ENCALHE

junho 13, 2008

Para o melhor ensino do país, o melhor salário: Roberto Requião anuncia que salário dos professores será o melhor do país. Já São Paulo…

AEN/ PR, 12/06/2008

Entusiasmado com a performance do ensino público paranaense, o governador Roberto Requião reafirmou o compromisso: “até o final do nosso governo, o professor paranaense terá o melhor salário do país. Para o melhor ensino do país, o melhor salário”, declarou o governador nesta quinta-feira (12), em Florianópolis (SC), onde foi participar da Conferência Regional do Sul do País da Comissão Especial da Reforma do Sistema Tributário Brasileiro.

O Paraná conseguiu os melhores resultados do país no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) de 2007 e melhorou os índices nas três fases de ensino da Educação Básica. O Paraná conseguiu índice de 5,0 para as séries iniciais (1ª a 4ª) e de 4,2 nas séries finais (5 a 8ª) do ensino fundamental. O índice do ensino médio foi de 4,0. Com isso, o Paraná superou as metas do MEC para os anos de 2007 e 2009.
O secretário da Educação Maurício Requião disse que os resultados do Paraná no Ideb 2007 comprovam que com políticas sérias pode-se transformar a realidade para melhor. “Historicamente havia a descrença que não poderíamos melhorar a educação pública. Que não teríamos como combater a indigência educacional do país. É como se dizia com relação à inflação, que ela nunca seria controlada. Este resultado do Ideb mostra que é possível melhorar para melhor e que essa é uma realidade no Paraná”, destacou.
O secretário reconheceu que ainda é preciso melhorar muito para que a educação pública do estado tenha o desempenho estabelecido pelo MEC para a Educação Básica, que seria de índice 6,0 para as séries iniciais do ensino fundamental em 2021. “Nosso objetivo é alcançar a meta de excelência antes da data proposta pelo MEC”, afirmou Maurício Requião.
“Este Ideb ainda não reflete outras ações da nossa política pública para a educação paranaense. Iniciativas como o Livro Didático Público, as Tvs Multimídia, os laboratórios do Paraná Digital, o Programa de Desenvolvimento Educacional e outras ainda vão refletir na melhora da qualidade da educação no Paraná”, afirmou Maurício Requião.
O presidente do Conselho Estadual da Educação (Cee-PR) Romeu Gomes de Miranda disse que o desempenho do Paraná no Ideb 2007 é resultado do projeto político pedagógico da Secretaria da Educação. “A política pública de educação do Paraná é a mais avançada do país”, declarou.
O presidente da Comissão de Educação da Assembléia Legislativa do Paraná Péricles de Mello (PT) destacou as iniciativas do atual governo para a educação. “Muito diferente do que tínhamos num passado recente. Hoje a educação é prioridade no Paraná”, disse. Mello também foi presidente da Comissão de Educação da Assembléia no seu primeiro mandato, entre 1995 e 1998.
Para o presidente da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime-PR) Carlos Eduardo Sanches o desempenho do estado no Ideb 2007 confirma o compromisso com a educação pública do governo. “A educação pública é prioridade no Paraná. Metas de qualidade são importantes e estamos no caminho certo”, declarou.

