ENCALHE

abril 2, 2009

Salário Mínimo Regional do Paraná é o mais alto do país: 12% maior que outros salários regionais. E o PIG só falta erigir estátua pro Serra!

Deputados aprovam novo piso salarial do Paraná, o maior do País
AEN/ PR
30/03/2009
A Assembleia Legislativa aprovou nesta segunda-feira (30), por unanimidade e em primeira discussão, projeto de lei enviado pelo governador Roberto Requião que reajusta em 14,9% o piso salarial regional do Paraná. O aumento nas seis faixas salariais — que variam de R$ 605,52 a R$ 629,65 — beneficia diretamente 174 mil empregados domésticos, no comércio e em atividades rurais, entre outras categorias, e deve injetar R$ 754 milhões anuais na economia paranaense. O projeto volta à pauta da Assembleia nesta terça-feira (31), para ser aprovado em segunda discussão e em redação final, e depois segue para a sanção do governador.
“O piso salarial regional é um importante instrumento de distribuição de renda. Desde que foi implantado, em 2006, injetou em média R$ 500 milhões por ano na economia do Paraná. Isso é fundamental principalmente agora, em tempos de crise, para que se mantenha, principalmente nos pequenos municípios, o poder de compra dos trabalhadores”, disse o líder do Governo, deputado Luiz Claudio Romanelli (PMDB).
O mínimo regional do Paraná continua o maior do País. É 12,5%, em média, mais alto que o dos três estados que também adotam a medida — São Paulo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul. Além disso, vale de 30,2% a 35,4% mais que o salário mínimo, R$ 465.
“O piso regional e a política fiscal do Governo do Paraná impulsionaram a economia e sustentam o consumo de alimentos e de outros bens, como roupas, calçados e produtos de limpeza e de higiene pessoal, além de amortecer o impacto da crise tanto na produção como no emprego. O salário mínimo regional deu poder de compra para mais de um milhão de trabalhadores. Com mais dinheiro circulando, a economia se mantém fortalecida”, argumentou o líder do governo. IMPACTO – Segundo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), além dos 174 mil trabalhadores de categorias não organizadas beneficiadas diretamente pelo reajuste, outros 284 mil trabalhadores formais também terão aumentos, já que recebem entre 1,3 e 1,6 do piso regional.
“Os trabalhadores organizados em sindicatos terão no piso um importante instrumento para negociação dos seus salários nos dissídios coletivos. Essa projeção não conta ainda os trabalhadores informais. No total, o reajuste pode atender 468 mil trabalhadores formais”, disse o economista Sandro Silva.
O Dieese também mediu o potencial de impacto na renda dos trabalhadores e na economia do Estado. Aos 174 mil trabalhadores atendidos diretamente, o reajuste representa R$ 282,4 milhões. Para os trabalhadores organizados em sindicatos cujos salários são indexados ao piso regional, a medida trará mais R$ 472 milhões por ano. “Somado, isso representa um potencial de impacto de R$ 754,4 milhões na economia do Paraná”, explicou Silva.
Para o governador Roberto Requião, o reajuste do salário regional contribui para a diminuição das desigualdades sociais, melhora a distribuição de renda e o acesso da população a bens de consumo essenciais. “Uma renda mais equalitária fortalece o mercado consumidor e estimula o aumento da produção real do Paraná, além de reduzir os efeitos da grave crise econômica internacional em nosso Estado”, disse.
O piso também leva em conta, segundo o governador, o incremento da remuneração de admissão dos trabalhadores assalariados praticada no mercado de trabalho e a evolução da atividade econômica paranaense em 2008. “Pode-se considerar que um reajuste de 14,9% nos vários pisos salariais regionais vigentes no estado nos tornam atualizados em 2009, se comparados com o próprio mercado de trabalho, assim como alinhados ao ritmo de crescimento apresentado pela economia do Paraná”, falou Requião.
As seis faixas salariais do Piso Regional do Paraná
Piso 1: R$ 629,65 – técnicos de nível médio (Grande Grupo 3 da Classificação Brasileira de Ocupações).
Piso 2: R$ 625,06 – trabalhadores da produção de bens e serviços industriais (Grandes Grupos Ocupacionais 7 e 8 da CBO).
Piso 3: R$ 620,46 – trabalhadores de serviços administrativos (Grande Grupo Ocupacional 4 da CBO).
Piso 4: R$ 614,72 – trabalhadores de reparação e manutenção (Grande Grupo Ocupacional 9 da CBO).
Piso 5: R$ 610,12 – trabalhadores empregados em serviços, vendedores do comércio em lojas e mercados (Grande Grupo Ocupacional 5 da CBO).
Piso 6: R$ 605,52 – trabalhadores empregados nas atividades agropecuárias, florestais e da pesca (Grande Grupo Ocupacional 6 da CBO).
MAS, ENTREMENTES, AINDA NÃO SE DEVE COMEMORAR:
Oposição faz projeto do piso regional voltar à pauta da CCJ
AEN/PR, 31/03/2009
O deputado Waldyr Pugliesi, líder do PMDB na Assembleia Legislativa, classificou como “demagógicas e oportunistas” as emendas apresentadas nesta terça-feira (31) ao projeto do aumento de 14,9% do salário mínimo do Paraná.
“Os deputados da oposição neste caso estão se comportando de maneira oportunista”, disse Pugliesi sobre as emendas propostas pelo bloco de oposição e pelo deputado Mauro Moraes (PMDB). O projeto volta novamente a CCJ (Comissão de Constituição de Justiça).
Na prática, segundo Pugliesi, as emendas pouco atrasam a tramitação da proposta que eleva entre 605,52 e R$ 629,65 o piso regional.
“Só tenho a lamentar que os deputados da oposição se comportem desta maneira. Na hora em que o governo se esforça para conter a crise, eles querem generalizar a questão. Mas o projeto volta ao plenário na próxima semana e será votado em tempo para sanção do governador no dia 1º de maio”, informou.
Pugliesi disse que o Estado não dispõe de dotação orçamentária para atender as proposições que estendem o mesmo percentual de reajuste para todos os servidores do Governo.
“Não sou contra conceder aumento para os servidores públicos, mas isso é impossível neste momento. Não tem recursos. Estas emendas têm como único objetivo protelar a aprovação do salário Mínimo Regional, que é muito importante para os trabalhadores do Paraná”.
O piso salarial regional, na avaliação do deputado Luiz Claudio Romanelli (PMDB), é um importante instrumento de distribuição de renda. Desde que foi implantado, em 2006, injetou em média R$ 500 milhões por ano na economia do Paraná. “Isso é fundamental principalmente agora, em tempos de crise, para que se mantenha, principalmente nos pequenos municípios, o poder de compra dos trabalhadores”, disse.
O mínimo regional do Paraná é, em média, 12,5% maior que o dos três estados que também adotam a medida — São Paulo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul. Além disso, vale de 30,2% a 35,4% mais que o salário mínimo, R$ 465.
IMPACTO – De acordo com o Dieese, além dos 174 mil trabalhadores diretamente beneficiados pelo reajuste, outros 284 mil trabalhadores formais também terão aumentos, já que recebem entre 1,3 e 1,6 do piso regional. “Os trabalhadores organizados em sindicatos terão no piso um importante instrumento para negociação dos seus salários nos dissídios coletivos. Essa projeção não conta ainda os trabalhadores informais. No total, o reajuste pode atender 468 mil trabalhadores formais”, disse o economista Sandro Silva.
O Dieese também mediu o potencial de impacto na renda dos trabalhadores e na economia do Estado. Aos 174 mil trabalhadores atendidos diretamente, o reajuste representa R$ 282,4 milhões. Para os trabalhadores organizados em sindicatos cujos salários são indexados ao piso regional, a medida trará mais R$ 472 milhões por ano. “Somado, isso representa um potencial de impacto de R$ 754,4 milhões na economia do Paraná”, explicou Silva.

