março 10, 2009
Manifestação contra a "Ditabranda Desavergonhada" da Folha. Saiba como foi.
fevereiro 24, 2009
O que será que os anunciantes da Folha pensam, a respeito na adoção, pelo jornal, do Manual de Redação Jornalística em Novilíngua?
O que será que os anunciantes da Folha pensam, a respeito na adoção, pelo jornal, do Manual de Redação Jornalística em Novilíngua?
novembro 27, 2008
ONIPRESENTE: Luis Nassif é vítima de chantagem e é ameaçado pela REVISTA VEJA
Luis Nassif online
Almoçamos, ouvi a proposta e recusei. Continuei cobrindo o caso Satiagraha mas não me prevaleci da situação, de divulgar o fato de ter partido de Civita a proposta. Até entender o segundo tempo do jogo.
No domingo, um velho comentarista voltou ao Blog com ameaças – embora não se identificasse, poderá ser localizado pelo IP.
Folha
Tenho princípios de lealdade que busco seguir. Um deles é à memória de Otávio Frias de Oliveira. Por isso mesmo, não divulguei minha versão sobre minha saída da Folha. Nem o farei agora.
Como Otávio Frias Filho admitiu em email a um leitor, vários pontos levaram a um conflito entre nós. Limito-me a um ponto específico.
Desde 2003, quando foi lançado, Otávio implicou com o Projeto Brasil, alegando que não competia a jornalistas discutir políticas públicas. O Projeto foi mantido e resultou em um acervo valioso de trabalhos, que têm ajudado a enriquecer a discussão pública no país.
Mais: todos os seminários foram anunciados no jornal, através de publicidade paga do meu bolso, descontada do meu salário. Nas propostas de patrocínio, era oferecido ao patrocinador colocar seu logotipo nos anúncios. Otávio sabe muito bem que jamais a coluna negociou espaços editoriais com patrocinadores. E jamais afirmaria algo nesse sentido. Aliás, teria sido facílimo identificar qualquer prática anti-jornalística, à medida que anúncios e colunas saiam no mesmo caderno Dinheiro.
Ao negar que tivesse dito que eu cometia achaques, mas deixando no ar uma levíssima insinuação, de que eu não estaria suficientemente cuidadoso em separar minha atividade na DV da de colunista, Otávio vive seu personagem predileto, o florentino da Barão de Limeira: vinga-se das críticas que tenho feito ao jornal sem sujar as mãos.
Não avançarei nos demais pontos, porque o que está em jogo não são as idiossincrasias do Otávio nem os interesses da Folha, mas algo muitissimo mais barra-pesada: o esquema Veja.
ONIPRESENTE: Luis Nassif é vítima de chantagem e é ameaçado pela REVISTA VEJA
Luis Nassif online
Almoçamos, ouvi a proposta e recusei. Continuei cobrindo o caso Satiagraha mas não me prevaleci da situação, de divulgar o fato de ter partido de Civita a proposta. Até entender o segundo tempo do jogo.
No domingo, um velho comentarista voltou ao Blog com ameaças – embora não se identificasse, poderá ser localizado pelo IP.
Folha
Tenho princípios de lealdade que busco seguir. Um deles é à memória de Otávio Frias de Oliveira. Por isso mesmo, não divulguei minha versão sobre minha saída da Folha. Nem o farei agora.
Como Otávio Frias Filho admitiu em email a um leitor, vários pontos levaram a um conflito entre nós. Limito-me a um ponto específico.
Desde 2003, quando foi lançado, Otávio implicou com o Projeto Brasil, alegando que não competia a jornalistas discutir políticas públicas. O Projeto foi mantido e resultou em um acervo valioso de trabalhos, que têm ajudado a enriquecer a discussão pública no país.
Mais: todos os seminários foram anunciados no jornal, através de publicidade paga do meu bolso, descontada do meu salário. Nas propostas de patrocínio, era oferecido ao patrocinador colocar seu logotipo nos anúncios. Otávio sabe muito bem que jamais a coluna negociou espaços editoriais com patrocinadores. E jamais afirmaria algo nesse sentido. Aliás, teria sido facílimo identificar qualquer prática anti-jornalística, à medida que anúncios e colunas saiam no mesmo caderno Dinheiro.
Ao negar que tivesse dito que eu cometia achaques, mas deixando no ar uma levíssima insinuação, de que eu não estaria suficientemente cuidadoso em separar minha atividade na DV da de colunista, Otávio vive seu personagem predileto, o florentino da Barão de Limeira: vinga-se das críticas que tenho feito ao jornal sem sujar as mãos.
Não avançarei nos demais pontos, porque o que está em jogo não são as idiossincrasias do Otávio nem os interesses da Folha, mas algo muitissimo mais barra-pesada: o esquema Veja.
ONIPRESENTE: Luis Nassif é vítima de chantagem e é ameaçado pela REVISTA VEJA
Luis Nassif online
Almoçamos, ouvi a proposta e recusei. Continuei cobrindo o caso Satiagraha mas não me prevaleci da situação, de divulgar o fato de ter partido de Civita a proposta. Até entender o segundo tempo do jogo.
