ENCALHE

agosto 3, 2007

O Mundinho

NIZAN GUANAES é o “cabeça” da holding YPY. Por meio desta, adquiriu a marca MPM – até então pertencente ao Interpublic Group. NIZAN é amigo de infância e sócio de JOÃO AUGUSTO VALENTE, e este era amigo de DANIEL DANTAS ( de acordo com a vEJA e o Mainardi, amicíssimo de Lula e Zé Dirceu ) , à época do Banco Icatu.
A MPM é presidida por BIA AYDAR, profissional reconhecidamente de destaque no mercado em que atua, e que trabalhou, por exemplo, na campanha eleitoral de José Serra à presidência.
A MPM ganhou, no começo de 2007, a conta do MASP; museu paulistano que, por sua vez, tem entre os quadros de seu Conselho Deliberativo, o srs. NIZAN GUANAES e JOÃO DORIA JR.
DÓRIA, um empresário de muito sucesso e sorte ( já que é preciso uma boa dose dessa, para estar no lugar certo, na hora certa e conhecer as pessoas certas ) , bem-nascido e perseverante é, neste momento, um dos cidadãos de bem de maior destaque na mídia, pois encabeça o movimento cívico-patriota pela decência e contra a corrupção, o CANSEI.
Um release, divulgando a caminhada promovida pelo CANSEI – em suposta homenagem às vítimas do acidente do avião da TAM – foi distribuído pelo escritório de comunicação LU FERNANDES.
LU FERNANDES tem contrato com a PREFEITURA DE SÃO PAULO ( Gestão Kassab )e trabalhou em campanhas eleitorais de JOSÉ SERRA, com quem mantém estreita amizade, coisa antiga mesmo .
Não estamos diante de um golpe mediático, meus senhores, mas sim, de um golpe publicitário.

julho 31, 2007

Mais Lu Fernandes

Filed under: CANSEI, Geraldo Alckmin, José Serra, Lu Fernandes — Humberto @ 11:25 pm
MAXPRESS
CAMINHADA NESTE DOMINGO, EM SÃO PAULO, HOMENAGEIA AS VÍTIMAS DE ACIDENTES AÉREOS E EXIGE SOLUÇÕES
Com saída às 9 horas do Monumento às Bandeira, no Ibirapuera, e chegada ao local do acidente da TAM, uma caminhada vai homenagear todas as vítimas do caos aéreo e os bombeiros e reivindicar soluções urgentes para a crise. Os organizadores sugerem que os participantes vistam-se com preto e levem flores.Uma caminhada partindo do Monumento às Bandeiras, no Ibirapuera, neste domingo, dia 29 de julho, às 9 horas, com destino ao local do acidente da TAM, homenageará as vítimas de acidentes aéreos e os bombeiros, cujo trabalho é constantemente elogiado pelos envolvidos, e dará início a mobilização nacional pela segurança aérea. A iniciativa envolve entidades como a ABRAPAVAA (Associação Brasileira de Parentes de Vítimas de Acidentes Aéreos), CRIA Brasil (Cidadão, Responsável, Informado e Atuante), Campanha Rir para não Chorar, Casa do Zezinho, Fundação SOS Mata Atlântica, Instituto Brasil Verdade, Instituto Rukha e Movimento Nossa São Paulo: Outra Cidade.
Sob caos aéreo há mais de dez meses, sem perspectivas de solução a curto prazo, e mais de 350 mortos, os brasileiros devem, segundo os organizadores, expor publicamente o seu repúdio e exigir do governo soluções imediatas para inibir os abusos a que todos os passageiros e famílias estão sendo submetidos. Para a caminhada, os organizadores sugerem que os participantes usem pelo menos uma peça de roupa na cor preta e que levem flores para homenagear as vítimas.O ponto de encontro será no Monumento às Bandeiras, em frente ao Parque do Ibirapuera, em São Paulo, às 9 horas do domingo ( 29 de julho ). De lá, os manifestantes seguem em direção às avenidas República do Líbano, Indianópolis e Moreira Guimarães para então chegar até a avenida Washington Luís, em frente ao Terminal de Cargas da TAM Express.
Em anexo, segue a íntegra da convocação.
Mais informações com Marcio Neubauer ( Cria Brasil ) pelo telefone 8353.8882 ou com Maria Fernanda Rodrigues ( Lu Fernandes Escritório de Comunicação ) pelo telefone 3814.4600
Dados da Notícia
Data da inclusão: 25/07/2007
Empresa:
LU FERNANDES EDITORA & ESCRITORIO DE COMUNICAÇÃO
Data do Evento : 29/07/2007
Estado: SP
Fone: (11) 3814-4600
E-mail:
camilasantos@lufernandes.com.br
Ramal:
Editorias:
Terceiro Setor , Geral , Cultura
Fax: () -
Contato: CAMILA SILVA DOS SANTOS

