ENCALHE

setembro 8, 2009

Oitavo ano da morte de Toninho do PT será lembrado com uma série de eventos em Campinas

8 ANOS SEM TONINHO
Por www.quemmatoutoninho.org
O dia dez de setembro de 2001 jamais sairá da memória do povo de Campinas, nesta data o prefeito Antônio da Costa Santos, com apenas oito meses e dez dias de governo, foi brutalmente assassinado sem que se saiba quem matou e principalmente quem mandou matar. Toninho, antes de ser eleito prefeito, dedicou sua vida política e acadêmica durante as décadas de 80 e 90 à militância contra a especulação imobiliária, que possui seu braço junto ao narcotráfico, a economia e a política. Quem não se lembra de suas ações em defesa do patrimônio histórico e ambiental da cidade, ou então em defesa do zelo e ética na coisa pública? Quando eleito, Toninho sob o lema “Coragem de Mudar”, com a caneta na mão e sem rabo preso com ninguém, deu início ao programa de governo democrático e popular efetuando mudanças estruturais na administração pública, contrariando os interesses dos históricos saqueadores do cofre público de nossa cidade. O inquérito policial, sobre o seu assassinato, conduzido pela polícia civil do Estado de São Paulo possui vícios e inúmeras contradições.
Por sua vez, o Ministério Público de São Paulo não levou em consideração as ações do prefeito em defesa da coisa pública, e simplesmente ignorou indícios concretos e a opinião da população, não investigando a tese de crime de mando, defendendo de forma inexplicável a frágil tese de que o Andinho foi o responsável pelo assassinato do prefeito, por motivo comum. Tal tese insustentável foi reprovada pelo Poder Judiciário de São Paulo, em primeira e segunda instância, na segunda por unanimidade. Sendo que a decisão judicial determina o imediato retorno das investigações. Será que a mesma polícia civil de São Paulo possui credibilidade para tal empreitada? Por que não federalizar as investigações?
Desde o assassinato, a família do prefeito e a população de Campinas vêm pedindo a intervenção federal no caso, com o ingresso da Polícia Federal nas investigações, e a decisão do Poder Judiciário de São Paulo só reforça tal necessidade.
A existência de indícios concretos de crime de mando atende perfeitamente os requisitos legais para a federalização das investigações. O pedido de intervenção federal encontra-se na mesa do procurador-geral da república desde 07 de julho de 2008, aguardando o seu parecer quanto à federalização.
A omissão do Estado, nos âmbitos federal e estadual, somente colabora para que a impunidade e a corrupção mais uma vez saiam vencedoras em detrimento daqueles que constroem a democracia.
Campinas, 10 de setembro de 2009.
QUEM MATOU TONINHO?
Programação 2009
10 de setembro de 2009 (quinta-feira)
- Culto Ecumênico ( serão plantadas oito rosas ao redor da cruz )
Local: Av. Mackenzie ( no local do assassinato )
Horário: 15h30m
-Ato Público contra a Omissão e a Impunidade
Apresentação do Grupo Amigos do Som ( grupo musical criado no período da Assembléia do Povo – década de 80 )
Local: Praça da Catedral Metropolitana de Campinas
Horário: 18h00
- Cortejo de Folia de Reis da Catedral até o Palácio dos Azulejos Grupo Ases do Brasil de Folia de Reis
Horário: 18h30m
-Apresentação do vídeo-documentário Ecos (Brasil/2008, aprox. 70 min.)
Dir. Pedro Henrique França e Guilherme Manechini.
Curadoria: João Zinclar – fotógrafo
Local: Palácio dos Azulejos – MIS – Museu da Imagem e Som de Campinas
Endereço: Rua Regente Feijó, n. 859 – Centro
Horário: 19h00 (após a apresentação do vídeo haverá debate)
11 de setembro de 2009 (sexta-feira)
- Apresentação do vídeo-documentário Ecos
Curadoria: Sra. Jove (ex-membro do Movimento Assembléia do Povo)
Local: Salão da Comunidade do Jardim Santa Monica (Região dos Amarais)
Endereço: Rua Reinaldo Bolliger, n. 450 – Bairro Jardim Santa Mônica
Horário: 19h30m (após a apresentação do vídeo haverá debate)
12 de setembro de 2009 (sábado)
-Apresentação do vídeo-documentário Ecos
Curadoria: Sr. Tião Mineiro (líder comunitário e ex-membro do movimento Assembléia do Povo
Local: Sede da Associação de Moradores do Núcleo Residencial Vila Brandina
Endereço: Rua Francisco de Mesquita, n. 106 – Vila Brandina
Horário: 15h00 (após a apresentação do vídeo haverá debate)
Haverá uma caminhada da Casa de Sapé até a sede da associação
Concentração às 14h40 – na Casa de Sapé
Endereço: Rua Francisco de Mesquita, n. 01-A – Vila Brandina
-Apresentação do vídeo-documentário Ecos
Curadoria: Sr. Chiquinho (líder comunitário e ex-membro do movimento Assembléia do Povo)
Local: Sede da Associação dos Moradores do bairro da Conquista
Endereço: Rua do Arquiteto, n. 47 – Bairro da Conquista
Horário: 19h30 (após a apresentação do vídeo haverá debate)
13 de setembro de 2009 (domingo)
- Missa em homenagem de Antônio da Costa Santos
Local: Igreja Nossa Senhora Aparecida
Endereço: Av. Arlindo Joaquim de Lemos, n. 1110 – Jardim Proença
Horário: 19h00
26 de setembro de 2009 (sábado)
- Apresentação do vídeo-documentário Ecos
Curadoria: Vera Faria (membro da Comunidade São Francisco)
Local: Salão da Comunidade São Francisco
Endereço: Rua José Caivani, n. 328 (p. ref. E.E. Eliseu Narcisio) – Bairro DIC III
Horário: 19h30m (após a apresentação do vídeo haverá debate).
Fonte: www.quemmatoutoninho.org



setembro 3, 2009

PRESTEM ATENÇÃO NESTA: VEREADOR É ACUSADO DE "VOTO FANTASMA", E AO MESMO TEMPO É MEMBRO DE "COMISSÃO DE ÉTICA"!

Ocorrência fantasmagórica no município de São Bernando do Campo ( SP ) envolve vereador do PPS, o partido que surgiu do cadáver do antigo Partidão. Segundo propaganda de rádio, que rolou um dia desses aí, o PPS [ do Roberto Freire, famoso Aspone da Prefeitura de Kassab ] é um partido cuja conduta ética faria Jesus Cristo querer se confessar. Quanto a fazer parte do grupo destacado para elaborar um “Código de Ética” da vereança Bernardina, bem, isso não tem nada de fantasmagórico. É humano, demasiado humano [ se me permitem um meio-trocadilho, ou uma citação fora de contexto ].

