ENCALHE

março 24, 2009

Scrooges e escroques como Gustavo Loyola querem diminuir os já parcos rendimentos da Caderneta de Poupança!

Ex-presidente do Banco Central defende mudanças na poupança
SÃO PAULO – O ex-presidente do Banco Central e sócio-diretor da Tendências Consultoria Integrada, Gustavo Loyola, afirmou nesta terça-feira (24) que é preciso tomar providências em relação ao rendimento das cadernetas de poupança. “Nesse processo de evolução que temos passado, precisamos nos livrar de alguns aspectos do passado. Nosso sistema financeiro foi moldado com um cenário de inflação. Se estamos migrando para outro momento, temos de mudar”. Loyola falou durante evento da Acrefi (Associação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento) e da Serasa sobre os desafios do crédito. As mudanças nas cadernetas são defendidas porque o rendimento dessa aplicação está alto, diante de um cenário de queda da taxa de juro. A aposta da Tendências para este ano é de que a Selic chegue a 9,5% ao ano.
Ativo versus passivo
De acordo com ele, a solução mais simples seria diminuir de 6% para 3% ou 4% ao ano a taxa de juros que, junto com a TR (taxa referencial), determina o rendimento da poupança.
“Mas deveria fazer diminuição dos juros no estoque de crédito concedido”, afirmou Loyola, a respeito do fato de 65% dos recursos da poupança serem destinados ao crédito imobiliário. “Não seria justo diminuir só para a instituição financeira. Não seria razoável dar ganho para as instituições financeiras. Tem de mexer no ativo e no passivo”, completou.
Ainda de acordo com ele, o fato de 65% dos recursos da poupança serem destinados ao crédito imobiliário não deveria ser modificado nesse momento [ sic ].
VOU TE FALAR O “ATIVO E PASSIVO” AÍ NESSA HISTÓRIA SEU MELIANTE. POR QUÊ VOCÊ NÃO TIROU DINHEIRO DO SEU BOLSO PARA DAR AOS BANQUEIROS NAQUELA PO**RRA DE PROER? VOCÊ QUER DIZER, ENTÃO, QUE A GRANA GORDA QUE OS BANCOS TIRAM NA ESPECULAÇÃO COM PAPÉIS DO GOVERNO, SEM EMPRESTAR A NINGUÉM, NÃO SÃO “ALTOS”, MAS A MISERÁVEL CADERNETA DE POUPANÇA É UM RISCO PARA O PAÍS? E AINDA TEM QUEM DÊ OUVIDOS A UM LIXO DESSA LAIA COMO SE ELE FOSSE UM MOISÉS DECLAMANDO OS MANDAMENTOS CONTIDOS NA TÁBUA.

BC apoia redução do rendimento dos pobres
Bancos propõem corte na renda da caderneta de poupança em prol do achaque ao Erário

Objetivo é que prossiga a especulação com os juros dos papéis públicos
Os bancos e o BC querem reduzir os rendimentos das cadernetas de poupança porque, segundo eles, senão os especuladores tirarão o dinheiro dos títulos públicos para se juntar aos pobres – recebendo na poupança metade do que recebem na especulação com os títulos… A ideia é se apropriar dos recursos dos mais pobres, pagando menos a eles e acabando com a destinação social das cadernetas, que hoje financiam habitação, saneamento e infra-estrutura, para continuar a especular com os papéis da dívida pública.
BC condena “contracionismo” que os seus juros provocaram
“Contracionismo” econômico resultou na queda de 3,6% do PIB no quarto trimestre de 2008
Na ata do Comitê de Política Monetária (Copom), divulgada no dia 19, o Banco Central avalia que o desaquecimento da demanda “criou importante margem de ociosidade dos fatores de produção”. Em outras palavras, contidas na mesma ata, após ter registrado um período de expansão, “a demanda doméstica teria passado a exercer influência contracionista sobre a atividade econômica”.
O “contracionismo” econômico, como é sabido, resultou na queda de 3,6% do Produto Interno Bruto (PIB) no quarto trimestre de 2008, na comparação com o terceiro trimestre imediatamente anterior. Naturalmente, o BC atribuiu a Deus e ao diabo a responsabilidade pelo desaquecimento da demanda, pela ociosidade ou influências contracionistas, menos, é claro, aos juros cavalares estabelecidos pelo Copom, que ainda mantém o Brasil com a maior taxa real de juros do mundo.
No período referido acima, a Formação Bruta de Capital Fixo – o investimento – teve uma queda de 9,8%. Não era para menos, haja vista a condução da política monetária, mesmo quando a crise já havia estourado de forma aguda nos Estados Unidos, em meados de setembro do ano passado. Cinco dias antes da derrocada do Lehman Brothers, o Copom elevou a taxa Selic de 13% para 13,75% e só foi reduzi-la em apenas 1 pontinho percentual em 21 de janeiro de 2009.
Convém lembrar que o BC já vinha elevando a taxa básica de juros desde setembro do ano anterior. Portanto, os juros altos haveriam de cobrar o seu preço…
Foi preciso chegar à situação de “desaquecimento da demanda” para o Copom colocar em sua ata que “esse desenvolvimento deve contribuir para conter as pressões inflacionárias”, “abrindo espaço para flexibilização da política monetária”.
Diz o BC que “as expectativas inflacionárias para 2009 mostraram recuo desde a última reunião do Comitê” e que “a política monetária pode ser flexibilizada sem colocar em risco a convergência da inflação para a trajetória de metas”.
A economia em desaceleração não deve produzir mesmo nenhuma pressão inflacionária. Ocorre que em período de expansão também não havia nenhum descontrole da inflação. Nos três primeiros trimestres o PIB teve uma expansão acumulada de 6,4% e, mesmo com queda verificada no quarto trimestre, fechou o ano com um crescimento de 5,1%. Enquanto isso, o IPCA, que mede a inflação, registrou 4,51% nos três primeiros trimestres e 5,9%, no ano de 2008. Ou seja, a inflação ficou estritamente dentro da meta. O que mostra que não havia outro objetivo do BC em manter os juros altos senão a intenção deliberada de derrubar o crescimento econômico e, ao mesmo tempo, manter abarrotar os cofres dos especuladores.
Segundo levantamento do jornal “Valor Econômico” junto a analistas do mercado financeiro, a anunciada “flexibilização monetária adicional” – em função da situação econômica e sob a chibata do movimento sindical – deverá reduzir os gastos com juros de 5,6% do PIB em 2008 para 4,7% do PIB este ano. Nessa situação, ainda assim seriam torrados com juros cerca de R$ 146 bilhões, em termos absolutos. Isso equivale a 13 vezes o valor previsto para o Bolsa Família, na ordem de R$ 11,4 bilhões. Ainda comparativamente, seria superior à injeção de R$ 101,4 bilhões de gastos públicos estimados como necessários pelo Ipea (Comunicado nº 18 da Presidência) para preencher vazio de demanda em “conseqüência da queda da demanda agregada na forma de consumo doméstico, investimento e exportações”, caso “o crescimento do PIB se confirmar de 0,5%”.
Tal situação não foi derivada da noite para o dia. É o conjunto da obra de Henrique Meirelles à frente do BC. Acelerar a queda dos juros é a única alternativa que se apresenta. Até porque, como já disse o Ipea, em uma situação de crise, a Selic em 7% ao ano ainda é um patamar alto. E ela ainda se encontra em 11,25%.

