ENCALHE

março 10, 2009

Manifestação contra a "Ditabranda Desavergonhada" da Folha. Saiba como foi.

Eu não pude ir ( houve até surpresas, como a presença não-aguardada do padre Júlio Lancelotti, santo homem e protetor dos moradores de rua e crianças portadoras do HIV, também vítima de uma série de denúncias sensacionalistas e espúrias que, tenho a impressão, foram bem do agrado do sr. Andrea Matarazzo, se é que não foram feitas sob sua encomenda ), e ainda não consegui trazer até este blog as notícias fresquinhas, diretamente daquele que foi atrás, organizou, se comprometeu e não fraquejou, o Eduardo Guimarães. Torço muito por ele. Não sei se eu teria o mesmo desprendimento, e espero que ele sempre encontre forças para prosseguir, contanto que assim deseje. E que não queira levar o mundo nas costas ( não sei se isso é um bom conselho, ou se é conformismo e acomodação de minha parte ).
Enfim, se desejarem saber o que e como, sigam os links, a começar primeira e obrigatoriamente pelo blog CIDADANIA, do Eduardo Guimarães:
- “AOS QUE NÃO SE CALARAM“, e posts diversos ( Blog CIDADANIA )
- Manifestação põe ‘Folha’ e ‘ditabranda’ no devido lugar ( Vermelho, 07.03.09 )
- “Folha, de rabo preso com o feitor” ( CUT, 07.03.09 )

fevereiro 24, 2009

O que será que os anunciantes da Folha pensam, a respeito na adoção, pelo jornal, do Manual de Redação Jornalística em Novilíngua?

Ficaria bem continuar vinculando a marca de sua empresa a um jornal que se decidiu por um “revisionismo” esquisito? E que condiciona a admissão de ter havido, realmente, uma ditadura no Brasil ( com as consequencias naturais da adoção desse termo ) a uma admissão, por quem quer que seja, de que o governo que comanda Cuba, desde 1959, também é ditatorial?
Veja bem, meu amigo: imagine que esse quiproquó não lhe interesse e que, devido ao retorno publicitário que o jornal lhe garante, você e sua empresa continuarão anunciando neste jornal.
E se, de repente, alguns leitores que não gostaram do neologismo cunhado pelo jornal ( e, principalmente, da [ grosseira ] nota da redação em resposta à queixa de dois proeminentes cidadãos, revoltados pela nova abordagem que o jornal exibe em relação aos “Anos de Chumbo” ) decidam boicotar os produtos das empresas que anunciam no jornal ?
Não seria nada bom, né? Lembra quando aquele presidente da Phillips afirmou que o Piauí não fazia falta? Constrangedor, não? Muitas vozes se alevantaram contra a pilhéria.
A sua assessoria de imprensa deveria chamar a direção da empresa jornalística às falas, não acha? Seus negócios podem vir a se arruinar por causa de uns celerados jornalistas, e você não quer ser mais um número a alimentar as estatísticas da “crise”, não é?

O que será que os anunciantes da Folha pensam, a respeito na adoção, pelo jornal, do Manual de Redação Jornalística em Novilíngua?

Ficaria bem continuar vinculando a marca de sua empresa a um jornal que se decidiu por um “revisionismo” esquisito? E que condiciona a admissão de ter havido, realmente, uma ditadura no Brasil ( com as consequencias naturais da adoção desse termo ) a uma admissão, por quem quer que seja, de que o governo que comanda Cuba, desde 1959, também é ditatorial?
Veja bem, meu amigo: imagine que esse quiproquó não lhe interesse e que, devido ao retorno publicitário que o jornal lhe garante, você e sua empresa continuarão anunciando neste jornal.
E se, de repente, alguns leitores que não gostaram do neologismo cunhado pelo jornal ( e, principalmente, da [ grosseira ] nota da redação em resposta à queixa de dois proeminentes cidadãos, revoltados pela nova abordagem que o jornal exibe em relação aos “Anos de Chumbo” ) decidam boicotar os produtos das empresas que anunciam no jornal ?
Não seria nada bom, né? Lembra quando aquele presidente da Phillips afirmou que o Piauí não fazia falta? Constrangedor, não? Muitas vozes se alevantaram contra a pilhéria.
A sua assessoria de imprensa deveria chamar a direção da empresa jornalística às falas, não acha? Seus negócios podem vir a se arruinar por causa de uns celerados jornalistas, e você não quer ser mais um número a alimentar as estatísticas da “crise”, não é?

