ENCALHE

setembro 1, 2008

Colômbia: Ingrid diz, em Roma, que pode voltar à política; atentado em Cali mata e fere dezenas de pessoas

Filed under: AUC, Colômbia ( COL ), Colombia Plan, Farcs, Ingrid Bettancourt, paramilitares — Humberto @ 2:40 pm
O país volta à cena. Ingrid Betancourt, que passou anos como hóspede das FARCs – sem ter, aparentemente, desenvolvido qualquer tipo de trauma psicológico, o que a tornaria uma espécie de enigma insolúvel para a classe médica e psiquiátrica mundial – declara que pode retornar à política colombiana. MAIS: um atentado – já atribuído, de antemão, às FARCs – matou e feriu dezenas de pessoas em Cali.
Agora, se você entende o idioma espanhol, aproveite e leia uma extensa entrevista com o paramilitar das AUC “H.H.”, nome de guerra de Herbert Veloza García, publicada por El Espectador, em 2 de Agosto último, que aguardava sua extradição para os EUA. Bem ou mal, é melhor saber das coisas através de uma testemunha envolvida diretamente no conflito, do que por meio da leitura da revista vEJA. O link está logo abaixo:
‘H.H.’ se confiesa
“Las empresas que se beneficiaron de nuestra guerra también deberían pagar”
Entrevista exclusiva de El Espectador con el líder paramilitar Hebert Veloza antes de ser extraditado. Acusa a empresarios y militares.
.
BETANCOURT DIZ QUE PODE VOLTAR À POLÍTICA NA COLÔMBIA
ROMA, 1 SET (ANSA) – A ex-refém das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) Ingrid Betancourt disse nesta segunda-feira durante uma coletiva de imprensa na sede da província de Roma que pode voltar a fazer política na Colômbia, mas que essa não é sua prioridade atual.
“Após ter vivido por seis anos como vítima do arbítrio e da guerra, as perspectivas de vida mudam. Neste momento acredito que preciso completar uma missão pelas pessoas, homens e mulheres, que estão ainda nas mãos da guerrilha”, disse Betancourt.
A ex-candidata à presidência da Colômbia explicou que seu objetivo não é “necessariamente criar um espaço na arena política” mas construir “uma equipe de pessoas que possam ajudar a aliviar a dor das outras pessoas”, não apenas na Colômbia mas “para aqueles que sofrem no mundo inteiro”.
Ao agradecer à Itália e os italianos pelo apoio recebido durante seu período como prisioneira, Betancourt expressou um pensamento pela Prêmio Nobel da Paz Aung San Suu Kyi, mantida em prisão domiciliar pela Junta Militar que governa a Birmânia. (ANSA) 01/09/2008 11:29
.
ATENTADO MATA 5 E FERE 26 NA COLÔMBIA
BOGOTÁ, 1 SET (ANSA) - Pelo menos cinco pessoas morreram e 26 ficaram feridas em um atentado cometido nesta madrugada em Cali, Colômbia. Segundo a imprensa local, o presidente colombiano, Álvaro Uribe, viajará hoje à região para acompanhar as investigações.
A explosão do carro-bomba, com cerca de 80 quilos de explosivos, ocorreu às 23h55 locais em frente ao Palácio da Justiça destruindo praticamente todo o primeiro andar do edifício e vários comércios da região.
Para o prefeito de Cali, Jorge Ivan Ospina, trata-se “de um atentado terrorista que deixou vítimas civis”, segundo afirmou em declarações à rádio Caracol.
Também acompanha o caso o governador do departamento de Valle del Cauca [cuja Cali é capital], Juan Carlos Abadía, quem confirmou que Uribe chega ainda pela manhã à região para dirigir um conselho de segurança junto às autoridades locais.
Abadía também anunciou uma recompensa de cem milhões de pesos (cerca de US$ 50 mil) por informações que leve à captura dos responsáveis pelo atentado, que não foi reivindicado por nenhum grupo, mas que é atribuído pelos investigadores às Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc). (ANSA) 01/09/2008 09:02

Colômbia: Ingrid diz, em Roma, que pode voltar à política; atentado em Cali mata e fere dezenas de pessoas

Filed under: AUC, Colômbia ( COL ), Colombia Plan, Farcs, Ingrid Bettancourt, paramilitares — Humberto @ 2:40 pm
O país volta à cena. Ingrid Betancourt, que passou anos como hóspede das FARCs – sem ter, aparentemente, desenvolvido qualquer tipo de trauma psicológico, o que a tornaria uma espécie de enigma insolúvel para a classe médica e psiquiátrica mundial – declara que pode retornar à política colombiana. MAIS: um atentado – já atribuído, de antemão, às FARCs – matou e feriu dezenas de pessoas em Cali.
Agora, se você entende o idioma espanhol, aproveite e leia uma extensa entrevista com o paramilitar das AUC “H.H.”, nome de guerra de Herbert Veloza García, publicada por El Espectador, em 2 de Agosto último, que aguardava sua extradição para os EUA. Bem ou mal, é melhor saber das coisas através de uma testemunha envolvida diretamente no conflito, do que por meio da leitura da revista vEJA. O link está logo abaixo:
‘H.H.’ se confiesa
“Las empresas que se beneficiaron de nuestra guerra también deberían pagar”
Entrevista exclusiva de El Espectador con el líder paramilitar Hebert Veloza antes de ser extraditado. Acusa a empresarios y militares.
.
BETANCOURT DIZ QUE PODE VOLTAR À POLÍTICA NA COLÔMBIA
ROMA, 1 SET (ANSA) – A ex-refém das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) Ingrid Betancourt disse nesta segunda-feira durante uma coletiva de imprensa na sede da província de Roma que pode voltar a fazer política na Colômbia, mas que essa não é sua prioridade atual.
“Após ter vivido por seis anos como vítima do arbítrio e da guerra, as perspectivas de vida mudam. Neste momento acredito que preciso completar uma missão pelas pessoas, homens e mulheres, que estão ainda nas mãos da guerrilha”, disse Betancourt.
A ex-candidata à presidência da Colômbia explicou que seu objetivo não é “necessariamente criar um espaço na arena política” mas construir “uma equipe de pessoas que possam ajudar a aliviar a dor das outras pessoas”, não apenas na Colômbia mas “para aqueles que sofrem no mundo inteiro”.
Ao agradecer à Itália e os italianos pelo apoio recebido durante seu período como prisioneira, Betancourt expressou um pensamento pela Prêmio Nobel da Paz Aung San Suu Kyi, mantida em prisão domiciliar pela Junta Militar que governa a Birmânia. (ANSA) 01/09/2008 11:29
.
ATENTADO MATA 5 E FERE 26 NA COLÔMBIA
BOGOTÁ, 1 SET (ANSA) - Pelo menos cinco pessoas morreram e 26 ficaram feridas em um atentado cometido nesta madrugada em Cali, Colômbia. Segundo a imprensa local, o presidente colombiano, Álvaro Uribe, viajará hoje à região para acompanhar as investigações.
A explosão do carro-bomba, com cerca de 80 quilos de explosivos, ocorreu às 23h55 locais em frente ao Palácio da Justiça destruindo praticamente todo o primeiro andar do edifício e vários comércios da região.
Para o prefeito de Cali, Jorge Ivan Ospina, trata-se “de um atentado terrorista que deixou vítimas civis”, segundo afirmou em declarações à rádio Caracol.
Também acompanha o caso o governador do departamento de Valle del Cauca [cuja Cali é capital], Juan Carlos Abadía, quem confirmou que Uribe chega ainda pela manhã à região para dirigir um conselho de segurança junto às autoridades locais.
Abadía também anunciou uma recompensa de cem milhões de pesos (cerca de US$ 50 mil) por informações que leve à captura dos responsáveis pelo atentado, que não foi reivindicado por nenhum grupo, mas que é atribuído pelos investigadores às Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc). (ANSA) 01/09/2008 09:02

