ENCALHE

novembro 22, 2008

Requião discute Piso Nacional do Magistério com ministro do STF e diz que não precisa de interferência do governo federal em seu Estado

Aqui não tem dessa. Quando a discussão é em alto nível, é bem-vinda e o blog publica ( TSK! Mentira: baixo nível a gente publica também).
Não importa se, apesar da simpatia mútua que nutrem, o Requião faça alguma oposição pontual a iniciativas do governo Lula. Se o Requião tem suas reservas quanto ao projeto do governo federal ( para saber melhor sobre o piso, CLIQUE AQUI ), este deve ouvir as razões do governador. Que devem ser melhores do que se fossem saídas da cabecinha iluminada da turma do “Apagão Educacional Continuado”, turma esta a que Requião, definitivamente, não pertence. Vejam o trecho em que ele afirma que “os Estados e Municípios QUE JÁ CUIDAM da Educação como se deve serão os maiores prejudicados”, caso a adoção do plano, conforme concebido pelo governo federal, se imponha sobre os entes federativos. Como de praxe, os grifos que forem surgindo são do blog.
Requião discute piso salarial dos professores com ministro do STF
AEN/ PR
21/11/2008
O governador Roberto Requião reuniu-se nesta sexta-feira (21) com o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, para expor que a nova lei 11.738, que cria um piso salarial nacional para os professores de todo o País fere o princípio federativo. “Essa lei é uma invasão de competência ( do governo federal ) na organização do ensino nos Estados”, afirmou Requião, que estava acompanhado do governador André Puccinelli (MS) e de representantes dos governos de Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Ceará. Relator da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 4.167, ajuizada contra a lei 11.738 pelos governos do Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul e Ceará, o ministro Joaquim Barbosa disse aos governadores Requião e Puccinelli que pretende colocar a ADI em votação ainda este ano.
Requião explicitou ao ministro Barbosa que os governos estaduais que contestam a nova lei não estão contra um piso salarial para os professores. “Ninguém está contra o piso salarial, está contra a invasão do princípio federativo, pois além de interferir na administração dos Estados, a lei traz conseqüências práticas com o atrelamento dos planos de cargos e salários a um piso nacional”, disse.
A nova lei, cuja proposta original do governo federal foi modificada pelo Congresso Nacional, estabelece um piso salarial de R$ 950,00 para os professores em todo o País e define novas regras para o magistério. No caso do Paraná, o novo piso está superado pelo valor do vencimento básico de R$ 1.392,00 já pago aos professores. Requião explicou para o Paraná não tem problemas com esse novo piso estabelecido, mas a regulação de novas horas de atividade pode prejudicar profundamente o programa para educação em vigor no Estado.
Requião explicou ao ministro do STF que o governo do Paraná tem em funcionamento um programa de formação continuada específica para o magistério, que prevê a liberação do professor para estudo nas Universidades do Paraná durante dois anos. No primeiro ano, o professor usa 100% de sua jornada de trabalho no sistema de reciclagem, e no segundo ano, tem 50% de sua carga horária liberada. “Se eu tiver que dar mais 30% de hora atividade aos professores, para cumprir o que a nova lei determina, teria que acabar com meu programa ou contratar mais 7 mil professores.”
Requião apresentou um panorama dos programas desenvolvidos pelo governo do Paraná na Educação, esclarecendo que o Estado repassa 30% das verbas orçamentárias ao setor, superando os 25% determinados pela Constituição Federal como repasse da União. Joaquim Barbosa elogiou os investimentos do governo paranaense em tecnologia nas escolas: em cada sala de aula há um aparelho televisor e recursos para uso de pen-drive, em cada escola um centro de informática, além dos 100 mil computadores distribuídos na rede de ensino do Estado.
Na saída, o governador disse aos jornalistas que ( – Atenção!! -) os Estados e municípios que têm seus planos de cargos e salários e cuidam de seus professores serão os maiores prejudicados, pois o novo piso de vencimentos incide sobre os salários e demais vantagens dentro de planos organizados. “Isto vai virar o samba do crioulo doido”, afirmou Requião. “Não preciso de interferências do governo federal para dizer como devo organizar a administração do meu Estado, que vai muito bem”, reiterou.
Depois do encontro com o ministro Joaquim Barbosa, Requião fez uma visita de cortesia ao presidente do STF, ministro Gilmar Mendes.

