ENCALHE

janeiro 1, 2008

Resoluções de Ano-Novo? Besteira!!! O que NÃO ocorrerá em 2008!

Filed under: Natal e fim-de-ano — Humberto @ 5:10 pm
Esta época do ano é bem gozada. Tem gente que se propõe a fazer algumas “mudanças” em sua vida, objetivando uma melhor qualidade da mesma. E tem aqueles que DESEJAM coisas, ou DESEJAM que coisas aconteçam. Duas semanas depois, essa esperança já foi tragada pelos buracos que se abrem em obras, como a do Metrô.
Pois bem. Eu que não faço parte do grupo de pessoas que veste branco na passagem do ano, e nem daquele que tenta seguir as dicas das revistas ( masculinas e femininas ) da Editora aBRIL ( Sabe, né: “Ganhe seu primeiro milhão antes de matar 30 pessoas na empresa”; ou: “Fique gostosa e arrume aquele namorado rico, antes que ele seja preso por matar 30 pessoas na empresa”. ), faço minha lista de coisas que eu sei que NÂO ocorrerão em 2008. A chance de acerto é grande. Em HAPPYLÂNDIA, as festas de “ANO-NOVO” celebram, contraditoriamente, a estática e a permanência, ou seja, o velho.
COISAS QUE NÃO OCORRERÃO EM 2008:
01. Uma CPI no Estado de São Paulo. Qualquer uma. Entre 70.
02. Governo do Estado de São Paulo deixar de jogar a culpa do Apagão Educacional Continuado, iniciado em 1995, nas costas dos professores.
03. O imprensalão tucano e golpista deixar de ecoar as determinações do governo tucano de São Paulo e cessar os ataques aos professores da rede estadual paulista.
04. O imprensalão tucano e golpista deixar de lado o Manual de Textos Sinuosos quando tiver de reportar algum fato que possa prejudicar os governos tucanos. Tipo: “São Paulo tem o maior aumento no índice de diminuição de aprovados do ENEM”. Não entenderam? Leiam de novo.
05. Solução nos, digamos, problemas do trânsito em São Paulo, considerando o número de novos automóveis que passa a circular nas ruas da cidade a cada dia.
06. Motoristas de São Paulo passarem a fazer a relação entre espaço físico exíguo e número de automóveis circulando e finalmente, perceberem a incompatibilidade entre propaganda e vida real.
07. Pessoas deixarem de falar em decibéis irritantemente superamplificados quando quiserem demonstrar satisfação por alguma coisa, ou apenas para se destacar em meio ao público.
08. Público voltar a ser público, seja uma calçada ou um hospital.
09. Transporte público se tornar pelo menos um pouco civilizado, com os passageiros conversando em tom adequado a um espaço fechado, e as mães fazendo com que os filhos que não pagaram a passagem sentem-se em seu colo ( e não ocupem os assentos, fazendo com que pessoas que pagaram, acabem viajando de pé ).
10. As pessoas deixarem de inventar “direitos” que não existem mas que, estranhamente, só serviriam a elas mesmas, em situações que interessariam apenas a si próprias. Por exemplo: o direito de estacionar seu carro aonde bem entenderem, e não ser multadas por isso; ou o alegado direito de estabelecimentos ocuparem as calçadas com mesas e cadeiras, atrapalhando o pedestre.
11. Que as pessoas chiques, que admiram a França ou a Finlândia, e acham que nesses lugares “tudo funciona”, aceitem de uma vez por todas que o princípio tributário ali contempla a distribuição de renda, visando diminuir as diferênças materiais que as pessoas herdam em seu nascimento.
12. Que as pessoas parem de tentar explicar o mundo lançando mão de frases-feitas, raciocínios alugados e lugares-comuns, que só acabam servindo para que preconceitos se perpetuem e continuem favorecendo alguns poucos. Tipo: “O brasileiro ‘paga muito imposto’” ou “político é tudo ladrão”.
13. Mas, para isso, será necessário disposição em aprender e se instruir de verdade. Ou seja, perder um tempo que seria gasto no boteco ( com a “galhera” ), no shopping ( com a “galhera” ), na balada ( com a “galhera” ), na praia ( com a “galhera” ), na cantina da facú ( com a galhera” ), na academia, no cabeleireiro, lavando o carro, no estádio, na rua ( jogando conversa fiada com a “galhera” ), no clube, no fliperama, no cinema assistindo filmes do Vin Diesel, no site de putaria, no cursos charlatães de gestão ou neurolinguística . Resumindo: abdicando de lazer e entretenimento vazio, barato e alienante.
14. Deixarem de invejar e ansiar ansiosamente pelo tipo de vida que é mostrado na Caras, Veja, VIP, Contigo, Flash, Quatro Rodas, horóscopos, Placar, Exame, Ilustrada da Folha, e nas propagandas de cerveja, cartão de crédito, cerveja, automóveis, cosméticos, automóveis, produtos infantis, automóveis, cartões de crédito, cerveja, motos…
15. Imprensalão deixar de ser golpista e, em particular, a vEJA deixar de inventar coisas.
16. A classe média crescer. E não me refiro a números, suas mulas.
17. Economia de água.
18. Silêncio e parcimônia no uso da palavra.
19. Triplicação nos valores das multas, e coibição ao uso de escapamentos “abertos”. Adoção de sábias e educadores medidas, como as que são usadas no Oriente Médio, para punir os maus e reincidentes motoristas. Apedrejamento de mulheres que fazem fila dupla na porta dos colégios de classe-média e chibatadas naqueles que estacionarem nas calçadas ( em qualquer horário ) , na guia rebaixada, em locais proibidos; ou que passarem no sinal vermelho, furarem o rodízio, andarem na contra-mão, fizerem conversões ilegais e queimarem a faixa de pedestres.
Para os sonegadores – principalmente aqueles que foram contemplados com a recusa dos senadores tucanos e demagogos em prorrogarem a CPMF – estaria prevista a pena suprema: teríam suas mãos cortadas.
Estão prontos? Ora, eu sei que não. Talvez em 2009, claro.

