ENCALHE

outubro 15, 2008

Neta de Leonel Brizola é contra anistia de seu avô

NETA DE BRIZOLA NÃO ENTENDEU LHUFAS
DIÁRIO GAUCHE, 14.10.08
Advogada é contra a anistia de seu avô

Leonel Brizola foi um eterno cético com relação à herança de talento, genético ou adquirido. Citava sempre o exemplo de Getúlio Vargas, que para ele nunca tivera um descendente à altura do seu talento político e grandeza como estadista.
Pois, o mesmo se pode dizer do próprio ex-governador do Rio Grande do Sul e do Rio de Janeiro: igualmente não teve descendentes da qualidade de seu descortino político-administrativo.
Haja vista a sua neta, Juliana Brizola, recém eleita vereadora de Porto Alegre, pela legenda do PDT. Hoje, a jovem balzaquiana de 33 anos concedeu uma entrevista ao jornal Zero Hora a propósito do reconhecimento oficial de anistia ao seu avô, Leonel Brizola, e mete os pés pelas mãos.
Como bacharel em Direito, a neta deveria saber que a anistia concedido pelo poder público é antes de tudo um ato objetivo de natureza política. Portanto, ninguém pode ficar constrangido – como a neta afirma sentir-se – porque um parente querido seu, e já falecido, foi objeto de reconhecimento civil (restituição moral integral da cidadania) e reparação política por parte do Estado, o mesmo Estado que uma vez o perseguiu, o baniu, o condenou e o imputou do “grave” delito de ter uma opinião diferente dos ditadores de plantão.
A neta embaralhou questões familiares de delicada subjetividade com a pura objetividade política do tema de anistia. É verdade que só o fez provocada, ou melhor, envenenada pelo jornal da RBS, que explorou de forma reprovável a fragilidade emocional da neta, bem como a sua evidente ignorância em matéria de direito e de política. Mas mostrou-se também ressentida pelo fato de que o pedido formal de reparação tenha partido de alguém que – talvez – ela julgue indigna de fazê-lo, uma senhora que foi a companheira de Brizola, depois de sua viuvez. Como se isso fosse um ultraje à memória de sua avó, a sempre digna Neuza Goulart.
Já se vê que a neta – como diria Brizola – “não tem sequer um gene político do avô”.
Leonel, na idade de Juliana, já era governador do Rio Grande do Sul. A vereadora, com o “talento” que exibe, parece ter chegado ao Everest de uma brevíssima carreira.

Neta de Leonel Brizola é contra anistia de seu avô

NETA DE BRIZOLA NÃO ENTENDEU LHUFAS
DIÁRIO GAUCHE, 14.10.08
Advogada é contra a anistia de seu avô

Leonel Brizola foi um eterno cético com relação à herança de talento, genético ou adquirido. Citava sempre o exemplo de Getúlio Vargas, que para ele nunca tivera um descendente à altura do seu talento político e grandeza como estadista.
Pois, o mesmo se pode dizer do próprio ex-governador do Rio Grande do Sul e do Rio de Janeiro: igualmente não teve descendentes da qualidade de seu descortino político-administrativo.
Haja vista a sua neta, Juliana Brizola, recém eleita vereadora de Porto Alegre, pela legenda do PDT. Hoje, a jovem balzaquiana de 33 anos concedeu uma entrevista ao jornal Zero Hora a propósito do reconhecimento oficial de anistia ao seu avô, Leonel Brizola, e mete os pés pelas mãos.
Como bacharel em Direito, a neta deveria saber que a anistia concedido pelo poder público é antes de tudo um ato objetivo de natureza política. Portanto, ninguém pode ficar constrangido – como a neta afirma sentir-se – porque um parente querido seu, e já falecido, foi objeto de reconhecimento civil (restituição moral integral da cidadania) e reparação política por parte do Estado, o mesmo Estado que uma vez o perseguiu, o baniu, o condenou e o imputou do “grave” delito de ter uma opinião diferente dos ditadores de plantão.
A neta embaralhou questões familiares de delicada subjetividade com a pura objetividade política do tema de anistia. É verdade que só o fez provocada, ou melhor, envenenada pelo jornal da RBS, que explorou de forma reprovável a fragilidade emocional da neta, bem como a sua evidente ignorância em matéria de direito e de política. Mas mostrou-se também ressentida pelo fato de que o pedido formal de reparação tenha partido de alguém que – talvez – ela julgue indigna de fazê-lo, uma senhora que foi a companheira de Brizola, depois de sua viuvez. Como se isso fosse um ultraje à memória de sua avó, a sempre digna Neuza Goulart.
Já se vê que a neta – como diria Brizola – “não tem sequer um gene político do avô”.
Leonel, na idade de Juliana, já era governador do Rio Grande do Sul. A vereadora, com o “talento” que exibe, parece ter chegado ao Everest de uma brevíssima carreira.

