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novembro 22, 2008

Requião discute Piso Nacional do Magistério com ministro do STF e diz que não precisa de interferência do governo federal em seu Estado

Aqui não tem dessa. Quando a discussão é em alto nível, é bem-vinda e o blog publica ( TSK! Mentira: baixo nível a gente publica também).
Não importa se, apesar da simpatia mútua que nutrem, o Requião faça alguma oposição pontual a iniciativas do governo Lula. Se o Requião tem suas reservas quanto ao projeto do governo federal ( para saber melhor sobre o piso, CLIQUE AQUI ), este deve ouvir as razões do governador. Que devem ser melhores do que se fossem saídas da cabecinha iluminada da turma do “Apagão Educacional Continuado”, turma esta a que Requião, definitivamente, não pertence. Vejam o trecho em que ele afirma que “os Estados e Municípios QUE JÁ CUIDAM da Educação como se deve serão os maiores prejudicados”, caso a adoção do plano, conforme concebido pelo governo federal, se imponha sobre os entes federativos. Como de praxe, os grifos que forem surgindo são do blog.
Requião discute piso salarial dos professores com ministro do STF
AEN/ PR
21/11/2008
O governador Roberto Requião reuniu-se nesta sexta-feira (21) com o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, para expor que a nova lei 11.738, que cria um piso salarial nacional para os professores de todo o País fere o princípio federativo. “Essa lei é uma invasão de competência ( do governo federal ) na organização do ensino nos Estados”, afirmou Requião, que estava acompanhado do governador André Puccinelli (MS) e de representantes dos governos de Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Ceará. Relator da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 4.167, ajuizada contra a lei 11.738 pelos governos do Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul e Ceará, o ministro Joaquim Barbosa disse aos governadores Requião e Puccinelli que pretende colocar a ADI em votação ainda este ano.
Requião explicitou ao ministro Barbosa que os governos estaduais que contestam a nova lei não estão contra um piso salarial para os professores. “Ninguém está contra o piso salarial, está contra a invasão do princípio federativo, pois além de interferir na administração dos Estados, a lei traz conseqüências práticas com o atrelamento dos planos de cargos e salários a um piso nacional”, disse.
A nova lei, cuja proposta original do governo federal foi modificada pelo Congresso Nacional, estabelece um piso salarial de R$ 950,00 para os professores em todo o País e define novas regras para o magistério. No caso do Paraná, o novo piso está superado pelo valor do vencimento básico de R$ 1.392,00 já pago aos professores. Requião explicou para o Paraná não tem problemas com esse novo piso estabelecido, mas a regulação de novas horas de atividade pode prejudicar profundamente o programa para educação em vigor no Estado.
Requião explicou ao ministro do STF que o governo do Paraná tem em funcionamento um programa de formação continuada específica para o magistério, que prevê a liberação do professor para estudo nas Universidades do Paraná durante dois anos. No primeiro ano, o professor usa 100% de sua jornada de trabalho no sistema de reciclagem, e no segundo ano, tem 50% de sua carga horária liberada. “Se eu tiver que dar mais 30% de hora atividade aos professores, para cumprir o que a nova lei determina, teria que acabar com meu programa ou contratar mais 7 mil professores.”
Requião apresentou um panorama dos programas desenvolvidos pelo governo do Paraná na Educação, esclarecendo que o Estado repassa 30% das verbas orçamentárias ao setor, superando os 25% determinados pela Constituição Federal como repasse da União. Joaquim Barbosa elogiou os investimentos do governo paranaense em tecnologia nas escolas: em cada sala de aula há um aparelho televisor e recursos para uso de pen-drive, em cada escola um centro de informática, além dos 100 mil computadores distribuídos na rede de ensino do Estado.
Na saída, o governador disse aos jornalistas que ( – Atenção!! -) os Estados e municípios que têm seus planos de cargos e salários e cuidam de seus professores serão os maiores prejudicados, pois o novo piso de vencimentos incide sobre os salários e demais vantagens dentro de planos organizados. “Isto vai virar o samba do crioulo doido”, afirmou Requião. “Não preciso de interferências do governo federal para dizer como devo organizar a administração do meu Estado, que vai muito bem”, reiterou.
Depois do encontro com o ministro Joaquim Barbosa, Requião fez uma visita de cortesia ao presidente do STF, ministro Gilmar Mendes.

Requião discute Piso Nacional do Magistério com ministro do STF e diz que não precisa de interferência do governo federal em seu Estado

