ENCALHE

junho 5, 2008

Brasil vive maior período de estabilidade democrática, diz Advogado-Geral da União

Toffoli destacará em palestra para prefeitos que Brasil vive maior período de estabilidade democrática
AGU, 04.06.08
O Advogado-Geral da União, ministro José Antonio Dias Toffoli, apresentará nesta quarta-feira (04/06), para os participantes do I Congresso de Prefeitos e Autoridades, em Brasília (DF), a palestra “Descentralização e Princípio da Subsidiariedade: avanços e desafios da Federação Brasileira”. O congresso tem como tema central os “20 Anos da Constituição Federal: avanços e desafios para a centralização político-administrativa e fiscal”.
Para Toffoli, os 20 anos de vigência da atual Carta Magna representam uma razão para celebrar. “Trata-se do maior período de estabilidade democrática do país. A Constituição Cidadã, como ficou conhecida a Constituição de 1988, pelo seu conteúdo, é também motivo ainda maior de orgulho para o nosso país. Ela é a reserva do Estado de direito, lugar garantidor da democracia, dos direitos sociais e das liberdades individuais de todos os brasileiros”.
O ministro-chefe da AGU enfatizará que a atual Constituição foi promulgada como resposta democrática ao Estado autoritário do regime militar e representa agora “um paradigma de luta pelas igualdades que ainda marcam a ferro e fogo a nossa gente”. Municípios
Toffoli abordará ainda o reconhecimento dos municípios brasileiros como entes federados pela Constituição de 1988, como fato que gerou uma nova ordem institucional e federativa. “O fortalecimento do governo local, inclusive na sua autonomia, foi e ainda é uma decisão política acertada e coerente com o princípio federal e com o princípio da subsidiariedade”.
De acordo com o princípio da subsidiariedade, explicará o ministro, no sistema federal, tudo o que puder ser atendido por uma organização política local, como o município e a comunidade (Estado local), não deve ser repassado às entidades políticas superiores.
Para o Advogado-Geral, o governo do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva procura fortalecer a Federação brasileira, com o objetivo de promover uma repactuação do país para a construção de um novo ciclo histórico de desenvolvimento, socialmente mais justo e inclusivo, capaz de enfrentar a agenda histórica e estrutural das desigualdades sociais e regionais.
“O Presidente Lula assumiu a responsabilidade de construir uma nova relação com estados e municípios, qualificando as três esferas de governo para o cumprimento de suas atribuições constitucionais e promovendo uma maior articulação e coordenação das ações e políticas públicas entre a União, os estados e os municípios”.
O I Congresso de Prefeitos e Autoridades é uma realização da Oficina Municipal e Fundação Konrad Adenauer, numa promoção da Confederação Nacional dos Municípios (CNM) e União dos Vereadores do Estado de São Paulo (UVESP).
O evento acontece no Hotel Nacional e a palestra do Advogado-Geral será às 20h30. O hotel fica no Setor Hoteleiro Sul (SHS), Quadra 1.

dezembro 5, 2007

"Prefeito petista assassinado de forma ‘escabrosa’ em Novembro não é notícia para o imprensalão", acusa jornalista

