Eu ainda estava aprontando este post ( há alguns dias ) quando acabo de ler que Israel anuncia um “cessar-holocausto” unilateral ( unilateral, assim como é o holocausto palestino ) : “Israel inicia trégua unilateral em Gaza; Hamas lança foguetes – da Folha Online”. Mas, como não gosto de começar uma coisa e abandoná-la e, por conter umas informações que julgo atemporais, então só estou acrescentando este prólogo, OK?
Sem contar que, hoje, após ter lido algo sobre Isrel ter bombardeado mais alguma instalação da ONU, como a agência humanitária ( UNRWA ), passei o resto do dia me perguntando: será que o alvo visado por Israel, quando iniciou esses massacres todos, era mesmo o Hamas, e não a ONU…?
O presidente do Parlamento do Mercosul, deputado Dr. Rosinha (PT-PR), defendeu ontem a adoção de sanções comerciais contra Israel por parte da comunidade internacional por conta dos ataques militares contra os palestinos na faixa de Gaza. Desde o último dia 27 dezembro, em quase três semanas de ataques, o exército israelense já matou mais de mil palestinos e feriu aproximadamente outros 4 mil. Conforme fontes médicas da faixa de Gaza, ao menos 40% dos mortos são civis. “Para forçar um cessar-fogo efetivo e inclusive evitar novos ataques no futuro, Israel deveria ser alvo de sanções econômicas imediatas pelos demais países e pelos blocos da comunidade internacional. O que vemos até agora são as resoluções da ONU sendo ignoradas, enquanto o massacre continua”, avalia Dr. Rosinha.
Acordo
Dr. Rosinha também revelou que irá trabalhar contra a aprovação, pelo Congresso Nacional, da mensagem que trata do acordo de livre-comércio entre o Mercosul e Israel. Assinado em dezembro de 2007, o acordo tramita no Legislativo brasileiro desde outubro do ano passado. Em março de 2008, o deputado brasileiro já havia apresentado, no âmbito do Parlamento do Mercosul, uma proposta de recomendação relativa ao acordo Mercosul-Israel. “Ao contrário do que fizeram a União Europeia e o Canadá quando assinaram tratados com Israel, o Mercosul não está proibindo a importação de produtos que têm origem em territórios ocupados ilegalmente. O texto atual da Constituição brasileira não permite que o Legislativo venha a vetar um acordo, mas podemos deixá-lo simplesmente na gaveta ou, no caso específico deste com Israel, podemos inserir limitadores”, observa Dr. Rosinha.
Da Redação/PCS
(Reprodução autorizada desde que contenha a assinatura ‘Agência Câmara’)
Israel atinge prédio da Reuters em Gaza
COMUNIQUE-SE, 15.01.09
As forças israelenses atacaram, nesta quinta-feira (15/01), o prédio onde funciona a Reuters, no centro de Gaza. Segundo a agência, um jornalista, da TV Abu Dhabi (Emirados Árabes), que trabalhava no 14º andar do prédio, ficou ferido.
As informações iniciais dão conta de que um míssil ou um foguete teria atingido o 13º andar do prédio, onde funciona uma produtora local. A sucursal da Reuters em Gaza funciona no 12º andar.
A Reuters informa que, antes do ataque, um porta-voz militar israelense conversou com funcionários da agência em Jerusalém para pedir a localização correta da empresa em Gaza. No início da guerra, a empresa tinha a garantia de não se tornar alvo de militares israelenses.
Depois do ataque, um porta-voz militar israelense informou que o ataque foi feito porque havia informações de que militantes do Hamas escondiam-se no prédio da imprensa.
Ainda na quinta, um prédio da ONU, onde se refugiam 700 pessoas, foi bombardeado em Gaza. Três funcionários da ONU ficaram feridos. O governo israelense classificou o ataque de “grande erro”.
O ministério da Saúde, controlado pelo Hamas, informa que ao menos 1.055 palestinos morreram na guerra. Do lado israelense, são 13 mortos – sendo três deles civis.
Federação Internacional de Jornalistas diz que vai investigar ataquesA Federação Internacional de Jornalistas (IFJ) disse nesta quinta (15/01) que pretende “investigar amplamente” o ataque à sede da Reuters em Gaza. A IFJ pede aos meios de comunicação em Gaza que partilhe informações para a investigação.
“Este último ataque contra a imprensa é uma prova irrefutável de que Israel persegue uma estratégia clara de intimidar a mídia do mundo, inclusive deliberadamente matando e ferindo jornalistas, em uma ação contra a informação independente sobre o conflito”, alegou Aidan White, secretário-geral da IFJ.
Com informações da Agência Reuters.
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( Caros leitores do BFI e do Encalhe: esse daqui a seguir eu descolei na Internet, e possui um enfoque mais religioso ( cristão, diga-se ), mas pelas informações cronológicas, pode ser útil. Detalha as – supostas – diversas movimentações ao longo de décadas que – teoricamente – acabariam resultando na criação do Estado de Israel. Confesso, não tenho um conhecimento pleno da questão, a não ser a simpatia pelo mais fraco, e procuro buscar informações além das fontes jornalisticas.
