ENCALHE

setembro 2, 2009

PROTÓGENES QUEIROZ FILIA-SE AO PC DO B

Eu dava uma bisoiada no Comunique-se, quando surgiu esta “pauta”:
“Delegado Protógenes Queiróz anuncia filiação partidária
( São Paulo, São Paulo, Brasil – Comunique-se – )
Protógenes Queiróz anuncia filiação partidária
O delegado federal Protógenes Queiróz anuncia hoje, dia 02 de setembro, quarta-feira, no Hotel São Paulo Inn, Largo Santa Efigênia, 44, das 14 às 16 horas, sua entrada na vida política. Na ocasião, o delegado federal vai ler carta na qual explicará as razões de sua filiação e do partido escolhido. Em seguida à leitura da carta, Protógenes Queiróz estará à disposição da imprensa. Informações: Século Comunicação Integrada
Telefones: (11) 3644-6928 (11) 9430-2455
seculo@seculonet.com.br
Guiomar Prates: (11) 8202-6947
Fabiana de Holanda: (11) 9113-1000
Pauta postada em: 01/09/2009 16:01″
Uma busca no Mestre Google deu o serviço, e aí foi só buscar no site do VERMELHO. Confiram:
Protógenes explica por que escolheu o PCdoB
O delegado da Polícia Federal Protógenes Queiroz anunciou nesta quarta-feira (2) que escolheu o PCdoB como seu partido. “Esse partido consegue se superar, retirar todas as pedras e os espinhos do caminho e se colocar no cenário nacional aliado a uma proposta de um Brasil diferente. O PCdoB é a sigla vitoriosa, dentre todas as existentes”, explica Protógenes nesta entrevista para Bernardo Joffily e Priscila Lobregatte, do Vermelho.
Protógenes: “O Brasil é que tem de aparecer”
“Num primeiro momento foi difícil me convencer a me filiar a um partido político, a deixar aquilo que eu fazia antes – ser servidor público – e lançar-me a cumprir essa exigência maior da sociedade que é participar do processo político”, relata Protógenes. “Mas, o mais difícil mesmo foi escolher…”
Uma fila de siglas partidárias ofereceu suas fichas de filiação, de olho na elevada popularidade da causa que o delegado encarna. Ele cita o PSDB, DEM, PDT, PSB, PSol e PCdoB. Mas a dificuldade, segundo Protógenes, deveu-se a outros motivos, nâo à quantidade de pretendentes. Veja os trechos principais da entrevista exclusiva de Protógenes Queiroz; e em seguida o vídeo onde o delegado fala aos cidadãos brasileiros:
Bernardo Joffily: Por que “o mais difícil” foi escolher o partido?
Protógenes: Porque, salvo raríssimas exceções, não temos partidos políticos no Brasil comprometidos com interesses nacionais. Temos partidos que atendem a interesses de grupos ou de pessoas. De tempos em tempos – principalmente em período eleitoral – essas legendas buscam o voto para legitimar o processo eleitoral, sem nenhum compromisso com a população. E afirmo que ficaria mais fácil para a população entender a política a partir do momento em que todos os escândalos ocorridos na República fossem resolvidos não à sombra, mas sim à luz do dia, de maneira que todos nós, cidadãos e eleitores, tivéssemos acesso às informações com a transparência a que temos direito. Qual senador foi à população explicar o que ocorria no Congresso? Ficam no parlamento se digladiando, flagelando a política brasileira. Eles mesmos se desqualificam e acabam desrespeitando o nosso voto, o que é mais grave. Estou decidindo hoje, dia 2, que essa participação política é necessária e a minha decisão é por um partido que atende às necessidades básicas da população e tem um projeto para o Brasil e esse partido é o PCdoB.
Priscila Lobregatte: Em seu blog, você diz que há uma falsa pluripartidarização no país…
