ENCALHE

junho 26, 2007

Jornalista da Veja bebe agrotóxico por ordem do patrão e recebe coroa de flores bio-contaminada !!!

Filed under: Biossegurança, CLASPAR, CNTBio, Paraná, transgênicos — Humberto @ 2:51 am
Presidente da Claspar afirma que decisões da CTNBio são influenciadas por multinacionais
O agrônomo Valdir Izidoro Silveira, presidente da Claspar, alertou que todas as decisões da Comissão Técnica Nacional de Biossegurança – CTNBio sobre transgênicos são influenciadas pelos interesses de empresas multinacionais do agronegócio. “Até hoje, a CTNBio nunca tomou uma decisão voltada para a defesa da biossegurança, para a saúde e para o meio ambiente ou mesmo para garantir a soberania da agricultura brasileira”, afirma.
As entidades que representam pequenos agricultores, ambientalistas e a sociedade civil têm denunciado a parcialidade dos membros da CTNBio classificando-os como comprometidos com as multinacionais. Para Maria Rita Reis, da organização Terra de Direitos, a CTNBio é totalmente influenciada por pressão de mercado para fazer a análise. “A Comissão não tem sido capaz de discutir profundamente as questões de biossegurança que seriam sua atribuição. Por exemplo, discutir a possibilidade de coexistência de cultivo de transgênicos e não-transgênicos. Até o presente momento, muito pouco foi discutido sobre os direitos dos agricultores e consumidores que não querem nem consumir nem plantar transgênicos”.
A advogada argumenta que o parecer da CTNBio sobre a liberação do milho transgênico é mais uma prova da irresponsabilidade da Comissão e de que a decisão foi tomada sob pressão das transnacionais de biotecnologia. “É um absurdo aprovar uma liberação comercial e somente depois decidir as normas de biossegurança aplicáveis e a as normas de coexistência.”A professora Lia Giraldo, pesquisadora titular da Fundação Oswaldo Cruz ( Fiocruz ) e docente da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Pernambuco – que recentemente pediu afastamento da CTNBio por discordar da forma como as reuniões são conduzidas, afirma que o grande problema é a liberação destes produtos ( transgênicos ) no meio ambiente. “A gente sabe que existe dificuldade de controlar os riscos. A questão é que a pressão pela liberação comercial é maior que o tempo necessário para se verificar questões de biossegurança. É isto que nos preocupa. A CTNBio tem um perfil majoritário de pessoas que são desenvolvimentistas em biotecnologia, não em biossegurança. Isto dá o viés de análise muito menos de precaução do que se espera de uma Comissão que tem por missão, garantir à sociedade de que aqueles produtos que estão sendo aprovados estão de fato analisados, que não oferecem risco para a sociedade, para o meio ambiente, para a saúde e para a segurança alimentar”.
Comprometidos – O agrônomo Valdir Izidoro Silveira classifica os membros da CTNBio que sistematicamente votam pela liberação de transgênicos como “vassalos das multinacionais”, e cita que muitos deles não são idôneos. É o caso de Giancarlo Pasquali, farmacêutico indicado para a CTNBio pelo ministro da Ciência e Tecnologia, como “especialista em meio ambiente”.
“O pesquisador é ligado ao projeto Genolyptus, sobre o genoma do eucalipto, que é financiado pelo MCT e por 12 grandes empresas do setor, como Aracruz, Votorantin, Klabin, International Paper e Veracel. Ele é claro, votou pela aprovação do eucalipto transgênico”, afirmou Silveira.Edilson Paiva, pesquisador da Embrapa Milho e Sorgo e vice-presidente da CTNBio pode ter seu registro profissional cancelado. A Feab – Federação dos Estudantes de Agronomia do Brasil entrou com representação no Crea pedindo o cancelamento do seu registro profissional. A ação foi motivada pela declaração de Paiva ao jornal Valor Econômico que, para defender a liberação dos transgênicos, afirma que “os humanos podem até beber ( o herbicida glifosato ) e não morrer”.