Colômbia: Ingrid diz, em Roma, que pode voltar à política; atentado em Cali mata e fere dezenas de pessoas

Filed under: AUC, Colômbia ( COL ), Colombia Plan, Farcs, Ingrid Bettancourt, paramilitares — Humberto @ 2:40 pm
O país volta à cena. Ingrid Betancourt, que passou anos como hóspede das FARCs – sem ter, aparentemente, desenvolvido qualquer tipo de trauma psicológico, o que a tornaria uma espécie de enigma insolúvel para a classe médica e psiquiátrica mundial – declara que pode retornar à política colombiana. MAIS: um atentado – já atribuído, de antemão, às FARCs – matou e feriu dezenas de pessoas em Cali.
Agora, se você entende o idioma espanhol, aproveite e leia uma extensa entrevista com o paramilitar das AUC “H.H.”, nome de guerra de Herbert Veloza García, publicada por El Espectador, em 2 de Agosto último, que aguardava sua extradição para os EUA. Bem ou mal, é melhor saber das coisas através de uma testemunha envolvida diretamente no conflito, do que por meio da leitura da revista vEJA. O link está logo abaixo:
‘H.H.’ se confiesa
“Las empresas que se beneficiaron de nuestra guerra también deberían pagar”
Entrevista exclusiva de El Espectador con el líder paramilitar Hebert Veloza antes de ser extraditado. Acusa a empresarios y militares.
.
BETANCOURT DIZ QUE PODE VOLTAR À POLÍTICA NA COLÔMBIA
ROMA, 1 SET (ANSA) – A ex-refém das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) Ingrid Betancourt disse nesta segunda-feira durante uma coletiva de imprensa na sede da província de Roma que pode voltar a fazer política na Colômbia, mas que essa não é sua prioridade atual.
“Após ter vivido por seis anos como vítima do arbítrio e da guerra, as perspectivas de vida mudam. Neste momento acredito que preciso completar uma missão pelas pessoas, homens e mulheres, que estão ainda nas mãos da guerrilha”, disse Betancourt.
A ex-candidata à presidência da Colômbia explicou que seu objetivo não é “necessariamente criar um espaço na arena política” mas construir “uma equipe de pessoas que possam ajudar a aliviar a dor das outras pessoas”, não apenas na Colômbia mas “para aqueles que sofrem no mundo inteiro”.
Ao agradecer à Itália e os italianos pelo apoio recebido durante seu período como prisioneira, Betancourt expressou um pensamento pela Prêmio Nobel da Paz Aung San Suu Kyi, mantida em prisão domiciliar pela Junta Militar que governa a Birmânia. (ANSA) 01/09/2008 11:29
.
ATENTADO MATA 5 E FERE 26 NA COLÔMBIA
BOGOTÁ, 1 SET (ANSA) - Pelo menos cinco pessoas morreram e 26 ficaram feridas em um atentado cometido nesta madrugada em Cali, Colômbia. Segundo a imprensa local, o presidente colombiano, Álvaro Uribe, viajará hoje à região para acompanhar as investigações.
A explosão do carro-bomba, com cerca de 80 quilos de explosivos, ocorreu às 23h55 locais em frente ao Palácio da Justiça destruindo praticamente todo o primeiro andar do edifício e vários comércios da região.
Para o prefeito de Cali, Jorge Ivan Ospina, trata-se “de um atentado terrorista que deixou vítimas civis”, segundo afirmou em declarações à rádio Caracol.
Também acompanha o caso o governador do departamento de Valle del Cauca [cuja Cali é capital], Juan Carlos Abadía, quem confirmou que Uribe chega ainda pela manhã à região para dirigir um conselho de segurança junto às autoridades locais.
Abadía também anunciou uma recompensa de cem milhões de pesos (cerca de US$ 50 mil) por informações que leve à captura dos responsáveis pelo atentado, que não foi reivindicado por nenhum grupo, mas que é atribuído pelos investigadores às Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc). (ANSA) 01/09/2008 09:02

Colômbia: Ingrid diz, em Roma, que pode voltar à política; atentado em Cali mata e fere dezenas de pessoas