Protógenes: Essa falsa pluripartidarização nasce num processo legitimado pela legislação eleitoral. Mas, seu real funcionamento não atende, como deveria, às transformações sociais que hoje o país e a sociedade necessitam. Os partidos muitas vezes sentam-se à mesa como se convergissem em um só interesse e as legendas tornam-se apenas um leque de opções abstratas para o eleitor. No entanto, eles negociam para atender a interesses de grupos e de pessoas. Outros partidos menores, para ter credibilidade, têm de se aliar a um de maior visibilidade que possa, por sua história, adotar um projeto de país que atenda àquelas necessidades.
Bernardo: Primeiro você escolheu um campo político e depois o partido que fizesse parte da base de sustentação do governo Lula. Qual o significado dessa opção?
Protógenes: A política brasileira foi construída a partir de dois segmentos. Após a ditadura militar, um grupo se organizou para construir outro tipo de país. Mas esse grupo se dividiu logo no início da caminhada. Uma parte optou por uma política neoliberal e pensava “esse país teve grandes compromissos com o Estado e acabou alijando a sociedade. Então, vamos diminuir esse Estado e aumentar os compromissos com a sociedade”. Nasceu assim a figura do Estado mínimo, caracterizado pelas privatizações. Esse grupo achava que assim conseguiria atender às necessidades básicas da população com o dinheiro apurado nas privatizações e combater a miséria, aumentar acesso à educação, à segurança etc. Porém, esse modelo faliu porque o dinheiro sumiu sem nenhuma explicação, nem punição. O outro bloco, de esquerda – que se formou com PT, PCdoB, PDT, PCB, PSB e mesmo PPS – tinha o objetivo de resistir a esse modelo neoliberal que não estava dando certo. O Estado praticamente deixou de existir e foi substituído por um grande conglomerado privado que mandava no país. Formou-se então um campo de resistência em torno dos trabalhadores. A classe operária, insatisfeita com esse modelo, se reuniu em torno de uma sigla chamada Partido dos Trabalhadores buscando, no processo de reconstrução do país, um modelo mais focado no social, nas populações mais carentes. Enfrentamos o processo político por meio do voto e vencemos com a eleição de Lula. E esta foi uma vitória histórica da classe produtiva. Um operário de pouco estudo deu certo porque tinha a visão de que o Estado precisava ser mais rápido em suas ações.
Bernardo: Seu nome é muito associado à luta contra a corrupção. E para quem abre o jornal hoje, essa parece ser uma bandeira da oposição ao presidente Lula. Como fica essa conexão: ser um militante do governo Lula e um embandeirado da “luta anticorrupção”?
Protógenes: Para mim, não foi difícil. Tive a percepção de que havia um projeto em movimento que precisa avançar e que não seria construído em quatro ou oito anos. Mas a minha percepção é de que nesses dois mandatos avançamos muito e conseguimos reverter aquele processo anterior em que o Estado não tinha nenhuma presença no campo social. Lula teve essa percepção e a coragem de, como primeiro projeto, implantar um programa de combate à fome, além do Bolsa Família, que consistem em levar uma fatia do bolo do Estado para a população mais carente, atendendo às suas necessidades mais primárias. Portanto, fatos ocorridos em suas administração não desqualificam o projeto de país que ele iniciou e o credencia como o presidente mais importante da história da República brasileira após Getúlio Vargas. Essa marca ninguém tira dele.
Priscila: Acredita que houve exploração de certos fatos com o objetivo de desgastar o governo?