Repito: não sei se possui algum valor histórico ou comprovação insuspeita. Leiam, contudo, e sem torcer o nariz. )
TEMPO DE MARANATA E O SIONISMO
Tirado do site da Igreja Renovada
Written by Administrator, on 20-Nov-2008
NORBERT LIETH
Em outras oportunidades já salientamos o paralelismo entre o reavivamento do “Maranata!” (“vem, nosso Senhor!”), um novo despertar entre os cristãos quanto à expectativa da iminente volta de Jesus, e o sionismo, o movimento para trazer os judeus da Diáspora (Dispersão) de volta para Eretz Israel (a Terra de Israel). Esses dois importantes processos deram-se quase simultaneamente. A revista “Christen an der Seite Israels” (“Cristãos que apóiam Israel”) publicou uma tabela cronológica do retorno dos judeus à sua antiga pátria:
1838: Em Viena (Áustria) foi fundada “Die Einheit” (“A Unidade”), uma organização judaica secreta destinada a fomentar a emigração dos judeus para a “Palestina”.
1840: Lord Palmerston, o ministro do Exterior britânico, encarrega a embaixada britânica na Turquia de interceder junto ao sultão turco pelo retorno dos judeus à “Palestina”.
1844: O pastor britânico Bradshaw sugere que sejam disponibilizadas consideráveis somas de dinheiro para uma nova colonização da Terra Santa.
1849: O coronel britânico e sionista cristão George Gawler (1796–1869) acompanha o filantropo judeu Sir Moses Montefiore em uma viagem à Terra Santa e convence-o a investir na reconstrução da nação judaica.
1860: Na cidade prussiana de Thorn realiza-se uma conferência judaica. É discutida a possibilidade de fundar uma nação judaica na “Palestina”.
1864: O cristão e sionista suíço Henri Dunant (fundador da Cruz Vermelha) solicita a Napoleão III e a outros chefes de Estado que apóiem o retorno dos judeus à Terra Santa.
1865: Após duas visitas à Terra Santa, o luterano e sionista alemão Dr. C. F. Zimpel publica um “Chamamento a toda a Cristandade e aos Judeus em prol da Libertação de Jerusalém”.
Pouco tempo mais tarde, Zimpel escreve profeticamente: “No final, a emigração para a Palestina será a única salvação para os judeus. Eles serão odiados por todos”.
1874: O filho do cristão sionista George Gawler, John Cox Gawler, dá continuidade à obra de seu pai e torna público um detalhado e prático projeto para a povoação de Eretz Israel (a terra de Israel) pelos judeus.
1875: O cristão sionista Henri Dunant funda em Londres a “Palestine Colonization Society”. Seu alvo: apoiar e facilitar o retorno dos judeus a Israel.
1878: O homem de negócios e missionário americano William Blackstone publica seu livrete “Jesus Vem”, no qual conclama a uma retomada da vida nacional judaica em Sião.
1881: No leste europeu, o movimento religioso-sionista “Hibbat Zion” (“Amor por Sião”) conclama à emigração judaica para a “Palestina”.
1882: O judeu alemão Leo Pinsker escreve seu livro “Auto-Emancipação”, onde apela aos judeus para que iniciem uma “volta nacional para as margens do rio Jordão”.
1882–1904: Mais de 25.000 judeus do leste europeu emigram para Eretz Israel (primeira “aliá” [imigração]).
1884: William Hechler, cristão sionista e pastor da embaixada britânica em Viena, escreve “A Volta dos Judeus à Palestina Segundo os Profetas”. Posteriormente, ele faz amizade com Theodor Herzl, a quem aconselha e aproxima dos líderes europeus.
1896: Theodor Herzl publica seu livro “O Estado Judeu”. A obra é a base do sionismo político e um guia para a fundação do novo Estado de Israel em 1948.
1897: Acontece o primeiro Congresso Sionista na Basiléia (Suíça). O sonho sionista de Herzl apela principalmente aos judeus do leste europeu, que iniciam a dura viagem a Israel. Convidados de honra do Congresso, além dos 159 delegados, foram os proeminentes sionistas cristãos pastor William Hechler, Henri Dunant e o pastor luterano alemão Dr. Johann Leptius.
O movimento religioso “Hibbat Zion” adere à Organização Sionista, de orientação secular.
1898: Após intenso lobby do pastor William Hechler, o imperador alemão Guilherme II foi o primeiro líder europeu a publicar um manifesto de apoio ao sionismo.
1914: Entre 1881 e 1914 mais de 60.000 judeus russos partem para Israel. Outros dois milhões fogem para os EUA e 200.000 vão para a Inglaterra.
1917: O ministro do Exterior britânico Lord Balfour declara que a Grã-Bretanha apóia oficialmente a fundação de um “lar judeu” na “Palestina”.
O presidente americano Woodrow Wilson apóia a “Declaração Balfour”. Ela passa a ser a base jurídica para futuros documentos da Liga das Nações e das Nações Unidas.
A partir de 1919: Primeira onda de emigração de judeus alemães para a “Palestina”.
