Serra é vaiado por professores em Presidente Prudente
Preste atenção nesta notícia da Agência Estado:
Um caderno de atividades de geografia, distribuído este ano aos alunos e professores da rede estadual de ensino, contém erros de informação nos mapas. Entre outros problemas, há dois Paraguais no mapa da América do Sul. Usado por estudantes e professores da 6ª série, o caderno eliminou o Equador do mapa, trocou Paraguai e Uruguai de lugar e ainda nomeou a Bolívia de forma errada. No caderno do aluno, a Bolívia se tornou Paraguai e, no do professor, Uruguai. O material ainda está em fase de distribuição. Estudantes da rede disseram ontem já ter recebido caderno de atividades de outras disciplinas, como história, mas que ainda aguardam o de geografia. O erro tem agravantes por ser acompanhado de uma bateria de exercícios referentes aos países da América do Sul. Em um deles, por exemplo, o aluno é questionado sobre quais os países que não fazem fronteira com o Brasil. Com base no caderno, o Equador, ausente no mapa, seria ignorado. Outra pergunta trata sobre o país com o qual o Brasil tem a maior fronteira, que é a Bolívia, mas que, no mapa, aparece como sendo o Uruguai ( para o professor ) e Paraguai ( para os estudantes ), dependendo do caderno de atividades.
Grosseiro Para o vereador Gilberto Abreu ( PV ), que também é professor de geografia há 35 anos, o erro pode ser considerado gravíssimo porque troca as posições dos países. Segundo ele, normalmente, os alunos costumam ter naturalmente uma certa dificuldade para memorizar as posições e os nomes dos países e um erro no mapa tornaria a aprendizagem ainda mais complicada. “Eu já vi alguns erros em livros, mas nunca com essa gravidade, trocando nomes de países. São erros muito grosseiros”, disse Abreu. A Apeoesp ( Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo ) em Ribeirão ainda não tinha conhecimento do erro, mas informou que já havia recebido artigo de um professor da rede reclamando de erros de informação em material didático da disciplina de filosofia. Em junho do ano passado, a secretaria já havia distribuído material didático com erros. Um caderno de dicas dos professores de inglês de 8ª série trazia a palavra ensino grafada com a letra “c” ( leia texto nessa página ). A Secretaria de Estado da Educação afirmou, por meio de nota, que os erros já haviam sido identificados e informados para os professores da rede, para que pudessem corrigir as informações para os alunos. A pasta disse que os erros ocorreram por um problema na impressão e que todos os outros cadernos estão corretos. A nota diz que o material não será trocado porque os professores já haviam sido alertados. De acordo com a secretaria, os cadernos dos alunos são materiais complementares aos livros didáticos distribuídos pelo MEC ( Ministério da Educação ) e, por isso, devem ser usados de forma conjunta.
Material já teve ‘encino’ grafado com C Essa não é a primeira vez que livros fornecidos pelo Estado têm erros graves. Em junho do ano passado, professores de inglês se assustaram ao se deparar com um erro de português no caderno de dicas. O caderno continha a palavra ensino grafada com a letra C, desta forma: “encino”.
A Secretaria da Educação disse, na época, que o erro foi uma falha de digitação. Também na época, a Apeoesp se comprometeu a fazer revisão completa no material distribuído. E alertou para o fato de que outros erros já teriam acontecido. A entidade afirmou já ter encontrado, por exemplo, um livro de geografia que informava que o rio Xingu, no Amazonas, ficaria no Rio Grande do Sul.
Para a direção estadual da Apeoesp, os livros vinham sendo entregues sem passar por uma ampla revisão de conteúdo. A entidade também reclama, há anos, da falta de participação dos professores na hora de escolher o material didático, que será destinado aos alunos. Ao tirar os professores do processo de escolha, a Secretaria estaria abrindo uma grande brecha para os erros de informação. ( A CIDADE, 13.03.09 )
Um caderno de atividades de geografia, distribuído este ano aos alunos e professores da rede estadual de ensino, contém erros de informação nos mapas. Entre outros problemas, há dois Paraguais no mapa da América do Sul. Usado por estudantes e professores da 6ª série, o caderno eliminou o Equador do mapa, trocou Paraguai e Uruguai de lugar e ainda nomeou a Bolívia de forma errada. No caderno do aluno, a Bolívia se tornou Paraguai e, no do professor, Uruguai. O material ainda está em fase de distribuição. Estudantes da rede disseram ontem já ter recebido caderno de atividades de outras disciplinas, como história, mas que ainda aguardam o de geografia. O erro tem agravantes por ser acompanhado de uma bateria de exercícios referentes aos países da América do Sul. Em um deles, por exemplo, o aluno é questionado sobre quais os países que não fazem fronteira com o Brasil. Com base no caderno, o Equador, ausente no mapa, seria ignorado. Outra pergunta trata sobre o país com o qual o Brasil tem a maior fronteira, que é a Bolívia, mas que, no mapa, aparece como sendo o Uruguai ( para o professor ) e Paraguai ( para os estudantes ), dependendo do caderno de atividades.