A CAPIVARA DO “CIDADÃO DE BEM” E AUTORIDADE SOBRE ASSUNTOS ECONÔMICOS, GUSTAVO LOYOLA:

- A incrível história do filho adotivo de Andrade Vieira – O ex-presidente do Bamerindus revela como o Banco Central [ o tal do Loyola ] queria fabricar um “laranja” para comprar o banco ;
- BC gastou 12% do PIB com bancos ;
- Presidente do STF [ adivinhem quem?? ] arquiva ações contra ex-ministros do governo FHC relativas ao Proer ;

Scrooges e escroques como Gustavo Loyola querem diminuir os já parcos rendimentos da Caderneta de Poupança!

Ex-presidente do Banco Central defende mudanças na poupança
SÃO PAULO – O ex-presidente do Banco Central e sócio-diretor da Tendências Consultoria Integrada, Gustavo Loyola, afirmou nesta terça-feira (24) que é preciso tomar providências em relação ao rendimento das cadernetas de poupança. “Nesse processo de evolução que temos passado, precisamos nos livrar de alguns aspectos do passado. Nosso sistema financeiro foi moldado com um cenário de inflação. Se estamos migrando para outro momento, temos de mudar”. Loyola falou durante evento da Acrefi (Associação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento) e da Serasa sobre os desafios do crédito. As mudanças nas cadernetas são defendidas porque o rendimento dessa aplicação está alto, diante de um cenário de queda da taxa de juro. A aposta da Tendências para este ano é de que a Selic chegue a 9,5% ao ano.
Ativo versus passivo
De acordo com ele, a solução mais simples seria diminuir de 6% para 3% ou 4% ao ano a taxa de juros que, junto com a TR (taxa referencial), determina o rendimento da poupança.
“Mas deveria fazer diminuição dos juros no estoque de crédito concedido”, afirmou Loyola, a respeito do fato de 65% dos recursos da poupança serem destinados ao crédito imobiliário. “Não seria justo diminuir só para a instituição financeira. Não seria razoável dar ganho para as instituições financeiras. Tem de mexer no ativo e no passivo”, completou.
Ainda de acordo com ele, o fato de 65% dos recursos da poupança serem destinados ao crédito imobiliário não deveria ser modificado nesse momento [ sic ].
VOU TE FALAR O “ATIVO E PASSIVO” AÍ NESSA HISTÓRIA SEU MELIANTE. POR QUÊ VOCÊ NÃO TIROU DINHEIRO DO SEU BOLSO PARA DAR AOS BANQUEIROS NAQUELA PO**RRA DE PROER? VOCÊ QUER DIZER, ENTÃO, QUE A GRANA GORDA QUE OS BANCOS TIRAM NA ESPECULAÇÃO COM PAPÉIS DO GOVERNO, SEM EMPRESTAR A NINGUÉM, NÃO SÃO “ALTOS”, MAS A MISERÁVEL CADERNETA DE POUPANÇA É UM RISCO PARA O PAÍS? E AINDA TEM QUEM DÊ OUVIDOS A UM LIXO DESSA LAIA COMO SE ELE FOSSE UM MOISÉS DECLAMANDO OS MANDAMENTOS CONTIDOS NA TÁBUA.

BC apoia redução do rendimento dos pobres
Bancos propõem corte na renda da caderneta de poupança em prol do achaque ao Erário