1936–1939: O oficial britânico cristão Charles Orde Wingate forma tropas de combate judaicas na “Palestina”. Sob sua liderança, elas combatem o terrorismo árabe. Por sua postura sionista, ele é transferido em 1939.
1945, 30 de abril: Suicídio de Hitler.
1945, 9 de maio: Capitulação incondicional da Alemanha. Fim da Segunda Guerra Mundial, que dizimou aproximadamente 60 milhões de pessoas.
1948, 14 de maio: Fundação do Estado de Israel com a Declaração de Independência proferida por David Ben Gurion.
1949: Jerusalém torna-se novamente a capital de Israel.
1950: O sionista cristão Pierre von Paaschen publica o “Jewish Calling” (“Clamor Judeu”), onde transcreve o lamento de Raquel da seguinte maneira: “Se Israel morrer, Tua Torá ficará vazia e sem valor. O mundo não será salvo. Se Israel for apagado da face da terra, Tu não serás mais o Santo de Israel”.
1967: Durante a Guerra dos Seis Dias, Israel conquista a Judéia, a Samaria, as colinas de Golan, a Faixa de Gaza e Jerusalém Oriental. Inúmeros lugares sagrados do judaísmo e do cristianismo voltam ao domínio judeu.
A URSS rompe relações diplomáticas com Israel.
A Holanda assume a representação diplomática israelense na União Soviética, tornando-se responsável diante das autoridades pela emigração dos judeus soviéticos para Israel.
1971: Em uma carta dirigida ao jornal “L’Osservatore Romano” do Vaticano, o teólogo católico e sionista cristão John Oesterreicher critica a postura anti-israelense do jornal e da igreja católica: “Enquanto cristãos e muçulmanos usufruíam de liberdade religiosa em Israel sob o domínio jordaniano (1948–1967), os judeus eram privados desse direito. Eles não podiam nem orar junto ao Muro das Lamentações… Não se ouviu protestos dos cristãos contra a destruição de todas as sinagogas na parte oriental de Jerusalém, administrada pela Jordânia.”
1972: A partir desse ano cresce novamente a imigração de cidadãos judeus oriundos da URSS. Na década de 70 chegaram aproximadamente 100.000 judeus russos a Israel.
1989: De outubro de 1989 até o final de 1999, mais de 700.000 judeus russos chegam a Israel.
1998: O jovem Estado de Israel comemora seu 50º ano de existência.
1999: Israel tem mais de 6 milhões de habitantes, dos quais 4,8 milhões são judeus. O forte fluxo de imigrantes judeus do leste europeu se mantém.
Sob o título “Sensacional retorno à Bíblia”, o texto prossegue:
Depois que o imperador Constantino tornou-se cristão no ano 313 e da igreja ter perdido a expectativa de um reino divino… somente com a Reforma voltou-se a pensar no assunto.
Mas apenas no início do século 19 essa questão voltou a despertar maior interesse. Em 1826, cinqüenta teólogos e leigos reuniram-se no sul da Inglaterra para orar intensivamente e estudar a Bíblia… A revista “The Morningwatch” (“A Vigília da Manhã”) começou a ser editada. As mensagens bíblicas do reino messiânico e do lugar de Israel nesse reino foram redescobertas.
Vivemos em um tempo extraordinário, no limiar para a meia-noite. O Senhor quer despertar e santificar Sua Igreja. Em seu comentário sobre o Evangelho de Mateus, Ernst Kruppa escreve:
Certa vez li o Novo Testamento e sublinhei com uma caneta verde todas as passagens que falam da vinda do Senhor. No final da leitura, meu Novo Testamento estava quase todo verde. E eu mesmo pude me certificar de que a maioria das passagens que falam da volta de Jesus vem acompanhada de exortações à santificação diária. Isso deixou muito claro para mim que a volta de Jesus não é uma questão de números e datas, mas de santificação. A Palavra de Deus não nos ordena que façamos cálculos com datas – ela nos ordena que sejamos santos.
Lemos na parábola das dez virgens: “Mas, à meia-noite, ouviu-se um grito: Eis o noivo! Saí ao seu encontro!” (Mt 25.6). Seria extenso demais tratar aqui de todos os impressionantes sinais preparatórios do palco do fim dos tempos, que atualmente apontam para seu clímax. Nos últimos 150-200 anos irrompeu entre os judeus espalhados pelo mundo a idéia de voltarem para sua pátria, e paralelamente a Igreja de Jesus voltou a ter consciência do retorno do Senhor e do arrebatamento. Nesse período, sucederam-se duas guerras mundiais, acompanhadas de outros rumores de guerra (Mt 24.6). Desde o século 19 os terremotos aumentaram drasticamente e, como nunca antes na História, hoje temos os meios para ficar sabendo a respeito da sua ocorrência. Os desenvolvimentos na área da tecnologia sucederam-se em ritmo tão frenético que é quase impossível acompanhá-los. Além disso, os países da Europa estão com muita pressa para consolidar a sua união.
