ENCALHE

junho 5, 2008

"Racismo arraigado e máquina republicana de difamação esmagarão Obama e McCain vencerá.", diz intelectual norteamericano

Chomsky: máquina de difamação republicana vencerá Obama
Vermelho, 04.06.08
O lingüista e ativista de esquerda americano Noam Chomsky prevê que os democratas obterão maioria no Senado e no Congresso sob a liderança de Barack Obama nas eleições do dia 4 de novembro, mas que o republicano John McCain vencerá as eleições presidenciais. Para Chomsky, Obama será vítima da “máquina de difamação” republicana.
São duas as razões que, na opinião de Chomsky, impedirão, “com toda probabilidade”, que o candidato democrata seja proclamado o primeiro presidente negro da história dos EUA: o racismo que subsiste na sociedade americana, sobretudo no sul do país, e a falta de escrúpulos dos republicanos na hora de desqualificarem seus rivais.
O exemplo de 2004
“O partido Republicano, que tem uma vertente realmente fascista, conta com uma formidável máquina de difamação e vilipêndio que ainda não foi colocada em ação contra Obama, mas que sem dúvida será usada”, declarou Chomsky à agência de notícias Efe por telefone.
Chomsky fez menção à campanha de 2004, entre o atual presidente George Bush e o democrata John Kerry, para apoiar seu argumento: “Um dos candidatos – disse em referência a Kerry – lutou no Vietnã, em uma das frentes mais difíceis e sangrentas. O outro – em referência a Bush – usou suas conexões para evitar o serviço militar”.
Racismo “está enraizado” nos EUA
“Pois bem, a máquina difamatória republicana conseguiu inverter os termos e o herói de guerra acabou se tornando um traidor, enquanto aquele que o papai ajudou a se livrar da guerra se tornou em um patriota americano”, declarou.
Além disso, Chomsky chamou de “alarmantes” as pesquisas que revelam que “uma alta percentagem de democratas afirmam que não votariam em um candidato negro”.
“O racismo está enraizado de forma muito profunda” nos EUA, disse ao afirmar que as primárias não refletem necessariamente o voto popular e que, além disso, no dia das eleições apenas 50% do eleitorado vai às urnas, o que faz com que a vitória de Obama nas primárias não lhe garanta o voto democrata em bloco.
Fonte: EFE

maio 31, 2008

Não sei se já falaram disso por aqui, mas: "ISRAEL TEM 150 ARMAS NUCLEARES NO MÍNIMO", diz Jimmy Carter!!

Declarações de ex-presidente norte-americano falam pela primeira vez de arsenal nuclear israelita
PÚBLICO.PT, 26.05.2008
O antigo Presidente norte-americano Jimmy Carter disse hoje, durante uma conferência no festival literário de Hay, no País de Gales, que Israel tem, pelo menos, 150 armas nucleares. É a primeira vez que um ex-Presidente norte-americano fala concretamente sobre o arsenal nuclear israelita.
A declaração surgiu após Carter ter sido questionado, por um jornalista, em relação à sua opinião sobre o arsenal nuclear iraniano e como o futuro presidente norte-americano deverá lidar com isso. Segundo Carter esse é um assunto que tem de ser analisado globalmente.
“Os Estados Unidos têm mais de 12 mil armas nucleares, a Rússia, mais ou menos o mesmo, França e Grã-Bretanha têm largas centenas e Israel tem 150 ou mais. Temos uma enorme diversidade de armamento”, disse.
Apesar da existência de armas nucleares em Israel ser mundialmente admitida, as entidades israelitas nunca admitiram a sua existência e os EUA nunca comentaram esta questão publicamente.
Jimmy Carter, Nobel da Paz, admitiu que Washington devia falar directamente com Teerão para pressionar o governo iraniano a abandonar a sua ambição nuclear. Uma vez que a política seguida há décadas, incluindo as sanções aplicadas, nunca dissuadiu o Irão de produzir urânio enriquecido.Carter, presidente entre 1977 e 1981, ajudou a negociar o tratado de paz entre Israel e o Egipto e a concluir o acordo estratégico de armamento com a União Soviética.

janeiro 11, 2008

Presidência dos Estados Unidos: Mulher ou negro?