Objetivo é que prossiga a especulação com os juros dos papéis públicos
Os bancos e o BC querem reduzir os rendimentos das cadernetas de poupança porque, segundo eles, senão os especuladores tirarão o dinheiro dos títulos públicos para se juntar aos pobres – recebendo na poupança metade do que recebem na especulação com os títulos… A ideia é se apropriar dos recursos dos mais pobres, pagando menos a eles e acabando com a destinação social das cadernetas, que hoje financiam habitação, saneamento e infra-estrutura, para continuar a especular com os papéis da dívida pública.
BC condena “contracionismo” que os seus juros provocaram
“Contracionismo” econômico resultou na queda de 3,6% do PIB no quarto trimestre de 2008
Na ata do Comitê de Política Monetária (Copom), divulgada no dia 19, o Banco Central avalia que o desaquecimento da demanda “criou importante margem de ociosidade dos fatores de produção”. Em outras palavras, contidas na mesma ata, após ter registrado um período de expansão, “a demanda doméstica teria passado a exercer influência contracionista sobre a atividade econômica”.
O “contracionismo” econômico, como é sabido, resultou na queda de 3,6% do Produto Interno Bruto (PIB) no quarto trimestre de 2008, na comparação com o terceiro trimestre imediatamente anterior. Naturalmente, o BC atribuiu a Deus e ao diabo a responsabilidade pelo desaquecimento da demanda, pela ociosidade ou influências contracionistas, menos, é claro, aos juros cavalares estabelecidos pelo Copom, que ainda mantém o Brasil com a maior taxa real de juros do mundo.
No período referido acima, a Formação Bruta de Capital Fixo – o investimento – teve uma queda de 9,8%. Não era para menos, haja vista a condução da política monetária, mesmo quando a crise já havia estourado de forma aguda nos Estados Unidos, em meados de setembro do ano passado. Cinco dias antes da derrocada do Lehman Brothers, o Copom elevou a taxa Selic de 13% para 13,75% e só foi reduzi-la em apenas 1 pontinho percentual em 21 de janeiro de 2009.
Convém lembrar que o BC já vinha elevando a taxa básica de juros desde setembro do ano anterior. Portanto, os juros altos haveriam de cobrar o seu preço…
Foi preciso chegar à situação de “desaquecimento da demanda” para o Copom colocar em sua ata que “esse desenvolvimento deve contribuir para conter as pressões inflacionárias”, “abrindo espaço para flexibilização da política monetária”.
Diz o BC que “as expectativas inflacionárias para 2009 mostraram recuo desde a última reunião do Comitê” e que “a política monetária pode ser flexibilizada sem colocar em risco a convergência da inflação para a trajetória de metas”.
A economia em desaceleração não deve produzir mesmo nenhuma pressão inflacionária. Ocorre que em período de expansão também não havia nenhum descontrole da inflação. Nos três primeiros trimestres o PIB teve uma expansão acumulada de 6,4% e, mesmo com queda verificada no quarto trimestre, fechou o ano com um crescimento de 5,1%. Enquanto isso, o IPCA, que mede a inflação, registrou 4,51% nos três primeiros trimestres e 5,9%, no ano de 2008. Ou seja, a inflação ficou estritamente dentro da meta. O que mostra que não havia outro objetivo do BC em manter os juros altos senão a intenção deliberada de derrubar o crescimento econômico e, ao mesmo tempo, manter abarrotar os cofres dos especuladores.
Segundo levantamento do jornal “Valor Econômico” junto a analistas do mercado financeiro, a anunciada “flexibilização monetária adicional” – em função da situação econômica e sob a chibata do movimento sindical – deverá reduzir os gastos com juros de 5,6% do PIB em 2008 para 4,7% do PIB este ano. Nessa situação, ainda assim seriam torrados com juros cerca de R$ 146 bilhões, em termos absolutos. Isso equivale a 13 vezes o valor previsto para o Bolsa Família, na ordem de R$ 11,4 bilhões. Ainda comparativamente, seria superior à injeção de R$ 101,4 bilhões de gastos públicos estimados como necessários pelo Ipea (Comunicado nº 18 da Presidência) para preencher vazio de demanda em “conseqüência da queda da demanda agregada na forma de consumo doméstico, investimento e exportações”, caso “o crescimento do PIB se confirmar de 0,5%”.
Tal situação não foi derivada da noite para o dia. É o conjunto da obra de Henrique Meirelles à frente do BC. Acelerar a queda dos juros é a única alternativa que se apresenta. Até porque, como já disse o Ipea, em uma situação de crise, a Selic em 7% ao ano ainda é um patamar alto. E ela ainda se encontra em 11,25%.

A CAPIVARA DO “CIDADÃO DE BEM” E AUTORIDADE SOBRE ASSUNTOS ECONÔMICOS, GUSTAVO LOYOLA:

- A incrível história do filho adotivo de Andrade Vieira – O ex-presidente do Bamerindus revela como o Banco Central [ o tal do Loyola ] queria fabricar um “laranja” para comprar o banco ;
- BC gastou 12% do PIB com bancos ;
- Presidente do STF [ adivinhem quem?? ] arquiva ações contra ex-ministros do governo FHC relativas ao Proer ;

Scrooges e escroques como Gustavo Loyola querem diminuir os já parcos rendimentos da Caderneta de Poupança!

Ex-presidente do Banco Central defende mudanças na poupança
SÃO PAULO – O ex-presidente do Banco Central e sócio-diretor da Tendências Consultoria Integrada, Gustavo Loyola, afirmou nesta terça-feira (24) que é preciso tomar providências em relação ao rendimento das cadernetas de poupança. “Nesse processo de evolução que temos passado, precisamos nos livrar de alguns aspectos do passado. Nosso sistema financeiro foi moldado com um cenário de inflação. Se estamos migrando para outro momento, temos de mudar”. Loyola falou durante evento da Acrefi (Associação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento) e da Serasa sobre os desafios do crédito. As mudanças nas cadernetas são defendidas porque o rendimento dessa aplicação está alto, diante de um cenário de queda da taxa de juro. A aposta da Tendências para este ano é de que a Selic chegue a 9,5% ao ano.
Ativo versus passivo
De acordo com ele, a solução mais simples seria diminuir de 6% para 3% ou 4% ao ano a taxa de juros que, junto com a TR (taxa referencial), determina o rendimento da poupança.
“Mas deveria fazer diminuição dos juros no estoque de crédito concedido”, afirmou Loyola, a respeito do fato de 65% dos recursos da poupança serem destinados ao crédito imobiliário. “Não seria justo diminuir só para a instituição financeira. Não seria razoável dar ganho para as instituições financeiras. Tem de mexer no ativo e no passivo”, completou.
Ainda de acordo com ele, o fato de 65% dos recursos da poupança serem destinados ao crédito imobiliário não deveria ser modificado nesse momento [ sic ].
VOU TE FALAR O “ATIVO E PASSIVO” AÍ NESSA HISTÓRIA SEU MELIANTE. POR QUÊ VOCÊ NÃO TIROU DINHEIRO DO SEU BOLSO PARA DAR AOS BANQUEIROS NAQUELA PO**RRA DE PROER? VOCÊ QUER DIZER, ENTÃO, QUE A GRANA GORDA QUE OS BANCOS TIRAM NA ESPECULAÇÃO COM PAPÉIS DO GOVERNO, SEM EMPRESTAR A NINGUÉM, NÃO SÃO “ALTOS”, MAS A MISERÁVEL CADERNETA DE POUPANÇA É UM RISCO PARA O PAÍS? E AINDA TEM QUEM DÊ OUVIDOS A UM LIXO DESSA LAIA COMO SE ELE FOSSE UM MOISÉS DECLAMANDO OS MANDAMENTOS CONTIDOS NA TÁBUA.