dezembro 24, 2007

Saibam que esta época do ano não me amolece!! Bebam muito e morram!!

Filed under: Natal e fim-de-ano — Humberto @ 9:11 pm
Família unida, sorridente, e em paz só existe em propaganda de Chester ou de celular. Ponto. Esse carinho todo, essa afeição, esse amor incondicional não existem. O Apocalipse tarda.
A vida tornou-me cínico. E agora tenho uma tese: já ouvimos falar que a data em que é comemorada o Natal, foi apropriada pela Igreja Católica sendo, na verdade, uma comemoração pagã. Se não estou equivocado, tratava-se de celebrar o solstício ( que nem sei direito o que é isso, mas não vou procurar num dicionário e fingir saber ) no hemisfério norte.
Pois bem. De nada adiantou. Séculos depois, o Natal cristão tornou-se uma festa pagã. Um retorno à essência da coisa. Não me venham dizer que há alguma celebração religiosa ( religare ) ou metafísica nisso tudo. Não me convencerão, já que me vem à mente a imagem do sujeito bebaço que estava no ônibus e vomitou, tirou a camisa “dentro do veículo” – o que é proibido – para limpar a boca e ainda achou ruim quando o cobrador chamou-o à razão. Mexeu com sua macheza. Aliás, ontem mesmo, em outro ônibus, uma mulher com um dos braços engessado teve que PEDIR para outra fulana dar-lhe o lugar num assento que, ainda mais, tratava-se de um assento RESERVADO. E a intrusa ainda olhou para trás, procurando um lugar. Deu a impressão que, se não houvesse ( como de fato não tinha ) lugar, ela não cederia à mulher engessada. Ficou de pé e, quando surgiu um lugar, saiu esbarrando e atropelando as pessoas – eu, inclusive, podia ter pego o lugar, mas não sou um predador deste quilate. Já que ela fazia tanta questão do lugar, fique com ele. Prestem atenção: ESTA É A REGRA.
Esse período do ano traz a ruindade à tona, ainda mais se conjugarmos com uma ligeira melhora no poder aquisitivo das pessoas. Estas bestas-feras não se importam com Cristo, nem com os Reis Magos, apenas em encher o bucho, se embebedar e – em muitos casos – brigar e se matar. Isso, enquanto fazem as compras natalinas. Na data celebrada, propriamente dita, é levemente pior.
O fato de ter um ( “um” é modo de falar: eram mais que isso) sambão no último volume perto de casa, às duas da manhã, é apenas um detalhe insignificante, já que isso acontece o ano todo, e essa época de “festas” não teria que ser diferente.
Contudo, não estou dizendo que isso seja ruim ou bom. Apenas acho que lembra mais uma orgia pagã. Nada de recolhimento ou de oração. Se você se considera Cristão ( não é meu caso ), abandone estes festejos e vá distribuir sopa aos pobres. Aí o sentido do Natal que o Ocidente pensa comemorar será um pouco retomado. Ponto.
De qualquer modo, um Feliz Natal e um Bom Ano Novo a todos. E juízo.

dezembro 23, 2007

O cartão de Natal do CATA-MILHO

Filed under: Natal e fim-de-ano — Humberto @ 12:44 pm
Um grande e forte abraço e lembrem-se: “Veja sempre o lado bom da vida!!!”

dezembro 3, 2007

Brasil Grande Pesquisa: queda no endividamento do brasileiro para o Natal deste ano. E classe AB sai às compras: tentará achar neve na Bloomingdale’s.

