ENCALHE

outubro 28, 2007

De 275 mil ONGs existentes no Brasil, apenas 7883 receberam recursos federais, entre 1999 e 2006. CGU investiga 325.

Ongs receberam menos recursos no governo Lula!!!
A Gazeta-MT
26/10/2007
Das mais de 275 mil organizações não-governamentais existentes no Brasil, 7.883 receberam recursos públicos federais entre os anos de 1999 e 2006. Entre 1999 e 2002, segundo mandato do governo Fernando Henrique Cardoso, as Ongs receberam, em valores atualizados, R$ 28,04 bilhões; já, nos primeiros quatro anos do atual governo, o valor repassado às Ongs ficou em R$ 19,98 bilhões, uma queda de 28,75%. Em valores nominais, o valor repassado às Ongs no segundo período do governo FHC foi de R$ 15,53 bilhões, enquanto no primeiro mandato do Presidente Lula foi de R$ 17,79 bilhões, um crescimento de 14,5%. Essas informações constam de levantamento feito pela Controladoria-Geral da União (CGU).
A CGU vem realizando um trabalho de fiscalização em 325 Ongs que receberam recursos federais entre os anos de 1999 e 2006. Nesse período, os recursos federais repassados às entidades constantes da amostra foi da ordem de R$ 3,5 bilhões. Na próxima terça-feira (30), às 11 horas, o ministro-chefe da CGU, Jorge Hage, fará uma exposição para os membros da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) instalada no Senado para investigar as relações entre a administração pública federal e as organizações não-governamentais.
Silvana Ribas

outubro 22, 2007

MP de SP apura favorecimento à ONG ligada a tucanos

Filed under: Alberto Goldman, Bussinger, Idelt, Maravilhas da Tucanidade, ONGs, Sambaíba — Humberto @ 1:38 pm

O Ministério Público Estadual investiga as relações do Instituto de Desenvolvimento, Logística, Transportes e Meio Ambiente (Idelt) com o governo paulista e prefeituras. O Idelt é uma organização não governamental criada por Alberto Goldman (PSDB), vice-governador paulista, Frederico Bussinger, ex-secretário municipal de Transportes de São Paulo, e Thomaz de Aquino Nogueira Neto, atual presidente da Desenvolvimento Rodoviário S.A. (Dersa), entre outras pessoas ligadas ao setor de transporte público e ao PSDB. É presidido pela mulher de Bussinger, Vera Bussinger. E recebeu pelo menos R$ 5 milhões dos cofres públicos nos últimos sete anos.
Promotores querem saber se houve superfaturamento dos contratos e favorecimento da organização não governamental ligada ao PSDB. São analisados ao menos 16 contratos e aditamentos, parte sem licitação, com Dersa, Sabesp, Secretaria Estadual do Trabalho, prefeituras de São Paulo e Carapicuíba, segundo publicações do Diário Oficial do Estado. As contratações referem-se a cursos de qualificação profissional como assistente administrativo, reciclagem de lixo, conservação, limpeza e formação de mão de obra para fazer calçadas (calceteiro), além de assessoria técnica em transporte público e programas de água de reúso. A Dersa alega que não havia necessidade de licitação pelo fato de o instituto ter notória especialização nos setores em que atua.
Um dos inquéritos foi aberto no fim de setembro pela Promotoria da Justiça e Cidadania e apura quatro contratos e três aditamentos feitos entre o Idelt e a Dersa, que somam mais de R$ 450 mil. O outro, em andamento desde o ano passado, analisa contrato de R$ 948 mil com a Prefeitura de São Paulo, firmado na gestão de José Serra (PSDB).
Nos dois casos não houve licitação para contratação, apesar de existirem outras instituições capazes de fornecer tal tipo de serviço, como a Escola de Sociologia e Política de São Paulo, a Fundação Tide Azevedo Setúbal, o Instituto Paradigma, a Cosmética Beleza e Cidadania, entre outras ONGs e instituições. Estas três últimas mantêm atualmente parcerias com a Prefeitura da capital. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo
YAHOO! Notícias
22/10/07

+ Capivaras:
Este nome familiar me parece estar com problemas.
Troca de favores suspeita
Mulher de secretário trabalhou para viação
Nova suspeita contra secretário
Ongs, Oscics e Terceiro Setor: ajudando o DEMo a investigar esse universo

outubro 16, 2007

Achem os documentos que sumiram do cofre de Romeu Tuma Jr, que incriminariam Alckmin e acharão o Rolex do Huck!!!

Filed under: Instituto Criar, Luciano Huck, ONGs, Oscips, Responsabilidade Social, Voluntariado — Humberto @ 10:56 pm
Não tem nada a ver uma coisa com a outra, só pus um título desses porque sabia que a curiosidade é mais forte…e uma forma de não deixar a história dos documentos cair no esqucimento. Quer dizer, eles não foram encontrados ainda, né? Se não, quem tá comendo bola sou eu.