Filed under: AUC, Colômbia ( COL ), Colombia Plan, Farcs, Ingrid Bettancourt, paramilitares — Humberto @ 2:40 pm
O país volta à cena. Ingrid Betancourt, que passou anos como hóspede das FARCs – sem ter, aparentemente, desenvolvido qualquer tipo de trauma psicológico, o que a tornaria uma espécie de enigma insolúvel para a classe médica e psiquiátrica mundial – declara que pode retornar à política colombiana. MAIS: um atentado – já atribuído, de antemão, às FARCs – matou e feriu dezenas de pessoas em Cali.
Agora, se você entende o idioma espanhol, aproveite e leia uma extensa entrevista com o paramilitar das AUC “H.H.”, nome de guerra de Herbert Veloza García, publicada por El Espectador, em 2 de Agosto último, que aguardava sua extradição para os EUA. Bem ou mal, é melhor saber das coisas através de uma testemunha envolvida diretamente no conflito, do que por meio da leitura da revista vEJA. O link está logo abaixo:
‘H.H.’ se confiesa
“Las empresas que se beneficiaron de nuestra guerra también deberían pagar”
Entrevista exclusiva de El Espectador con el líder paramilitar Hebert Veloza antes de ser extraditado. Acusa a empresarios y militares.
.
BETANCOURT DIZ QUE PODE VOLTAR À POLÍTICA NA COLÔMBIA
ROMA, 1 SET (ANSA) – A ex-refém das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) Ingrid Betancourt disse nesta segunda-feira durante uma coletiva de imprensa na sede da província de Roma que pode voltar a fazer política na Colômbia, mas que essa não é sua prioridade atual.
“Após ter vivido por seis anos como vítima do arbítrio e da guerra, as perspectivas de vida mudam. Neste momento acredito que preciso completar uma missão pelas pessoas, homens e mulheres, que estão ainda nas mãos da guerrilha”, disse Betancourt.
A ex-candidata à presidência da Colômbia explicou que seu objetivo não é “necessariamente criar um espaço na arena política” mas construir “uma equipe de pessoas que possam ajudar a aliviar a dor das outras pessoas”, não apenas na Colômbia mas “para aqueles que sofrem no mundo inteiro”.
Ao agradecer à Itália e os italianos pelo apoio recebido durante seu período como prisioneira, Betancourt expressou um pensamento pela Prêmio Nobel da Paz Aung San Suu Kyi, mantida em prisão domiciliar pela Junta Militar que governa a Birmânia. (ANSA) 01/09/2008 11:29
.
ATENTADO MATA 5 E FERE 26 NA COLÔMBIA
BOGOTÁ, 1 SET (ANSA) - Pelo menos cinco pessoas morreram e 26 ficaram feridas em um atentado cometido nesta madrugada em Cali, Colômbia. Segundo a imprensa local, o presidente colombiano, Álvaro Uribe, viajará hoje à região para acompanhar as investigações.
A explosão do carro-bomba, com cerca de 80 quilos de explosivos, ocorreu às 23h55 locais em frente ao Palácio da Justiça destruindo praticamente todo o primeiro andar do edifício e vários comércios da região.
Para o prefeito de Cali, Jorge Ivan Ospina, trata-se “de um atentado terrorista que deixou vítimas civis”, segundo afirmou em declarações à rádio Caracol.
Também acompanha o caso o governador do departamento de Valle del Cauca [cuja Cali é capital], Juan Carlos Abadía, quem confirmou que Uribe chega ainda pela manhã à região para dirigir um conselho de segurança junto às autoridades locais.
Abadía também anunciou uma recompensa de cem milhões de pesos (cerca de US$ 50 mil) por informações que leve à captura dos responsáveis pelo atentado, que não foi reivindicado por nenhum grupo, mas que é atribuído pelos investigadores às Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc). (ANSA) 01/09/2008 09:02

Colômbia: Ingrid diz, em Roma, que pode voltar à política; atentado em Cali mata e fere dezenas de pessoas

Filed under: AUC, Colômbia ( COL ), Colombia Plan, Farcs, Ingrid Bettancourt, paramilitares — Humberto @ 2:40 pm
O país volta à cena. Ingrid Betancourt, que passou anos como hóspede das FARCs – sem ter, aparentemente, desenvolvido qualquer tipo de trauma psicológico, o que a tornaria uma espécie de enigma insolúvel para a classe médica e psiquiátrica mundial – declara que pode retornar à política colombiana. MAIS: um atentado – já atribuído, de antemão, às FARCs – matou e feriu dezenas de pessoas em Cali.
Agora, se você entende o idioma espanhol, aproveite e leia uma extensa entrevista com o paramilitar das AUC “H.H.”, nome de guerra de Herbert Veloza García, publicada por El Espectador, em 2 de Agosto último, que aguardava sua extradição para os EUA. Bem ou mal, é melhor saber das coisas através de uma testemunha envolvida diretamente no conflito, do que por meio da leitura da revista vEJA. O link está logo abaixo:
‘H.H.’ se confiesa
“Las empresas que se beneficiaron de nuestra guerra también deberían pagar”
Entrevista exclusiva de El Espectador con el líder paramilitar Hebert Veloza antes de ser extraditado. Acusa a empresarios y militares.
.
BETANCOURT DIZ QUE PODE VOLTAR À POLÍTICA NA COLÔMBIA
ROMA, 1 SET (ANSA) – A ex-refém das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) Ingrid Betancourt disse nesta segunda-feira durante uma coletiva de imprensa na sede da província de Roma que pode voltar a fazer política na Colômbia, mas que essa não é sua prioridade atual.
“Após ter vivido por seis anos como vítima do arbítrio e da guerra, as perspectivas de vida mudam. Neste momento acredito que preciso completar uma missão pelas pessoas, homens e mulheres, que estão ainda nas mãos da guerrilha”, disse Betancourt.
A ex-candidata à presidência da Colômbia explicou que seu objetivo não é “necessariamente criar um espaço na arena política” mas construir “uma equipe de pessoas que possam ajudar a aliviar a dor das outras pessoas”, não apenas na Colômbia mas “para aqueles que sofrem no mundo inteiro”.
Ao agradecer à Itália e os italianos pelo apoio recebido durante seu período como prisioneira, Betancourt expressou um pensamento pela Prêmio Nobel da Paz Aung San Suu Kyi, mantida em prisão domiciliar pela Junta Militar que governa a Birmânia. (ANSA) 01/09/2008 11:29
.
ATENTADO MATA 5 E FERE 26 NA COLÔMBIA
BOGOTÁ, 1 SET (ANSA) - Pelo menos cinco pessoas morreram e 26 ficaram feridas em um atentado cometido nesta madrugada em Cali, Colômbia. Segundo a imprensa local, o presidente colombiano, Álvaro Uribe, viajará hoje à região para acompanhar as investigações.
A explosão do carro-bomba, com cerca de 80 quilos de explosivos, ocorreu às 23h55 locais em frente ao Palácio da Justiça destruindo praticamente todo o primeiro andar do edifício e vários comércios da região.
Para o prefeito de Cali, Jorge Ivan Ospina, trata-se “de um atentado terrorista que deixou vítimas civis”, segundo afirmou em declarações à rádio Caracol.
Também acompanha o caso o governador do departamento de Valle del Cauca [cuja Cali é capital], Juan Carlos Abadía, quem confirmou que Uribe chega ainda pela manhã à região para dirigir um conselho de segurança junto às autoridades locais.
Abadía também anunciou uma recompensa de cem milhões de pesos (cerca de US$ 50 mil) por informações que leve à captura dos responsáveis pelo atentado, que não foi reivindicado por nenhum grupo, mas que é atribuído pelos investigadores às Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc). (ANSA) 01/09/2008 09:02