Salário Mínimo Regional do Paraná é o mais alto do país: 12% maior que outros salários regionais. E o PIG só falta erigir estátua pro Serra!

Deputados aprovam novo piso salarial do Paraná, o maior do País
AEN/ PR
30/03/2009
A Assembleia Legislativa aprovou nesta segunda-feira (30), por unanimidade e em primeira discussão, projeto de lei enviado pelo governador Roberto Requião que reajusta em 14,9% o piso salarial regional do Paraná. O aumento nas seis faixas salariais — que variam de R$ 605,52 a R$ 629,65 — beneficia diretamente 174 mil empregados domésticos, no comércio e em atividades rurais, entre outras categorias, e deve injetar R$ 754 milhões anuais na economia paranaense. O projeto volta à pauta da Assembleia nesta terça-feira (31), para ser aprovado em segunda discussão e em redação final, e depois segue para a sanção do governador.
“O piso salarial regional é um importante instrumento de distribuição de renda. Desde que foi implantado, em 2006, injetou em média R$ 500 milhões por ano na economia do Paraná. Isso é fundamental principalmente agora, em tempos de crise, para que se mantenha, principalmente nos pequenos municípios, o poder de compra dos trabalhadores”, disse o líder do Governo, deputado Luiz Claudio Romanelli (PMDB).
O mínimo regional do Paraná continua o maior do País. É 12,5%, em média, mais alto que o dos três estados que também adotam a medida — São Paulo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul. Além disso, vale de 30,2% a 35,4% mais que o salário mínimo, R$ 465.
“O piso regional e a política fiscal do Governo do Paraná impulsionaram a economia e sustentam o consumo de alimentos e de outros bens, como roupas, calçados e produtos de limpeza e de higiene pessoal, além de amortecer o impacto da crise tanto na produção como no emprego. O salário mínimo regional deu poder de compra para mais de um milhão de trabalhadores. Com mais dinheiro circulando, a economia se mantém fortalecida”, argumentou o líder do governo. IMPACTO – Segundo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), além dos 174 mil trabalhadores de categorias não organizadas beneficiadas diretamente pelo reajuste, outros 284 mil trabalhadores formais também terão aumentos, já que recebem entre 1,3 e 1,6 do piso regional.
“Os trabalhadores organizados em sindicatos terão no piso um importante instrumento para negociação dos seus salários nos dissídios coletivos. Essa projeção não conta ainda os trabalhadores informais. No total, o reajuste pode atender 468 mil trabalhadores formais”, disse o economista Sandro Silva.
O Dieese também mediu o potencial de impacto na renda dos trabalhadores e na economia do Estado. Aos 174 mil trabalhadores atendidos diretamente, o reajuste representa R$ 282,4 milhões. Para os trabalhadores organizados em sindicatos cujos salários são indexados ao piso regional, a medida trará mais R$ 472 milhões por ano. “Somado, isso representa um potencial de impacto de R$ 754,4 milhões na economia do Paraná”, explicou Silva.
Para o governador Roberto Requião, o reajuste do salário regional contribui para a diminuição das desigualdades sociais, melhora a distribuição de renda e o acesso da população a bens de consumo essenciais. “Uma renda mais equalitária fortalece o mercado consumidor e estimula o aumento da produção real do Paraná, além de reduzir os efeitos da grave crise econômica internacional em nosso Estado”, disse.
O piso também leva em conta, segundo o governador, o incremento da remuneração de admissão dos trabalhadores assalariados praticada no mercado de trabalho e a evolução da atividade econômica paranaense em 2008. “Pode-se considerar que um reajuste de 14,9% nos vários pisos salariais regionais vigentes no estado nos tornam atualizados em 2009, se comparados com o próprio mercado de trabalho, assim como alinhados ao ritmo de crescimento apresentado pela economia do Paraná”, falou Requião.
As seis faixas salariais do Piso Regional do Paraná
Piso 1: R$ 629,65 – técnicos de nível médio (Grande Grupo 3 da Classificação Brasileira de Ocupações).
Piso 2: R$ 625,06 – trabalhadores da produção de bens e serviços industriais (Grandes Grupos Ocupacionais 7 e 8 da CBO).
Piso 3: R$ 620,46 – trabalhadores de serviços administrativos (Grande Grupo Ocupacional 4 da CBO).
Piso 4: R$ 614,72 – trabalhadores de reparação e manutenção (Grande Grupo Ocupacional 9 da CBO).
Piso 5: R$ 610,12 – trabalhadores empregados em serviços, vendedores do comércio em lojas e mercados (Grande Grupo Ocupacional 5 da CBO).
Piso 6: R$ 605,52 – trabalhadores empregados nas atividades agropecuárias, florestais e da pesca (Grande Grupo Ocupacional 6 da CBO).
MAS, ENTREMENTES, AINDA NÃO SE DEVE COMEMORAR:
Oposição faz projeto do piso regional voltar à pauta da CCJ
AEN/PR, 31/03/2009
O deputado Waldyr Pugliesi, líder do PMDB na Assembleia Legislativa, classificou como “demagógicas e oportunistas” as emendas apresentadas nesta terça-feira (31) ao projeto do aumento de 14,9% do salário mínimo do Paraná.
“Os deputados da oposição neste caso estão se comportando de maneira oportunista”, disse Pugliesi sobre as emendas propostas pelo bloco de oposição e pelo deputado Mauro Moraes (PMDB). O projeto volta novamente a CCJ (Comissão de Constituição de Justiça).
Na prática, segundo Pugliesi, as emendas pouco atrasam a tramitação da proposta que eleva entre 605,52 e R$ 629,65 o piso regional.
“Só tenho a lamentar que os deputados da oposição se comportem desta maneira. Na hora em que o governo se esforça para conter a crise, eles querem generalizar a questão. Mas o projeto volta ao plenário na próxima semana e será votado em tempo para sanção do governador no dia 1º de maio”, informou.
Pugliesi disse que o Estado não dispõe de dotação orçamentária para atender as proposições que estendem o mesmo percentual de reajuste para todos os servidores do Governo.
“Não sou contra conceder aumento para os servidores públicos, mas isso é impossível neste momento. Não tem recursos. Estas emendas têm como único objetivo protelar a aprovação do salário Mínimo Regional, que é muito importante para os trabalhadores do Paraná”.
O piso salarial regional, na avaliação do deputado Luiz Claudio Romanelli (PMDB), é um importante instrumento de distribuição de renda. Desde que foi implantado, em 2006, injetou em média R$ 500 milhões por ano na economia do Paraná. “Isso é fundamental principalmente agora, em tempos de crise, para que se mantenha, principalmente nos pequenos municípios, o poder de compra dos trabalhadores”, disse.
O mínimo regional do Paraná é, em média, 12,5% maior que o dos três estados que também adotam a medida — São Paulo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul. Além disso, vale de 30,2% a 35,4% mais que o salário mínimo, R$ 465.
IMPACTO – De acordo com o Dieese, além dos 174 mil trabalhadores diretamente beneficiados pelo reajuste, outros 284 mil trabalhadores formais também terão aumentos, já que recebem entre 1,3 e 1,6 do piso regional. “Os trabalhadores organizados em sindicatos terão no piso um importante instrumento para negociação dos seus salários nos dissídios coletivos. Essa projeção não conta ainda os trabalhadores informais. No total, o reajuste pode atender 468 mil trabalhadores formais”, disse o economista Sandro Silva.
O Dieese também mediu o potencial de impacto na renda dos trabalhadores e na economia do Estado. Aos 174 mil trabalhadores atendidos diretamente, o reajuste representa R$ 282,4 milhões. Para os trabalhadores organizados em sindicatos cujos salários são indexados ao piso regional, a medida trará mais R$ 472 milhões por ano. “Somado, isso representa um potencial de impacto de R$ 754,4 milhões na economia do Paraná”, explicou Silva.

