ENCALHE

março 26, 2009

O dia que Schopenhauer sorriu


Lula, o “self-made cabra”, entrevistado na Newsweek, faria o filósofo sorrir
O filósofo que ensina a escrever
Quando meu pai, ao sair para o trabalho, me via ferrado num livro e, ao voltar, me encontrava ainda ferrado no livro, dizia: “Meu filho, você precisa ruminar. E precisa pôr pra fora também. Se não, engruvinha por dentro. (…) acabo de ler “A Arte de Escrever”, de Arthur Schopenhauer (1788-1860), da L&PM Pocket. Divertido à beça. Como é que um nordestino das Alagoas, semi-alfabetizado, dizia o que um alemão ilustrado havia escrito cem anos antes? Na página 128, Shopenhauer escreve que, quando se lê o tempo todo, sem parar, “não se chega à ruminação”. Ele condena, não a leitura, mas o excesso. Quem lê as coisas nos livros é um erudito, mas “os promotores da espécie humana são aqueles que as leram diretamente no livro do mundo.
A imposição constante do pensamento alheio tira a elasticidade do espírito, como a mola perde a sua pela pressão constante de outro corpo – a metáfora é de Shopenhauer, que de metáforas faz uso a cada passo, e elogia quem sabe criá-las: “A formulação de comparações surpreendentes e ao mesmo tempo apropriadas dá mostras de um entendimento profundo.”"
Mylton Severiano em Caros Amigos, ed nº135, junho de 2008

O dia que Schopenhauer sorriu


Lula, o “self-made cabra”, entrevistado na Newsweek, faria o filósofo sorrir
O filósofo que ensina a escrever
Quando meu pai, ao sair para o trabalho, me via ferrado num livro e, ao voltar, me encontrava ainda ferrado no livro, dizia: “Meu filho, você precisa ruminar. E precisa pôr pra fora também. Se não, engruvinha por dentro. (…) acabo de ler “A Arte de Escrever”, de Arthur Schopenhauer (1788-1860), da L&PM Pocket. Divertido à beça. Como é que um nordestino das Alagoas, semi-alfabetizado, dizia o que um alemão ilustrado havia escrito cem anos antes? Na página 128, Shopenhauer escreve que, quando se lê o tempo todo, sem parar, “não se chega à ruminação”. Ele condena, não a leitura, mas o excesso. Quem lê as coisas nos livros é um erudito, mas “os promotores da espécie humana são aqueles que as leram diretamente no livro do mundo.
A imposição constante do pensamento alheio tira a elasticidade do espírito, como a mola perde a sua pela pressão constante de outro corpo – a metáfora é de Shopenhauer, que de metáforas faz uso a cada passo, e elogia quem sabe criá-las: “A formulação de comparações surpreendentes e ao mesmo tempo apropriadas dá mostras de um entendimento profundo.”"
Mylton Severiano em Caros Amigos, ed nº135, junho de 2008

O dia que Schopenhauer sorriu


Lula, o “self-made cabra”, entrevistado na Newsweek, faria o filósofo sorrir
O filósofo que ensina a escrever
Quando meu pai, ao sair para o trabalho, me via ferrado num livro e, ao voltar, me encontrava ainda ferrado no livro, dizia: “Meu filho, você precisa ruminar. E precisa pôr pra fora também. Se não, engruvinha por dentro. (…) acabo de ler “A Arte de Escrever”, de Arthur Schopenhauer (1788-1860), da L&PM Pocket. Divertido à beça. Como é que um nordestino das Alagoas, semi-alfabetizado, dizia o que um alemão ilustrado havia escrito cem anos antes? Na página 128, Shopenhauer escreve que, quando se lê o tempo todo, sem parar, “não se chega à ruminação”. Ele condena, não a leitura, mas o excesso. Quem lê as coisas nos livros é um erudito, mas “os promotores da espécie humana são aqueles que as leram diretamente no livro do mundo.
A imposição constante do pensamento alheio tira a elasticidade do espírito, como a mola perde a sua pela pressão constante de outro corpo – a metáfora é de Shopenhauer, que de metáforas faz uso a cada passo, e elogia quem sabe criá-las: “A formulação de comparações surpreendentes e ao mesmo tempo apropriadas dá mostras de um entendimento profundo.”"
Mylton Severiano em Caros Amigos, ed nº135, junho de 2008

O dia que Schopenhauer sorriu


Lula, o “self-made cabra”, entrevistado na Newsweek, faria o filósofo sorrir
O filósofo que ensina a escrever
Quando meu pai, ao sair para o trabalho, me via ferrado num livro e, ao voltar, me encontrava ainda ferrado no livro, dizia: “Meu filho, você precisa ruminar. E precisa pôr pra fora também. Se não, engruvinha por dentro. (…) acabo de ler “A Arte de Escrever”, de Arthur Schopenhauer (1788-1860), da L&PM Pocket. Divertido à beça. Como é que um nordestino das Alagoas, semi-alfabetizado, dizia o que um alemão ilustrado havia escrito cem anos antes? Na página 128, Shopenhauer escreve que, quando se lê o tempo todo, sem parar, “não se chega à ruminação”. Ele condena, não a leitura, mas o excesso. Quem lê as coisas nos livros é um erudito, mas “os promotores da espécie humana são aqueles que as leram diretamente no livro do mundo.
A imposição constante do pensamento alheio tira a elasticidade do espírito, como a mola perde a sua pela pressão constante de outro corpo – a metáfora é de Shopenhauer, que de metáforas faz uso a cada passo, e elogia quem sabe criá-las: “A formulação de comparações surpreendentes e ao mesmo tempo apropriadas dá mostras de um entendimento profundo.”"
Mylton Severiano em Caros Amigos, ed nº135, junho de 2008