02/09/2009 Política/ABC
Apuração do voto fantasma em São Bernardo sairá em 20 dias
Duas semanas depois do episódio em que o painel eletrônico do plenário da Câmara de São Bernardo registrou o sufrágio do vereador Estevão Camolesi (PTdoB), mesmo ele estando ausente, a presidência da Casa informou nesta quarta-feira (02/09) que o parecer jurídico sobre o voto fantasma será emitido em 20 dias. [ VEJA AQUI UM VÍDEO COM O FANTASMA TOCANDO PIANO ]
Segundo o presidente Otávio Manente (PPS), como o regimento interno não prevê nenhum prazo sobre o tema e a assessoria jurídica está sobrecarregada, chegou-se a um consenso sobre o período para apurar o fato.
“Recebi o protocolo da Diretoria Geral na segunda-feira e no mesmo dia encaminhei para o jurídico da Casa. Como a assessoria jurídica tem outros processos com prazo para serem respondidos, foi solicitado o prazo de 20 dias para responder”, explicou. A deliberação foi aceita pela bancada de oposição. Admir Ferro (PSDB) disse que dará um voto de confiança ao chefe do Legislativo. “Como não tem prazo regimental, o melhor que se tem a fazer é um acordo. Nós vamos aguardar. Eu imagino que a palavra do presidente deve ser acreditada”.
Na sessão do dia 19 de agosto, o vereador Marcelo Lima (PPS) foi flagrado, por meio de uma foto, abrindo a gaveta de votação da mesa de Camolesi. O horário registrado no relógio no momento da foto é o mesmo que o indicado na apreciação do “pianista” segundo consta nas notas taquigráficas.
Sessão

Na sessão [ foto acima ] desta quarta, que chegou a tornar-se permanente – devido aos projetos presentes na ordem do dia- foram aprovadas cinco matérias do Executivo, além dos requerimentos acordados pelos parlamentares. As iniciativas do Executivo versam sobre a concessão de área da prefeitura ao Movimento para Recuperação de Vidas (MOREVI); concessão de subvenção a entidades; aquisição de quatro viaturas para a Guarda Civil Municipal (GCM); concessão de contribuição à Associação Cultural Nossa Senhora da Boa Viagem, para atender as despesas e custeios da procissão dos Carroceiros de 2009 e a contratação da operação de crédito junto ao Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) no valor de US$ 43 milhões para investimentos na infraestrutura e melhoria do atendimento na área da saúde.
Código de Ética
Na sessão também foi formada a comissão especial que ficará responsável pela elaboração do projeto do Código de Ética. Os integrantes têm o prazo de até 120 dias para esboçar o documento. São eles: Matias Fiúza (PT), Gilberto França (PMDB), Cabrera (PSB), Minami (PSDB), Marcelo Lima (PPS), Estevão Camolesi (PTdoB) e Ramon Ramos (DEM).
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junho 23, 2009

"Terceiro mandato para Lula", por Jasson de Oliveira Andrade

Aproveitando a enorme popularidade de Lula, a maior da história do Brasil, o deputado federal Jackson Barreto (PMDB-SE) apresentou um projeto, com 176 assinaturas, propondo o terceiro mandato para o presidente, na verdade, além dele, para os governadores e prefeitos (na região seriam beneficiados os prefeitos Carlos Nelson (PSDB), de Mogi Mirim, Toninho Belini (PV), de Itapira, Nelsinho Nicolau (PMDB), de São João da Boa Vista, e Dr. Hélio (PDT), de Campinas. Além de Kassab (DEM) em São Paulo). Os tucanos e os demistas, por motivos óbvios, são radicalmente contra a mudança. Quanto ao PT, partido de Lula, apenas uma minoria aprova o terceiro mandato. A maioria é contra.
A Folha (6/6/2009) deu em manchete: “TERCEIRO MANDATO CHAMA-SE DILMA, AFIRMA ASSESSOR DE LULA”. O jornal se refere à declaração do chefe de gabinete da Presidência, Gilberto Carvalho, afirmando ainda: “Não é vontade do presidente Lula, não é vontade do partido. O terceiro mandato chama-se Dilma Rousseff”. O Estadão (12/6) noticiou: “Governadores do PT rejeitam 3º mandato”. O ex-governador do Rio Grande do Sul, Olívio Dutra, opinou: “A prioridade é dar continuidade ao projeto político [do governo Lula] com a candidatura da ministra Dilma Rousseff”. O jornalista Gaudêncio Torquato, no artigo “Os dez laços de Lula”, diz que a discussão poderá ser assim: “Se vocês querem mudar o que fizemos, votem na oposição. Se aprovam o que fizemos votem em minha candidata [Dilma]”. Este será, segundo ele, o plebiscito de 2010.
O deputado José Genoino (PT-SP), relator da PEC do terceiro mandato, recomendou o arquivamento da proposta, argumentando que a mesma é inconstitucional por tentar mudar as regras para beneficiar os atuais ocupantes de cargos. Ele disse em seu parecer, elogiado pelos líderes de todos os partidos e também por especialistas (cientistas políticos): “Antes de qualquer outra coisa, a medida proposta agride o senso comum de Justiça e razoabilidade ao pretender aplicar-se aos atuais detentores de mandato eletivo, alterando regras do jogo em andamento no intuito de favorecer determinados resultados”. Se a regra realmente for considerada inconstitucional, a PEC será arquivada. Segundo a jornalista Maria Clara Cabral, da Sucursal da Folha em Brasília, “usando os mesmos argumentos, o deputado [José Genoíno] foi autor de um voto em separado à proposta que, em 1997, permitiu a reeleição do então presidente Fernando Henrique Cardoso”. Portanto, o deputado petista por São Paulo foi coerente!
Mauricio Dias, em sua apreciada coluna ROSA DOS VENTOS, na Carta Capital, sob o título “O enterro de um factóide”, comentou: “Coube ao deputado José Genoino, um petista histórico, acabar com a conversa que, ultimamente, só interessava à oposição: a possibilidade de um terceiro mandato para o presidente. A Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 367/09, com a permissão para duas reeleições continuadas do presidente, dos governadores e dos prefeitos, apresentada por um deputado da base de apoio do governo, virou um factóide da oposição para atacar um suposto apego de Lula ao poder. Para isso foi calculadamente batizada de “PEC do terceiro mandato”. Isso deixava de considerar que ela precisava ser aprovada, que Lula se candidatasse e que, por fim, vencesse a eleição”. Pelo visto, a oposição (PSDB e DEM) já considerava Lula eleito, daí designar a PEC de terceiro mandato de Lula!
Apesar dessas manifestações, Dora Kramer, articulista do Estadão, afirma que, por enquanto, a PEC transita insepulta. Ela diz: “Negativas e gracejos à parte, fato é que emenda da rerreeleição está na pauta do Congresso”. Então, vamos aguardar mais algum tempo.
JASSON DE OLIVEIRA ANDRADE é jornalista em Mogi Guaçu