Troca de favores suspeita
Ugo Braga
Correio Braziliense
12/3/2006
Secretário da Prefeitura de São Paulo contrata empresa de antiga sócia para prestar serviços a José Serra ao custo de R$ 1,3 milhão ao ano. Sérgio Kobayashi e Lu Fernandes negam irregularidades
Quando o jornalista Sérgio Kobayashi foi convidado pelo então prefeito eleito de São Paulo José Serra (PSDB) para a Secretaria de Comunicação, em dezembro de 2004, pensava que sua tarefa duraria seis meses, no máximo um ano. O cargo, criado na gestão Marta Suplicy, centralizava todo o poder sobre as verbas de publicidade e sua missão era extingui-lo. Na semana passada, 14 meses depois da posse, ele deu o trabalho por encerrado. Reestruturou a secretaria, pediu exoneração e foi embora. Mas deixou na gaveta a primeira mácula da administração Serra: no exercício do cargo, Kobayashi contratou a empresa de uma antiga sócia, a jornalista Lu Fernandes, e destinou a ela uma gorda fatia dos R$ 30 milhões anuais que sua caneta poderosa controlava.
Lu Fernandes é jornalista de prestígio em São Paulo. Na juventude, militou no Partido Comunista quando a legenda sobrevivia na clandestinidade. Em 1991, abriu o Escritório de Comunicação. É uma empresa de assessoria de imprensa. Há 15 anos, figura entre as maiores do ramo.
O Escritório de Comunicação não é a única pessoa jurídica da qual Lu Fernandes detém cotas. Ela também é sócia da Editora Barcarolla. Criada em novembro de 2003, a Barcarolla só saiu do papel efetivamente em março do ano seguinte, mês em que a firma admitiu um novo sócio, justamente Sérgio Kobayashi — cujo prestígio no meio editorial é reconhecido desde quando presidiu a Imprensa Oficial do Estado de São Paulo nas gestões tucanas de Mário Covas e Geraldo Alckmin.
Cobertor Em duas oportunidades ao longo de 2005, em maio e em dezembro, a assinatura de Kobayashi chancelou a contratação do Escritório de Comunicação pelas secretarias municipais de Serviços (subprefeitura da Sé, a principal da capital) e de Transportes. Nesta, a empresa atua junto à Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) e junto à SPTrans — estatal entregue pelo prefeito Serra ao PPS, legenda sucessora do antigo partidão no qual Lu Fernandes militou.
Neste tipo de negócio, detalhes sobre valores são relativamente escondidos. Não há registro de um único centavo saindo do tesouro municipal em direção ao caixa do Escritório de Comunicação. Porque ele é subcontratado pelas agências de publicidade que atendem aos órgãos da prefeitura — Agnelo Pacheco Comunicação no caso da subprefeitura da Sé e Rino Publicidade na área de transportes.
Contatada pela reportagem, a própria Lu Fernandes informou que os dois contratos lhe rendem R$ 112 mil mensais, ou R$ 1,3 milhão por ano — equivalente a 4% do orçamento da prefeitura para a área de publicidade, o que não é pouca coisa. Ela, entretanto, rechaça qualquer menção a tráfico de influência. “Eu fiz todas as campanhas do Serra, sou amiga dele, estranho seria se eu não fizesse nada com o Serra”, argumenta. “Além do mais, o Sérgio Kobayashi não era mais sócio da Barcarolla quando me contratou, passou só quatro meses na empresa.”
Dois em um Esta informação precisa ser bem medida e bem pesada. Porque Kobayashi foi admitido na sociedade em março de 2004 e, segundo registros na Junta Comercial do estado de São Paulo, retirou-se no dia 17 de janeiro de 2005, 16 dias depois de assumir o cargo na prefeitura. Portanto, passou bem mais do que os propagados quatro meses. Mais que isso, a despeito de ter se afastado de direito, de fato, sua imagem ajuda a empresa até hoje, visto que no site mantido pela Barcarolla na internet, ele figurava como um dos ilustres donos até as 22h25 da última sexta-feira.
A Barcarolla não é uma editora do primeiro time. Praticamente recém-nascida, tem apenas 18 títulos lançados. Mas guarda enorme ligação com o Escritório de Comunicação: funciona no mesmo endereço dele — Avenida Pedroso de Morais, número 631, 11º andar, no bairro de Pinheiros – e atende no mesmo telefone. Pode-se dizer que o sucesso de um ajuda o outro e vice-versa.