APP diz que melhora no Ideb 2007 é resultado das políticas para a Educação
O presidente da Associação dos Professores do Paraná ( APP-Sindicato ) José Rodrigues Lemos disse, nesta quinta-feira (12), que os resultados obtidos pelo Paraná no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica ( Ideb ) de 2007, do Ministério da Educação ( MEC ), comprovam que o estado tem um dos melhores sistemas públicos de educação do Brasil.
“Nós trabalhadores da educação no Paraná recebemos com satisfação os resultados do Ideb, que colocam o Paraná em destaque, com os melhores índices nas três etapas de ensino da Educação Básica”, destacou Lemos.
Ele participou da entrevista coletiva convocada pela Secretaria da Educação ( Seed ) para explicar os índices do Ideb, que avalia o desempenho da educação pública brasileira. No Ideb, o Paraná ficou em primeiro lugar, com índice de 5,0, nas séries iniciais (1ª a 4ª) do Ensino Fundamental e também em primeiro na avaliação do Ensino Médio, com 4,0. Nas séries finais (5ª a 8ª) do Ensino Fundamental o Paraná teve 4,2 no Ideb. Com estes resultados, o Paraná superou as metas estabelecidas pelo MEC para os anos de 2007 e 2009.
O presidente da App-Sindicato disse que os resultados obtidos pelo Paraná no Ideb 2007 não são por acaso. “Nós temos que destacar que o desempenho no Ideb é resultado das políticas para a educação pública. E elas devem continuar para que as metas para uma educação de qualidade sejam alcançadas”.
Lemos afirmou que os professores e funcionários sentem-se responsáveis pelos avanços demonstrados pelo Ideb 2007. “Estamos comprometidos com a educação pública”.
“Com relação aos índices obtidos, temos que levar em conta que não estamos comparando notas. O Ideb não é avaliação de rendimento escolar. É um índice que mede a qualidade do ensino. A meta é que nos próximos anos tenhamos uma educação de qualidade como nos países desenvolvidos. Os resultados de agora mostram que estamos melhorando quando muitos achavam que não era possível avançar. Hoje, a nota pode ser 4 ou 5 e amanhã poderá ser 6 ou 7. Importa que estamos avançando”, declarou Lemos.
Das políticas públicas para a educação, que influíram no resultado do Ideb 2007, Lemos chamou a atenção para os três concursos públicos realizados para professores desde 2003 e que resgataram o quadro próprio da Seed com mais 40 mil professores. “Essa recomposição foi fundamental para renovação do magistério no estado. Ainda estão para ser chamados outros 13 mil novos professores. O concurso para funcionários, que colocou mais 10 mil trabalhadores na educação, também foi importante, além do concurso para pedagogos”.
Ele também lembrou da política de formação continuada do professores desenvolvida pela Seed e do Programa de Desenvolvimento Educacional (PDE). “O Paraná é o estado com o maior índice de professores formados nas disciplinas que lecionam. Enquanto no Brasil o índice é de 28%, no Paraná estamos perto dos 80%”, disse. “Este processo também foi ampliado para os funcionários das escolas. Se antes tínhamos funcionários analfabetos, hoje temos aqueles com curso superior”.
Lemos também apontou a aprovação do Plano de Cargos e Salários dos professores como um dos motivadores para o resultado do Ideb 2007. “Foi um momento importante no qual recuperarmos perdas históricas, definimos uma carreira e perspectivas de ascensão”. Ele também citou a implantação da hora-atividade em 20%; a mudança na matriz curricular feita a partir de 2003. “Hoje temos mais disciplinas e mais conteúdos”.
O presidente da APP-Sindicato disse que mesmo nos momentos dos embates entre Secretaria da Educação e sindicato se revela a importância que a educação pública tem no Paraná. “Temos nossas reivindicações e lutamos por elas, mas também reconhecemos os avanços obtidos pelo estado na melhoria da qualidade do ensino em diversos aspectos. Este Ideb coloca o Paraná como uma das melhores educação do país”.

… MAS, NO ESTADO DE SÃO PAULO…

Professores da rede estadual farão nova assembléia da categoria, numa data altamente sugestiva ( Sexta-Feira, 13 ), considerando os 13 anos de governo tucano gerenciando a Inducação e gestando o temível “Apagão Educacional Continuado”

Todos à assembléia contra o Decreto 53037/08 Dia 13 de junho, 15 horas, Praça da República

Nesta sexta-feira, é imprescindível a participação de toda a categoria na assembléia que será realizada em frente à Secretaria da Educação. Vamos ampliar nossa mobilização para exigir do governo José Serra a revogação do Decreto 53037/08. Conforme já informado, este Decreto, publicado no dia 28 de maio, impõe vários prejuízos à categoria, entre eles, impede a utilização do artigo 22; estabelece avaliação de desempenho aos ACTs; dificulta participação nos concursos de remoção e propõe atribuição de aulas compulsoriamente. Esta é mais uma tentativa do governo estadual de responsabilizar os docentes pelos problemas da rede pública de ensino. Não podemos permitir! Além disso, este governo continua ignorando as reivindicações da categoria: cumprimento da data-base; reajuste salarial; incorporação das gratificações, com extensão aos aposentados; concurso público estadual para todos os professores e em todas as disciplinas; respeito à liberdade de cátedra. Reforçar a mobilização é de suma importância para garantirmos direitos e não permitirmos mais ataques por parte do governo estadual. Todos à assembléia em 13 de junho para exigir a revogação do Decreto 53037!

Mobilização conjunta

Na assembléia realizada em 16 de maio, os professores aprovaram um calendário de mobilização. Entre as atividades aprovadas, consta a realização de um ato público unificado da Educação em 20 de junho. Pela gravidade do Decreto 53037, publicado em 28 de maio, a APEOESP deliberou pela realização de uma assembléia no dia 13 para definir as ações contra este ataque do governo José Serra. E no dia 20, o ato público em defesa da escola pública e da valorização dos profissionais será realizado por todas as entidades da Educação.