Parece que no século 19 uma roda começou repentinamente a se movimentar, que mais e mais engrenagens se uniram e que tudo passou a girar em velocidade cada vez maior. Maranata! Jesus está voltando! (Norbert Lieth – http://www.chamada.com.br/)
Last update : 20-Nov-2008
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Americans Sound Off: Stop Palestine Massacre
AMERICAN FREE PRESS
By Mark Anderson
McAllen, Texas – On Jan. 9, about 150 demonstrators here raised awareness in their community about U.S. policy regarding the brutal Israeli assault against Palestinians in Gaza. Some carried signs of heart-rending images of murdered mothers and children—the kind of images controlled American corporate newspapers would never print in a trillion years. However, the protesters—many of them from the local Muslim community, accompanied by other concerned Americans—know that the American people need to see such pictures if there is ever going to be a lasting, genuine peace in that tumultuous part of the world.
ARTICLE FOLLOWS AFTER VIDEOS
TEXAS PROTESTS SOUND OFF
http://www.youtube.com/watch?v=-SfmjlEnYOE&eurl=http://www.americanfreepress.net/html/palestinemassacre
1409.html&feature=player_embedded
American Free Press covered one in a series of protests by area people who also are getting together at local colleges and other venues to stress the need for peace and how to achieve it. While their weekly demonstrations could have concluded on Jan. 9, the growing turnout has prompted organizers to continue the demonstrations each Friday at a busy street in McAllen, a city of more than 100,000 people in Hidalgo County.
“1-2-3-4 — stop the killing, stop the war!!” the demonstrators loudly chanted, encouraging motorists to honk. Dozens of drivers did so approvingly. As far as one could tell, no one passing the demonstration openly expressed disapproval. Some drivers leaned on their horns to sustain the sound, as heard on an AFP news video posted at AmericanFreePress.net.
Among the demonstrators were young Muslim women, many of whom were dressed in traditional garb. Several of the protesters have relatives in Gaza and are shaken by the actions of Israeli military, which is using tanks, fighters bombers, artillery and ground troops against noncombatants consisting of largely unarmed villagers who, to add terrible insult to horrific injury, are barricaded in Gaza—a place where Palestinians long have been caged as Israel continues its decades-long plan to drive them from what was Palestine into small, highly-surveillanced, heavily-guarded areas such as Gaza and the West Bank.
The Gaza Strip, which borders Egypt, is just over twice the size of Washington D.C. It has 1.5 million people squeezed into it. Its west side faces the Mediterranean Sea, so their backs are against the water. Its electricity and currency come from Israel. About 80 percent of the people live below the poverty level in a place where small textile, agricultural and craft production fuels much of the economy.
Currently in Gaza, the Palestinians are not even allowed to leave what has been called “the world’s largest open-air prison,” nor are medicine and food allowed in since the shooting started in December, according to various world news reports, and confirmed by close observers who communicate with AFP. Shipments of vital necessities actually have been attacked by the Israeli military. Journalists, who have been targeted, sum it up as follows: no vital supplies go in, no sensitive information gets out.
But thanks to the Internet, camera-phones, brave reporters and other means, there is a leak that enables the truth to trickle out to the outside world.
Palestinian-American activist Hesham Tillawi—speaking Jan. 10 on the resumed radio show, When Worlds Collide*, on the Republic Broadcasting Network—told this AFP writer-host that his recent demonstration in Lafeyette, La., also went well, with more than 100 attending and passers-by expressing approval. In Tillawi’s view, the world has never witnessed abject brutality quite like this—with the world’s fourth largest military cowardly hurling heavy explosives at trapped villagers, as if it were engaging an enemy army. And to think, he said, that all that destructive power is in return for rockets fired into Israel by angry or misguided people from the Gaza side. These rockets, according to Tillawi, are makeshift fireworks with a little extra punch.
When this AFP writer was on assignment in San Antonio Jan. 4, the television news flashed death-counts of five or less on the Israeli side and nearly 500 on the Palestinian side, while trying to characterize the one-sided assault as just another “standoff” among many that have happened over the years; sort of like, “Here they go, again.”
One of the Texas demonstrators, Muslim-American Amin Abraham, said Israeli needs to abide by the Geneva Conventions. Beyond that, he expressed an even-handed outlook, saying, “We’re not here to protest one side against another; we’re here to talk justice. We’re not here to support Hamas. We’re here to protest the killing of innocent people. We need the world to stand up for what is right.”
An American demonstrator who preferred not to be named added that many Jewish people here and abroad “would agree with what we’re doing right now.” He added that he is taking part in February programs at South Texas Community College in nearby Weslaco, to continue discussing the situation in Gaza. This protester, focusing on American involvement in this matter, also noted: “This is a demonstration against U.S. policy.”
AFP talked to several protesters and could not find anyone who disagreed with the notion of eliminating U.S. foreign aid to the state of Israel, recognizing that much of that aid translates into U.S. military assistance. That includes protester Hasan Mohammed, a Muslim-American who appears on the above-noted AFP news video.
He did not mince words: “It’s little concentration camps [Gaza, West Bank and several other Palestinian areas]. They have no right to move from one place to another,” he said, adding that while the current assault is terrible, ongoing life in Gaza, a place he has resided in, is quite tragic by itself, as Israeli military and settlers will arrest, assault and sometimes kill any Palestinian who may wander into the wrong zone outside of approved Palestinian areas.