Junho de 2009

novembro 12, 2008

"Serra ressuscita o malufismo e o quercismo", por Jasson de Oliveira Andrade

Paulo Maluf era uma cria da Ditadura Militar, que, no tempo de Costa e Silva, o nomeou em altos cargos públicos. Depois, ele conseguiu se impor, elegendo-se, indiretamente, governador. Tornou-se popular. Para derrotá-lo, agora diretamente, os anti-malufistas se uniram. Primeiramente se elegeu Quércia (PMDB), que derrotou Maluf e Antonio Ermírio de Moraes. Nesta eleição, houve a divisão dos conservadores. Posteriormente, houve outra divisão, desta vez no PMDB. Covas e seus seguidores romperam com Quércia, por sua conduta administrativa, e formaram o PSDB. O anti-quercismo se tornou forte e vitorioso. No entanto, o malufismo ainda era muito popular. Maluf voltou e depois elegeu Pitta como seu sucessor. Aí surgiu Kassab, um desconhecido, que foi secretário dele. Os anti-malfistas se uniram, Covas à frente, e no segundo turno apoiou Marta Suplicy (PT) para a Prefeitura de São Paulo, em 2000, que derrotou Maluf. Aí surgiu o anti-petismo. Malufistas, Kassab (PFL, hoje DEM) à frente, tendo o ex-malufista Afif como coordenador, se uniram à candidatura Serra. Mesmo sem voto, o PFL ganhou a Prefeitura, quando Serra se elegeu governador. Kassab, agora no DEM, candidatou-se à reeleição, unindo-se ao quercismo: Alda Marco Antonio (PMDB) foi candidata à vice dele. Por “coincidência”, ela também foi secretária de Pitta, juntamente com Kassab. Quercistas e ex-malufistas saíram vencedores, ao lado do governador tucano. É por esse motivo que o prefeito eleito de Belo Horizonte, Márcio Lacerda (PSB) disse que Serra lidera “projeto de centro-direita”. Andreza Matais, da Sucursal da Folha de Brasília, noticiou: “O prefeito eleito de Belo Horizonte, Marcio Lacerda (PSB) afirmou ontem (30/10/2008) que o PSDB de Minas Gerais é diferente do PSDB paulista ao classificar de “centro-esquerda” a aliança que o elegeu – que contou com a participação informal do partido e formal do PT [o candidato à vice era petista] – e ao chamar de “centro-direita” a aliança que apoiou Gilberto Kassab (DEM) em São Paulo”. Lacerda não deixa de ter razão. Ao unir tucanos, ex-malufistas (Kassab, Afif e outros) e quercistas (Alda Marco Antonio, vice), que condenou no passado, Serra realmente lidera um “projeto de centro-direita”, visando 2010. Conseguirá se eleger? O próprio Márcio Lacerda reconhece: “Sem aglutinar várias forças nem o Serra se elege”.
Serra inegavelmente está asfaltando a estrada para 2010. Para tanto, conta com um prefeito reeleito, que é um fantoche (boneco). Em artigo à Folha, sob o título “Fantoches e grilos falantes”, Fernando de Barros e Silva constatou: “É sintomático que a sensação do marketing eleitoral sejam os bonecos de Kassab. Na versão miniaturizada – o Kassabinho de plástico – ou na versão gigante – o Kassabão inflável – o boneco, simpático, inofensivo, frouxo, abobalhado, parece traduzir o âmago da campanha”. Realmente chamou a atenção a atitude de Kassab ao levar Serra quando foi votar, levou-o também quando se pronunciou após a vitória, tendo também o governador usado da palavra. Posteriormente, na entrevista que concedeu à imprensa, o prefeito reeleito, ao responder à pergunta se iria modificar o secretariado em vista da união “centro-direita”, declarou que antes iria consultar o Serra! Considero positiva essa atitude. Algumas vezes, pessoas eleitas, após a eleição, rompem com os responsáveis por suas vitórias. Um exemplo clássico: Lucas Nogueira Garcez, um ilustre desconhecido, rompeu com o governador Adhemar de Barros. Poderíamos citar outros casos de traições, inclusive em Mogi Guaçu, mas fico nesse.
Ao ressuscitar o malufismo enrustido e o quercismo, Serra está certo? Teremos essa resposta em 2010!
JASSON DE OLIVEIRA ANDRADE é jornalista em Mogi Guaçu

Novembro de 2008
Publicado no
Portal Mogi Guaçu – 10.11.08

"Serra ressuscita o malufismo e o quercismo", por Jasson de Oliveira Andrade

Filed under: Jasson de Oliveira Andrade, José Serra, Orestes Quércia, Paulo Maluf, política brasileira — Servílio Gentil Lavapés @ 2:20 pm

Paulo Maluf era uma cria da Ditadura Militar, que, no tempo de Costa e Silva, o nomeou em altos cargos públicos. Depois, ele conseguiu se impor, elegendo-se, indiretamente, governador. Tornou-se popular. Para derrotá-lo, agora diretamente, os anti-malufistas se uniram. Primeiramente se elegeu Quércia (PMDB), que derrotou Maluf e Antonio Ermírio de Moraes. Nesta eleição, houve a divisão dos conservadores. Posteriormente, houve outra divisão, desta vez no PMDB. Covas e seus seguidores romperam com Quércia, por sua conduta administrativa, e formaram o PSDB. O anti-quercismo se tornou forte e vitorioso. No entanto, o malufismo ainda era muito popular. Maluf voltou e depois elegeu Pitta como seu sucessor. Aí surgiu Kassab, um desconhecido, que foi secretário dele. Os anti-malfistas se uniram, Covas à frente, e no segundo turno apoiou Marta Suplicy (PT) para a Prefeitura de São Paulo, em 2000, que derrotou Maluf. Aí surgiu o anti-petismo. Malufistas, Kassab (PFL, hoje DEM) à frente, tendo o ex-malufista Afif como coordenador, se uniram à candidatura Serra. Mesmo sem voto, o PFL ganhou a Prefeitura, quando Serra se elegeu governador. Kassab, agora no DEM, candidatou-se à reeleição, unindo-se ao quercismo: Alda Marco Antonio (PMDB) foi candidata à vice dele. Por “coincidência”, ela também foi secretária de Pitta, juntamente com Kassab. Quercistas e ex-malufistas saíram vencedores, ao lado do governador tucano. É por esse motivo que o prefeito eleito de Belo Horizonte, Márcio Lacerda (PSB) disse que Serra lidera “projeto de centro-direita”. Andreza Matais, da Sucursal da Folha de Brasília, noticiou: “O prefeito eleito de Belo Horizonte, Marcio Lacerda (PSB) afirmou ontem (30/10/2008) que o PSDB de Minas Gerais é diferente do PSDB paulista ao classificar de “centro-esquerda” a aliança que o elegeu – que contou com a participação informal do partido e formal do PT [o candidato à vice era petista] – e ao chamar de “centro-direita” a aliança que apoiou Gilberto Kassab (DEM) em São Paulo”. Lacerda não deixa de ter razão. Ao unir tucanos, ex-malufistas (Kassab, Afif e outros) e quercistas (Alda Marco Antonio, vice), que condenou no passado, Serra realmente lidera um “projeto de centro-direita”, visando 2010. Conseguirá se eleger? O próprio Márcio Lacerda reconhece: “Sem aglutinar várias forças nem o Serra se elege”.
Serra inegavelmente está asfaltando a estrada para 2010. Para tanto, conta com um prefeito reeleito, que é um fantoche (boneco). Em artigo à Folha, sob o título “Fantoches e grilos falantes”, Fernando de Barros e Silva constatou: “É sintomático que a sensação do marketing eleitoral sejam os bonecos de Kassab. Na versão miniaturizada – o Kassabinho de plástico – ou na versão gigante – o Kassabão inflável – o boneco, simpático, inofensivo, frouxo, abobalhado, parece traduzir o âmago da campanha”. Realmente chamou a atenção a atitude de Kassab ao levar Serra quando foi votar, levou-o também quando se pronunciou após a vitória, tendo também o governador usado da palavra. Posteriormente, na entrevista que concedeu à imprensa, o prefeito reeleito, ao responder à pergunta se iria modificar o secretariado em vista da união “centro-direita”, declarou que antes iria consultar o Serra! Considero positiva essa atitude. Algumas vezes, pessoas eleitas, após a eleição, rompem com os responsáveis por suas vitórias. Um exemplo clássico: Lucas Nogueira Garcez, um ilustre desconhecido, rompeu com o governador Adhemar de Barros. Poderíamos citar outros casos de traições, inclusive em Mogi Guaçu, mas fico nesse.
Ao ressuscitar o malufismo enrustido e o quercismo, Serra está certo? Teremos essa resposta em 2010!
JASSON DE OLIVEIRA ANDRADE é jornalista em Mogi Guaçu