Mas – em que mundo eu estava? – descobri que o bom Luciano Huck mantém uma ONG, chamada INSTITUTO CRIAR DE TV, CINEMA E NOVAS MÍDIAS .

“Cinema e TV”? Tem a ver com o sensacional programa do Huck na TV, ou com os filmes protagonizados por Angélica, belas obras? Entragasse essa grana na mão do Zé do Caixão, que dava pra fazer uns 100 filmes.

Creio que seja saudável minha preocupação em saber, quando fico sabendo de alguma ONG ou Oscip, quem são seus parceiros, fundadores, mantenedores, ou seja, a capivara toda. Já que, no final das contas, o tema recebe atenção digna de mercer uma CPI.

Claro que com as Leis de Incentivo à Cultura, ou esse papo de Responsabilidade Social, fica bom para a imagem pública de uma empresa, tipo a Union Carbide ou a Pagrisa, cederem umas moedas em troca de um atestado de decência e idoneidade moral conferida automaticamente pela condição de “parceiro responsável da sociedade civil e voluntária de bem”. Você pode, por exemplo, comandar uma empresa cuja atividade seja extremamente poluidora – tanto a natureza da atividade em si, como a própria empresa em sua forma de lidar com o assunto – mas, por uma questão de imagem e até de vaidade, “contribuir” com uma dessas ONGs.
Sem contar que um empreendedor como você sempre vai dar um jeito de faturar com uma onguizinha fundada por você, e mantida com recursos também estatais, mas cujos cargos administrativos, diretorias, conselhos sejam preenchidos por pessoas que passaram pelos governos, ou passaram pelos governos e são seus sócios em empresas; ou, quando passaram pelos governos, agiram de forma que você e sua empresa acabassem sendo contemplados de alguma forma – até legal, frise-se – e, com esta grana, você ( sentimental, hein? ) viu que tinha o dever de repartir com os desvalidos; aí, criou uma ONG cujas atenções se voltam – exatamente – para os temas que transitam ao redor do negócio que você possui ( mas que só foi possível torná-lo [ o negócio ] real a partir da intervenção política do camarada em questão ) e convidou o sujeito para presidí-la…
Enfim, a imaginação é tudo!! Mãos à obra!! Faça a sociedade te amar, cooptando-lhe uma parcela entre os milhões à sua disposição, e induzindo-a a trabalhar em seu favor. E prepare o sorriso para as fotos em eventos beneficentes.

Bom, no site do Instituto Rolex achamos um monte desses parceiros, quase os mesmos de sempre: bancos, multinacionais, portais de WEB, Fundações, etc.
Um destes parceiros eu faço questão de destacar: o Escritório de Advocacia LILLA, HUCK, OTRANTO, CAMARGO E MESSINA ADVOGADOS .
Responsabilidade Social é com eles mesmo!!! Vejam só em quem eles investem:
Instituto Sou da Paz: Fundado em 1999, O Instituto Sou da Paz tem como missão contribuir para a efetivação no Brasil de políticas públicas de segurança e prevenção da violência que sejam eficazes e pautadas pelos valores da democracia, da justiça social e dos direitos humanos, por meio da mobilização da sociedade e do Estado e da implementação e difusão de práticas inovadoras nessa área.
Instituto Criar: O Instituto Criar de TV e Cinema, é uma entidade sem fins lucrativos que tem como missão contribuir para a inserção de jovens de baixa renda no mercado de trabalho, por meio de um programa de formação técnica, humanista e cultural na área do audiovisual.
Osesp: Fundada pelo maestro Souza Lima em 1954, a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo ; Osesp – é a mais destacada orquestra da América Latina, sendo considerada como um novo referencial de qualidade e excelência nos campos da Arte, da Cultura e da Educação no Brasil.
Fundação Orsa: Criada em 1994, por meio do compromisso do Grupo Orsa com a sociedade brasileira e com a luta pela redução da desigualdade e da injustiça social no país, a Fundação Orsa tem como missão promover a formação integral de crianças e adolescentes em situação de risco pessoal e social e, para isso, está sempre em sintonia com novos métodos gerenciais e tecnologias que buscam o aprimoramento e a maior eficácia na ação social.
OBS: esse daqui merece maior atenção:
Fundação Orsa Institucional
O Grupo Orsa
Conselheiros
Canal do Parceiro
O Instituto da Família: Fundado em 3 de abril de 2004, o Instituto da Família – IFA, instituição sem fins lucrativos, tem entre seus objetivos planejar, desenvolver, gerir, avaliar e disseminar o Projeto de Capacitação de Profissionais da área da Saúde com ênfase nos impactos que as relações infanto-parentais representam no desenvolvimento bio-psico-social da criança e sua família, desenvolver uma tecnologia social e materiais didáticos para profissionais ligados ao atendimento da criança e suas famílias, por meio dos resultados de pesquisas epidemiológicas, para diferentes localidades do país e contribuir com políticas públicas e/ou outras organizações com os dados levantados e analisados durante os cursos, os atendimentos clínicos e supervisões.
Bom, né?
E as áreas de atuação de tão prestigioso escritório? Mais uma vez, destaco uma, dentre as várias:
Privatizações
“O processo de desestatização dos serviços de interesse público representou um dos acontecimentos mais relevantes da história econômica recente do País, tanto em termos de seu acréscimo de qualidade e de sua universalização, como em termos da movimentação de capitais privados que ensejou.
LILLA, HUCK, OTRANTO, CAMARGO E MESSINA participou de importantes operações de privatização, assessorando seus clientes desde as fases de pré-classificação dos leilões, até a elaboração de contratos societários para formação de consórcios, aconselhando-os durante todas as fases de cada processo.
Com uma política de atendimento integrada que envolve suas áreas de Direito Administrativo, Societário, Contratual, Tributário, Ambiental e seus departamentos especificamente dedicados à Regulação, o Escritório permanece estruturado para a assessoria em privatizações, notadamente diante da provável agenda governamental de concessão de serviços de saneamento básico à iniciativa privada, bem como de realização de uma nova rodada de desestatização de rodovias.”