Final de ano: 38% das pessoas estavam pagando dívidas em outubro
30/11/2007
SÃO PAULO – Neste final de ano, os brasileiros estão mais sossegados em relação às
dívidas do que no mesmo período de 2006. Isso porque, enquanto em outubro do ano passado 50% das pessoas entrevistadas pela pesquisa Pulso Brasil disseram que estavam pagando algum empréstimo ou financiamento, no décimo mês de 2007 esta proporção foi de 38%.
O levantamento, realizado pela Ipsos a pedido do Ciesp e da Fiesp, aponta que a classe C é a mais endividada, com 45% das pessoas que disseram estar pagando algum empréstimo ou financiamento. Em seguida, estão a AB (41%) e a DE (31%).As pessoas mais endividadas estão nas regiões Norte e Centro-Oeste do País, com 64% dos pesquisados que disseram possuir débitos pendentes. No Sudeste, são 40%, enquanto no Sul são 35% e no Nordeste, 26%.
Modalidades
A modalidade campeã entre os endividados é a prestação em loja e financiamento de produto, com 77% das respostas em outubro deste ano, mesmo percentual do ano passado. Em seguida, estão o empréstimo bancário, com 21% das respostas, e ambos, com 2%.
A maior parte dos empréstimos é paga com carnê no banco ou débito em conta, com 55% das respostas dos mil entrevistados. O restante é descontado da folha de pagamento, com o crédito consignado.
Menos dívidas
A pesquisa ainda mostrou que 32% dos entrevistados estão sem possibilidade nenhuma de contrair dívidas, enquanto 31% se mostraram menos à vontade para aderir a empréstimos ou financiamentos.
A classe social mais à vontade para contrair débitos é a AB, com 30% das respostas. A menos à vontade, por sua vez, é a C, com 32%. Com relação à região do país, os sulistas se consideram mais aptos a aderir a empréstimos e financiamentos (24%) e os residentes no Norte e Centro-Oeste estão menos à vontade (43%).
Vilões
A chegada do final do ano representa mais gastos para as famílias brasileiras, já que as pessoas costumam aproveitar as férias e comemorar datas como o Natal e o Ano Novo. Diante deste contexto, o cartão de crédito e o 13º salário podem se transformar em vilões para o orçamento doméstico.,
Com o dinheiro “extra” em mãos, as pessoas logo pensam em sair gastando, atitude totalmente equivocada para quem possui débitos pendentes, por exemplo.”No geral, as pessoas costumam primeiro consumir do que pagar as dívidas, o que está errado. Elas devem pagar as dívidas, consumir o que é de necessidade e, o que sobrar, devem investir”, disse, de acordo com o Instituto Akatu, o supervisor do escritório do Dieese de São Paulo, José Silvestre Prado de Oliveira. A atitude previne que as dívidas aumentem ainda mais de valor.
Fonte: Infomoney
PORTAL DO CONSUMIDOR

Brasil Grande Pesquisa: queda no endividamento do brasileiro para o Natal deste ano. E classe AB sai às compras: tentará achar neve na Bloomingdale’s.

