ENCALHE

dezembro 13, 2008

Ordem dos Advogados em Causa Própria de São Paulo e o rodízio de automóveis

Filed under: Luiz Flávio Borges D'Urso, OAB/SP, rodízio de automóveis — Humberto @ 2:55 pm

1 – Não tem muito o que dizer: trata-se da Ordem golpista aliada dos “Cansei!”, e isso deve signifiar algo, não?
2 – Em carta publicada na Folha, em 05 de Dezembro, o leitor Eduardo Ricca, advogado, opinou: “A proposta de isentar advogados do rodízio ( … ) é inoportuna e infeliz. Como advogado (… ) não preciso do benefício para o exercício da minha profissão – além de SENTIR-ME OBRIGADO a dar o exemplo no cumprimento de lei tão necessária.” [ grifo meu ]
3 – É o reconhecimento, por parte de tão destacada agremiação, da falência do transporte público oferecido pelos governos tucanos e demos ( de Kassab, em quem D’Urso votou ); D’ Urso Filho, candidato a vereador pelos Demos, segundo papai, que quer burlar o rodízio. TSK-TSK…

O líder do Cansei (lembra? ) Luiz Flávio Borges D’Urso apresenta motivos pelos quais vota em Kassab: porque ele é um excelente prefeito e porque o filho foi candidato pelo DEM. Simples assim. O contraste de tal figura com Dalmo Dallari é quase uma propaganda involuntária pró-Marta, dada a diferença de biografia entre os dois. ( FUTEPOCA )

Ordem dos Advogados em Causa Própria de São Paulo e o rodízio de automóveis

Filed under: Luiz Flávio Borges D'Urso, OAB/SP, rodízio de automóveis — Humberto @ 2:55 pm

1 – Não tem muito o que dizer: trata-se da Ordem golpista aliada dos “Cansei!”, e isso deve signifiar algo, não?
2 – Em carta publicada na Folha, em 05 de Dezembro, o leitor Eduardo Ricca, advogado, opinou: “A proposta de isentar advogados do rodízio ( … ) é inoportuna e infeliz. Como advogado (… ) não preciso do benefício para o exercício da minha profissão – além de SENTIR-ME OBRIGADO a dar o exemplo no cumprimento de lei tão necessária.” [ grifo meu ]
3 – É o reconhecimento, por parte de tão destacada agremiação, da falência do transporte público oferecido pelos governos tucanos e demos ( de Kassab, em quem D’Urso votou ); D’ Urso Filho, candidato a vereador pelos Demos, segundo papai, que quer burlar o rodízio. TSK-TSK…

O líder do Cansei (lembra? ) Luiz Flávio Borges D’Urso apresenta motivos pelos quais vota em Kassab: porque ele é um excelente prefeito e porque o filho foi candidato pelo DEM. Simples assim. O contraste de tal figura com Dalmo Dallari é quase uma propaganda involuntária pró-Marta, dada a diferença de biografia entre os dois. ( FUTEPOCA )

Ordem dos Advogados em Causa Própria de São Paulo e o rodízio de automóveis

Filed under: Luiz Flávio Borges D'Urso, OAB/SP, rodízio de automóveis — Humberto @ 2:55 pm

1 – Não tem muito o que dizer: trata-se da Ordem golpista aliada dos “Cansei!”, e isso deve signifiar algo, não?
2 – Em carta publicada na Folha, em 05 de Dezembro, o leitor Eduardo Ricca, advogado, opinou: “A proposta de isentar advogados do rodízio ( … ) é inoportuna e infeliz. Como advogado (… ) não preciso do benefício para o exercício da minha profissão – além de SENTIR-ME OBRIGADO a dar o exemplo no cumprimento de lei tão necessária.” [ grifo meu ]
3 – É o reconhecimento, por parte de tão destacada agremiação, da falência do transporte público oferecido pelos governos tucanos e demos ( de Kassab, em quem D’Urso votou ); D’ Urso Filho, candidato a vereador pelos Demos, segundo papai, que quer burlar o rodízio. TSK-TSK…