Novembro de 2008
Publicado no
Portal Mogi Guaçu – 10.11.08

"Serra ressuscita o malufismo e o quercismo", por Jasson de Oliveira Andrade

Paulo Maluf era uma cria da Ditadura Militar, que, no tempo de Costa e Silva, o nomeou em altos cargos públicos. Depois, ele conseguiu se impor, elegendo-se, indiretamente, governador. Tornou-se popular. Para derrotá-lo, agora diretamente, os anti-malufistas se uniram. Primeiramente se elegeu Quércia (PMDB), que derrotou Maluf e Antonio Ermírio de Moraes. Nesta eleição, houve a divisão dos conservadores. Posteriormente, houve outra divisão, desta vez no PMDB. Covas e seus seguidores romperam com Quércia, por sua conduta administrativa, e formaram o PSDB. O anti-quercismo se tornou forte e vitorioso. No entanto, o malufismo ainda era muito popular. Maluf voltou e depois elegeu Pitta como seu sucessor. Aí surgiu Kassab, um desconhecido, que foi secretário dele. Os anti-malfistas se uniram, Covas à frente, e no segundo turno apoiou Marta Suplicy (PT) para a Prefeitura de São Paulo, em 2000, que derrotou Maluf. Aí surgiu o anti-petismo. Malufistas, Kassab (PFL, hoje DEM) à frente, tendo o ex-malufista Afif como coordenador, se uniram à candidatura Serra. Mesmo sem voto, o PFL ganhou a Prefeitura, quando Serra se elegeu governador. Kassab, agora no DEM, candidatou-se à reeleição, unindo-se ao quercismo: Alda Marco Antonio (PMDB) foi candidata à vice dele. Por “coincidência”, ela também foi secretária de Pitta, juntamente com Kassab. Quercistas e ex-malufistas saíram vencedores, ao lado do governador tucano. É por esse motivo que o prefeito eleito de Belo Horizonte, Márcio Lacerda (PSB) disse que Serra lidera “projeto de centro-direita”. Andreza Matais, da Sucursal da Folha de Brasília, noticiou: “O prefeito eleito de Belo Horizonte, Marcio Lacerda (PSB) afirmou ontem (30/10/2008) que o PSDB de Minas Gerais é diferente do PSDB paulista ao classificar de “centro-esquerda” a aliança que o elegeu – que contou com a participação informal do partido e formal do PT [o candidato à vice era petista] – e ao chamar de “centro-direita” a aliança que apoiou Gilberto Kassab (DEM) em São Paulo”. Lacerda não deixa de ter razão. Ao unir tucanos, ex-malufistas (Kassab, Afif e outros) e quercistas (Alda Marco Antonio, vice), que condenou no passado, Serra realmente lidera um “projeto de centro-direita”, visando 2010. Conseguirá se eleger? O próprio Márcio Lacerda reconhece: “Sem aglutinar várias forças nem o Serra se elege”.
Serra inegavelmente está asfaltando a estrada para 2010. Para tanto, conta com um prefeito reeleito, que é um fantoche (boneco). Em artigo à Folha, sob o título “Fantoches e grilos falantes”, Fernando de Barros e Silva constatou: “É sintomático que a sensação do marketing eleitoral sejam os bonecos de Kassab. Na versão miniaturizada – o Kassabinho de plástico – ou na versão gigante – o Kassabão inflável – o boneco, simpático, inofensivo, frouxo, abobalhado, parece traduzir o âmago da campanha”. Realmente chamou a atenção a atitude de Kassab ao levar Serra quando foi votar, levou-o também quando se pronunciou após a vitória, tendo também o governador usado da palavra. Posteriormente, na entrevista que concedeu à imprensa, o prefeito reeleito, ao responder à pergunta se iria modificar o secretariado em vista da união “centro-direita”, declarou que antes iria consultar o Serra! Considero positiva essa atitude. Algumas vezes, pessoas eleitas, após a eleição, rompem com os responsáveis por suas vitórias. Um exemplo clássico: Lucas Nogueira Garcez, um ilustre desconhecido, rompeu com o governador Adhemar de Barros. Poderíamos citar outros casos de traições, inclusive em Mogi Guaçu, mas fico nesse.
Ao ressuscitar o malufismo enrustido e o quercismo, Serra está certo? Teremos essa resposta em 2010!
JASSON DE OLIVEIRA ANDRADE é jornalista em Mogi Guaçu

Novembro de 2008
Publicado no
Portal Mogi Guaçu – 10.11.08

setembro 23, 2008

O Homenzinho Amarelo pede seu voto…

Prestaram nos folhetinhos, santinhos e demais lixos que nos são entregues pelos militantes de ocasião neste período eleitoral?
Seguinte: o Homenzinho Amarelo é o maior candidato e está presente em todas as siglas. Não se pretende aqui fazer uma cartilha, do tipo “Como desmascarar um Homenzinho Amarelo na política”. Não é nada disso. São só uns toques. Para quê, eu não sei, mas são uns toques. A questão é que há os “Cacarecos”, tipo Sérgio Mallandro e Oscar Maroni. A atenção, quando se quer fazer graça mostrando o mundo bizarro do TRE, se dá em cima deles, os “Cacarecos”.
Mas, e o Homenzinho Amarelo? Por quê pouco se fala a respeito dele, a não ser por tratar-se de um conceito novo, humildemente desenvolvido por este blog. Então, continuando com o nosso pioneirismo ( sim, já que o JB em edição recente, apresentou como novidade ao Brasil a candidata do Partido Verde americano à Presidência do país, Cynthia McKinney; coisa que nosso ENCALHE já fez, em fevereiro; na verdade apenas transcrevemos uma entrevista da então pleiteante à candidatura por este partido, entrevista dada a Amy Goodman, do Democracy Now! )
SLOGANS
Pela falta de criatividade nos slogans, você já pode concluir como nosso querido Homenzinho Amarelo se comportará e o que fará no poder.
São coisas hediondas, rimas paupérrimas tipo jogral infantil, lugares-comuns, promessas vagas, propostas óbvias, abuso de expressões “na moda” e, pior, parecendo redigidas por alunos vitimados pelo Apagão Educacional Continuado Tucano de SP.
Uns exemplos – inventados por mim, claro – que poderiam ter sido extraídos da campanha real.
- As primeiras combinam rimas ruins e expressões “da moda”:
POR UM VOTO DE QUALIDADE
VOTE ADELAIDE
ou:
POR MAIS QUALIDADE DE VOTO
VOTE NO OTTO
ou:
POR MAIS QUALIDADE ELEITORAL
VOTE EM AMARAL
- Rima ruim:
EPAMINONDAZINHO. ESSE É O CAMINHO.
( Esse slogan existe mesmo! )
- Promessas vagas:
MAIS SAÚDE. MAIS EDUCAÇÃO. MAIS TRANSPORTE.
- Frase-feita:
OS POLÍTICOS NÃO MUDAM, SE VOCÊ NÃO MUDAR.
que pode sofrer variação:
SE OS POLÍTICOS NÃO MUDAM, MUDE OS POLÍTICOS.
- Demagogia combinada com lugar-comum. Quando o cara joga para a torcida, contando com o desconhecimento ou ignorância dela sobre questões das quais nem desconfia existir, ou preconceito ou preguiça mesmo, etc.:
SE OS POLÍTICOS NÃO MUDAM, MUDE OS POLÍTICOS.
( Sim, é a mesma anterior. Parece que é só chegar e dizer “uspulíticus é tuduruim” e jogar a rede. )
Eu poderia continuar aqui até amanhã. E sabe de onde saem essas figuras? Da SUA VIZINHANÇA. Deu para entender?
Uma vez, escutava um sujeito, que não era político, apenas um Homenzinho Amarelo ( Mmm. Vou chamá-lo de “B.”; não, “Grande B.”. Legal. ), falando um monte. Entre outras coisas, o chavão: que político é ruim, é ladrão, etc.
Eis que, um dia qualquer o Grande B. contava vantagem até que, não se contendo, soltou essa:
“Lá na cidade lá da gente, nosso tio, o pessoal gosta dele demais da conta; então, ele foi reeleito prefeito, que o pessoal adora ele…”.
OPA!!! E o que aconteceu com o “político é TUDO ladrão”?
“Ah, não, mas aí é outra coisa, é da nossa família…”.
Isso explica muito. Mesmo.