Protógenes: Com certeza. Não posso revelar certos dados porque são sigilosos, mas posso afirmar que a desestabilização do Congresso Nacional e a desqualificação da classe política foi uma engenharia de setores ligados a esse Estado mínimo brasileiro e ao capital internacional para que o projeto de Brasil, liderado pelo presidente Lula e apoiado pelos partidos de esquerda, não fosse implementado. É o caso, por exemplo, do pré-sal. Lula tenta reverter um marco regulatório nefasto, atrasado e que privilegia o capital privado, montado em 1998 na era de Dom Fernando II, que mudou até a Constituição da República e passou como um rolo compressor sobre o Congresso para atender a esses interesses. Nós, comprometidos com os interesses da sociedade, temos que mobilizar a população e apoiar o presidente para que essa renda de exploração do pré-sal seja dividida pelo país inteiro e não usado apenas para atender aos estados mais ricos da Federação, como São Paulo e Rio de Janeiro. É uma visão sócio-econômica e política equânime e desenvolvimentista que visa o progresso e o atendimento das necessidades principalmente das camadas sociais mais pobres.
Bernardo: Por falar em pressão, a sua carreira como delegado da Polícia Federal vem sofrendo um bocado de pressão. O Protógenes Queiroz militante político está preparado para enfrentar a pressão triplicada que vai vir pela frente?
Protógenes: Sim. Quem passou por uma Operação Satiagraha, quem sabe todos os fundamentos que essa operação teve e que seu nome em sânscrito carrega, certamente vai conseguir superar todos os obstáculos e óbices. Sei que o meu caminho tem muitas pedras e espinhos. Mas todos esses obstáculos vão servir para fortalecer ainda mais a nossa luta, para que a vitória venha com bases mais sólidas e a participação de uma grande maioria de brasileiros.
Bernardo: Você tem um projeto eleitoral, por exemplo, para 2010?
Protógenes: Não é um projeto que vamos redigir, sentados numa sala, com vários técnicos. A população será ouvida para que saibamos quais são as necessidades de quem está na ponta, sofrendo. Esse sim vai ser o meu projeto.
Bernardo: E mais especificamente está sendo construída uma candidatura sua em 2010?
Protógenes: Sim, sim. Temos que continuar com o combate à corrupção, através de um sistema mais eficaz, mais transparente, na aplicação dos recursos públicos, conclamando o povo brasileiro para que vigie a verba pública e participe do processo de administração; fomentar a democracia participativa seja no campo da educação, da saúde, da segurança pública, da habitação…
Priscila: Boa parte dos problemas da política hoje é decorrente do sistema político. Que tipo de reforma seria necessária para melhora-lo?
Protógenes: Em primeiro lugar, um compromisso, não é? Não adianta lançarmos um projeto de reforma política num Congresso Nacional que não tenha legitimidade. Temos que sentar todos à mesa, todos os atores, todos os responsáveis, para discutir o Brasil, que tipo de país nós queremos e qual a via de construção e partir para um debate no Congresso onde as discussões não sejam aviltadas para se atender a interesses de grupos ou de pessoas. Tem de haver um pacto da indústria com o trabalhador, com o jovem, com o representante da sociedade carente, com os agricultores. Tem de haver uma discussão como nunca houve no Brasil. E para isso é preciso chamar a população e pedir que ela participe do processo. Alguns governantes tentaram fazer isso. Getúlio tinha essa prática, Brizola um pouquinho também. O próprio Juscelino… Acho que hoje falta isso.
Bernardo: Fiquei sabendo que a sua iniciação nas lutas partidárias aconteceu na juventude, no tempo da ditadura, em Niterói, no Partido Comunista Brasileiro…
Protógenes. Mais precisamente em São Gonçalo… [as duas cidades fluminenses são vizinhas]Bernardo: São Gonçalo. E agora a decisão é entrar no PCdoB…
Protógenes: Volta às origens…
Bernardo: Tem alguma coisa a ver? Qual o seu compromisso com essa ideologia?