No domingo, um velho comentarista voltou ao Blog com ameaças – embora não se identificasse, poderá ser localizado pelo IP.
Folha
Tenho princípios de lealdade que busco seguir. Um deles é à memória de Otávio Frias de Oliveira. Por isso mesmo, não divulguei minha versão sobre minha saída da Folha. Nem o farei agora.
Como Otávio Frias Filho admitiu em email a um leitor, vários pontos levaram a um conflito entre nós. Limito-me a um ponto específico.
Desde 2003, quando foi lançado, Otávio implicou com o Projeto Brasil, alegando que não competia a jornalistas discutir políticas públicas. O Projeto foi mantido e resultou em um acervo valioso de trabalhos, que têm ajudado a enriquecer a discussão pública no país.
Mais: todos os seminários foram anunciados no jornal, através de publicidade paga do meu bolso, descontada do meu salário. Nas propostas de patrocínio, era oferecido ao patrocinador colocar seu logotipo nos anúncios. Otávio sabe muito bem que jamais a coluna negociou espaços editoriais com patrocinadores. E jamais afirmaria algo nesse sentido. Aliás, teria sido facílimo identificar qualquer prática anti-jornalística, à medida que anúncios e colunas saiam no mesmo caderno Dinheiro.
Ao negar que tivesse dito que eu cometia achaques, mas deixando no ar uma levíssima insinuação, de que eu não estaria suficientemente cuidadoso em separar minha atividade na DV da de colunista, Otávio vive seu personagem predileto, o florentino da Barão de Limeira: vinga-se das críticas que tenho feito ao jornal sem sujar as mãos.
Não avançarei nos demais pontos, porque o que está em jogo não são as idiossincrasias do Otávio nem os interesses da Folha, mas algo muitissimo mais barra-pesada: o esquema Veja.
fevereiro 13, 2008
Otavio Frias Filho: “Desconheço fatos que condenem Nassif”
O diretor de redação da Folha de S.Paulo, Otavio Frias Filho, negou nesta terça-feira (12/02) que o colunista Luís Nassif teria deixado o jornal por qualquer motivo que possa desaboná-lo em sua ética profissional. “Apesar de divergir de Nassif sob vários aspectos, não conheço fatos que o possam condenar do ponto de vista profissional”, afirmou Frias, em resposta às requisições de entrevista do Comunique-se, desde a manhã de segunda (11/02). O diretor não comentou, porém, quais seriam estes aspectos de divergência.
Otavio Frias Filho ressaltou ainda que a saída de Nassif do conselho editorial do jornal deveu-se aos projetos pessoais que o ex-colunista buscava empreender. “Tanto ele (Nassif) como a Folha convieram que era tempo de mudanças”, afirmou.
Nassif versus Veja – um capítulo à parte
Nassif teria reproduzido em sua coluna uma mensagem de Luiz Roberto Demarco, que processava à época Daniel Dantas, dono do Opportunity e empresário à frente da concessionária de telefonia Brasil Telecom. A interconexão dos fatos estaria na criação de Nassif do site Projeto Brasil, patrocinado pelo BNDES, cujo maior acionista é a Telemar, concorrente da Brasil Telecom, de Dantas. Nassif, portanto, estaria defendendo a Telemar e indo contra Dantas.
No início deste ano, Nassif lançou uma empreitada contra a Veja. As acusações são as mesmas que Mainardi levantou em 2005: relações de interesses comerciais no conteúdo editorial da revista.
No 9º capítulo da série, “Os Primeiros Serviços”, Nassif responde às acusações de Mainardi. Segundo o jornalista, não haveria qualquer ligação entre o patrocínio do BNDES a uma campanha no site Projeto Brasil com o artigo que escreveu citando Demarco e o investimento da Telemar numa empresa do filho do presidente Lula, a Gamecorp.
“Apesar de sócio da Telemar, o banco (BNDES) não tem por norma participar de decisões de investimentos de nenhuma empresa da qual seja acionista – menos ainda em valores tão insignificantes (para o porte da Telemar) quanto o que foi aportado na Gamecorp. E a campanha do BNDES, de apenas um mês, tinha sido montada especificamente para sites na Internet, e contemplado dezenas deles”, escreve.
Em resposta aos ataques de Nassif, o diretor de redação da Veja, Eurípedes Alcântara, e o editor-colunista Lauro Jardim vão entrar na Justiça por danos morais. Veja não vai se manifestar sobre as acusações do jornalista.
E a história continua. Nassif informa que vai postar novos argumentos sobre a Veja em seu blog, às terças e aos sábados.

TRIVELA
Carta Maior
CASA VIDA
Celso Lungaretti
CONVERSA AFIADA c/ Paulo Henrique Amorim
Desemprego Zero
Dicionário Jurídico – A a Z – Nota Dez
HORA DO POVO
IBGF – Instituto Brasileiro Giovanni Falcone
NOSSA HAPPYLÂNDIA
Portal IBASE
PROFESSOR HARIOVALDO ALMEIDA PRADO
QUERO UM BICHO
REVISTA FÓRUM – Outro mundo em debate
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