Local do CER

A reunião extraordinária do Conselho Estadual de Representantes (CER) acontecerá a partir das 9 horas de sexta-feira, 13, no Centro Trasmontano – rua Tabatingüera, 294, próximo à estação Sé do Metrô.

Pressão da APEOESP garante ALE à Fundação CASA

Após pressão da APEOESP e mobilização da categoria, a Secretaria da Educação foi obrigada a estender o Adicional de Local de Exercício a várias unidades escolares que haviam perdido este direito. No último dia 10 de junho, a Secretaria fez publicar duas Resoluções nas quais estende o direito às escolas relacionadas abaixo, e também a todos os Centros de Atendimento Sócio-Educativo da Fundação CASA, antiga Febem. Esta foi uma das exigências feitas pelo presidente da APEOESP, professor Carlos Ramiro, em reunião com a secretária-adjunta da Educação ocorrida em 13 de maio. Extensão do ALE a todas as escolas é uma das reivindicações da campanha salarial e educacional deste ano.

Ação contra desconto de 5% está no Supremo Em função de matéria veiculada recentemente pelo jornal “Agora SP”, muitos professores estão procurando advogados para ajuizar ação individual para reaver os valores descontados a titulo de contribuição previdenciária ocorrida entre os anos de 2003 a 2007. Desde o dia 26 de setembro de 2003, além do desconto de 6% referente à contribuição para o IPESP, o funcionário passou a contribuir com mais 5% para a Previdência. Alertamos os professores que a APEOESP – junto com outras entidades do magistério – ingressou na Justiça no dia 17 de setembro de 2003 com mandado de Segurança coletivo, pleiteando a suspensão da cobrança previdenciária e devolução das parcelas eventualmente descontadas durante a tramitação do processo. Caso seja a decisão favorável, todos os sócios da APEOESP serão beneficiados.

Entrementes, há quem veja a posição do Estado de São Paulo nos índices com bons olhos, muita simpatia, e até celebre a conquista: que o estado mais rico da Federação fique entre os 4 ou 5 melhores em determinado levantamento. É o caso, por exemplo, do parcimonioso Jornal da Tarde, o “Mini-Me” do Estadão…

… SÓ QUE, SACO VAZIO…

Falta de merenda nas escolas estaduais gera protestos no interior de São Paulo

HORA DO POVO, 13 a 17/06/08, ed. 2675

Centenas de estudantes de Araraquara, interior de São Paulo, foram às ruas esta semana em protesto pela falta de merenda escolar nas escolas estaduais. O problema ocorreu devido a falta de merendeiras. Desde julho de 2006, a contratação de merendeiras deixou de ser responsabilidade do município e passou para o Estado. A falta de merenda escolar vem prejudicando cerca de 4 mil alunos.

O estado chamou funcionários concursados, de várias categorias profissionais, mas eles desistiram após saber que a vaga era para merendeira. Em outras escolas, o estado tentou resolver o problema passando recursos para as Associações de Pais e Mestres (APMs) para a contratação de funcionários, mas eles tiveram que ser dispensados porque o Ministério Público julgou a medida irregular.

A primeira manifestação dos estudantes ocorreu na última segunda-feira (9), e contou com a presença dos alunos da Escola Estadual Dr. João Pires de Camargo. O segundo protesto foi realizado no dia seguinte (10), na Escola Estadual Profª. Angelina Lia Rolfsen. “Os estudantes foram às ruas protestar contra a falta de merenda, mas também para reivindicar melhorias na qualidade de ensino”. afirmou o presidente da União Municipal dos Estudantes Secundaristas de Araraquara (UMESA), Walter Strozzi Filho.

Segundo a dirigente de Ensino em Araraquara, Maria Nazaré Cuzinato, a falta de merenda nas escolas públicas de Araraquara se deve ao déficit no quadro de funcionários. Segundo ela, o problema deverá ser resolvido na próxima semana mas, por enquanto, as escolas devem remanejar os funcionários de suas funções para cobrir a falta de merendeiras.

Portanto faixas com dizeres como “Abaixo a destruição tucana do ensino em São Paulo”, os alunos, organizados pela UMESA e grêmios estudantis, se posicionaram também em relação às bandeiras da classe estudantil. Foram lembradas a luta contra a “aprovação automática”, pela valorização e melhoria das condições de trabalho dos professores, e contra o “sucateamento que os tucanos vêm promovendo na educação no estado”, como lembrou Walter.

“Não é justo que o estado que detém 32% do PIB nacional não oferte ao menos merenda escolar”, lembrou, Misael Henrique Emilio, secretário-geral da UMESA.