Protógenes: Aos 16 anos, quando eu era aluno do segundo grau, tive o primeiro contato com os meus mestres de ensinamentos na doutrina marxista-leninista. Eram quadros brilhantes, já com certa idade, inclusive viviam na clandestinidade, todos cassados, presos. Naquela época, com 16 anos, eu contestava porque havia um presidente general, saía, entrava outro. Em casa o meu pai era militar, homem do regime, eu perguntava e ele saía pela tangente: “Meu filho, vai tentar construir um Brasil maior. Não pense neste Brasil de hoje porque eu não tenho muito a esclarecer, a não ser o que o jornal e a Voz do Brasil já te dizem”. Desde pequeno, eu tinha como hábito ouvir a Ave Maria, a Voz do Brasil e depois o Repórter Esso. E ler o jornal, todo dia de manhã cedo. Meu pai mandava comprar o jornal e eu tinha que ler junto com ele, para me informar. Então eu falei: “A culpa é do senhor porque agora tenho consciência”. E ele: “É isso que eu quero, mas tenha cautela”. Com 16 anos, entendia o tipo de país que eu queria para mim e para os meus semelhantes.
E então esses grandes comunistas me diziam: “Você vai participar do Partido Comunista Brasileiro, você tem o perfil, precisamos de jovens como você”. Eu até tentei levar uns coleguinhas naquela época, mas ninguém topou. Era apenas eu sentado ali naquela mesa com um monte de gente mais velha, mas de muita sabedoria. Aqueles homens pensavam o Brasil. Ingresso no PCB na clandestinidade; filio-me, participo de muitas reuniões na clandestinidade. Inauguro um jornal, chamado Alerta Geral, que foi cassado na primeira edição. Na faculdade, entrei em contato com os companheiros da UNE, já ligados a movimentos de esquerda, ao PCB, PCdoB, MR8, o pessoal do MDB, e fiquei sendo delegado da UNE na faculdade, no primeiro congresso da UNE já saindo da clandestinidade. Na minha faculdade fui o único porque o diretório estava fechado. Desafiei o corpo diretivo da faculdade, composto por uns oficiais generais, e fui participar. Saí desse processo com uma posição ideológica bem sólida sobre o país que eu pretendia ajudar a construir. Quando veio a legalidade, participei das Diretas Já. Comecei a avaliar e fiquei um pouco decepcionado porque a esquerda começou a se fracionar para atender a interesses individuais e de grupos, e não do país, da população. Falei: “vou partir para uma carreira solitária, de maneira que a população seja agraciada com um brasileiro que empunhou uma bandeira e vai dar consequência a ela, evitando que o dinheiro público seja sangrado em atos de corrupção”. Estava muito bem, vivia otimamente. Mas minha vida virou uma confusão danada quando eu fui empurrado a uma arena, de uma forma injusta, que eu não queria. Mas eu acho que está escrito em algum lugar, no universo, no cosmo…
Priscila: Em algum cantinho…
Protógenes: …É. Em algum cantinho alguma força arcana, divina, falou: “Olha, aparece agora” (risos). Então, apareci. E vi que o Partido Comunista do Brasil avançou e cresceu muito. Acredito que nesse processo político é o partido mais vitorioso, um partido que tem o passado que tem, sofreu as perseguições que sofreu, superou erros e tem uma política própria para o Brasil, um país em desenvolvimento, rico, multiétnico, religioso, decente. Esse partido consegue se superar, retirar todas as pedras e os espinhos do caminho e se colocar no cenário nacional aliado a uma proposta de um Brasil diferente. Neste cenário, o PCdoB é a sigla vitoriosa, dentre todas as existentes e isso acontece devido à responsabilidade dos quadros que têm a mesma origem que eu, que nunca se desviaram daquilo que aprenderam no passado e que têm compromisso com o futuro, com a construção de um Brasil que nós acreditamos: mais justo e mais digno. Isso sem muito alarde político. É um partido cujo plano político nacional não está na panfletagem, não está nessa atividade eleitoreira. Quando falei de estar ao lado do governo e ao mesmo tempo ter lidado com a corrupção, digo que pessoas que estavam com o presidente Lula tiveram outros compromissos que não com o Brasil e se desviaram do caminho. Mas existe uma proposta política de Brasil sendo implementada. Tem que se dar consequência a isso, não é? Sair desse processo é ser irresponsável. E aqueles que abandonam esse processo estão pensando nos seus próprios interesses ou estão magoados com alguma situação que ocorreu no passado…
Bernardo: Seria o caso dos nossos amigos do Psol?
Protógenes: Não vou classificar. Todos os partidos têm as suas virtudes e os seus defeitos. Mas eu acredito que tem pessoas, até mesmo dentro do próprio PT, insatisfeitas com a política implementada, que não têm a nítida compreensão do que está ocorrendo e do resultado que isso alcançou, da virada que nós demos ao impedir a consolidação do sistema neoliberal no Brasil. Essa foi a grande virada, a grande sacada. E o Partido Comunista do Brasil deu uma grande contribuição com fundamentos. E Lula buscou esses fundamentos, o que fica nítido quando você pega e lê as resoluções do Comitê Central, o Programa do partido e as ações implementadas hoje no governo. E o partido fez isso em silêncio, sem aparecer, porque o necessário é que haja um ganho para a população. O Brasil é que tem de aparecer.
Priscila: Voltando um pouco para a Operação Satriagraha: você mexeu com várias pessoas poderosas em outras operações, como o Hidelbrando Pascoal, Paulo Maluf etc. Só que quando você mexeu com o Daniel Dantas, veio a perseguição, veio o Gilmar Mendes. Por que mexer com o Daniel Dantas é tão complicado?
Protógenes: Na verdade, eu não mexi com o Daniel Dantas. Eu mexi com o sistema neoliberal gerenciado pelo Daniel Dantas; neoliberal e criminoso, porque explorar as riquezas do nosso país de forma oculta e vende-las, desviar recurso público, é crime. O que eu combati foi o sistema. Não foi o banqueiro condenado. Ele é apenas uma peça do sistema, que foi visivelmente exposto. Por isso eu sofri as agressões, do próprio Estado, das próprias instituições que se voltaram contra mim. Essas instituições são operadas por homens que evidentemente têm interesse em que se mantenha o status quo que o Daniel Dantas gerenciava. Isso um dia tinha que explodir. A ganância é tanta que eles chegaram ao absurdo de ter mais de 1.500 concessões de exploração do subsolo brasileiro; foram identificados e bloqueados mais de US$ 3 bilhões. Isso é o orçamento de muitas cidades brasileiras. Para mim, foi fácil porque eu não faço parte de sistema nenhum, meu sistema é o do povo brasileiro, é o do Brasil.
Priscila: Ligado a isso veio a questão da “grampolândia”. Disseram que tinham colocado grampo numa conversa entre o presidente do STF, Gilmar Mendes, e o senador Demóstenes Torres. E ficou comprovado que foi uma grande mentira. Como você vê esse tipo de ação da mídia?
Protógenes: Esse é um caso típico dessa engenharia com o objetivo de desestabilizar o governo Lula no segundo mandato. Sucessivos escândalos surgiram e vão surgir para consolidar a impunidade de quem tem dinheiro e poder. Isso desqualificou a Justiça, desqualificou um senador da República. Quando você desqualifica a Justiça, facilita e consolida a impunidade no Brasil porque fica claro que a Justiça só vai punir o pobre, o desempregado, o negro. Os bandidos mais perigosos da nação estão soltos, e cheios de dinheiro, aqui ou fora do Brasil.
SITE DO PROTÓGENES QUEIRÓZ: http://blogdoprotogenes.com.br/