Final de ano: 38% das pessoas estavam pagando dívidas em outubro
30/11/2007
SÃO PAULO – Neste final de ano, os brasileiros estão mais sossegados em relação às
dívidas do que no mesmo período de 2006. Isso porque, enquanto em outubro do ano passado 50% das pessoas entrevistadas pela pesquisa Pulso Brasil disseram que estavam pagando algum empréstimo ou financiamento, no décimo mês de 2007 esta proporção foi de 38%.
O levantamento, realizado pela Ipsos a pedido do Ciesp e da Fiesp, aponta que a classe C é a mais endividada, com 45% das pessoas que disseram estar pagando algum empréstimo ou financiamento. Em seguida, estão a AB (41%) e a DE (31%).As pessoas mais endividadas estão nas regiões Norte e Centro-Oeste do País, com 64% dos pesquisados que disseram possuir débitos pendentes. No Sudeste, são 40%, enquanto no Sul são 35% e no Nordeste, 26%.
Modalidades
A modalidade campeã entre os endividados é a prestação em loja e financiamento de produto, com 77% das respostas em outubro deste ano, mesmo percentual do ano passado. Em seguida, estão o empréstimo bancário, com 21% das respostas, e ambos, com 2%.
A maior parte dos empréstimos é paga com carnê no banco ou débito em conta, com 55% das respostas dos mil entrevistados. O restante é descontado da folha de pagamento, com o crédito consignado.
Menos dívidas
A pesquisa ainda mostrou que 32% dos entrevistados estão sem possibilidade nenhuma de contrair dívidas, enquanto 31% se mostraram menos à vontade para aderir a empréstimos ou financiamentos.
A classe social mais à vontade para contrair débitos é a AB, com 30% das respostas. A menos à vontade, por sua vez, é a C, com 32%. Com relação à região do país, os sulistas se consideram mais aptos a aderir a empréstimos e financiamentos (24%) e os residentes no Norte e Centro-Oeste estão menos à vontade (43%).
Vilões
A chegada do final do ano representa mais gastos para as famílias brasileiras, já que as pessoas costumam aproveitar as férias e comemorar datas como o Natal e o Ano Novo. Diante deste contexto, o cartão de crédito e o 13º salário podem se transformar em vilões para o orçamento doméstico.,
Com o dinheiro “extra” em mãos, as pessoas logo pensam em sair gastando, atitude totalmente equivocada para quem possui débitos pendentes, por exemplo.”No geral, as pessoas costumam primeiro consumir do que pagar as dívidas, o que está errado. Elas devem pagar as dívidas, consumir o que é de necessidade e, o que sobrar, devem investir”, disse, de acordo com o Instituto Akatu, o supervisor do escritório do Dieese de São Paulo, José Silvestre Prado de Oliveira. A atitude previne que as dívidas aumentem ainda mais de valor.
Fonte: Infomoney
PORTAL DO CONSUMIDOR

Brasil Grande Pesquisa: queda no endividamento do brasileiro para o Natal deste ano. E classe AB sai às compras: tentará achar neve na Bloomingdale’s.

Final de ano: 38% das pessoas estavam pagando dívidas em outubro
30/11/2007
SÃO PAULO – Neste final de ano, os brasileiros estão mais sossegados em relação às
dívidas do que no mesmo período de 2006. Isso porque, enquanto em outubro do ano passado 50% das pessoas entrevistadas pela pesquisa Pulso Brasil disseram que estavam pagando algum empréstimo ou financiamento, no décimo mês de 2007 esta proporção foi de 38%.
O levantamento, realizado pela Ipsos a pedido do Ciesp e da Fiesp, aponta que a classe C é a mais endividada, com 45% das pessoas que disseram estar pagando algum empréstimo ou financiamento. Em seguida, estão a AB (41%) e a DE (31%).As pessoas mais endividadas estão nas regiões Norte e Centro-Oeste do País, com 64% dos pesquisados que disseram possuir débitos pendentes. No Sudeste, são 40%, enquanto no Sul são 35% e no Nordeste, 26%.
Modalidades
A modalidade campeã entre os endividados é a prestação em loja e financiamento de produto, com 77% das respostas em outubro deste ano, mesmo percentual do ano passado. Em seguida, estão o empréstimo bancário, com 21% das respostas, e ambos, com 2%.
A maior parte dos empréstimos é paga com carnê no banco ou débito em conta, com 55% das respostas dos mil entrevistados. O restante é descontado da folha de pagamento, com o crédito consignado.
Menos dívidas
A pesquisa ainda mostrou que 32% dos entrevistados estão sem possibilidade nenhuma de contrair dívidas, enquanto 31% se mostraram menos à vontade para aderir a empréstimos ou financiamentos.
A classe social mais à vontade para contrair débitos é a AB, com 30% das respostas. A menos à vontade, por sua vez, é a C, com 32%. Com relação à região do país, os sulistas se consideram mais aptos a aderir a empréstimos e financiamentos (24%) e os residentes no Norte e Centro-Oeste estão menos à vontade (43%).
Vilões
A chegada do final do ano representa mais gastos para as famílias brasileiras, já que as pessoas costumam aproveitar as férias e comemorar datas como o Natal e o Ano Novo. Diante deste contexto, o cartão de crédito e o 13º salário podem se transformar em vilões para o orçamento doméstico.,
Com o dinheiro “extra” em mãos, as pessoas logo pensam em sair gastando, atitude totalmente equivocada para quem possui débitos pendentes, por exemplo.”No geral, as pessoas costumam primeiro consumir do que pagar as dívidas, o que está errado. Elas devem pagar as dívidas, consumir o que é de necessidade e, o que sobrar, devem investir”, disse, de acordo com o Instituto Akatu, o supervisor do escritório do Dieese de São Paulo, José Silvestre Prado de Oliveira. A atitude previne que as dívidas aumentem ainda mais de valor.
Fonte: Infomoney
PORTAL DO CONSUMIDOR

Brasil Grande Pesquisa: queda no endividamento do brasileiro para o Natal deste ano. E classe AB sai às compras: tentará achar neve na Bloomingdale’s.

