDB, financiou a filha do Serra e ele é a grana que está no duto do Valerioduto. Que o procurador-geral da República não procurou e que o ministro Joaquim Barbosa não achou. A grana do Valerioduto veio de onde? Dá em árvore ou o Valério era maluco e colocava dinheiro dele no esquema? Ele era um lavador de dinheiro e ninguém quer dizer isso. Fizeram a CPI dos Correios e não pediram indiciamento do Daniel Dantas, porque a bancada dele tem um líder no senado, que é o Heráclito Fortes, e tem um líder na Câmara, que é o José Eduardo Cardozo.
Fórum – No PT, havia uma disputa que envolvia o Luís Gushiken, os fundos e a participação do Dantas…
fevereiro 17, 2008
PSDB não consegue explicar gastos de campanha…de 2000!!
Tucanos explicam ao TSE gastos na campanha de 2000
O PSDB enviou ao Tribunal Superior Eleitoral explicações sobre contas referentes a campanha nas eleições de 2000, que foram rejeitadas pela Coordenadoria de Exame de Contas Eleitorais e Partidárias. O ministro Caputo Bastos vai analisar os argumentos do partido.
O partido afirma que os documentos fiscais apresentados são idôneos, que não deixou de comprovar gastos e que também presta explicações porque cobriu furto com dinheiro de Fundo Partidário.
Entre as explicações, o PSDB alega que problemas com a comunicação e transporte, aliados à enorme quantidade de candidatos espalhados por milhares de municípios, justificam o fato de ter repassado R$ 869,8 mil do Fundo Partidário aos seus candidatos e doado R$ 495,9 mil de seus recursos próprios sem obter os recibos eleitorais exigidos pela legislação.
A defesa diz ainda que as doações foram feitas por transferências eletrônicas diretamente para as contas de campanha. “Ocorre que, pela precariedade natural das campanhas municipais ou por alguma falha dos Correios os recibos eleitorais competentes não foram recebidos pelo partido, apesar de insistentemente cobrados.”
Outra irregularidade apontada pelo TSE foi a de que a legenda pagou R$ 389,5 mil à empresa Marka Serviços Engenharia Ltda, do Rio de Janeiro, pela montagem de palanque e implantação de rede de comunicação, mas as notas fiscais foram emitidas pela empresa quatro anos depois de ela ter cancelada sua inscrição cadastral.
Os advogados dos tucanos argumentam que a empresa estava com seus registros baixados na Receita Federal, o que não torna seus documentos inidôneos. Assinalam ainda que o partido contratou, recebeu e pagou pelos serviços prestados, “não cabendo ao partido realizar fiscalização tributária para atestar a regularidade fiscal da empresa e fazer o pagamento por algo que era devido”.
Furto
O PSDB disse na petição que usou R$ 1,1 mil do recurso do fundo partidário para quitar o furto de 36 toalhas e 22 edredons. O fato ocorreu durante um congresso da juventude do partido, perto de Brasília. Segundo a legenda, ao alugar o espaço, o partido assumiu a responsabilidade pelos eventuais danos no local.
No que diz respeito aos R$ 68,6 mil que teriam sido gastos com serviços prestados para membros da legenda e não para o próprio partido, os advogados explicam que se referem aos pagamentos para assessores parlamentares e motorista a serviço do presidente e secretário-geral na ocasião, Teotônio Vilela Filho e o então deputado federal Márcio Fortes, respectivamente. “Eram serviços institucionais a eles que exerciam as funções partidárias referidas”, assinala o documento.
O partido ressaltou ainda no documento que há dificuldades, tendo em vista os oito anos de tramitação do processo. “Ademais, quando não se verifica a má-fé do partido, a imposição da desaprovação de sua prestação de contas não se mostra razoável e proporcional, uma vez que, em momento algum, o PSDB desrespeitou a lei, mas apenas pretendeu cumpri-la em sua integralidade, mantendo a completa regularidade de sua escrituração contábil”, defende.
Revista
Consultor Jurídiconovembro 7, 2007
Conclusão: PSDB é prejudicial à família. 2 casos exemplares.
Pesquisa foi realizada pelo IBOPE Inteligência entre os dias 4 e 9 de outubro
Em outubro, o IBOPE Inteligência entrevistou 1.008 eleitores da Paraíba para falar sobre a cassação de mandato do governador Cássio Cunha e levantar as intenções de voto para as próximas eleições.
junho 23, 2007
Não satisfeito em ter criado o Valerioduto, Azeredo ( PSDB ) convida golpista da RCTV para dar palestra motivacional em pleno Senado brasileiro!!!!