A reliable AFP source now residing somewhere is Gaza informed this newspaper: “There are anti-war demonstrations in Israel like Tel Aviv … the situation is really bad and drastic. Unless you are actually in Gaza, the rest [of the news] is indirect …you know what I mean, but the tragedy of Gaza is that they have not been allowed to move out or go out or something like that … they are a sitting-duck target. Also people—children—have starved to death, too. Maybe the parents died while trying to look for food … or a family member who lost everyone like 19 family members and being the only one left … it is so awful that I really have no words and hope that the bombings will stop if only for the psyche and stress of the people.”
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COMUNIQUE-SE
O site britânico The Independent anunciou, nesta quinta-feira (15/01), o início de uma parceria com a Al-Jazeera em inglês. Pelo acordo, o canal árabe irá publicar boletins diariamente, em vídeos com duração de dois a três minutos. O material é produzido nos estúdios da emissora em Doha, Kuala Lumpur, Londres e Washington.
“Transformar o nosso conteúdo acessível ao público internacional por meio de diferentes canais de distribuição tem sido uma prioridade para a Al Jazeera e esse acordo com o Independent faz parte dessa missão”, disse o diretor da emissora Tony Burman.
O diretor-editorial do Independent Jimmy Leach acredita que a parceria, além de oferecer um conteúdo diferenciado para os seus leitores, permite o crescimento da audiência em outros países.
A Al-Jazeera em inglês transmite sua programação para mais de 130 milhões de residências em todo o mundo. Por ser a primeira emissora em inglês baseada no Oriente Médio, ela tem acesso a informações, principalmente no mundo árabe, que os outros veículos não possuem.
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1881- O Império Otomano anuncia permissão de imigração para judeus que vivem fora do império, exceto para a Palestina
1882 – O Barão Edmond de Rothschild de Paris começa a financiar a colonização judaica na Palestina.
Primeira onda imigratória em massa de judeus (até 1903), principalmente da Rússia, para a Palestina.
Império Otomano adota a política de permitir a visita de peregrinos e homens de negócio judeus à Palestina, sem permitir o assentamento.
1884 – Império Otomano decide fechar a Palestina para homens de negócio judeus, mas não para os peregrinos.
1888 – Potências européias pressionam o Império Otomano a permitir a imigração de judeus à Palestina, desde que o façam individualmente e não em massa
1896 – Publicação do livro “Der Judenstaat” pelo jornalista judeu austríaco Theodor [ HERZL ] propondo a criação do Estado Judeu, na Argentina [ ??? ] ou na Palestina.
O sultão otomano Abd-al Hamid II rejeita a proposta de Herzl de que a Palestina seja concedida aos judeus: “Não cederei nenhuma parte do império”.
1897 – Primeiro Congresso Sionista, em Basiléia, na Suíça. Estabelece a Organização Sionista Mundial e um programa de colonização da Palestina.
Em resposta o sultão otomano Abd-al Hamid II envia membros de sua corte para governar a província de Jerusalém.
1900 – Keren Keyemeth (Fundo Nacional Judaico) é fundado pela Organização Sionista Mundial para aquisição de terras na Palestina.
1903 – Herzl apresenta ao Sexto Congresso Sionista a proposta británica de Uganda como refúgio temporário para os judeus russos que se encontravam em perigo imediato devido a pogroms (perseguições).
Ainda que ressaltasse que essa proposta não alteraria a meta final do sionismo, ou seja, uma entidade judia na Terra de Israel, a idéia quase provocou um cisma no movimento sionista.
A proposta de Uganda foi abandonada no Sétimo Congresso em 1905.
1904 – Morte de Theodor Herzl.
Início da segunda onda de imigração judaica (até 1914), sobretudo da Rússia e da Polônia.
Nesse ano havia na Palestina 70.000 judeus, em 1914 chegaram a ser 150.000.
1909 – Fundação de Tel-Aviv, a primeira cidade moderna completamente judia
1914 – Início da Primeira Guerra Mundial
O Império Otomano entra na guerra ao lado da Alemanha.
1916 - Acordo secreto entre Inglaterra e França para divisão dos territórios do Império Otomano. Revolta árabe contra o domínio otomano [ OBS: "Que conveniente..." - BFI ].
1917 – O ministro das Relações Exteriores Britânico Lord Balfour envia carta para o Barão de Rothschild prometendo apoio britânico ao estabelecimento de um “Lar Nacional Judaico” na Palestina.
1919 – Primeiro Congresso Nacional Palestino em Jerusalém. Este Congresso rechaça a Declaração Balfour e pede às potências vencedoras da Primeira Guerra Mundial na Conferência de Versalhes a independência para a Palestina. Chaim Weizman chefia a delegação sionista na Conferência do Tratado de Versalhes.