Um assassinato que não é notícia
Geraldo de Souza Dias, ex-prefeito petista de São Bento do Sapucaí (SP) candidato no que vem, foi violentamente assassinado por quatro homens encapuzados na sexta-feira (30). Até hoje, os jornalões não comentaram o fato.
Bernardo Kucinski*
SÃO PAULO – Saiu no portal Terra, por iniciativa de um internauta. Mesmo assim, passados quatro dias, nenhum dos jornalões noticiou até hoje o assassinato de Geraldo de Souza Dias, ex-prefeito petista de São Bento do Sapucaí e candidato forte na campanha do ano que vem. O crime aconteceu na sexta-feira (30). Nem mesmo a forma escabrosa do assassinato fez do fato uma notícia nos jornalões: de noite, ao chegar ao seu depósito de materiais de construção, foi pego por quatro encapuzados e enforcado com fios.
“Uma morte horrorosa. O corpo ficou exposto do lado de fora da loja, de modo que quem passava na estrada podia ver”, relata um dos seus amigos. Geraldo foi prefeito de São Bento do Sapucaí de 2000 a 2004 e havia anunciado sua candidatura para a campanha do ano que vem, com boa chance de ganhar, segundo seus amigos. Era do PT ligado á Igreja Católica. Era casado, pai de quatro filhos. Ia à missa todos os domingos, católico praticante. Vinha de família radicada há muitos anos em São Bento do Sapucaí.
Geraldo de Souza Dias foi eleito em coligação com o PSDB, que tinha o vice na chapa. Presumia-se que na campanha seguinte, de 2004, a dobradinha seria invertida: o PSDB lançaria o candidato a prefeito com o apoio do PT, que então ficaria com o vice. Mas isso não aconteceu. O PT lançou candidato próprio e perdeu eleição. O PSDB perdeu também, sendo eleito o candidato do PMDB, atual prefeito. São Bento fica encravada na Serra da Mantiqueira. Tem recebido muitos turistas. Alguns artistas e intelectuais montaram casas de campo. A gestão do Geraldo, segundo essas pessoas, foi correta e não houve corrupção. Arrecadou muito impostos, como o IPTU, o que gerou alguma insatisfação política. Incentivou a educação e a cultura. Não fez grandes obras na cidade.
Geraldo sofreu ameaças anteriormente. Quando Celso Daniel foi assassinado, ele recebeu ameaças e reforçou sua segurança. Seus amigos divulgaram segunda-feira (3) um manifesto exigindo imediata e rigorosa apuração do crime: “(…) esperamos que haja rigor da perícia policial para o desvendamento desse crime hediondo, confiantes nas autoridades competentes, para que não haja omissão nem postergação da apuração dos fatos, nem parcialidade e nem impunidade, pois assim se faz necessário para que a sociedade encontre na lei a ordem e a paz desejadas…”
* Colaborou Ademir Buitoni
Carta Maior
05/12/07

"Prefeito petista assassinado de forma ‘escabrosa’ em Novembro não é notícia para o imprensalão", acusa jornalista

Um assassinato que não é notícia
Geraldo de Souza Dias, ex-prefeito petista de São Bento do Sapucaí (SP) candidato no que vem, foi violentamente assassinado por quatro homens encapuzados na sexta-feira (30). Até hoje, os jornalões não comentaram o fato.
Bernardo Kucinski*
SÃO PAULO – Saiu no portal Terra, por iniciativa de um internauta. Mesmo assim, passados quatro dias, nenhum dos jornalões noticiou até hoje o assassinato de Geraldo de Souza Dias, ex-prefeito petista de São Bento do Sapucaí e candidato forte na campanha do ano que vem. O crime aconteceu na sexta-feira (30). Nem mesmo a forma escabrosa do assassinato fez do fato uma notícia nos jornalões: de noite, ao chegar ao seu depósito de materiais de construção, foi pego por quatro encapuzados e enforcado com fios.
“Uma morte horrorosa. O corpo ficou exposto do lado de fora da loja, de modo que quem passava na estrada podia ver”, relata um dos seus amigos. Geraldo foi prefeito de São Bento do Sapucaí de 2000 a 2004 e havia anunciado sua candidatura para a campanha do ano que vem, com boa chance de ganhar, segundo seus amigos. Era do PT ligado á Igreja Católica. Era casado, pai de quatro filhos. Ia à missa todos os domingos, católico praticante. Vinha de família radicada há muitos anos em São Bento do Sapucaí.
Geraldo de Souza Dias foi eleito em coligação com o PSDB, que tinha o vice na chapa. Presumia-se que na campanha seguinte, de 2004, a dobradinha seria invertida: o PSDB lançaria o candidato a prefeito com o apoio do PT, que então ficaria com o vice. Mas isso não aconteceu. O PT lançou candidato próprio e perdeu eleição. O PSDB perdeu também, sendo eleito o candidato do PMDB, atual prefeito. São Bento fica encravada na Serra da Mantiqueira. Tem recebido muitos turistas. Alguns artistas e intelectuais montaram casas de campo. A gestão do Geraldo, segundo essas pessoas, foi correta e não houve corrupção. Arrecadou muito impostos, como o IPTU, o que gerou alguma insatisfação política. Incentivou a educação e a cultura. Não fez grandes obras na cidade.
Geraldo sofreu ameaças anteriormente. Quando Celso Daniel foi assassinado, ele recebeu ameaças e reforçou sua segurança. Seus amigos divulgaram segunda-feira (3) um manifesto exigindo imediata e rigorosa apuração do crime: “(…) esperamos que haja rigor da perícia policial para o desvendamento desse crime hediondo, confiantes nas autoridades competentes, para que não haja omissão nem postergação da apuração dos fatos, nem parcialidade e nem impunidade, pois assim se faz necessário para que a sociedade encontre na lei a ordem e a paz desejadas…”
* Colaborou Ademir Buitoni
Carta Maior
05/12/07