BC apoia redução do rendimento dos pobres
Bancos propõem corte na renda da caderneta de poupança em prol do achaque ao Erário

Objetivo é que prossiga a especulação com os juros dos papéis públicos
Os bancos e o BC querem reduzir os rendimentos das cadernetas de poupança porque, segundo eles, senão os especuladores tirarão o dinheiro dos títulos públicos para se juntar aos pobres – recebendo na poupança metade do que recebem na especulação com os títulos… A ideia é se apropriar dos recursos dos mais pobres, pagando menos a eles e acabando com a destinação social das cadernetas, que hoje financiam habitação, saneamento e infra-estrutura, para continuar a especular com os papéis da dívida pública.
BC condena “contracionismo” que os seus juros provocaram
“Contracionismo” econômico resultou na queda de 3,6% do PIB no quarto trimestre de 2008
Na ata do Comitê de Política Monetária (Copom), divulgada no dia 19, o Banco Central avalia que o desaquecimento da demanda “criou importante margem de ociosidade dos fatores de produção”. Em outras palavras, contidas na mesma ata, após ter registrado um período de expansão, “a demanda doméstica teria passado a exercer influência contracionista sobre a atividade econômica”.
O “contracionismo” econômico, como é sabido, resultou na queda de 3,6% do Produto Interno Bruto (PIB) no quarto trimestre de 2008, na comparação com o terceiro trimestre imediatamente anterior. Naturalmente, o BC atribuiu a Deus e ao diabo a responsabilidade pelo desaquecimento da demanda, pela ociosidade ou influências contracionistas, menos, é claro, aos juros cavalares estabelecidos pelo Copom, que ainda mantém o Brasil com a maior taxa real de juros do mundo.
No período referido acima, a Formação Bruta de Capital Fixo – o investimento – teve uma queda de 9,8%. Não era para menos, haja vista a condução da política monetária, mesmo quando a crise já havia estourado de forma aguda nos Estados Unidos, em meados de setembro do ano passado. Cinco dias antes da derrocada do Lehman Brothers, o Copom elevou a taxa Selic de 13% para 13,75% e só foi reduzi-la em apenas 1 pontinho percentual em 21 de janeiro de 2009.
Convém lembrar que o BC já vinha elevando a taxa básica de juros desde setembro do ano anterior. Portanto, os juros altos haveriam de cobrar o seu preço…
Foi preciso chegar à situação de “desaquecimento da demanda” para o Copom colocar em sua ata que “esse desenvolvimento deve contribuir para conter as pressões inflacionárias”, “abrindo espaço para flexibilização da política monetária”.
Diz o BC que “as expectativas inflacionárias para 2009 mostraram recuo desde a última reunião do Comitê” e que “a política monetária pode ser flexibilizada sem colocar em risco a convergência da inflação para a trajetória de metas”.
A economia em desaceleração não deve produzir mesmo nenhuma pressão inflacionária. Ocorre que em período de expansão também não havia nenhum descontrole da inflação. Nos três primeiros trimestres o PIB teve uma expansão acumulada de 6,4% e, mesmo com queda verificada no quarto trimestre, fechou o ano com um crescimento de 5,1%. Enquanto isso, o IPCA, que mede a inflação, registrou 4,51% nos três primeiros trimestres e 5,9%, no ano de 2008. Ou seja, a inflação ficou estritamente dentro da meta. O que mostra que não havia outro objetivo do BC em manter os juros altos senão a intenção deliberada de derrubar o crescimento econômico e, ao mesmo tempo, manter abarrotar os cofres dos especuladores.
Segundo levantamento do jornal “Valor Econômico” junto a analistas do mercado financeiro, a anunciada “flexibilização monetária adicional” – em função da situação econômica e sob a chibata do movimento sindical – deverá reduzir os gastos com juros de 5,6% do PIB em 2008 para 4,7% do PIB este ano. Nessa situação, ainda assim seriam torrados com juros cerca de R$ 146 bilhões, em termos absolutos. Isso equivale a 13 vezes o valor previsto para o Bolsa Família, na ordem de R$ 11,4 bilhões. Ainda comparativamente, seria superior à injeção de R$ 101,4 bilhões de gastos públicos estimados como necessários pelo Ipea (Comunicado nº 18 da Presidência) para preencher vazio de demanda em “conseqüência da queda da demanda agregada na forma de consumo doméstico, investimento e exportações”, caso “o crescimento do PIB se confirmar de 0,5%”.
Tal situação não foi derivada da noite para o dia. É o conjunto da obra de Henrique Meirelles à frente do BC. Acelerar a queda dos juros é a única alternativa que se apresenta. Até porque, como já disse o Ipea, em uma situação de crise, a Selic em 7% ao ano ainda é um patamar alto. E ela ainda se encontra em 11,25%.

A CAPIVARA DO “CIDADÃO DE BEM” E AUTORIDADE SOBRE ASSUNTOS ECONÔMICOS, GUSTAVO LOYOLA:

- A incrível história do filho adotivo de Andrade Vieira – O ex-presidente do Bamerindus revela como o Banco Central [ o tal do Loyola ] queria fabricar um “laranja” para comprar o banco ;
- BC gastou 12% do PIB com bancos ;
- Presidente do STF [ adivinhem quem?? ] arquiva ações contra ex-ministros do governo FHC relativas ao Proer ;

Scrooges e escroques como Gustavo Loyola querem diminuir os já parcos rendimentos da Caderneta de Poupança!

