ENCALHE

novembro 22, 2008

PM-PR forma primeira turma de oficiais capacitados em negociação em conflitos sociais. "Movimentos sociais são legítimos", diz Secretário de Segurança

PM forma grupo especializado em gerenciar conflitos sociais
AEN/PR
21/11/2008
A Polícia Militar formou nesta sexta-feira (21) o primeiro grupo de oficiais do Paraná capacitado em gerenciamento e negociação em conflitos sociais. Ao todo 23 oficiais de várias regiões do estado participaram do curso que teve como objetivo prepará-los para atuarem em situações de conflitos sociais diminuindo os riscos nas ações. Durante uma semana, os policiais tiveram um treinamento intenso em período integral, com aulas teóricas e práticas, completando 45 horas/aulas. Os novos mediadores irão autuar nas regiões do estado que apresentam maior índices de casos de conflitos.
Para o secretário da Segurança, Luiz Fernando Delazari, que participou do encerramento do curso, a idéia da capacitação do grupo nasceu a partir da postura que este governo tem em relação aos movimentos sociais. “Existe uma tendência muito forte de criminalização dos movimentos sociais. Muita gente parte da idéia de que integrantes destes tipos de movimentos sociais não passam de baderneiros. Mas essa não é a nossa visão. Reconhecemos a legitimidade destes movimentos. Para nós, são pessoas que tem um ideal e estão em busca de mudanças. Por isso, primamos sempre pelas reintegrações de posse pacíficas, com muita conversa e diálogo entre todas as partes envolvidas no processo”, comentou Delazari. O secretário finalizou a conversa com os policiais explicando que uma ação de sucesso é aquela onde uma reintegração é cumprida sem conseqüências. “Sabemos que uma reintegração foi perfeita quando lemos no noticiário apenas o fato da desocupação, sem a notícia de confronto”, encerrou. João Pedro Stédile, líder nacional do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), avaliou a iniciativa como fundamental. “Iniciativas como esta são extremamente importantes. È uma bela demonstração de democracia por parte do governo que está ajudando os policiais a entenderem melhor a natureza do problema. Espero que este curso tenha outras etapas e seja seguido por outros governos. Quanto mais estudiosos nesta área os policiais se tornarem, menos erros eles irão cometer”, explicou Stédile que ministrou a ultima palestra do curso na tarde de hoje (21). Além dele, também participaram das palestras, assistentes sociais, representantes do poder Judiciário e outros especialistas na área. Durante a capacitação, os policiais tiveram aula sobre direitos humanos, históricos dos movimentos sociais, estudo de massas, técnicas não-letais, inteligência policial aplicada aos conflitos sociais, técnicas de negociação, gerenciamento de conflitos sociais entre outras.
O comandante-geral da PM, coronel Anselmo José de Oliveira, avaliou o curso como uma demonstração de evolução do Governo do Paraná. “Foi um projeto que teve uma preocupação muito grande por parte do meu gabinete. A realização deste curso é uma demonstração inequívoca de evolução ao máximo neste campo. Por isso, quero parabenizar os 23 oficiais pela disposição e o desejo em se especializar no assunto. Espero quem sabe num futuro próximo que a nossa polícia se torne referência no assunto para o Brasil”, finalizou o Anselmo.
Participaram ainda do encerramento, o chefe do Estado Maior da PM, coronel Celso José Mello,o Comandante do Policiamento do Interior, coronel Amaro do Nascimento Carvalho, o Comandante do Policiamento da Capital em exercício, coronel Ademar Cunha Sobrinho, entre demais autoridades.