O líder do Cansei (lembra? ) Luiz Flávio Borges D’Urso apresenta motivos pelos quais vota em Kassab: porque ele é um excelente prefeito e porque o filho foi candidato pelo DEM. Simples assim. O contraste de tal figura com Dalmo Dallari é quase uma propaganda involuntária pró-Marta, dada a diferença de biografia entre os dois. ( FUTEPOCA )

Ordem dos Advogados em Causa Própria de São Paulo e o rodízio de automóveis

Filed under: Luiz Flávio Borges D'Urso, OAB/SP, rodízio de automóveis — Humberto @ 2:55 pm

1 – Não tem muito o que dizer: trata-se da Ordem golpista aliada dos “Cansei!”, e isso deve signifiar algo, não?
2 – Em carta publicada na Folha, em 05 de Dezembro, o leitor Eduardo Ricca, advogado, opinou: “A proposta de isentar advogados do rodízio ( … ) é inoportuna e infeliz. Como advogado (… ) não preciso do benefício para o exercício da minha profissão – além de SENTIR-ME OBRIGADO a dar o exemplo no cumprimento de lei tão necessária.” [ grifo meu ]
3 – É o reconhecimento, por parte de tão destacada agremiação, da falência do transporte público oferecido pelos governos tucanos e demos ( de Kassab, em quem D’Urso votou ); D’ Urso Filho, candidato a vereador pelos Demos, segundo papai, que quer burlar o rodízio. TSK-TSK…

O líder do Cansei (lembra? ) Luiz Flávio Borges D’Urso apresenta motivos pelos quais vota em Kassab: porque ele é um excelente prefeito e porque o filho foi candidato pelo DEM. Simples assim. O contraste de tal figura com Dalmo Dallari é quase uma propaganda involuntária pró-Marta, dada a diferença de biografia entre os dois. ( FUTEPOCA )

Ordem dos Advogados em Causa Própria de São Paulo e o rodízio de automóveis

Filed under: Luiz Flávio Borges D'Urso, OAB/SP, rodízio de automóveis — Humberto @ 2:55 pm

1 – Não tem muito o que dizer: trata-se da Ordem golpista aliada dos “Cansei!”, e isso deve signifiar algo, não?
2 – Em carta publicada na Folha, em 05 de Dezembro, o leitor Eduardo Ricca, advogado, opinou: “A proposta de isentar advogados do rodízio ( … ) é inoportuna e infeliz. Como advogado (… ) não preciso do benefício para o exercício da minha profissão – além de SENTIR-ME OBRIGADO a dar o exemplo no cumprimento de lei tão necessária.” [ grifo meu ]
3 – É o reconhecimento, por parte de tão destacada agremiação, da falência do transporte público oferecido pelos governos tucanos e demos ( de Kassab, em quem D’Urso votou ); D’ Urso Filho, candidato a vereador pelos Demos, segundo papai, que quer burlar o rodízio. TSK-TSK…

O líder do Cansei (lembra? ) Luiz Flávio Borges D’Urso apresenta motivos pelos quais vota em Kassab: porque ele é um excelente prefeito e porque o filho foi candidato pelo DEM. Simples assim. O contraste de tal figura com Dalmo Dallari é quase uma propaganda involuntária pró-Marta, dada a diferença de biografia entre os dois. ( FUTEPOCA )

Ordem dos Advogados em Causa Própria de São Paulo e o rodízio de automóveis

Filed under: Luiz Flávio Borges D'Urso, OAB/SP, rodízio de automóveis — Humberto @ 2:55 pm