novembro 27, 2008

ONIPRESENTE: Luis Nassif é vítima de chantagem e é ameaçado pela REVISTA VEJA

Blog do Onipresente, 26.11.08
O padrão Veja
Luis Nassif online
Na semana retrasada fui procurado por um emissário do Roberto Civita, propondo um acordo a ser firmado em juízo. Pelo acordo, eu deixaria de falar sobre a Veja, a Veja deixaria de me atacar e tiraria todos os processos e menções negativas contra mim. Ele estava afobado. Me ligou na quinta querendo marcar almoço na sexta.
Almoçamos, ouvi a proposta e recusei. Continuei cobrindo o caso Satiagraha mas não me prevaleci da situação, de divulgar o fato de ter partido de Civita a proposta. Até entender o segundo tempo do jogo.
No domingo, um velho comentarista voltou ao Blog com ameaças – embora não se identificasse, poderá ser localizado pelo IP.
mas tu é corno ou não ?
Por Roberlio Charls ( robchar@inca.gov.br ) – 66.232.111.77, em 24/11/08 00:18
cornelius nassifus…
vai ser lindo qdo o O. Frias revelar oficialmente o que disse ao Diogo Mainardi e diz para todos. Ele fez um documento interessante sobre seu caráter –ou falta dele, para sermos exatos. Seus crimes estão bem próximos de serem revelados, babaca. Vai ser lindo…vai ser lindo. Ser capacho do Lula não vai ajudar muito — acho que pode até piorar nesse caso.
Uma dica: é tudo questão de data….!!!!!
Entendeu cornelius ?
Tenta a Venezuela, rata de dos patas !
Por Roberlio Charls ( robchar@inca.gov.br ) – 66.232.111.77, em 24/11/08 00:34
o dito rei pergunta porque a ratazana fica calada sobre a fusão ? eu sei. rato não fala.
Por Roberlio Charls ( robchar@inca.gov.br ) – 66.232.111.77, em 24/11/08 00:40
Como agora, esses mesmos avisos precederam ou acompanharam, em outros momentos, ataques encomendados ao blogueiro da revista. E se inserem no mesmo modelo de assassinato de reputação exaustivamente utilizado pelo esquema Dantas contra adversários. Aliás, dependendo de quem possa ser o remetente, poderá ser configurado um caso de ação coordenada da revista.
Folha
Tenho princípios de lealdade que busco seguir. Um deles é à memória de Otávio Frias de Oliveira. Por isso mesmo, não divulguei minha versão sobre minha saída da Folha. Nem o farei agora.
Como Otávio Frias Filho admitiu em email a um leitor, vários pontos levaram a um conflito entre nós. Limito-me a um ponto específico.
Desde 2003, quando foi lançado, Otávio implicou com o Projeto Brasil, alegando que não competia a jornalistas discutir políticas públicas. O Projeto foi mantido e resultou em um acervo valioso de trabalhos, que têm ajudado a enriquecer a discussão pública no país.
Mais: todos os seminários foram anunciados no jornal, através de publicidade paga do meu bolso, descontada do meu salário. Nas propostas de patrocínio, era oferecido ao patrocinador colocar seu logotipo nos anúncios. Otávio sabe muito bem que jamais a coluna negociou espaços editoriais com patrocinadores. E jamais afirmaria algo nesse sentido. Aliás, teria sido facílimo identificar qualquer prática anti-jornalística, à medida que anúncios e colunas saiam no mesmo caderno Dinheiro.
Ao negar que tivesse dito que eu cometia achaques, mas deixando no ar uma levíssima insinuação, de que eu não estaria suficientemente cuidadoso em separar minha atividade na DV da de colunista, Otávio vive seu personagem predileto, o florentino da Barão de Limeira: vinga-se das críticas que tenho feito ao jornal sem sujar as mãos.
Não avançarei nos demais pontos, porque o que está em jogo não são as idiossincrasias do Otávio nem os interesses da Folha, mas algo muitissimo mais barra-pesada: o esquema Veja.
LEIA TAMBÉM:
Otavio Frias Filho: “Desconheço fatos que condenem Nassif”