PM-PR forma primeira turma de oficiais capacitados em negociação em conflitos sociais. "Movimentos sociais são legítimos", diz Secretário de Segurança

PM forma grupo especializado em gerenciar conflitos sociais
AEN/PR
21/11/2008
A Polícia Militar formou nesta sexta-feira (21) o primeiro grupo de oficiais do Paraná capacitado em gerenciamento e negociação em conflitos sociais. Ao todo 23 oficiais de várias regiões do estado participaram do curso que teve como objetivo prepará-los para atuarem em situações de conflitos sociais diminuindo os riscos nas ações. Durante uma semana, os policiais tiveram um treinamento intenso em período integral, com aulas teóricas e práticas, completando 45 horas/aulas. Os novos mediadores irão autuar nas regiões do estado que apresentam maior índices de casos de conflitos.
Para o secretário da Segurança, Luiz Fernando Delazari, que participou do encerramento do curso, a idéia da capacitação do grupo nasceu a partir da postura que este governo tem em relação aos movimentos sociais. “Existe uma tendência muito forte de criminalização dos movimentos sociais. Muita gente parte da idéia de que integrantes destes tipos de movimentos sociais não passam de baderneiros. Mas essa não é a nossa visão. Reconhecemos a legitimidade destes movimentos. Para nós, são pessoas que tem um ideal e estão em busca de mudanças. Por isso, primamos sempre pelas reintegrações de posse pacíficas, com muita conversa e diálogo entre todas as partes envolvidas no processo”, comentou Delazari. O secretário finalizou a conversa com os policiais explicando que uma ação de sucesso é aquela onde uma reintegração é cumprida sem conseqüências. “Sabemos que uma reintegração foi perfeita quando lemos no noticiário apenas o fato da desocupação, sem a notícia de confronto”, encerrou. João Pedro Stédile, líder nacional do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), avaliou a iniciativa como fundamental. “Iniciativas como esta são extremamente importantes. È uma bela demonstração de democracia por parte do governo que está ajudando os policiais a entenderem melhor a natureza do problema. Espero que este curso tenha outras etapas e seja seguido por outros governos. Quanto mais estudiosos nesta área os policiais se tornarem, menos erros eles irão cometer”, explicou Stédile que ministrou a ultima palestra do curso na tarde de hoje (21). Além dele, também participaram das palestras, assistentes sociais, representantes do poder Judiciário e outros especialistas na área. Durante a capacitação, os policiais tiveram aula sobre direitos humanos, históricos dos movimentos sociais, estudo de massas, técnicas não-letais, inteligência policial aplicada aos conflitos sociais, técnicas de negociação, gerenciamento de conflitos sociais entre outras.
O comandante-geral da PM, coronel Anselmo José de Oliveira, avaliou o curso como uma demonstração de evolução do Governo do Paraná. “Foi um projeto que teve uma preocupação muito grande por parte do meu gabinete. A realização deste curso é uma demonstração inequívoca de evolução ao máximo neste campo. Por isso, quero parabenizar os 23 oficiais pela disposição e o desejo em se especializar no assunto. Espero quem sabe num futuro próximo que a nossa polícia se torne referência no assunto para o Brasil”, finalizou o Anselmo.
Participaram ainda do encerramento, o chefe do Estado Maior da PM, coronel Celso José Mello,o Comandante do Policiamento do Interior, coronel Amaro do Nascimento Carvalho, o Comandante do Policiamento da Capital em exercício, coronel Ademar Cunha Sobrinho, entre demais autoridades.

PM-PR forma primeira turma de oficiais capacitados em negociação em conflitos sociais. "Movimentos sociais são legítimos", diz Secretário de Segurança

