ENCALHE

março 30, 2008

De monolitos e sabotagens: petistas tranportam gigantesca pedra até canteiro de obras do Metrô, só para fazê-lo ruir e piorar o trânsito na Capital!!

É isso mesmo!!
O glorioso blog “O Cata-Milho” foi o primeiro a revelar ao mundo o sórdido plano de sabotagem levado a cabo pela guerrilha petista ( vejam AQUI ), à ocasião entendido como tendo sido um suposto atentado, supostamente cometido conta o baluarte do jornalismo honesto, a Editora Abril. Erramos por pouco. O ataque foi contra o Metrô, mesmo. Para tornar a ação mais abjeta ainda, basta dizer que, de acordo com o manual internacional de competência gerencial, o consórcio teria que fazer de 4 a 5 perfurações no solo, para testes. Só que o Consórcio fez mais que isso: por excesso de zelo, e sem motivo algum que o justificasse, foram feitas cerca de 11 perfurações. Ou seja, quase o dobro. Sem motivo algum, só competência gerencial. Sem medir os gastos, só para garantir a qualidade da obra. E ainda assim deu errado. Graças, agora sabemos, à sabotagem da célula petista, acostumada também a fabricar dossiês.
Um ano depois, a verdade apareceu para nunca mais deixá-los ( os petistas ) em paz.
O Fontes ( meu informante ) garantiu-me que tratou-se, na verdade, de uma bem engendrada sabotagem , com o malévolo propósito de [ somado a diversos ( e aparentemente, sem-relação-entre-si ) eventos ] prejudicar o trânsito na Capital. O controverso e muito discutido legista inglês BadHam Palhares atestou que aloprados petistas colocaram uma inacreditavelmente monstruosa pedra* – extraída de uma pedreira localizada em Franco da Rocha – no interior da obra, na calada da noite, quando ninguém estava olhando.
Aí foi só esperar o aprendiz de meteoro fazer o estrago, e correr pro abraço.
*De acordo com BadHam, uma pedra de tal porte só pode ser encontrada nalgum campo de trabalhos forçados semelhante àqueles mantidos pelos governos comunistas. Nestes campos, os prisioneiros são obrigados a bater em imensas rochas com um martelo desses de Carnaval ( que assobiam quando batemos com ele ), até que elas virem areia. A areia é , então, depositada em ampulhetas que são dispostas à vista dos prisioneiros condenados, para que estes vejam seu tempo de vida escorrer, rolar buraco abaixo, junto com a areia. é isso que essa gente quer para o Brasil.

janeiro 23, 2008

Sujeitos da oração: Túnel "DA MARTA" inunda, cai, explode; "Metrô" tem pane; "Metrô" tem acidente…