"Prefeito petista assassinado de forma ‘escabrosa’ em Novembro não é notícia para o imprensalão", acusa jornalista

Um assassinato que não é notícia
Geraldo de Souza Dias, ex-prefeito petista de São Bento do Sapucaí (SP) candidato no que vem, foi violentamente assassinado por quatro homens encapuzados na sexta-feira (30). Até hoje, os jornalões não comentaram o fato.
Bernardo Kucinski*
SÃO PAULO – Saiu no portal Terra, por iniciativa de um internauta. Mesmo assim, passados quatro dias, nenhum dos jornalões noticiou até hoje o assassinato de Geraldo de Souza Dias, ex-prefeito petista de São Bento do Sapucaí e candidato forte na campanha do ano que vem. O crime aconteceu na sexta-feira (30). Nem mesmo a forma escabrosa do assassinato fez do fato uma notícia nos jornalões: de noite, ao chegar ao seu depósito de materiais de construção, foi pego por quatro encapuzados e enforcado com fios.
“Uma morte horrorosa. O corpo ficou exposto do lado de fora da loja, de modo que quem passava na estrada podia ver”, relata um dos seus amigos. Geraldo foi prefeito de São Bento do Sapucaí de 2000 a 2004 e havia anunciado sua candidatura para a campanha do ano que vem, com boa chance de ganhar, segundo seus amigos. Era do PT ligado á Igreja Católica. Era casado, pai de quatro filhos. Ia à missa todos os domingos, católico praticante. Vinha de família radicada há muitos anos em São Bento do Sapucaí.
Geraldo de Souza Dias foi eleito em coligação com o PSDB, que tinha o vice na chapa. Presumia-se que na campanha seguinte, de 2004, a dobradinha seria invertida: o PSDB lançaria o candidato a prefeito com o apoio do PT, que então ficaria com o vice. Mas isso não aconteceu. O PT lançou candidato próprio e perdeu eleição. O PSDB perdeu também, sendo eleito o candidato do PMDB, atual prefeito. São Bento fica encravada na Serra da Mantiqueira. Tem recebido muitos turistas. Alguns artistas e intelectuais montaram casas de campo. A gestão do Geraldo, segundo essas pessoas, foi correta e não houve corrupção. Arrecadou muito impostos, como o IPTU, o que gerou alguma insatisfação política. Incentivou a educação e a cultura. Não fez grandes obras na cidade.
Geraldo sofreu ameaças anteriormente. Quando Celso Daniel foi assassinado, ele recebeu ameaças e reforçou sua segurança. Seus amigos divulgaram segunda-feira (3) um manifesto exigindo imediata e rigorosa apuração do crime: “(…) esperamos que haja rigor da perícia policial para o desvendamento desse crime hediondo, confiantes nas autoridades competentes, para que não haja omissão nem postergação da apuração dos fatos, nem parcialidade e nem impunidade, pois assim se faz necessário para que a sociedade encontre na lei a ordem e a paz desejadas…”
* Colaborou Ademir Buitoni
Carta Maior
05/12/07

"Prefeito petista assassinado de forma ‘escabrosa’ em Novembro não é notícia para o imprensalão", acusa jornalista