1 – Não tem muito o que dizer: trata-se da Ordem golpista aliada dos “Cansei!”, e isso deve signifiar algo, não?
2 – Em carta publicada na Folha, em 05 de Dezembro, o leitor Eduardo Ricca, advogado, opinou: “A proposta de isentar advogados do rodízio ( … ) é inoportuna e infeliz. Como advogado (… ) não preciso do benefício para o exercício da minha profissão – além de SENTIR-ME OBRIGADO a dar o exemplo no cumprimento de lei tão necessária.” [ grifo meu ]
3 – É o reconhecimento, por parte de tão destacada agremiação, da falência do transporte público oferecido pelos governos tucanos e demos ( de Kassab, em quem D’Urso votou ); D’ Urso Filho, candidato a vereador pelos Demos, segundo papai, que quer burlar o rodízio. TSK-TSK…

O líder do Cansei (lembra? ) Luiz Flávio Borges D’Urso apresenta motivos pelos quais vota em Kassab: porque ele é um excelente prefeito e porque o filho foi candidato pelo DEM. Simples assim. O contraste de tal figura com Dalmo Dallari é quase uma propaganda involuntária pró-Marta, dada a diferença de biografia entre os dois. ( FUTEPOCA )

fevereiro 10, 2008

Presos fazem ameaça ao Governo de São Paulo!!!

A CIDADE/ Ribeirão Preto
07/02/08
OFÍCIO NAS MÃOS Ana Mello, da Comissão da OAB: “objetivo é evitar outra tragédia como a de 2006”
Presos de todo o Estado de São Paulo ameaçam uma mega-rebelião para o final de semana dos dias 16 e 17 deste mês. Através de uma carta enviada aos diretores de todas as unidades prisionais, à Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e à Secretaria de Administração Penitenciária (SAP), os presos fazem reivindicações e exigem providências até a próxima sexta-feira (15).Na carta, intitulada “Salve Geral”, datada em 15 de janeiro deste ano e assinada pela “população carcerária”, os presos exigem a transferência de todos os que se encontram há mais de um ano no Regime Disciplinar Diferenciado (RDD) e banho de sol diariamente em todas as unidades.
Além disso, eles pedem a implantação de escolas e cursos profissionalizantes e o aumento das horas de visitas nas unidades de Avaré e Presidente Venceslau. No final os presos pedem “um retorno com soluções verdadeiras e práticas até a data de 15 de fevereiro” .
Em contato com parentes de presos da Penitenciária de RP, a reportagem de A Cidade apurou que no último final de semana os detentos alertaram que não receberão visitas nos dias 16 e 17 deste mês.
A coordenadora da Comissão de Direitos Humanos da OAB, Ana Paula Vargas de Mello, afirmou que recebeu a mesma carta dos presos de Ribeirão Preto e está preocupada com o que pode acontecer. Agentes penitenciários contaram que se reúnem diariamente para discutir medidas de segurança em caso de rebeliões. “O clima está muito tenso. Tanto presos como agentes estão nervosos”, disse um agente que não quis se identificar.
OAB cobra providências e investigações
A Comissão de Direitos Humanos da OAB encaminhou ontem um ofício à deputada federal Iriny Nicolau Corres Lopes, da CPI do Sistema Carcerário e aos secretários do Governo da Casa Civil dos Estado de São Paulo, da Administração Penitenciária e de Justiça. Ana Paula Vargas de Mello, coordenadora da comissão, pretendia entregar o ofício pessoalmente ao governador do Estado, José Serra, hoje, mas ele adiou a visita à cidade.
“O objetivo do ofício é alertar as autoridades, exigir investigações e evitar que outra tragédia como a de maio de 2006 ocorra no Estado de São Paulo”, disse.
Segundo Ana Paula, pelo que já a comissão apurou, o objetivo dos presos é repetir as ações, caso nada seja feito.
A Secretaria de Administração Penitenciária (SAP) informou, através da assessoria de imprensa, que “por questões de segurança, não se manifesta sobre questões dessa natureza”.

janeiro 22, 2008

Telhado de vidro: Bacharel em direito pede para ser inscrito na OAB sem fazer o exame

