A Grande festa do Marcas Inesquecíveis revela os premiados da noite. Confira as empresas que ganharam o troféu do evento e estão marcadas na memória e no coração dos piauienses:
01 COMERCIAL CARVALHO
O faturamento da Philips na América Latina caiu 20,2% no início deste ano. As vendas da multinacional holandesa na região, onde o Brasil é o seu maior mercado, totalizaram 367 milhões de euros nos três primeiros meses de 2007. Em igual período de 2006, o faturamento da empresa havia alcançado 460 milhões de euros devido à maior demanda por televisores, que naquele momento estava inflacionada pela Copa do Mundo.
Em comunicado divulgado ontem na Holanda, a Philips informou que a retração na América Latina deve-se, basicamente, à ‘forte queda no mercado de televisores de tubo (CRT) no Brasil’. A Associação Nacional dos Fabricantes de Eletroeletrônicos (Eletros) ainda não divulgou o balanço das vendas do setor neste ano.
No Brasil – o maior pólo produtivo da Philips na América Latina -, a guerra fiscal entre os Estados poderá levar as indústria de televisores e eletrônicos a deixar a Zona Franca de Manaus, que só é competitiva graças aos incentivos dados pelos governos federal e estadual. Procurada pelo Valor, a assessoria da Philips não confirmou notícias de que a empresa analisa transferir a sua fábrica para outro Estado.
O recém-empossado presidente do grupo no Brasil, Paulo Zottolo, deveria encontrar-se ontem à noite com o governador do Amazonas, Eduardo Braga, e a expectativa era de que os incentivos fiscais entrassem na pauta do encontro.
Mundialmente, a Philips apresenta fortes resultados. A multinacional quintuplicou seu lucro líquido no primeiro trimestre de 2007 em relação ao mesmo período do ano anterior. O resultado saltou de 160 milhões de euros de euros para 875 milhões de euros de euros (cerca de US$ 1,184 bilhão). Parte desse desempenho deve-se à venda de ações da empresa Taiwan Semiconductor Manufacturing Company (TSMC).
‘A empresa registrou um excelente início em 2007′, afirmou o presidente mundial do grupo, Gérard Kleisterlee. As vendas totais da companhia cresceram 3% entre janeiro e março, atingindo 5,991 bilhões de euros. O resultado operacional – ou Lajida (lucro antes de juros, impostos e amortizações) – foi 27% maior e chegou aos 353 milhões de euros . A cifra correspondeu a 5,9% das vendas líquidas, sendo que, em igual período de 2006, esta mesma margem foi de 4,9%.
Philips reclama de política de ICMS no Amazonas
As discussões na Zona Franca de Manaus em torno do aumento do ICMS para os fabricantes de televisores esquentaram nesta semana. Ontem, o recém-empossado presidente da Philips, Paulo Zottolo, levou sua preocupação ao governador do Estado, Eduardo Braga, com quem se reuniu no início da noite. ‘A LG foi a única empresa do setor que não assinou o pacto apresentado pelo governo (de aumento do ICMS) e tem hoje benefícios melhores do que os nossos e dos demais fabricantes’ , disse Zottolo, para quem esse tratamento diferenciado, além de ser insustentável, é inconstitucional.
O impasse também preocupa o governo amazonense, que corre o risco de perder indústrias para outros Estados, como São Paulo, maior mercado consumidor. ‘O governador afirmou que irá apresentar nova proposta dia 24 de abril’, disse o presidente da Philips, ao sair da audiência. Zottolo negou que a empresa tenha cogitado transferir a fábrica de televisores de Manaus para outra região. ‘Em nenhum momento a Philips fez esta ameaça. O que existe é uma preocupação da empresa’.
Segundo fontes do setor, a indústria e o governo terão outro problema pela frente. Com a convergência, televisores e monitores de computador estão se transformando no mesmo equipamento. O Brasil, porém, possui incentivos diferentes para os dois produtos: a lei para aparelhos de áudio e vídeo e a lei de informática.
Com venda de fábrica na Ásia, Philips lucra 875 milhões de euros no 1º trimestre
A fabricante holandesa de eletroeletrônicos Philips encerrou o primeiro trimestre deste ano com lucro líquido de 875 milhões de euros, contra um ganho de 160 milhões de euros obtido no mesmo período de 2006. O salto na lucratividade se deu especialmente em razão da venda da participação da Philips em uma fábrica de semicondutores localizada em Taiwan, que gerou um ganho não-tributável de 697 milhões de euros. Excluído este negócio, o lucro líquido teria ficado em 178 milhões de euros, com alta de 11,25% sobre o primeiro trimestre do ano passado.
Apesar do lucro maior, as vendas totais da companhia apresentaram queda de 2,75% no período, para 5,99 bilhões de euros. As previsões do mercado davam conta de que este valor ficaria em 6,13 bilhões de euros.
Mesmo assim, a empresa comemorou os resultados. Em nota, a Philips afirmou ter conquistado ‘progressos’ em sua meta de elevar de 5% a 6% as vendas em 2007. Além disso, o diretor-geral da companhia, Gerald Kleisterlee, disse que as aquisições realizadas deixaram a Philips ‘confiante’ para novos negócios, visto que ‘mostraram capacidade rápida de geração de valor’.
Fonte: Valor
Portal dos Metalúrgicos
MARIO FLECK
Essa aqui é de graça:
Cetesb considerou infração gravíssima
A CETESB – Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental, considerou gravíssima a infração cometida pelo Instituto Pinho Bravo, no último dia 12 de maio, que provocou a contaminação do lago da Vila Inglesa, em Campos do Jordão, utilizado como reservatório para o abastecimento de 30% do município. Foram responsabilizados o vice-presidente da ONG, engenheiro Walter Vasconcelos e o proprietário da área onde ocorreu o acidente, Robert Baumgart. A multa para cada infrator foi calculada em 5001 UFESPs (R$ 62.462,49).A contaminação obrigou a SABESP a suspender a captação de água no local, causando inconvenientes ao bem estar público, além de provocar danos à flora e fauna. A empresa de saneamento também foi obrigada a fazer distribuição de emergência para abastecer escolas, hospitais, indústrias de alimentos e residências até restabelecer a distribuição da água, que apresentava gosto e odor de óleo.Os técnicos da agência ambiental da CETESB em Taubaté que atenderam a ocorrência consideram que a contaminação ocorreu por falta de preparo o cuidado dos funcionários da ONG, que também foram negligentes ao não informar o ocorrido para os órgãos competentes, impedindo que fossem adotadas providências antes que os resíduos atingissem o ponto de captação. Eles derramaram óleo diesel no solo, quando retiravam o produto estocado na residência localizada na rua Otto Baumgart, 96, na Vila Inglesa e posteriormente provocaram seu escoamento pelas galerias de águas pluviais, ao lavar o local. O resíduo foi carreado para um corpo d’água que atravessa a propriedade e acabou atingindo o lago utilizado como reservatório.
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