agosto 10, 2008

Nesse eu não voto: Rádio "Kiss my Ass" FM entrevista Oscar Maroni. Poucos minutos me fizeram trocar de estação!!

Eu vivo “zappeando” no rádio também. E, às vezes, acabo encontrando algo que me agrade na Kiss FM ( já tratei disso, anteriormente ). No horário das 18hs, o locutor, algumas vezes, entrevista alguém. Outro dia foi um vendedor de carros. Tipo, o “Honesto Joe”. É que a GM paga publicidade na rádio. Só que alguém deve ter concluído que apenas os spots comerciais não seiam suficientes. Gozado é que, no horário em questão, o progarma se propõe a informar, dar notícias. Se, pela manhã, o rockeiro bagaceira pode ser despertado com músicas e notícias do mercado financeiro ( Juropordeus!! ), à noite, ao voltar para casa, fica sabendo quantos quilômetros de congestionamento há em São Paulo, naquele momento. Enquanto fica preso nalgum ponto qualquer da cidade, curtindo um rock, pode também se interar das promoções de alguma concessionária da GM. Sabe como é, trocar de carro para ficar imobilizado no trânsito está no DNA paulistano. Há quem represente o papel direitinho, sem questioná-lo.
Enfim, o “titio” que apresenta o programa teve, como convidado, o cidadão Oscar Maroni, que dispensa apresentações.
Perguntado pelo “titio”, ele respondeu que era “rockeiro” ( até mesmo os convidados que estão lá, com o único propósito de vender seus automóveis, têm de responder a essa pergunta; se não, fica maus, né? ), e adorava o lado “irreverente” do rock; citou Elvis Presley, como um dos seus ídolos. Elvis era “irreverente” mesmo. Afinal, só mesmo um “loucaço” e “piradão”, ofereceria seu talento e serviços ao FBI e a Nixon, como fez o gordão viciado em pílulas e sanduíche de salame com pasta de amendoim. Isso, com a Guerra do Vietnã em andamento, os movimentos pelos Direitos Civis, os Panteras Negras e tudo o mais pelo qual passava a América. Sem contar os hippies e tendo o rock – também – como trilha sonora. Rock’n'Roll, baby!! Abaixo o sistema!
Bem, confesso que não prestei muita atenção, e não escutei a mais do que 5 ou 6 perguntas e respostas.
Achei que ele havia desistido, mas o Maroni é candidato nestas eleições ( acho que a vereador ); disse ele que “ELES” ( ‘us pulíticus’ ) estão fudidos ( palavras dele ) se ele conseguir ser eleito. O que ele quis dizer com isso? O cara, antes de mais nada, é mais um “Cacareco”, como também a Condessa Scarpa e Rafael Ilha. O que ele, Maroni, fará, que causará tanto frisson no meio político? Acabei de pensar o seguinte: ele deve ter várias capivaras de personalidades importantes, inclusive da política. O camarada vai lá, no Bahamas – um lugar onde o proprietário sempre faz questão de reafirmar, não é prostíbulo de luxo – tomar um chá e jogar gamão e acaba sendo filmado, gravado e fotografado pelas meninas do cast da casa. Aí, é só guardar para um momento mais apropriado. Deve ser isso. Mas são só elucubrações, desculpem…
Jogando para a torcida, lançou mão do velho lugar-comum, generalizando o comportamento dos políticos. Para ganhar o eleitor na “conversa anti-político”. Com o Collor e o Jânio foi assim. Enéas Carneiro e sua cartilha milionária. Me parece, e posso estar enganado, que o sujeito só passou a se interessar ( entre aspas ) pela arte de fzer política, após ter seu estabelecimento comercial fechado pela Prefeitura, na esteira no acidente com o avião da TAM, em Congonhas. Não é muito diferente de vários outros que têm seus interesses contrariados e enveredam pela política. Deveria pôr, também, na conta do imprensalão, que usou o suposto apagão aéreo para derrubar o Lula de qualquer maneira, e involuntariamente, colheu o Maroni de roldão.
Bom, não quero falar besteira, não conheço suas propostas e quero que se dane.
Em seguida, tirando o fato dele fazer questão de contar suas conquistas sexuais, algo de interesse de toda a sociedade brasileira, ficamos sabendo que ele também tem um lado “família”, e ele fez questão de ressaltá-lo. Aliás, estranho isso. Como psicólogo mas, também, empresário no ramo do relax masculino, que razão ele teria para frisar esta condição, a não ser o receio de desagradar possíveis eleitores? Vejam o Gaiarsa, sempre advogando que a família é uma desgraça. Mas o Gaiarsa não ganha mundos e mundos de grana com a prostituição alheia. Se o fizesse, estaria dentro de sua coerência e visão das coisas. Sinto, sssiiimmmm, o cheiro da hipocrisia de Maroni. O Mílton Neves da noite paulistana, mas que ama sua família.
Por exemplo: sabiam que ele tem uma filha ( acho que 26 ou 27 anos de idade ) que está prestes a dar-lhe um neto? Pois é. O vovô coruja também aprecia as delícias de ter uma família.
Pelo que consta, esta filha não trabalha no Bahamas, e não deve ter dado para 1500 ou 2000 homens em sua vida. Pois é possível que papai, o último dos rebeldes, não gostasse disso. Penso eu. Geralmente, os pais têm um ciúme danado das filhinhas, e não gostam de imaginá-las pondo a boca onde não deveriam. Serem fotografadas fazendo isso com vários rapazes, nem pensar. É sujo. Tripla penetração, não importa o preço do cachê, é só para a filha dos outros. Dos meus, cuido eu.
Bom, para quem não ouviu a entrevista inteira, já falei demais. Deixa para lá. Nesse eu não voto.

Nesse eu não voto: Rádio "Kiss my Ass" FM entrevista Oscar Maroni. Poucos minutos me fizeram trocar de estação!!