PM forma grupo especializado em gerenciar conflitos sociais
AEN/PR
21/11/2008
A Polícia Militar formou nesta sexta-feira (21) o primeiro grupo de oficiais do Paraná capacitado em gerenciamento e negociação em conflitos sociais. Ao todo 23 oficiais de várias regiões do estado participaram do curso que teve como objetivo prepará-los para atuarem em situações de conflitos sociais diminuindo os riscos nas ações. Durante uma semana, os policiais tiveram um treinamento intenso em período integral, com aulas teóricas e práticas, completando 45 horas/aulas. Os novos mediadores irão autuar nas regiões do estado que apresentam maior índices de casos de conflitos.
Para o secretário da Segurança, Luiz Fernando Delazari, que participou do encerramento do curso, a idéia da capacitação do grupo nasceu a partir da postura que este governo tem em relação aos movimentos sociais. “Existe uma tendência muito forte de criminalização dos movimentos sociais. Muita gente parte da idéia de que integrantes destes tipos de movimentos sociais não passam de baderneiros. Mas essa não é a nossa visão. Reconhecemos a legitimidade destes movimentos. Para nós, são pessoas que tem um ideal e estão em busca de mudanças. Por isso, primamos sempre pelas reintegrações de posse pacíficas, com muita conversa e diálogo entre todas as partes envolvidas no processo”, comentou Delazari. O secretário finalizou a conversa com os policiais explicando que uma ação de sucesso é aquela onde uma reintegração é cumprida sem conseqüências. “Sabemos que uma reintegração foi perfeita quando lemos no noticiário apenas o fato da desocupação, sem a notícia de confronto”, encerrou. João Pedro Stédile, líder nacional do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), avaliou a iniciativa como fundamental. “Iniciativas como esta são extremamente importantes. È uma bela demonstração de democracia por parte do governo que está ajudando os policiais a entenderem melhor a natureza do problema. Espero que este curso tenha outras etapas e seja seguido por outros governos. Quanto mais estudiosos nesta área os policiais se tornarem, menos erros eles irão cometer”, explicou Stédile que ministrou a ultima palestra do curso na tarde de hoje (21). Além dele, também participaram das palestras, assistentes sociais, representantes do poder Judiciário e outros especialistas na área. Durante a capacitação, os policiais tiveram aula sobre direitos humanos, históricos dos movimentos sociais, estudo de massas, técnicas não-letais, inteligência policial aplicada aos conflitos sociais, técnicas de negociação, gerenciamento de conflitos sociais entre outras.
O comandante-geral da PM, coronel Anselmo José de Oliveira, avaliou o curso como uma demonstração de evolução do Governo do Paraná. “Foi um projeto que teve uma preocupação muito grande por parte do meu gabinete. A realização deste curso é uma demonstração inequívoca de evolução ao máximo neste campo. Por isso, quero parabenizar os 23 oficiais pela disposição e o desejo em se especializar no assunto. Espero quem sabe num futuro próximo que a nossa polícia se torne referência no assunto para o Brasil”, finalizou o Anselmo.
Participaram ainda do encerramento, o chefe do Estado Maior da PM, coronel Celso José Mello,o Comandante do Policiamento do Interior, coronel Amaro do Nascimento Carvalho, o Comandante do Policiamento da Capital em exercício, coronel Ademar Cunha Sobrinho, entre demais autoridades.

PM-PR forma primeira turma de oficiais capacitados em negociação em conflitos sociais. "Movimentos sociais são legítimos", diz Secretário de Segurança