Um assassinato que não é notícia
Geraldo de Souza Dias, ex-prefeito petista de São Bento do Sapucaí (SP) candidato no que vem, foi violentamente assassinado por quatro homens encapuzados na sexta-feira (30). Até hoje, os jornalões não comentaram o fato.
Bernardo Kucinski*
SÃO PAULO – Saiu no portal Terra, por iniciativa de um internauta. Mesmo assim, passados quatro dias, nenhum dos jornalões noticiou até hoje o assassinato de Geraldo de Souza Dias, ex-prefeito petista de São Bento do Sapucaí e candidato forte na campanha do ano que vem. O crime aconteceu na sexta-feira (30). Nem mesmo a forma escabrosa do assassinato fez do fato uma notícia nos jornalões: de noite, ao chegar ao seu depósito de materiais de construção, foi pego por quatro encapuzados e enforcado com fios.
“Uma morte horrorosa. O corpo ficou exposto do lado de fora da loja, de modo que quem passava na estrada podia ver”, relata um dos seus amigos. Geraldo foi prefeito de São Bento do Sapucaí de 2000 a 2004 e havia anunciado sua candidatura para a campanha do ano que vem, com boa chance de ganhar, segundo seus amigos. Era do PT ligado á Igreja Católica. Era casado, pai de quatro filhos. Ia à missa todos os domingos, católico praticante. Vinha de família radicada há muitos anos em São Bento do Sapucaí.
Geraldo de Souza Dias foi eleito em coligação com o PSDB, que tinha o vice na chapa. Presumia-se que na campanha seguinte, de 2004, a dobradinha seria invertida: o PSDB lançaria o candidato a prefeito com o apoio do PT, que então ficaria com o vice. Mas isso não aconteceu. O PT lançou candidato próprio e perdeu eleição. O PSDB perdeu também, sendo eleito o candidato do PMDB, atual prefeito. São Bento fica encravada na Serra da Mantiqueira. Tem recebido muitos turistas. Alguns artistas e intelectuais montaram casas de campo. A gestão do Geraldo, segundo essas pessoas, foi correta e não houve corrupção. Arrecadou muito impostos, como o IPTU, o que gerou alguma insatisfação política. Incentivou a educação e a cultura. Não fez grandes obras na cidade.
Geraldo sofreu ameaças anteriormente. Quando Celso Daniel foi assassinado, ele recebeu ameaças e reforçou sua segurança. Seus amigos divulgaram segunda-feira (3) um manifesto exigindo imediata e rigorosa apuração do crime: “(…) esperamos que haja rigor da perícia policial para o desvendamento desse crime hediondo, confiantes nas autoridades competentes, para que não haja omissão nem postergação da apuração dos fatos, nem parcialidade e nem impunidade, pois assim se faz necessário para que a sociedade encontre na lei a ordem e a paz desejadas…”
* Colaborou Ademir Buitoni
Carta Maior
05/12/07

"Prefeito petista assassinado de forma ‘escabrosa’ em Novembro não é notícia para o imprensalão", acusa jornalista

Um assassinato que não é notícia
Geraldo de Souza Dias, ex-prefeito petista de São Bento do Sapucaí (SP) candidato no que vem, foi violentamente assassinado por quatro homens encapuzados na sexta-feira (30). Até hoje, os jornalões não comentaram o fato.
Bernardo Kucinski*
SÃO PAULO – Saiu no portal Terra, por iniciativa de um internauta. Mesmo assim, passados quatro dias, nenhum dos jornalões noticiou até hoje o assassinato de Geraldo de Souza Dias, ex-prefeito petista de São Bento do Sapucaí e candidato forte na campanha do ano que vem. O crime aconteceu na sexta-feira (30). Nem mesmo a forma escabrosa do assassinato fez do fato uma notícia nos jornalões: de noite, ao chegar ao seu depósito de materiais de construção, foi pego por quatro encapuzados e enforcado com fios.
“Uma morte horrorosa. O corpo ficou exposto do lado de fora da loja, de modo que quem passava na estrada podia ver”, relata um dos seus amigos. Geraldo foi prefeito de São Bento do Sapucaí de 2000 a 2004 e havia anunciado sua candidatura para a campanha do ano que vem, com boa chance de ganhar, segundo seus amigos. Era do PT ligado á Igreja Católica. Era casado, pai de quatro filhos. Ia à missa todos os domingos, católico praticante. Vinha de família radicada há muitos anos em São Bento do Sapucaí.
Geraldo de Souza Dias foi eleito em coligação com o PSDB, que tinha o vice na chapa. Presumia-se que na campanha seguinte, de 2004, a dobradinha seria invertida: o PSDB lançaria o candidato a prefeito com o apoio do PT, que então ficaria com o vice. Mas isso não aconteceu. O PT lançou candidato próprio e perdeu eleição. O PSDB perdeu também, sendo eleito o candidato do PMDB, atual prefeito. São Bento fica encravada na Serra da Mantiqueira. Tem recebido muitos turistas. Alguns artistas e intelectuais montaram casas de campo. A gestão do Geraldo, segundo essas pessoas, foi correta e não houve corrupção. Arrecadou muito impostos, como o IPTU, o que gerou alguma insatisfação política. Incentivou a educação e a cultura. Não fez grandes obras na cidade.
Geraldo sofreu ameaças anteriormente. Quando Celso Daniel foi assassinado, ele recebeu ameaças e reforçou sua segurança. Seus amigos divulgaram segunda-feira (3) um manifesto exigindo imediata e rigorosa apuração do crime: “(…) esperamos que haja rigor da perícia policial para o desvendamento desse crime hediondo, confiantes nas autoridades competentes, para que não haja omissão nem postergação da apuração dos fatos, nem parcialidade e nem impunidade, pois assim se faz necessário para que a sociedade encontre na lei a ordem e a paz desejadas…”
* Colaborou Ademir Buitoni
Carta Maior
05/12/07

