ENCALHE

julho 6, 2008

Greve dos professores: mais uma que enviei aos jornais ( pois as últimas duas, nenhuma delas foi publicada ). Persona non grata?

Essa hoje foi para:
Estado, Folha, JT, Agora, Valor Econômico, Diário do Grande ABC, Hora do Povo ( esses publicam ), Diário de São Paulo, Jornal do Commercio. As outras duas que mandei recentemente, sobre o mesmo assunto, saiu apenas uma vez ( mutilada, mas eu entendo, o espaço é bem curto ) no Agora, e completa no glorioso HP. Mas eu sou teimoso e não desisto nunca:
SP, 06.07.08
Sobre a paralisação dos professores da rede estadual paulista, é bom que se diga que não houve fim da greve, pois o estado de greve permanece. E a decisão do Ministério Público em não permitir a última manifestação, que ocorreria na Avenida Paulista na última sexta-feira, abre perigoso precedente, já que alguém pode, sob o mesmo argumento ( o dos hospitais ) querer que a Corrida de São Silvestre não seja mais disputada naquela região. Também o “Fora Collor” jamais poderia ter ocorrido ali. Sem mencionar as várias manifestações “anti-corrupção” ( na verdade anti-Lula ) que aconteceram ali – e que, é facil prever, não voltarão a ocorrer sob a mesma bandeira “anti-corrupção” em relação ao caso PSDB-Alstom [ ou às centenas de pedidos de CPIs encalhadas na ALESP ].
Mas tudo bem. Se pudesse dizer isso a cada um dos professores, eu sugeriria como novo local para suas manifestações o bairro de Higienópolis.
Atte,
Humberto Capellari

Manifestação faz apitaço na Av. Paulista
G1, 29.09.07
São Paulo ( sic ) sai às ruas contra Lula
São Paulo Metrópole, 22.10.06
“Na tarde deste domingo, 22 de Outubro, uma nova [ OPS!! "Nova"? No sentido de "mais uma"? E deixaram? ] passeata na Avenida Paulista, organizada polo Movimento Reforma Brasil (…) Ao longo da marcha, moradores de edifícios próximos demonstravam apoio ao evento gritando e exibindo a bandeira do Brasil em suas janelas (…)”.
Em São Paulo, manifestantes fazem ato contra a corrupção
BPMagazine, 19.07.2006
“O movimento “Reforma Brasil” foi à avenida Paulista no domingo, em São Paulo, para protestar contra a corrupção [ Nota: aqui leia-se "governo federal, pois eles não sairiam, hoje em dia, às ruas protestando conta o esquema PSDB-Alstom, ou exigindo CPIs na ALESP ], pelo fim do voto secreto no Congresso e da imunidade parlamentar e pela cassação de mandato dos políticos que não cumprem promessas de campanha.

dezembro 8, 2007

Demissão de funcionários da antiga FEBEM resulta em denúncia contra Geraldo Alckmin no Ministério Público

Deputado entra na Justiça contra Alckmin por prejuízos ao tesouro estadual
O deputado petista Rui Falcão protocolou junto ao Ministério Público do Estado de São Paulo, em 5/12, uma representação para instauração de inquérito civil contra o ex-governador Geraldo Alckmin e do ex-presidente da antiga Febem Alexandre de Moraes pelo prejuízo direto causado aos cofres públicos do Estado de, aproximadamente, R$ 32 milhões, pela demissão arbritária e em massa na fundação.
A situação gerou o ingresso de mais de uma centena de ações civis de reparação de danos morais e foi anulada pela Justiça e todos os 1.674 demitidos pelo “plano radical” promovido pelo governo Alckmin, para acabar com possíveis torturadores, foram reintegrados à Fundação Casa.
Conforme decisão judicial, em novembro/07, as demissões foram prematuras, sem a observância do devido processo legal e sem as garantias mínimas quanto à individualização da conduta de cada um dos demitidos. Com isso, o Estado arcará, além de indenizações, com o pagamento imediato de 27 salários dos funcionários afastados.
Rui Falcão explica que “diante disso, o Estado de São Paulo sofrerá um dano enorme e desproporcional, pela política mal orquestrada, que visava unicamente uma resposta social, ante o grande número de acusações de péssima gestão e falta de critérios educacionais para os adolescentes apenados por atos infracionais”, e completa “foi omissão culposa na condução da máquina administrativa”.
Na representação, o deputado evidencia que o ex-governador, Geraldo Alckmin, e o ex-presidente da Febem feriram os princípios da legalidade, moralidade, impessoalidade e eficiência.

PT na Alesp
06/12/07

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