agosto 7, 2008

Foro de São Paulo é fichinha: Paramilitar direitista colombiano admitiu ter matado mais de 3000 pessoas!!! Câmbio, desligo!

Paramilitar colombiano admite ter assassinado mais de 3 mil pessoas
Ex-chefe do grupo armado AUC revelou que o grupo atuava com cumplicidade com as autoridades locais para promover os assassinatos
Brasil de Fato , 04/08/2008
Claudia Jardim, de Caracas (Venezuela)

Leia também:
As ligações de Uribe e os paramilitares
O ex-chefe paramilitar colombiano Hebert Veloza admitiu ter sido responsável junto com seu grupo armado pelo assassinato de mais de três mil pessoas entre os anos de 1994 e 2003. “Calculo que meus dois grupos assassinaram 3 mil pessoas ou mais. Muitos deles eram atirados ao [rio] Cauca”, respondeu ao ser questionado quantas pessoas havia matado.
HH, como ficou conhecido Veloza, também reconheceu que morreram mais inocentes que culpados. “Mas assim é a guerra”, afirmou em entrevista ao jornal colombiano El Espectador publicada neste domingo. “Matamos muita gente só pelo fato de que eram apontadas”, em referência às pessoas que são identificadas como colaboradores ou simpatizantes das guerrilhas colombianas.
Massacres
HH, que foi considerado como um dos mais temidos chefes das paramilitares Autodefesas Unidas de Colombia (AUC), disse ter utilizado a “decapitação” para aterrorizar as comunidades. “Quando chegamos a Urabá decapitamos muita gente, era uma estratégia para promover o terror, para que tivessem mais medo de nós do que da guerrilha”.
O paramilitar ingressou no controvertido programa de desmobilização encabeçado pelo governo de Álvaro Uribe, mas perdeu sua condição de “desmobilizado” quando fugiu e teria reingressado aos cartéis armados. Agora, encontra-se preso e aguarda o andamento de seu processo de extradição aos Estados Unidos para ali ser julgado pelo crime de narcotráfico.
O ex-chefe paramilitar revelou também que o grupo atuava em cumplicidade com as autoridades locais para promover os assassinatos.” Em Urabá, quando começamos, deixávamos os corpos onde as pessoas eram mortas”, relata. “Depois de um tempo o poder público começou a pressionar e (disseram) que nos deixariam continuar trabalhando, mas tínhamos que desaparecer com as pessoas. Assim começaram a surgir as fossas comuns”, afirmou.
“Assassinávamos pessoas todos os dias, em todos os municípios de Urabá”, acrescentou. Foram nestes mesmos departamentos (estados) de Córdoba e Urabá que se constituíram em 1998, sob o auspício do Estado colombiano, as AUC com o objetivo de combater as guerrilhas FARC e ELN.
Parapolítica
Na entrevista, HH confirmou as ligações de políticos, militares e policiais colombiano com os paramilitares ao afirmar que “os políticos se utilizaram das Autodefesas para alcançar seus objetivos”. “Fazem qualquer coisa para chegar ao poder. Nos procuravam para que os apoiássemos, sabendo que éramos ilegais”, afirmou.
Mais de 60 congressistas da base governista de Álvaro Uribe estão sendo investigados pela Corte Suprema de Justiça e pelo Ministério Público colombiano por vínculos com paramilitares. Deste grupo de parlamentares, 30 já foram condenados e estão na cadeia.
O escândalo da parapolítica ocorre em meio a uma tentativa de reforma do Judiciário que visa implementar a “imunidade parlamentar” na atual legislatura, fato que na opinião de analistas poderia coibir o julgamento de outros envolvidos com paramilitares.
Ainda na entrevista, o ex-chefe paramilitar HH afirmou que, com sua extradição e a de outros chefes da extrema-direita armada para os Estados Unidos, as vítimas “ficarão sem as verdades”. “Uma guerra tão longa e tão atroz não se conta em um mês ou dois meses. Há gente que diz que a verdade não está sendo contada”, disse. HH revelou que “há muitos militares que estão incomodados” em referência as possíveis declarações dos ex-chefes paramilitares que estão presos.

Foro de São Paulo é fichinha: Paramilitar direitista colombiano admitiu ter matado mais de 3000 pessoas!!! Câmbio, desligo!

