julho 7, 2009
O PMDB de Serra é bem diferente do "PMDB de Lula"
maio 17, 2009
PAULISTA, O DESTEMIDO
março 24, 2009
Eu já tinha esquecido o porquê do dr. Paulo é tão querido aqui em São Paulo
Eu já tinha esquecido o porquê do dr. Paulo é tão querido aqui em São Paulo
Eu já tinha esquecido o porquê do dr. Paulo é tão querido aqui em São Paulo
Eu já tinha esquecido o porquê do dr. Paulo é tão querido aqui em São Paulo
Eu já tinha esquecido o porquê do dr. Paulo é tão querido aqui em São Paulo
março 18, 2009
"A irresponsabilidade fiscal do Serra e do Kassab", por Chicão Dois Passos
A imprensa conservadora não se cansa de dizer que o governo de São Paulo está com as contas em dia. Ela mente descaradamente pois a maior parte dos leitores destes jornais e revistas estão com a cabeça feita. Ou seja, abriram mão de raciocinar.
Relação entre a dívida e a receita do município, que vinha tendo reduções graduais, terminou o ano passado em alta
Governo federal pode cortar repasses, caso o índice não seja reduzido até 2016; no ano passado, verbas federais somaram R$ 275 milhões
CONRADO CORSALETTE – FOLHA SP
DA REPORTAGEM LOCAL
A dívida paulistana com a União atingiu R$ 42,4 bilhões em dezembro de 2008, tornando-se 2,03 vezes maior que a arrecadação anual da prefeitura com impostos, de acordo com o último balanço da gestão Gilberto Kassab (DEM).
Histórico
TERRA, 01.04.2006
O ex-prefeito Celso Pitta chamou de “mal-agradecido” o atual prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, que atuou como secretário de Planejamento na sua gestão. Pitta disse ainda que não entregaria o cargo à Kassab se soubesse da “falta de lealdade” e dos “problemas de caráter” do ex-colega.
“Ele é um mal-agradecido”, afirmou o ex-prefeito à Folha de S.Paulo. “Foi surpresa para mim, desde o início da campanha de Serra, vê-lo afirmar que foi um erro ter sido meu secretário, e que, se pudesse voltar atrás, não seria. É falta de lealdade, é atitude de quem cospe no prato em que comeu, e demonstra uma faceta dele até então desconhecida por mim”.
“Por que ele esperou tantos anos para dizer do seu arrependimento? Isso me parece ser muito grave em termos de caráter. No mínimo, tem falha de memória ou tem um problema sério de caráter”, acrescentou.
Pitta aposta que Kassab manterá a equipe de Serra até o fim do ano, quando deve mudar o secretariado e imprimir sua marca no governo, mas não acredita que o ex-secretário tenha força para disputar a reeleição. Não tem carisma. Pode ser um articulador político, mas não o vejo disputando votos, num palanque. É sem-sal, afirmou.
Já o ex-prefeito Paulo Maluf aposta no potencial de Kassab numa possível candidatura. O atual prefeito foi um dos principais aliados de Maluf na Câmara. “Kassab tem anos de experiência política para ajudá-lo a bem administrar”, disse.
Entenda a situação da dívida da Prefeitura de SP com a União
Pagar 20% do estoque da dívida, R$ 3,049 bilhões, e ficar com o juro de 6% ao ano, mais inflação medida pelo IGP-DI
Pagar 10% do estoque da dívida, R$ 1,025 bilhão, e ficar com juro de 7% ao ano, mais IGP-DI
Não pagar nada da amortização e arcar com juro de 9% ao ano, mais IGP-DI
Com a decisão de não pagar a amortização, a dívida passa de R$ 15,2 bilhões para R$ 16 bilhões, um aumento de R$ 800 milhões
O acréscimo acontece porque, até a decisão de não pagar, o governo federal estava cobrando juro de 6% sobre o total da dívida. O índice sobe agora para 9% sobre o saldo devedor desde o início do contrato
Pagar ou não parte da dívida era uma opção da prefeitura. Ou seja, as obrigações de pagamento da dívida estão todas em dia
Caso não consiga pagar toda a dívida até 2030, o município poderá refinanciar o saldo por mais dez anos
O não-pagamento da amortização neste mês altera o teto de pagamento das parcelas mensais, que continua em 13% da receita. O impacto será sentido só em 2030, quando o saldo deverá ser pago ou renegociado.