Jasson de Oliveira Andrade
Fotos: Reprodução
Pela primeira vez na História dos Estados Unidos, o futuro presidente, nas eleições deste ano, poderá ser uma mulher (Hillary Clinton, ex-primeira-dama e senadora) ou um negro (Barack Obama, senador), que disputam o cargo pelo Partido Democrata (nada a ver com os “democratas” brasileiros, que são conservadores e torcem pelos Republicanos). Quem for escolhido candidato terá chance de ser eleito.

William Kristol, ideólogo neoconservador, em artigo publicado no “New York Times” e também na Folha (9/1/2008), afirma: “Obrigado, senador Obama. O senhor derrotou a senadora Clinton em Iowa. E de novo em New Hampshire. Não haverá retorno dos Clinton, o país agradece”. O autor defende a candidatura do conservador Huckabee. Pelo visto, ele prefere que seu candidato enfrente Obama. No entanto, Kristol cometeu um erro. Como escreveu o artigo antes da primária em Hampshire, diferentemente de seu desejo, quem venceu lá foi Hillary. Assim ela ainda está no páreo: os Clinton poderão retornar. Vai depender do resultado final para a escolha dos candidatos. Hoje é certo: o candidato dos democratas será entre uma mulher e um negro!
O jornalista Igor Gielow, em artigo na Folha, constata: “Ainda é cedo para fazer vaticínios sobre quem irá ocupar a Casa Branca quando Bush júnior tomar o caminho do rancho. Mas, vitorioso ou não, Barack Hussein Obama é “o” personagem desta etapa da campanha americana. (…) Há as características conhecidas: cristão negro, nome de mulçumano, filho de africano, colegial em país islâmico, jovem e aparentemente capaz de afundar o destróier Hillary Clinton na batalha naval das primárias democratas e, se for ungido candidato, o oponente republicano”. Poder vencer, realmente pode. No entanto, será que o eleitorado americano, conservador, irá mesmo elegê-lo. E se a candidata dos democratas for uma mulher, esse eleitorado vai elegê-la? Ou os republicanos, mesmo com candidatos fracos, em vista do conservadorismo do eleitorado, não poderão surpreender? Difícil fazer um prognóstico.Um fato curioso. Em 1926, Monteiro Lobato escreveu um livro prevendo a eleição de um negro para presidente dos Estados Unidos, o que iria ocorrer em 2228. Se acontecer a eleição agora em 2008, essa previsão se confirmará alguns anos antes. Alcino Leite Neto, em artigo para a Folha (18/11/2007), diz: “Na ficção científica “O Presidente Negro”, Monteiro Lobato vislumbra a disputa entre um negro e uma mulher para a Presidência dos EUA em 2228”. Adiante afirma: “A disputa entre [os senadores] Barack Obama e Hillary Clinton pela vaga democrata nas eleições presidenciais norte-americanas de 2008 tira lá do fundo poeirento dos sebos um livro estanho, polêmico e esquecido de Monteiro Lobato: “O Presidente Negro” [editado com “A Onda Verde” pela Brasiliense] – ou “O Choque das Raças”, o outro nome dado à obra, classificada assim pelo escritor: “Romance americano do ano 2228”. (…) Sim, trata-se de uma ficção científica, coisa rara nas letras brasileiras, e muito influenciada por H.G. Wells [1866-1946], de quem Lobato foi um dos primeiros tradutores no país. (…) Publicada em 1926, inicialmente na forma de um folhetim que durou três semanas e 20 capítulos nas páginas do jornal “A Manhã”, viria a se torna o único romance do escritor, conhecido no entanto por sua prolixidade”. O autor diz ainda que o romance é “fortemente polêmico”, “escorado em idéias racistas e até protonazistas”. Esta conclusão também é polêmica. Ele mesmo tem dúvidas e faz algumas perguntas, entre elas a seguinte: [O livro é] Um alerta provinciano contra a eugenia, que naqueles mesmos anos 20 florescia com tanto vigor nos EUA, como relata o ótimos livro “A Guerra contra os Fracos”, de Edwin Black? Ou uma fábula futurista que leva ao paroxismo as contradições embutidas na democracia americana?” Acredito que sim!Por enquanto uma pergunta. Presidência dos Estados Unidos: eleição de uma mulher ou de um negro? Se acontecer esta hipótese, o fato será inédito naquele país! A conferir.