Filed under: Constituição Federal, Direito, Exame da Ordem, OAB Brasil, OAB/SP, STF — Humberto @ 12:56 pm
José Roberto Guedes de Oliveira, ex-juiz classista na Vara do Trabalho de Indaiatuba (SP) e bacharel em direito desde 2001, impetrou Mandado de Segurança (MS 27111) no Supremo Tribunal Federal (STF) contra a obrigatoriedade de prestar o exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) para poder exercer a profissão, conforme disposto no Estatuto da OAB, artigo 8º, IV.
Nos autos, Oliveira afirma que a obrigatoriedade de aprovação no exame para ingresso na entidade, prevista no Estatuto da Advocacia e da OAB, é abominável, “um fato sui generis no mundo do trabalho profissional, mormente aqui no Brasil, onde nem mesmo na medicina é empregada tal prática”.
Após se formar em direito, incluindo cursos de pós-graduação em seu currículo, Oliveira relata que procurou o presidente da OAB de São Paulo, solicitando sua inscrição na ordem. Ao fazer prevalecer o interesse particular sobre o público, afirma Oliveira, a resposta da entidade, negando o pedido, demonstra que a ordem considera a Constituição Federal como “folha morta”. Por não se fundamentar na Carta Magna, “o dispositivo se revela inconstitucional”, afirma.
Ele cita decisão da justiça federal no Rio de Janeiro que, ao deferir um mandado de segurança dia 11 deste mês, permitiu a bacharéis em direito a inscrição na seccional carioca, sem a necessidade de prestar o exame. Essa decisão, contudo, já foi derrubada pelo Tribunal Regional Federal da 2ª Região, no último dia 17.
A ação pede a concessão de liminar para que o bacharel e ex-juiz classista seja inscrito na OAB, seção São Paulo.
STF

novembro 8, 2007

Juca Kfouri aborda fiasco do Direito da Uniban, e promotor tucano surta. Juca é multado, e vai recorrer. Já o aluno da Uniban não tem a quem recorrer

Etiqueta de preço
Cada ofensa de Kfouri contra Capez vale R$ 50 mil

Cada ofensa feita pelo jornalista Juca Kfouri ao deputado estadual Fernando Capez (PSDB-SP) deve gerar uma multa de R$ 50 mil. Essa foi a condenação imposta ao jornalista por ter criticado, em seu blog, o desempenho dos alunos de Direito da Uniban no último Exame de Ordem em São Paulo. Capez se irritou com a afirmação de que seria o diretor do curso e de que ele fracassou como promotor público no combate à violência nos estádios de futebol.
Kfouri está surpreso com a condenação, que só soube quando procurado pela reportagem da revista Consultor Jurídico. Segundo ele, não foi intimado para apresentar a defesa e vai recorrer. Em relação à nota publicada no blog, diz que apenas reproduziu o resultado do Exame de Ordem noticiado nos jornais. Nada mais, nada menos.
Para o deputado, a nota foi ofensiva e faz parte de uma perseguição pessoal encampada pelo jornalista. Na ação, sustentou que os dados sobre o desempenho dos alunos da Uniban não condiziam com a realidade — o índice correto seria de 33% e não 5,9% como informado —, além do que, ele deixou a diretoria do curso em março de 2007.
Os advogados Vicente Greco Filho, Felice Balzano e Rogério Auad Palermo, representantes de Capez, sustentam que o sucesso de seu cliente desencadeou sentimentos tão profundos no jornalista, que ele passou a se valer da liberdade de expressão proporcionada pela profissão para fazer ataques gratuitos.
Na ação, eles contam casos de condenações de Kfouri por ofensa ao deputado. Um deles é referente a uma ação contra editorial publicado na revista Carta Capital, intitulado “Decifra-me se for Capez”. Segundo os advogados, Juca Kfouri demonstrou todo o seu ódio contra o deputado, desferindo ataques à sua honra. A revista foi condenada a indenizar Capez em R$ 50 mil.
Em 2003, no Jornal da CBN, segundo os advogados, o jornalista teria acusado Capez de “aproveitador, de desinteressado em cumprir com seu mister de promotor de Justiça, distanciado da finalidade social”. De acordo com os autos, também foi condenado pela Justiça.
Kfouri rebate. Afirma que nunca foi condenado por ofensas ao deputado. No caso da Carta Capital, diz que foi chamado para depor apenas como testemunha. A revista foi condenada, ele não. Da mesma forma aconteceu na CBN. A rádio foi condenada, o jornalista não.
Contra a nota publicada no Blog do Juca, sobre o desempenho dos alunos da Uniban no Exame de Ordem, os advogados afirmam que não havia outro motivo para noticiar uma informação como essa em um blog esportivo, a não ser para ofender pessoalmente Capez.
Ressaltaram que o deputado não pretende censurar o direito de informar e o direito de crítica do jornalista, mas fazer com que eles sejam exercidos “dentro de parâmetros éticos”.
O juiz da 13ª Vara Cível do Fórum João Mendes (SP), mesmo sem ouvir o jornalista, concordou com os argumentos de Capez. E concluiu: “tendo em vista que o réu já demonstrou não se importar com as condenações já sofridas, continuando, assim, a atacar a imagem do autor, ao que parece, gratuitamente. Assim, comino multa de R$ 50 mil para cada ofensa que vier a ser praticada contra o autor a partir da publicação desta decisão”.
Revista Consultor Jurídico