A presença de Granier será importante, na avaliação de Azeredo, para que o empresário possa comentar as “graves conseqüências” do fechamento da emissora “à liberdade de expressão na América Latina e no mundo livre”.
Ainda durante a reunião da CRE, o senador Eduardo Suplicy (PT-SP) relatou as suas negociações com o governo federal e com o governo paulista para que permaneça na cidade de São Paulo a sede do Parlamento Latino-americano (Parlatino). O presidente da comissão, senador Heráclito Fortes (DEM-PI), sugeriu – com o apoio de Suplicy – que a emenda da CRE ao projeto de Orçamento da União para 2008 contemple recursos para a manutenção do Parlatino na capital paulista.
Para Azeredo, a presença de Granier será importante para que o fechamento da emissora possa ser devidamente avaliado pelos senadores. O senador afirmou que o caso gera “graves conseqüências à liberdade de expressão na América Latina e no mundo livre”.
A data da audiência ainda será definida.
junho 2, 2007
Ei! Com liceça? Posso incomodá-lo com um pequeno e inexpressivo aborrecimento, uma mixórdia que, merecidamente, não foi manchete do Estadão?
maio 28, 2007
Lembram do Valerioduto tucano? E do Eduardo Azeredo e o caixa 2 tucano? Leiam essa entrevista e tremam nas bases
maio 23, 2007
Caindo junto
O prefeito de Mauá, Leonel Damo (PV), foi condenado pelo TCE (Tribunal de Contas do Estado) a pagar multa de 2 mil Ufesps (Unidade Fiscal do Estado) – o que corresponde a R$ 28,4 mil – por uma contratação considerada irregular.
Em abril do ano passado, Damo contratou, sem licitação, a empresa Eicon Auditoria e Consultoria para prestação de serviços técnicos direcionados à gestão, planejamento, organização, controle do sistema informatizado e manutenção de cadastro de contribuintes, relacionado à arrecadação de ISSQN (Imposto sobre Serviço de Qualquer Natureza).
Segundo a lei 8666/93, que trata de licitações, só é possível a dispensa do processo licitatório em casos de emergência ou de calamidade pública. O contrato celebrado com a Eicon custou ao cofre público de Mauá R$ 900 mil.
Além da multa, os conselheiros do TCE também decidiram remeter cópia da decisão para o MP (Ministério Público), que poderá mover uma ação contra o chefe do Executivo de Mauá. Segundo a decisão, a penalidade deverá ser paga pelo prefeito em até 30 dias.
O tribunal concedeu o prazo de 60 dias para que a Prefeitura preste esclarecimentos sobre possíveis correções das irregularidades constatadas.
Conforme determina a lei complementar 709/93 (lei orgânica do Tribunal de Contas do Estado), a Câmara também será avisada sobre a ilegalidade do contrato celebrado entre a Prefeitura de Mauá e a empresa de consultoria.
A decisão do Tribunal de Contas contra Leonel Damo foi unânime. Votaram pela condenação os conselheiros Eduardo Bittencourt Carvalho, Edgard Camargo Rodrigues e Cláudio Ferraz de Alvarenga.
CPEM – Outros contratos da Eicon com prefeituras já foram suspensos por suspeitas de irregularidades. O TCE considerou ilegal a contratação da empresa pela prefeitura de Guarulhos, em 1999 e 2000. O Ministério Público também investiga a consultoria feita em Indaiatuba, interior de São Paulo.
A empresa chegou a ser apontada como sendo uma ramificação da CPEM (Consultoria para Empresas e Municípios). Em 1997, o economista Paulo de Tarso Venceslau acusou a CPEM de participar de um suposto esquema de caixa 2 envolvendo prefeituras petistas.
Após denúncia, Cincinato pede demissão
Foram apenas 20 dias à frente da Secretaria de Saúde de Mauá. Quarta-feira, o vereador Cincinato Freire (PSDC) pediu ao prefeito Leonel Damo (PV) o seu desligamento do cargo. Com a decisão, ele retorna ao Legislativo.
O pedido de demissão ocorreu poucas horas após o Diário revelar que o nome de Cincinato constava num caderno contábil de líderes do PCC (Primeiro Comando da Capital), encontrado pela polícia. No inquérito, um investigador localizou lançamentos de supostos pagamentos a Cincinato, de R$ 3.828, com data de 4 de janeiro de 2005.
O caderno foi apreendido pela polícia no carro de Reinaldo Macário de Lima, o Boy, braço-direito de Gildásio Siqueira Santos, considerado testa-de-ferro da facção em postos de gasolina, onde o dinheiro do crime seria esquentado.