Paramilitar colombiano admite ter assassinado mais de 3 mil pessoas
Ex-chefe do grupo armado AUC revelou que o grupo atuava com cumplicidade com as autoridades locais para promover os assassinatos
Brasil de Fato , 04/08/2008
Claudia Jardim, de Caracas (Venezuela)

Leia também:
As ligações de Uribe e os paramilitares
O ex-chefe paramilitar colombiano Hebert Veloza admitiu ter sido responsável junto com seu grupo armado pelo assassinato de mais de três mil pessoas entre os anos de 1994 e 2003. “Calculo que meus dois grupos assassinaram 3 mil pessoas ou mais. Muitos deles eram atirados ao [rio] Cauca”, respondeu ao ser questionado quantas pessoas havia matado.
HH, como ficou conhecido Veloza, também reconheceu que morreram mais inocentes que culpados. “Mas assim é a guerra”, afirmou em entrevista ao jornal colombiano El Espectador publicada neste domingo. “Matamos muita gente só pelo fato de que eram apontadas”, em referência às pessoas que são identificadas como colaboradores ou simpatizantes das guerrilhas colombianas.
Massacres
HH, que foi considerado como um dos mais temidos chefes das paramilitares Autodefesas Unidas de Colombia (AUC), disse ter utilizado a “decapitação” para aterrorizar as comunidades. “Quando chegamos a Urabá decapitamos muita gente, era uma estratégia para promover o terror, para que tivessem mais medo de nós do que da guerrilha”.
O paramilitar ingressou no controvertido programa de desmobilização encabeçado pelo governo de Álvaro Uribe, mas perdeu sua condição de “desmobilizado” quando fugiu e teria reingressado aos cartéis armados. Agora, encontra-se preso e aguarda o andamento de seu processo de extradição aos Estados Unidos para ali ser julgado pelo crime de narcotráfico.
O ex-chefe paramilitar revelou também que o grupo atuava em cumplicidade com as autoridades locais para promover os assassinatos.” Em Urabá, quando começamos, deixávamos os corpos onde as pessoas eram mortas”, relata. “Depois de um tempo o poder público começou a pressionar e (disseram) que nos deixariam continuar trabalhando, mas tínhamos que desaparecer com as pessoas. Assim começaram a surgir as fossas comuns”, afirmou.
“Assassinávamos pessoas todos os dias, em todos os municípios de Urabá”, acrescentou. Foram nestes mesmos departamentos (estados) de Córdoba e Urabá que se constituíram em 1998, sob o auspício do Estado colombiano, as AUC com o objetivo de combater as guerrilhas FARC e ELN.
Parapolítica
Na entrevista, HH confirmou as ligações de políticos, militares e policiais colombiano com os paramilitares ao afirmar que “os políticos se utilizaram das Autodefesas para alcançar seus objetivos”. “Fazem qualquer coisa para chegar ao poder. Nos procuravam para que os apoiássemos, sabendo que éramos ilegais”, afirmou.
Mais de 60 congressistas da base governista de Álvaro Uribe estão sendo investigados pela Corte Suprema de Justiça e pelo Ministério Público colombiano por vínculos com paramilitares. Deste grupo de parlamentares, 30 já foram condenados e estão na cadeia.
O escândalo da parapolítica ocorre em meio a uma tentativa de reforma do Judiciário que visa implementar a “imunidade parlamentar” na atual legislatura, fato que na opinião de analistas poderia coibir o julgamento de outros envolvidos com paramilitares.
Ainda na entrevista, o ex-chefe paramilitar HH afirmou que, com sua extradição e a de outros chefes da extrema-direita armada para os Estados Unidos, as vítimas “ficarão sem as verdades”. “Uma guerra tão longa e tão atroz não se conta em um mês ou dois meses. Há gente que diz que a verdade não está sendo contada”, disse. HH revelou que “há muitos militares que estão incomodados” em referência as possíveis declarações dos ex-chefes paramilitares que estão presos.

Foro de São Paulo é fichinha: Paramilitar direitista colombiano admitiu ter matado mais de 3000 pessoas!!! Câmbio, desligo!

Paramilitar colombiano admite ter assassinado mais de 3 mil pessoas
Ex-chefe do grupo armado AUC revelou que o grupo atuava com cumplicidade com as autoridades locais para promover os assassinatos
Brasil de Fato , 04/08/2008
Claudia Jardim, de Caracas (Venezuela)

Leia também:
As ligações de Uribe e os paramilitares
O ex-chefe paramilitar colombiano Hebert Veloza admitiu ter sido responsável junto com seu grupo armado pelo assassinato de mais de três mil pessoas entre os anos de 1994 e 2003. “Calculo que meus dois grupos assassinaram 3 mil pessoas ou mais. Muitos deles eram atirados ao [rio] Cauca”, respondeu ao ser questionado quantas pessoas havia matado.
HH, como ficou conhecido Veloza, também reconheceu que morreram mais inocentes que culpados. “Mas assim é a guerra”, afirmou em entrevista ao jornal colombiano El Espectador publicada neste domingo. “Matamos muita gente só pelo fato de que eram apontadas”, em referência às pessoas que são identificadas como colaboradores ou simpatizantes das guerrilhas colombianas.
Massacres
HH, que foi considerado como um dos mais temidos chefes das paramilitares Autodefesas Unidas de Colombia (AUC), disse ter utilizado a “decapitação” para aterrorizar as comunidades. “Quando chegamos a Urabá decapitamos muita gente, era uma estratégia para promover o terror, para que tivessem mais medo de nós do que da guerrilha”.
O paramilitar ingressou no controvertido programa de desmobilização encabeçado pelo governo de Álvaro Uribe, mas perdeu sua condição de “desmobilizado” quando fugiu e teria reingressado aos cartéis armados. Agora, encontra-se preso e aguarda o andamento de seu processo de extradição aos Estados Unidos para ali ser julgado pelo crime de narcotráfico.
O ex-chefe paramilitar revelou também que o grupo atuava em cumplicidade com as autoridades locais para promover os assassinatos.” Em Urabá, quando começamos, deixávamos os corpos onde as pessoas eram mortas”, relata. “Depois de um tempo o poder público começou a pressionar e (disseram) que nos deixariam continuar trabalhando, mas tínhamos que desaparecer com as pessoas. Assim começaram a surgir as fossas comuns”, afirmou.
“Assassinávamos pessoas todos os dias, em todos os municípios de Urabá”, acrescentou. Foram nestes mesmos departamentos (estados) de Córdoba e Urabá que se constituíram em 1998, sob o auspício do Estado colombiano, as AUC com o objetivo de combater as guerrilhas FARC e ELN.
Parapolítica
Na entrevista, HH confirmou as ligações de políticos, militares e policiais colombiano com os paramilitares ao afirmar que “os políticos se utilizaram das Autodefesas para alcançar seus objetivos”. “Fazem qualquer coisa para chegar ao poder. Nos procuravam para que os apoiássemos, sabendo que éramos ilegais”, afirmou.
Mais de 60 congressistas da base governista de Álvaro Uribe estão sendo investigados pela Corte Suprema de Justiça e pelo Ministério Público colombiano por vínculos com paramilitares. Deste grupo de parlamentares, 30 já foram condenados e estão na cadeia.
O escândalo da parapolítica ocorre em meio a uma tentativa de reforma do Judiciário que visa implementar a “imunidade parlamentar” na atual legislatura, fato que na opinião de analistas poderia coibir o julgamento de outros envolvidos com paramilitares.
Ainda na entrevista, o ex-chefe paramilitar HH afirmou que, com sua extradição e a de outros chefes da extrema-direita armada para os Estados Unidos, as vítimas “ficarão sem as verdades”. “Uma guerra tão longa e tão atroz não se conta em um mês ou dois meses. Há gente que diz que a verdade não está sendo contada”, disse. HH revelou que “há muitos militares que estão incomodados” em referência as possíveis declarações dos ex-chefes paramilitares que estão presos.