Ex-presidente do Banco Central defende mudanças na poupança
SÃO PAULO – O ex-presidente do Banco Central e sócio-diretor da Tendências Consultoria Integrada, Gustavo Loyola, afirmou nesta terça-feira (24) que é preciso tomar providências em relação ao rendimento das cadernetas de poupança. “Nesse processo de evolução que temos passado, precisamos nos livrar de alguns aspectos do passado. Nosso sistema financeiro foi moldado com um cenário de inflação. Se estamos migrando para outro momento, temos de mudar”. Loyola falou durante evento da Acrefi (Associação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento) e da Serasa sobre os desafios do crédito. As mudanças nas cadernetas são defendidas porque o rendimento dessa aplicação está alto, diante de um cenário de queda da taxa de juro. A aposta da Tendências para este ano é de que a Selic chegue a 9,5% ao ano.
Ativo versus passivo
De acordo com ele, a solução mais simples seria diminuir de 6% para 3% ou 4% ao ano a taxa de juros que, junto com a TR (taxa referencial), determina o rendimento da poupança.
“Mas deveria fazer diminuição dos juros no estoque de crédito concedido”, afirmou Loyola, a respeito do fato de 65% dos recursos da poupança serem destinados ao crédito imobiliário. “Não seria justo diminuir só para a instituição financeira. Não seria razoável dar ganho para as instituições financeiras. Tem de mexer no ativo e no passivo”, completou.
Ainda de acordo com ele, o fato de 65% dos recursos da poupança serem destinados ao crédito imobiliário não deveria ser modificado nesse momento [ sic ].
VOU TE FALAR O “ATIVO E PASSIVO” AÍ NESSA HISTÓRIA SEU MELIANTE. POR QUÊ VOCÊ NÃO TIROU DINHEIRO DO SEU BOLSO PARA DAR AOS BANQUEIROS NAQUELA PO**RRA DE PROER? VOCÊ QUER DIZER, ENTÃO, QUE A GRANA GORDA QUE OS BANCOS TIRAM NA ESPECULAÇÃO COM PAPÉIS DO GOVERNO, SEM EMPRESTAR A NINGUÉM, NÃO SÃO “ALTOS”, MAS A MISERÁVEL CADERNETA DE POUPANÇA É UM RISCO PARA O PAÍS? E AINDA TEM QUEM DÊ OUVIDOS A UM LIXO DESSA LAIA COMO SE ELE FOSSE UM MOISÉS DECLAMANDO OS MANDAMENTOS CONTIDOS NA TÁBUA.

BC apoia redução do rendimento dos pobres
Bancos propõem corte na renda da caderneta de poupança em prol do achaque ao Erário

Objetivo é que prossiga a especulação com os juros dos papéis públicos
Os bancos e o BC querem reduzir os rendimentos das cadernetas de poupança porque, segundo eles, senão os especuladores tirarão o dinheiro dos títulos públicos para se juntar aos pobres – recebendo na poupança metade do que recebem na especulação com os títulos… A ideia é se apropriar dos recursos dos mais pobres, pagando menos a eles e acabando com a destinação social das cadernetas, que hoje financiam habitação, saneamento e infra-estrutura, para continuar a especular com os papéis da dívida pública.
BC condena “contracionismo” que os seus juros provocaram
“Contracionismo” econômico resultou na queda de 3,6% do PIB no quarto trimestre de 2008
Na ata do Comitê de Política Monetária (Copom), divulgada no dia 19, o Banco Central avalia que o desaquecimento da demanda “criou importante margem de ociosidade dos fatores de produção”. Em outras palavras, contidas na mesma ata, após ter registrado um período de expansão, “a demanda doméstica teria passado a exercer influência contracionista sobre a atividade econômica”.
O “contracionismo” econômico, como é sabido, resultou na queda de 3,6% do Produto Interno Bruto (PIB) no quarto trimestre de 2008, na comparação com o terceiro trimestre imediatamente anterior. Naturalmente, o BC atribuiu a Deus e ao diabo a responsabilidade pelo desaquecimento da demanda, pela ociosidade ou influências contracionistas, menos, é claro, aos juros cavalares estabelecidos pelo Copom, que ainda mantém o Brasil com a maior taxa real de juros do mundo.
No período referido acima, a Formação Bruta de Capital Fixo – o investimento – teve uma queda de 9,8%. Não era para menos, haja vista a condução da política monetária, mesmo quando a crise já havia estourado de forma aguda nos Estados Unidos, em meados de setembro do ano passado. Cinco dias antes da derrocada do Lehman Brothers, o Copom elevou a taxa Selic de 13% para 13,75% e só foi reduzi-la em apenas 1 pontinho percentual em 21 de janeiro de 2009.
Convém lembrar que o BC já vinha elevando a taxa básica de juros desde setembro do ano anterior. Portanto, os juros altos haveriam de cobrar o seu preço…
Foi preciso chegar à situação de “desaquecimento da demanda” para o Copom colocar em sua ata que “esse desenvolvimento deve contribuir para conter as pressões inflacionárias”, “abrindo espaço para flexibilização da política monetária”.
Diz o BC que “as expectativas inflacionárias para 2009 mostraram recuo desde a última reunião do Comitê” e que “a política monetária pode ser flexibilizada sem colocar em risco a convergência da inflação para a trajetória de metas”.
A economia em desaceleração não deve produzir mesmo nenhuma pressão inflacionária. Ocorre que em período de expansão também não havia nenhum descontrole da inflação. Nos três primeiros trimestres o PIB teve uma expansão acumulada de 6,4% e, mesmo com queda verificada no quarto trimestre, fechou o ano com um crescimento de 5,1%. Enquanto isso, o IPCA, que mede a inflação, registrou 4,51% nos três primeiros trimestres e 5,9%, no ano de 2008. Ou seja, a inflação ficou estritamente dentro da meta. O que mostra que não havia outro objetivo do BC em manter os juros altos senão a intenção deliberada de derrubar o crescimento econômico e, ao mesmo tempo, manter abarrotar os cofres dos especuladores.
Segundo levantamento do jornal “Valor Econômico” junto a analistas do mercado financeiro, a anunciada “flexibilização monetária adicional” – em função da situação econômica e sob a chibata do movimento sindical – deverá reduzir os gastos com juros de 5,6% do PIB em 2008 para 4,7% do PIB este ano. Nessa situação, ainda assim seriam torrados com juros cerca de R$ 146 bilhões, em termos absolutos. Isso equivale a 13 vezes o valor previsto para o Bolsa Família, na ordem de R$ 11,4 bilhões. Ainda comparativamente, seria superior à injeção de R$ 101,4 bilhões de gastos públicos estimados como necessários pelo Ipea (Comunicado nº 18 da Presidência) para preencher vazio de demanda em “conseqüência da queda da demanda agregada na forma de consumo doméstico, investimento e exportações”, caso “o crescimento do PIB se confirmar de 0,5%”.
Tal situação não foi derivada da noite para o dia. É o conjunto da obra de Henrique Meirelles à frente do BC. Acelerar a queda dos juros é a única alternativa que se apresenta. Até porque, como já disse o Ipea, em uma situação de crise, a Selic em 7% ao ano ainda é um patamar alto. E ela ainda se encontra em 11,25%.