abril 23, 2009

PERIGO! PERIGO! Tucana até a última pena, Vanessa Damo ( PV ) é cogitada para migrar ao…PC do B ?!?!

Intrigas da família Damo com o PV esquentam o PC do B
ABCDMaior, 22/04/2009
Executiva municipal se divide sobre possibilidade da deputada Vanessa Damo migrar para a sigla
As intrigas da família Damo com o PV, que podem acarretar na saída da deputada estadual Vanessa Damo da sigla, estão aquecendo as discussões no diretório de Mauá do PC do B. O comentário no diretório municipal comunista é de que Vanessa já estaria de malas prontas para disputar a reeleição em 2010 integrando o PC do B. No entanto, a vinda da verde para o PC do B é vista como uma jogada “oportunista”, por parte do diretório.
“A Vanessa não tem nada a ver com história de luta do PC do B. Se ela viesse, iria ter uma debandada de militantes do partido. Eles (Damo) são do time do cascalho, que pagam para segurarem as bandeiras. Nós temos a militância”, criticou Luiz Marques, membro da executiva municipal do PC do B e ex-presidente da sigla.
De acordo com Marques, a vinda da verde para o PC do B seria apenas uma forma de garantir a reeleição como deputada estadual. “Os problemas enfrentados no PV seriam driblados com a troca de legenda. Os problemas que o Leonel Damo (ex-prefeito, investigado por improbidade administrativa pelo PV) causou seriam assumidos pelo PC do B”, argumentou Marques.
O comunista ainda argumenta que a executiva do partido está rachada na opinião da vinda de Vanessa. “Temos 50% da executiva pensando junto conosco”, disse Marques. Outro comunista que apoia Marques é um diretor do Sinserv (Sindicato dos Servidores Municipais), Marcelo Órfão.
Só amizade - A relação de Vanessa com o PC do B é dada pelo contato com Carlos Aparecido dos Santos, o Lorão, candidato a vereador derrotado nas últimas eleições, e a presidente municipal do PC do B, Célia Montresol. “Eu e a Célia somos amigas e somos filiadas à UBM ( União Brasileira das Mulheres). Defendemos a mesma bandeira”, contou Vanessa. A UBN é uma entidade fundada e administrada pelo próprio PC do B.
A proximidade, entretanto, é apenas amizade, de acordo com Vanessa. O objetivo da verde é resolver as pendências dentro do PV e ser reeleita pela sigla. “Não vou para o PC do B. Quero me resolver no PV e continuar no partido”, disse.
Secretário geral do PC do B estadual, Gilmar Tadeu afirmou que a discussão não chegou ao nível estadual. Caso Vanessa trocasse de sigla também trocaria de bancada na Assembleia Legislativa. O PV é aliado ao governador José Serra (PSDB) e o PC do B faz parte do ‘bloquinho’ de oposição (PT e PSB).

PERIGO! PERIGO! Tucana até a última pena, Vanessa Damo ( PV ) é cogitada para migrar ao…PC do B ?!?!

Intrigas da família Damo com o PV esquentam o PC do B
ABCDMaior, 22/04/2009
Executiva municipal se divide sobre possibilidade da deputada Vanessa Damo migrar para a sigla
As intrigas da família Damo com o PV, que podem acarretar na saída da deputada estadual Vanessa Damo da sigla, estão aquecendo as discussões no diretório de Mauá do PC do B. O comentário no diretório municipal comunista é de que Vanessa já estaria de malas prontas para disputar a reeleição em 2010 integrando o PC do B. No entanto, a vinda da verde para o PC do B é vista como uma jogada “oportunista”, por parte do diretório.
“A Vanessa não tem nada a ver com história de luta do PC do B. Se ela viesse, iria ter uma debandada de militantes do partido. Eles (Damo) são do time do cascalho, que pagam para segurarem as bandeiras. Nós temos a militância”, criticou Luiz Marques, membro da executiva municipal do PC do B e ex-presidente da sigla.
De acordo com Marques, a vinda da verde para o PC do B seria apenas uma forma de garantir a reeleição como deputada estadual. “Os problemas enfrentados no PV seriam driblados com a troca de legenda. Os problemas que o Leonel Damo (ex-prefeito, investigado por improbidade administrativa pelo PV) causou seriam assumidos pelo PC do B”, argumentou Marques.
O comunista ainda argumenta que a executiva do partido está rachada na opinião da vinda de Vanessa. “Temos 50% da executiva pensando junto conosco”, disse Marques. Outro comunista que apoia Marques é um diretor do Sinserv (Sindicato dos Servidores Municipais), Marcelo Órfão.
Só amizade - A relação de Vanessa com o PC do B é dada pelo contato com Carlos Aparecido dos Santos, o Lorão, candidato a vereador derrotado nas últimas eleições, e a presidente municipal do PC do B, Célia Montresol. “Eu e a Célia somos amigas e somos filiadas à UBM ( União Brasileira das Mulheres). Defendemos a mesma bandeira”, contou Vanessa. A UBN é uma entidade fundada e administrada pelo próprio PC do B.
A proximidade, entretanto, é apenas amizade, de acordo com Vanessa. O objetivo da verde é resolver as pendências dentro do PV e ser reeleita pela sigla. “Não vou para o PC do B. Quero me resolver no PV e continuar no partido”, disse.
Secretário geral do PC do B estadual, Gilmar Tadeu afirmou que a discussão não chegou ao nível estadual. Caso Vanessa trocasse de sigla também trocaria de bancada na Assembleia Legislativa. O PV é aliado ao governador José Serra (PSDB) e o PC do B faz parte do ‘bloquinho’ de oposição (PT e PSB).