Final de ano: 38% das pessoas estavam pagando dívidas em outubro
30/11/2007
SÃO PAULO – Neste final de ano, os brasileiros estão mais sossegados em relação às
dívidas do que no mesmo período de 2006. Isso porque, enquanto em outubro do ano passado 50% das pessoas entrevistadas pela pesquisa Pulso Brasil disseram que estavam pagando algum empréstimo ou financiamento, no décimo mês de 2007 esta proporção foi de 38%.
O levantamento, realizado pela Ipsos a pedido do Ciesp e da Fiesp, aponta que a classe C é a mais endividada, com 45% das pessoas que disseram estar pagando algum empréstimo ou financiamento. Em seguida, estão a AB (41%) e a DE (31%).As pessoas mais endividadas estão nas regiões Norte e Centro-Oeste do País, com 64% dos pesquisados que disseram possuir débitos pendentes. No Sudeste, são 40%, enquanto no Sul são 35% e no Nordeste, 26%.
Modalidades
A modalidade campeã entre os endividados é a prestação em loja e financiamento de produto, com 77% das respostas em outubro deste ano, mesmo percentual do ano passado. Em seguida, estão o empréstimo bancário, com 21% das respostas, e ambos, com 2%.
A maior parte dos empréstimos é paga com carnê no banco ou débito em conta, com 55% das respostas dos mil entrevistados. O restante é descontado da folha de pagamento, com o crédito consignado.
Menos dívidas
A pesquisa ainda mostrou que 32% dos entrevistados estão sem possibilidade nenhuma de contrair dívidas, enquanto 31% se mostraram menos à vontade para aderir a empréstimos ou financiamentos.
A classe social mais à vontade para contrair débitos é a AB, com 30% das respostas. A menos à vontade, por sua vez, é a C, com 32%. Com relação à região do país, os sulistas se consideram mais aptos a aderir a empréstimos e financiamentos (24%) e os residentes no Norte e Centro-Oeste estão menos à vontade (43%).
Vilões
A chegada do final do ano representa mais gastos para as famílias brasileiras, já que as pessoas costumam aproveitar as férias e comemorar datas como o Natal e o Ano Novo. Diante deste contexto, o cartão de crédito e o 13º salário podem se transformar em vilões para o orçamento doméstico.,
Com o dinheiro “extra” em mãos, as pessoas logo pensam em sair gastando, atitude totalmente equivocada para quem possui débitos pendentes, por exemplo.”No geral, as pessoas costumam primeiro consumir do que pagar as dívidas, o que está errado. Elas devem pagar as dívidas, consumir o que é de necessidade e, o que sobrar, devem investir”, disse, de acordo com o Instituto Akatu, o supervisor do escritório do Dieese de São Paulo, José Silvestre Prado de Oliveira. A atitude previne que as dívidas aumentem ainda mais de valor.
Fonte: Infomoney
PORTAL DO CONSUMIDOR

Brasil Grande Pesquisa: queda no endividamento do brasileiro para o Natal deste ano. E classe AB sai às compras: tentará achar neve na Bloomingdale’s.