1919-1923 Terceira onda de imigração judaica, sobretudo da Rússia
1920 – Liga das Nações define o mandato britânico sobre a Palestina
1921 – Distúrbios em Jaffa, cidade próxima a Tel-Aviv, em protesto contra a grande imigração judaica
1922 – Primeiro censo britânico na Palestina: total de 757.182 habitantes (11 % judeus)
O Primeiro Livro Branco de Churchill (então secretário das Colônias no governo de David Lloyd George) separa a Transjordânia (atual Jordânia) da área a ser incluída no “Lar Nacional Judaico” segundo as cláusulas da Declaração Balfour.
1924-1932 Quarta onda de imigração judaica (sobretudo da Polônia).
1925 – Greve geral palestina em protesto contra a visita de Lord Balfour a Jerusalém.
Fundação da Universidade Hebraica de Jerusalém
1926 – Primeiros distúrbios em Hebron entre árabes e judeus
1928 – Conferência Islâmica em Jerusalém exige a proteção de seus direitos de propriedade sobre o Muro das Lamentações, então considerado sagrado também para os muçulmanos
1929 – Novos distúrbios em Jerusalém, Hebron e Safed.
1930 – Comissão britânica para investigar os distúrbios de 1929
Segundo Livro Branco (Passfield) do governo britânico: a imigração judaica à Palestina e a compra de terras por parte dos judeus deve cessar.
1931 – Congresso Pan-Islâmico em Jerusalém com a participação de 145 delegados de países muçulmanos.
Segundo censo britânico da Palestina: 1.035.154 habitantes (16 % judeus).
1932 – Primeiro partido político palestino constituído de forma regular, o Istiqlal (Independência), com Awni Abdul-Hadi como presidente.
1933-1939 – Quinta onda de imigração judaica, sobretudo da Alemanha e de territórios sob o controle alemão.
1933 – Revoltas árabes em Jaffa e Jerusalém contra a política britânica, julgada pró-sionista.
1934 – Início da imigração ilegal de refugiados judeus da Europa que não podiam imigrar legalmente de acordo com as cotas britânicas.
1935 – Xeque al-Qassam, liderando o primeiro grupo guerrilheiro palestino, morre em ação contra as forças de segurança britânicas.
1936 – Ano-recorde em número de imigrantes judeus.
1936 – Revolta árabe em toda a Palestina, principais confrontos ocorrem em Jaffa.
1937 – A Comissão britânica Peel recomenda a partilha da Palestina entre árabes e judeus. O Governo Britânico aceita em princípio suas recomendações.
1937-1938 – Repressão da revolta árabe pelos britânico
1938 – Comissão britânica conclui ser impraticável a proposta de partilha da Palestina feita em 1937.
1939 – Maio – Terceiro Livro Branco (MacDonald) do governo britânico rejeita a partilha da Palestina e prevê a criação de dois estados independentes: um judeu e outro árabe.
Setembro – Início da Segunda Guerra Mundial.
Frase do líder judeu David Ben Gurion: “Combateremos na guerra como se não houvesse o Livro Branco e combateremos o Livro Branco como se não houvesse guerra.”
1944 – Brigada Judaica lutando na Segunda Guerra como parte das forças britânicas
1945 – A Liga Árabe decide pelo boicote de produtos produzidos por judeus na Palestina
1946 – Os imigrantes judeus ilegais são deportados para campos de “pessoas deslocadas” em Chipre.
Radicais judeus explodem o Hotel King David em Jerusalém.
A Transjordânia recebe independência com o nome de Reino Hashemita da Jordânia.
1947 – Julho – A imigração ilegal continua a trazer refugiados judeus à Palestina. O vapor Exodus é repelido à força das costas da Palestina de volta à Europa, com 4.500 sobreviventes do Holocausto a bordo.
Novembro – A ONU (Organização das Nações Unidas) propõe a Partilha da Palestina, com o estabelecimento de um estados árabe e um judeu
Em 1947 viviam na Palestina cerca de 600 mil judeus e mais de um milhão de árabes.
1948 – Abril – Radicais judeus atacam a aldeia árabe de Deir Yessin, deixando 254 mortos
14 de maio: Proclamação do Estado de Israel.
Ben Gurion é o chefe do governo provisório.
O Presidente Truman dos E.U.A. reconhece o Estado de Israel; o reconhecimento soviético é dado três dias depois.
15 de maio: Final do mandato britânico. Britânicos abandonam a Palestina.
Maio de 1948- janeiro de 1949 – Os árabes da Palestina e os estados árabes da região (Egito, Síria, Jordânia, Líbano e Iraque, com o apoio de Arábia Saudita e Iêmen) entram em guerra contra Israel.
Israel vence a guerra e passa a controlar 78% do território da Palestina, enquanto o plano de partilha da ONU lhe dava 55 %.
1949 – Israel assina acordos de armistício com o Egito, Líbano, Jordânia e Síria.
Primeiras eleições para o Parlamento Israelense. Ben Gurion é o primeiro ministro
Israel é admitido como 59º membro da ONUA Assembléia Geral da ONU vota a favor da internacionalização de Jerusalém.
Ben Gurion declara que Jerusalém é a Capital Eterna de Israel.
1948-1952
Imigração em massa de populações judaicas dos países árabes e da Europa a Israel.