"Prefeito petista assassinado de forma ‘escabrosa’ em Novembro não é notícia para o imprensalão", acusa jornalista

Um assassinato que não é notícia
Geraldo de Souza Dias, ex-prefeito petista de São Bento do Sapucaí (SP) candidato no que vem, foi violentamente assassinado por quatro homens encapuzados na sexta-feira (30). Até hoje, os jornalões não comentaram o fato.
Bernardo Kucinski*
SÃO PAULO – Saiu no portal Terra, por iniciativa de um internauta. Mesmo assim, passados quatro dias, nenhum dos jornalões noticiou até hoje o assassinato de Geraldo de Souza Dias, ex-prefeito petista de São Bento do Sapucaí e candidato forte na campanha do ano que vem. O crime aconteceu na sexta-feira (30). Nem mesmo a forma escabrosa do assassinato fez do fato uma notícia nos jornalões: de noite, ao chegar ao seu depósito de materiais de construção, foi pego por quatro encapuzados e enforcado com fios.
“Uma morte horrorosa. O corpo ficou exposto do lado de fora da loja, de modo que quem passava na estrada podia ver”, relata um dos seus amigos. Geraldo foi prefeito de São Bento do Sapucaí de 2000 a 2004 e havia anunciado sua candidatura para a campanha do ano que vem, com boa chance de ganhar, segundo seus amigos. Era do PT ligado á Igreja Católica. Era casado, pai de quatro filhos. Ia à missa todos os domingos, católico praticante. Vinha de família radicada há muitos anos em São Bento do Sapucaí.
Geraldo de Souza Dias foi eleito em coligação com o PSDB, que tinha o vice na chapa. Presumia-se que na campanha seguinte, de 2004, a dobradinha seria invertida: o PSDB lançaria o candidato a prefeito com o apoio do PT, que então ficaria com o vice. Mas isso não aconteceu. O PT lançou candidato próprio e perdeu eleição. O PSDB perdeu também, sendo eleito o candidato do PMDB, atual prefeito. São Bento fica encravada na Serra da Mantiqueira. Tem recebido muitos turistas. Alguns artistas e intelectuais montaram casas de campo. A gestão do Geraldo, segundo essas pessoas, foi correta e não houve corrupção. Arrecadou muito impostos, como o IPTU, o que gerou alguma insatisfação política. Incentivou a educação e a cultura. Não fez grandes obras na cidade.
Geraldo sofreu ameaças anteriormente. Quando Celso Daniel foi assassinado, ele recebeu ameaças e reforçou sua segurança. Seus amigos divulgaram segunda-feira (3) um manifesto exigindo imediata e rigorosa apuração do crime: “(…) esperamos que haja rigor da perícia policial para o desvendamento desse crime hediondo, confiantes nas autoridades competentes, para que não haja omissão nem postergação da apuração dos fatos, nem parcialidade e nem impunidade, pois assim se faz necessário para que a sociedade encontre na lei a ordem e a paz desejadas…”
* Colaborou Ademir Buitoni
Carta Maior
05/12/07

"Prefeito petista assassinado de forma ‘escabrosa’ em Novembro não é notícia para o imprensalão", acusa jornalista