Um dia desses quando, para a minha maior alegria, São Pedro decidiu – finalmente – abrir as comportas – caindo até granizo, legal – claro que não pude ignorar que um volume daqueles não deixaria de causar alguma pequena devastação.
Para mim é difícil entender o porquê das pessoas ainda se mostrarem surpresas com as chuvas, ainda mais quando caem fortemente. Vejam só, o ser humano morria de medo de raios e trovões. Com a Natureza ninguém pode. Chorem à vontade, isso não mudará nada. Ou tentem “gerenciar” sua relação com ela. Se começa a chover quando você sai do trabalho, tente parar e tomar um café até que passe. Não é auto-ajuda, é apenas aceitar nossa insignificância. Lembre-se de quando você levava a maior surra quando ficava jogando bola na chuva. Você não tinha medo e nem pudor de ficar debaixo do toró. Não estou dizendo que se deva tomar chuva cada vez que cai uma, mas não precisa dar uma de Cascão.
O que isso tem a ver com o título do post?
Quase nada. É que naquele chuvaréu de duas semanas atrás, lembrei, até por força da data, do craterão do Metrô ( seu primeiro aniversário, que comemorei com bolo ). Aos poucos, no decorrer dos dias de Janeiro, foram noticiados incêndios no HC ( hoje mesmo teve um ), e seguidas panes no Metrô.
Então fica aquela coisa: o primeiro incêndio no HC, passa um tempo, e vem outro; pane no Metrô, passam-se uns dias, outra pane, passam-se mais uns dias, outra pane, mais uns dias, e outra pane.
E eu passo a me perguntar – não devo ser o único – o que REALMENTA estria acontecendo? O que não está sendo dito pelo imprensalão? A notícia boa, a verdadeira informação DEVE SER ou TEM QUE SER o que não está sendo dito. Quer dizer que, de repente, o Metrô começou a ter seguidas panes dando assunto pros jornais porem na capa? De repente assim e em vários dias seguidos? Baixou um David Icke em mim.
Prosseguindo: eu falava sobre “o que não teria sido dito ou noticiado”. Nada muito sério, só umas impressões.
O que é notícia? Longe de ser uma pergunta retórica. Vou apelar para o velho axioma: “Se um cão morde um homem, não é notícia. Agora, se um homem morde um cão, isso é notícia.”
Lembram-se do túnel Vieira de Mello, construído na administração Marta Suplicy, como parte da revitalização viária da tristemente famosa Avenida Rebouças ( São Paulo, Capital ) ? Lembram do bafafá que se fez, teve até uma líder de “movimento totalmente cívico e não-partidário”, a dona Bandeira de Mello que aporrinhou a prefeitura por causa da obra, e os microfones sempre lhe deram bastante espaço? Ela, todos sabem, conseguiu um carguinho bacana na Emurb depois que José Serra ganhou a Prefeitura. Mas isso são águas passadas, e eu não resisti ao trocadilho.
Lembram das manchetes, das fotos? “TÚNEL CONSTRUÌDO POR MARTA INUNDA. FALHA NA OBRA”; “MORADORES DA AVENIDA REBOUÇAS QUEREM EXPLICAÇÔES DE MARTA SUPLICY”; “‘SUSPEITAS EM OBRA DE MARTA SUPLICY. SERRA ANULA CONTATOS’”; “PREFEITO SERRA COBRARÁ EXPLICAÇÕES DE MARTA SUPLICY. CONTRATOS NA JUSTIÇA”; “SERRA ANULA CONTRATOS DE TÚNEL DA REBOUÇAS PELA 8a. VEZ ESTE MÊS”; “KASSAB ASSUME E ANULA PELA 7a. VEZ DESDE O MEIO-DIA CONTRATOS DE TÚNEL CONSTRUÍDO POR MARTA SUPLICY”…
E a dentista do factóide, que sumiu ( as profundezas a engulam )? Dedo em riste na cara da Marta, “indignação cidadã”, foto bem enquadrada cruzando o Brasil. E a mulher desapareceu após ter cumprido sua missão ( as profundezas a engulam ), Marta saiu, Serra entrou, saiu, entrou Kassab, mas as cheias permanecem. Como sempre. Cão morde homem.
Em resumo: o governante de plantão teve que ouvir as cobranças. Era Marta Suplicy. A prefeita de São Paulo. O sujeito da oração. Sujeito definido.
Peguemos, agora, caso da tragédia da obra do Metrô e das panes que vêm ocorrendo, dos incêndios e da falta de medicamentos no HC, só para pinçar alguns episódios. Quem é o “sujeito”, que não aparece na oração e que, portanto, não é jamais exposto à desaprovação pública? O “túnel” era de Marta, mas a crateta e as panes são do “Metrô”, é isso o que o imprensalão golpista passa.
Para piorar – e é disso que eu deveria estar tratando – alguém soube se o famoso “Túnel construído pela Marta” teria inundado com estas últimas tempestades que caíram sobre São Paulo? Eu procurei na Internet, e apenas consegui saber que houve um dia de trânsito lento na Rebouças, mas foi por causa de uma árvore que desabou.
Mas o túnel inundou? Inundou, é? E cadê as capas e manchetes que o imprensalão sempre trouxe, insistentemente?
Não inundou? Que bom. E isso não é notícia, dado o passado polêmico da obra? Ou é a confissão de que “o que é bom para Marta” o imprensalão esconde?
“Temporal alaga ruas na capital. Chuva já matou quatro pessoas e deixou 15 mil desalojadas”
O Globo Online
14/01/08

janeiro 16, 2008

O Cata-Milho sugere a solução para que não se repitam eventos como a falta d´água no Litoral e congestionamento na subida ou descida nos feriados:

É só privadoar a concessão das estradas estaduais ao consórcio que ficou responsável pela construção e auto-fiscalização das obras da Linha 4 na malfadada tragédia que veio a se tornar um CRATERÂO e exigir que zelem pelas rodovias amealhadas.
Aí, é só garantir que eles comecem a manutenção das estradas, a começar de uma obra de recapeamento ou consertos necessários ( e apliquem a mesma qualidade de gestão e engenharia utilizada na obra que ruiu ) nas pistas de SUBIDA ( ou seja, em direção à Capital ) em primeiríssimo lugar. Em pouquíssimo tempo, quiçá no próximo Carnaval ou – mais tardar – no Reveillon de 2009, as estradas estarão em plenas condições de garantir que a horda que invade o Litoral nesses dias não chegue nunca mais a São Paulo.

janeiro 13, 2008

Primeiro aniversário do CRATERÃO da Linha 4 do Metrô ( que surgiu por obra da Providência ) é lembrado com bolo na sede do CATA-MILHO! Fotos do evento

AVISO: Trata-se do tratamento crítico/humorístico dispensado a uma tragédia política e mediática, mas poderá ferir sensibilidades. Se você for do tipo que não aceita o humor negro, então aqui não é o seu lugar. Se você preferir o tipo de humor involuntário ( ou seja, feito para ser sério mas que, por suas próprias “qualidades” não pode ser levado mesmo a sério ), então vai até o Mainardi. Tá avisado.
CRATERÃO DA LINHA 4 COMEMORA 1 ANO, EM DISPUTADA NOITE CHIQUE-INTELECTUAL OCORRIDA EM SÃO PAULO. EVENTO, REGADO A ESPUMANTE E BUFFET GENEROSOS, LEMBROU AS VÍTIMAS DE MAIS ESTE DESCALABRO PETISTA.
Primeiro aniversário do CRATERÃO sem responsáveis é lembrado com bolo e Moët & Chandon na CataMilho Maison, em disputado evento que reuniu a nata da sociedade. Brado de indignação contra tudo isso que esta aí ( ou seja, Lula, o culpado disso tudo ) e clamor cívico deram as caras nas animadas rodas de discussões, envolvendo pessoas realmente muito importantes de verdade de nossa sociedade. Debates acalorados, regados a chamapgne, alegraram os convivas. O papel da imprensa e a pronta ação do governador do Estado no triste episódio foram esfusiantemente elogiados. Nem tudo está perdido.

GALLERY

( Quitutes e acepipes preparados pelos melhores chefs aguçaram o apetite dos convidados )
( Vista panorâmica da mesa, lindamente enfeitada por paisagistas de renome. O bolo foi encomendado junto a um dos melhores e mais renomados gourmands )

( Moët & Chandon borbulhante e geladérrimo! )

( A cadela Dara, heroína responsável por vários resgates, e posteriormente condecorada pelo governador foi um dos destaques da festa, como convidada de honra )

( Momento de acender a vela. Que, aliás, foi encomendada especialmente para o evento, à Galeria de Madame Troussard. Madame produziu, em pessoa, a peça. )

( Oba, bolo!! )

( A vela também foi tragada pela cratera. Um horror. Até quando a impunidade de Lula, Dirceu e seus cupinchas? Socorro, Serra! )

( Encenação teatral dos momentos fatais levou senhoras mais sensíveis às lágrimas de comoção )

( A trupe de atores deu um toque artístico-intelectual-cultural-chique ao evento, prestigiado pelos melhores e mais destacados homens e mulheres de nossa sociedade )

( Dramatização: os convidados choraram, sorriram e vibraram com a encenação e, após a apresentação aplaudiram muito e chacoalharam as jóias, em sinal de aprovação. Bis! )

( D. Júlia tenta se esconder dos numerosos paparazzi presentes ao evento, atrás de um pequeno e modesto canivete de bolso )

( Hora de degustar o delicioso bolo e bebericar o geloso e borbulhante espumante. Salut! )

( Mnham, mnham!! )

( Ao final do espetáculo, a trupe enfileira-se e recebe os aplausos da platéia, formada pelos melhores e mais importantes líderes e formadores de opinião de nossa sociedade. Estaríamos assistindo a formação do embrião de algum movimento cívico para conscientizar a população? )