De forma evasiva, Cincinato justificou as anotações dizendo que era um pagamento de uma conta de abastecimento. “Eu comprei gasolina para mim, minha mulher e pessoas de meu gabinete”, disse, sem explicar quantos carros eram abastecidos, o período e o posto onde marcava o débito.
Com a quantia anotada no caderno, seria possível comprar mais de 1,6 mil litros de gasolina , o que daria para encher o tanque de uma frota de 40 veículos. Questionado se tinha comprovante de quitação, desconversou: “Não guardo nota fiscal”.
Cincinato confirmou que conhece Boy. “Se eu falar que não conheço, estaria mentindo.” Ainda assim, ele enfatizou, em tom irritado, que não tem qualquer relação com a facção criminosa. “Nunca tive nada com o PCC. O fato de eu conhecer alguém não significa que eu participe de uma coisa criminosa.”
Ele disse que decidiu pedir demissão e que o prefeito, em princípio, não queria aceitar. “Quero que todos os fatos sejam apurados e em momento nenhum quero atrapalhar o prefeito.”
O secretário de Governo, Francisco Carneiro, o Chiquinho do Zaíra (PSB), disse que a decisão de Cincinato foi acertada. “Ele se afastou para não dar desgate ao governo.” O nome do substituto de Cincinato deverá ser divulgado nesta quinta-feira.
DIÁRIO – O senhor vai fazer algo para tentar provar sua inocência nesse episódio?
DIÁRIO – Por que o senhor acha que seu nome aparece no caderno contábil?
DIÁRIO – O senhor retorna ao Legislativo?
DIÁRIO – De qualquer forma, seu nome aparece no caderno e é citado no inquérito.
DIÁRIO – O senhor acha que não tem de dar explicação?
DIÁRIO – O senhor tinha conta em posto de gasolina?
DIÁRIO – Então o senhor tinha conta?
DIÁRIO – Então o valor refere-se a um pagamento?
DIÁRIO – O senhor tem algum tipo de comprovante desse pagamento?
DIÁRIO – Quantos carros eram abastecidos e o prazo para se chegar a esse valor?
DIÁRIO – O senhor não acha que deve satisfação aos seus eleitores?
Artur Rodrigues / Diário do Grande ABC
19/1/2007
Uma denúncia anônima, anexa à ação civil pública movida pela promotora da Cidadania Adriana Ribeiro Soares de Morais, aponta que a juíza Ida Inês Del Cid indicou Mirian Valério da Silva para cargo comissionado na Prefeitura de Mauá. Mirian foi indiciada por formação de quadrilha em inquérito da Dise (Delegacia de Investigações Sobre Entorpecentes), que apura lavagem de dinheiro do PCC (Primeiro Comando da Capital) por meio de postos de gasolina, e é namorada de Felipe Geremias, o Felipe Alemão, acusado de ser um dos líderes da facção.
A denúncia, feita por alguém que se identifica como funcionário da Prefeitura há 26 anos, diz que Ida indicou dezenas de cargos nas administrações Diniz Lopes (PL) e Leonel Damo (PV). Entre as supostas indicações da juíza eleitoral da cidade, está a do ex-companheiro, o procurador-chefe Lourival Fernandes de Alencar e de dois secretários, o de Desenvolvimento Social e Econômico, Marcos Soares, e o de Assuntos Jurídicos, o ex-juiz Fernando Brigante.
Era justamente no setor jurídico da Prefeitura que Mirian Valério trabalhava, antes de ser transferida para a Saúde, então chefiada pelo vereador Cincinato Freire (PSDC). Ela foi exonerada pelo prefeito Damo e Cincinato se demitiu após reportagem que mostrava seu nome na contabilidade dos postos de gasolina que, segundo a polícia, seriam do PCC.
A denúncia anexada à ação traz uma lista, com salários, setores e até códigos relacionados a parte dos não-concursados da Prefeitura. Por sorteio, a ação civil caiu justamente na 2ª Vara, da juíza Ida Inês, que tem seu nome citado na denúncia anônima e que, em conversas telefônicas, faz menção à indicação de uma pessoa na Secretaria da Saúde. Como a magistrada não se declarou suspeita para julgar o caso, a promotora Adriana pediu exceção de suspeição, para que outro juiz julgasse a ação. O pedido está no Tribunal de Justiça desde agosto deste ano e o processo, parado.
A juíza Ida Inês não respondeu às questões enviadas por e-mail pelo Diário. A Prefeitura enviou nota oficial em que nega que a juíza tenha feito indicação de cargos e diz que os funcionários são escolhidos por critérios técnicos. Redução no número de cargos de confiança está sendo estudada.