ONIPRESENTE: Luis Nassif é vítima de chantagem e é ameaçado pela REVISTA VEJA

Blog do Onipresente, 26.11.08
O padrão Veja
Luis Nassif online
Na semana retrasada fui procurado por um emissário do Roberto Civita, propondo um acordo a ser firmado em juízo. Pelo acordo, eu deixaria de falar sobre a Veja, a Veja deixaria de me atacar e tiraria todos os processos e menções negativas contra mim. Ele estava afobado. Me ligou na quinta querendo marcar almoço na sexta.
Almoçamos, ouvi a proposta e recusei. Continuei cobrindo o caso Satiagraha mas não me prevaleci da situação, de divulgar o fato de ter partido de Civita a proposta. Até entender o segundo tempo do jogo.
No domingo, um velho comentarista voltou ao Blog com ameaças – embora não se identificasse, poderá ser localizado pelo IP.
mas tu é corno ou não ?
Por Roberlio Charls ( robchar@inca.gov.br ) – 66.232.111.77, em 24/11/08 00:18
cornelius nassifus…
vai ser lindo qdo o O. Frias revelar oficialmente o que disse ao Diogo Mainardi e diz para todos. Ele fez um documento interessante sobre seu caráter –ou falta dele, para sermos exatos. Seus crimes estão bem próximos de serem revelados, babaca. Vai ser lindo…vai ser lindo. Ser capacho do Lula não vai ajudar muito — acho que pode até piorar nesse caso.
Uma dica: é tudo questão de data….!!!!!
Entendeu cornelius ?
Tenta a Venezuela, rata de dos patas !
Por Roberlio Charls ( robchar@inca.gov.br ) – 66.232.111.77, em 24/11/08 00:34
o dito rei pergunta porque a ratazana fica calada sobre a fusão ? eu sei. rato não fala.
Por Roberlio Charls ( robchar@inca.gov.br ) – 66.232.111.77, em 24/11/08 00:40
Como agora, esses mesmos avisos precederam ou acompanharam, em outros momentos, ataques encomendados ao blogueiro da revista. E se inserem no mesmo modelo de assassinato de reputação exaustivamente utilizado pelo esquema Dantas contra adversários. Aliás, dependendo de quem possa ser o remetente, poderá ser configurado um caso de ação coordenada da revista.
Folha
Tenho princípios de lealdade que busco seguir. Um deles é à memória de Otávio Frias de Oliveira. Por isso mesmo, não divulguei minha versão sobre minha saída da Folha. Nem o farei agora.
Como Otávio Frias Filho admitiu em email a um leitor, vários pontos levaram a um conflito entre nós. Limito-me a um ponto específico.
Desde 2003, quando foi lançado, Otávio implicou com o Projeto Brasil, alegando que não competia a jornalistas discutir políticas públicas. O Projeto foi mantido e resultou em um acervo valioso de trabalhos, que têm ajudado a enriquecer a discussão pública no país.
Mais: todos os seminários foram anunciados no jornal, através de publicidade paga do meu bolso, descontada do meu salário. Nas propostas de patrocínio, era oferecido ao patrocinador colocar seu logotipo nos anúncios. Otávio sabe muito bem que jamais a coluna negociou espaços editoriais com patrocinadores. E jamais afirmaria algo nesse sentido. Aliás, teria sido facílimo identificar qualquer prática anti-jornalística, à medida que anúncios e colunas saiam no mesmo caderno Dinheiro.
Ao negar que tivesse dito que eu cometia achaques, mas deixando no ar uma levíssima insinuação, de que eu não estaria suficientemente cuidadoso em separar minha atividade na DV da de colunista, Otávio vive seu personagem predileto, o florentino da Barão de Limeira: vinga-se das críticas que tenho feito ao jornal sem sujar as mãos.
Não avançarei nos demais pontos, porque o que está em jogo não são as idiossincrasias do Otávio nem os interesses da Folha, mas algo muitissimo mais barra-pesada: o esquema Veja.
LEIA TAMBÉM:
Otavio Frias Filho: “Desconheço fatos que condenem Nassif”