Foro de São Paulo é fichinha: Paramilitar direitista colombiano admitiu ter matado mais de 3000 pessoas!!! Câmbio, desligo!

Paramilitar colombiano admite ter assassinado mais de 3 mil pessoas
Ex-chefe do grupo armado AUC revelou que o grupo atuava com cumplicidade com as autoridades locais para promover os assassinatos
Brasil de Fato , 04/08/2008
Claudia Jardim, de Caracas (Venezuela)

Leia também:
As ligações de Uribe e os paramilitares
O ex-chefe paramilitar colombiano Hebert Veloza admitiu ter sido responsável junto com seu grupo armado pelo assassinato de mais de três mil pessoas entre os anos de 1994 e 2003. “Calculo que meus dois grupos assassinaram 3 mil pessoas ou mais. Muitos deles eram atirados ao [rio] Cauca”, respondeu ao ser questionado quantas pessoas havia matado.
HH, como ficou conhecido Veloza, também reconheceu que morreram mais inocentes que culpados. “Mas assim é a guerra”, afirmou em entrevista ao jornal colombiano El Espectador publicada neste domingo. “Matamos muita gente só pelo fato de que eram apontadas”, em referência às pessoas que são identificadas como colaboradores ou simpatizantes das guerrilhas colombianas.
Massacres
HH, que foi considerado como um dos mais temidos chefes das paramilitares Autodefesas Unidas de Colombia (AUC), disse ter utilizado a “decapitação” para aterrorizar as comunidades. “Quando chegamos a Urabá decapitamos muita gente, era uma estratégia para promover o terror, para que tivessem mais medo de nós do que da guerrilha”.
O paramilitar ingressou no controvertido programa de desmobilização encabeçado pelo governo de Álvaro Uribe, mas perdeu sua condição de “desmobilizado” quando fugiu e teria reingressado aos cartéis armados. Agora, encontra-se preso e aguarda o andamento de seu processo de extradição aos Estados Unidos para ali ser julgado pelo crime de narcotráfico.
O ex-chefe paramilitar revelou também que o grupo atuava em cumplicidade com as autoridades locais para promover os assassinatos.” Em Urabá, quando começamos, deixávamos os corpos onde as pessoas eram mortas”, relata. “Depois de um tempo o poder público começou a pressionar e (disseram) que nos deixariam continuar trabalhando, mas tínhamos que desaparecer com as pessoas. Assim começaram a surgir as fossas comuns”, afirmou.
“Assassinávamos pessoas todos os dias, em todos os municípios de Urabá”, acrescentou. Foram nestes mesmos departamentos (estados) de Córdoba e Urabá que se constituíram em 1998, sob o auspício do Estado colombiano, as AUC com o objetivo de combater as guerrilhas FARC e ELN.
Parapolítica
Na entrevista, HH confirmou as ligações de políticos, militares e policiais colombiano com os paramilitares ao afirmar que “os políticos se utilizaram das Autodefesas para alcançar seus objetivos”. “Fazem qualquer coisa para chegar ao poder. Nos procuravam para que os apoiássemos, sabendo que éramos ilegais”, afirmou.
Mais de 60 congressistas da base governista de Álvaro Uribe estão sendo investigados pela Corte Suprema de Justiça e pelo Ministério Público colombiano por vínculos com paramilitares. Deste grupo de parlamentares, 30 já foram condenados e estão na cadeia.
O escândalo da parapolítica ocorre em meio a uma tentativa de reforma do Judiciário que visa implementar a “imunidade parlamentar” na atual legislatura, fato que na opinião de analistas poderia coibir o julgamento de outros envolvidos com paramilitares.
Ainda na entrevista, o ex-chefe paramilitar HH afirmou que, com sua extradição e a de outros chefes da extrema-direita armada para os Estados Unidos, as vítimas “ficarão sem as verdades”. “Uma guerra tão longa e tão atroz não se conta em um mês ou dois meses. Há gente que diz que a verdade não está sendo contada”, disse. HH revelou que “há muitos militares que estão incomodados” em referência as possíveis declarações dos ex-chefes paramilitares que estão presos.

Foro de São Paulo é fichinha: Paramilitar direitista colombiano admitiu ter matado mais de 3000 pessoas!!! Câmbio, desligo!