Diniz Lopes afirmou que as indicações em seu mandato interino foram feitas por Leonel Damo. “Depois me desvinculei do Leonel e comecei a fazer as alterações e demissões.Deixei 90 cargos vagos quando saí.” Oswaldo Dias não foi localizado.
Juliana de Sordi Gattone / Diário do Grande ABC
A deputada estadual e 3ª secretária Vanessa Damo (PV-Mauá) conseguiu se livrar de ter o mandato cassado. Sem julgar o mérito e pela maioria dos votos, o TRE (Tribunal Regional Eleitoral) arquivou a ação de impugnação de mandato eletivo, por abuso do poder econômico e de autoridade.
A parlamentar era acusada de utilizar recursos da Prefeitura de Mauá (administrada pelo pai, Leonel Damo) na campanha eleitoral do ano passado, com a intenção de divulgar a própria candidatura à Assembléia no jornal Opinião Pública, periódico regional.
Segundo Alberto Luis Mendonça Rollo, um dos advogados que defendem Vanessa junto ao TRE, havia duas ações com as mesmas argumentações. “A diferença entre elas era somente o pedido de sentença. Enquanto essa pedia cassação, a outra, já julgada pelo tribunal, exigia a inegibilidade”, explica.
Na decisão, o relator Nuevo Campos argumenta que a Constituição Federal só permite a impugnação do mandato eletivo em “casos de abuso do poder econômico, corrupção ou fraude, hipóteses que não incluem uso abusivo dos meios de comunicação social”.
E continua: “Embora alegada a ocorrência de abuso do poder econômico, por parte da requerida, não referiu a inicial, neste aspecto, fato concreto, certo e determinado. (…) Portanto, o acolhimento da propositura da presente ação nos termos da inicial importaria em conferir indevido caráter investigativo à presente via jurisdicional”.
Para o advogado de defesa, o fato de a ação ter sido arquivada, sem que a parlamentar fosse sequer citada, é uma vitória. “O tribunal não quis apreciar o mérito.”
Inelegível – Rollo classificava a ação arquivada como a mais temida, já que poderia resultar em impugnação. “No outra caso, o TRE decidiu condená-la à inegibilidade”, explicou.
Em abril, o tribunal tornou Vanessa e o prefeito Leonel Damo inelegíveis por três anos – contados a partir de 2006. No entanto, a defesa ainda pode recorrer da decisão, que ainda não teve o acórdão publicado.
Declarada a inelegibilidade do prefeito Leonel Damo e da deputada Vanessa Damo
Deputada e prefeito de Mauá fizeram uso indevido de meio de comunicação social nas eleições de 2006.
Em sessão realizada nesta quita-feira (12/03), o TRE-SP julgou procedente a Investigação Judicial Eleitoral ajuizada pela Procuradoria Regional Eleitoral de São Paulo (PRE-SP), órgão do Ministério Público Federal, em face da Deputada Estadual Vanessa Damo e de seu pai, Leonel Damo, prefeito do município de Mauá. Em conseqüência, foi declarada a inelegibilidade de ambos por três anos.
O Tribunal acolheu a representação formulada pela PRE-SP, segundo a qual os representados fizeram uso indevido de meio de comunicação social com a finalidade de promover a candidatura de Vanessa ao cargo de Deputada Estadual, o que se deu por meio do periódico semanal “Opinião Pública”. No período de janeiro a setembro, o periódico, com tiragem de 30.000 exemplares, publicou notícias sobre obras, atividades e realizações de Vanessa e Leonel Damo, sempre enaltecendo suas realizações políticas e, dessa forma, incutindo de maneira subliminar a imagem de Vanessa Damo no eleitorado.
Em sua representação, o Ministério Público Eleitoral apontou ainda que o jornal publicava, mediante pagamento, propaganda institucional da prefeitura de Mauá.
Da decisão do TRE-SP cabe recurso ao TSE.
maio 21, 2007
Porque Alckmin é bem avaliado
( Acertando na mosca. Ou no mosquito, que é o que estamos precisando. )
Postado por Redaçăo Portal Mogi Guaçu
maio 3, 2007
Após correção pelas taxas bancárias de mercado, estatísticas de assalto a bancos em SP tem valorização recorde!!!!