Grosseiro Para o vereador Gilberto Abreu ( PV ), que também é professor de geografia há 35 anos, o erro pode ser considerado gravíssimo porque troca as posições dos países. Segundo ele, normalmente, os alunos costumam ter naturalmente uma certa dificuldade para memorizar as posições e os nomes dos países e um erro no mapa tornaria a aprendizagem ainda mais complicada. “Eu já vi alguns erros em livros, mas nunca com essa gravidade, trocando nomes de países. São erros muito grosseiros”, disse Abreu. A Apeoesp ( Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo ) em Ribeirão ainda não tinha conhecimento do erro, mas informou que já havia recebido artigo de um professor da rede reclamando de erros de informação em material didático da disciplina de filosofia. Em junho do ano passado, a secretaria já havia distribuído material didático com erros. Um caderno de dicas dos professores de inglês de 8ª série trazia a palavra ensino grafada com a letra “c” ( leia texto nessa página ). A Secretaria de Estado da Educação afirmou, por meio de nota, que os erros já haviam sido identificados e informados para os professores da rede, para que pudessem corrigir as informações para os alunos. A pasta disse que os erros ocorreram por um problema na impressão e que todos os outros cadernos estão corretos. A nota diz que o material não será trocado porque os professores já haviam sido alertados. De acordo com a secretaria, os cadernos dos alunos são materiais complementares aos livros didáticos distribuídos pelo MEC ( Ministério da Educação ) e, por isso, devem ser usados de forma conjunta.
Material já teve ‘encino’ grafado com C Essa não é a primeira vez que livros fornecidos pelo Estado têm erros graves. Em junho do ano passado, professores de inglês se assustaram ao se deparar com um erro de português no caderno de dicas. O caderno continha a palavra ensino grafada com a letra C, desta forma: “encino”.
A Secretaria da Educação disse, na época, que o erro foi uma falha de digitação. Também na época, a Apeoesp se comprometeu a fazer revisão completa no material distribuído. E alertou para o fato de que outros erros já teriam acontecido. A entidade afirmou já ter encontrado, por exemplo, um livro de geografia que informava que o rio Xingu, no Amazonas, ficaria no Rio Grande do Sul.
Para a direção estadual da Apeoesp, os livros vinham sendo entregues sem passar por uma ampla revisão de conteúdo. A entidade também reclama, há anos, da falta de participação dos professores na hora de escolher o material didático, que será destinado aos alunos. Ao tirar os professores do processo de escolha, a Secretaria estaria abrindo uma grande brecha para os erros de informação. ( A CIDADE, 13.03.09 )
Um caderno de atividades de geografia, distribuído este ano aos alunos e professores da rede estadual de ensino, contém erros de informação nos mapas. Entre outros problemas, há dois Paraguais no mapa da América do Sul. Usado por estudantes e professores da 6ª série, o caderno eliminou o Equador do mapa, trocou Paraguai e Uruguai de lugar e ainda nomeou a Bolívia de forma errada. No caderno do aluno, a Bolívia se tornou Paraguai e, no do professor, Uruguai. O material ainda está em fase de distribuição. Estudantes da rede disseram ontem já ter recebido caderno de atividades de outras disciplinas, como história, mas que ainda aguardam o de geografia. O erro tem agravantes por ser acompanhado de uma bateria de exercícios referentes aos países da América do Sul. Em um deles, por exemplo, o aluno é questionado sobre quais os países que não fazem fronteira com o Brasil. Com base no caderno, o Equador, ausente no mapa, seria ignorado. Outra pergunta trata sobre o país com o qual o Brasil tem a maior fronteira, que é a Bolívia, mas que, no mapa, aparece como sendo o Uruguai ( para o professor ) e Paraguai ( para os estudantes ), dependendo do caderno de atividades.
Grosseiro Para o vereador Gilberto Abreu ( PV ), que também é professor de geografia há 35 anos, o erro pode ser considerado gravíssimo porque troca as posições dos países. Segundo ele, normalmente, os alunos costumam ter naturalmente uma certa dificuldade para memorizar as posições e os nomes dos países e um erro no mapa tornaria a aprendizagem ainda mais complicada. “Eu já vi alguns erros em livros, mas nunca com essa gravidade, trocando nomes de países. São erros muito grosseiros”, disse Abreu. A Apeoesp ( Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo ) em Ribeirão ainda não tinha conhecimento do erro, mas informou que já havia recebido artigo de um professor da rede reclamando de erros de informação em material didático da disciplina de filosofia. Em junho do ano passado, a secretaria já havia distribuído material didático com erros. Um caderno de dicas dos professores de inglês de 8ª série trazia a palavra ensino grafada com a letra “c” ( leia texto nessa página ). A Secretaria de Estado da Educação afirmou, por meio de nota, que os erros já haviam sido identificados e informados para os professores da rede, para que pudessem corrigir as informações para os alunos. A pasta disse que os erros ocorreram por um problema na impressão e que todos os outros cadernos estão corretos. A nota diz que o material não será trocado porque os professores já haviam sido alertados. De acordo com a secretaria, os cadernos dos alunos são materiais complementares aos livros didáticos distribuídos pelo MEC ( Ministério da Educação ) e, por isso, devem ser usados de forma conjunta.