Final de ano: 38% das pessoas estavam pagando dívidas em outubro
30/11/2007
SÃO PAULO – Neste final de ano, os brasileiros estão mais sossegados em relação às
dívidas do que no mesmo período de 2006. Isso porque, enquanto em outubro do ano passado 50% das pessoas entrevistadas pela pesquisa Pulso Brasil disseram que estavam pagando algum empréstimo ou financiamento, no décimo mês de 2007 esta proporção foi de 38%.
O levantamento, realizado pela Ipsos a pedido do Ciesp e da Fiesp, aponta que a classe C é a mais endividada, com 45% das pessoas que disseram estar pagando algum empréstimo ou financiamento. Em seguida, estão a AB (41%) e a DE (31%).As pessoas mais endividadas estão nas regiões Norte e Centro-Oeste do País, com 64% dos pesquisados que disseram possuir débitos pendentes. No Sudeste, são 40%, enquanto no Sul são 35% e no Nordeste, 26%.
Modalidades
A modalidade campeã entre os endividados é a prestação em loja e financiamento de produto, com 77% das respostas em outubro deste ano, mesmo percentual do ano passado. Em seguida, estão o empréstimo bancário, com 21% das respostas, e ambos, com 2%.
A maior parte dos empréstimos é paga com carnê no banco ou débito em conta, com 55% das respostas dos mil entrevistados. O restante é descontado da folha de pagamento, com o crédito consignado.
Menos dívidas
A pesquisa ainda mostrou que 32% dos entrevistados estão sem possibilidade nenhuma de contrair dívidas, enquanto 31% se mostraram menos à vontade para aderir a empréstimos ou financiamentos.
A classe social mais à vontade para contrair débitos é a AB, com 30% das respostas. A menos à vontade, por sua vez, é a C, com 32%. Com relação à região do país, os sulistas se consideram mais aptos a aderir a empréstimos e financiamentos (24%) e os residentes no Norte e Centro-Oeste estão menos à vontade (43%).
Vilões
A chegada do final do ano representa mais gastos para as famílias brasileiras, já que as pessoas costumam aproveitar as férias e comemorar datas como o Natal e o Ano Novo. Diante deste contexto, o cartão de crédito e o 13º salário podem se transformar em vilões para o orçamento doméstico.,
Com o dinheiro “extra” em mãos, as pessoas logo pensam em sair gastando, atitude totalmente equivocada para quem possui débitos pendentes, por exemplo.”No geral, as pessoas costumam primeiro consumir do que pagar as dívidas, o que está errado. Elas devem pagar as dívidas, consumir o que é de necessidade e, o que sobrar, devem investir”, disse, de acordo com o Instituto Akatu, o supervisor do escritório do Dieese de São Paulo, José Silvestre Prado de Oliveira. A atitude previne que as dívidas aumentem ainda mais de valor.
Fonte: Infomoney
PORTAL DO CONSUMIDOR

Brasil Grande Pesquisa: queda no endividamento do brasileiro para o Natal deste ano. E classe AB sai às compras: tentará achar neve na Bloomingdale’s.

Final de ano: 38% das pessoas estavam pagando dívidas em outubro
30/11/2007
SÃO PAULO – Neste final de ano, os brasileiros estão mais sossegados em relação às
dívidas do que no mesmo período de 2006. Isso porque, enquanto em outubro do ano passado 50% das pessoas entrevistadas pela pesquisa Pulso Brasil disseram que estavam pagando algum empréstimo ou financiamento, no décimo mês de 2007 esta proporção foi de 38%.
O levantamento, realizado pela Ipsos a pedido do Ciesp e da Fiesp, aponta que a classe C é a mais endividada, com 45% das pessoas que disseram estar pagando algum empréstimo ou financiamento. Em seguida, estão a AB (41%) e a DE (31%).As pessoas mais endividadas estão nas regiões Norte e Centro-Oeste do País, com 64% dos pesquisados que disseram possuir débitos pendentes. No Sudeste, são 40%, enquanto no Sul são 35% e no Nordeste, 26%.
Modalidades
A modalidade campeã entre os endividados é a prestação em loja e financiamento de produto, com 77% das respostas em outubro deste ano, mesmo percentual do ano passado. Em seguida, estão o empréstimo bancário, com 21% das respostas, e ambos, com 2%.
A maior parte dos empréstimos é paga com carnê no banco ou débito em conta, com 55% das respostas dos mil entrevistados. O restante é descontado da folha de pagamento, com o crédito consignado.
Menos dívidas
A pesquisa ainda mostrou que 32% dos entrevistados estão sem possibilidade nenhuma de contrair dívidas, enquanto 31% se mostraram menos à vontade para aderir a empréstimos ou financiamentos.
A classe social mais à vontade para contrair débitos é a AB, com 30% das respostas. A menos à vontade, por sua vez, é a C, com 32%. Com relação à região do país, os sulistas se consideram mais aptos a aderir a empréstimos e financiamentos (24%) e os residentes no Norte e Centro-Oeste estão menos à vontade (43%).
Vilões
A chegada do final do ano representa mais gastos para as famílias brasileiras, já que as pessoas costumam aproveitar as férias e comemorar datas como o Natal e o Ano Novo. Diante deste contexto, o cartão de crédito e o 13º salário podem se transformar em vilões para o orçamento doméstico.,
Com o dinheiro “extra” em mãos, as pessoas logo pensam em sair gastando, atitude totalmente equivocada para quem possui débitos pendentes, por exemplo.”No geral, as pessoas costumam primeiro consumir do que pagar as dívidas, o que está errado. Elas devem pagar as dívidas, consumir o que é de necessidade e, o que sobrar, devem investir”, disse, de acordo com o Instituto Akatu, o supervisor do escritório do Dieese de São Paulo, José Silvestre Prado de Oliveira. A atitude previne que as dívidas aumentem ainda mais de valor.
Fonte: Infomoney
PORTAL DO CONSUMIDOR

Brasil Grande Pesquisa: queda no endividamento do brasileiro para o Natal deste ano. E classe AB sai às compras: tentará achar neve na Bloomingdale’s.