Para Giovana Melo, da coordenação da Feab, afirmar que podemos beber o agrotóxico é um absurdo pois ignora as manifestações clínicas de intoxicação que podem levar pessoas à morte.
Veneno – A cientista Lia Giraldo exemplifica o caso da soja transgênica, produzida para agüentar mais agrotóxicos. “Você utiliza mais agrotóxicos e a planta não morre. Morrem as outras plantas. Hoje, como conseqüência, muitas plantas que seriam alvo dos agrotóxicos, já estão resistentes. Então novos agrotóxicos estão sendo utilizados nestas plantações transgênicas. O cruel nisto é que a produção do transgênico é casada com a do agrotóxico. A mesma empresa produtora dos agrotóxicos ao qual aquele transgênico resiste.”
A professora destaca que a liberação dos transgênicos coloca em risco o direito de produtores e consumidores a uma agricultura e alimentação livres de transgênicos. “Não há como evitar a contaminação de sementes, lavouras e alimentos. Na Europa, por exemplo, em face do uso e da importação de transgênicos, discute-se a porcentagem aceitável de contaminação nos produtos convencionais e mesmo nos orgânicos. Os promotores da transgenia alegam que o produtor deve ter o direito de escolher a semente que quer plantar. Acontece que a inviabilidade de se manter os transgênicos sob controle vem acabando com o direito de o agricultor escolher o que não quer plantar”.
Para a Monsanto, se o produtor orgânico ou convencional tiver que ser compensado por prejuízos decorrentes da contaminação por transgênicos, o mesmo deve acontecer com o produtor de transgênicos que tiver sua produção “contaminada” por sementes convencionais ou orgânicas!
Decisão judicial – Os planos da CTNBio de continuar liberando novas variedades de milho transgênico foram frustrados em decorrência de uma ação civil pública ajuizada contra a União Federal na sexta-feira (15), pelas organizações Terra de Direitos, Idec – Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor, AS-PTA e ANPA – Associação Nacional dos Pequenos Agricultores.
O objetivo da ação é anular a decisão da Comissão Técnica Nacional de Biossegurança que autorizou a produção, comercialização e consumo do milho resistente a herbicida Liberty Link, da Bayer. A ação judicial também pretende obrigar a CTNBio a agir com maior rigor e definir suas normas internas antes de tomar decisões sobre liberações comerciais. A liberação do milho da Bayer foi concedida em 16 de maio, mesmo sem a Comissão ter regras sobre como proceder nos casos de liberação comercial. A fundamentação técnica da decisão só foi publicada três semanas após a liberação, em 8 de junho.
As organizações fundamentam a ação em diversas ilegalidades que afrontam a legislação brasileira cometidas durante todo o processo de liberação, como a inexistência de normas de liberação comercial. Além disso, não existem regras para coexistência entre lavouras transgênicas e não-transgênicas.
BOX – CTNBio foi criada para prestar apoio consultivo
A CTNBio é uma instância colegiada multidisciplinar, criada com a finalidade de prestar apoio técnico consultivo e de assessoramento ao Governo Federal na formulação, atualização e implementação da Política Nacional de Biossegurança relativa a organismos geneticamente modificados. Também tem a finalidade de estabelecer normas técnicas de segurança e pareceres técnicos conclusivos referentes à proteção da saúde humana, dos organismos vivos e do meio ambiente, para atividades que envolvam a construção, experimentação, cultivo, manipulação, transporte, comercialização, consumo, armazenamento, liberação e descarte de OGM e derivados.
Agência Estadual de Notícias/ PR