7 de novembro de 2007

outubro 4, 2007

Estudante de Direito e futuro membro da OAB/SP jogou gata na parede e paga merreca de multa.

Filed under: Animais de Estimação, crueldade horrorosa, Direito, maus-tratos, OAB/SP — Humberto @ 2:17 pm
Antes de ler o artigo abaixo, quero informar que fiz uma pequena busca no site da OAB/SP, do d’Urso – aquele do Cansei – e não encontrei referência ou notícia sobre esse caso. Acho que é porque o fazedor de tamborim ainda não é formado.Também descobri – pois nunca me interessei pela atividade – que a Ordem mantém comissões sobre diversas áreas e temas ( direitos humanos, assuntos tributários, terceiro setor, meio ambiente, etc. ), são mais de 60. E eu não encontrei nenhuma que tratasse de proteção e direitos dos animais, maus tratos e crueldade contra eles. Que Deus, caso exista, nos proteja dos rábulas e São Francisco se encarregue dos bichos.
Maus tratos
Justiça paulista multa estudante por agredir uma gata

O estudante de Direito Gilierme Lobato Ribas de Abreu foi condenado a pagar R$ 200 em fraldas geriátricas para a Casa São Francisco do Idoso como multa por maus tratos cometidos contra uma gata, em novembro do ano passado. A determinação é do juiz Eduardo Isamu Sugino, da 1ª Vara Criminal de Taubaté (SP). Cabe recurso.
De acordo com o processo, o estudante arremessou a gata contra a parede na manhã do dia 2 de novembro de 2006 quando chegava em casa. Os donos do animal buscaram, na época, apoio da Sociedade Protetora dos Animais de Taubaté (Spat) e fizeram Boletim de Ocorrência de maus tratos. A informação é do Portal Terra.
“Ela (a gata) ficava do lado de fora da casa dele (Abreu) e não entrava porque tem dois pitbulls lá dentro. Hoje ela está aleijada, anda mancando”, disse o vendedor Waldir Augusto Nascimento, dono do animal. Segundo Nascimento, a gata está com ele há três anos, desde que foi abandonada pela dona anterior.
Indenização
De acordo com o portal, a assessoria jurídica da Spat considera o valor da multa muito baixo e vai pedir à Justiça o ressarcimento das despesas dos proprietários com clínicas veterinárias, no valor de cerca de R$ 1,5 mil.
“As radiografias mostram que o animal teve duas patas quebradas e teve que colocar pinos. Os proprietários continuam indignados com essa decisão e vamos pedir o ressarcimento das despesas médicas”, disse a assessora jurídica da Spat, Andréia Alves dos Santos. O estudante de Direito foi procurado pelo Portal Terra, mas não quis comentar o assunto.
Consultor Jurídico
3 de outubro de 2007

agosto 16, 2007

Mestre Candido Mendes: " Movimento ‘Cansei’ é dos ricos super-ricos, e confunde a ordem pública com as benesses do status quo, que lhes favorece."