Um assassinato que não é notícia
Geraldo de Souza Dias, ex-prefeito petista de São Bento do Sapucaí (SP) candidato no que vem, foi violentamente assassinado por quatro homens encapuzados na sexta-feira (30). Até hoje, os jornalões não comentaram o fato.
Bernardo Kucinski*
SÃO PAULO – Saiu no portal Terra, por iniciativa de um internauta. Mesmo assim, passados quatro dias, nenhum dos jornalões noticiou até hoje o assassinato de Geraldo de Souza Dias, ex-prefeito petista de São Bento do Sapucaí e candidato forte na campanha do ano que vem. O crime aconteceu na sexta-feira (30). Nem mesmo a forma escabrosa do assassinato fez do fato uma notícia nos jornalões: de noite, ao chegar ao seu depósito de materiais de construção, foi pego por quatro encapuzados e enforcado com fios.
“Uma morte horrorosa. O corpo ficou exposto do lado de fora da loja, de modo que quem passava na estrada podia ver”, relata um dos seus amigos. Geraldo foi prefeito de São Bento do Sapucaí de 2000 a 2004 e havia anunciado sua candidatura para a campanha do ano que vem, com boa chance de ganhar, segundo seus amigos. Era do PT ligado á Igreja Católica. Era casado, pai de quatro filhos. Ia à missa todos os domingos, católico praticante. Vinha de família radicada há muitos anos em São Bento do Sapucaí.
Geraldo de Souza Dias foi eleito em coligação com o PSDB, que tinha o vice na chapa. Presumia-se que na campanha seguinte, de 2004, a dobradinha seria invertida: o PSDB lançaria o candidato a prefeito com o apoio do PT, que então ficaria com o vice. Mas isso não aconteceu. O PT lançou candidato próprio e perdeu eleição. O PSDB perdeu também, sendo eleito o candidato do PMDB, atual prefeito. São Bento fica encravada na Serra da Mantiqueira. Tem recebido muitos turistas. Alguns artistas e intelectuais montaram casas de campo. A gestão do Geraldo, segundo essas pessoas, foi correta e não houve corrupção. Arrecadou muito impostos, como o IPTU, o que gerou alguma insatisfação política. Incentivou a educação e a cultura. Não fez grandes obras na cidade.
Geraldo sofreu ameaças anteriormente. Quando Celso Daniel foi assassinado, ele recebeu ameaças e reforçou sua segurança. Seus amigos divulgaram segunda-feira (3) um manifesto exigindo imediata e rigorosa apuração do crime: “(…) esperamos que haja rigor da perícia policial para o desvendamento desse crime hediondo, confiantes nas autoridades competentes, para que não haja omissão nem postergação da apuração dos fatos, nem parcialidade e nem impunidade, pois assim se faz necessário para que a sociedade encontre na lei a ordem e a paz desejadas…”
* Colaborou Ademir Buitoni
Carta Maior
05/12/07

"Prefeito petista assassinado de forma ‘escabrosa’ em Novembro não é notícia para o imprensalão", acusa jornalista

Um assassinato que não é notícia
Geraldo de Souza Dias, ex-prefeito petista de São Bento do Sapucaí (SP) candidato no que vem, foi violentamente assassinado por quatro homens encapuzados na sexta-feira (30). Até hoje, os jornalões não comentaram o fato.
Bernardo Kucinski*
SÃO PAULO – Saiu no portal Terra, por iniciativa de um internauta. Mesmo assim, passados quatro dias, nenhum dos jornalões noticiou até hoje o assassinato de Geraldo de Souza Dias, ex-prefeito petista de São Bento do Sapucaí e candidato forte na campanha do ano que vem. O crime aconteceu na sexta-feira (30). Nem mesmo a forma escabrosa do assassinato fez do fato uma notícia nos jornalões: de noite, ao chegar ao seu depósito de materiais de construção, foi pego por quatro encapuzados e enforcado com fios.
“Uma morte horrorosa. O corpo ficou exposto do lado de fora da loja, de modo que quem passava na estrada podia ver”, relata um dos seus amigos. Geraldo foi prefeito de São Bento do Sapucaí de 2000 a 2004 e havia anunciado sua candidatura para a campanha do ano que vem, com boa chance de ganhar, segundo seus amigos. Era do PT ligado á Igreja Católica. Era casado, pai de quatro filhos. Ia à missa todos os domingos, católico praticante. Vinha de família radicada há muitos anos em São Bento do Sapucaí.
Geraldo de Souza Dias foi eleito em coligação com o PSDB, que tinha o vice na chapa. Presumia-se que na campanha seguinte, de 2004, a dobradinha seria invertida: o PSDB lançaria o candidato a prefeito com o apoio do PT, que então ficaria com o vice. Mas isso não aconteceu. O PT lançou candidato próprio e perdeu eleição. O PSDB perdeu também, sendo eleito o candidato do PMDB, atual prefeito. São Bento fica encravada na Serra da Mantiqueira. Tem recebido muitos turistas. Alguns artistas e intelectuais montaram casas de campo. A gestão do Geraldo, segundo essas pessoas, foi correta e não houve corrupção. Arrecadou muito impostos, como o IPTU, o que gerou alguma insatisfação política. Incentivou a educação e a cultura. Não fez grandes obras na cidade.
Geraldo sofreu ameaças anteriormente. Quando Celso Daniel foi assassinado, ele recebeu ameaças e reforçou sua segurança. Seus amigos divulgaram segunda-feira (3) um manifesto exigindo imediata e rigorosa apuração do crime: “(…) esperamos que haja rigor da perícia policial para o desvendamento desse crime hediondo, confiantes nas autoridades competentes, para que não haja omissão nem postergação da apuração dos fatos, nem parcialidade e nem impunidade, pois assim se faz necessário para que a sociedade encontre na lei a ordem e a paz desejadas…”
* Colaborou Ademir Buitoni
Carta Maior
05/12/07