Paramilitar colombiano admite ter assassinado mais de 3 mil pessoas
Ex-chefe do grupo armado AUC revelou que o grupo atuava com cumplicidade com as autoridades locais para promover os assassinatos
Brasil de Fato , 04/08/2008
Claudia Jardim, de Caracas (Venezuela)

Leia também:
As ligações de Uribe e os paramilitares
O ex-chefe paramilitar colombiano Hebert Veloza admitiu ter sido responsável junto com seu grupo armado pelo assassinato de mais de três mil pessoas entre os anos de 1994 e 2003. “Calculo que meus dois grupos assassinaram 3 mil pessoas ou mais. Muitos deles eram atirados ao [rio] Cauca”, respondeu ao ser questionado quantas pessoas havia matado.
HH, como ficou conhecido Veloza, também reconheceu que morreram mais inocentes que culpados. “Mas assim é a guerra”, afirmou em entrevista ao jornal colombiano El Espectador publicada neste domingo. “Matamos muita gente só pelo fato de que eram apontadas”, em referência às pessoas que são identificadas como colaboradores ou simpatizantes das guerrilhas colombianas.
Massacres
HH, que foi considerado como um dos mais temidos chefes das paramilitares Autodefesas Unidas de Colombia (AUC), disse ter utilizado a “decapitação” para aterrorizar as comunidades. “Quando chegamos a Urabá decapitamos muita gente, era uma estratégia para promover o terror, para que tivessem mais medo de nós do que da guerrilha”.
O paramilitar ingressou no controvertido programa de desmobilização encabeçado pelo governo de Álvaro Uribe, mas perdeu sua condição de “desmobilizado” quando fugiu e teria reingressado aos cartéis armados. Agora, encontra-se preso e aguarda o andamento de seu processo de extradição aos Estados Unidos para ali ser julgado pelo crime de narcotráfico.
O ex-chefe paramilitar revelou também que o grupo atuava em cumplicidade com as autoridades locais para promover os assassinatos.” Em Urabá, quando começamos, deixávamos os corpos onde as pessoas eram mortas”, relata. “Depois de um tempo o poder público começou a pressionar e (disseram) que nos deixariam continuar trabalhando, mas tínhamos que desaparecer com as pessoas. Assim começaram a surgir as fossas comuns”, afirmou.
“Assassinávamos pessoas todos os dias, em todos os municípios de Urabá”, acrescentou. Foram nestes mesmos departamentos (estados) de Córdoba e Urabá que se constituíram em 1998, sob o auspício do Estado colombiano, as AUC com o objetivo de combater as guerrilhas FARC e ELN.
Parapolítica
Na entrevista, HH confirmou as ligações de políticos, militares e policiais colombiano com os paramilitares ao afirmar que “os políticos se utilizaram das Autodefesas para alcançar seus objetivos”. “Fazem qualquer coisa para chegar ao poder. Nos procuravam para que os apoiássemos, sabendo que éramos ilegais”, afirmou.
Mais de 60 congressistas da base governista de Álvaro Uribe estão sendo investigados pela Corte Suprema de Justiça e pelo Ministério Público colombiano por vínculos com paramilitares. Deste grupo de parlamentares, 30 já foram condenados e estão na cadeia.
O escândalo da parapolítica ocorre em meio a uma tentativa de reforma do Judiciário que visa implementar a “imunidade parlamentar” na atual legislatura, fato que na opinião de analistas poderia coibir o julgamento de outros envolvidos com paramilitares.
Ainda na entrevista, o ex-chefe paramilitar HH afirmou que, com sua extradição e a de outros chefes da extrema-direita armada para os Estados Unidos, as vítimas “ficarão sem as verdades”. “Uma guerra tão longa e tão atroz não se conta em um mês ou dois meses. Há gente que diz que a verdade não está sendo contada”, disse. HH revelou que “há muitos militares que estão incomodados” em referência as possíveis declarações dos ex-chefes paramilitares que estão presos.

agosto 4, 2008

Colômbia: As notícias sobre a morte dos grupos paramilitares de direita foram um tanto exageradas

Agência Periodistica del Mercosur, 01.08.08
5-Finalmente, Colombia es el destino último del imaginario viaje. Según el diario bogotano El Tiempo, el gobierno de Álvaro Uribe planea crear cinco fuerzas de élite para combatir a grupos paramilitares.
Según este medio, miembros del Ejército, de los cuerpos de inteligencia y de la Fiscalía trabajarán en conjunto para desarticular a las “bandas emergentes”. Estas son considerados grupos formados luego de la desmovilización de las Autodefensas Unidas de Colombia (AUC).
Esta información despertó una ola de críticas en distintos sectores sociales y políticos que aseguran que esto es indicativo de las bandas armadas no fueron desmovilizadas, como asegura la administración Uribe.
El congresista del Polo Democrático Alternativo (PDA), Wilson Borja, aseguró que “lo importante es destacar que el Gobierno había dicho que se habían acabado los paramilitares, pero ahí están las Águilas Negras volando. Quiero denunciar que hay amenazas en su orden contra cuatro de los dirigentes del Polo y la información que se ha dado es que en siete departamentos están haciendo todo lo que ellos quieren”.
Los paramilitares son acusados de distintos delitos como narcotráfico, asesinatos, secuestros, torturas, extorsión y robos, entre otros. No obstante esto, son denunciados por sus amenazas y ataques contra miembros de la oposición al gobierno de Uribe. A su vez, son inculpados por sus vínculos con políticos del sector que integra el líder de la Casa de Nariño.
Crearán cinco grupos élite para combatir bandas criminales surgidas tras desmovilización de las AUC
ET, 28.07.08
Muerte de uno de los ‘Mellizos’, mayor golpe dado a bandas emergentes surgidas de los paramilitares
El Tiempo, 30.04.08
Colombia “no está vacunada contra el paramilitarismo”, advirtió delegado de la ONU en Colombia
ET, 06.03.08
Ejército abatió en combates a ‘el Cóndor’
ET, 06.07.08
Las autoridades lo consideraban como uno de los hombres más sanguinarios de las bandas emergentes de paramilitares que azotan el sur de Bolívar.
Se trata de Miguel Antonio Serna Gómez, alias ‘el Cóndor’, señalado como el autor material del asesinato del líder de erradicación manual de coca Miguel Daza Vaca.
A Serna Gómez, de unos 35 años y quien murió junto con su compañera sentimental, alias ‘Paola’, también se le responsabiliza de las amenazas contra varios alcaldes y sacerdotes de esta zona, incluido el obispo de Barrancabermeja, monseñor Jaime Prieto Amaya.
El comandante de la Quinta Brigada del Ejército, general Ricardo Vargas, dijo que’el Cóndor’ y ‘Paola’ fueron abatidos por las tropas, luego de que les tendieron un cerco en el sector Pozo Las Garitas, en el municipio de Morales.
“Se logra desintegrar e imposibilitar a estos grupos que operaban en el sur de Bolívar, los cuales se convirtieron en bandas atomizadas, que siguen trabajando con el narcotráfico y procuran mantener esfuerzos sobre la extorsión”, señaló el general Vargas.
Según el reporte oficial, la pareja de delincuentes respondió con fuego al llamado de las autoridades a que se entregaran.
“Esta operación venía con un seguimiento de inteligencia, la cual promovió el planeamiento táctico del batallón. En el mismo lugar se encontraron fusiles y proveedores”, señaló el oficial.
Según el Ejército, alias ‘el Cóndor’ era el segundo hombre de la parte militar, jefe de las finanzas y el encargado del narcotráfico en los municipios de San Pablo, Santa Rosa y Simití, y era dirigido por alias ‘Pablo Angola’, ‘Don Leo’ o ‘Vides’.
El líder Miguel Daza Vaca fue asesinado en febrero pasado en el sur de Bolívar, junto con su conductor Jhon Martínez, y con Wílmar Tabares, un hombre que pasaba por el lugar.
BUCARAMANGA
En lo que va corrido de este año han matado casi tantos sindicalistas como en todo el 2007
El Tiempo, 01.05.08