Aqui não tem dessa. Quando a discussão é em alto nível, é bem-vinda e o blog publica ( TSK! Mentira: baixo nível a gente publica também).
Não importa se, apesar da simpatia mútua que nutrem, o Requião faça alguma oposição pontual a iniciativas do governo Lula. Se o Requião tem suas reservas quanto ao projeto do governo federal ( para saber melhor sobre o piso, CLIQUE AQUI ), este deve ouvir as razões do governador. Que devem ser melhores do que se fossem saídas da cabecinha iluminada da turma do “Apagão Educacional Continuado”, turma esta a que Requião, definitivamente, não pertence. Vejam o trecho em que ele afirma que “os Estados e Municípios QUE JÁ CUIDAM da Educação como se deve serão os maiores prejudicados”, caso a adoção do plano, conforme concebido pelo governo federal, se imponha sobre os entes federativos. Como de praxe, os grifos que forem surgindo são do blog.
Requião discute piso salarial dos professores com ministro do STF
AEN/ PR
21/11/2008
O governador Roberto Requião reuniu-se nesta sexta-feira (21) com o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, para expor que a nova lei 11.738, que cria um piso salarial nacional para os professores de todo o País fere o princípio federativo. “Essa lei é uma invasão de competência ( do governo federal ) na organização do ensino nos Estados”, afirmou Requião, que estava acompanhado do governador André Puccinelli (MS) e de representantes dos governos de Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Ceará. Relator da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 4.167, ajuizada contra a lei 11.738 pelos governos do Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul e Ceará, o ministro Joaquim Barbosa disse aos governadores Requião e Puccinelli que pretende colocar a ADI em votação ainda este ano.
Requião explicitou ao ministro Barbosa que os governos estaduais que contestam a nova lei não estão contra um piso salarial para os professores. “Ninguém está contra o piso salarial, está contra a invasão do princípio federativo, pois além de interferir na administração dos Estados, a lei traz conseqüências práticas com o atrelamento dos planos de cargos e salários a um piso nacional”, disse.
A nova lei, cuja proposta original do governo federal foi modificada pelo Congresso Nacional, estabelece um piso salarial de R$ 950,00 para os professores em todo o País e define novas regras para o magistério. No caso do Paraná, o novo piso está superado pelo valor do vencimento básico de R$ 1.392,00 já pago aos professores. Requião explicou para o Paraná não tem problemas com esse novo piso estabelecido, mas a regulação de novas horas de atividade pode prejudicar profundamente o programa para educação em vigor no Estado.
Requião explicou ao ministro do STF que o governo do Paraná tem em funcionamento um programa de formação continuada específica para o magistério, que prevê a liberação do professor para estudo nas Universidades do Paraná durante dois anos. No primeiro ano, o professor usa 100% de sua jornada de trabalho no sistema de reciclagem, e no segundo ano, tem 50% de sua carga horária liberada. “Se eu tiver que dar mais 30% de hora atividade aos professores, para cumprir o que a nova lei determina, teria que acabar com meu programa ou contratar mais 7 mil professores.”
Requião apresentou um panorama dos programas desenvolvidos pelo governo do Paraná na Educação, esclarecendo que o Estado repassa 30% das verbas orçamentárias ao setor, superando os 25% determinados pela Constituição Federal como repasse da União. Joaquim Barbosa elogiou os investimentos do governo paranaense em tecnologia nas escolas: em cada sala de aula há um aparelho televisor e recursos para uso de pen-drive, em cada escola um centro de informática, além dos 100 mil computadores distribuídos na rede de ensino do Estado.
Na saída, o governador disse aos jornalistas que ( – Atenção!! -) os Estados e municípios que têm seus planos de cargos e salários e cuidam de seus professores serão os maiores prejudicados, pois o novo piso de vencimentos incide sobre os salários e demais vantagens dentro de planos organizados. “Isto vai virar o samba do crioulo doido”, afirmou Requião. “Não preciso de interferências do governo federal para dizer como devo organizar a administração do meu Estado, que vai muito bem”, reiterou.
Depois do encontro com o ministro Joaquim Barbosa, Requião fez uma visita de cortesia ao presidente do STF, ministro Gilmar Mendes.

Requião discute Piso Nacional do Magistério com ministro do STF e diz que não precisa de interferência do governo federal em seu Estado