Procurado pelo Correio, Kobayashi negou qualquer favorecimento ao Escritório de Comunicação. Diz que foi sim o responsável pela contratação porque isso fazia parte de suas atribuições na prefeitura. Mas que a empresa da amiga Lu Fernandes apresentou o melhor projeto e o melhor preço numa pesquisa feita pelas agências de propaganda junto a outras assessorias de imprensa. Ele não lembra quais foram essas empresas nem qual preço cobraram. Até o fechamento desta edição, a assessoria do prefeito José Serra não havia retornado aos chamados da reportagem para esclarecer o assunto.
Entrevistas
Lu Fernandes – Ligações antigas
A jornalista Lu Fernandes admite manter ligações antigas com José Serra, mas nega que tenha sido beneficiada pelo ex-sócio e secretário do prefeito ao ser contratada para fazer assessoria de imprensa a órgãos municipais. A seguir, trechos da entrevista que concedeu por telefone ao Correio:
Você é sócia do Sérgio Kobayashi? Ele foi meu sócio, mas não no Escritório. Foi na editora (Barcarolla), que é uma editora pequena e absolutamente deficitária. Ficou sócio três ou quatro meses. Minha empresa é outra coisa, não tenho sócios, sou dona dela há 15 anos. Eu pessoalmente faço assessoria para o Serra em todas as campanhas desde 1987. Trabalhei com o Serra na campanha da prefeitura. E eu tenho duas contas, duas contas grandes, diga-se de passagem, de assessoria de comunicação e de imprensa.
Na prefeitura, Kobayashi dava a palavra final sobre a contratação das assessorias, não? Não. Minha relação com o Andrea (Matarazzo, subprefeito da Sé), por exemplo, é anterior. Minha relação com o Fred (Frederico Bussinger, secretário de Transportes), também. Nós nos conhecemos desde 1975, no Partido Comunista Brasileiro.
A Barcarolla tem alguma relação com a Imprensa Oficial? Não, está maluco? Nada. A Imprensa Oficial é cliente da minha outra empresa, do Escritório de Comunicação, já faz quatro anos.
Quando você começou a atender a Imprensa Oficial, o Sérgio Kobayashi era o presidente? Era, era sim. Foi exatamente lá que a gente se conheceu profissionalmente. Comecei a atender no último ano do Sérgio como presidente e continuo lá até hoje. Cliente, eu não perco.
Houve favorecimento na sua contratação pela Prefeitura de São Paulo? Não, é claro que não, porque a gente era sócio em uma coisa que não tem nada a ver com o meu Escritório.
Sérgio Kobayashi – “Eu assinava as ordens”
Também por telefone, o ex-secretário municipal de Comunicação de São Paulo Sérgio Kobayashi falou ao Correio. Há algumas pequenas divergências no relato dele em relação ao da ex-sócia Lu Fernandes. A seguir, os principais trechos da entrevista.
O senhor é sócio da Lu Fernandes? Ela tem duas contas grandes na prefeitura, não? Não, ela é minha amiga há mais de 15 anos, fomos sócios, mas me desincompatibilizei da editora (Barcarolla) logo que assumi o cargo na prefeitura. A empresa da Lu tem a (subprefeitura da) Sé e os Transportes.
Como era o processo de contratação de assessorias de imprensa na prefeitura? Você dava a palavra final? Dava, eu é que assinava todas as ordens de serviço. No caso da Sé, a agência que atende, a Agnelo Pacheco, fez uma pesquisa e a empresa da Lu apresentou o melhor case e o menor preço. Sempre optamos pelo menor preço. No caso dos Transportes, ela tem a conta, na verdade, da CET (Companhia de Engenharia de Tráfego), que é uma empresa de economia mista. Eles foram contratar, me consultaram e eu concordei. Poderia argumentar pelo veto, mas concordei.
Em algum momento o senhor se sentiu impedido, do ponto de vista ético, de estar contratando a empresa de uma sócia sua? Não. Ela não era mais minha sócia. E eu não posso prejudicar as pessoas só porque são minhas amigas, assim como não posso prejudicar ninguém porque são minhas inimigas.
É verdade que o senhor deixou a prefeitura e foi direto trabalhar no Escritório de Comunicação Lu Fernandes? Não, de jeito nenhum. Fui dar aula e prestar consultoria. Abri minha própria empresa, a Sérgio Kobayashi Comunicação, e estou fazendo uns projetos.