Bom, por enquanto é só.

agosto 8, 2007

Reunião discutirá compra de terras por ONG na Amazônia

Filed under: Amazônia, Câmara Federal, INCRA, MPU, MRE, ONGs — Humberto @ 12:12 am
A Comissão da Amazônia, Integração Nacional e de Desenvolvimento Regional retoma nesta semana as investigações sobre possíveis irregularidades na compra de terras na Amazônia pela organização não-governamental inglesa Cool Earth. O coordenador do grupo de trabalho criado na comissão para acompanhar o caso, deputado Asdrubal Bentes (PMDB-PA), se reúne amanhã com representantes do Ministério Público, do Ministério de Relações Exteriores e do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra). A reunião está marcada para as 14h30, na sala da Presidência da comissão.Em tese, a organização promove uma campanha de arrecadação de recursos em seu site para impedir o desmatamento e reduzir as emissões de gases estufa na atmosfera. Há suspeitas, no entanto, de que o real objetivo seja tomar posse de grandes áreas da região.Asdrubal Bentes disse que vai propor ao grupo de trabalho que se desloque até os locais onde há denúncias de compra de extensas áreas de terra por estrangeiros, além dos limites impostos pela legislação brasileira. Segundo ele, as investigações não devem se restringir ao caso da Cool Earth. “A nossa preocupação é que estejam loteando a Amazônia, vendendo terras a estrangeiros, valendo-se de ONGs”, disse o deputado.A legislação brasileira autoriza pessoas de outros países a comprar áreas de até 50 módulos rurais, desde que respeitadas algumas regras. Há denúncias, porém, de que alguns estrangeiros têm constituído empresas nacionais para poder atuar como qualquer cidadão brasileiro e poder comprar terras sem restrições.
Notícias anteriores:
Câmara investiga compra de terras na Amazônia por ONG
Comissão pede apoio contra internacionalização da Amazônia

Ana Raquel Macedo/Rádio Câmara
Edição – Pierre Triboli
AGÊNCIA CÂMARA

julho 27, 2007

João Dória Jr: Elegância e decência a serviço do melhor para o nosso Brasil!!!

Filed under: "cidadãos de bem", João Dória Jr, LIDE, ONGs, tucanalha — Humberto @ 3:37 pm
( Ai, CANSEEEII!!! )
PATRIMÔNIO HISTÓRICO
QUEM MANDA EM SÃO PAULO?
Empresário substitui homenagem a Claudio Abramo por escultura da própria mulher
Em 1988, a prefeitura de São Paulo encontrou uma pequena praça no bairro do Jardim Europa para homenagear um dos mais importantes e influentes jornalistas do Brasil, Claudio Abramo, morto um ano antes. Não foram necessárias duas décadas para que a memória de Abramo fosse ofendida. Segundo relata o Jornal da Tarde, funcionários da prefeitura, em pleno carnaval, demoliram o memorial dedicado a Abramo, uma escultura em pedra do artista plástico Domenico Calabrone.
Gestor da praça, que por coincidência fica em frente à sua casa, o empresário e apresentador João Dória Jr. não fez nada para impedir a destruição do monumento. Fez pior. Aproveitou para expor uma escultura da própria mulher, a socialite Bia Barros. O episódio causou indignação na vizinhança e provocou uma resposta singela do empresário. Não sabia que deveria ter avisado alguém. Aliás, se precisar, retiro a obra da minha esposa, que nem foi colocada no exato local do memorial, para evitar polêmica, afirmou ao JT. Ah, bom.
Após a publicação da reportagem, a escultura da mulher de Dória foi retirada.
Pergunta ao prefeito Serra, que parece sonhar em se eleger presidente da República: Quem manda nesta cidade?
CARTA CAPITAL