Salário Mínimo Regional do Paraná é o mais alto do país: 12% maior que outros salários regionais. E o PIG só falta erigir estátua pro Serra!

Deputados aprovam novo piso salarial do Paraná, o maior do País
AEN/ PR
30/03/2009
A Assembleia Legislativa aprovou nesta segunda-feira (30), por unanimidade e em primeira discussão, projeto de lei enviado pelo governador Roberto Requião que reajusta em 14,9% o piso salarial regional do Paraná. O aumento nas seis faixas salariais — que variam de R$ 605,52 a R$ 629,65 — beneficia diretamente 174 mil empregados domésticos, no comércio e em atividades rurais, entre outras categorias, e deve injetar R$ 754 milhões anuais na economia paranaense. O projeto volta à pauta da Assembleia nesta terça-feira (31), para ser aprovado em segunda discussão e em redação final, e depois segue para a sanção do governador.
“O piso salarial regional é um importante instrumento de distribuição de renda. Desde que foi implantado, em 2006, injetou em média R$ 500 milhões por ano na economia do Paraná. Isso é fundamental principalmente agora, em tempos de crise, para que se mantenha, principalmente nos pequenos municípios, o poder de compra dos trabalhadores”, disse o líder do Governo, deputado Luiz Claudio Romanelli (PMDB).
O mínimo regional do Paraná continua o maior do País. É 12,5%, em média, mais alto que o dos três estados que também adotam a medida — São Paulo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul. Além disso, vale de 30,2% a 35,4% mais que o salário mínimo, R$ 465.
“O piso regional e a política fiscal do Governo do Paraná impulsionaram a economia e sustentam o consumo de alimentos e de outros bens, como roupas, calçados e produtos de limpeza e de higiene pessoal, além de amortecer o impacto da crise tanto na produção como no emprego. O salário mínimo regional deu poder de compra para mais de um milhão de trabalhadores. Com mais dinheiro circulando, a economia se mantém fortalecida”, argumentou o líder do governo. IMPACTO – Segundo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), além dos 174 mil trabalhadores de categorias não organizadas beneficiadas diretamente pelo reajuste, outros 284 mil trabalhadores formais também terão aumentos, já que recebem entre 1,3 e 1,6 do piso regional.
“Os trabalhadores organizados em sindicatos terão no piso um importante instrumento para negociação dos seus salários nos dissídios coletivos. Essa projeção não conta ainda os trabalhadores informais. No total, o reajuste pode atender 468 mil trabalhadores formais”, disse o economista Sandro Silva.
O Dieese também mediu o potencial de impacto na renda dos trabalhadores e na economia do Estado. Aos 174 mil trabalhadores atendidos diretamente, o reajuste representa R$ 282,4 milhões. Para os trabalhadores organizados em sindicatos cujos salários são indexados ao piso regional, a medida trará mais R$ 472 milhões por ano. “Somado, isso representa um potencial de impacto de R$ 754,4 milhões na economia do Paraná”, explicou Silva.
Para o governador Roberto Requião, o reajuste do salário regional contribui para a diminuição das desigualdades sociais, melhora a distribuição de renda e o acesso da população a bens de consumo essenciais. “Uma renda mais equalitária fortalece o mercado consumidor e estimula o aumento da produção real do Paraná, além de reduzir os efeitos da grave crise econômica internacional em nosso Estado”, disse.
O piso também leva em conta, segundo o governador, o incremento da remuneração de admissão dos trabalhadores assalariados praticada no mercado de trabalho e a evolução da atividade econômica paranaense em 2008. “Pode-se considerar que um reajuste de 14,9% nos vários pisos salariais regionais vigentes no estado nos tornam atualizados em 2009, se comparados com o próprio mercado de trabalho, assim como alinhados ao ritmo de crescimento apresentado pela economia do Paraná”, falou Requião.
As seis faixas salariais do Piso Regional do Paraná
Piso 1: R$ 629,65 – técnicos de nível médio (Grande Grupo 3 da Classificação Brasileira de Ocupações).
Piso 2: R$ 625,06 – trabalhadores da produção de bens e serviços industriais (Grandes Grupos Ocupacionais 7 e 8 da CBO).
Piso 3: R$ 620,46 – trabalhadores de serviços administrativos (Grande Grupo Ocupacional 4 da CBO).
Piso 4: R$ 614,72 – trabalhadores de reparação e manutenção (Grande Grupo Ocupacional 9 da CBO).
Piso 5: R$ 610,12 – trabalhadores empregados em serviços, vendedores do comércio em lojas e mercados (Grande Grupo Ocupacional 5 da CBO).
Piso 6: R$ 605,52 – trabalhadores empregados nas atividades agropecuárias, florestais e da pesca (Grande Grupo Ocupacional 6 da CBO).
MAS, ENTREMENTES, AINDA NÃO SE DEVE COMEMORAR:
Oposição faz projeto do piso regional voltar à pauta da CCJ
AEN/PR, 31/03/2009
O deputado Waldyr Pugliesi, líder do PMDB na Assembleia Legislativa, classificou como “demagógicas e oportunistas” as emendas apresentadas nesta terça-feira (31) ao projeto do aumento de 14,9% do salário mínimo do Paraná.
“Os deputados da oposição neste caso estão se comportando de maneira oportunista”, disse Pugliesi sobre as emendas propostas pelo bloco de oposição e pelo deputado Mauro Moraes (PMDB). O projeto volta novamente a CCJ (Comissão de Constituição de Justiça).
Na prática, segundo Pugliesi, as emendas pouco atrasam a tramitação da proposta que eleva entre 605,52 e R$ 629,65 o piso regional.
“Só tenho a lamentar que os deputados da oposição se comportem desta maneira. Na hora em que o governo se esforça para conter a crise, eles querem generalizar a questão. Mas o projeto volta ao plenário na próxima semana e será votado em tempo para sanção do governador no dia 1º de maio”, informou.
Pugliesi disse que o Estado não dispõe de dotação orçamentária para atender as proposições que estendem o mesmo percentual de reajuste para todos os servidores do Governo.
“Não sou contra conceder aumento para os servidores públicos, mas isso é impossível neste momento. Não tem recursos. Estas emendas têm como único objetivo protelar a aprovação do salário Mínimo Regional, que é muito importante para os trabalhadores do Paraná”.
O piso salarial regional, na avaliação do deputado Luiz Claudio Romanelli (PMDB), é um importante instrumento de distribuição de renda. Desde que foi implantado, em 2006, injetou em média R$ 500 milhões por ano na economia do Paraná. “Isso é fundamental principalmente agora, em tempos de crise, para que se mantenha, principalmente nos pequenos municípios, o poder de compra dos trabalhadores”, disse.
O mínimo regional do Paraná é, em média, 12,5% maior que o dos três estados que também adotam a medida — São Paulo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul. Além disso, vale de 30,2% a 35,4% mais que o salário mínimo, R$ 465.
IMPACTO – De acordo com o Dieese, além dos 174 mil trabalhadores diretamente beneficiados pelo reajuste, outros 284 mil trabalhadores formais também terão aumentos, já que recebem entre 1,3 e 1,6 do piso regional. “Os trabalhadores organizados em sindicatos terão no piso um importante instrumento para negociação dos seus salários nos dissídios coletivos. Essa projeção não conta ainda os trabalhadores informais. No total, o reajuste pode atender 468 mil trabalhadores formais”, disse o economista Sandro Silva.
O Dieese também mediu o potencial de impacto na renda dos trabalhadores e na economia do Estado. Aos 174 mil trabalhadores atendidos diretamente, o reajuste representa R$ 282,4 milhões. Para os trabalhadores organizados em sindicatos cujos salários são indexados ao piso regional, a medida trará mais R$ 472 milhões por ano. “Somado, isso representa um potencial de impacto de R$ 754,4 milhões na economia do Paraná”, explicou Silva.