junho 22, 2007

Advogado-geral da União vai analisar solução para fim da multa contra o Paraná

Filed under: Banestado, Paraná — Humberto @ 2:33 pm
O advogado-geral da União, José Antônio Dias Toffoli, recebeu nesta quinta-feira (21) consulta formal apresentada pelo governador Roberto Requião e pela procuradora-geral do Estado, Jozélia Broliani, sobre a possibilidade de suspensão da cobrança de multa mensal de R$ 10 milhões imposta ao Paraná pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN). Requião e Jozélia reuniram-se com Toffoli durante a manhã, em Brasília. O encontro com o advogado-geral da União é parte da mobilização de lideranças políticas liderada por Requião que reuniu na quarta-feira (20) três senadores e 37 deputados federais e estaduais em busca de uma solução para a punição arbitrada pela STN por conta de títulos ‘podres’ assumidos pelo Estado depois da privatização do Banestado, que já custou R$ 200 milhões aos paranaenses, em valores corrigidos.“O Governo do Paraná entende que os contratos não estão sendo descumpridos, e portanto não há razão para a multa arbitrada pela STN. Além disso, o pagamento da multa prejudica a situação financeira do Estado. O advogado-geral da União foi muito receptivo aos nossos argumentos, está interessado em resolver a questão de maneira justa e legal”, explica Jozélia.
Um parecer favorável de Toffoli poderá desatar um dos nós que até agora impediu a cobrança da multa – a resistência do procurador-geral da Fazenda Nacional, Luis Inácio Lucena Adams. Até agora, o procurador considerou que a STN está correta ao arbitrar multa e exigir o pagamento dos títulos nulos. Como o advogado-geral da União é superior hierárquico de Lucena Adams, seu parecer prevaleceria sobre o do procurador da Fazenda Nacional.
Agência Estadual de Notícias/ PR

maio 3, 2007

Editora Abril reconhece: Estradas não-privatizadas de Requião poderiam ser vendidas na Tapeçaria Chic!!!

Filed under: Editora Abril, Paraná, Privatização — Humberto @ 12:43 am

99% das estradas do Paraná estão boas, aponta “Guia Quatro Rodas”

O Paraná tem apenas 1% das suas rodovias em situação precária. A constatação é do Guia Quatro Rodas Rodoviário 2007, a ser lançado nos próximos dias pela Editora Abril. Dos 15.119 mil quilômetros de rodovias paranaenses percorridos pela equipe do Guia, somente 158 quilômetros foram classificados como precários. Entre eles, estão trechos das rodovias federais BR-153 e BR-116.
Segundo o secretário dos Transportes, Rogério Wallbach Tizzot, a boa situação das estradas paranaenses é resultado de um amplo programa estadual de obras que vem sendo executado desde o início de 2003. De lá para cá, o Governo do Paraná aplicou mais de R$ 1 bilhão para recuperar, duplicar e construir 5,1 mil quilômetros de estradas e para garantir 800 quilômetros de vias rurais.
“Estabelecemos um programa de obras tecnicamente bem elaborado e financeiramente viável. Isso possibilitou atuarmos em todas as regiões e reverter a situação precária em que se encontravam nossas rodovias”, afirma ao ressaltar que todos os recursos aplicados vieram do Tesouro do Estado.
“Provamos que é possível cuidar das estradas aplicando com seriedade o que a população paga em impostos. Temos a Cide (imposto sobre os combustíveis), os recursos do Detran e o próprio Tesouro Estadual. Não há necessidade de pedágios”, completa.
A melhoria das condições das estradas do Paraná vem sendo apontada pelo Guia Quatro Rodas desde 2004. Naquele ano, o Estado possuía 832 quilômetros mapeados como trechos ruins. No ano seguinte, o número foi reduzido para 701 quilômetros. “E, agora em 2007, chegamos em apenas 158 quilômetros”, salienta Tizzot.
Exame – A boa situação das rodovias paranaenses foi recentemente destaque em outra publicação nacional. O anuário da revista Exame 2006-2007 – lançado em novembro do ano passado e também publicado pela Editora Abril – apontou o Paraná como o segundo Estado com o melhor índice de conservação de rodovias.
De acordo com o levantamento do Anuário, 59% das estradas paranaenses estão em condições ótimas ou boas. O diagnóstico colocou o Paraná atrás apenas de São Paulo entre todos os Estados do país.
Metas – O secretário dos Transportes ainda destacou que os investimentos no setor rodoviário vão ser mantidos nos próximos anos. A manutenção e a recuperação das estradas continuarão entre as prioridades, juntamente com a execução do programa Estradas da Liberdade. “Serão grandes corredores de transporte que vão possibilitar viagens em percursos economicamente estratégicos sem o pagamento de pedágio”, destaca.

Do HoraH News

abril 8, 2007

Eixo do Mal Urgente: Tirânico Requião faz reunião secreta com agente cubano para reforçar cooperação subversiva!!!