Material já teve ‘encino’ grafado com C Essa não é a primeira vez que livros fornecidos pelo Estado têm erros graves. Em junho do ano passado, professores de inglês se assustaram ao se deparar com um erro de português no caderno de dicas. O caderno continha a palavra ensino grafada com a letra C, desta forma: “encino”.
A Secretaria da Educação disse, na época, que o erro foi uma falha de digitação. Também na época, a Apeoesp se comprometeu a fazer revisão completa no material distribuído. E alertou para o fato de que outros erros já teriam acontecido. A entidade afirmou já ter encontrado, por exemplo, um livro de geografia que informava que o rio Xingu, no Amazonas, ficaria no Rio Grande do Sul.
Para a direção estadual da Apeoesp, os livros vinham sendo entregues sem passar por uma ampla revisão de conteúdo. A entidade também reclama, há anos, da falta de participação dos professores na hora de escolher o material didático, que será destinado aos alunos. Ao tirar os professores do processo de escolha, a Secretaria estaria abrindo uma grande brecha para os erros de informação. ( A CIDADE, 13.03.09 )
Um caderno de atividades de geografia, distribuído este ano aos alunos e professores da rede estadual de ensino, contém erros de informação nos mapas. Entre outros problemas, há dois Paraguais no mapa da América do Sul. Usado por estudantes e professores da 6ª série, o caderno eliminou o Equador do mapa, trocou Paraguai e Uruguai de lugar e ainda nomeou a Bolívia de forma errada. No caderno do aluno, a Bolívia se tornou Paraguai e, no do professor, Uruguai. O material ainda está em fase de distribuição. Estudantes da rede disseram ontem já ter recebido caderno de atividades de outras disciplinas, como história, mas que ainda aguardam o de geografia. O erro tem agravantes por ser acompanhado de uma bateria de exercícios referentes aos países da América do Sul. Em um deles, por exemplo, o aluno é questionado sobre quais os países que não fazem fronteira com o Brasil. Com base no caderno, o Equador, ausente no mapa, seria ignorado. Outra pergunta trata sobre o país com o qual o Brasil tem a maior fronteira, que é a Bolívia, mas que, no mapa, aparece como sendo o Uruguai ( para o professor ) e Paraguai ( para os estudantes ), dependendo do caderno de atividades.
Grosseiro Para o vereador Gilberto Abreu ( PV ), que também é professor de geografia há 35 anos, o erro pode ser considerado gravíssimo porque troca as posições dos países. Segundo ele, normalmente, os alunos costumam ter naturalmente uma certa dificuldade para memorizar as posições e os nomes dos países e um erro no mapa tornaria a aprendizagem ainda mais complicada. “Eu já vi alguns erros em livros, mas nunca com essa gravidade, trocando nomes de países. São erros muito grosseiros”, disse Abreu. A Apeoesp ( Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo ) em Ribeirão ainda não tinha conhecimento do erro, mas informou que já havia recebido artigo de um professor da rede reclamando de erros de informação em material didático da disciplina de filosofia. Em junho do ano passado, a secretaria já havia distribuído material didático com erros. Um caderno de dicas dos professores de inglês de 8ª série trazia a palavra ensino grafada com a letra “c” ( leia texto nessa página ). A Secretaria de Estado da Educação afirmou, por meio de nota, que os erros já haviam sido identificados e informados para os professores da rede, para que pudessem corrigir as informações para os alunos. A pasta disse que os erros ocorreram por um problema na impressão e que todos os outros cadernos estão corretos. A nota diz que o material não será trocado porque os professores já haviam sido alertados. De acordo com a secretaria, os cadernos dos alunos são materiais complementares aos livros didáticos distribuídos pelo MEC ( Ministério da Educação ) e, por isso, devem ser usados de forma conjunta.
Material já teve ‘encino’ grafado com C Essa não é a primeira vez que livros fornecidos pelo Estado têm erros graves. Em junho do ano passado, professores de inglês se assustaram ao se deparar com um erro de português no caderno de dicas. O caderno continha a palavra ensino grafada com a letra C, desta forma: “encino”.
A Secretaria da Educação disse, na época, que o erro foi uma falha de digitação. Também na época, a Apeoesp se comprometeu a fazer revisão completa no material distribuído. E alertou para o fato de que outros erros já teriam acontecido. A entidade afirmou já ter encontrado, por exemplo, um livro de geografia que informava que o rio Xingu, no Amazonas, ficaria no Rio Grande do Sul.
Para a direção estadual da Apeoesp, os livros vinham sendo entregues sem passar por uma ampla revisão de conteúdo. A entidade também reclama, há anos, da falta de participação dos professores na hora de escolher o material didático, que será destinado aos alunos. Ao tirar os professores do processo de escolha, a Secretaria estaria abrindo uma grande brecha para os erros de informação. ( A CIDADE, 13.03.09 )
Tema: Silver is the New Black. Blog no WordPress.com.