Requião discute Piso Nacional do Magistério com ministro do STF e diz que não precisa de interferência do governo federal em seu Estado

Aqui não tem dessa. Quando a discussão é em alto nível, é bem-vinda e o blog publica ( TSK! Mentira: baixo nível a gente publica também).
Não importa se, apesar da simpatia mútua que nutrem, o Requião faça alguma oposição pontual a iniciativas do governo Lula. Se o Requião tem suas reservas quanto ao projeto do governo federal ( para saber melhor sobre o piso, CLIQUE AQUI ), este deve ouvir as razões do governador. Que devem ser melhores do que se fossem saídas da cabecinha iluminada da turma do “Apagão Educacional Continuado”, turma esta a que Requião, definitivamente, não pertence. Vejam o trecho em que ele afirma que “os Estados e Municípios QUE JÁ CUIDAM da Educação como se deve serão os maiores prejudicados”, caso a adoção do plano, conforme concebido pelo governo federal, se imponha sobre os entes federativos. Como de praxe, os grifos que forem surgindo são do blog.
Requião discute piso salarial dos professores com ministro do STF
AEN/ PR
21/11/2008
O governador Roberto Requião reuniu-se nesta sexta-feira (21) com o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, para expor que a nova lei 11.738, que cria um piso salarial nacional para os professores de todo o País fere o princípio federativo. “Essa lei é uma invasão de competência ( do governo federal ) na organização do ensino nos Estados”, afirmou Requião, que estava acompanhado do governador André Puccinelli (MS) e de representantes dos governos de Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Ceará. Relator da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 4.167, ajuizada contra a lei 11.738 pelos governos do Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul e Ceará, o ministro Joaquim Barbosa disse aos governadores Requião e Puccinelli que pretende colocar a ADI em votação ainda este ano.
Requião explicitou ao ministro Barbosa que os governos estaduais que contestam a nova lei não estão contra um piso salarial para os professores. “Ninguém está contra o piso salarial, está contra a invasão do princípio federativo, pois além de interferir na administração dos Estados, a lei traz conseqüências práticas com o atrelamento dos planos de cargos e salários a um piso nacional”, disse.
A nova lei, cuja proposta original do governo federal foi modificada pelo Congresso Nacional, estabelece um piso salarial de R$ 950,00 para os professores em todo o País e define novas regras para o magistério. No caso do Paraná, o novo piso está superado pelo valor do vencimento básico de R$ 1.392,00 já pago aos professores. Requião explicou para o Paraná não tem problemas com esse novo piso estabelecido, mas a regulação de novas horas de atividade pode prejudicar profundamente o programa para educação em vigor no Estado.
Requião explicou ao ministro do STF que o governo do Paraná tem em funcionamento um programa de formação continuada específica para o magistério, que prevê a liberação do professor para estudo nas Universidades do Paraná durante dois anos. No primeiro ano, o professor usa 100% de sua jornada de trabalho no sistema de reciclagem, e no segundo ano, tem 50% de sua carga horária liberada. “Se eu tiver que dar mais 30% de hora atividade aos professores, para cumprir o que a nova lei determina, teria que acabar com meu programa ou contratar mais 7 mil professores.”
Requião apresentou um panorama dos programas desenvolvidos pelo governo do Paraná na Educação, esclarecendo que o Estado repassa 30% das verbas orçamentárias ao setor, superando os 25% determinados pela Constituição Federal como repasse da União. Joaquim Barbosa elogiou os investimentos do governo paranaense em tecnologia nas escolas: em cada sala de aula há um aparelho televisor e recursos para uso de pen-drive, em cada escola um centro de informática, além dos 100 mil computadores distribuídos na rede de ensino do Estado.
Na saída, o governador disse aos jornalistas que ( – Atenção!! -) os Estados e municípios que têm seus planos de cargos e salários e cuidam de seus professores serão os maiores prejudicados, pois o novo piso de vencimentos incide sobre os salários e demais vantagens dentro de planos organizados. “Isto vai virar o samba do crioulo doido”, afirmou Requião. “Não preciso de interferências do governo federal para dizer como devo organizar a administração do meu Estado, que vai muito bem”, reiterou.
Depois do encontro com o ministro Joaquim Barbosa, Requião fez uma visita de cortesia ao presidente do STF, ministro Gilmar Mendes.