Salário Mínimo Regional do Paraná é o mais alto do país: 12% maior que outros salários regionais. E o PIG só falta erigir estátua pro Serra!

Deputados aprovam novo piso salarial do Paraná, o maior do País
AEN/ PR
30/03/2009
A Assembleia Legislativa aprovou nesta segunda-feira (30), por unanimidade e em primeira discussão, projeto de lei enviado pelo governador Roberto Requião que reajusta em 14,9% o piso salarial regional do Paraná. O aumento nas seis faixas salariais — que variam de R$ 605,52 a R$ 629,65 — beneficia diretamente 174 mil empregados domésticos, no comércio e em atividades rurais, entre outras categorias, e deve injetar R$ 754 milhões anuais na economia paranaense. O projeto volta à pauta da Assembleia nesta terça-feira (31), para ser aprovado em segunda discussão e em redação final, e depois segue para a sanção do governador.
“O piso salarial regional é um importante instrumento de distribuição de renda. Desde que foi implantado, em 2006, injetou em média R$ 500 milhões por ano na economia do Paraná. Isso é fundamental principalmente agora, em tempos de crise, para que se mantenha, principalmente nos pequenos municípios, o poder de compra dos trabalhadores”, disse o líder do Governo, deputado Luiz Claudio Romanelli (PMDB).
O mínimo regional do Paraná continua o maior do País. É 12,5%, em média, mais alto que o dos três estados que também adotam a medida — São Paulo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul. Além disso, vale de 30,2% a 35,4% mais que o salário mínimo, R$ 465.
“O piso regional e a política fiscal do Governo do Paraná impulsionaram a economia e sustentam o consumo de alimentos e de outros bens, como roupas, calçados e produtos de limpeza e de higiene pessoal, além de amortecer o impacto da crise tanto na produção como no emprego. O salário mínimo regional deu poder de compra para mais de um milhão de trabalhadores. Com mais dinheiro circulando, a economia se mantém fortalecida”, argumentou o líder do governo. IMPACTO – Segundo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), além dos 174 mil trabalhadores de categorias não organizadas beneficiadas diretamente pelo reajuste, outros 284 mil trabalhadores formais também terão aumentos, já que recebem entre 1,3 e 1,6 do piso regional.
“Os trabalhadores organizados em sindicatos terão no piso um importante instrumento para negociação dos seus salários nos dissídios coletivos. Essa projeção não conta ainda os trabalhadores informais. No total, o reajuste pode atender 468 mil trabalhadores formais”, disse o economista Sandro Silva.
O Dieese também mediu o potencial de impacto na renda dos trabalhadores e na economia do Estado. Aos 174 mil trabalhadores atendidos diretamente, o reajuste representa R$ 282,4 milhões. Para os trabalhadores organizados em sindicatos cujos salários são indexados ao piso regional, a medida trará mais R$ 472 milhões por ano. “Somado, isso representa um potencial de impacto de R$ 754,4 milhões na economia do Paraná”, explicou Silva.
Para o governador Roberto Requião, o reajuste do salário regional contribui para a diminuição das desigualdades sociais, melhora a distribuição de renda e o acesso da população a bens de consumo essenciais. “Uma renda mais equalitária fortalece o mercado consumidor e estimula o aumento da produção real do Paraná, além de reduzir os efeitos da grave crise econômica internacional em nosso Estado”, disse.
O piso também leva em conta, segundo o governador, o incremento da remuneração de admissão dos trabalhadores assalariados praticada no mercado de trabalho e a evolução da atividade econômica paranaense em 2008. “Pode-se considerar que um reajuste de 14,9% nos vários pisos salariais regionais vigentes no estado nos tornam atualizados em 2009, se comparados com o próprio mercado de trabalho, assim como alinhados ao ritmo de crescimento apresentado pela economia do Paraná”, falou Requião.
As seis faixas salariais do Piso Regional do Paraná
Piso 1: R$ 629,65 – técnicos de nível médio (Grande Grupo 3 da Classificação Brasileira de Ocupações).
Piso 2: R$ 625,06 – trabalhadores da produção de bens e serviços industriais (Grandes Grupos Ocupacionais 7 e 8 da CBO).
Piso 3: R$ 620,46 – trabalhadores de serviços administrativos (Grande Grupo Ocupacional 4 da CBO).
Piso 4: R$ 614,72 – trabalhadores de reparação e manutenção (Grande Grupo Ocupacional 9 da CBO).
Piso 5: R$ 610,12 – trabalhadores empregados em serviços, vendedores do comércio em lojas e mercados (Grande Grupo Ocupacional 5 da CBO).
Piso 6: R$ 605,52 – trabalhadores empregados nas atividades agropecuárias, florestais e da pesca (Grande Grupo Ocupacional 6 da CBO).
MAS, ENTREMENTES, AINDA NÃO SE DEVE COMEMORAR:
Oposição faz projeto do piso regional voltar à pauta da CCJ
AEN/PR, 31/03/2009
O deputado Waldyr Pugliesi, líder do PMDB na Assembleia Legislativa, classificou como “demagógicas e oportunistas” as emendas apresentadas nesta terça-feira (31) ao projeto do aumento de 14,9% do salário mínimo do Paraná.
“Os deputados da oposição neste caso estão se comportando de maneira oportunista”, disse Pugliesi sobre as emendas propostas pelo bloco de oposição e pelo deputado Mauro Moraes (PMDB). O projeto volta novamente a CCJ (Comissão de Constituição de Justiça).
Na prática, segundo Pugliesi, as emendas pouco atrasam a tramitação da proposta que eleva entre 605,52 e R$ 629,65 o piso regional.
“Só tenho a lamentar que os deputados da oposição se comportem desta maneira. Na hora em que o governo se esforça para conter a crise, eles querem generalizar a questão. Mas o projeto volta ao plenário na próxima semana e será votado em tempo para sanção do governador no dia 1º de maio”, informou.
Pugliesi disse que o Estado não dispõe de dotação orçamentária para atender as proposições que estendem o mesmo percentual de reajuste para todos os servidores do Governo.
“Não sou contra conceder aumento para os servidores públicos, mas isso é impossível neste momento. Não tem recursos. Estas emendas têm como único objetivo protelar a aprovação do salário Mínimo Regional, que é muito importante para os trabalhadores do Paraná”.
O piso salarial regional, na avaliação do deputado Luiz Claudio Romanelli (PMDB), é um importante instrumento de distribuição de renda. Desde que foi implantado, em 2006, injetou em média R$ 500 milhões por ano na economia do Paraná. “Isso é fundamental principalmente agora, em tempos de crise, para que se mantenha, principalmente nos pequenos municípios, o poder de compra dos trabalhadores”, disse.
O mínimo regional do Paraná é, em média, 12,5% maior que o dos três estados que também adotam a medida — São Paulo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul. Além disso, vale de 30,2% a 35,4% mais que o salário mínimo, R$ 465.
IMPACTO – De acordo com o Dieese, além dos 174 mil trabalhadores diretamente beneficiados pelo reajuste, outros 284 mil trabalhadores formais também terão aumentos, já que recebem entre 1,3 e 1,6 do piso regional. “Os trabalhadores organizados em sindicatos terão no piso um importante instrumento para negociação dos seus salários nos dissídios coletivos. Essa projeção não conta ainda os trabalhadores informais. No total, o reajuste pode atender 468 mil trabalhadores formais”, disse o economista Sandro Silva.
O Dieese também mediu o potencial de impacto na renda dos trabalhadores e na economia do Estado. Aos 174 mil trabalhadores atendidos diretamente, o reajuste representa R$ 282,4 milhões. Para os trabalhadores organizados em sindicatos cujos salários são indexados ao piso regional, a medida trará mais R$ 472 milhões por ano. “Somado, isso representa um potencial de impacto de R$ 754,4 milhões na economia do Paraná”, explicou Silva.