março 8, 2007

Aos gritos de "Sai, vagabundo, sai !!!!!!!!!!", prefeito-honorário de São Paulo expulsa manifestantes que desejavam boas-vindas a Bush !!!

Kassab, simpático à Bush, tenta impedir manifestação em SP A prefeitura municipal de São Paulo tentou nesta quarta-feira (07), impedir uma manifestação contra a visita de George W. Bush no Brasil. Foram apreendidos materiais visuais que estavam com militantes dos PCdoB convocando para a manifestação do 08 de março.

Para Rodrigo de Carvalho, secretário estadual de Comunicação do PCdoB a atitude da prefeitura é inadmissível, pois fere o direito da liberdade de manifestação. “O prefeito Gilberto Kassab tem simpatia pelo presidente Bush e deve ter ficado incomodado com as ações que estamos realizando.”, diz o dirigente comunista.
Ainda com informações desencontradas, a possível justificativa da prefeitura é a aplicação de uma lei sobre o visual na cidade. Para Carvalho, as faixas apreendidas não tem finalidade comercial, não são duradouras e estavam representando um protesto político. “A natureza política do prefeito é autoritária, isso já foi visto em outras atitudes de Kassab. Ele não suporta a democracia. A prefeitura tomou uma atitude arbitrária, antidemocrática e impediu que houvesse liberdade de expressão”, continua Carvalho.
As manifestações contra Bush continuam com panfletagens e abertura de novas faixas de protesto na região da avenida Paulista nesta quarta-feira. Na quinta-feira, 08 de março, também na avenida Paulista será realizado o ato contra a presença de Bush. Os manifestantes farão concentração a partir das 15 horas na praça Osvaldo Cruz e seguirão em passeata até o vão livre do Masp.