Colômbia: As notícias sobre a morte dos grupos paramilitares de direita foram um tanto exageradas

Agência Periodistica del Mercosur, 01.08.08
5-Finalmente, Colombia es el destino último del imaginario viaje. Según el diario bogotano El Tiempo, el gobierno de Álvaro Uribe planea crear cinco fuerzas de élite para combatir a grupos paramilitares.
Según este medio, miembros del Ejército, de los cuerpos de inteligencia y de la Fiscalía trabajarán en conjunto para desarticular a las “bandas emergentes”. Estas son considerados grupos formados luego de la desmovilización de las Autodefensas Unidas de Colombia (AUC).
Esta información despertó una ola de críticas en distintos sectores sociales y políticos que aseguran que esto es indicativo de las bandas armadas no fueron desmovilizadas, como asegura la administración Uribe.
El congresista del Polo Democrático Alternativo (PDA), Wilson Borja, aseguró que “lo importante es destacar que el Gobierno había dicho que se habían acabado los paramilitares, pero ahí están las Águilas Negras volando. Quiero denunciar que hay amenazas en su orden contra cuatro de los dirigentes del Polo y la información que se ha dado es que en siete departamentos están haciendo todo lo que ellos quieren”.
Los paramilitares son acusados de distintos delitos como narcotráfico, asesinatos, secuestros, torturas, extorsión y robos, entre otros. No obstante esto, son denunciados por sus amenazas y ataques contra miembros de la oposición al gobierno de Uribe. A su vez, son inculpados por sus vínculos con políticos del sector que integra el líder de la Casa de Nariño.
Crearán cinco grupos élite para combatir bandas criminales surgidas tras desmovilización de las AUC
ET, 28.07.08
Muerte de uno de los ‘Mellizos’, mayor golpe dado a bandas emergentes surgidas de los paramilitares
El Tiempo, 30.04.08
Colombia “no está vacunada contra el paramilitarismo”, advirtió delegado de la ONU en Colombia
ET, 06.03.08
Ejército abatió en combates a ‘el Cóndor’
ET, 06.07.08
Las autoridades lo consideraban como uno de los hombres más sanguinarios de las bandas emergentes de paramilitares que azotan el sur de Bolívar.
Se trata de Miguel Antonio Serna Gómez, alias ‘el Cóndor’, señalado como el autor material del asesinato del líder de erradicación manual de coca Miguel Daza Vaca.
A Serna Gómez, de unos 35 años y quien murió junto con su compañera sentimental, alias ‘Paola’, también se le responsabiliza de las amenazas contra varios alcaldes y sacerdotes de esta zona, incluido el obispo de Barrancabermeja, monseñor Jaime Prieto Amaya.
El comandante de la Quinta Brigada del Ejército, general Ricardo Vargas, dijo que’el Cóndor’ y ‘Paola’ fueron abatidos por las tropas, luego de que les tendieron un cerco en el sector Pozo Las Garitas, en el municipio de Morales.
“Se logra desintegrar e imposibilitar a estos grupos que operaban en el sur de Bolívar, los cuales se convirtieron en bandas atomizadas, que siguen trabajando con el narcotráfico y procuran mantener esfuerzos sobre la extorsión”, señaló el general Vargas.
Según el reporte oficial, la pareja de delincuentes respondió con fuego al llamado de las autoridades a que se entregaran.
“Esta operación venía con un seguimiento de inteligencia, la cual promovió el planeamiento táctico del batallón. En el mismo lugar se encontraron fusiles y proveedores”, señaló el oficial.
Según el Ejército, alias ‘el Cóndor’ era el segundo hombre de la parte militar, jefe de las finanzas y el encargado del narcotráfico en los municipios de San Pablo, Santa Rosa y Simití, y era dirigido por alias ‘Pablo Angola’, ‘Don Leo’ o ‘Vides’.
El líder Miguel Daza Vaca fue asesinado en febrero pasado en el sur de Bolívar, junto con su conductor Jhon Martínez, y con Wílmar Tabares, un hombre que pasaba por el lugar.
BUCARAMANGA
En lo que va corrido de este año han matado casi tantos sindicalistas como en todo el 2007
El Tiempo, 01.05.08
Posts mais antigos »

Tema: Silver is the New Black. Blog no WordPress.com.

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.