maio 2, 2007
Chinaglia deve instalar CPI do Apagão Aéreo amanhã
O presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia, anunciou que vai instalar amanhã, às 15 horas, a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Apagão Aéreo. Ele aguarda a indicação pelos líderes partidários dos integrantes da comissão. Até o final da tarde de hoje, haviam sido definidos 12 dos 24 titulares da CPI.Um eventual adiamento, segundo Chinaglia, só ocorrerá se houver atraso nas indicações dos integrantes pelos partidos, que têm prazo até a meia-noite de hoje para fazê-las. O PT, no entanto, já anunciou que definirá os nomes de seus oito representantes (quatro titulares e quatro suplentes) somente amanhã. Chinaglia garantiu, no entanto, que um eventual atraso nas indicações não constituirá empecilho à instalação da comissão. Até o momento, PSDB, PPS, DEM, PP, PR, PTB e PDT apresentaram suas indicações. Faltam ainda as demais indicações dos blocos PMDB-PT-PP-PR-PTB-PSC-PTC-PTdoB, que tem direito a 12 vagas, e PSB-PDT-PCdoB-PMN-PAN (3 vagas), além dos nomes do PV (1 vaga) e do Psol (1 vaga).Do total de 24 vagas de titulares da CPI, 16 são destinadas aos partidos da base aliada ao governo e oito à oposição, mas Chinaglia ressaltou que a CPI não será “chapa-branca”.”Todos sabem como CPI começa, mas ninguém sabe como termina”, disse. “Espero, sinceramente, que ao final a comissão cumpra o seu papel”, acrescentou. Recurso Sobre o anúncio do DEM de que vai recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF) e obstruir as votações em plenário se não ficar com a relatoria ou a presidência da CPI, Chinaglia adverte que a decisão desgastaria a imagem da Casa, já que há temas importantes para serem votados, como o aumento de um ponto percentual nos repasses do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). Desvio de foco O vice-líder do governo deputado Henrique Fontana (PT-RS) disse que está preocupado com o desvio de foco nas investigações. Ele criticou a iniciativa da oposição de convocar para depor na CPI a diretora de engenharia da Infraero. Ele não acredita que esse depoimento vá contribuir para o objeto das investigações, que é a crise no setor aéreo e os atrasos nos vôos em todo o País.O vice-líder do governo deputado Beto Albuquerque (PSB-RS) afirmou que os deputados da base indicados para a CPI terão a responsabilidade de impedir o desvio de foco das investigações. “Acho que não tem lugar na cabeça do cidadão brasileiro agüentar de novo proselitismo, discursos, que não apontam caminhos e não resolvem absolutamente nada. Nós vamos fazer a CPI, vamos participar dela, faremos o inquérito, mas nós queremos soluções para que as coisas que já aconteceram não venham ocorrer novamente.”AcordoOs governistas podem encontrar interlocutores na oposição. O vice-líder do PSDB deputado Arnaldo Madeira (SP) admite que oposição e governo podem chegar a um acordo de procedimentos para que a CPI do Apagão Aéreo não se transforme em palco de disputas. “Acho que essa CPI tem um desafio, que é o de se comportar com seriedade, dentro das tecnicalidades da investigação, e não fazer da comissão um palco de inquisição como eu vi em várias outras.” O deputado acrescenta que esse desafio é tanto da oposição quanto do governo, e que é preciso dar seriedade à CPI, “até para resgatar a imagem do Parlamento como um órgão que faz investigação com critérios técnicos e profissionais”.Após instalada, a CPI do Apagão Aéreo terá quatro meses para concluir seus trabalhos. Esse prazo poderá ser prorrogado pelo plenário por mais dois meses.Um novo local para manifestações populares na Capital: HIGIENÓPOLIS!!!!!
Claro que tive ganas de sair gritando: “Aqui que é o bairro da tucanalha?”, mas eu poderia ser linchado ou preso pela polícia do Alckmin/Serra, pois lá é uma espécie de Terra Santa intocável.
Então: mas acontece que o lugar é propício para manifestações populares, greves – como essa, dos professores da rede Estadual do Serra, que se iniciará dia 04 de Maio. Pelo menos no quesito “irritação”, é imbatível…aquela velharada tucana, os orgulhosos judeus influentes na sociedade paulistana ali residentes…Dirigindo-se à Praça Buenos Aires para passear com o poodle e dando de cara com uma faixa escrito “PSDB NUNCA MAIS!!!” ou “Alckmin, Serra e FHC destruíram a escola pública!”.
Mas eu ficaria deveras feliz, caso a epidemia de dengue – que, apesar de não sair nos jornais para não causar pânico na população – fosse parar em Higienópolis também. Dá para fabricar, não dá?






TRIVELA
Carta Maior
CASA VIDA
Celso Lungaretti
CONVERSA AFIADA c/ Paulo Henrique Amorim
Desemprego Zero
Dicionário Jurídico – A a Z – Nota Dez
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PROFESSOR HARIOVALDO ALMEIDA PRADO
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