Do site Vermelho

fevereiro 7, 2007

PMDB e tucanos elegem Chinaglia

Jasson de Oliveira Andrade

No dia 1º de fevereiro tivemos duas eleições: no Senado e na Câmara Federal. A eleiçăo do Senado năo teve surpresas. O senador Renan Calheiros (PMDB-AL), governista, foi reeleito. O resultado: Renan, 51 votos, derrotou José Agripino Maia (PFL-RN), 28 votos. A única surpresa foi a eleiçăo do senador Aloizio Mercadante (PT-SP) para presidir a CAE. Fernando Rodrigues, em artigo à Folha, comenta: “A vida de um governador atritado com o PT poderá virar um inferno a partir de agora. A poderosa Comissăo de Assuntos Econômicos do Senado será presidido por Aloizio Mercadante (PT-SP). Os Estados săo escravos dessa comissăo. (…) O poder da CAE para atazanar governadores é infinita. (…) Năo é certo que Mercadante se comporte dessa forma. OK, mas, se o fizer, Serra terá a quem recorrer em momentos de necessidade”. O senador petista, portanto, ressurgiu das cinzas. Tornou-se poderoso. Entretanto, a năo ser o comentário de Fernando Rodrigues, a imprensa silenciou sobre a eleiçăo dele!
Em artigo anterior, afirmei que, caso houvesse segundo turno, o PSDB seria o fiel da balança. Foi o que realmente aconteceu. A vitória de Arlindo Chinaglia por apenas 18 votos se deveu aos tucanos, principalmente de Serra. No primeiro turno, Chinaglia obteve 236 votos, Aldo Rebelo, 175 votos e Fruet, 98 votos. No segundo turno, o candidato petista teve mais 25 votos de oposicionistas, somando 261 votos. Aldo conseguiu 68 votos dos oposicionistas, ficando com 243 votos, somente 18 votos a menos (Em 28/9/2005, Aldo venceu José Thomaz Nono, do PFL, por apenas 15 votos!). Os analistas políticos creditam aos tucanos esses 25 votos. Ou pelo menos a maioria deles. Dora Kramer revela os bastidores da eleiçăo: “Antes do final do primeiro turno da eleiçăo da presidência da Câmara, os adeptos de Arlindo Chinaglia preocupavam-se com a margem de vantagem entre ele e Aldo Rebelo. Se fosse pequena demais, temiam que prevalecesse no resultado final o sentimento antipetista, muito forte na Casa. (…) Quando a dianteira revelou-se de 61 votos, respiraram relativamente aliviados e partiram para a conquista dos tucanos”. Conquista essa que garantiu a eleiçăo de Chinaglia. Segundo reportagem do Estadăo (3/2): “Serra mandou PSDB despejar voto em Chinaglia – “A águia pousou’ foi a senha do deputado Jutahy Júnior para que tucanos apoiassem petista no 2º turno”. Na mesma reportagem, o deputado José Aníbal (PSDB-SP), ligado a FHC e Alckmin, reconheceu: “É lamentável, mas nós [tucanos] demos a presidência da Câmara para o PT”. Na reportagem “Apoio a petista abre crise entre PSDB e PFL”, a Folha (3/2) revelou: “Nos bastidores, os tucanos admitiram ter transferido “até mais” que os 25 votos angariados por Chinaglia do primeiro para o segundo turno. O mapeamento interno do partido mostra que a maioria deles saiu das bancadas de Săo Paulo (9) e de Minas Gerais (5)”. O PFL também culpa os tucanos. José Carlos Aleluia (PFL-BA) disse que o “o PSDB é o responsável pela tomada do poder deste grupo majoritário do PT”.
Luiz Antonio Magalhăes também năo descarta a ajuda dos tucanos na eleiçăo do petista, dizendo: “é bastante provável que os 25 votos que deram a vitória a Chinaglia tenham vindo justamente do PSDB, uma vez que os parlamentares da “terceira via” anunciaram apoio a Aldo Rebelo, ao passo que o líder tucano na Câmara [Antonio Carlos Pannunzio, ligado a Serra] anunciou que a bancada estava liberada para votar em qualquer dos candidatos. Foram, portanto, os votos do PSDB, possivelmente acertados entre Chinaglia e os governadores José Serra e Aécio Neves, por intermédio do ex-líder Juthay Jr. (BA), que deram a vitória ao PT na disputa da Câmara”. O jornalista “calculava que a pressăo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso pelo voto em Aldo no segundo turno pudesse comover o tucanato. Năo comove mais. Como diz o ditado, rei morto, rei posto. A bola está com Serra e Aécio e os dois, por questơes regionais, preferiram Chinaglia. Resta saber se o PT vai cumprir a sua parte e eleger o PSDB nas assembléias estaduais de Săo Paulo [em 15 de março] e Minas…” A conferir.
Segundo Renata Lo Prete, no Painel da Folha: “O acordo entre PSDB e PT para desovar voto tucanos em Arlindo Chinaglia (PT-SP) no segundo turno incluiu a nomeaçăo de Carlos Sampaio (PSDB-SP) para a Ouvidoria da Câmara”. Năo resta dúvida que o apoio de tucanos foi importante. No entanto, o fundamental para a vitória de Chinaglia se deveu, principalmente, ao PMDB. Dessa vez, os peemedebistas foram fiéis, inclusive Michel Temer, que apoiou Alckmin!
Quanto ao racha entre os aliados, Lula declarou: “Năo tem feridas. Ou seja, se houve rusgas por causa da disputa, elas serăo consertadas pela tradiçăo da convivência democrática. A relaçăo entre PT e PC do B é histórica. Săo 30 anos que năo văo criar uma crise por causa de 30 dias”. Vamos aguardar.

JASSON DE OLIVEIRA ANDRADE é jornalista em Mogi Guaçu

Postado por Redaçăo Portal Mogi Guaçu

Tema: Silver is the New Black. Blog no WordPress.com.

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