Final de ano: 38% das pessoas estavam pagando dívidas em outubro
30/11/2007
SÃO PAULO – Neste final de ano, os brasileiros estão mais sossegados em relação às
dívidas do que no mesmo período de 2006. Isso porque, enquanto em outubro do ano passado 50% das pessoas entrevistadas pela pesquisa Pulso Brasil disseram que estavam pagando algum empréstimo ou financiamento, no décimo mês de 2007 esta proporção foi de 38%.
O levantamento, realizado pela Ipsos a pedido do Ciesp e da Fiesp, aponta que a classe C é a mais endividada, com 45% das pessoas que disseram estar pagando algum empréstimo ou financiamento. Em seguida, estão a AB (41%) e a DE (31%).As pessoas mais endividadas estão nas regiões Norte e Centro-Oeste do País, com 64% dos pesquisados que disseram possuir débitos pendentes. No Sudeste, são 40%, enquanto no Sul são 35% e no Nordeste, 26%.
Modalidades
A modalidade campeã entre os endividados é a prestação em loja e financiamento de produto, com 77% das respostas em outubro deste ano, mesmo percentual do ano passado. Em seguida, estão o empréstimo bancário, com 21% das respostas, e ambos, com 2%.
A maior parte dos empréstimos é paga com carnê no banco ou débito em conta, com 55% das respostas dos mil entrevistados. O restante é descontado da folha de pagamento, com o crédito consignado.
Menos dívidas
A pesquisa ainda mostrou que 32% dos entrevistados estão sem possibilidade nenhuma de contrair dívidas, enquanto 31% se mostraram menos à vontade para aderir a empréstimos ou financiamentos.
A classe social mais à vontade para contrair débitos é a AB, com 30% das respostas. A menos à vontade, por sua vez, é a C, com 32%. Com relação à região do país, os sulistas se consideram mais aptos a aderir a empréstimos e financiamentos (24%) e os residentes no Norte e Centro-Oeste estão menos à vontade (43%).
Vilões
A chegada do final do ano representa mais gastos para as famílias brasileiras, já que as pessoas costumam aproveitar as férias e comemorar datas como o Natal e o Ano Novo. Diante deste contexto, o cartão de crédito e o 13º salário podem se transformar em vilões para o orçamento doméstico.,
Com o dinheiro “extra” em mãos, as pessoas logo pensam em sair gastando, atitude totalmente equivocada para quem possui débitos pendentes, por exemplo.”No geral, as pessoas costumam primeiro consumir do que pagar as dívidas, o que está errado. Elas devem pagar as dívidas, consumir o que é de necessidade e, o que sobrar, devem investir”, disse, de acordo com o Instituto Akatu, o supervisor do escritório do Dieese de São Paulo, José Silvestre Prado de Oliveira. A atitude previne que as dívidas aumentem ainda mais de valor.
Fonte: Infomoney
PORTAL DO CONSUMIDOR

Brasil Grande Pesquisa: queda no endividamento do brasileiro para o Natal deste ano. E classe AB sai às compras: tentará achar neve na Bloomingdale’s.