A CAPIVARA DO “CIDADÃO DE BEM” E AUTORIDADE SOBRE ASSUNTOS ECONÔMICOS, GUSTAVO LOYOLA:

- A incrível história do filho adotivo de Andrade Vieira – O ex-presidente do Bamerindus revela como o Banco Central [ o tal do Loyola ] queria fabricar um “laranja” para comprar o banco ;
- BC gastou 12% do PIB com bancos ;
- Presidente do STF [ adivinhem quem?? ] arquiva ações contra ex-ministros do governo FHC relativas ao Proer ;

Scrooges e escroques como Gustavo Loyola querem diminuir os já parcos rendimentos da Caderneta de Poupança!

Ex-presidente do Banco Central defende mudanças na poupança
SÃO PAULO – O ex-presidente do Banco Central e sócio-diretor da Tendências Consultoria Integrada, Gustavo Loyola, afirmou nesta terça-feira (24) que é preciso tomar providências em relação ao rendimento das cadernetas de poupança. “Nesse processo de evolução que temos passado, precisamos nos livrar de alguns aspectos do passado. Nosso sistema financeiro foi moldado com um cenário de inflação. Se estamos migrando para outro momento, temos de mudar”. Loyola falou durante evento da Acrefi (Associação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento) e da Serasa sobre os desafios do crédito. As mudanças nas cadernetas são defendidas porque o rendimento dessa aplicação está alto, diante de um cenário de queda da taxa de juro. A aposta da Tendências para este ano é de que a Selic chegue a 9,5% ao ano.
Ativo versus passivo
De acordo com ele, a solução mais simples seria diminuir de 6% para 3% ou 4% ao ano a taxa de juros que, junto com a TR (taxa referencial), determina o rendimento da poupança.
“Mas deveria fazer diminuição dos juros no estoque de crédito concedido”, afirmou Loyola, a respeito do fato de 65% dos recursos da poupança serem destinados ao crédito imobiliário. “Não seria justo diminuir só para a instituição financeira. Não seria razoável dar ganho para as instituições financeiras. Tem de mexer no ativo e no passivo”, completou.
Ainda de acordo com ele, o fato de 65% dos recursos da poupança serem destinados ao crédito imobiliário não deveria ser modificado nesse momento [ sic ].
VOU TE FALAR O “ATIVO E PASSIVO” AÍ NESSA HISTÓRIA SEU MELIANTE. POR QUÊ VOCÊ NÃO TIROU DINHEIRO DO SEU BOLSO PARA DAR AOS BANQUEIROS NAQUELA PO**RRA DE PROER? VOCÊ QUER DIZER, ENTÃO, QUE A GRANA GORDA QUE OS BANCOS TIRAM NA ESPECULAÇÃO COM PAPÉIS DO GOVERNO, SEM EMPRESTAR A NINGUÉM, NÃO SÃO “ALTOS”, MAS A MISERÁVEL CADERNETA DE POUPANÇA É UM RISCO PARA O PAÍS? E AINDA TEM QUEM DÊ OUVIDOS A UM LIXO DESSA LAIA COMO SE ELE FOSSE UM MOISÉS DECLAMANDO OS MANDAMENTOS CONTIDOS NA TÁBUA.

BC apoia redução do rendimento dos pobres
Bancos propõem corte na renda da caderneta de poupança em prol do achaque ao Erário

Objetivo é que prossiga a especulação com os juros dos papéis públicos
Os bancos e o BC querem reduzir os rendimentos das cadernetas de poupança porque, segundo eles, senão os especuladores tirarão o dinheiro dos títulos públicos para se juntar aos pobres – recebendo na poupança metade do que recebem na especulação com os títulos… A ideia é se apropriar dos recursos dos mais pobres, pagando menos a eles e acabando com a destinação social das cadernetas, que hoje financiam habitação, saneamento e infra-estrutura, para continuar a especular com os papéis da dívida pública.
BC condena “contracionismo” que os seus juros provocaram
“Contracionismo” econômico resultou na queda de 3,6% do PIB no quarto trimestre de 2008
Na ata do Comitê de Política Monetária (Copom), divulgada no dia 19, o Banco Central avalia que o desaquecimento da demanda “criou importante margem de ociosidade dos fatores de produção”. Em outras palavras, contidas na mesma ata, após ter registrado um período de expansão, “a demanda doméstica teria passado a exercer influência contracionista sobre a atividade econômica”.
O “contracionismo” econômico, como é sabido, resultou na queda de 3,6% do Produto Interno Bruto (PIB) no quarto trimestre de 2008, na comparação com o terceiro trimestre imediatamente anterior. Naturalmente, o BC atribuiu a Deus e ao diabo a responsabilidade pelo desaquecimento da demanda, pela ociosidade ou influências contracionistas, menos, é claro, aos juros cavalares estabelecidos pelo Copom, que ainda mantém o Brasil com a maior taxa real de juros do mundo.
No período referido acima, a Formação Bruta de Capital Fixo – o investimento – teve uma queda de 9,8%. Não era para menos, haja vista a condução da política monetária, mesmo quando a crise já havia estourado de forma aguda nos Estados Unidos, em meados de setembro do ano passado. Cinco dias antes da derrocada do Lehman Brothers, o Copom elevou a taxa Selic de 13% para 13,75% e só foi reduzi-la em apenas 1 pontinho percentual em 21 de janeiro de 2009.
Convém lembrar que o BC já vinha elevando a taxa básica de juros desde setembro do ano anterior. Portanto, os juros altos haveriam de cobrar o seu preço…
Foi preciso chegar à situação de “desaquecimento da demanda” para o Copom colocar em sua ata que “esse desenvolvimento deve contribuir para conter as pressões inflacionárias”, “abrindo espaço para flexibilização da política monetária”.
Diz o BC que “as expectativas inflacionárias para 2009 mostraram recuo desde a última reunião do Comitê” e que “a política monetária pode ser flexibilizada sem colocar em risco a convergência da inflação para a trajetória de metas”.
A economia em desaceleração não deve produzir mesmo nenhuma pressão inflacionária. Ocorre que em período de expansão também não havia nenhum descontrole da inflação. Nos três primeiros trimestres o PIB teve uma expansão acumulada de 6,4% e, mesmo com queda verificada no quarto trimestre, fechou o ano com um crescimento de 5,1%. Enquanto isso, o IPCA, que mede a inflação, registrou 4,51% nos três primeiros trimestres e 5,9%, no ano de 2008. Ou seja, a inflação ficou estritamente dentro da meta. O que mostra que não havia outro objetivo do BC em manter os juros altos senão a intenção deliberada de derrubar o crescimento econômico e, ao mesmo tempo, manter abarrotar os cofres dos especuladores.
Segundo levantamento do jornal “Valor Econômico” junto a analistas do mercado financeiro, a anunciada “flexibilização monetária adicional” – em função da situação econômica e sob a chibata do movimento sindical – deverá reduzir os gastos com juros de 5,6% do PIB em 2008 para 4,7% do PIB este ano. Nessa situação, ainda assim seriam torrados com juros cerca de R$ 146 bilhões, em termos absolutos. Isso equivale a 13 vezes o valor previsto para o Bolsa Família, na ordem de R$ 11,4 bilhões. Ainda comparativamente, seria superior à injeção de R$ 101,4 bilhões de gastos públicos estimados como necessários pelo Ipea (Comunicado nº 18 da Presidência) para preencher vazio de demanda em “conseqüência da queda da demanda agregada na forma de consumo doméstico, investimento e exportações”, caso “o crescimento do PIB se confirmar de 0,5%”.
Tal situação não foi derivada da noite para o dia. É o conjunto da obra de Henrique Meirelles à frente do BC. Acelerar a queda dos juros é a única alternativa que se apresenta. Até porque, como já disse o Ipea, em uma situação de crise, a Selic em 7% ao ano ainda é um patamar alto. E ela ainda se encontra em 11,25%.