Quem foi mesmo Cláudio Abramo?
Luiz Weis
O Estado foi o primeiro a dar a notícia, na quinta-feira, com poucas palavras: uma escultura de duas pedras superpostas, em homenagem a Cláudio Abramo, na praça que leva o seu nome, na região dos Jardins, em São Paulo, foi retirada como entulho por uma empresa contratada pela prefeitura da cidade, depois de ter sido danificada em um acidente de trânsito.
Ontem a Folha entrou na história com uma matéria mais alentada. Hoje o Estado volta a ela também com mais destaque e novas informações.
Se dependesse apenas do Estado, tudo que o leitor ficaria sabendo sobre a figura principal do episodio se resumiria a isso: Cláudio Abramo era jornalista. Nasceu em 1923 e morreu em 1987. Nenhuma palavra sobre o fato de ele ter sido secretário de Redação do jornal [ e depois diretor de Redação da Folha ]. Muito menos uma referência ao fato de ter sido ele o melhor jornalista que já passou pela casa – e um dos maiores nomes da imprensa brasileira em todos os tempos.
Os Mesquitas, com raras exceções, não gostavam do Cláudio, nem do seu sobrinho Perseu, já também falecido, que foi chefe de reportagem do jornal. Não gostavam principalmente de suas posições políticas.
The feeling was mutual, como diriam os ingleses – e o editorial de hoje do Estado, a propósito do encantamento da mídia britânica com o presidente Lula e a confissão dele de que nunca foi tão bem tratado no estrangeiro.
Certa vez Cláudio escreveu que os editoriais do Estadão eram “medievais”.
Ao noticiar a destruição da escultura e não dizer que a pessoa que ela celebrava foi chefe de redação do jornal – não precisava nem dizer que nele implantou mudanças revolucionárias para os padrões da casa -. o Estado como que se dissociou do seu nome. E de um pedaço de bom tamanho de sua própria história.
Outro dia, como já comentei aqui, o Estado foi o único jornal a noticiar a carteirada do comandante do Exército em Viracopos sem dar o nome do jornalista [ Elio Gaspari ] que destampou o episódio. Jornal e jornalista estão rompidos.
No passado, porque o abominava – não sem bons motivos – o Estado não publicava por inteiro o nome do governador paulista Adhemar de Barros. Era A. de Barros. [ Não publicava, nem abreviado, o nome da deputada estadual de má reputação Conceição Santamaria, depois da Costa Neves. ] O Adhemar só voltou a sair no jornal quando ambos ficaram do mesmo lado da trincheira, apoiando o golpe de 1964, que um e outro chamavam Redentora.
Os direitos do leitor, ora os direitos do leitor.

OBSERVATÓRIO DA IMPRENSA
11/3/2006

( Em badalado evento ocorrido em prol da ONG AMEM – amém? – onde ocupa a presidência honorária [ e trazendo consigo a seleta companhia de outros destacados cidadãos - e de alguns seletos membros da sociedade civil horrorizada com-tudo-isto-que-está-aí, como Reginia Duarte, a Regininha Poltergeist dos programas eleitorais - como Eduardo José Farah ( seria um homônimo daquele cartola? ), Maria Cecília Duarte Moura ( Vice-Presidente do Comitê Executivo do LIDEM - Grupo de Mulheres Líderes Empresariais, integrado por finas damas de sucesso; entre elas, a presidente da famosíssima agência FULL JAZZ ), e Marcos Arbaitman , parceiro estratégico do MAM e ex-conselheiro da CTEEP, tendo sido substituído pelo notório Marcos Bragato ] , João Dória Jr. prova que elegância e benemerência combinam e estão na moda. Aliás, de quem foi a esdrúxula idéia de criar CPIs para investigar as ONGs? Não sabem que elas são mantidas apenas e exclusivamente por cidadãos de bem? )

julho 12, 2007

Ongs, Oscics e Terceiro Setor: ajudando o DEMo a investigar esse universo

Filed under: CPIs, ONGs — Humberto @ 1:27 am

Capacita Sampa ( vinculado ao Cursinho da Poli e, maybe, à Politécnica da USP )
Capacita Sampa investigado
IDELT
IDELT e o busão
IDELT e o busão ( 2 )
Vampirismo na Saúde ( Artigo )


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