Neta de Leonel Brizola é contra anistia de seu avô

NETA DE BRIZOLA NÃO ENTENDEU LHUFAS
DIÁRIO GAUCHE, 14.10.08
Advogada é contra a anistia de seu avô

Leonel Brizola foi um eterno cético com relação à herança de talento, genético ou adquirido. Citava sempre o exemplo de Getúlio Vargas, que para ele nunca tivera um descendente à altura do seu talento político e grandeza como estadista.
Pois, o mesmo se pode dizer do próprio ex-governador do Rio Grande do Sul e do Rio de Janeiro: igualmente não teve descendentes da qualidade de seu descortino político-administrativo.
Haja vista a sua neta, Juliana Brizola, recém eleita vereadora de Porto Alegre, pela legenda do PDT. Hoje, a jovem balzaquiana de 33 anos concedeu uma entrevista ao jornal Zero Hora a propósito do reconhecimento oficial de anistia ao seu avô, Leonel Brizola, e mete os pés pelas mãos.
Como bacharel em Direito, a neta deveria saber que a anistia concedido pelo poder público é antes de tudo um ato objetivo de natureza política. Portanto, ninguém pode ficar constrangido – como a neta afirma sentir-se – porque um parente querido seu, e já falecido, foi objeto de reconhecimento civil (restituição moral integral da cidadania) e reparação política por parte do Estado, o mesmo Estado que uma vez o perseguiu, o baniu, o condenou e o imputou do “grave” delito de ter uma opinião diferente dos ditadores de plantão.
A neta embaralhou questões familiares de delicada subjetividade com a pura objetividade política do tema de anistia. É verdade que só o fez provocada, ou melhor, envenenada pelo jornal da RBS, que explorou de forma reprovável a fragilidade emocional da neta, bem como a sua evidente ignorância em matéria de direito e de política. Mas mostrou-se também ressentida pelo fato de que o pedido formal de reparação tenha partido de alguém que – talvez – ela julgue indigna de fazê-lo, uma senhora que foi a companheira de Brizola, depois de sua viuvez. Como se isso fosse um ultraje à memória de sua avó, a sempre digna Neuza Goulart.
Já se vê que a neta – como diria Brizola – “não tem sequer um gene político do avô”.
Leonel, na idade de Juliana, já era governador do Rio Grande do Sul. A vereadora, com o “talento” que exibe, parece ter chegado ao Everest de uma brevíssima carreira.

Neta de Leonel Brizola é contra anistia de seu avô

NETA DE BRIZOLA NÃO ENTENDEU LHUFAS
DIÁRIO GAUCHE, 14.10.08
Advogada é contra a anistia de seu avô

Leonel Brizola foi um eterno cético com relação à herança de talento, genético ou adquirido. Citava sempre o exemplo de Getúlio Vargas, que para ele nunca tivera um descendente à altura do seu talento político e grandeza como estadista.
Pois, o mesmo se pode dizer do próprio ex-governador do Rio Grande do Sul e do Rio de Janeiro: igualmente não teve descendentes da qualidade de seu descortino político-administrativo.
Haja vista a sua neta, Juliana Brizola, recém eleita vereadora de Porto Alegre, pela legenda do PDT. Hoje, a jovem balzaquiana de 33 anos concedeu uma entrevista ao jornal Zero Hora a propósito do reconhecimento oficial de anistia ao seu avô, Leonel Brizola, e mete os pés pelas mãos.
Como bacharel em Direito, a neta deveria saber que a anistia concedido pelo poder público é antes de tudo um ato objetivo de natureza política. Portanto, ninguém pode ficar constrangido – como a neta afirma sentir-se – porque um parente querido seu, e já falecido, foi objeto de reconhecimento civil (restituição moral integral da cidadania) e reparação política por parte do Estado, o mesmo Estado que uma vez o perseguiu, o baniu, o condenou e o imputou do “grave” delito de ter uma opinião diferente dos ditadores de plantão.
A neta embaralhou questões familiares de delicada subjetividade com a pura objetividade política do tema de anistia. É verdade que só o fez provocada, ou melhor, envenenada pelo jornal da RBS, que explorou de forma reprovável a fragilidade emocional da neta, bem como a sua evidente ignorância em matéria de direito e de política. Mas mostrou-se também ressentida pelo fato de que o pedido formal de reparação tenha partido de alguém que – talvez – ela julgue indigna de fazê-lo, uma senhora que foi a companheira de Brizola, depois de sua viuvez. Como se isso fosse um ultraje à memória de sua avó, a sempre digna Neuza Goulart.
Já se vê que a neta – como diria Brizola – “não tem sequer um gene político do avô”.
Leonel, na idade de Juliana, já era governador do Rio Grande do Sul. A vereadora, com o “talento” que exibe, parece ter chegado ao Everest de uma brevíssima carreira.