Cansaram-se do Estado de Direito
Candido Mendes *
ADITAL – 13/8/2007
Em boa hora, de logo, a OAB do Rio de Janeiro, pela palavra candente do presidente Wadih Damous, impediu que se generalizasse a visão de uma advocacia ligada à ideologia clássica do moralismo udenóide brasileiro. Compreende-se a entrada em cena, pelo Cansei dos ricos super-ricos, confundindo a ordem pública com as benesses do status quo, que os favorece ainda mais. Mas a OAB de São Paulo não pode se atribuir o exercício privativo da cidadania, como se, naturalmente, o Brasil, visto dos seus luxuosos escritórios, fosse a paisagem da nação que acorda. De imediato, a reação dos sindicatos e dos movimentos sociais – passando ao “cansamos” – isolou de logo o mote de Paulo Zutollo, da sua Phillips, das suas verbas publicitárias, convocatórias eletrônicas, e consultorias milionárias para a movimentação da campanha.
Nada há de comum entre o refinado pacote de pressão, preparado pelos cresos cívicos com o que representa um legítimo movimento social, mesmo venha do país instalado e dessa classe média que acaba sempre por confundir os seus interesses com os que estão no topo do sistema. Nem nos aquiete a certeza de que a investida da Avenida Paulista não prospera nas ruas da metrópole, nem resista à sua boa garoa.
A má consciência do Cansei reponta na rapidez com que, quem rebate, confessa e, na sede de se justificar, expõe a traquinada. Movimentos não se explicam, nem têm post scriptum, nem, sobretudo, reiteração de intenções, ou correção de saídas estouvadas. São o que são, se querem exprimir uma onda legítima de inconformismo, e não o script das suas relações públicas ou anúncios monitorados. Todos têm direito de ir à cívica, mas não leva muito longe a bravata ou a lavagem da alma dos grupos mais opulentos saídos do ninho quente do conforto que lhes deu Lula.
A democracia começa por não ser excludente, no tirar os brioches dos muito, muito ricos. O que não pode o país instalado é ser curador da consciência ética nacional ou, sobretudo, buscar seu respaldo normativo na Ordem dos Advogados do Brasil. O dever da sua imparcialidade resiste aos furores de circunstância do país-bem, tanto quanto a proclamada vivência democrática começa pela preservação do Estado de Direito. Não é grosseria lembrar este mandamento à seccional paulista, como fez o presidente da OAB do Rio de Janeiro. O importante, sim, é que a dessolidarização nacional da classe ao suspeitíssimo Cansei afaste a Ordem dos petitórios, ou dos mea culpas das explicações, surpreendidos com a boca na botija, na sua ira suntuosa. Conceda-se o benefício da indiscutível boa-fé, no que seja seu direito de protesto, justamente em nome da nação que surge, se verem como atores críticos da nossa prosperidade.
O presidente Zuttolo é parte – como não – do sentimento de que é seu, também, o paisão de Lula. O Cansei, fraturado no seu arranco, serve, também, para espancar toda consciência ingênua nestas manobras que nada têm a ver com a “boa-fé” com que vai à luta cívica e reconhece quem é quem para levá-la à frente. Quem experimenta a mudança, e a vive e a partilha, sabe, mais que nunca, que a direita e a esquerda são polaridades insubstituíveis, para o desfecho da mudança e sua consciência. O status quo tem os seus prisioneiros do inconsciente social, dogmáticos, vociferantes, donos de uma retórica, herdeira do elitismo arqueológico. A bússola política continua cada vez mais contundente. Quem declara que não há mais direita ou esquerda é, sem salvação, nem torna, de direita.

* Professor e integrante da Academia Brasileira de Letras
cmendes@candidomendes.edu.br
Súmula de revistas/ SINAL

Mestre Candido Mendes: " Movimento ‘Cansei’ é dos ricos super-ricos, e confunde a ordem pública com as benesses do status quo, que lhes favorece."