Folha de S.Paulo, 31/12/2000
Folha Online, 01.01.2001
Folha de S.Paulo
novembro 12, 2008
"Serra ressuscita o malufismo e o quercismo", por Jasson de Oliveira Andrade
Paulo Maluf era uma cria da Ditadura Militar, que, no tempo de Costa e Silva, o nomeou em altos cargos públicos. Depois, ele conseguiu se impor, elegendo-se, indiretamente, governador. Tornou-se popular. Para derrotá-lo, agora diretamente, os anti-malufistas se uniram. Primeiramente se elegeu Quércia (PMDB), que derrotou Maluf e Antonio Ermírio de Moraes. Nesta eleição, houve a divisão dos conservadores. Posteriormente, houve outra divisão, desta vez no PMDB. Covas e seus seguidores romperam com Quércia, por sua conduta administrativa, e formaram o PSDB. O anti-quercismo se tornou forte e vitorioso. No entanto, o malufismo ainda era muito popular. Maluf voltou e depois elegeu Pitta como seu sucessor. Aí surgiu Kassab, um desconhecido, que foi secretário dele. Os anti-malfistas se uniram, Covas à frente, e no segundo turno apoiou Marta Suplicy (PT) para a Prefeitura de São Paulo, em 2000, que derrotou Maluf. Aí surgiu o anti-petismo. Malufistas, Kassab (PFL, hoje DEM) à frente, tendo o ex-malufista Afif como coordenador, se uniram à candidatura Serra. Mesmo sem voto, o PFL ganhou a Prefeitura, quando Serra se elegeu governador. Kassab, agora no DEM, candidatou-se à reeleição, unindo-se ao quercismo: Alda Marco Antonio (PMDB) foi candidata à vice dele. Por “coincidência”, ela também foi secretária de Pitta, juntamente com Kassab. Quercistas e ex-malufistas saíram vencedores, ao lado do governador tucano. É por esse motivo que o prefeito eleito de Belo Horizonte, Márcio Lacerda (PSB) disse que Serra lidera “projeto de centro-direita”. Andreza Matais, da Sucursal da Folha de Brasília, noticiou: “O prefeito eleito de Belo Horizonte, Marcio Lacerda (PSB) afirmou ontem (30/10/2008) que o PSDB de Minas Gerais é diferente do PSDB paulista ao classificar de “centro-esquerda” a aliança que o elegeu – que contou com a participação informal do partido e formal do PT [o candidato à vice era petista] – e ao chamar de “centro-direita” a aliança que apoiou Gilberto Kassab (DEM) em São Paulo”. Lacerda não deixa de ter razão. Ao unir tucanos, ex-malufistas (Kassab, Afif e outros) e quercistas (Alda Marco Antonio, vice), que condenou no passado, Serra realmente lidera um “projeto de centro-direita”, visando 2010. Conseguirá se eleger? O próprio Márcio Lacerda reconhece: “Sem aglutinar várias forças nem o Serra se elege”.
Serra inegavelmente está asfaltando a estrada para 2010. Para tanto, conta com um prefeito reeleito, que é um fantoche (boneco). Em artigo à Folha, sob o título “Fantoches e grilos falantes”, Fernando de Barros e Silva constatou: “É sintomático que a sensação do marketing eleitoral sejam os bonecos de Kassab. Na versão miniaturizada – o Kassabinho de plástico – ou na versão gigante – o Kassabão inflável – o boneco, simpático, inofensivo, frouxo, abobalhado, parece traduzir o âmago da campanha”. Realmente chamou a atenção a atitude de Kassab ao levar Serra quando foi votar, levou-o também quando se pronunciou após a vitória, tendo também o governador usado da palavra. Posteriormente, na entrevista que concedeu à imprensa, o prefeito reeleito, ao responder à pergunta se iria modificar o secretariado em vista da união “centro-direita”, declarou que antes iria consultar o Serra! Considero positiva essa atitude. Algumas vezes, pessoas eleitas, após a eleição, rompem com os responsáveis por suas vitórias. Um exemplo clássico: Lucas Nogueira Garcez, um ilustre desconhecido, rompeu com o governador Adhemar de Barros. Poderíamos citar outros casos de traições, inclusive em Mogi Guaçu, mas fico nesse.
Ao ressuscitar o malufismo enrustido e o quercismo, Serra está certo? Teremos essa resposta em 2010!