Neta de Leonel Brizola é contra anistia de seu avô

NETA DE BRIZOLA NÃO ENTENDEU LHUFAS
DIÁRIO GAUCHE, 14.10.08
Advogada é contra a anistia de seu avô

Leonel Brizola foi um eterno cético com relação à herança de talento, genético ou adquirido. Citava sempre o exemplo de Getúlio Vargas, que para ele nunca tivera um descendente à altura do seu talento político e grandeza como estadista.
Pois, o mesmo se pode dizer do próprio ex-governador do Rio Grande do Sul e do Rio de Janeiro: igualmente não teve descendentes da qualidade de seu descortino político-administrativo.
Haja vista a sua neta, Juliana Brizola, recém eleita vereadora de Porto Alegre, pela legenda do PDT. Hoje, a jovem balzaquiana de 33 anos concedeu uma entrevista ao jornal Zero Hora a propósito do reconhecimento oficial de anistia ao seu avô, Leonel Brizola, e mete os pés pelas mãos.
Como bacharel em Direito, a neta deveria saber que a anistia concedido pelo poder público é antes de tudo um ato objetivo de natureza política. Portanto, ninguém pode ficar constrangido – como a neta afirma sentir-se – porque um parente querido seu, e já falecido, foi objeto de reconhecimento civil (restituição moral integral da cidadania) e reparação política por parte do Estado, o mesmo Estado que uma vez o perseguiu, o baniu, o condenou e o imputou do “grave” delito de ter uma opinião diferente dos ditadores de plantão.
A neta embaralhou questões familiares de delicada subjetividade com a pura objetividade política do tema de anistia. É verdade que só o fez provocada, ou melhor, envenenada pelo jornal da RBS, que explorou de forma reprovável a fragilidade emocional da neta, bem como a sua evidente ignorância em matéria de direito e de política. Mas mostrou-se também ressentida pelo fato de que o pedido formal de reparação tenha partido de alguém que – talvez – ela julgue indigna de fazê-lo, uma senhora que foi a companheira de Brizola, depois de sua viuvez. Como se isso fosse um ultraje à memória de sua avó, a sempre digna Neuza Goulart.
Já se vê que a neta – como diria Brizola – “não tem sequer um gene político do avô”.
Leonel, na idade de Juliana, já era governador do Rio Grande do Sul. A vereadora, com o “talento” que exibe, parece ter chegado ao Everest de uma brevíssima carreira.

Neta de Leonel Brizola é contra anistia de seu avô

NETA DE BRIZOLA NÃO ENTENDEU LHUFAS
DIÁRIO GAUCHE, 14.10.08
Advogada é contra a anistia de seu avô

Leonel Brizola foi um eterno cético com relação à herança de talento, genético ou adquirido. Citava sempre o exemplo de Getúlio Vargas, que para ele nunca tivera um descendente à altura do seu talento político e grandeza como estadista.
Pois, o mesmo se pode dizer do próprio ex-governador do Rio Grande do Sul e do Rio de Janeiro: igualmente não teve descendentes da qualidade de seu descortino político-administrativo.
Haja vista a sua neta, Juliana Brizola, recém eleita vereadora de Porto Alegre, pela legenda do PDT. Hoje, a jovem balzaquiana de 33 anos concedeu uma entrevista ao jornal Zero Hora a propósito do reconhecimento oficial de anistia ao seu avô, Leonel Brizola, e mete os pés pelas mãos.
Como bacharel em Direito, a neta deveria saber que a anistia concedido pelo poder público é antes de tudo um ato objetivo de natureza política. Portanto, ninguém pode ficar constrangido – como a neta afirma sentir-se – porque um parente querido seu, e já falecido, foi objeto de reconhecimento civil (restituição moral integral da cidadania) e reparação política por parte do Estado, o mesmo Estado que uma vez o perseguiu, o baniu, o condenou e o imputou do “grave” delito de ter uma opinião diferente dos ditadores de plantão.
A neta embaralhou questões familiares de delicada subjetividade com a pura objetividade política do tema de anistia. É verdade que só o fez provocada, ou melhor, envenenada pelo jornal da RBS, que explorou de forma reprovável a fragilidade emocional da neta, bem como a sua evidente ignorância em matéria de direito e de política. Mas mostrou-se também ressentida pelo fato de que o pedido formal de reparação tenha partido de alguém que – talvez – ela julgue indigna de fazê-lo, uma senhora que foi a companheira de Brizola, depois de sua viuvez. Como se isso fosse um ultraje à memória de sua avó, a sempre digna Neuza Goulart.
Já se vê que a neta – como diria Brizola – “não tem sequer um gene político do avô”.
Leonel, na idade de Juliana, já era governador do Rio Grande do Sul. A vereadora, com o “talento” que exibe, parece ter chegado ao Everest de uma brevíssima carreira.

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