JASSON DE OLIVEIRA ANDRADE é jornalista em Mogi Guaçu

Janeiro de 2008
Postado por Redação Portal Mogi

outubro 19, 2007

Merecia o Ig-Nobel!! ( em espanhol )

¿Al Gore defiende el medio ambiente?
Miguel Lamas
El ex vicepresidente yanqui Al Gore ha sido uno de los ganadores del Premio Nobel de la Paz 2007 «por sus esfuerzos por construir y divulgar un mayor conocimiento sobre el cambio climático».
El premio fue compartido con el Panel Intergubernamental sobre Cambio Climático (IPCC), de las Naciones Unidas, que reúne a 2500 científicos, entre ellos 50 argentinos. Pero, como tantas veces, el premio Nobel viene con trampa.
Los científicos del Panel atribuyeron el calentamiento global a actividades humanas en 90% y pronostican un alza de la temperatura media del planeta en 2100 de entre 1,1 y 6,4 grados, y confirmaron que inundaciones, sequías y hambrunas se intensificarán a raíz de los daños ecológicos si los gobiernos no adoptan medidas para proteger el medio ambiente. Los científicos evidentemente merecen el premio.
Gore merece el Nobel… de la mentira
El principal destinatario del premio, y el único que se publicita, es Al Gore.
¿Al Gore defensor de la paz?
El gobierno de Clinton, del cual fue vicepresidente (1993 al 2000) bombardeó Yugoslavia, Sudán, Afganistán, Irak, Haití, Zaire, y Liberia, utilizando toda clase de municiones destructivas incluidos proyectiles que contenían uranio empobrecido, causando la muerte de decenas de miles de civiles e irreparables daños ambientales.
¿Gore defensor del medio ambiente?
En diciembre de 1997 más de 160 países, entre ellos EE.UU., firmaron en Kioto (Japón) un protocolo para limitar las emisiones de CO2. Gore firmó, pero «para la gilada». Pues luego, ni él ni Clinton hicieron nada para que fuera aprobado por el Congreso norteamericano. Por lo tanto Estados Unidos, el país más contaminador del planeta, nunca adhirió.
El año pasado Gore hizo un documental visto por millones de personas: «Una verdad incómoda», que muestra los efectos del calentamiento global. Pero es más lo que esconde. Afirma que “Somos todos responsables”. Oculta que el 20 por ciento de la humanidad, principalmente las multinacionales, cometen el 80 por ciento de las agresiones contra el medio ambiente, o que el consumo de energía de un ciudadano medio del Primer Mundo es 70 veces mayor que uno de los países en desarrollo. ¡En la propia casa de Al Gore se consume 20 veces más energía que en la de una familia media norteamericana!
La trampas del Nobel
¿Pero es sólo que le dieron el premio a un charlatán caradura y mentiroso? Hay algo mucho más peligroso. Gore está entre los que defienden los agrocombustibles. Es decir, que la soja y maíz se usen para producir combustible, y a su vez sustituyan a los cultivos de papas, trigo y arroz, alimentos básicos de cientos de millones de pobres del planeta. Estos monocultivos para biocombustible ya están causando desertificación de grandes superficies, destruyendo bosques, pastizales y tierra de cultivos tradicionales en Latinoamérica, Asia y África. Una deforestación que aumentará las emisiones de gases de invernadero por el drenaje de suelos y la agricultura intensiva, y justamente acelerará el calentamiento global, además de encarecer hasta niveles imposibles de alcanzar para los pobres los precios del pan, harina, hortalizas y otros alimentos.
Por otro lado, en el colmo del cinismo, el imperialismo pretende que organismos multinacionales manejados por ellos controlen áreas del planeta como la Amazonia, arrebatando la soberanía de países pobres para, supuestamente, «defender la ecología».
El destructor es el capitalismo
Lo que está devastando al planeta y a los seres humanos es el capitalismo, con sus multinacionales y gobiernos imperialistas al frente. Es la lógica perversa de un sistema para el cual sólo importan las ganancias para una minoría de super millonarios. El ejemplo muy cercano lo tenemos con la empresa finlandesa Botnia, la cual sobornó al gobierno uruguayo del Frente Amplio para que le permitieran montar su gigantesca papelera, al precio de contaminar el río Uruguay y otros daños ecológicos. Si Botnia tiene ganancias para ellos “no interesa” que produzca en el futuro miles de personas con problemas respiratorios o cáncer de piel.La contaminación se puede frenar y revertir. El protocolo de Kioto, que prevé una reducción de emisiones de gas CO2 es sólo un pequeño paliativo. Para revertir el profundo deterioro ambiental hace falta un cambio revolucionario en la forma de producir, transportar, consumir y repartir. Una revolución socialista a escala internacional, que expropie a las multinacionales, derrote al imperialismo e imponga una planificación democrática de la economía al servicio de las amplias mayorías trabajadoras, contemplando el cuidado del conjunto de los seres humanos y de la Tierra como lo que es, el lugar en que vivimos todos.
BOLPRESS
18/10/07