Requião discute Piso Nacional do Magistério com ministro do STF e diz que não precisa de interferência do governo federal em seu Estado

Aqui não tem dessa. Quando a discussão é em alto nível, é bem-vinda e o blog publica ( TSK! Mentira: baixo nível a gente publica também).
Não importa se, apesar da simpatia mútua que nutrem, o Requião faça alguma oposição pontual a iniciativas do governo Lula. Se o Requião tem suas reservas quanto ao projeto do governo federal ( para saber melhor sobre o piso, CLIQUE AQUI ), este deve ouvir as razões do governador. Que devem ser melhores do que se fossem saídas da cabecinha iluminada da turma do “Apagão Educacional Continuado”, turma esta a que Requião, definitivamente, não pertence. Vejam o trecho em que ele afirma que “os Estados e Municípios QUE JÁ CUIDAM da Educação como se deve serão os maiores prejudicados”, caso a adoção do plano, conforme concebido pelo governo federal, se imponha sobre os entes federativos. Como de praxe, os grifos que forem surgindo são do blog.
Requião discute piso salarial dos professores com ministro do STF
AEN/ PR
21/11/2008
O governador Roberto Requião reuniu-se nesta sexta-feira (21) com o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, para expor que a nova lei 11.738, que cria um piso salarial nacional para os professores de todo o País fere o princípio federativo. “Essa lei é uma invasão de competência ( do governo federal ) na organização do ensino nos Estados”, afirmou Requião, que estava acompanhado do governador André Puccinelli (MS) e de representantes dos governos de Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Ceará. Relator da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 4.167, ajuizada contra a lei 11.738 pelos governos do Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul e Ceará, o ministro Joaquim Barbosa disse aos governadores Requião e Puccinelli que pretende colocar a ADI em votação ainda este ano.
Requião explicitou ao ministro Barbosa que os governos estaduais que contestam a nova lei não estão contra um piso salarial para os professores. “Ninguém está contra o piso salarial, está contra a invasão do princípio federativo, pois além de interferir na administração dos Estados, a lei traz conseqüências práticas com o atrelamento dos planos de cargos e salários a um piso nacional”, disse.
A nova lei, cuja proposta original do governo federal foi modificada pelo Congresso Nacional, estabelece um piso salarial de R$ 950,00 para os professores em todo o País e define novas regras para o magistério. No caso do Paraná, o novo piso está superado pelo valor do vencimento básico de R$ 1.392,00 já pago aos professores. Requião explicou para o Paraná não tem problemas com esse novo piso estabelecido, mas a regulação de novas horas de atividade pode prejudicar profundamente o programa para educação em vigor no Estado.
Requião explicou ao ministro do STF que o governo do Paraná tem em funcionamento um programa de formação continuada específica para o magistério, que prevê a liberação do professor para estudo nas Universidades do Paraná durante dois anos. No primeiro ano, o professor usa 100% de sua jornada de trabalho no sistema de reciclagem, e no segundo ano, tem 50% de sua carga horária liberada. “Se eu tiver que dar mais 30% de hora atividade aos professores, para cumprir o que a nova lei determina, teria que acabar com meu programa ou contratar mais 7 mil professores.”
Requião apresentou um panorama dos programas desenvolvidos pelo governo do Paraná na Educação, esclarecendo que o Estado repassa 30% das verbas orçamentárias ao setor, superando os 25% determinados pela Constituição Federal como repasse da União. Joaquim Barbosa elogiou os investimentos do governo paranaense em tecnologia nas escolas: em cada sala de aula há um aparelho televisor e recursos para uso de pen-drive, em cada escola um centro de informática, além dos 100 mil computadores distribuídos na rede de ensino do Estado.
Na saída, o governador disse aos jornalistas que ( – Atenção!! -) os Estados e municípios que têm seus planos de cargos e salários e cuidam de seus professores serão os maiores prejudicados, pois o novo piso de vencimentos incide sobre os salários e demais vantagens dentro de planos organizados. “Isto vai virar o samba do crioulo doido”, afirmou Requião. “Não preciso de interferências do governo federal para dizer como devo organizar a administração do meu Estado, que vai muito bem”, reiterou.
Depois do encontro com o ministro Joaquim Barbosa, Requião fez uma visita de cortesia ao presidente do STF, ministro Gilmar Mendes.