Aqui não tem dessa. Quando a discussão é em alto nível, é bem-vinda e o blog publica ( TSK! Mentira: baixo nível a gente publica também).
Não importa se, apesar da simpatia mútua que nutrem, o Requião faça alguma oposição pontual a iniciativas do governo Lula. Se o Requião tem suas reservas quanto ao projeto do governo federal ( para saber melhor sobre o piso, CLIQUE AQUI ), este deve ouvir as razões do governador. Que devem ser melhores do que se fossem saídas da cabecinha iluminada da turma do “Apagão Educacional Continuado”, turma esta a que Requião, definitivamente, não pertence. Vejam o trecho em que ele afirma que “os Estados e Municípios QUE JÁ CUIDAM da Educação como se deve serão os maiores prejudicados”, caso a adoção do plano, conforme concebido pelo governo federal, se imponha sobre os entes federativos. Como de praxe, os grifos que forem surgindo são do blog.
Requião discute piso salarial dos professores com ministro do STF
AEN/ PR
21/11/2008
O governador Roberto Requião reuniu-se nesta sexta-feira (21) com o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, para expor que a nova lei 11.738, que cria um piso salarial nacional para os professores de todo o País fere o princípio federativo. “Essa lei é uma invasão de competência ( do governo federal ) na organização do ensino nos Estados”, afirmou Requião, que estava acompanhado do governador André Puccinelli (MS) e de representantes dos governos de Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Ceará. Relator da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 4.167, ajuizada contra a lei 11.738 pelos governos do Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul e Ceará, o ministro Joaquim Barbosa disse aos governadores Requião e Puccinelli que pretende colocar a ADI em votação ainda este ano.
Requião explicitou ao ministro Barbosa que os governos estaduais que contestam a nova lei não estão contra um piso salarial para os professores. “Ninguém está contra o piso salarial, está contra a invasão do princípio federativo, pois além de interferir na administração dos Estados, a lei traz conseqüências práticas com o atrelamento dos planos de cargos e salários a um piso nacional”, disse.
A nova lei, cuja proposta original do governo federal foi modificada pelo Congresso Nacional, estabelece um piso salarial de R$ 950,00 para os professores em todo o País e define novas regras para o magistério. No caso do Paraná, o novo piso está superado pelo valor do vencimento básico de R$ 1.392,00 já pago aos professores. Requião explicou para o Paraná não tem problemas com esse novo piso estabelecido, mas a regulação de novas horas de atividade pode prejudicar profundamente o programa para educação em vigor no Estado.
Requião explicou ao ministro do STF que o governo do Paraná tem em funcionamento um programa de formação continuada específica para o magistério, que prevê a liberação do professor para estudo nas Universidades do Paraná durante dois anos. No primeiro ano, o professor usa 100% de sua jornada de trabalho no sistema de reciclagem, e no segundo ano, tem 50% de sua carga horária liberada. “Se eu tiver que dar mais 30% de hora atividade aos professores, para cumprir o que a nova lei determina, teria que acabar com meu programa ou contratar mais 7 mil professores.”
Requião apresentou um panorama dos programas desenvolvidos pelo governo do Paraná na Educação, esclarecendo que o Estado repassa 30% das verbas orçamentárias ao setor, superando os 25% determinados pela Constituição Federal como repasse da União. Joaquim Barbosa elogiou os investimentos do governo paranaense em tecnologia nas escolas: em cada sala de aula há um aparelho televisor e recursos para uso de pen-drive, em cada escola um centro de informática, além dos 100 mil computadores distribuídos na rede de ensino do Estado.
Na saída, o governador disse aos jornalistas que ( – Atenção!! -) os Estados e municípios que têm seus planos de cargos e salários e cuidam de seus professores serão os maiores prejudicados, pois o novo piso de vencimentos incide sobre os salários e demais vantagens dentro de planos organizados. “Isto vai virar o samba do crioulo doido”, afirmou Requião. “Não preciso de interferências do governo federal para dizer como devo organizar a administração do meu Estado, que vai muito bem”, reiterou.
Depois do encontro com o ministro Joaquim Barbosa, Requião fez uma visita de cortesia ao presidente do STF, ministro Gilmar Mendes.

Requião discute Piso Nacional do Magistério com ministro do STF e diz que não precisa de interferência do governo federal em seu Estado

Aqui não tem dessa. Quando a discussão é em alto nível, é bem-vinda e o blog publica ( TSK! Mentira: baixo nível a gente publica também).
Não importa se, apesar da simpatia mútua que nutrem, o Requião faça alguma oposição pontual a iniciativas do governo Lula. Se o Requião tem suas reservas quanto ao projeto do governo federal ( para saber melhor sobre o piso, CLIQUE AQUI ), este deve ouvir as razões do governador. Que devem ser melhores do que se fossem saídas da cabecinha iluminada da turma do “Apagão Educacional Continuado”, turma esta a que Requião, definitivamente, não pertence. Vejam o trecho em que ele afirma que “os Estados e Municípios QUE JÁ CUIDAM da Educação como se deve serão os maiores prejudicados”, caso a adoção do plano, conforme concebido pelo governo federal, se imponha sobre os entes federativos. Como de praxe, os grifos que forem surgindo são do blog.
Requião discute piso salarial dos professores com ministro do STF
AEN/ PR
21/11/2008
O governador Roberto Requião reuniu-se nesta sexta-feira (21) com o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, para expor que a nova lei 11.738, que cria um piso salarial nacional para os professores de todo o País fere o princípio federativo. “Essa lei é uma invasão de competência ( do governo federal ) na organização do ensino nos Estados”, afirmou Requião, que estava acompanhado do governador André Puccinelli (MS) e de representantes dos governos de Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Ceará. Relator da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 4.167, ajuizada contra a lei 11.738 pelos governos do Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul e Ceará, o ministro Joaquim Barbosa disse aos governadores Requião e Puccinelli que pretende colocar a ADI em votação ainda este ano.
Requião explicitou ao ministro Barbosa que os governos estaduais que contestam a nova lei não estão contra um piso salarial para os professores. “Ninguém está contra o piso salarial, está contra a invasão do princípio federativo, pois além de interferir na administração dos Estados, a lei traz conseqüências práticas com o atrelamento dos planos de cargos e salários a um piso nacional”, disse.
A nova lei, cuja proposta original do governo federal foi modificada pelo Congresso Nacional, estabelece um piso salarial de R$ 950,00 para os professores em todo o País e define novas regras para o magistério. No caso do Paraná, o novo piso está superado pelo valor do vencimento básico de R$ 1.392,00 já pago aos professores. Requião explicou para o Paraná não tem problemas com esse novo piso estabelecido, mas a regulação de novas horas de atividade pode prejudicar profundamente o programa para educação em vigor no Estado.
Requião explicou ao ministro do STF que o governo do Paraná tem em funcionamento um programa de formação continuada específica para o magistério, que prevê a liberação do professor para estudo nas Universidades do Paraná durante dois anos. No primeiro ano, o professor usa 100% de sua jornada de trabalho no sistema de reciclagem, e no segundo ano, tem 50% de sua carga horária liberada. “Se eu tiver que dar mais 30% de hora atividade aos professores, para cumprir o que a nova lei determina, teria que acabar com meu programa ou contratar mais 7 mil professores.”
Requião apresentou um panorama dos programas desenvolvidos pelo governo do Paraná na Educação, esclarecendo que o Estado repassa 30% das verbas orçamentárias ao setor, superando os 25% determinados pela Constituição Federal como repasse da União. Joaquim Barbosa elogiou os investimentos do governo paranaense em tecnologia nas escolas: em cada sala de aula há um aparelho televisor e recursos para uso de pen-drive, em cada escola um centro de informática, além dos 100 mil computadores distribuídos na rede de ensino do Estado.
Na saída, o governador disse aos jornalistas que ( – Atenção!! -) os Estados e municípios que têm seus planos de cargos e salários e cuidam de seus professores serão os maiores prejudicados, pois o novo piso de vencimentos incide sobre os salários e demais vantagens dentro de planos organizados. “Isto vai virar o samba do crioulo doido”, afirmou Requião. “Não preciso de interferências do governo federal para dizer como devo organizar a administração do meu Estado, que vai muito bem”, reiterou.
Depois do encontro com o ministro Joaquim Barbosa, Requião fez uma visita de cortesia ao presidente do STF, ministro Gilmar Mendes.