ONIPRESENTE: Luis Nassif é vítima de chantagem e é ameaçado pela REVISTA VEJA

Blog do Onipresente, 26.11.08
O padrão Veja
Luis Nassif online
Na semana retrasada fui procurado por um emissário do Roberto Civita, propondo um acordo a ser firmado em juízo. Pelo acordo, eu deixaria de falar sobre a Veja, a Veja deixaria de me atacar e tiraria todos os processos e menções negativas contra mim. Ele estava afobado. Me ligou na quinta querendo marcar almoço na sexta.
Almoçamos, ouvi a proposta e recusei. Continuei cobrindo o caso Satiagraha mas não me prevaleci da situação, de divulgar o fato de ter partido de Civita a proposta. Até entender o segundo tempo do jogo.
No domingo, um velho comentarista voltou ao Blog com ameaças – embora não se identificasse, poderá ser localizado pelo IP.
mas tu é corno ou não ?
Por Roberlio Charls ( robchar@inca.gov.br ) – 66.232.111.77, em 24/11/08 00:18
cornelius nassifus…
vai ser lindo qdo o O. Frias revelar oficialmente o que disse ao Diogo Mainardi e diz para todos. Ele fez um documento interessante sobre seu caráter –ou falta dele, para sermos exatos. Seus crimes estão bem próximos de serem revelados, babaca. Vai ser lindo…vai ser lindo. Ser capacho do Lula não vai ajudar muito — acho que pode até piorar nesse caso.
Uma dica: é tudo questão de data….!!!!!
Entendeu cornelius ?
Tenta a Venezuela, rata de dos patas !
Por Roberlio Charls ( robchar@inca.gov.br ) – 66.232.111.77, em 24/11/08 00:34
o dito rei pergunta porque a ratazana fica calada sobre a fusão ? eu sei. rato não fala.
Por Roberlio Charls ( robchar@inca.gov.br ) – 66.232.111.77, em 24/11/08 00:40
Como agora, esses mesmos avisos precederam ou acompanharam, em outros momentos, ataques encomendados ao blogueiro da revista. E se inserem no mesmo modelo de assassinato de reputação exaustivamente utilizado pelo esquema Dantas contra adversários. Aliás, dependendo de quem possa ser o remetente, poderá ser configurado um caso de ação coordenada da revista.
Folha
Tenho princípios de lealdade que busco seguir. Um deles é à memória de Otávio Frias de Oliveira. Por isso mesmo, não divulguei minha versão sobre minha saída da Folha. Nem o farei agora.
Como Otávio Frias Filho admitiu em email a um leitor, vários pontos levaram a um conflito entre nós. Limito-me a um ponto específico.
Desde 2003, quando foi lançado, Otávio implicou com o Projeto Brasil, alegando que não competia a jornalistas discutir políticas públicas. O Projeto foi mantido e resultou em um acervo valioso de trabalhos, que têm ajudado a enriquecer a discussão pública no país.
Mais: todos os seminários foram anunciados no jornal, através de publicidade paga do meu bolso, descontada do meu salário. Nas propostas de patrocínio, era oferecido ao patrocinador colocar seu logotipo nos anúncios. Otávio sabe muito bem que jamais a coluna negociou espaços editoriais com patrocinadores. E jamais afirmaria algo nesse sentido. Aliás, teria sido facílimo identificar qualquer prática anti-jornalística, à medida que anúncios e colunas saiam no mesmo caderno Dinheiro.
Ao negar que tivesse dito que eu cometia achaques, mas deixando no ar uma levíssima insinuação, de que eu não estaria suficientemente cuidadoso em separar minha atividade na DV da de colunista, Otávio vive seu personagem predileto, o florentino da Barão de Limeira: vinga-se das críticas que tenho feito ao jornal sem sujar as mãos.
Não avançarei nos demais pontos, porque o que está em jogo não são as idiossincrasias do Otávio nem os interesses da Folha, mas algo muitissimo mais barra-pesada: o esquema Veja.
LEIA TAMBÉM:
Otavio Frias Filho: “Desconheço fatos que condenem Nassif”

fevereiro 13, 2008

Otavio Frias Filho: “Desconheço fatos que condenem Nassif”