"Prefeito petista assassinado de forma ‘escabrosa’ em Novembro não é notícia para o imprensalão", acusa jornalista

Um assassinato que não é notícia
Geraldo de Souza Dias, ex-prefeito petista de São Bento do Sapucaí (SP) candidato no que vem, foi violentamente assassinado por quatro homens encapuzados na sexta-feira (30). Até hoje, os jornalões não comentaram o fato.
Bernardo Kucinski*
SÃO PAULO – Saiu no portal Terra, por iniciativa de um internauta. Mesmo assim, passados quatro dias, nenhum dos jornalões noticiou até hoje o assassinato de Geraldo de Souza Dias, ex-prefeito petista de São Bento do Sapucaí e candidato forte na campanha do ano que vem. O crime aconteceu na sexta-feira (30). Nem mesmo a forma escabrosa do assassinato fez do fato uma notícia nos jornalões: de noite, ao chegar ao seu depósito de materiais de construção, foi pego por quatro encapuzados e enforcado com fios.
“Uma morte horrorosa. O corpo ficou exposto do lado de fora da loja, de modo que quem passava na estrada podia ver”, relata um dos seus amigos. Geraldo foi prefeito de São Bento do Sapucaí de 2000 a 2004 e havia anunciado sua candidatura para a campanha do ano que vem, com boa chance de ganhar, segundo seus amigos. Era do PT ligado á Igreja Católica. Era casado, pai de quatro filhos. Ia à missa todos os domingos, católico praticante. Vinha de família radicada há muitos anos em São Bento do Sapucaí.
Geraldo de Souza Dias foi eleito em coligação com o PSDB, que tinha o vice na chapa. Presumia-se que na campanha seguinte, de 2004, a dobradinha seria invertida: o PSDB lançaria o candidato a prefeito com o apoio do PT, que então ficaria com o vice. Mas isso não aconteceu. O PT lançou candidato próprio e perdeu eleição. O PSDB perdeu também, sendo eleito o candidato do PMDB, atual prefeito. São Bento fica encravada na Serra da Mantiqueira. Tem recebido muitos turistas. Alguns artistas e intelectuais montaram casas de campo. A gestão do Geraldo, segundo essas pessoas, foi correta e não houve corrupção. Arrecadou muito impostos, como o IPTU, o que gerou alguma insatisfação política. Incentivou a educação e a cultura. Não fez grandes obras na cidade.
Geraldo sofreu ameaças anteriormente. Quando Celso Daniel foi assassinado, ele recebeu ameaças e reforçou sua segurança. Seus amigos divulgaram segunda-feira (3) um manifesto exigindo imediata e rigorosa apuração do crime: “(…) esperamos que haja rigor da perícia policial para o desvendamento desse crime hediondo, confiantes nas autoridades competentes, para que não haja omissão nem postergação da apuração dos fatos, nem parcialidade e nem impunidade, pois assim se faz necessário para que a sociedade encontre na lei a ordem e a paz desejadas…”
* Colaborou Ademir Buitoni
Carta Maior
05/12/07

"Prefeito petista assassinado de forma ‘escabrosa’ em Novembro não é notícia para o imprensalão", acusa jornalista