Eu vivo “zappeando” no rádio também. E, às vezes, acabo encontrando algo que me agrade na Kiss FM ( já tratei disso, anteriormente ). No horário das 18hs, o locutor, algumas vezes, entrevista alguém. Outro dia foi um vendedor de carros. Tipo, o “Honesto Joe”. É que a GM paga publicidade na rádio. Só que alguém deve ter concluído que apenas os spots comerciais não seiam suficientes. Gozado é que, no horário em questão, o progarma se propõe a informar, dar notícias. Se, pela manhã, o rockeiro bagaceira pode ser despertado com músicas e notícias do mercado financeiro ( Juropordeus!! ), à noite, ao voltar para casa, fica sabendo quantos quilômetros de congestionamento há em São Paulo, naquele momento. Enquanto fica preso nalgum ponto qualquer da cidade, curtindo um rock, pode também se interar das promoções de alguma concessionária da GM. Sabe como é, trocar de carro para ficar imobilizado no trânsito está no DNA paulistano. Há quem represente o papel direitinho, sem questioná-lo.
Enfim, o “titio” que apresenta o programa teve, como convidado, o cidadão Oscar Maroni, que dispensa apresentações.
Perguntado pelo “titio”, ele respondeu que era “rockeiro” ( até mesmo os convidados que estão lá, com o único propósito de vender seus automóveis, têm de responder a essa pergunta; se não, fica maus, né? ), e adorava o lado “irreverente” do rock; citou Elvis Presley, como um dos seus ídolos. Elvis era “irreverente” mesmo. Afinal, só mesmo um “loucaço” e “piradão”, ofereceria seu talento e serviços ao FBI e a Nixon, como fez o gordão viciado em pílulas e sanduíche de salame com pasta de amendoim. Isso, com a Guerra do Vietnã em andamento, os movimentos pelos Direitos Civis, os Panteras Negras e tudo o mais pelo qual passava a América. Sem contar os hippies e tendo o rock – também – como trilha sonora. Rock’n'Roll, baby!! Abaixo o sistema!
Bem, confesso que não prestei muita atenção, e não escutei a mais do que 5 ou 6 perguntas e respostas.
Achei que ele havia desistido, mas o Maroni é candidato nestas eleições ( acho que a vereador ); disse ele que “ELES” ( ‘us pulíticus’ ) estão fudidos ( palavras dele ) se ele conseguir ser eleito. O que ele quis dizer com isso? O cara, antes de mais nada, é mais um “Cacareco”, como também a Condessa Scarpa e Rafael Ilha. O que ele, Maroni, fará, que causará tanto frisson no meio político? Acabei de pensar o seguinte: ele deve ter várias capivaras de personalidades importantes, inclusive da política. O camarada vai lá, no Bahamas – um lugar onde o proprietário sempre faz questão de reafirmar, não é prostíbulo de luxo – tomar um chá e jogar gamão e acaba sendo filmado, gravado e fotografado pelas meninas do cast da casa. Aí, é só guardar para um momento mais apropriado. Deve ser isso. Mas são só elucubrações, desculpem…
Jogando para a torcida, lançou mão do velho lugar-comum, generalizando o comportamento dos políticos. Para ganhar o eleitor na “conversa anti-político”. Com o Collor e o Jânio foi assim. Enéas Carneiro e sua cartilha milionária. Me parece, e posso estar enganado, que o sujeito só passou a se interessar ( entre aspas ) pela arte de fzer política, após ter seu estabelecimento comercial fechado pela Prefeitura, na esteira no acidente com o avião da TAM, em Congonhas. Não é muito diferente de vários outros que têm seus interesses contrariados e enveredam pela política. Deveria pôr, também, na conta do imprensalão, que usou o suposto apagão aéreo para derrubar o Lula de qualquer maneira, e involuntariamente, colheu o Maroni de roldão.
Bom, não quero falar besteira, não conheço suas propostas e quero que se dane.
Em seguida, tirando o fato dele fazer questão de contar suas conquistas sexuais, algo de interesse de toda a sociedade brasileira, ficamos sabendo que ele também tem um lado “família”, e ele fez questão de ressaltá-lo. Aliás, estranho isso. Como psicólogo mas, também, empresário no ramo do relax masculino, que razão ele teria para frisar esta condição, a não ser o receio de desagradar possíveis eleitores? Vejam o Gaiarsa, sempre advogando que a família é uma desgraça. Mas o Gaiarsa não ganha mundos e mundos de grana com a prostituição alheia. Se o fizesse, estaria dentro de sua coerência e visão das coisas. Sinto, sssiiimmmm, o cheiro da hipocrisia de Maroni. O Mílton Neves da noite paulistana, mas que ama sua família.
Por exemplo: sabiam que ele tem uma filha ( acho que 26 ou 27 anos de idade ) que está prestes a dar-lhe um neto? Pois é. O vovô coruja também aprecia as delícias de ter uma família.
Pelo que consta, esta filha não trabalha no Bahamas, e não deve ter dado para 1500 ou 2000 homens em sua vida. Pois é possível que papai, o último dos rebeldes, não gostasse disso. Penso eu. Geralmente, os pais têm um ciúme danado das filhinhas, e não gostam de imaginá-las pondo a boca onde não deveriam. Serem fotografadas fazendo isso com vários rapazes, nem pensar. É sujo. Tripla penetração, não importa o preço do cachê, é só para a filha dos outros. Dos meus, cuido eu.
Bom, para quem não ouviu a entrevista inteira, já falei demais. Deixa para lá. Nesse eu não voto.

Nesse eu não voto: Rádio "Kiss my Ass" FM entrevista Oscar Maroni. Poucos minutos me fizeram trocar de estação!!