Requião discute Piso Nacional do Magistério com ministro do STF e diz que não precisa de interferência do governo federal em seu Estado

Aqui não tem dessa. Quando a discussão é em alto nível, é bem-vinda e o blog publica ( TSK! Mentira: baixo nível a gente publica também).
Não importa se, apesar da simpatia mútua que nutrem, o Requião faça alguma oposição pontual a iniciativas do governo Lula. Se o Requião tem suas reservas quanto ao projeto do governo federal ( para saber melhor sobre o piso, CLIQUE AQUI ), este deve ouvir as razões do governador. Que devem ser melhores do que se fossem saídas da cabecinha iluminada da turma do “Apagão Educacional Continuado”, turma esta a que Requião, definitivamente, não pertence. Vejam o trecho em que ele afirma que “os Estados e Municípios QUE JÁ CUIDAM da Educação como se deve serão os maiores prejudicados”, caso a adoção do plano, conforme concebido pelo governo federal, se imponha sobre os entes federativos. Como de praxe, os grifos que forem surgindo são do blog.
Requião discute piso salarial dos professores com ministro do STF
AEN/ PR
21/11/2008
O governador Roberto Requião reuniu-se nesta sexta-feira (21) com o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, para expor que a nova lei 11.738, que cria um piso salarial nacional para os professores de todo o País fere o princípio federativo. “Essa lei é uma invasão de competência ( do governo federal ) na organização do ensino nos Estados”, afirmou Requião, que estava acompanhado do governador André Puccinelli (MS) e de representantes dos governos de Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Ceará. Relator da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 4.167, ajuizada contra a lei 11.738 pelos governos do Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul e Ceará, o ministro Joaquim Barbosa disse aos governadores Requião e Puccinelli que pretende colocar a ADI em votação ainda este ano.
Requião explicitou ao ministro Barbosa que os governos estaduais que contestam a nova lei não estão contra um piso salarial para os professores. “Ninguém está contra o piso salarial, está contra a invasão do princípio federativo, pois além de interferir na administração dos Estados, a lei traz conseqüências práticas com o atrelamento dos planos de cargos e salários a um piso nacional”, disse.
A nova lei, cuja proposta original do governo federal foi modificada pelo Congresso Nacional, estabelece um piso salarial de R$ 950,00 para os professores em todo o País e define novas regras para o magistério. No caso do Paraná, o novo piso está superado pelo valor do vencimento básico de R$ 1.392,00 já pago aos professores. Requião explicou para o Paraná não tem problemas com esse novo piso estabelecido, mas a regulação de novas horas de atividade pode prejudicar profundamente o programa para educação em vigor no Estado.
Requião explicou ao ministro do STF que o governo do Paraná tem em funcionamento um programa de formação continuada específica para o magistério, que prevê a liberação do professor para estudo nas Universidades do Paraná durante dois anos. No primeiro ano, o professor usa 100% de sua jornada de trabalho no sistema de reciclagem, e no segundo ano, tem 50% de sua carga horária liberada. “Se eu tiver que dar mais 30% de hora atividade aos professores, para cumprir o que a nova lei determina, teria que acabar com meu programa ou contratar mais 7 mil professores.”
Requião apresentou um panorama dos programas desenvolvidos pelo governo do Paraná na Educação, esclarecendo que o Estado repassa 30% das verbas orçamentárias ao setor, superando os 25% determinados pela Constituição Federal como repasse da União. Joaquim Barbosa elogiou os investimentos do governo paranaense em tecnologia nas escolas: em cada sala de aula há um aparelho televisor e recursos para uso de pen-drive, em cada escola um centro de informática, além dos 100 mil computadores distribuídos na rede de ensino do Estado.
Na saída, o governador disse aos jornalistas que ( – Atenção!! -) os Estados e municípios que têm seus planos de cargos e salários e cuidam de seus professores serão os maiores prejudicados, pois o novo piso de vencimentos incide sobre os salários e demais vantagens dentro de planos organizados. “Isto vai virar o samba do crioulo doido”, afirmou Requião. “Não preciso de interferências do governo federal para dizer como devo organizar a administração do meu Estado, que vai muito bem”, reiterou.
Depois do encontro com o ministro Joaquim Barbosa, Requião fez uma visita de cortesia ao presidente do STF, ministro Gilmar Mendes.