A CAPIVARA DO “CIDADÃO DE BEM” E AUTORIDADE SOBRE ASSUNTOS ECONÔMICOS, GUSTAVO LOYOLA:

- A incrível história do filho adotivo de Andrade Vieira – O ex-presidente do Bamerindus revela como o Banco Central [ o tal do Loyola ] queria fabricar um “laranja” para comprar o banco ;
- BC gastou 12% do PIB com bancos ;
- Presidente do STF [ adivinhem quem?? ] arquiva ações contra ex-ministros do governo FHC relativas ao Proer ;

Scrooges e escroques como Gustavo Loyola querem diminuir os já parcos rendimentos da Caderneta de Poupança!

Ex-presidente do Banco Central defende mudanças na poupança
SÃO PAULO – O ex-presidente do Banco Central e sócio-diretor da Tendências Consultoria Integrada, Gustavo Loyola, afirmou nesta terça-feira (24) que é preciso tomar providências em relação ao rendimento das cadernetas de poupança. “Nesse processo de evolução que temos passado, precisamos nos livrar de alguns aspectos do passado. Nosso sistema financeiro foi moldado com um cenário de inflação. Se estamos migrando para outro momento, temos de mudar”. Loyola falou durante evento da Acrefi (Associação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento) e da Serasa sobre os desafios do crédito. As mudanças nas cadernetas são defendidas porque o rendimento dessa aplicação está alto, diante de um cenário de queda da taxa de juro. A aposta da Tendências para este ano é de que a Selic chegue a 9,5% ao ano.
Ativo versus passivo
De acordo com ele, a solução mais simples seria diminuir de 6% para 3% ou 4% ao ano a taxa de juros que, junto com a TR (taxa referencial), determina o rendimento da poupança.
“Mas deveria fazer diminuição dos juros no estoque de crédito concedido”, afirmou Loyola, a respeito do fato de 65% dos recursos da poupança serem destinados ao crédito imobiliário. “Não seria justo diminuir só para a instituição financeira. Não seria razoável dar ganho para as instituições financeiras. Tem de mexer no ativo e no passivo”, completou.
Ainda de acordo com ele, o fato de 65% dos recursos da poupança serem destinados ao crédito imobiliário não deveria ser modificado nesse momento [ sic ].
VOU TE FALAR O “ATIVO E PASSIVO” AÍ NESSA HISTÓRIA SEU MELIANTE. POR QUÊ VOCÊ NÃO TIROU DINHEIRO DO SEU BOLSO PARA DAR AOS BANQUEIROS NAQUELA PO**RRA DE PROER? VOCÊ QUER DIZER, ENTÃO, QUE A GRANA GORDA QUE OS BANCOS TIRAM NA ESPECULAÇÃO COM PAPÉIS DO GOVERNO, SEM EMPRESTAR A NINGUÉM, NÃO SÃO “ALTOS”, MAS A MISERÁVEL CADERNETA DE POUPANÇA É UM RISCO PARA O PAÍS? E AINDA TEM QUEM DÊ OUVIDOS A UM LIXO DESSA LAIA COMO SE ELE FOSSE UM MOISÉS DECLAMANDO OS MANDAMENTOS CONTIDOS NA TÁBUA.