PM forma grupo especializado em gerenciar conflitos sociais
AEN/PR
21/11/2008
A Polícia Militar formou nesta sexta-feira (21) o primeiro grupo de oficiais do Paraná capacitado em gerenciamento e negociação em conflitos sociais. Ao todo 23 oficiais de várias regiões do estado participaram do curso que teve como objetivo prepará-los para atuarem em situações de conflitos sociais diminuindo os riscos nas ações. Durante uma semana, os policiais tiveram um treinamento intenso em período integral, com aulas teóricas e práticas, completando 45 horas/aulas. Os novos mediadores irão autuar nas regiões do estado que apresentam maior índices de casos de conflitos.
Para o secretário da Segurança, Luiz Fernando Delazari, que participou do encerramento do curso, a idéia da capacitação do grupo nasceu a partir da postura que este governo tem em relação aos movimentos sociais. “Existe uma tendência muito forte de criminalização dos movimentos sociais. Muita gente parte da idéia de que integrantes destes tipos de movimentos sociais não passam de baderneiros. Mas essa não é a nossa visão. Reconhecemos a legitimidade destes movimentos. Para nós, são pessoas que tem um ideal e estão em busca de mudanças. Por isso, primamos sempre pelas reintegrações de posse pacíficas, com muita conversa e diálogo entre todas as partes envolvidas no processo”, comentou Delazari. O secretário finalizou a conversa com os policiais explicando que uma ação de sucesso é aquela onde uma reintegração é cumprida sem conseqüências. “Sabemos que uma reintegração foi perfeita quando lemos no noticiário apenas o fato da desocupação, sem a notícia de confronto”, encerrou. João Pedro Stédile, líder nacional do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), avaliou a iniciativa como fundamental. “Iniciativas como esta são extremamente importantes. È uma bela demonstração de democracia por parte do governo que está ajudando os policiais a entenderem melhor a natureza do problema. Espero que este curso tenha outras etapas e seja seguido por outros governos. Quanto mais estudiosos nesta área os policiais se tornarem, menos erros eles irão cometer”, explicou Stédile que ministrou a ultima palestra do curso na tarde de hoje (21). Além dele, também participaram das palestras, assistentes sociais, representantes do poder Judiciário e outros especialistas na área. Durante a capacitação, os policiais tiveram aula sobre direitos humanos, históricos dos movimentos sociais, estudo de massas, técnicas não-letais, inteligência policial aplicada aos conflitos sociais, técnicas de negociação, gerenciamento de conflitos sociais entre outras.
O comandante-geral da PM, coronel Anselmo José de Oliveira, avaliou o curso como uma demonstração de evolução do Governo do Paraná. “Foi um projeto que teve uma preocupação muito grande por parte do meu gabinete. A realização deste curso é uma demonstração inequívoca de evolução ao máximo neste campo. Por isso, quero parabenizar os 23 oficiais pela disposição e o desejo em se especializar no assunto. Espero quem sabe num futuro próximo que a nossa polícia se torne referência no assunto para o Brasil”, finalizou o Anselmo.
Participaram ainda do encerramento, o chefe do Estado Maior da PM, coronel Celso José Mello,o Comandante do Policiamento do Interior, coronel Amaro do Nascimento Carvalho, o Comandante do Policiamento da Capital em exercício, coronel Ademar Cunha Sobrinho, entre demais autoridades.

PM-PR forma primeira turma de oficiais capacitados em negociação em conflitos sociais. "Movimentos sociais são legítimos", diz Secretário de Segurança