novembro 21, 2008

Paraná não é contra o valor do Piso Nacional para o Magistério, mas à intromissão federal em certos assuntos de competência de estados e municípios

Quando soube que, no grupo dos estados que se punham contra o Plano do governo Lula ( que instituía, entre outras coisas, um piso nacional de salários para os professores, e definia as cargas horárias [ acho que é isso ] ), o Paraná se unira a São Paulo, Rio Grande do Sul e Minas Gerais ( estados onde o Apagão Educacional Continuado é a regra ), eu estranhei.
Mas o Requião?
Imaginava que os motivos do governo paranaense fossem bem diferentes dos demais, e não estava enganado. Apesar de não se opor ao valor, o governo do PR explica que a interferência do governo federal no planejamento dos Estados e Municípios pode ser lesiva ao próprio docente, uma vez que – o exemplo do estado paranaense é perfeito – as exigências federais do Plano podem frustrar acertos nos planos estaduais e municipais. Vejam: o planoconsentido entre professores e o governo Requião prevê 20 horas-atividades ( semanais? ) enquanto a proposta federal impõe “uniformemente”, 30 horas-atividades ( semanais? ). Isso, de acordo com a administração paranaense, implicaria, por exemplo, na suspensão do programa de Desenvolvimento Educacional, que prevê a especialização dos professores em Universidades públicas, além de outros complicadores que vocês passarão a conhecer, lendo a mensagem ( abaixo ) que recebi da Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado da Administração e Previdência do Governo paranaense, em resposta a meu questionamento, feito por e-mail.
De: Imprensa SEAP
Assunto: Piso-Magistério
Para: humbertoamadeu
Data: Quarta-feira, 19 de Novembro de 2008, 11:30
Olá, sr. Humberto Capellari.
A Agência Estadual de Notícias me encaminhou mensagem enviada pelo senhor, no “Fale Conosco”, na qual solicita informações sobre os motivos que levaram o governador Roberto Requião a assinar Adin contra a lei que instituiu o piso nacional para o magistério.
O governador Roberto Requião, conforme declarou pública e recentemente, não se opõe ao valor fixado, nem às intenções da lei de propiciar uma remuneração digna aos professores deste país.
O governador do PR assinou a Adin, principalmente, por considerar que a União não pode interferir nos planos de cargos e carreiras dos outros entes da federação – Estados, Distrito Federal e Municípios. Ao fixar um piso e ao determinar 30 horas-atividades, de maneira uniforme, a lei desestabiliza os planos de cargos e carreiras; compromete todo um planejamento e execução de políticas educacionais por parte dos entes, especialmente daqueles que já têm investido com o intuito de melhorar os salários do magistério.
No caso do Estado do Paraná, por exemplo, o plano – implantado pelo Governo Requião, em 2004, em conjunto com o sindicato dos professores – prevê 20 horas-atividades. O aumento em mais dez horas exigiria a suspensão do Programa de Desenvolvimento Educacional, o qual, por dois anos, tira cerca de 2 mil professores da sala de aula para que passem por curso de especialização nas universidades públicas; e ainda demandaria contratações que inviabilizariam as ações já planejadas, e em curso, na área.
Bom, na Agência Estadual de Notícias, recentemente, foram publicadas matérias nas quais o governador se posiciona sobre o tema. Os links são os seguintes (se não conseguir acessar clicando em cima, tem que copiar e colar no navegador):
http://www.aenoticias.pr.gov.br/modules/news/article.php?storyid=42703
http://www.aenoticias.pr.gov.br/modules/news/article.php?storyid=42619
No Portal do Servidor (www.portaldoservidor.pr.gov.br), o senhor pode acompanhar as ações do governo voltadas à capacitação e valorização do funcionalismo.No momento é isso; qualquer dúvida, entre em contato.
Obrigado,
Wagner de Alcântara Aragão
Assessor de Imprensa – Secretaria de Estado da Administração e da Previdência – Governo do Paraná
(41) 3313-6158

Paraná não é contra o valor do Piso Nacional para o Magistério, mas à intromissão federal em certos assuntos de competência de estados e municípios