Um assassinato que não é notícia
Geraldo de Souza Dias, ex-prefeito petista de São Bento do Sapucaí (SP) candidato no que vem, foi violentamente assassinado por quatro homens encapuzados na sexta-feira (30). Até hoje, os jornalões não comentaram o fato.
Bernardo Kucinski*
SÃO PAULO – Saiu no portal Terra, por iniciativa de um internauta. Mesmo assim, passados quatro dias, nenhum dos jornalões noticiou até hoje o assassinato de Geraldo de Souza Dias, ex-prefeito petista de São Bento do Sapucaí e candidato forte na campanha do ano que vem. O crime aconteceu na sexta-feira (30). Nem mesmo a forma escabrosa do assassinato fez do fato uma notícia nos jornalões: de noite, ao chegar ao seu depósito de materiais de construção, foi pego por quatro encapuzados e enforcado com fios.
“Uma morte horrorosa. O corpo ficou exposto do lado de fora da loja, de modo que quem passava na estrada podia ver”, relata um dos seus amigos. Geraldo foi prefeito de São Bento do Sapucaí de 2000 a 2004 e havia anunciado sua candidatura para a campanha do ano que vem, com boa chance de ganhar, segundo seus amigos. Era do PT ligado á Igreja Católica. Era casado, pai de quatro filhos. Ia à missa todos os domingos, católico praticante. Vinha de família radicada há muitos anos em São Bento do Sapucaí.
Geraldo de Souza Dias foi eleito em coligação com o PSDB, que tinha o vice na chapa. Presumia-se que na campanha seguinte, de 2004, a dobradinha seria invertida: o PSDB lançaria o candidato a prefeito com o apoio do PT, que então ficaria com o vice. Mas isso não aconteceu. O PT lançou candidato próprio e perdeu eleição. O PSDB perdeu também, sendo eleito o candidato do PMDB, atual prefeito. São Bento fica encravada na Serra da Mantiqueira. Tem recebido muitos turistas. Alguns artistas e intelectuais montaram casas de campo. A gestão do Geraldo, segundo essas pessoas, foi correta e não houve corrupção. Arrecadou muito impostos, como o IPTU, o que gerou alguma insatisfação política. Incentivou a educação e a cultura. Não fez grandes obras na cidade.
Geraldo sofreu ameaças anteriormente. Quando Celso Daniel foi assassinado, ele recebeu ameaças e reforçou sua segurança. Seus amigos divulgaram segunda-feira (3) um manifesto exigindo imediata e rigorosa apuração do crime: “(…) esperamos que haja rigor da perícia policial para o desvendamento desse crime hediondo, confiantes nas autoridades competentes, para que não haja omissão nem postergação da apuração dos fatos, nem parcialidade e nem impunidade, pois assim se faz necessário para que a sociedade encontre na lei a ordem e a paz desejadas…”
* Colaborou Ademir Buitoni
Carta Maior
05/12/07

"Prefeito petista assassinado de forma ‘escabrosa’ em Novembro não é notícia para o imprensalão", acusa jornalista

Um assassinato que não é notícia
Geraldo de Souza Dias, ex-prefeito petista de São Bento do Sapucaí (SP) candidato no que vem, foi violentamente assassinado por quatro homens encapuzados na sexta-feira (30). Até hoje, os jornalões não comentaram o fato.
Bernardo Kucinski*
SÃO PAULO – Saiu no portal Terra, por iniciativa de um internauta. Mesmo assim, passados quatro dias, nenhum dos jornalões noticiou até hoje o assassinato de Geraldo de Souza Dias, ex-prefeito petista de São Bento do Sapucaí e candidato forte na campanha do ano que vem. O crime aconteceu na sexta-feira (30). Nem mesmo a forma escabrosa do assassinato fez do fato uma notícia nos jornalões: de noite, ao chegar ao seu depósito de materiais de construção, foi pego por quatro encapuzados e enforcado com fios.
“Uma morte horrorosa. O corpo ficou exposto do lado de fora da loja, de modo que quem passava na estrada podia ver”, relata um dos seus amigos. Geraldo foi prefeito de São Bento do Sapucaí de 2000 a 2004 e havia anunciado sua candidatura para a campanha do ano que vem, com boa chance de ganhar, segundo seus amigos. Era do PT ligado á Igreja Católica. Era casado, pai de quatro filhos. Ia à missa todos os domingos, católico praticante. Vinha de família radicada há muitos anos em São Bento do Sapucaí.
Geraldo de Souza Dias foi eleito em coligação com o PSDB, que tinha o vice na chapa. Presumia-se que na campanha seguinte, de 2004, a dobradinha seria invertida: o PSDB lançaria o candidato a prefeito com o apoio do PT, que então ficaria com o vice. Mas isso não aconteceu. O PT lançou candidato próprio e perdeu eleição. O PSDB perdeu também, sendo eleito o candidato do PMDB, atual prefeito. São Bento fica encravada na Serra da Mantiqueira. Tem recebido muitos turistas. Alguns artistas e intelectuais montaram casas de campo. A gestão do Geraldo, segundo essas pessoas, foi correta e não houve corrupção. Arrecadou muito impostos, como o IPTU, o que gerou alguma insatisfação política. Incentivou a educação e a cultura. Não fez grandes obras na cidade.
Geraldo sofreu ameaças anteriormente. Quando Celso Daniel foi assassinado, ele recebeu ameaças e reforçou sua segurança. Seus amigos divulgaram segunda-feira (3) um manifesto exigindo imediata e rigorosa apuração do crime: “(…) esperamos que haja rigor da perícia policial para o desvendamento desse crime hediondo, confiantes nas autoridades competentes, para que não haja omissão nem postergação da apuração dos fatos, nem parcialidade e nem impunidade, pois assim se faz necessário para que a sociedade encontre na lei a ordem e a paz desejadas…”
* Colaborou Ademir Buitoni
Carta Maior
05/12/07
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