Final de ano: 38% das pessoas estavam pagando dívidas em outubro
30/11/2007
SÃO PAULO – Neste final de ano, os brasileiros estão mais sossegados em relação às
dívidas do que no mesmo período de 2006. Isso porque, enquanto em outubro do ano passado 50% das pessoas entrevistadas pela pesquisa Pulso Brasil disseram que estavam pagando algum empréstimo ou financiamento, no décimo mês de 2007 esta proporção foi de 38%.
O levantamento, realizado pela Ipsos a pedido do Ciesp e da Fiesp, aponta que a classe C é a mais endividada, com 45% das pessoas que disseram estar pagando algum empréstimo ou financiamento. Em seguida, estão a AB (41%) e a DE (31%).As pessoas mais endividadas estão nas regiões Norte e Centro-Oeste do País, com 64% dos pesquisados que disseram possuir débitos pendentes. No Sudeste, são 40%, enquanto no Sul são 35% e no Nordeste, 26%.
Modalidades
A modalidade campeã entre os endividados é a prestação em loja e financiamento de produto, com 77% das respostas em outubro deste ano, mesmo percentual do ano passado. Em seguida, estão o empréstimo bancário, com 21% das respostas, e ambos, com 2%.
A maior parte dos empréstimos é paga com carnê no banco ou débito em conta, com 55% das respostas dos mil entrevistados. O restante é descontado da folha de pagamento, com o crédito consignado.
Menos dívidas
A pesquisa ainda mostrou que 32% dos entrevistados estão sem possibilidade nenhuma de contrair dívidas, enquanto 31% se mostraram menos à vontade para aderir a empréstimos ou financiamentos.
A classe social mais à vontade para contrair débitos é a AB, com 30% das respostas. A menos à vontade, por sua vez, é a C, com 32%. Com relação à região do país, os sulistas se consideram mais aptos a aderir a empréstimos e financiamentos (24%) e os residentes no Norte e Centro-Oeste estão menos à vontade (43%).
Vilões
A chegada do final do ano representa mais gastos para as famílias brasileiras, já que as pessoas costumam aproveitar as férias e comemorar datas como o Natal e o Ano Novo. Diante deste contexto, o cartão de crédito e o 13º salário podem se transformar em vilões para o orçamento doméstico.,
Com o dinheiro “extra” em mãos, as pessoas logo pensam em sair gastando, atitude totalmente equivocada para quem possui débitos pendentes, por exemplo.”No geral, as pessoas costumam primeiro consumir do que pagar as dívidas, o que está errado. Elas devem pagar as dívidas, consumir o que é de necessidade e, o que sobrar, devem investir”, disse, de acordo com o Instituto Akatu, o supervisor do escritório do Dieese de São Paulo, José Silvestre Prado de Oliveira. A atitude previne que as dívidas aumentem ainda mais de valor.
Fonte: Infomoney
PORTAL DO CONSUMIDOR

Brasil Grande Pesquisa: queda no endividamento do brasileiro para o Natal deste ano. E classe AB sai às compras: tentará achar neve na Bloomingdale’s.

Final de ano: 38% das pessoas estavam pagando dívidas em outubro
30/11/2007
SÃO PAULO – Neste final de ano, os brasileiros estão mais sossegados em relação às
dívidas do que no mesmo período de 2006. Isso porque, enquanto em outubro do ano passado 50% das pessoas entrevistadas pela pesquisa Pulso Brasil disseram que estavam pagando algum empréstimo ou financiamento, no décimo mês de 2007 esta proporção foi de 38%.
O levantamento, realizado pela Ipsos a pedido do Ciesp e da Fiesp, aponta que a classe C é a mais endividada, com 45% das pessoas que disseram estar pagando algum empréstimo ou financiamento. Em seguida, estão a AB (41%) e a DE (31%).As pessoas mais endividadas estão nas regiões Norte e Centro-Oeste do País, com 64% dos pesquisados que disseram possuir débitos pendentes. No Sudeste, são 40%, enquanto no Sul são 35% e no Nordeste, 26%.
Modalidades
A modalidade campeã entre os endividados é a prestação em loja e financiamento de produto, com 77% das respostas em outubro deste ano, mesmo percentual do ano passado. Em seguida, estão o empréstimo bancário, com 21% das respostas, e ambos, com 2%.
A maior parte dos empréstimos é paga com carnê no banco ou débito em conta, com 55% das respostas dos mil entrevistados. O restante é descontado da folha de pagamento, com o crédito consignado.
Menos dívidas
A pesquisa ainda mostrou que 32% dos entrevistados estão sem possibilidade nenhuma de contrair dívidas, enquanto 31% se mostraram menos à vontade para aderir a empréstimos ou financiamentos.
A classe social mais à vontade para contrair débitos é a AB, com 30% das respostas. A menos à vontade, por sua vez, é a C, com 32%. Com relação à região do país, os sulistas se consideram mais aptos a aderir a empréstimos e financiamentos (24%) e os residentes no Norte e Centro-Oeste estão menos à vontade (43%).
Vilões
A chegada do final do ano representa mais gastos para as famílias brasileiras, já que as pessoas costumam aproveitar as férias e comemorar datas como o Natal e o Ano Novo. Diante deste contexto, o cartão de crédito e o 13º salário podem se transformar em vilões para o orçamento doméstico.,
Com o dinheiro “extra” em mãos, as pessoas logo pensam em sair gastando, atitude totalmente equivocada para quem possui débitos pendentes, por exemplo.”No geral, as pessoas costumam primeiro consumir do que pagar as dívidas, o que está errado. Elas devem pagar as dívidas, consumir o que é de necessidade e, o que sobrar, devem investir”, disse, de acordo com o Instituto Akatu, o supervisor do escritório do Dieese de São Paulo, José Silvestre Prado de Oliveira. A atitude previne que as dívidas aumentem ainda mais de valor.
Fonte: Infomoney
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