O dia que Schopenhauer sorriu


Lula, o “self-made cabra”, entrevistado na Newsweek, faria o filósofo sorrir
O filósofo que ensina a escrever
Quando meu pai, ao sair para o trabalho, me via ferrado num livro e, ao voltar, me encontrava ainda ferrado no livro, dizia: “Meu filho, você precisa ruminar. E precisa pôr pra fora também. Se não, engruvinha por dentro. (…) acabo de ler “A Arte de Escrever”, de Arthur Schopenhauer (1788-1860), da L&PM Pocket. Divertido à beça. Como é que um nordestino das Alagoas, semi-alfabetizado, dizia o que um alemão ilustrado havia escrito cem anos antes? Na página 128, Shopenhauer escreve que, quando se lê o tempo todo, sem parar, “não se chega à ruminação”. Ele condena, não a leitura, mas o excesso. Quem lê as coisas nos livros é um erudito, mas “os promotores da espécie humana são aqueles que as leram diretamente no livro do mundo.
A imposição constante do pensamento alheio tira a elasticidade do espírito, como a mola perde a sua pela pressão constante de outro corpo – a metáfora é de Shopenhauer, que de metáforas faz uso a cada passo, e elogia quem sabe criá-las: “A formulação de comparações surpreendentes e ao mesmo tempo apropriadas dá mostras de um entendimento profundo.”"
Mylton Severiano em Caros Amigos, ed nº135, junho de 2008

O dia que Schopenhauer sorriu


Lula, o “self-made cabra”, entrevistado na Newsweek, faria o filósofo sorrir
O filósofo que ensina a escrever
Quando meu pai, ao sair para o trabalho, me via ferrado num livro e, ao voltar, me encontrava ainda ferrado no livro, dizia: “Meu filho, você precisa ruminar. E precisa pôr pra fora também. Se não, engruvinha por dentro. (…) acabo de ler “A Arte de Escrever”, de Arthur Schopenhauer (1788-1860), da L&PM Pocket. Divertido à beça. Como é que um nordestino das Alagoas, semi-alfabetizado, dizia o que um alemão ilustrado havia escrito cem anos antes? Na página 128, Shopenhauer escreve que, quando se lê o tempo todo, sem parar, “não se chega à ruminação”. Ele condena, não a leitura, mas o excesso. Quem lê as coisas nos livros é um erudito, mas “os promotores da espécie humana são aqueles que as leram diretamente no livro do mundo.
A imposição constante do pensamento alheio tira a elasticidade do espírito, como a mola perde a sua pela pressão constante de outro corpo – a metáfora é de Shopenhauer, que de metáforas faz uso a cada passo, e elogia quem sabe criá-las: “A formulação de comparações surpreendentes e ao mesmo tempo apropriadas dá mostras de um entendimento profundo.”"
Mylton Severiano em Caros Amigos, ed nº135, junho de 2008

junho 19, 2008

Revista Caros Amigos perde onze funcionários

Filed under: Caros Amigos, Mylton Severiano — Humberto @ 2:01 pm
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A Caros Amigos perdeu onze funcionários em crise gerada após demissão do secretário da redação, Thiago Domenici, na segunda-feira (16/06). Para o editor da publicação, Mylton Severiano, a raiz do problema é um desentendimento no processo sucessório de Sérgio de Souza, fundador e diretor da revista, falecido no último dia 25/03. “Com a morte do Sérgio, a animosidade cresceu de forma patológica. A sensação que eu tenho é que ele ( Thiago ) se julgava sucessor do Sérgio na redação”, diz Mylton.
De acordo com o editor, um grupo preferia que o secretário da redação assumisse o cargo. Thiago foi demitido por não ter entrevistado a ministra Dilma Roussef, mandando uma repórter no lugar, sem comunicar a chefia. Na reunião convocada para anunciar a demissão e explicar os fatos, outros dez funcionários pediram desligamento da empresa.
Ex-secretário nega versão de editor
Thiago Domenici afirma ter avisado a chefia sobre a mudança de repórteres para a entrevista e diz que Mylton, apesar de grande editor, não consegue se relacionar com o resto da redação. Para Thiago, esse é o motivo da demissão em massa.
“Atualmente você não pode mais dialogar na Caros Amigos. Você não pode conversar com o editor sobre uma capa”, afirma o ex-secretário.
Além de Thiago Domenici, deixaram a Caros Amigos a assistente de arte Mariana Nóbrega; os repórteres Renato Pompeu, Cylene Dalbon, Léo Arcoverde e Rodrigo Aranha; o assistente de redação Vinícius Souto; o redator Rodrigo Mendes; e os estagiários Mariana Santos, Natália Mendes e Jackson Viapiana.
Para ocupar as vagas abertas, dois repórteres foram contratados: Felipe Alves A. Larsen e Andrew Stanley Hand. A revista ainda procura um repórter.

Tema: Silver is the New Black. Blog no WordPress.com.

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