Na verdade, gostaria de saber o que ocorreria se, por algum acaso esquisito, algum opositor de Saddam, Hugo Chávez ou de Evo Morales fosse dinamitado em praça pública.
O Estadão é que é cuidadoso com as palavras: disse que Benazir Bhutto era vista pelos “radicais islâmicos” ( ou: os suspeitos de sempre ) como pró-Ocidente e que a Al-Qaeda teria assumido a autoria do atentado. Mas como o jornal disse isso, seguido da informação que o governo falou que interceptou ligações de um tal líder da Al-Qaeda, Mustafá, fica difícil entender se o cara disse isso ao vivo, confessando publicamente, ou por carta, ou se o que haveria, na verdade, seria a declaração do governo pró-americano de que o Mustafá teve uma conversa interceptada, em que admitia ter sido o autor do atentado.
Sem contar que o jornal dos cafeeiros fez questão de dizer que Bhutto era oposição, porém dando a entender que quem mais desejaria sua morte seriam os “radicais islâmicos”. A questão é que a Al-Qaeda não governa o Paquistão; logo, ela só poderia ser oposição a Musharraf ( golpista e pró-americano ). Olha, eu nunca tinha visto tanta certeza por parte de autoridades, a respeito da autoria de algum atentado, desde que Aznar disse que o ETA explodira aqueles trens. E a adesão do imprensalão à versão oficial ( e, cacete, sempre pró-americana ) é impressionante.
Vamos aguardar as edições seguintes.

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