Quando soube que, no grupo dos estados que se punham contra o Plano do governo Lula ( que instituía, entre outras coisas, um piso nacional de salários para os professores, e definia as cargas horárias [ acho que é isso ] ), o Paraná se unira a São Paulo, Rio Grande do Sul e Minas Gerais ( estados onde o Apagão Educacional Continuado é a regra ), eu estranhei.
Mas o Requião?
Imaginava que os motivos do governo paranaense fossem bem diferentes dos demais, e não estava enganado. Apesar de não se opor ao valor, o governo do PR explica que a interferência do governo federal no planejamento dos Estados e Municípios pode ser lesiva ao próprio docente, uma vez que – o exemplo do estado paranaense é perfeito – as exigências federais do Plano podem frustrar acertos nos planos estaduais e municipais. Vejam: o planoconsentido entre professores e o governo Requião prevê 20 horas-atividades ( semanais? ) enquanto a proposta federal impõe “uniformemente”, 30 horas-atividades ( semanais? ). Isso, de acordo com a administração paranaense, implicaria, por exemplo, na suspensão do programa de Desenvolvimento Educacional, que prevê a especialização dos professores em Universidades públicas, além de outros complicadores que vocês passarão a conhecer, lendo a mensagem ( abaixo ) que recebi da Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado da Administração e Previdência do Governo paranaense, em resposta a meu questionamento, feito por e-mail.
De: Imprensa SEAP
Assunto: Piso-Magistério
Para: humbertoamadeu
Data: Quarta-feira, 19 de Novembro de 2008, 11:30
Olá, sr. Humberto Capellari.
A Agência Estadual de Notícias me encaminhou mensagem enviada pelo senhor, no “Fale Conosco”, na qual solicita informações sobre os motivos que levaram o governador Roberto Requião a assinar Adin contra a lei que instituiu o piso nacional para o magistério.
O governador Roberto Requião, conforme declarou pública e recentemente, não se opõe ao valor fixado, nem às intenções da lei de propiciar uma remuneração digna aos professores deste país.
O governador do PR assinou a Adin, principalmente, por considerar que a União não pode interferir nos planos de cargos e carreiras dos outros entes da federação – Estados, Distrito Federal e Municípios. Ao fixar um piso e ao determinar 30 horas-atividades, de maneira uniforme, a lei desestabiliza os planos de cargos e carreiras; compromete todo um planejamento e execução de políticas educacionais por parte dos entes, especialmente daqueles que já têm investido com o intuito de melhorar os salários do magistério.
No caso do Estado do Paraná, por exemplo, o plano – implantado pelo Governo Requião, em 2004, em conjunto com o sindicato dos professores – prevê 20 horas-atividades. O aumento em mais dez horas exigiria a suspensão do Programa de Desenvolvimento Educacional, o qual, por dois anos, tira cerca de 2 mil professores da sala de aula para que passem por curso de especialização nas universidades públicas; e ainda demandaria contratações que inviabilizariam as ações já planejadas, e em curso, na área.
Bom, na Agência Estadual de Notícias, recentemente, foram publicadas matérias nas quais o governador se posiciona sobre o tema. Os links são os seguintes (se não conseguir acessar clicando em cima, tem que copiar e colar no navegador):
http://www.aenoticias.pr.gov.br/modules/news/article.php?storyid=42703
http://www.aenoticias.pr.gov.br/modules/news/article.php?storyid=42619
No Portal do Servidor (www.portaldoservidor.pr.gov.br), o senhor pode acompanhar as ações do governo voltadas à capacitação e valorização do funcionalismo.No momento é isso; qualquer dúvida, entre em contato.
Obrigado,
Wagner de Alcântara Aragão
Assessor de Imprensa – Secretaria de Estado da Administração e da Previdência – Governo do Paraná
(41) 3313-6158

Paraná não é contra o valor do Piso Nacional para o Magistério, mas à intromissão federal em certos assuntos de competência de estados e municípios

Quando soube que, no grupo dos estados que se punham contra o Plano do governo Lula ( que instituía, entre outras coisas, um piso nacional de salários para os professores, e definia as cargas horárias [ acho que é isso ] ), o Paraná se unira a São Paulo, Rio Grande do Sul e Minas Gerais ( estados onde o Apagão Educacional Continuado é a regra ), eu estranhei.
Mas o Requião?
Imaginava que os motivos do governo paranaense fossem bem diferentes dos demais, e não estava enganado. Apesar de não se opor ao valor, o governo do PR explica que a interferência do governo federal no planejamento dos Estados e Municípios pode ser lesiva ao próprio docente, uma vez que – o exemplo do estado paranaense é perfeito – as exigências federais do Plano podem frustrar acertos nos planos estaduais e municipais. Vejam: o planoconsentido entre professores e o governo Requião prevê 20 horas-atividades ( semanais? ) enquanto a proposta federal impõe “uniformemente”, 30 horas-atividades ( semanais? ). Isso, de acordo com a administração paranaense, implicaria, por exemplo, na suspensão do programa de Desenvolvimento Educacional, que prevê a especialização dos professores em Universidades públicas, além de outros complicadores que vocês passarão a conhecer, lendo a mensagem ( abaixo ) que recebi da Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado da Administração e Previdência do Governo paranaense, em resposta a meu questionamento, feito por e-mail.
De: Imprensa SEAP
Assunto: Piso-Magistério
Para: humbertoamadeu
Data: Quarta-feira, 19 de Novembro de 2008, 11:30
Olá, sr. Humberto Capellari.
A Agência Estadual de Notícias me encaminhou mensagem enviada pelo senhor, no “Fale Conosco”, na qual solicita informações sobre os motivos que levaram o governador Roberto Requião a assinar Adin contra a lei que instituiu o piso nacional para o magistério.
O governador Roberto Requião, conforme declarou pública e recentemente, não se opõe ao valor fixado, nem às intenções da lei de propiciar uma remuneração digna aos professores deste país.
O governador do PR assinou a Adin, principalmente, por considerar que a União não pode interferir nos planos de cargos e carreiras dos outros entes da federação – Estados, Distrito Federal e Municípios. Ao fixar um piso e ao determinar 30 horas-atividades, de maneira uniforme, a lei desestabiliza os planos de cargos e carreiras; compromete todo um planejamento e execução de políticas educacionais por parte dos entes, especialmente daqueles que já têm investido com o intuito de melhorar os salários do magistério.
No caso do Estado do Paraná, por exemplo, o plano – implantado pelo Governo Requião, em 2004, em conjunto com o sindicato dos professores – prevê 20 horas-atividades. O aumento em mais dez horas exigiria a suspensão do Programa de Desenvolvimento Educacional, o qual, por dois anos, tira cerca de 2 mil professores da sala de aula para que passem por curso de especialização nas universidades públicas; e ainda demandaria contratações que inviabilizariam as ações já planejadas, e em curso, na área.
Bom, na Agência Estadual de Notícias, recentemente, foram publicadas matérias nas quais o governador se posiciona sobre o tema. Os links são os seguintes (se não conseguir acessar clicando em cima, tem que copiar e colar no navegador):
http://www.aenoticias.pr.gov.br/modules/news/article.php?storyid=42703
http://www.aenoticias.pr.gov.br/modules/news/article.php?storyid=42619
No Portal do Servidor (www.portaldoservidor.pr.gov.br), o senhor pode acompanhar as ações do governo voltadas à capacitação e valorização do funcionalismo.No momento é isso; qualquer dúvida, entre em contato.
Obrigado,
Wagner de Alcântara Aragão
Assessor de Imprensa – Secretaria de Estado da Administração e da Previdência – Governo do Paraná
(41) 3313-6158