Salário Mínimo Regional do Paraná é o mais alto do país: 12% maior que outros salários regionais. E o PIG só falta erigir estátua pro Serra!

Deputados aprovam novo piso salarial do Paraná, o maior do País
AEN/ PR
30/03/2009
A Assembleia Legislativa aprovou nesta segunda-feira (30), por unanimidade e em primeira discussão, projeto de lei enviado pelo governador Roberto Requião que reajusta em 14,9% o piso salarial regional do Paraná. O aumento nas seis faixas salariais — que variam de R$ 605,52 a R$ 629,65 — beneficia diretamente 174 mil empregados domésticos, no comércio e em atividades rurais, entre outras categorias, e deve injetar R$ 754 milhões anuais na economia paranaense. O projeto volta à pauta da Assembleia nesta terça-feira (31), para ser aprovado em segunda discussão e em redação final, e depois segue para a sanção do governador.
“O piso salarial regional é um importante instrumento de distribuição de renda. Desde que foi implantado, em 2006, injetou em média R$ 500 milhões por ano na economia do Paraná. Isso é fundamental principalmente agora, em tempos de crise, para que se mantenha, principalmente nos pequenos municípios, o poder de compra dos trabalhadores”, disse o líder do Governo, deputado Luiz Claudio Romanelli (PMDB).
O mínimo regional do Paraná continua o maior do País. É 12,5%, em média, mais alto que o dos três estados que também adotam a medida — São Paulo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul. Além disso, vale de 30,2% a 35,4% mais que o salário mínimo, R$ 465.
“O piso regional e a política fiscal do Governo do Paraná impulsionaram a economia e sustentam o consumo de alimentos e de outros bens, como roupas, calçados e produtos de limpeza e de higiene pessoal, além de amortecer o impacto da crise tanto na produção como no emprego. O salário mínimo regional deu poder de compra para mais de um milhão de trabalhadores. Com mais dinheiro circulando, a economia se mantém fortalecida”, argumentou o líder do governo. IMPACTO – Segundo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), além dos 174 mil trabalhadores de categorias não organizadas beneficiadas diretamente pelo reajuste, outros 284 mil trabalhadores formais também terão aumentos, já que recebem entre 1,3 e 1,6 do piso regional.
“Os trabalhadores organizados em sindicatos terão no piso um importante instrumento para negociação dos seus salários nos dissídios coletivos. Essa projeção não conta ainda os trabalhadores informais. No total, o reajuste pode atender 468 mil trabalhadores formais”, disse o economista Sandro Silva.
O Dieese também mediu o potencial de impacto na renda dos trabalhadores e na economia do Estado. Aos 174 mil trabalhadores atendidos diretamente, o reajuste representa R$ 282,4 milhões. Para os trabalhadores organizados em sindicatos cujos salários são indexados ao piso regional, a medida trará mais R$ 472 milhões por ano. “Somado, isso representa um potencial de impacto de R$ 754,4 milhões na economia do Paraná”, explicou Silva.
Para o governador Roberto Requião, o reajuste do salário regional contribui para a diminuição das desigualdades sociais, melhora a distribuição de renda e o acesso da população a bens de consumo essenciais. “Uma renda mais equalitária fortalece o mercado consumidor e estimula o aumento da produção real do Paraná, além de reduzir os efeitos da grave crise econômica internacional em nosso Estado”, disse.
O piso também leva em conta, segundo o governador, o incremento da remuneração de admissão dos trabalhadores assalariados praticada no mercado de trabalho e a evolução da atividade econômica paranaense em 2008. “Pode-se considerar que um reajuste de 14,9% nos vários pisos salariais regionais vigentes no estado nos tornam atualizados em 2009, se comparados com o próprio mercado de trabalho, assim como alinhados ao ritmo de crescimento apresentado pela economia do Paraná”, falou Requião.
As seis faixas salariais do Piso Regional do Paraná
Piso 1: R$ 629,65 – técnicos de nível médio (Grande Grupo 3 da Classificação Brasileira de Ocupações).
Piso 2: R$ 625,06 – trabalhadores da produção de bens e serviços industriais (Grandes Grupos Ocupacionais 7 e 8 da CBO).
Piso 3: R$ 620,46 – trabalhadores de serviços administrativos (Grande Grupo Ocupacional 4 da CBO).
Piso 4: R$ 614,72 – trabalhadores de reparação e manutenção (Grande Grupo Ocupacional 9 da CBO).
Piso 5: R$ 610,12 – trabalhadores empregados em serviços, vendedores do comércio em lojas e mercados (Grande Grupo Ocupacional 5 da CBO).
Piso 6: R$ 605,52 – trabalhadores empregados nas atividades agropecuárias, florestais e da pesca (Grande Grupo Ocupacional 6 da CBO).
MAS, ENTREMENTES, AINDA NÃO SE DEVE COMEMORAR:
Oposição faz projeto do piso regional voltar à pauta da CCJ
AEN/PR, 31/03/2009
O deputado Waldyr Pugliesi, líder do PMDB na Assembleia Legislativa, classificou como “demagógicas e oportunistas” as emendas apresentadas nesta terça-feira (31) ao projeto do aumento de 14,9% do salário mínimo do Paraná.
“Os deputados da oposição neste caso estão se comportando de maneira oportunista”, disse Pugliesi sobre as emendas propostas pelo bloco de oposição e pelo deputado Mauro Moraes (PMDB). O projeto volta novamente a CCJ (Comissão de Constituição de Justiça).
Na prática, segundo Pugliesi, as emendas pouco atrasam a tramitação da proposta que eleva entre 605,52 e R$ 629,65 o piso regional.
“Só tenho a lamentar que os deputados da oposição se comportem desta maneira. Na hora em que o governo se esforça para conter a crise, eles querem generalizar a questão. Mas o projeto volta ao plenário na próxima semana e será votado em tempo para sanção do governador no dia 1º de maio”, informou.
Pugliesi disse que o Estado não dispõe de dotação orçamentária para atender as proposições que estendem o mesmo percentual de reajuste para todos os servidores do Governo.
“Não sou contra conceder aumento para os servidores públicos, mas isso é impossível neste momento. Não tem recursos. Estas emendas têm como único objetivo protelar a aprovação do salário Mínimo Regional, que é muito importante para os trabalhadores do Paraná”.
O piso salarial regional, na avaliação do deputado Luiz Claudio Romanelli (PMDB), é um importante instrumento de distribuição de renda. Desde que foi implantado, em 2006, injetou em média R$ 500 milhões por ano na economia do Paraná. “Isso é fundamental principalmente agora, em tempos de crise, para que se mantenha, principalmente nos pequenos municípios, o poder de compra dos trabalhadores”, disse.
O mínimo regional do Paraná é, em média, 12,5% maior que o dos três estados que também adotam a medida — São Paulo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul. Além disso, vale de 30,2% a 35,4% mais que o salário mínimo, R$ 465.
IMPACTO – De acordo com o Dieese, além dos 174 mil trabalhadores diretamente beneficiados pelo reajuste, outros 284 mil trabalhadores formais também terão aumentos, já que recebem entre 1,3 e 1,6 do piso regional. “Os trabalhadores organizados em sindicatos terão no piso um importante instrumento para negociação dos seus salários nos dissídios coletivos. Essa projeção não conta ainda os trabalhadores informais. No total, o reajuste pode atender 468 mil trabalhadores formais”, disse o economista Sandro Silva.
O Dieese também mediu o potencial de impacto na renda dos trabalhadores e na economia do Estado. Aos 174 mil trabalhadores atendidos diretamente, o reajuste representa R$ 282,4 milhões. Para os trabalhadores organizados em sindicatos cujos salários são indexados ao piso regional, a medida trará mais R$ 472 milhões por ano. “Somado, isso representa um potencial de impacto de R$ 754,4 milhões na economia do Paraná”, explicou Silva.

março 4, 2009

Novo Piso Salarial do Paraná é 100 reais maior que o de São Paulo, tão celebrado pelo imprensalão tucano!!