Carla Soares Martin
Comunique-se

O diretor de redação da Folha de S.Paulo, Otavio Frias Filho, negou nesta terça-feira (12/02) que o colunista Luís Nassif teria deixado o jornal por qualquer motivo que possa desaboná-lo em sua ética profissional. “Apesar de divergir de Nassif sob vários aspectos, não conheço fatos que o possam condenar do ponto de vista profissional”, afirmou Frias, em resposta às requisições de entrevista do Comunique-se, desde a manhã de segunda (11/02). O diretor não comentou, porém, quais seriam estes aspectos de divergência.
Otavio Frias Filho ressaltou ainda que a saída de Nassif do conselho editorial do jornal deveu-se aos projetos pessoais que o ex-colunista buscava empreender. “Tanto ele (Nassif) como a Folha convieram que era tempo de mudanças”, afirmou.
Nassif versus Veja – um capítulo à parte

Luís Nassif escreveu uma coluna no Caderno Dinheiro na Folha de S.Paulo por 15 anos. Deixou o jornal em julho de 2006. Em agosto do ano anterior, Diogo Mainardi começou a disparar ataques a Nassif, por supostas relações de tendência ética duvidosa do jornalista – fato que teria impulsionado sua saída da Folha, porém negada agora por Otavio Frias Filho.
Nassif teria reproduzido em sua coluna uma mensagem de Luiz Roberto Demarco, que processava à época Daniel Dantas, dono do Opportunity e empresário à frente da concessionária de telefonia Brasil Telecom. A interconexão dos fatos estaria na criação de Nassif do site Projeto Brasil, patrocinado pelo BNDES, cujo maior acionista é a Telemar, concorrente da Brasil Telecom, de Dantas. Nassif, portanto, estaria defendendo a Telemar e indo contra Dantas.
No início deste ano, Nassif lançou uma
empreitada contra a Veja. As acusações são as mesmas que Mainardi levantou em 2005: relações de interesses comerciais no conteúdo editorial da revista.
No 9º capítulo da série, “Os Primeiros Serviços”, Nassif responde às acusações de Mainardi. Segundo o jornalista, não haveria qualquer ligação entre o patrocínio do BNDES a uma campanha no site Projeto Brasil com o artigo que escreveu citando Demarco e o investimento da Telemar numa empresa do filho do presidente Lula, a Gamecorp.
“Apesar de sócio da Telemar, o banco (BNDES) não tem por norma participar de decisões de investimentos de nenhuma empresa da qual seja acionista – menos ainda em valores tão insignificantes (para o porte da Telemar) quanto o que foi aportado na Gamecorp. E a campanha do BNDES, de apenas um mês, tinha sido montada especificamente para sites na Internet, e contemplado dezenas deles”, escreve.
Em resposta aos ataques de Nassif, o diretor de redação da Veja, Eurípedes Alcântara, e o editor-colunista Lauro Jardim vão
entrar na Justiça por danos morais. Veja não vai se manifestar sobre as acusações do jornalista.
E a história continua. Nassif informa que vai postar novos argumentos sobre a Veja em seu
blog, às terças e aos sábados.
Trivial da vigília
Por Luis Nassif ( http://www.projetobr.com.br/web/blog/ )
Na próxima edição provavelmente a revista Veja virá com seu contra-ataque. Em entrevista ao Comunique-se, Lauro Jardim informou que ele e Eurípedes entrarão na Justiça, mas nada escreverão sobre o tema.
É mais ou menos óbvio. Esse tipo de trabalho sempre foi atribuído ao para-jornalista da revista, não há novidade nisso. Já soube que colocaram repórteres atrás de informações. E, conhecendo-se o padrão Veja, tratarão de transformar em escândalo qualquer coisa que lhes caia à mão.
O que solicitaria a vocês;
1. Saindo o ataque de Veja ou de seu para-jornalista, prepararei uma resposta com os esclarecimentos que se fizerem necessários. Com a resposta irão os links da série que estou escrevendo, acrescida de novos capítulos. Necessito do apoio de vocês para disseminar essas informações, especialmente para pessoas que não freqüentam o mundo dos blogs. Que cada um divulgue a resposta para sua lista de e-mails e peça para quem receber a mensagem passar para frente.
2. Será importante que cada comentarista que tenha acesso a blogs, listas de discussão e publicações especializadas, me ajude a difundir a resposta. Principalmente se o ataque contiver calúnia, injúria ou difamação.
Acesse Dossiê Veja:
http://www.novae.inf.br/site/modules.php?name=Conteudo&pid=330
Roberto Requião: “Robert Civita é o Al Capone da imprensa brasileira”

Tema: Silver is the New Black. Blog no WordPress.com.

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.