1950
Unificação da Cisjordânia com o reino da Jordânia
Faixa de Gaza sob administração egípcia.
1951
Yasser Arafat reorganiza a União dos Estudantes Palestinos no Cairo
1956
Nasser nacionaliza o Canal de Suez
Crise de Suez: Israel, apoiado pela França e pelo reino Unido, ocupa Gaza e a maior parte do Sinai e é obrigado pelos EUA e URSS a recuar.
1964
Criação da O.L.P (Organização para Libertação da Palestina) em Jerusalém.
1965
Presidente Bourguiba da Tunísia propõe o reconhecimento de Israel por parte dos árabes nos termos da resolução de 1947 da ONU (Partilha da Palestina)
1967
Guerra dos Seis Dias. Reunificação de Jerusalém. Israel conquista o deserto do Sinai, a faixa de Gaza, a Cisjordânia e as colinas de Golan.
1970
Jordânia desencadeia ofensiva contra os palestinos ( episódio conhecido como Setembro Negro). Morreram cerca de 10 mil palestinos e mais de 15 mil ficaram feridos.
Foi o fim da guerrilha palestina na Jordânia. Palestinos começam a emigrar para o Líbano
1972
Onze atletas israelenses são mortos em atentado terrorista durante os Jogos Olímpicos de Munique; os jogos não são interrompidos.
1973
Guerra do Yom Kippur.
1975
A Assembléia Geral da ONU aprova uma resolução igualando o sionismo a racismo (abolida [ OBS: com o apoio do Brasil ] em 1991)
1977
Eleições gerais em Israel. O Likud (conservador) sobe ao poder, liderado por Menachem Begin, após 29 anos de governos do Partido Trabalhista. O presidente egípcio Anuar el-Sadat visita Jerusalém e discursa no Knesset.
1978
Sadat e Begin ganham o Prêmio Nobel da Paz.
1979
Israel devolve ao Egito a península do Sinai. Assinado em Camp David o Tratado de Paz entre o Egito e Israel.
1982
Israel invade o Líbano na Operação “Paz para a Galiléia”, após ataques da OLP ao norte de Israel. Arafat vai para a Tunísia.
1983
Begin renuncia. Yitzhak Shamir torna-se o líder do Likud.
1987
Começo da Intifada, com distúrbios em Gaza (9 de dezembro).
1988
Jordânia renuncia a qualquer direito sobre a Cisjordânia.
Arafat renuncia ao terrorismo como forma de ação política.
1989
Início da imigração em massa de judeus soviéticos para Israel.
1991
O Iraque é derrotado na Guerra do Golfo Pérsico por uma coalizão internacional liderada pelos Estados Unidos. Arafat apóia Saddam Hussein
1992
Eleições gerais em Israel. O Partido Trabalhista vence, com Yitzhak Rabin como Primeiro-Ministro.
1993
13 de setembro – Assinatura da Declaração de Princípios entre Israel e a OLP.
Israel a partir daí concederá autonomia administrativa aos palestinos na faixa de Gaza e em grande parte da Cisjordânia,.
1994
Assinado o Tratado de Paz Israel-Jordânia.Yitzhak Rabin, Shimon Peres e Yasser Arafat são laureados com o Prêmio Nobel da Paz.
1995
4 de novembro – Assassinato do Primeiro-Ministro Rabin.
1996
Eleições gerais em Israel. Benjamin Netanyahu é eleito Primeiro-Ministro.
Pouco progresso nas negociações de paz.
1999
Eleições gerais em Israel. Ehud Barak (Trabalhista), com 56% dos votos, vence Netanyahu e é eleito primeiro-ministro
2000
Janeiro – Conversas de paz entre Israel e Síria terminam sem resultados
Junho – Israel sai do sul do Líbano após 22 anos de ocupação
Julho – Negociadores israelenses e palestinos não chegam a acordo sobre Jerusalém e acusam-se mutuamente de intransigência, mas prometem continuar trabalhando pela paz
Setembro – Revolta palestina após a visita de Ariel Sharon, líder da oposição israelense, à Esplanada das Mesquitas em Jerusalém
2 de novembro: 2 mortos e 10 feridos em atentado com carro-bomba em Jerusalém Ocidental.
20 de novembro: 2 colonos morrem em atentado com bomba contra um ônibus escolar no Sul da Faixa de Gaza, que deixou 9 feridos, entre eles cinco crianças.
22 de novembro: 2 mortos e 25 feridos na explosão de um carro-bomba em Hadera, ao norte de Tel Aviv.
28 de dezembro: 2 soldados israelenses morrem em atentado com bomba contra uma patrulha do exército no Sul da Faixa de Gaza.
31 de dezembro: o filho e a nora do fundador do movimento racista antiárabe israelense Kach, Meir Kahan, morrem baleados perto da colônia judaica de Ofra, na Cisjordânia.
2001
1º de janeiro: um carro-bomba explode em Netânia, localidade turística do Norte de Tel Aviv, causando uma morte, a do autor do atentado, e deixando 19 feridos.