Filed under: Cuba, Havana, Paraná, Roberto Requião, transporte público — Humberto @ 2:32 am
Requião oferece apoio a Cuba para melhorar transporte coletivo público
( foto tirada secretamente da reunião onde se conspira a tomada do poder mundial )
O governo do Paraná vai ajudar a cidade de Havana, capital de Cuba, a implantar um novo sistema de transporte coletivo. Para isso, o governador Roberto Requião colocou à disposição toda a estrutura de planejamento do Estado. A oferta foi feita ao embaixador cubano no Brasil, Carlos Trejo Sosa, que está em Curitiba com um grupo de técnicos em busca de informações sobre transportes públicos.
O governador recebeu a comitiva cubana na Secretaria do Desenvolvimento Urbano (Sedu).“Curitiba é um bom lugar para se ter uma inspiração na busca de soluções na área de transporte coletivo”, disse o governador ao embaixador depois de explicar como funciona o sistema implantado na capital do Paraná. “Na verdade, é um sistema copiado do sistema radial existente em Paris”. Requião também contou que, quando foi prefeito, criou em Curitiba o Projeto Aldeia, que tinha a finalidade de fazer com que o cidadão resolvesse seus problemas nas proximidades dos terminais de ônibus sem a necessidade de ir ao centro da cidade. Para o governador, o sistema radial está superado, uma vez que o centro de Curitiba não pode mais suportar todo o transporte coletivo.
Acompanharam o embaixador na visita o engenheiro Manuel Pérez Rodrigues, do Ministério dos Transportes de Cuba; o engenheiro Carlos Alberto Gonzalez, sub-diretor de transportes da cidade de Havana; e Emílio Mesa Ballesteros, do serviço de trânsito de Havana.
Além do governador, os representantes cubanos foram recebidos pelo secretário do Desenvolvimento Urbano, Forte Netto; pelo coordenador da Comec, Alcidino Bittencourt Pereira; pela diretora de Meio Ambiente da Sanepar, Maria Arlete Rosa, e pelo arquiteto e urbanista Luis Fragomeni.
O governador disse ao embaixador que um grupo de técnicos paranaenses pode ir logo para Cuba a fim de prestar apoio no planejamento do novo sistema de transporte público de Havana. Requião também pediu que técnicos cubanos tragam ao Paraná estudos e pesquisas, como levantamentos topográficos e fluxos de passageiros, para que possa ser iniciada no Paraná uma forma de cooperação. O governador ainda abriu a possibilidade de estágio em planejamento, no Paraná, para técnicos e estudantes cubanos.
O sub-diretor de transportes de Havana, Carlos Gonzalez, disse que uma das principais dificuldades do transporte coletivo na capital cubana é reduzir o tempo de circulação dos ônibus. “Queremos um sistema mais eficiente e o Paraná e Curitiba podem nos ajudar a armar um bom serviço de transporte público”, disse. Havana tem 2,1 milhões de habitantes e cada passageiro precisa se deslocar, em média, oito quilômetros entre sua casa e o local de trabalho ou estudo.

Agência Estadual de Notícias/ PR

fevereiro 21, 2007

Governo federal acata argumentos de Requião e perdoa multa de R$ 36 milhões ao Paraná

O Paraná teve perdoada pelo governo federal uma multa no valor de R$ 36 milhões. A multa havia sido aplicada por causa do descumprimento das metas de ajuste fiscal no ano de 2005. O ministro da Fazenda em exercício, Bernard Appy, acatou os argumentos do governador Roberto Requião para não cumprir as metas do ano retrasado. “O não cumprimento das metas está ligado à questão dos títulos ‘podres’ repassados pelo Banestado ao banco Itaú. Não fosse esse problema, estaríamos dentro das metas estabelecidas”, explica o secretário estadual da Fazenda, Heron Arzua.
O despacho com o perdão da dívida foi publicado no Diário Oficial da União de quinta-feira (11). Segundo o secretário Heron Arzua, o governo federal chegou descontar o valor de parte da multa dos repasses de recursos feitos ao governo paranaense, mas acabou convencido de que as argumentações do governo Roberto Requião são justas e deveriam ser aceitas. Isso explica o cancelamento da multa.

Tema: Silver is the New Black. Blog no WordPress.com.

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