Cansaram-se do Estado de Direito
Candido Mendes *
ADITAL – 13/8/2007
Em boa hora, de logo, a OAB do Rio de Janeiro, pela palavra candente do presidente Wadih Damous, impediu que se generalizasse a visão de uma advocacia ligada à ideologia clássica do moralismo udenóide brasileiro. Compreende-se a entrada em cena, pelo Cansei dos ricos super-ricos, confundindo a ordem pública com as benesses do status quo, que os favorece ainda mais. Mas a OAB de São Paulo não pode se atribuir o exercício privativo da cidadania, como se, naturalmente, o Brasil, visto dos seus luxuosos escritórios, fosse a paisagem da nação que acorda. De imediato, a reação dos sindicatos e dos movimentos sociais – passando ao “cansamos” – isolou de logo o mote de Paulo Zutollo, da sua Phillips, das suas verbas publicitárias, convocatórias eletrônicas, e consultorias milionárias para a movimentação da campanha.
Nada há de comum entre o refinado pacote de pressão, preparado pelos cresos cívicos com o que representa um legítimo movimento social, mesmo venha do país instalado e dessa classe média que acaba sempre por confundir os seus interesses com os que estão no topo do sistema. Nem nos aquiete a certeza de que a investida da Avenida Paulista não prospera nas ruas da metrópole, nem resista à sua boa garoa.
A má consciência do Cansei reponta na rapidez com que, quem rebate, confessa e, na sede de se justificar, expõe a traquinada. Movimentos não se explicam, nem têm post scriptum, nem, sobretudo, reiteração de intenções, ou correção de saídas estouvadas. São o que são, se querem exprimir uma onda legítima de inconformismo, e não o script das suas relações públicas ou anúncios monitorados. Todos têm direito de ir à cívica, mas não leva muito longe a bravata ou a lavagem da alma dos grupos mais opulentos saídos do ninho quente do conforto que lhes deu Lula.
A democracia começa por não ser excludente, no tirar os brioches dos muito, muito ricos. O que não pode o país instalado é ser curador da consciência ética nacional ou, sobretudo, buscar seu respaldo normativo na Ordem dos Advogados do Brasil. O dever da sua imparcialidade resiste aos furores de circunstância do país-bem, tanto quanto a proclamada vivência democrática começa pela preservação do Estado de Direito. Não é grosseria lembrar este mandamento à seccional paulista, como fez o presidente da OAB do Rio de Janeiro. O importante, sim, é que a dessolidarização nacional da classe ao suspeitíssimo Cansei afaste a Ordem dos petitórios, ou dos mea culpas das explicações, surpreendidos com a boca na botija, na sua ira suntuosa. Conceda-se o benefício da indiscutível boa-fé, no que seja seu direito de protesto, justamente em nome da nação que surge, se verem como atores críticos da nossa prosperidade.
O presidente Zuttolo é parte – como não – do sentimento de que é seu, também, o paisão de Lula. O Cansei, fraturado no seu arranco, serve, também, para espancar toda consciência ingênua nestas manobras que nada têm a ver com a “boa-fé” com que vai à luta cívica e reconhece quem é quem para levá-la à frente. Quem experimenta a mudança, e a vive e a partilha, sabe, mais que nunca, que a direita e a esquerda são polaridades insubstituíveis, para o desfecho da mudança e sua consciência. O status quo tem os seus prisioneiros do inconsciente social, dogmáticos, vociferantes, donos de uma retórica, herdeira do elitismo arqueológico. A bússola política continua cada vez mais contundente. Quem declara que não há mais direita ou esquerda é, sem salvação, nem torna, de direita.

* Professor e integrante da Academia Brasileira de Letras
cmendes@candidomendes.edu.br
Súmula de revistas/ SINAL
Posts mais antigos »

Tema: Silver is the New Black. Blog no WordPress.com.

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.