Paraná não é contra o valor do Piso Nacional para o Magistério, mas à intromissão federal em certos assuntos de competência de estados e municípios

Quando soube que, no grupo dos estados que se punham contra o Plano do governo Lula ( que instituía, entre outras coisas, um piso nacional de salários para os professores, e definia as cargas horárias [ acho que é isso ] ), o Paraná se unira a São Paulo, Rio Grande do Sul e Minas Gerais ( estados onde o Apagão Educacional Continuado é a regra ), eu estranhei.
Mas o Requião?
Imaginava que os motivos do governo paranaense fossem bem diferentes dos demais, e não estava enganado. Apesar de não se opor ao valor, o governo do PR explica que a interferência do governo federal no planejamento dos Estados e Municípios pode ser lesiva ao próprio docente, uma vez que – o exemplo do estado paranaense é perfeito – as exigências federais do Plano podem frustrar acertos nos planos estaduais e municipais. Vejam: o planoconsentido entre professores e o governo Requião prevê 20 horas-atividades ( semanais? ) enquanto a proposta federal impõe “uniformemente”, 30 horas-atividades ( semanais? ). Isso, de acordo com a administração paranaense, implicaria, por exemplo, na suspensão do programa de Desenvolvimento Educacional, que prevê a especialização dos professores em Universidades públicas, além de outros complicadores que vocês passarão a conhecer, lendo a mensagem ( abaixo ) que recebi da Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado da Administração e Previdência do Governo paranaense, em resposta a meu questionamento, feito por e-mail.
De: Imprensa SEAP
Assunto: Piso-Magistério
Para: humbertoamadeu
Data: Quarta-feira, 19 de Novembro de 2008, 11:30
Olá, sr. Humberto Capellari.
A Agência Estadual de Notícias me encaminhou mensagem enviada pelo senhor, no “Fale Conosco”, na qual solicita informações sobre os motivos que levaram o governador Roberto Requião a assinar Adin contra a lei que instituiu o piso nacional para o magistério.
O governador Roberto Requião, conforme declarou pública e recentemente, não se opõe ao valor fixado, nem às intenções da lei de propiciar uma remuneração digna aos professores deste país.
O governador do PR assinou a Adin, principalmente, por considerar que a União não pode interferir nos planos de cargos e carreiras dos outros entes da federação – Estados, Distrito Federal e Municípios. Ao fixar um piso e ao determinar 30 horas-atividades, de maneira uniforme, a lei desestabiliza os planos de cargos e carreiras; compromete todo um planejamento e execução de políticas educacionais por parte dos entes, especialmente daqueles que já têm investido com o intuito de melhorar os salários do magistério.
No caso do Estado do Paraná, por exemplo, o plano – implantado pelo Governo Requião, em 2004, em conjunto com o sindicato dos professores – prevê 20 horas-atividades. O aumento em mais dez horas exigiria a suspensão do Programa de Desenvolvimento Educacional, o qual, por dois anos, tira cerca de 2 mil professores da sala de aula para que passem por curso de especialização nas universidades públicas; e ainda demandaria contratações que inviabilizariam as ações já planejadas, e em curso, na área.
Bom, na Agência Estadual de Notícias, recentemente, foram publicadas matérias nas quais o governador se posiciona sobre o tema. Os links são os seguintes (se não conseguir acessar clicando em cima, tem que copiar e colar no navegador):
http://www.aenoticias.pr.gov.br/modules/news/article.php?storyid=42703
http://www.aenoticias.pr.gov.br/modules/news/article.php?storyid=42619
No Portal do Servidor (www.portaldoservidor.pr.gov.br), o senhor pode acompanhar as ações do governo voltadas à capacitação e valorização do funcionalismo.No momento é isso; qualquer dúvida, entre em contato.
Obrigado,
Wagner de Alcântara Aragão
Assessor de Imprensa – Secretaria de Estado da Administração e da Previdência – Governo do Paraná
(41) 3313-6158

Paraná não é contra o valor do Piso Nacional para o Magistério, mas à intromissão federal em certos assuntos de competência de estados e municípios