Eu vivo “zappeando” no rádio também. E, às vezes, acabo encontrando algo que me agrade na Kiss FM ( já tratei disso, anteriormente ). No horário das 18hs, o locutor, algumas vezes, entrevista alguém. Outro dia foi um vendedor de carros. Tipo, o “Honesto Joe”. É que a GM paga publicidade na rádio. Só que alguém deve ter concluído que apenas os spots comerciais não seiam suficientes. Gozado é que, no horário em questão, o progarma se propõe a informar, dar notícias. Se, pela manhã, o rockeiro bagaceira pode ser despertado com músicas e notícias do mercado financeiro ( Juropordeus!! ), à noite, ao voltar para casa, fica sabendo quantos quilômetros de congestionamento há em São Paulo, naquele momento. Enquanto fica preso nalgum ponto qualquer da cidade, curtindo um rock, pode também se interar das promoções de alguma concessionária da GM. Sabe como é, trocar de carro para ficar imobilizado no trânsito está no DNA paulistano. Há quem represente o papel direitinho, sem questioná-lo.
Enfim, o “titio” que apresenta o programa teve, como convidado, o cidadão Oscar Maroni, que dispensa apresentações.
Perguntado pelo “titio”, ele respondeu que era “rockeiro” ( até mesmo os convidados que estão lá, com o único propósito de vender seus automóveis, têm de responder a essa pergunta; se não, fica maus, né? ), e adorava o lado “irreverente” do rock; citou Elvis Presley, como um dos seus ídolos. Elvis era “irreverente” mesmo. Afinal, só mesmo um “loucaço” e “piradão”, ofereceria seu talento e serviços ao FBI e a Nixon, como fez o gordão viciado em pílulas e sanduíche de salame com pasta de amendoim. Isso, com a Guerra do Vietnã em andamento, os movimentos pelos Direitos Civis, os Panteras Negras e tudo o mais pelo qual passava a América. Sem contar os hippies e tendo o rock – também – como trilha sonora. Rock’n'Roll, baby!! Abaixo o sistema!
Bem, confesso que não prestei muita atenção, e não escutei a mais do que 5 ou 6 perguntas e respostas.
Achei que ele havia desistido, mas o Maroni é candidato nestas eleições ( acho que a vereador ); disse ele que “ELES” ( ‘us pulíticus’ ) estão fudidos ( palavras dele ) se ele conseguir ser eleito. O que ele quis dizer com isso? O cara, antes de mais nada, é mais um “Cacareco”, como também a Condessa Scarpa e Rafael Ilha. O que ele, Maroni, fará, que causará tanto frisson no meio político? Acabei de pensar o seguinte: ele deve ter várias capivaras de personalidades importantes, inclusive da política. O camarada vai lá, no Bahamas – um lugar onde o proprietário sempre faz questão de reafirmar, não é prostíbulo de luxo – tomar um chá e jogar gamão e acaba sendo filmado, gravado e fotografado pelas meninas do cast da casa. Aí, é só guardar para um momento mais apropriado. Deve ser isso. Mas são só elucubrações, desculpem…
Jogando para a torcida, lançou mão do velho lugar-comum, generalizando o comportamento dos políticos. Para ganhar o eleitor na “conversa anti-político”. Com o Collor e o Jânio foi assim. Enéas Carneiro e sua cartilha milionária. Me parece, e posso estar enganado, que o sujeito só passou a se interessar ( entre aspas ) pela arte de fzer política, após ter seu estabelecimento comercial fechado pela Prefeitura, na esteira no acidente com o avião da TAM, em Congonhas. Não é muito diferente de vários outros que têm seus interesses contrariados e enveredam pela política. Deveria pôr, também, na conta do imprensalão, que usou o suposto apagão aéreo para derrubar o Lula de qualquer maneira, e involuntariamente, colheu o Maroni de roldão.
Bom, não quero falar besteira, não conheço suas propostas e quero que se dane.
Em seguida, tirando o fato dele fazer questão de contar suas conquistas sexuais, algo de interesse de toda a sociedade brasileira, ficamos sabendo que ele também tem um lado “família”, e ele fez questão de ressaltá-lo. Aliás, estranho isso. Como psicólogo mas, também, empresário no ramo do relax masculino, que razão ele teria para frisar esta condição, a não ser o receio de desagradar possíveis eleitores? Vejam o Gaiarsa, sempre advogando que a família é uma desgraça. Mas o Gaiarsa não ganha mundos e mundos de grana com a prostituição alheia. Se o fizesse, estaria dentro de sua coerência e visão das coisas. Sinto, sssiiimmmm, o cheiro da hipocrisia de Maroni. O Mílton Neves da noite paulistana, mas que ama sua família.
Por exemplo: sabiam que ele tem uma filha ( acho que 26 ou 27 anos de idade ) que está prestes a dar-lhe um neto? Pois é. O vovô coruja também aprecia as delícias de ter uma família.
Pelo que consta, esta filha não trabalha no Bahamas, e não deve ter dado para 1500 ou 2000 homens em sua vida. Pois é possível que papai, o último dos rebeldes, não gostasse disso. Penso eu. Geralmente, os pais têm um ciúme danado das filhinhas, e não gostam de imaginá-las pondo a boca onde não deveriam. Serem fotografadas fazendo isso com vários rapazes, nem pensar. É sujo. Tripla penetração, não importa o preço do cachê, é só para a filha dos outros. Dos meus, cuido eu.
Bom, para quem não ouviu a entrevista inteira, já falei demais. Deixa para lá. Nesse eu não voto.

Nesse eu não voto: Rádio "Kiss my Ass" FM entrevista Oscar Maroni. Poucos minutos me fizeram trocar de estação!!

Eu vivo “zappeando” no rádio também. E, às vezes, acabo encontrando algo que me agrade na Kiss FM ( já tratei disso, anteriormente ). No horário das 18hs, o locutor, algumas vezes, entrevista alguém. Outro dia foi um vendedor de carros. Tipo, o “Honesto Joe”. É que a GM paga publicidade na rádio. Só que alguém deve ter concluído que apenas os spots comerciais não seiam suficientes. Gozado é que, no horário em questão, o progarma se propõe a informar, dar notícias. Se, pela manhã, o rockeiro bagaceira pode ser despertado com músicas e notícias do mercado financeiro ( Juropordeus!! ), à noite, ao voltar para casa, fica sabendo quantos quilômetros de congestionamento há em São Paulo, naquele momento. Enquanto fica preso nalgum ponto qualquer da cidade, curtindo um rock, pode também se interar das promoções de alguma concessionária da GM. Sabe como é, trocar de carro para ficar imobilizado no trânsito está no DNA paulistano. Há quem represente o papel direitinho, sem questioná-lo.
Enfim, o “titio” que apresenta o programa teve, como convidado, o cidadão Oscar Maroni, que dispensa apresentações.
Perguntado pelo “titio”, ele respondeu que era “rockeiro” ( até mesmo os convidados que estão lá, com o único propósito de vender seus automóveis, têm de responder a essa pergunta; se não, fica maus, né? ), e adorava o lado “irreverente” do rock; citou Elvis Presley, como um dos seus ídolos. Elvis era “irreverente” mesmo. Afinal, só mesmo um “loucaço” e “piradão”, ofereceria seu talento e serviços ao FBI e a Nixon, como fez o gordão viciado em pílulas e sanduíche de salame com pasta de amendoim. Isso, com a Guerra do Vietnã em andamento, os movimentos pelos Direitos Civis, os Panteras Negras e tudo o mais pelo qual passava a América. Sem contar os hippies e tendo o rock – também – como trilha sonora. Rock’n'Roll, baby!! Abaixo o sistema!
Bem, confesso que não prestei muita atenção, e não escutei a mais do que 5 ou 6 perguntas e respostas.
Achei que ele havia desistido, mas o Maroni é candidato nestas eleições ( acho que a vereador ); disse ele que “ELES” ( ‘us pulíticus’ ) estão fudidos ( palavras dele ) se ele conseguir ser eleito. O que ele quis dizer com isso? O cara, antes de mais nada, é mais um “Cacareco”, como também a Condessa Scarpa e Rafael Ilha. O que ele, Maroni, fará, que causará tanto frisson no meio político? Acabei de pensar o seguinte: ele deve ter várias capivaras de personalidades importantes, inclusive da política. O camarada vai lá, no Bahamas – um lugar onde o proprietário sempre faz questão de reafirmar, não é prostíbulo de luxo – tomar um chá e jogar gamão e acaba sendo filmado, gravado e fotografado pelas meninas do cast da casa. Aí, é só guardar para um momento mais apropriado. Deve ser isso. Mas são só elucubrações, desculpem…
Jogando para a torcida, lançou mão do velho lugar-comum, generalizando o comportamento dos políticos. Para ganhar o eleitor na “conversa anti-político”. Com o Collor e o Jânio foi assim. Enéas Carneiro e sua cartilha milionária. Me parece, e posso estar enganado, que o sujeito só passou a se interessar ( entre aspas ) pela arte de fzer política, após ter seu estabelecimento comercial fechado pela Prefeitura, na esteira no acidente com o avião da TAM, em Congonhas. Não é muito diferente de vários outros que têm seus interesses contrariados e enveredam pela política. Deveria pôr, também, na conta do imprensalão, que usou o suposto apagão aéreo para derrubar o Lula de qualquer maneira, e involuntariamente, colheu o Maroni de roldão.
Bom, não quero falar besteira, não conheço suas propostas e quero que se dane.
Em seguida, tirando o fato dele fazer questão de contar suas conquistas sexuais, algo de interesse de toda a sociedade brasileira, ficamos sabendo que ele também tem um lado “família”, e ele fez questão de ressaltá-lo. Aliás, estranho isso. Como psicólogo mas, também, empresário no ramo do relax masculino, que razão ele teria para frisar esta condição, a não ser o receio de desagradar possíveis eleitores? Vejam o Gaiarsa, sempre advogando que a família é uma desgraça. Mas o Gaiarsa não ganha mundos e mundos de grana com a prostituição alheia. Se o fizesse, estaria dentro de sua coerência e visão das coisas. Sinto, sssiiimmmm, o cheiro da hipocrisia de Maroni. O Mílton Neves da noite paulistana, mas que ama sua família.
Por exemplo: sabiam que ele tem uma filha ( acho que 26 ou 27 anos de idade ) que está prestes a dar-lhe um neto? Pois é. O vovô coruja também aprecia as delícias de ter uma família.
Pelo que consta, esta filha não trabalha no Bahamas, e não deve ter dado para 1500 ou 2000 homens em sua vida. Pois é possível que papai, o último dos rebeldes, não gostasse disso. Penso eu. Geralmente, os pais têm um ciúme danado das filhinhas, e não gostam de imaginá-las pondo a boca onde não deveriam. Serem fotografadas fazendo isso com vários rapazes, nem pensar. É sujo. Tripla penetração, não importa o preço do cachê, é só para a filha dos outros. Dos meus, cuido eu.
Bom, para quem não ouviu a entrevista inteira, já falei demais. Deixa para lá. Nesse eu não voto.