14 de fevereiro: morrem 8 israelenses, sendo sete soldados, e 21 são feridos por um palestino que se lança com seu veículo contra um grupo de civis e soldados perto de Tel Aviv.
4 de março: um atentado com bomba deixa 4 mortos, entre eles o autor, e 45 feridos em Netânia.
28 de março: um atentado suicida perto de Neve Yamin, no Nordeste de Tel Aviv, mata 2 adolescentes e o autor, e fere 4 pessoas.
10 de maio: 2 operários romenos morrem e um terceiro fica ferido por uma bomba na fronteira entre a Faixa de Gaza e Israel.
18 de maio: morrem 6 pessoas, entre elas um kamicaze palestino, e outras 100 ficam feridas em um atentado suicida num centro comercial de Netânia, no Norte de Tel Aviv.
25 de maio: 2 mortos, aparentemente os autores, em um atentado suicida com carro-bomba em Hadera, no Norte de Tel Aviv. Outro atentado com as mesmas características é evitado por soldados israelenses na Faixa de Gaza.
27 de maio: explosão de dois carros-bomba em um intervalo de poucas horas, deixando 2 feridos em Jerusalém.
30 de maio: explosão de um carro-bomba em Netânia.
1º de junho: um kamicaze palestino causa 17 mortes e deixa 75 feridos ao explodir uma bomba perto de uma boate de Tel Aviv.
22 de junho: dois soldados israelenses morrem em um atentado com bomba na Faixa de Gaza, que também custou a vida de seu autor.
16 de julho: dois jovens soldados israelenses, um homem e uma mulher, morrem num atentado suicida com bomba, que também mata o kamicaze palestino e fere 11 pessoas em uma estação de ônibus de Binyamina, no Norte de Israel.
9 de agosto: um atentado suicida em uma pizzaria do Centro de Jerusalém Ocidental, reivindicado pela Jihad Islâmica, causa 17 mortes e deixa 80 feridos.
1º de dezembro: 12 pessoas morrem, entre elas dois kamicazes, e cerca de 170 ficaram feridas em dois atentados em Jerusalém Ocidental.
2 de dezembro: 15 mortos e 40 feridos num atentado dentro de um ônibus, em Haifa (Norte de Israel).
12 de dezembro: três atentados simultâneos: na Cisjordânia, oito israelenses morrem e outros 25 ficam feridos em um ataque armado contra um ônibus perto da colônia judaica de Emmanuel, entre as cidades autônomas palestinas de Kalkiliya e Nablus.
Na Faixa de Gaza, um atentado suicida mata seu autor no assentamento de Gush Katif, no Sul da Faixa de Gaza. Um segundo atentado suicida, no qual o autor também morreu, ocorre no mesmo assentamento com poucos minutos de intervalo. Os dois atentados deixam quatro feridos.
2002
17 de janeiro: seis israelenses, além do palestino autor do atentado, morrem em um salão de festas de Hadera. Outras 34 pessoas ficam feridas nesse ataque com arma automática, cuja autoria foi reivindicada por um grupo armado originado do Fatah.
2 de março: nove israelenses morrem em um atentado suicida no bairro ultra-ortodoxo judaico de Jerusalém Ocidental, Beit Israel, no qual também perde a vida o autor palestino.
9 de março: Em Jerusalém, um kamikaze age num bar do Centro da cidade, matando 11 pessoas, além dele próprio.
12 de março: Oito mortos em um ataque armado contra veículos que circulavam pelo Norte de Israel: seis israelenses e dois assaltantes armados.
20 de março: Um kamikaze explode uma bomba num ônibus perto de uma localidade árabe israelense do Norte de Israel, matando sete pessoas.
21 de março: Três pessoas, além do kamikaze, morrem em um atentado suicida em Jerusalém Ocidental.
27 de março: Vinte e dois israelenses morrem e mais de 100 pessoas ficam feridas num atentado suicida realizado por um kamikaze palestino em um hotel de Netanya.
29 de março: dois mortos, além do kamikaze, em um atentado suicida cometido por uma palestina num centro comercial de Jerusalém Ocidental. A autoria do ataque foi reivindicada pelas Brigadas dos Mártires de Al-Aqsa, grupo armado ligado ao Fatah.
31 de março: Quinze mortos e 35 feridos em um atentado suicida num restaurante de Haifa, no Norte de Israel, cuja autoria foi reivindicada pelas Brigadas Ezzedin Al-Qassam, braço armado do movimento de resistência islâmica Hamas.
10 abril: Um atentado suicida em um ônibus perto de Haifa deixa oito mortos e 20 feridos.
12 abril: Seis mortos e 60 feridos em um atentado suicida em uma estação de ônibus em Jerusalém Ocidental. O atentado é assumido pelas Brigadas dos Mártires da Al-Aqsa.
27 abril: Cinco israelenses morrem na colônia de Adora, na Cisjordânia, por disparos de assaltantes palestinos que conseguem fugir.
7 maio: Pelo menos 16 israelenses mortos e mais de 50 feridos em um atentado suicida reivindicado pelo Hamas em uma sala de bilhar na cidade de Rishon Le Tsion, ao sul de Tel Aviv. .