JASSON DE OLIVEIRA ANDRADE é jornalista em Mogi Guaçu
Novembro de 2008
Publicado no Portal Mogi Guaçu – 10.11.08
"Serra ressuscita o malufismo e o quercismo", por Jasson de Oliveira Andrade
Paulo Maluf era uma cria da Ditadura Militar, que, no tempo de Costa e Silva, o nomeou em altos cargos públicos. Depois, ele conseguiu se impor, elegendo-se, indiretamente, governador. Tornou-se popular. Para derrotá-lo, agora diretamente, os anti-malufistas se uniram. Primeiramente se elegeu Quércia (PMDB), que derrotou Maluf e Antonio Ermírio de Moraes. Nesta eleição, houve a divisão dos conservadores. Posteriormente, houve outra divisão, desta vez no PMDB. Covas e seus seguidores romperam com Quércia, por sua conduta administrativa, e formaram o PSDB. O anti-quercismo se tornou forte e vitorioso. No entanto, o malufismo ainda era muito popular. Maluf voltou e depois elegeu Pitta como seu sucessor. Aí surgiu Kassab, um desconhecido, que foi secretário dele. Os anti-malfistas se uniram, Covas à frente, e no segundo turno apoiou Marta Suplicy (PT) para a Prefeitura de São Paulo, em 2000, que derrotou Maluf. Aí surgiu o anti-petismo. Malufistas, Kassab (PFL, hoje DEM) à frente, tendo o ex-malufista Afif como coordenador, se uniram à candidatura Serra. Mesmo sem voto, o PFL ganhou a Prefeitura, quando Serra se elegeu governador. Kassab, agora no DEM, candidatou-se à reeleição, unindo-se ao quercismo: Alda Marco Antonio (PMDB) foi candidata à vice dele. Por “coincidência”, ela também foi secretária de Pitta, juntamente com Kassab. Quercistas e ex-malufistas saíram vencedores, ao lado do governador tucano. É por esse motivo que o prefeito eleito de Belo Horizonte, Márcio Lacerda (PSB) disse que Serra lidera “projeto de centro-direita”. Andreza Matais, da Sucursal da Folha de Brasília, noticiou: “O prefeito eleito de Belo Horizonte, Marcio Lacerda (PSB) afirmou ontem (30/10/2008) que o PSDB de Minas Gerais é diferente do PSDB paulista ao classificar de “centro-esquerda” a aliança que o elegeu – que contou com a participação informal do partido e formal do PT [o candidato à vice era petista] – e ao chamar de “centro-direita” a aliança que apoiou Gilberto Kassab (DEM) em São Paulo”. Lacerda não deixa de ter razão. Ao unir tucanos, ex-malufistas (Kassab, Afif e outros) e quercistas (Alda Marco Antonio, vice), que condenou no passado, Serra realmente lidera um “projeto de centro-direita”, visando 2010. Conseguirá se eleger? O próprio Márcio Lacerda reconhece: “Sem aglutinar várias forças nem o Serra se elege”.
Serra inegavelmente está asfaltando a estrada para 2010. Para tanto, conta com um prefeito reeleito, que é um fantoche (boneco). Em artigo à Folha, sob o título “Fantoches e grilos falantes”, Fernando de Barros e Silva constatou: “É sintomático que a sensação do marketing eleitoral sejam os bonecos de Kassab. Na versão miniaturizada – o Kassabinho de plástico – ou na versão gigante – o Kassabão inflável – o boneco, simpático, inofensivo, frouxo, abobalhado, parece traduzir o âmago da campanha”. Realmente chamou a atenção a atitude de Kassab ao levar Serra quando foi votar, levou-o também quando se pronunciou após a vitória, tendo também o governador usado da palavra. Posteriormente, na entrevista que concedeu à imprensa, o prefeito reeleito, ao responder à pergunta se iria modificar o secretariado em vista da união “centro-direita”, declarou que antes iria consultar o Serra! Considero positiva essa atitude. Algumas vezes, pessoas eleitas, após a eleição, rompem com os responsáveis por suas vitórias. Um exemplo clássico: Lucas Nogueira Garcez, um ilustre desconhecido, rompeu com o governador Adhemar de Barros. Poderíamos citar outros casos de traições, inclusive em Mogi Guaçu, mas fico nesse.
Ao ressuscitar o malufismo enrustido e o quercismo, Serra está certo? Teremos essa resposta em 2010!
