ENCALHE

maio 31, 2008

Genro de FHC é suspeito de ser mais um entre os tucanos paulistas que receberam propina da ALSTOM! Família, nunca perde essa mania!!

BOMBA!!!! GENRO DE FHC, envolvido nos negócios da Alstom
Blog do ONIPRESENTE
Para Suíça, Alstom usou offshores em propina a tucanos
Seis empresas offshore, duas das quais controladas por brasileiros, teriam sido utilizadas pela multinacional francesa Alstom para supostamente repassar propinas a autoridades e políticos paulistas entre 1998 e 2001. Os pagamentos seriam feitos com base em trabalhos de consultoria de fachada.
Documentos enviados ao Brasil pelo Ministério Público da Suíça, que chegaram ontem ao Ministério da Justiça, revelam que, nesse período, o dinheiro com origem e contabilidade suspeitas soma pelo menos 34 milhões de francos franceses. O valor atualizado das “comissões” supostamente pagas pela Alstom em troca da assinatura de contratos em São Paulo chegaria a aproximadamente R$ 13,5 milhões. Offshores são empresas constituídas em paraísos fiscais, onde gozam de privilégios tributários e proteção por regras de sigilo que dificultam as investigações.
Os investigadores suíços tratam esses recursos como “gratificações ilícitas” por estarem atrelados a contratos de consultoria que, pelo cruzamento de informações, foram avaliados como trabalhos fictícios. As “comissões”, segundo os documentos suíços, foram formalizadas por intermédio dos contratos de consultoria de abril a outubro de 1998 – governo Mário Covas -, quando a Alstom T&D (Transmission and Distribution) e a Eletropaulo discutiam um contrato aditivo à obra de reforma e expansão do Metrô de São Paulo. Parte dos repasses era realizada pela empresa Cegelec, também pertencente ao grupo Alstom.
No período de negociação e da assinatura dos contratos de consultoria estiveram à frente da Secretaria de Energia de São Paulo – que comandava a Eletropaulo – o então genro do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, David Zylbersztajn ( deixou o cargo em janeiro de 1998, ao assumir a direção geral da Agência Nacional de Petróleo ), o atual secretário de Coordenação das Subprefeituras da cidade de São Paulo, Andrea Matarazzo, que ocupou a secretaria por alguns meses, e o atual secretário estadual dos Transportes, Mauro Arce. Os nomes deles não aparecem na documentação da investigação.
Um ex-funcionário do setor de finanças da Alstom brasileira disse ao Estado, com a condição de que sua identidade não fosse revelada, que alguns fornecedores emitiam notas fiscais com valores alterados e/ou produtos e serviços nunca entregues ou executados. Segundo o funcionário, o valor da propina entrava no custo total do projeto, deixando a verba diluída com o custo de fornecimento de materiais, produtos e serviços.
De todas as offshores identificadas, a que mais depósitos teria recebido é a MCA Uruguay Ltda, com sede nas Ilhas Virgens Britânicas e contas em um banco na Suíça e outro em Luxemburgo: 21,8 milhões de francos franceses, ou R$ 8,7 milhões. A MCA era administrada pelo brasileiro Romeu Pinto Junior. A empresa também aparece em operações relacionadas ao caso Banestado, investigação que identificou milhares de remessas ilegais de brasileiros para o exterior por intermédio de doleiros.
A documentação apreendida pelas autoridades suíças aponta que também integrariam o esquema a Taltos Ltda, sediada nas Ilhas Virgens Britânicas e administrada José Geraldo Villas Boas, que entre 1975 e 1977 presidiu a Associação dos Engenheiros das Companhias Energéticas no Estado de São Paulo (Aecesp). Por intermédio da Taltos, teriam sido depositados pela Alstom no exterior 7,6 milhões de francos franceses, equivalentes a R$ 3 milhões atualmente.
Também foram identificadas as offshores Splendore y Associados, com escritório fantasma que teria sede em São Paulo, mas não consta na Junta Comercial, e a Andros Management, sediada nas Bahamas. As duas eram administradas por franco-brasileiros. A Splendore seria do banqueiro aposentado Jean Marie Lannelongue. O esquema envolvia ainda outras duas offshores – Janus Holding e a Compania de Asesores de Energia S.A.
Há registro de um caso em que as comissões teriam sido pagas no Brasil, diretamente à empresa de consultoria. Trata-se da construtora Acqua Lux Engenharia e Empreendimentos Ltda, localizada na pequena cidade de Monteiro Lobato, de 3,7 mil habitantes, na região de São José dos Campos.
TEM MAIS:
Daquele TAPETE do Governo Federal passado, começa aflorar a sujeira escamoteada por tanto tempo.

maio 30, 2007

Capitais longe demais

Filed under: Banco Central, capitais, Finanças, offshore, Receita Federal — Humberto @ 8:42 pm
BC pede mais informação que Receita sobre ativos
Aplicação deve ser declarada pelo valor de mercado
VALOR ECONÔMICO – 28/05/07
É o seguinte: sem entrar em muitos detalhes sobre o artigo, cheio de terminologia financeira, o gráfico é que é legal.
Ano-Base/ Estoque de Ativos ( em US$ bilhões ) / Número de Pessoas ( física e jurídica ) / Per Capita ( não está no gráfico, eu que fiz a conta )
2001 – US$ 68,6 – 11.659 – 5bi 883mi 886mil
2002 – US$ 72,3 – 10.164 – 7bi 113mi 341mil
2003 – US$ 82,7 – 10.622 – 7bi 785mi 727mil
2004 – US$ 93,2 – 11.245 – 8bi 317mi 715mil
2005 – US$111,7 – 12.336 – 9bi 054mi 798mil
( O resultado per capita não significa nada, apenas fiz por fazer )
Na matéria diz que “muitos brasileiros” têm se incomodado com a quantidade de informações que têm de prestar…
Pô! Se todos os que foram apontados aqui forem reclamar, ainda assim não passam de cerca de 12.000 pessoas, num universo de 180 milhões!!!
Também o texto diz que, dessas 12 mil declarações, 10 mil e poucas são de pessoas físicas e 1,6 mil de empresas.
Sabe o que é legal? Fica difícil, tomando pelo jornal, saber se esses “ativos” aumentaram no governo Lula ou se “passaram a ser declarados”, o que é uma grande diferença. Praticamente dobrou a rúbrica “ativos” em quatro anos, mas não houve muita diferença no número de declarantes entre 2001 e 2005. Pois, se os números demonstrando que a quantidade de pessoas mudou pouco entre esses anos-base, enche os olhos a queda brusca havida em 2002 em comparação ao ano anterior ( mais de 10% de declarantes inferior )


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