Quando soube que, no grupo dos estados que se punham contra o Plano do governo Lula ( que instituía, entre outras coisas, um piso nacional de salários para os professores, e definia as cargas horárias [ acho que é isso ] ), o Paraná se unira a São Paulo, Rio Grande do Sul e Minas Gerais ( estados onde o Apagão Educacional Continuado é a regra ), eu estranhei.
Mas o Requião?
Imaginava que os motivos do governo paranaense fossem bem diferentes dos demais, e não estava enganado. Apesar de não se opor ao valor, o governo do PR explica que a interferência do governo federal no planejamento dos Estados e Municípios pode ser lesiva ao próprio docente, uma vez que – o exemplo do estado paranaense é perfeito – as exigências federais do Plano podem frustrar acertos nos planos estaduais e municipais. Vejam: o planoconsentido entre professores e o governo Requião prevê 20 horas-atividades ( semanais? ) enquanto a proposta federal impõe “uniformemente”, 30 horas-atividades ( semanais? ). Isso, de acordo com a administração paranaense, implicaria, por exemplo, na suspensão do programa de Desenvolvimento Educacional, que prevê a especialização dos professores em Universidades públicas, além de outros complicadores que vocês passarão a conhecer, lendo a mensagem ( abaixo ) que recebi da Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado da Administração e Previdência do Governo paranaense, em resposta a meu questionamento, feito por e-mail.
De: Imprensa SEAP
Assunto: Piso-Magistério
Para: humbertoamadeu
Data: Quarta-feira, 19 de Novembro de 2008, 11:30
Olá, sr. Humberto Capellari.
A Agência Estadual de Notícias me encaminhou mensagem enviada pelo senhor, no “Fale Conosco”, na qual solicita informações sobre os motivos que levaram o governador Roberto Requião a assinar Adin contra a lei que instituiu o piso nacional para o magistério.
O governador Roberto Requião, conforme declarou pública e recentemente, não se opõe ao valor fixado, nem às intenções da lei de propiciar uma remuneração digna aos professores deste país.
O governador do PR assinou a Adin, principalmente, por considerar que a União não pode interferir nos planos de cargos e carreiras dos outros entes da federação – Estados, Distrito Federal e Municípios. Ao fixar um piso e ao determinar 30 horas-atividades, de maneira uniforme, a lei desestabiliza os planos de cargos e carreiras; compromete todo um planejamento e execução de políticas educacionais por parte dos entes, especialmente daqueles que já têm investido com o intuito de melhorar os salários do magistério.
No caso do Estado do Paraná, por exemplo, o plano – implantado pelo Governo Requião, em 2004, em conjunto com o sindicato dos professores – prevê 20 horas-atividades. O aumento em mais dez horas exigiria a suspensão do Programa de Desenvolvimento Educacional, o qual, por dois anos, tira cerca de 2 mil professores da sala de aula para que passem por curso de especialização nas universidades públicas; e ainda demandaria contratações que inviabilizariam as ações já planejadas, e em curso, na área.
Bom, na Agência Estadual de Notícias, recentemente, foram publicadas matérias nas quais o governador se posiciona sobre o tema. Os links são os seguintes (se não conseguir acessar clicando em cima, tem que copiar e colar no navegador):
http://www.aenoticias.pr.gov.br/modules/news/article.php?storyid=42703
http://www.aenoticias.pr.gov.br/modules/news/article.php?storyid=42619
No Portal do Servidor (www.portaldoservidor.pr.gov.br), o senhor pode acompanhar as ações do governo voltadas à capacitação e valorização do funcionalismo.No momento é isso; qualquer dúvida, entre em contato.
Obrigado,
Wagner de Alcântara Aragão
Assessor de Imprensa – Secretaria de Estado da Administração e da Previdência – Governo do Paraná
(41) 3313-6158

novembro 18, 2008

Requião envia à Assembléia proposta de salário mínimo de R$ 1.392 ao professor

AEN/PR
17/11/2008
O governador Roberto Requião encaminhou nesta segunda-feira (17) à Assembléia Legislativa do Paraná o anteprojeto de lei que estabelece o salário mínimo estadual de R$ 1.392 para o exercício de 40 horas semanais para os professores do ensino fundamental da rede estadual.
“Comprometido com a educação plena e com o reconhecimento do trabalho do professor, o Governo do Paraná propõe a presente medida por entender que não há que se falar em sociedade justa e solidária se não há reconhecimento de quem a forma”, diz o projeto.
Na proposta, Requião afirma que, por se tratar de uma iniciativa do Governo e por se referir à jornada de trabalho e regime jurídico do servidor, o princípio da federação, na Carta da República, “assegura aos entes federados a sua organização e a regência de suas leis, de acordo com o disposto nas respectivas Constituições Estaduais”.

Requião envia à Assembléia proposta de salário mínimo de R$ 1.392 ao professor

AEN/PR
17/11/2008
O governador Roberto Requião encaminhou nesta segunda-feira (17) à Assembléia Legislativa do Paraná o anteprojeto de lei que estabelece o salário mínimo estadual de R$ 1.392 para o exercício de 40 horas semanais para os professores do ensino fundamental da rede estadual.
“Comprometido com a educação plena e com o reconhecimento do trabalho do professor, o Governo do Paraná propõe a presente medida por entender que não há que se falar em sociedade justa e solidária se não há reconhecimento de quem a forma”, diz o projeto.
Na proposta, Requião afirma que, por se tratar de uma iniciativa do Governo e por se referir à jornada de trabalho e regime jurídico do servidor, o princípio da federação, na Carta da República, “assegura aos entes federados a sua organização e a regência de suas leis, de acordo com o disposto nas respectivas Constituições Estaduais”.
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