Não se desestimule por Gilmar Mendes ter dito ( saiu na Gazeta Mercantil ainda em 19 de Setembro, sem a devida repercussão, e reproduzo abaixo, grifando o trecho importante ) que “ninguém tinha acusado a ABIN pelos supostos grampos” que gravaram ele e o Demóstenes Torres em conversa amigável. A espionagem ainda é um ramo interessante.“STF: “Compartilhamento de informações é fato grave”
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Gilmar Mendes, afirmou ontem que o “compartilhamento de informações” entre a Polícia Federal e a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) em escutas telefônicas – com ou sem autorização judicial – é “um fato de gravidade jamais visto nestes 20 anos de vigência da atual Constituição”. E acrescentou: “Estamos diante de um fato raro, de profunda gravidade, e estou preocupado com o aspecto político dessa questão. Como se envolve uma agência de inteligência numa operação policial, e depois a Polícia Federal diz que não sabia disso?” Cercado pelos repórteres ao fim da sessão plenária do STF, Gilmar Mendes respondeu também com indagações a algumas perguntas sobre as “maletas” da Abin que teriam sido usadas durante a Operação Satiagraha e na interceptação de sua conversa com o senador Demóstenes Torres: “Qual o modelo institucional que se está desenhando? Se quer uma superpolícia? Uma superagência de informação? Ela está submetida a quem? Os agentes da polícia, no dever de Polícia Judiciária, prestam contas ao juiz, acompanhados pelo Ministério Público. E os agentes da Abin? Estão atuando informalmente, de maneira emprestada?” Sobre o laudo do Instituto de Criminalística segundo o qual as “maletas” da Abin não fariam escutas telefônicas, o ministro foi também contundente: “Isso diz pouco. Simplesmente afirma que as maletas de que a Abin dispõem não teriam a possibilidade de fazer interceptações. Mas ninguém disse que essa interceptação foi feita pela Abin, pela PF, por pessoas contratadas. O que interessa é, de fato, aprofundar essas investigações”. O presidente do STF não quis comentar a possibilidade de gravações ilegais acabarem por contaminar e anular o processo contra o dono do Grupo Opportunity, Daniel Dantas, e os demais denunciados em função da Operação Satiagraha, como pretende o advogado de Dantas, Nélio Machado. Mas insistiu na afirmação de que “os fatos são extremamente graves”. “Inicialmente se falou que havia um agente”, disse. “Depois, dois agentes. E de que haveria uma parceria apenas estratégica de troca de informações. Agora estamos verificando que a operação praticamente foi conduzida pela Abin, que dela teriam participado 56 agentes. Mais agentes da Abin do que da PF. Isso é de uma gravidade realmente muito séria. Por que? Porque sugere um descontrole, um projeto que fere o modelo constitucional fixado.” (Gazeta Mercantil/Caderno A – Pág. 7) (Luiz Orlando Carneiro )[ Reproduzido a partir do clipping de notícias do site de Demóstenes Torres, no Portal do Senado. ]
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De 151 leitores questionados sobre o tema, 83 não manifestaram qualquer apreço e até aplaudiram o fim desse direito
por Ethevaldo Siqueira”
ESPIONAGEM E CONTRA ESPIONAGEM ELETRÔNICA, da autoria de Newton C. Braga e publicado pela SABER. Veja a apresentação do manual: “As paredes têm ouvidos”. Nada mais certo do que esse velho ditado, principalmente em nossos dias. Com os recursos da Eletrônica, podemos captar, ouvir e gravar os mais fracos sons que o leitor possa imaginar. Até mesmo sons distantes podem ser concentrados por refletores parabólicos e ouvidos nitidamente. A espionagem eletrônica não é um assunto apenas para livros e filmes de ficção científica. O aumento da criminalidade, a necessidade das empresas protegerem cada vez mais informações sensíveis que possam ajudar um concorrente, ou até mesmo questões familiares, exigem recursos tecnológicos apropriados.
Mickey, famososo espião e detetive dos quadrinhos, influenciou toda uma geração de arapongas, que se deleitavam com a leitura do manual, onde o rato revelava seus métodos e ensinava ao espião-mirim como desmontar os métodos dos inimigos. Que saudade, viu? Hoje, um gibi da Disney da década de 70 custa uma bela grana no Mercado Livre. Nem em sebo a gente acha mais. Apesar disso, eu descolei uns Disney Especial ( Os Motoristas, Os Jornalistas ) e Almanaque Disney da época e não vendo nem fodendo. Mas ( ?! ) por quê é que eu tô falando disso!?



TRIVELA
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