BC apoia redução do rendimento dos pobres
Bancos propõem corte na renda da caderneta de poupança em prol do achaque ao Erário

Objetivo é que prossiga a especulação com os juros dos papéis públicos
Os bancos e o BC querem reduzir os rendimentos das cadernetas de poupança porque, segundo eles, senão os especuladores tirarão o dinheiro dos títulos públicos para se juntar aos pobres – recebendo na poupança metade do que recebem na especulação com os títulos… A ideia é se apropriar dos recursos dos mais pobres, pagando menos a eles e acabando com a destinação social das cadernetas, que hoje financiam habitação, saneamento e infra-estrutura, para continuar a especular com os papéis da dívida pública.
BC condena “contracionismo” que os seus juros provocaram
“Contracionismo” econômico resultou na queda de 3,6% do PIB no quarto trimestre de 2008
Na ata do Comitê de Política Monetária (Copom), divulgada no dia 19, o Banco Central avalia que o desaquecimento da demanda “criou importante margem de ociosidade dos fatores de produção”. Em outras palavras, contidas na mesma ata, após ter registrado um período de expansão, “a demanda doméstica teria passado a exercer influência contracionista sobre a atividade econômica”.
O “contracionismo” econômico, como é sabido, resultou na queda de 3,6% do Produto Interno Bruto (PIB) no quarto trimestre de 2008, na comparação com o terceiro trimestre imediatamente anterior. Naturalmente, o BC atribuiu a Deus e ao diabo a responsabilidade pelo desaquecimento da demanda, pela ociosidade ou influências contracionistas, menos, é claro, aos juros cavalares estabelecidos pelo Copom, que ainda mantém o Brasil com a maior taxa real de juros do mundo.
No período referido acima, a Formação Bruta de Capital Fixo – o investimento – teve uma queda de 9,8%. Não era para menos, haja vista a condução da política monetária, mesmo quando a crise já havia estourado de forma aguda nos Estados Unidos, em meados de setembro do ano passado. Cinco dias antes da derrocada do Lehman Brothers, o Copom elevou a taxa Selic de 13% para 13,75% e só foi reduzi-la em apenas 1 pontinho percentual em 21 de janeiro de 2009.
Convém lembrar que o BC já vinha elevando a taxa básica de juros desde setembro do ano anterior. Portanto, os juros altos haveriam de cobrar o seu preço…
Foi preciso chegar à situação de “desaquecimento da demanda” para o Copom colocar em sua ata que “esse desenvolvimento deve contribuir para conter as pressões inflacionárias”, “abrindo espaço para flexibilização da política monetária”.
Diz o BC que “as expectativas inflacionárias para 2009 mostraram recuo desde a última reunião do Comitê” e que “a política monetária pode ser flexibilizada sem colocar em risco a convergência da inflação para a trajetória de metas”.
A economia em desaceleração não deve produzir mesmo nenhuma pressão inflacionária. Ocorre que em período de expansão também não havia nenhum descontrole da inflação. Nos três primeiros trimestres o PIB teve uma expansão acumulada de 6,4% e, mesmo com queda verificada no quarto trimestre, fechou o ano com um crescimento de 5,1%. Enquanto isso, o IPCA, que mede a inflação, registrou 4,51% nos três primeiros trimestres e 5,9%, no ano de 2008. Ou seja, a inflação ficou estritamente dentro da meta. O que mostra que não havia outro objetivo do BC em manter os juros altos senão a intenção deliberada de derrubar o crescimento econômico e, ao mesmo tempo, manter abarrotar os cofres dos especuladores.
Segundo levantamento do jornal “Valor Econômico” junto a analistas do mercado financeiro, a anunciada “flexibilização monetária adicional” – em função da situação econômica e sob a chibata do movimento sindical – deverá reduzir os gastos com juros de 5,6% do PIB em 2008 para 4,7% do PIB este ano. Nessa situação, ainda assim seriam torrados com juros cerca de R$ 146 bilhões, em termos absolutos. Isso equivale a 13 vezes o valor previsto para o Bolsa Família, na ordem de R$ 11,4 bilhões. Ainda comparativamente, seria superior à injeção de R$ 101,4 bilhões de gastos públicos estimados como necessários pelo Ipea (Comunicado nº 18 da Presidência) para preencher vazio de demanda em “conseqüência da queda da demanda agregada na forma de consumo doméstico, investimento e exportações”, caso “o crescimento do PIB se confirmar de 0,5%”.
Tal situação não foi derivada da noite para o dia. É o conjunto da obra de Henrique Meirelles à frente do BC. Acelerar a queda dos juros é a única alternativa que se apresenta. Até porque, como já disse o Ipea, em uma situação de crise, a Selic em 7% ao ano ainda é um patamar alto. E ela ainda se encontra em 11,25%.

A CAPIVARA DO “CIDADÃO DE BEM” E AUTORIDADE SOBRE ASSUNTOS ECONÔMICOS, GUSTAVO LOYOLA:

- A incrível história do filho adotivo de Andrade Vieira – O ex-presidente do Bamerindus revela como o Banco Central [ o tal do Loyola ] queria fabricar um “laranja” para comprar o banco ;
- BC gastou 12% do PIB com bancos ;
- Presidente do STF [ adivinhem quem?? ] arquiva ações contra ex-ministros do governo FHC relativas ao Proer ;

outubro 4, 2007

Justiça manda prender outro banqueiro

Filed under: ACM, Ângelo Calmon de Sá, Banco Econômico, Plano Real, Proer — Humberto @ 12:42 pm
Justiça manda banqueiros para o xadrez
Ex-dono e ex-vice-presidente do Econômico foram condenados
São Paulo – O banqueiro Ângelo Calmon de Sá, ex-dono do banco Econômico, foi sentenciado a 13 anos e quatro meses de prisão em regime fechado pelo juiz Toru Yamamoto, da 3ª Vara Criminal Federal. José Roberto David de Azevedo, ex-vice-presidente da instituição, foi condenado a seis anos.
Ambos ainda podem recorrer em liberdade da decisão.
De acordo com a denúncia feita pelo Ministério Público Federal e divulgada pelo Portal Exame, ambos captavam linhas de crédito junto a instituições financeiras de fora do país com a finalidade expressa de pré-financiar exportações brasileiras. Eles ofereciam como garantia contratos de câmbio de exportação. A acusação mostrou que, além de usar o mesmo contrato para lastrear duas ou mais operações, os recursos obtidos eram aplicados em proveito do próprio banco, servindo de liquidez para aliviar a situação de crise em que se encontravam as empresas do grupo.
O Econômico foi uma das instituições financeiras que quebrou após o Plano Real em 1994. O banco recebeu ajuda do Proer; sofreu intervenção em 1995 e entrou em liquidação judicial em 1996.
André Rossi
Sindicato dos Bancários
03/10/2007

Tema: Silver is the New Black. Blog no WordPress.com.

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