Piso Salarial do Paraná vai aumentar 14,9% e ficará entre R$ 605 e R$ 629
AEN/PR
03/03/2009
A proposta para reajuste do piso salarial regional para as seis categorias que recebem o mínimo no Paraná é de 14,9% e deve ficar entre R$ 605,52 e R$ 629,65. O anúncio do reajuste foi feito nesta terça-feira (03) pelo secretário de Planejamento, Enio Verri, durante reunião a Escola de Governo, realizada em Curitiba. Se aprovado o reajuste, o maior piso do Estado deve ser 35,2% superior ao salário mínimo nacional, que passou de R$ 415,00 para R$ 465,00 no dia 1º de fevereiro. O reajuste do piso do Paraná deve vigorar a partir do dia 1º de maio.
A proposta técnica deverá ser encaminhada pela Secretaria de Planejamento para a Casa Civil nesta quarta-feira (04), que a enviará para a Assembléia Legislativa para ser analisada pelos deputados. O governo chegou a este índice por meio de estudo feito pelo Ipardes ( Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social ), instituição vinculada à Secretaria de Planejamento, que debateu a proposta com a Secretaria de Trabalho e Promoção Social, Centrais Sindicais e Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). O secretário do Trabalho, Emprego e Promoção Social, Nelson Garcia, acredita que a proposta será aceita na Assembléia Legislativa, à exemplo do vem ocorrendo desde 2006, quando o governador Roberto Requião criou o piso mínimo regional.
“Os deputados sabem da importância do reajuste para a economia paranaense. O novo piso trará melhor distribuição de renda no Estado, fazendo que os mais pobres possam comprar mais”, disse. “Além disso, o piso regional deve impulsionar os municípios de pequeno porte. O dinheiro vai restabelecer o ciclo virtuoso do desenvolvimento econômico e circular no âmbito municipal, já que permite ao trabalhador fazer uma compra maior no mercado, na feira, na loja da praça, na barbearia”, completou.
De acordo com o estudo do Ipardes, o índice de 14,9% representa a soma do crescimento do Produto Interno Bruto do Paraná estimado em 5,8% para 2008 e 9,1% equivalente ao reajuste aplicado sobre o salário médio de admissão dos trabalhadores no ano passado (R$ 642,65) frente a 2007, de acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho.
“A adoção do piso mínimo regional é mais uma medida para a diminuição das desigualdades sociais em um Estado cuja economia é a quinta maior do Brasil. Por isso, consideramos o crescimento do PIB para compor o índice de reajuste”, observou o presidente do Ipardes, Carlos Manuel dos Santos. Para o secretário de Planejamento, Enio Verri, o reajuste do piso regional é mais uma medida do Governo do Estado no enfrentamento à crise financeira mundial. Ele disse, ainda, que o salário mínimo pago pelo mercado em 2008 já equivale ao novo piso regional. Portanto, a implantação do reajuste não deve prejudicar as empresas nem as famílias que mantêm empregados domésticos.“Desde 2003, os dados apontam que o Paraná é um dos Estados que mais geram empregos no país. Quando se tem um poder aquisitivo maior, se consome mais, a economia gira com maior intensidade. Por isso, neste momento, é essencial manter e ampliar o poder aquisitivo da população”, defendeu Enio Verri. Com a proposta de reajuste, os valores passam a ser os seguintes:
Piso 1: R$ 629,65 —Técnicos de Nível Médio (Grande Grupo 3 da Classificação Brasileira de Ocupações)
Piso 2: R$ 625,06 —Trabalhadores da Produção de Bens e Serviços Industriais (Grandes Grupos Ocupacionais 7 e 8 da CBO)
Piso 3: R$ 620,46 — Trabalhadores de Serviços Administrativos (Grande Grupo Ocupacional 4 da CBO)
Piso 4: R$ 614,72 — Trabalhadores de Reparação e Manutenção (Grande Grupo Ocupacional 9 da CBO)
Piso 5: R$ 610,12 — Trabalhadores empregados em Serviços, Vendedores do Comércio em Lojas e Mercados (Grande Grupo Ocupacional 5 da CBO)
Piso 6: R$ 605,52 —Trabalhadores empregados nas Atividades Agropecuárias, Florestais e da Pesca (Grande Grupo Ocupacional 6 da CBO)
A TÍTULO DE COMPARAÇÃO:
Serra envia proposta para aumentar piso salarial em SP
Projeto foi enviado nesta segunda-feira (16) para ser votado na Assembleia. Piso mais baixo no estado passará a valer R$ 505 a partir de abril
Agência Estado/ G1, 16.02.09

Novo Piso Salarial do Paraná é 100 reais maior que o de São Paulo, tão celebrado pelo imprensalão tucano!!

Piso Salarial do Paraná vai aumentar 14,9% e ficará entre R$ 605 e R$ 629
AEN/PR
03/03/2009
A proposta para reajuste do piso salarial regional para as seis categorias que recebem o mínimo no Paraná é de 14,9% e deve ficar entre R$ 605,52 e R$ 629,65. O anúncio do reajuste foi feito nesta terça-feira (03) pelo secretário de Planejamento, Enio Verri, durante reunião a Escola de Governo, realizada em Curitiba. Se aprovado o reajuste, o maior piso do Estado deve ser 35,2% superior ao salário mínimo nacional, que passou de R$ 415,00 para R$ 465,00 no dia 1º de fevereiro. O reajuste do piso do Paraná deve vigorar a partir do dia 1º de maio.
A proposta técnica deverá ser encaminhada pela Secretaria de Planejamento para a Casa Civil nesta quarta-feira (04), que a enviará para a Assembléia Legislativa para ser analisada pelos deputados. O governo chegou a este índice por meio de estudo feito pelo Ipardes ( Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social ), instituição vinculada à Secretaria de Planejamento, que debateu a proposta com a Secretaria de Trabalho e Promoção Social, Centrais Sindicais e Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). O secretário do Trabalho, Emprego e Promoção Social, Nelson Garcia, acredita que a proposta será aceita na Assembléia Legislativa, à exemplo do vem ocorrendo desde 2006, quando o governador Roberto Requião criou o piso mínimo regional.
“Os deputados sabem da importância do reajuste para a economia paranaense. O novo piso trará melhor distribuição de renda no Estado, fazendo que os mais pobres possam comprar mais”, disse. “Além disso, o piso regional deve impulsionar os municípios de pequeno porte. O dinheiro vai restabelecer o ciclo virtuoso do desenvolvimento econômico e circular no âmbito municipal, já que permite ao trabalhador fazer uma compra maior no mercado, na feira, na loja da praça, na barbearia”, completou.
De acordo com o estudo do Ipardes, o índice de 14,9% representa a soma do crescimento do Produto Interno Bruto do Paraná estimado em 5,8% para 2008 e 9,1% equivalente ao reajuste aplicado sobre o salário médio de admissão dos trabalhadores no ano passado (R$ 642,65) frente a 2007, de acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho.
“A adoção do piso mínimo regional é mais uma medida para a diminuição das desigualdades sociais em um Estado cuja economia é a quinta maior do Brasil. Por isso, consideramos o crescimento do PIB para compor o índice de reajuste”, observou o presidente do Ipardes, Carlos Manuel dos Santos. Para o secretário de Planejamento, Enio Verri, o reajuste do piso regional é mais uma medida do Governo do Estado no enfrentamento à crise financeira mundial. Ele disse, ainda, que o salário mínimo pago pelo mercado em 2008 já equivale ao novo piso regional. Portanto, a implantação do reajuste não deve prejudicar as empresas nem as famílias que mantêm empregados domésticos.“Desde 2003, os dados apontam que o Paraná é um dos Estados que mais geram empregos no país. Quando se tem um poder aquisitivo maior, se consome mais, a economia gira com maior intensidade. Por isso, neste momento, é essencial manter e ampliar o poder aquisitivo da população”, defendeu Enio Verri. Com a proposta de reajuste, os valores passam a ser os seguintes:
Piso 1: R$ 629,65 —Técnicos de Nível Médio (Grande Grupo 3 da Classificação Brasileira de Ocupações)
Piso 2: R$ 625,06 —Trabalhadores da Produção de Bens e Serviços Industriais (Grandes Grupos Ocupacionais 7 e 8 da CBO)
Piso 3: R$ 620,46 — Trabalhadores de Serviços Administrativos (Grande Grupo Ocupacional 4 da CBO)
Piso 4: R$ 614,72 — Trabalhadores de Reparação e Manutenção (Grande Grupo Ocupacional 9 da CBO)
Piso 5: R$ 610,12 — Trabalhadores empregados em Serviços, Vendedores do Comércio em Lojas e Mercados (Grande Grupo Ocupacional 5 da CBO)
Piso 6: R$ 605,52 —Trabalhadores empregados nas Atividades Agropecuárias, Florestais e da Pesca (Grande Grupo Ocupacional 6 da CBO)
A TÍTULO DE COMPARAÇÃO:
Serra envia proposta para aumentar piso salarial em SP
Projeto foi enviado nesta segunda-feira (16) para ser votado na Assembleia. Piso mais baixo no estado passará a valer R$ 505 a partir de abril
Agência Estado/ G1, 16.02.09