Nesse eu não voto: Rádio "Kiss my Ass" FM entrevista Oscar Maroni. Poucos minutos me fizeram trocar de estação!!

Eu vivo “zappeando” no rádio também. E, às vezes, acabo encontrando algo que me agrade na Kiss FM ( já tratei disso, anteriormente ). No horário das 18hs, o locutor, algumas vezes, entrevista alguém. Outro dia foi um vendedor de carros. Tipo, o “Honesto Joe”. É que a GM paga publicidade na rádio. Só que alguém deve ter concluído que apenas os spots comerciais não seiam suficientes. Gozado é que, no horário em questão, o progarma se propõe a informar, dar notícias. Se, pela manhã, o rockeiro bagaceira pode ser despertado com músicas e notícias do mercado financeiro ( Juropordeus!! ), à noite, ao voltar para casa, fica sabendo quantos quilômetros de congestionamento há em São Paulo, naquele momento. Enquanto fica preso nalgum ponto qualquer da cidade, curtindo um rock, pode também se interar das promoções de alguma concessionária da GM. Sabe como é, trocar de carro para ficar imobilizado no trânsito está no DNA paulistano. Há quem represente o papel direitinho, sem questioná-lo.
Enfim, o “titio” que apresenta o programa teve, como convidado, o cidadão Oscar Maroni, que dispensa apresentações.
Perguntado pelo “titio”, ele respondeu que era “rockeiro” ( até mesmo os convidados que estão lá, com o único propósito de vender seus automóveis, têm de responder a essa pergunta; se não, fica maus, né? ), e adorava o lado “irreverente” do rock; citou Elvis Presley, como um dos seus ídolos. Elvis era “irreverente” mesmo. Afinal, só mesmo um “loucaço” e “piradão”, ofereceria seu talento e serviços ao FBI e a Nixon, como fez o gordão viciado em pílulas e sanduíche de salame com pasta de amendoim. Isso, com a Guerra do Vietnã em andamento, os movimentos pelos Direitos Civis, os Panteras Negras e tudo o mais pelo qual passava a América. Sem contar os hippies e tendo o rock – também – como trilha sonora. Rock’n'Roll, baby!! Abaixo o sistema!
Bem, confesso que não prestei muita atenção, e não escutei a mais do que 5 ou 6 perguntas e respostas.
Achei que ele havia desistido, mas o Maroni é candidato nestas eleições ( acho que a vereador ); disse ele que “ELES” ( ‘us pulíticus’ ) estão fudidos ( palavras dele ) se ele conseguir ser eleito. O que ele quis dizer com isso? O cara, antes de mais nada, é mais um “Cacareco”, como também a Condessa Scarpa e Rafael Ilha. O que ele, Maroni, fará, que causará tanto frisson no meio político? Acabei de pensar o seguinte: ele deve ter várias capivaras de personalidades importantes, inclusive da política. O camarada vai lá, no Bahamas – um lugar onde o proprietário sempre faz questão de reafirmar, não é prostíbulo de luxo – tomar um chá e jogar gamão e acaba sendo filmado, gravado e fotografado pelas meninas do cast da casa. Aí, é só guardar para um momento mais apropriado. Deve ser isso. Mas são só elucubrações, desculpem…
Jogando para a torcida, lançou mão do velho lugar-comum, generalizando o comportamento dos políticos. Para ganhar o eleitor na “conversa anti-político”. Com o Collor e o Jânio foi assim. Enéas Carneiro e sua cartilha milionária. Me parece, e posso estar enganado, que o sujeito só passou a se interessar ( entre aspas ) pela arte de fzer política, após ter seu estabelecimento comercial fechado pela Prefeitura, na esteira no acidente com o avião da TAM, em Congonhas. Não é muito diferente de vários outros que têm seus interesses contrariados e enveredam pela política. Deveria pôr, também, na conta do imprensalão, que usou o suposto apagão aéreo para derrubar o Lula de qualquer maneira, e involuntariamente, colheu o Maroni de roldão.
Bom, não quero falar besteira, não conheço suas propostas e quero que se dane.
Em seguida, tirando o fato dele fazer questão de contar suas conquistas sexuais, algo de interesse de toda a sociedade brasileira, ficamos sabendo que ele também tem um lado “família”, e ele fez questão de ressaltá-lo. Aliás, estranho isso. Como psicólogo mas, também, empresário no ramo do relax masculino, que razão ele teria para frisar esta condição, a não ser o receio de desagradar possíveis eleitores? Vejam o Gaiarsa, sempre advogando que a família é uma desgraça. Mas o Gaiarsa não ganha mundos e mundos de grana com a prostituição alheia. Se o fizesse, estaria dentro de sua coerência e visão das coisas. Sinto, sssiiimmmm, o cheiro da hipocrisia de Maroni. O Mílton Neves da noite paulistana, mas que ama sua família.
Por exemplo: sabiam que ele tem uma filha ( acho que 26 ou 27 anos de idade ) que está prestes a dar-lhe um neto? Pois é. O vovô coruja também aprecia as delícias de ter uma família.
Pelo que consta, esta filha não trabalha no Bahamas, e não deve ter dado para 1500 ou 2000 homens em sua vida. Pois é possível que papai, o último dos rebeldes, não gostasse disso. Penso eu. Geralmente, os pais têm um ciúme danado das filhinhas, e não gostam de imaginá-las pondo a boca onde não deveriam. Serem fotografadas fazendo isso com vários rapazes, nem pensar. É sujo. Tripla penetração, não importa o preço do cachê, é só para a filha dos outros. Dos meus, cuido eu.
Bom, para quem não ouviu a entrevista inteira, já falei demais. Deixa para lá. Nesse eu não voto.

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