Bush: o presidente mais impopular da História dos Estados Unidos ( em espanhol )

Bush se convierte en el presidente más impopular de EEUU
TeleSUR _ 18/10/07 El presidente de Estados Unidos, George W. Bush, se convirtió en el mandatario más impopular de la historia de la Casa Blanca, tras alcanzar 75 por ciento de rechazo a su gestión, según un sondeo divulgado este miércoles por la firma Harris Interactive.
Luego siete años en la Casa Blanca, tras ganar en unas controvertidas elecciones en 2000, Bush es cuestionado cada vez más por la mayoría de la población. Todas las encuestas coinciden en que la popularidad del mandatario está en sus niveles más bajos desde que llegó al poder.
Pero el sondeo de Harris Interactive, le ha otorgado a Bush el récord de ser el presidente más impopular de la historia de Estados Unidos, tras superar a Richard Nixon (1969-1974) y Harry Truman (1945-1953), quienes acumularon 66 y 65 por ciento de rechazo respectivamente durante sus gobiernos, y quienes hasta ahora eran los presidentes menos populares del país.
Apenas el pasado mes de julio, Bush competía con Truman y Nixon, tras alcanzar
65 por ciento de desaprobación, según un sondeo del diario The Washington Post.
La encuenta también ha alcanzado a varios miembros de su gabinete. Según el estudio, 55 por ciento de los mil tres entrevistados calificó de negativo el trabajo del secretario de Defensa, Robert Gates, y 51 por ciento rechazó la labor de la jefa secretaria de Estado, Condoleezza Rice.
La guerra que Bush insiste en mantener en Irak, pese a la desaprobación mundial, y los
numerosos escándalos que han rodeado a su administración, han sido las razones para que el actual mandatario, que dejará el poder el año próximo, sea rechazado por los propios estadounidenses.
Ante este panorama, cada vez más republicanos se alejan de la Casa Blanca, en especial los precandidatos del partido para las elecciones del 2008.
Una reciente encuesta de la televisora NBC News y el periódico Wall Street Journal señaló un 48 por ciento de los votantes conservadores quiere un nuevo presidente diferente a Bush.
Según la NBC News, la mayoría de los aspirantes del partido de gobierno se han distanciado del jefe de Estado, en especial por su conducción de la guerra en Iraq y en temas de inmigración.
RIA Novosti

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