Novo Piso Salarial do Paraná é 100 reais maior que o de São Paulo, tão celebrado pelo imprensalão tucano!!

Piso Salarial do Paraná vai aumentar 14,9% e ficará entre R$ 605 e R$ 629
AEN/PR
03/03/2009
A proposta para reajuste do piso salarial regional para as seis categorias que recebem o mínimo no Paraná é de 14,9% e deve ficar entre R$ 605,52 e R$ 629,65. O anúncio do reajuste foi feito nesta terça-feira (03) pelo secretário de Planejamento, Enio Verri, durante reunião a Escola de Governo, realizada em Curitiba. Se aprovado o reajuste, o maior piso do Estado deve ser 35,2% superior ao salário mínimo nacional, que passou de R$ 415,00 para R$ 465,00 no dia 1º de fevereiro. O reajuste do piso do Paraná deve vigorar a partir do dia 1º de maio.
A proposta técnica deverá ser encaminhada pela Secretaria de Planejamento para a Casa Civil nesta quarta-feira (04), que a enviará para a Assembléia Legislativa para ser analisada pelos deputados. O governo chegou a este índice por meio de estudo feito pelo Ipardes ( Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social ), instituição vinculada à Secretaria de Planejamento, que debateu a proposta com a Secretaria de Trabalho e Promoção Social, Centrais Sindicais e Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). O secretário do Trabalho, Emprego e Promoção Social, Nelson Garcia, acredita que a proposta será aceita na Assembléia Legislativa, à exemplo do vem ocorrendo desde 2006, quando o governador Roberto Requião criou o piso mínimo regional.
“Os deputados sabem da importância do reajuste para a economia paranaense. O novo piso trará melhor distribuição de renda no Estado, fazendo que os mais pobres possam comprar mais”, disse. “Além disso, o piso regional deve impulsionar os municípios de pequeno porte. O dinheiro vai restabelecer o ciclo virtuoso do desenvolvimento econômico e circular no âmbito municipal, já que permite ao trabalhador fazer uma compra maior no mercado, na feira, na loja da praça, na barbearia”, completou.
De acordo com o estudo do Ipardes, o índice de 14,9% representa a soma do crescimento do Produto Interno Bruto do Paraná estimado em 5,8% para 2008 e 9,1% equivalente ao reajuste aplicado sobre o salário médio de admissão dos trabalhadores no ano passado (R$ 642,65) frente a 2007, de acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho.
“A adoção do piso mínimo regional é mais uma medida para a diminuição das desigualdades sociais em um Estado cuja economia é a quinta maior do Brasil. Por isso, consideramos o crescimento do PIB para compor o índice de reajuste”, observou o presidente do Ipardes, Carlos Manuel dos Santos. Para o secretário de Planejamento, Enio Verri, o reajuste do piso regional é mais uma medida do Governo do Estado no enfrentamento à crise financeira mundial. Ele disse, ainda, que o salário mínimo pago pelo mercado em 2008 já equivale ao novo piso regional. Portanto, a implantação do reajuste não deve prejudicar as empresas nem as famílias que mantêm empregados domésticos.“Desde 2003, os dados apontam que o Paraná é um dos Estados que mais geram empregos no país. Quando se tem um poder aquisitivo maior, se consome mais, a economia gira com maior intensidade. Por isso, neste momento, é essencial manter e ampliar o poder aquisitivo da população”, defendeu Enio Verri. Com a proposta de reajuste, os valores passam a ser os seguintes:
Piso 1: R$ 629,65 —Técnicos de Nível Médio (Grande Grupo 3 da Classificação Brasileira de Ocupações)
Piso 2: R$ 625,06 —Trabalhadores da Produção de Bens e Serviços Industriais (Grandes Grupos Ocupacionais 7 e 8 da CBO)
Piso 3: R$ 620,46 — Trabalhadores de Serviços Administrativos (Grande Grupo Ocupacional 4 da CBO)
Piso 4: R$ 614,72 — Trabalhadores de Reparação e Manutenção (Grande Grupo Ocupacional 9 da CBO)
Piso 5: R$ 610,12 — Trabalhadores empregados em Serviços, Vendedores do Comércio em Lojas e Mercados (Grande Grupo Ocupacional 5 da CBO)
Piso 6: R$ 605,52 —Trabalhadores empregados nas Atividades Agropecuárias, Florestais e da Pesca (Grande Grupo Ocupacional 6 da CBO)
A TÍTULO DE COMPARAÇÃO:
Serra envia proposta para aumentar piso salarial em SP
Projeto foi enviado nesta segunda-feira (16) para ser votado na Assembleia. Piso mais baixo no estado passará a valer R$ 505 a partir de abril
Agência Estado/ G1, 16.02.09

Novo Piso Salarial do Paraná é 100 reais maior que o de São Paulo, tão celebrado pelo imprensalão tucano!!