Requião discute Piso Nacional do Magistério com ministro do STF e diz que não precisa de interferência do governo federal em seu Estado

Aqui não tem dessa. Quando a discussão é em alto nível, é bem-vinda e o blog publica ( TSK! Mentira: baixo nível a gente publica também).
Não importa se, apesar da simpatia mútua que nutrem, o Requião faça alguma oposição pontual a iniciativas do governo Lula. Se o Requião tem suas reservas quanto ao projeto do governo federal ( para saber melhor sobre o piso, CLIQUE AQUI ), este deve ouvir as razões do governador. Que devem ser melhores do que se fossem saídas da cabecinha iluminada da turma do “Apagão Educacional Continuado”, turma esta a que Requião, definitivamente, não pertence. Vejam o trecho em que ele afirma que “os Estados e Municípios QUE JÁ CUIDAM da Educação como se deve serão os maiores prejudicados”, caso a adoção do plano, conforme concebido pelo governo federal, se imponha sobre os entes federativos. Como de praxe, os grifos que forem surgindo são do blog.
Requião discute piso salarial dos professores com ministro do STF
AEN/ PR
21/11/2008
O governador Roberto Requião reuniu-se nesta sexta-feira (21) com o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, para expor que a nova lei 11.738, que cria um piso salarial nacional para os professores de todo o País fere o princípio federativo. “Essa lei é uma invasão de competência ( do governo federal ) na organização do ensino nos Estados”, afirmou Requião, que estava acompanhado do governador André Puccinelli (MS) e de representantes dos governos de Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Ceará. Relator da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 4.167, ajuizada contra a lei 11.738 pelos governos do Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul e Ceará, o ministro Joaquim Barbosa disse aos governadores Requião e Puccinelli que pretende colocar a ADI em votação ainda este ano.
Requião explicitou ao ministro Barbosa que os governos estaduais que contestam a nova lei não estão contra um piso salarial para os professores. “Ninguém está contra o piso salarial, está contra a invasão do princípio federativo, pois além de interferir na administração dos Estados, a lei traz conseqüências práticas com o atrelamento dos planos de cargos e salários a um piso nacional”, disse.
A nova lei, cuja proposta original do governo federal foi modificada pelo Congresso Nacional, estabelece um piso salarial de R$ 950,00 para os professores em todo o País e define novas regras para o magistério. No caso do Paraná, o novo piso está superado pelo valor do vencimento básico de R$ 1.392,00 já pago aos professores. Requião explicou para o Paraná não tem problemas com esse novo piso estabelecido, mas a regulação de novas horas de atividade pode prejudicar profundamente o programa para educação em vigor no Estado.
Requião explicou ao ministro do STF que o governo do Paraná tem em funcionamento um programa de formação continuada específica para o magistério, que prevê a liberação do professor para estudo nas Universidades do Paraná durante dois anos. No primeiro ano, o professor usa 100% de sua jornada de trabalho no sistema de reciclagem, e no segundo ano, tem 50% de sua carga horária liberada. “Se eu tiver que dar mais 30% de hora atividade aos professores, para cumprir o que a nova lei determina, teria que acabar com meu programa ou contratar mais 7 mil professores.”
Requião apresentou um panorama dos programas desenvolvidos pelo governo do Paraná na Educação, esclarecendo que o Estado repassa 30% das verbas orçamentárias ao setor, superando os 25% determinados pela Constituição Federal como repasse da União. Joaquim Barbosa elogiou os investimentos do governo paranaense em tecnologia nas escolas: em cada sala de aula há um aparelho televisor e recursos para uso de pen-drive, em cada escola um centro de informática, além dos 100 mil computadores distribuídos na rede de ensino do Estado.
Na saída, o governador disse aos jornalistas que ( – Atenção!! -) os Estados e municípios que têm seus planos de cargos e salários e cuidam de seus professores serão os maiores prejudicados, pois o novo piso de vencimentos incide sobre os salários e demais vantagens dentro de planos organizados. “Isto vai virar o samba do crioulo doido”, afirmou Requião. “Não preciso de interferências do governo federal para dizer como devo organizar a administração do meu Estado, que vai muito bem”, reiterou.
Depois do encontro com o ministro Joaquim Barbosa, Requião fez uma visita de cortesia ao presidente do STF, ministro Gilmar Mendes.