JASSON DE OLIVEIRA ANDRADE é jornalista em Mogi Guaçu
Novembro de 2008
Publicado no Portal Mogi Guaçu – 10.11.08
"Serra ressuscita o malufismo e o quercismo", por Jasson de Oliveira Andrade
Paulo Maluf era uma cria da Ditadura Militar, que, no tempo de Costa e Silva, o nomeou em altos cargos públicos. Depois, ele conseguiu se impor, elegendo-se, indiretamente, governador. Tornou-se popular. Para derrotá-lo, agora diretamente, os anti-malufistas se uniram. Primeiramente se elegeu Quércia (PMDB), que derrotou Maluf e Antonio Ermírio de Moraes. Nesta eleição, houve a divisão dos conservadores. Posteriormente, houve outra divisão, desta vez no PMDB. Covas e seus seguidores romperam com Quércia, por sua conduta administrativa, e formaram o PSDB. O anti-quercismo se tornou forte e vitorioso. No entanto, o malufismo ainda era muito popular. Maluf voltou e depois elegeu Pitta como seu sucessor. Aí surgiu Kassab, um desconhecido, que foi secretário dele. Os anti-malfistas se uniram, Covas à frente, e no segundo turno apoiou Marta Suplicy (PT) para a Prefeitura de São Paulo, em 2000, que derrotou Maluf. Aí surgiu o anti-petismo. Malufistas, Kassab (PFL, hoje DEM) à frente, tendo o ex-malufista Afif como coordenador, se uniram à candidatura Serra. Mesmo sem voto, o PFL ganhou a Prefeitura, quando Serra se elegeu governador. Kassab, agora no DEM, candidatou-se à reeleição, unindo-se ao quercismo: Alda Marco Antonio (PMDB) foi candidata à vice dele. Por “coincidência”, ela também foi secretária de Pitta, juntamente com Kassab. Quercistas e ex-malufistas saíram vencedores, ao lado do governador tucano. É por esse motivo que o prefeito eleito de Belo Horizonte, Márcio Lacerda (PSB) disse que Serra lidera “projeto de centro-direita”. Andreza Matais, da Sucursal da Folha de Brasília, noticiou: “O prefeito eleito de Belo Horizonte, Marcio Lacerda (PSB) afirmou ontem (30/10/2008) que o PSDB de Minas Gerais é diferente do PSDB paulista ao classificar de “centro-esquerda” a aliança que o elegeu – que contou com a participação informal do partido e formal do PT [o candidato à vice era petista] – e ao chamar de “centro-direita” a aliança que apoiou Gilberto Kassab (DEM) em São Paulo”. Lacerda não deixa de ter razão. Ao unir tucanos, ex-malufistas (Kassab, Afif e outros) e quercistas (Alda Marco Antonio, vice), que condenou no passado, Serra realmente lidera um “projeto de centro-direita”, visando 2010. Conseguirá se eleger? O próprio Márcio Lacerda reconhece: “Sem aglutinar várias forças nem o Serra se elege”.
Serra inegavelmente está asfaltando a estrada para 2010. Para tanto, conta com um prefeito reeleito, que é um fantoche (boneco). Em artigo à Folha, sob o título “Fantoches e grilos falantes”, Fernando de Barros e Silva constatou: “É sintomático que a sensação do marketing eleitoral sejam os bonecos de Kassab. Na versão miniaturizada – o Kassabinho de plástico – ou na versão gigante – o Kassabão inflável – o boneco, simpático, inofensivo, frouxo, abobalhado, parece traduzir o âmago da campanha”. Realmente chamou a atenção a atitude de Kassab ao levar Serra quando foi votar, levou-o também quando se pronunciou após a vitória, tendo também o governador usado da palavra. Posteriormente, na entrevista que concedeu à imprensa, o prefeito reeleito, ao responder à pergunta se iria modificar o secretariado em vista da união “centro-direita”, declarou que antes iria consultar o Serra! Considero positiva essa atitude. Algumas vezes, pessoas eleitas, após a eleição, rompem com os responsáveis por suas vitórias. Um exemplo clássico: Lucas Nogueira Garcez, um ilustre desconhecido, rompeu com o governador Adhemar de Barros. Poderíamos citar outros casos de traições, inclusive em Mogi Guaçu, mas fico nesse.
Ao ressuscitar o malufismo enrustido e o quercismo, Serra está certo? Teremos essa resposta em 2010!
JASSON DE OLIVEIRA ANDRADE é jornalista em Mogi Guaçu
Novembro de 2008
Publicado no Portal Mogi Guaçu – 10.11.08
novembro 10, 2007
Brasil repatria U$ 1 milhão em recursos ilegalmente desviados via Banestado. É migalha, mas checão já está a caminho.
O secretário Nacional de Justiça, Romeu Tuma Jr., recebeu nesta sexta-feira (9), em Nova York, o cheque de US$ 1,6 milhão das mãos do procurador Distrital, Robert Morgenthau, para repatriação dos recursos enviados ilegalmente aos Estados Unidos como parte do esquema conhecido como Banestado. Embora Morgenthau não especifique quando, ele estima que mais recursos devem voltar às mãos do Brasil, uma vez que as investigações continuam em andamento nos EUA. “A recuperação destes recursos é uma vitória”, afirmou Tuma Jr., após a entrega do cheque.

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