Piso Salarial do Paraná vai aumentar 14,9% e ficará entre R$ 605 e R$ 629
AEN/PR
03/03/2009
A proposta para reajuste do piso salarial regional para as seis categorias que recebem o mínimo no Paraná é de 14,9% e deve ficar entre R$ 605,52 e R$ 629,65. O anúncio do reajuste foi feito nesta terça-feira (03) pelo secretário de Planejamento, Enio Verri, durante reunião a Escola de Governo, realizada em Curitiba. Se aprovado o reajuste, o maior piso do Estado deve ser 35,2% superior ao salário mínimo nacional, que passou de R$ 415,00 para R$ 465,00 no dia 1º de fevereiro. O reajuste do piso do Paraná deve vigorar a partir do dia 1º de maio.
A proposta técnica deverá ser encaminhada pela Secretaria de Planejamento para a Casa Civil nesta quarta-feira (04), que a enviará para a Assembléia Legislativa para ser analisada pelos deputados. O governo chegou a este índice por meio de estudo feito pelo Ipardes ( Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social ), instituição vinculada à Secretaria de Planejamento, que debateu a proposta com a Secretaria de Trabalho e Promoção Social, Centrais Sindicais e Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). O secretário do Trabalho, Emprego e Promoção Social, Nelson Garcia, acredita que a proposta será aceita na Assembléia Legislativa, à exemplo do vem ocorrendo desde 2006, quando o governador Roberto Requião criou o piso mínimo regional.
“Os deputados sabem da importância do reajuste para a economia paranaense. O novo piso trará melhor distribuição de renda no Estado, fazendo que os mais pobres possam comprar mais”, disse. “Além disso, o piso regional deve impulsionar os municípios de pequeno porte. O dinheiro vai restabelecer o ciclo virtuoso do desenvolvimento econômico e circular no âmbito municipal, já que permite ao trabalhador fazer uma compra maior no mercado, na feira, na loja da praça, na barbearia”, completou.
De acordo com o estudo do Ipardes, o índice de 14,9% representa a soma do crescimento do Produto Interno Bruto do Paraná estimado em 5,8% para 2008 e 9,1% equivalente ao reajuste aplicado sobre o salário médio de admissão dos trabalhadores no ano passado (R$ 642,65) frente a 2007, de acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho.
“A adoção do piso mínimo regional é mais uma medida para a diminuição das desigualdades sociais em um Estado cuja economia é a quinta maior do Brasil. Por isso, consideramos o crescimento do PIB para compor o índice de reajuste”, observou o presidente do Ipardes, Carlos Manuel dos Santos. Para o secretário de Planejamento, Enio Verri, o reajuste do piso regional é mais uma medida do Governo do Estado no enfrentamento à crise financeira mundial. Ele disse, ainda, que o salário mínimo pago pelo mercado em 2008 já equivale ao novo piso regional. Portanto, a implantação do reajuste não deve prejudicar as empresas nem as famílias que mantêm empregados domésticos.“Desde 2003, os dados apontam que o Paraná é um dos Estados que mais geram empregos no país. Quando se tem um poder aquisitivo maior, se consome mais, a economia gira com maior intensidade. Por isso, neste momento, é essencial manter e ampliar o poder aquisitivo da população”, defendeu Enio Verri. Com a proposta de reajuste, os valores passam a ser os seguintes:
Piso 1: R$ 629,65 —Técnicos de Nível Médio (Grande Grupo 3 da Classificação Brasileira de Ocupações)
Piso 2: R$ 625,06 —Trabalhadores da Produção de Bens e Serviços Industriais (Grandes Grupos Ocupacionais 7 e 8 da CBO)
Piso 3: R$ 620,46 — Trabalhadores de Serviços Administrativos (Grande Grupo Ocupacional 4 da CBO)
Piso 4: R$ 614,72 — Trabalhadores de Reparação e Manutenção (Grande Grupo Ocupacional 9 da CBO)
Piso 5: R$ 610,12 — Trabalhadores empregados em Serviços, Vendedores do Comércio em Lojas e Mercados (Grande Grupo Ocupacional 5 da CBO)
Piso 6: R$ 605,52 —Trabalhadores empregados nas Atividades Agropecuárias, Florestais e da Pesca (Grande Grupo Ocupacional 6 da CBO)
A TÍTULO DE COMPARAÇÃO:
Serra envia proposta para aumentar piso salarial em SP
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Agência Estado/ G1, 16.02.09

Novo Piso Salarial do Paraná é 100 reais maior que o de São Paulo, tão celebrado pelo imprensalão tucano!!

Piso Salarial do Paraná vai aumentar 14,9% e ficará entre R$ 605 e R$ 629
AEN/PR
03/03/2009
A proposta para reajuste do piso salarial regional para as seis categorias que recebem o mínimo no Paraná é de 14,9% e deve ficar entre R$ 605,52 e R$ 629,65. O anúncio do reajuste foi feito nesta terça-feira (03) pelo secretário de Planejamento, Enio Verri, durante reunião a Escola de Governo, realizada em Curitiba. Se aprovado o reajuste, o maior piso do Estado deve ser 35,2% superior ao salário mínimo nacional, que passou de R$ 415,00 para R$ 465,00 no dia 1º de fevereiro. O reajuste do piso do Paraná deve vigorar a partir do dia 1º de maio.
A proposta técnica deverá ser encaminhada pela Secretaria de Planejamento para a Casa Civil nesta quarta-feira (04), que a enviará para a Assembléia Legislativa para ser analisada pelos deputados. O governo chegou a este índice por meio de estudo feito pelo Ipardes ( Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social ), instituição vinculada à Secretaria de Planejamento, que debateu a proposta com a Secretaria de Trabalho e Promoção Social, Centrais Sindicais e Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). O secretário do Trabalho, Emprego e Promoção Social, Nelson Garcia, acredita que a proposta será aceita na Assembléia Legislativa, à exemplo do vem ocorrendo desde 2006, quando o governador Roberto Requião criou o piso mínimo regional.
“Os deputados sabem da importância do reajuste para a economia paranaense. O novo piso trará melhor distribuição de renda no Estado, fazendo que os mais pobres possam comprar mais”, disse. “Além disso, o piso regional deve impulsionar os municípios de pequeno porte. O dinheiro vai restabelecer o ciclo virtuoso do desenvolvimento econômico e circular no âmbito municipal, já que permite ao trabalhador fazer uma compra maior no mercado, na feira, na loja da praça, na barbearia”, completou.
De acordo com o estudo do Ipardes, o índice de 14,9% representa a soma do crescimento do Produto Interno Bruto do Paraná estimado em 5,8% para 2008 e 9,1% equivalente ao reajuste aplicado sobre o salário médio de admissão dos trabalhadores no ano passado (R$ 642,65) frente a 2007, de acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho.
“A adoção do piso mínimo regional é mais uma medida para a diminuição das desigualdades sociais em um Estado cuja economia é a quinta maior do Brasil. Por isso, consideramos o crescimento do PIB para compor o índice de reajuste”, observou o presidente do Ipardes, Carlos Manuel dos Santos. Para o secretário de Planejamento, Enio Verri, o reajuste do piso regional é mais uma medida do Governo do Estado no enfrentamento à crise financeira mundial. Ele disse, ainda, que o salário mínimo pago pelo mercado em 2008 já equivale ao novo piso regional. Portanto, a implantação do reajuste não deve prejudicar as empresas nem as famílias que mantêm empregados domésticos.“Desde 2003, os dados apontam que o Paraná é um dos Estados que mais geram empregos no país. Quando se tem um poder aquisitivo maior, se consome mais, a economia gira com maior intensidade. Por isso, neste momento, é essencial manter e ampliar o poder aquisitivo da população”, defendeu Enio Verri. Com a proposta de reajuste, os valores passam a ser os seguintes:
Piso 1: R$ 629,65 —Técnicos de Nível Médio (Grande Grupo 3 da Classificação Brasileira de Ocupações)
Piso 2: R$ 625,06 —Trabalhadores da Produção de Bens e Serviços Industriais (Grandes Grupos Ocupacionais 7 e 8 da CBO)
Piso 3: R$ 620,46 — Trabalhadores de Serviços Administrativos (Grande Grupo Ocupacional 4 da CBO)
Piso 4: R$ 614,72 — Trabalhadores de Reparação e Manutenção (Grande Grupo Ocupacional 9 da CBO)
Piso 5: R$ 610,12 — Trabalhadores empregados em Serviços, Vendedores do Comércio em Lojas e Mercados (Grande Grupo Ocupacional 5 da CBO)
Piso 6: R$ 605,52 —Trabalhadores empregados nas Atividades Agropecuárias, Florestais e da Pesca (Grande Grupo Ocupacional 6 da CBO)
A TÍTULO DE COMPARAÇÃO:
Serra envia proposta para aumentar piso salarial em SP
Projeto foi enviado nesta segunda-feira (16) para ser votado na Assembleia. Piso mais baixo no estado passará a valer R$ 505 a partir de abril
Agência Estado/ G1, 16.02.09

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