Requião discute Piso Nacional do Magistério com ministro do STF e diz que não precisa de interferência do governo federal em seu Estado

Aqui não tem dessa. Quando a discussão é em alto nível, é bem-vinda e o blog publica ( TSK! Mentira: baixo nível a gente publica também).
Não importa se, apesar da simpatia mútua que nutrem, o Requião faça alguma oposição pontual a iniciativas do governo Lula. Se o Requião tem suas reservas quanto ao projeto do governo federal ( para saber melhor sobre o piso, CLIQUE AQUI ), este deve ouvir as razões do governador. Que devem ser melhores do que se fossem saídas da cabecinha iluminada da turma do “Apagão Educacional Continuado”, turma esta a que Requião, definitivamente, não pertence. Vejam o trecho em que ele afirma que “os Estados e Municípios QUE JÁ CUIDAM da Educação como se deve serão os maiores prejudicados”, caso a adoção do plano, conforme concebido pelo governo federal, se imponha sobre os entes federativos. Como de praxe, os grifos que forem surgindo são do blog.
Requião discute piso salarial dos professores com ministro do STF
AEN/ PR
21/11/2008
O governador Roberto Requião reuniu-se nesta sexta-feira (21) com o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, para expor que a nova lei 11.738, que cria um piso salarial nacional para os professores de todo o País fere o princípio federativo. “Essa lei é uma invasão de competência ( do governo federal ) na organização do ensino nos Estados”, afirmou Requião, que estava acompanhado do governador André Puccinelli (MS) e de representantes dos governos de Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Ceará. Relator da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 4.167, ajuizada contra a lei 11.738 pelos governos do Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul e Ceará, o ministro Joaquim Barbosa disse aos governadores Requião e Puccinelli que pretende colocar a ADI em votação ainda este ano.
Requião explicitou ao ministro Barbosa que os governos estaduais que contestam a nova lei não estão contra um piso salarial para os professores. “Ninguém está contra o piso salarial, está contra a invasão do princípio federativo, pois além de interferir na administração dos Estados, a lei traz conseqüências práticas com o atrelamento dos planos de cargos e salários a um piso nacional”, disse.
A nova lei, cuja proposta original do governo federal foi modificada pelo Congresso Nacional, estabelece um piso salarial de R$ 950,00 para os professores em todo o País e define novas regras para o magistério. No caso do Paraná, o novo piso está superado pelo valor do vencimento básico de R$ 1.392,00 já pago aos professores. Requião explicou para o Paraná não tem problemas com esse novo piso estabelecido, mas a regulação de novas horas de atividade pode prejudicar profundamente o programa para educação em vigor no Estado.
Requião explicou ao ministro do STF que o governo do Paraná tem em funcionamento um programa de formação continuada específica para o magistério, que prevê a liberação do professor para estudo nas Universidades do Paraná durante dois anos. No primeiro ano, o professor usa 100% de sua jornada de trabalho no sistema de reciclagem, e no segundo ano, tem 50% de sua carga horária liberada. “Se eu tiver que dar mais 30% de hora atividade aos professores, para cumprir o que a nova lei determina, teria que acabar com meu programa ou contratar mais 7 mil professores.”
Requião apresentou um panorama dos programas desenvolvidos pelo governo do Paraná na Educação, esclarecendo que o Estado repassa 30% das verbas orçamentárias ao setor, superando os 25% determinados pela Constituição Federal como repasse da União. Joaquim Barbosa elogiou os investimentos do governo paranaense em tecnologia nas escolas: em cada sala de aula há um aparelho televisor e recursos para uso de pen-drive, em cada escola um centro de informática, além dos 100 mil computadores distribuídos na rede de ensino do Estado.
Na saída, o governador disse aos jornalistas que ( – Atenção!! -) os Estados e municípios que têm seus planos de cargos e salários e cuidam de seus professores serão os maiores prejudicados, pois o novo piso de vencimentos incide sobre os salários e demais vantagens dentro de planos organizados. “Isto vai virar o samba do crioulo doido”, afirmou Requião. “Não preciso de interferências do governo federal para dizer como devo organizar a administração do meu Estado, que vai muito bem”, reiterou.
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Tema: Silver is the New Black. Blog no WordPress.com.

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