No dia 11, 7 grêmios se reuniram para discutir uma nova paralisação das escolas, agendada para sexta-feira, que culminará com uma grande manifestação. Segundo ele, os estudantes contarão com o apoio da APEOESP (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo) nesse novo protesto.


dezembro 4, 2007

Apagão Educacional Continuado obviamente tucano em São Paulo: Estadão reclama que Brasil não é Finlândia!!!

O TODO PELA PARTE
Reportagem “A melhor educação do mundo. A Finlândia é a 1a. no ranking da maior avaliação internacional, a mesma em que o Brasil está nas últimas colocações” , saiu na edição de 02 de dezembro do Estadão.
Eu ainda não terminei de ler, mas não me apareceu, até agora, alguma referência ao fato de a Finlândia ter sido uma das primeiras nações a adotar a social-democracia ( não esta que manda em São Paulo, claro ) e o Estado de Bem-Estar Social. Acho até que o própria “idade” da democracia no país a deixa em condições melhores que nós, que somos um país ainda jovem, que não saiu da escravatura e não chegou, segundo dizem os que entendem disso, ainda ao estágio capitalista. Mas, como é um assunto deveras teórico para mim, apenas acho que eles se equivocaram nesta omissão. Outra coisa que está ali na matéria, diz que o salário de um professor em início de carreira é de 2500 Libras, 25 vezes mais que o menor salário dado a um professor no país.
Bem, não lembro assim de memória, mas qual é o Estado da Federação que pior tem se saído, nos últimos 13 anos, nos exames do tipo SAEB, SARESP, coisas assim? Não é São Paulo? Aliás, não teve um desses exames em que São Paulo não participuo, acho que em 2005, senão tomaria bomba?
E o Estado cujo salário do professor é o menor, dentre todos? Não é São Paulo, também? Quem, então, puxa a média nacional para baixo, no final das contas?
Claro que, com o querido imprensalão sempre garantindo a imagem da tucanalha, torna-se difícil para o cidadão comum, e alfabetizado justamente por estas escolas, entender a questão educacional. Quando o PSDB diz “salário”, quer dizer “bônus que não entra no cômputo da aposentadoria”; quando diz “professores faltam adoidado”, omite a informação “professores estão doentes e afastados até por problemas psiquiátricos”; quando diz “otimizar os recusos”, quer dizer “50 alunos por sala de aula”; quando fala em “polpudos prêmios”, isso significa “só os diretores e não os professores receberão”. Quando Serra diz “professores terão que cumprir meta”, está se esquecendo que “metas sempre foram buscadas, nem que fosse para dar satisfação a algum órgão internacional, como o BIRD ou BID”.
Em resumo: O Estadão esconde que a Educação está falida é em São Paulo, apesar do FHC dizer o contrário. O PSDB sempre vê/ diz o contrário.

novembro 13, 2007

Sinpeem informa sobre o recebimento dos dias parados


CONQUISTA DO SINPEEM: PAGAMENTO DOS DIAS PARADOS É PUBLICADO NO DOC
13/11/2007 – No dia 5 de novembro, participamos de reunião com o secretário municipal de Educação, Alexandre Schneider, para, entre outros assuntos, exigir mais uma vez o pagamento dos dias parados.
Ao final da reunião, conseguimos a garantia de que seria respeitada a autonomia das escolas para aprovarem pelo Conselho de Escola a reposição e terem os dias apontados para todos os fins.
De imediato, comunicamos a categoria sobre esta importante conquista. Ainda assim, algumas unidades vinham enfrentando problemas. Mesmo com a aprovação do Conselho, resistências eram apresentadas contra a reposição, apontando a inexistência de publicação do que foi acertado com o SINPEEM.
COMUNICADO OFICIALIZA O QUE FOI NEGOCIADO COM O SINDICATO
Finalmente, o acordado entre o secretário de Educação e o presidente do SINPEEM, Claudio Fonseca, no dia 5 de novembro, foi publicado na página 48 do Diário Oficial da Cidade de 13 de novembro.Com a publicação do Comunicado nº 1.701, está garantido o pagamento, mediante a reposição. Assim, as escolas que já fizeram a reposição estão respaldadas legalmente pelo pagamento realizado ou que será apontado.
As unidades que ainda não repuseram não têm qualquer entrave que justifique não realizá-la, retirando faltas e efetuando o pagamento.
Com a vitória obtida, depois de longo processo de negociação, o apontamento de faltas de qualquer natureza, por quem quer que seja, só pode ser considerado como punição indevida e falta de envolvimento e compromisso com a luta em defesa da educação e de seus profissionais.
Juntos somos fortes!
A DIRETORIA
CLAUDIO FONSECA
Presidente

Tema: Silver is the New Black. Blog no WordPress.com.

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