PM forma grupo especializado em gerenciar conflitos sociais
AEN/PR
21/11/2008
A Polícia Militar formou nesta sexta-feira (21) o primeiro grupo de oficiais do Paraná capacitado em gerenciamento e negociação em conflitos sociais. Ao todo 23 oficiais de várias regiões do estado participaram do curso que teve como objetivo prepará-los para atuarem em situações de conflitos sociais diminuindo os riscos nas ações. Durante uma semana, os policiais tiveram um treinamento intenso em período integral, com aulas teóricas e práticas, completando 45 horas/aulas. Os novos mediadores irão autuar nas regiões do estado que apresentam maior índices de casos de conflitos.
Para o secretário da Segurança, Luiz Fernando Delazari, que participou do encerramento do curso, a idéia da capacitação do grupo nasceu a partir da postura que este governo tem em relação aos movimentos sociais. “Existe uma tendência muito forte de criminalização dos movimentos sociais. Muita gente parte da idéia de que integrantes destes tipos de movimentos sociais não passam de baderneiros. Mas essa não é a nossa visão. Reconhecemos a legitimidade destes movimentos. Para nós, são pessoas que tem um ideal e estão em busca de mudanças. Por isso, primamos sempre pelas reintegrações de posse pacíficas, com muita conversa e diálogo entre todas as partes envolvidas no processo”, comentou Delazari. O secretário finalizou a conversa com os policiais explicando que uma ação de sucesso é aquela onde uma reintegração é cumprida sem conseqüências. “Sabemos que uma reintegração foi perfeita quando lemos no noticiário apenas o fato da desocupação, sem a notícia de confronto”, encerrou. João Pedro Stédile, líder nacional do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), avaliou a iniciativa como fundamental. “Iniciativas como esta são extremamente importantes. È uma bela demonstração de democracia por parte do governo que está ajudando os policiais a entenderem melhor a natureza do problema. Espero que este curso tenha outras etapas e seja seguido por outros governos. Quanto mais estudiosos nesta área os policiais se tornarem, menos erros eles irão cometer”, explicou Stédile que ministrou a ultima palestra do curso na tarde de hoje (21). Além dele, também participaram das palestras, assistentes sociais, representantes do poder Judiciário e outros especialistas na área. Durante a capacitação, os policiais tiveram aula sobre direitos humanos, históricos dos movimentos sociais, estudo de massas, técnicas não-letais, inteligência policial aplicada aos conflitos sociais, técnicas de negociação, gerenciamento de conflitos sociais entre outras.
O comandante-geral da PM, coronel Anselmo José de Oliveira, avaliou o curso como uma demonstração de evolução do Governo do Paraná. “Foi um projeto que teve uma preocupação muito grande por parte do meu gabinete. A realização deste curso é uma demonstração inequívoca de evolução ao máximo neste campo. Por isso, quero parabenizar os 23 oficiais pela disposição e o desejo em se especializar no assunto. Espero quem sabe num futuro próximo que a nossa polícia se torne referência no assunto para o Brasil”, finalizou o Anselmo.
Participaram ainda do encerramento, o chefe do Estado Maior da PM, coronel Celso José Mello,o Comandante do Policiamento do Interior, coronel Amaro do Nascimento Carvalho, o Comandante do Policiamento da Capital em exercício, coronel Ademar Cunha Sobrinho, entre demais autoridades.

junho 13, 2008

Três empresas apenas controlam 98% do mercado de fertilizantes, o que acarreta no aumento dos preços dos alimentos!

“Bunge tem responsabilidade no encarecimento dos alimentos”, afirmam agricultores
A transnacional Bunge foi alvo de protestos no município de Araucária, no Paraná, nesta quinta-feira (12). Cerca de 700 trabalhadores foram para frente da fábrica de fertilizantes Ultrafértil/Fosfértil e protestaram contra a
privatização da empresa. A fábrica foi privatizada há 15 anos, quando foi comprada pela Bunge, que passou a ter grande controle da produção e distribuição do mercado de fertilizantes.
De acordo com o diretor do Sindicato dos Trabalhadores de Produtos Químicos do Paraná (Sindiquímicos), Otênio Garcia, a Bunge, sozinha, controla 52% do mercado no Brasil. Em conjunto com as outras duas maiores empresas do ramo, o controle chega a 98%.
“O setor de fertilizantes está na mão de três grandes multinacionais, que é a Bunge, a Cargill e a Yara. Aí elas praticam o preço que querem, do jeito que querem, colocando o pequeno produtor de joelhos. Para você ter uma idéia, o preço da uréia era US$ 100 a tonelada quando a empresa era estatal, hoje passa dos U$ 450. Pelo lado dos trabalhadores, nós convivemos com a precarização das condições de segurança, precarização da manutenção, diminuição das conquistas históricas da categoria, diminuição do número de trabalhadores”.
Os manifestantes cobram do governo Lula a reestatização da empresa. Segundo Garcia, as empresas que monopolizam o setor de fertilizantes são grandes responsáveis pelos aumentos de preço dos alimentos. Em 2007, a Ultrafértil aumentou o lucro em 93%. A manifestação faz parte de uma jornada de lutas que ocorre em todo o Brasil ao longo desta semana. A jornada é organizada pela Via Campesina – entidade que reúne movimentos sociais de quatro continentes – e pela Assembléia Popular – movimentos de trabalhadores rurais e urbanos.
De São Paulo, da Radioagência NP, Vinicius Mansur.
12/06/08

Tema: Silver is the New Black. Blog no WordPress.com.

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