O CATA-MILHO fazendo propaganda gratuita: Veja o portfólio do Escritório de Comunicação Lu Fernandes

Filed under: Lu Fernandes, mídia tucana, propaganda — Humberto @ 10:53 pm
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Criação e produção editorial de house-organ para a CDHU.
CDHU
Um processo de revitalização transformou a CDHU em 2001. Responsável pelo maior programa habitacional já realizado no Brasil, a companhia passou boa parte de sua vida mais preocupada em produzir obras do que em construir uma imagem institucional sólida. Um período de grande turbulência apontou a necessidade de a corporação rever esta posição. Realizada pelo Escritório de Comunicação, uma consultoria traçou as diretrizes para a companhia mudar radicalmente sua imagem corporativa. O trabalhou idealizou ações e posturas para transformar desde a comunicação interna e externa da companhia até mudar o relacionamento com mutuários, parceiros, prefeitos, associações de moradores e a comunidade. O primeiro passo foi reformular a política do setor de comunicação. Um comando único começou a estabelecer metas comuns aos subsestores envolvidos na comunicação – assessoria de imprensa, eventos, publicidade e propaganda, publicações – para divulgar com rapidez e uniformidade as realizações da empresa. Usando com eficácia todos os meios disponíveis, o setor passou a aproveitar o potencial de cada ação, etapa e programa. Simultaneamente, a companhia instituiu um Comitê de Comunicação formado por representantes de todas as diretorias para identificar demandas, sugerir ações e mobilizar a atividade de cada gerência, formatar grandes eventos como sorteios, entregas de chaves, lançamentos de programas. Ao investir na comunicação interna, o Escritório lançou o jornal “CDHU Gente” para integrar os funcionários da empresa e o fac-símile semanal “Movimento Regional” para disseminar informações sobre as ações dos escritórios regionais da companhia espalhados pelo Estado. Paralelamente, a companhia passou a fazer seminários e palestras para melhorar a capacitação de seu corpo funcional.O setor de comunicação começou a padronizar e produzir material de divulgação e apoio pedagógico – publicações, vídeos, folders, folhetos, cartilhas – para tornar mais freqüente e produtiva a relação da empresa com seus públicos. Dentro deste espírito, a CDHU lançou campanhas de mobilização estadual. Dirigida a 13 mil família, a primeira divulgou a quitação da casa própria para mutuários com contratos vinculados ao Fundo de Compensação das Variações Salariais. Já a segunda campanha foi mais ampla: divulgou as vantagens para 100 mil mutuários inadimplentes regularizem a situação de suas prestações junto à CDHU.
1ª Virada Cultural - Secretaria Municipal de Cultura
Com apenas 15 dias para planejar a divulgação, o Escritório de Comunicação assumiu em outubro a divulgação da 1a Virada Cultural de São Paulo. Montamos uma Central de Imprensa no Escritório e conseguimos resultados expressivos de exposição na mídia – mais de três horas de inserção em noticiários de TV e de mais de 250 notícias impressas (inclusive matérias de até duas páginas como no caso de O Estado de SP e Folha), além de 4 horas e 30 minutos de cobertura nas emissoras de rádio e outras 354 menções em sites, em apenas quatro dias, nosso trabalho envolveu várias atividades. A análise de mídia, por tipo de veículo, nos remete a inserções que, em termos de espaço pago, representariam investimentos de mais de R$ 20 milhões. Para coroar o trabalho de divulgação, a Virada foi assunto do Bom Dia São Paulo e do Bom Dia Brasil, da TV Globo, no dia seguinte.Outro ponto altamente positivo foi o site da Virada, com releases e notas on-line durante as 24 horas de programação, servindo de pauta e material para jornais, revistas, rádios, sites e tevês.
2ª Virada Cultural - Secretaria Municipal de Cultura
A divulgação da segunda edição do evento, realizada nos dias 20 e 21 de maio bateu recordes de exposição na mídia nos principais veículos de todo País, mesmo passando por um período complicado com os primeiros ataques do PCC em São Paulo. Foi essencial reverter a situação de medo, garantir que o evento aconteceria e colocar a mídia ao nosso lado. Com resultados expressivos de exposição na mídia – mais de 800 notícias impressas (matérias nos principais jornais do País, inclusive de páginas) e sites, destaque para edições caprichadas de O Estado de S. Paulo e Folha de S. Paulo, além dos dez motivos da ir à Virada publicados pela Revista Veja São Paulo. Durante a divulgação preparamos mais de 50 releases diferenciados e inúmeras sugestões de pautas que foram enviados de acordo com o interesse por mailing e veículo, procurando atender aos interesses de várias editorias e manter noticiário da Virada. Durante o evento colocamos online no site 106 destaques, inclusive durante a madrugada.A Virada foi assunto de vários telejornais e programas das principais emissoras de tevê e destaque no Bom Dia São Paulo no dia seguinte ao evento, com entrevista ao vivo do secretário de Cultura. Os resultados em todas as mídias – impressa e eletrônica – superaram as expectativas mais uma vez, inclusive com o apoio da mídia à decisão corajosa dos organizadores em manter o evento. De modo geral, a mídia não se limitou à cobertura do evento em si, com forte veiculação antes e depois de sua realização.

Tema: Silver is the New Black. Blog no WordPress.com.

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