( Dara agradece o reconhecimento por seu papel no resgate das vítimas de mais esse descaso petista, e posa ao lado dos atores. Uma imagem simbólica, um legado para a posteridade. Chega de impostos!!! )

[ Aí, Vinícius... Eu falei que ia fazer, não falei? ]

novembro 9, 2007

Craterão da Linha 4 do Metrô completa 10 meses. Em 12 de Novembro, celebra-se o "Dia do Desaniversário*"! Veja: Cartaz oficial da ONG Amacrat**

* Eu já conceituei aqui “Dia do Desaniversário” em post anterior recente.
** Associação dos Amigos da Cratera, sigla criada pelo nosso glorioso Vinícius – o “Duarte”, não o “de Moraes” – que dá nome à nossa ONG de fantasia.

É isso mesmo!!! Vamos celebrar o “desaniversário do craterão”, para que saibam que o episódio não foi esquecido e nossa atenção não foi engolida por ele, ou soterrada pelas toneladas de páginas de jornais que martelam, incessantemente, o “suposto apagão aéreo” até estes dias.

setembro 13, 2007

SERRA E A CRATERA: 8 MESES DE SILÊNCIO

Conversa Afiada
Paulo Henrique Amorim
12/09/2007
Máximas e Mínimas 631
. Há oito meses abriu-se a cratera na Linha 4 do Metrô de São Paulo.
. Morreram sete pessoas.
. Até hoje, o presidente eleito, o governador José Serra, não emitiu uma única palavra, uma única sílaba, um único som sobre o assunto.
. Logo após a tragédia, o Conversa Afiada formulou 29 perguntas ao presidente eleito sobre o assunto.
. Uma trigésima pergunta era sobre como ele pretendia comprar ambulâncias para o Governo de São Paulo.
. O presidente eleito disse que não respondeu às perguntas porque achou que se tratava de “uma brincadeira”.
. (
Clique aqui para ler a única vez em que José Serra NÃO falou sobre o assunto, já que se tratava de “uma brincadeira”).
. O Conversa Afiada mandou, de novo, as 30 perguntas para o gabinete do presidente eleito.
. Leia a seguir as 30 perguntas que o Conversa Afiada formulou “de brincadeira”:
1) O Governo do Estado pretende processar o consórcio por provocar um acidente numa obra pública que resultou na morte de sete pessoas?
2) Por que o Governo do Estado não trocou de empreiteiros depois do acidente?
3) Por que até agora o contrato não foi suspenso e as obras interrompidas?
4) Por que o Metrô resiste em aceitar a proposta dos metroviários de paralisar as obras até que seja feita uma fiscalização em toda a Linha 4 para se certificar de que ela é segura?
5) O Metrô fiscalizava as obras? Como? Qual o nome do fiscal?
6) Havia um plano de evacuação da obra em caso de acidente? Onde está esse plano, se existe?
7) O Governo do Estado vai repetir esse tipo de contrato (“turn key”) (“porteira fechada”) em outras obras?
8) O Governo do Estado se sente responsável pelas vítimas do acidente?
9) Por que o governador do estado não recebeu a comissão de moradores do entorno da cratera do Metrô, que tentou falar com o governador na segunda-feira, dia 26 de março?
10) Antes de a obra começar, havia um estudo geológico da área que se tornou a cratera? O que diz esse estudo? Como ter acesso a ele?
11) Por que o Metrô “colocou” as empresas do consórcio perdedor no processo de licitação dentro do Via Amarela?
12) O consórcio Via Amarela não deveria ser excluído do processo de licitação, já que não atendia à especificação do edital que exigia dos concorrentes ter dois shields?
13) Por que, no início, a área de responsabilidade do Metrô era sobre um raio de 300 metros do local onde desabou a cratera e agora passou para 50 metros? (Vale lembrar que o consórcio interditou uma casa dentro desse raio de 300 metros e chegou a levar alguns moradores para o hotel)
14) Por que, até agora, não foi possível iniciar a perícia criminal na cratera do Metrô?
15) Quase três meses depois da tragédia, por que o consórcio Via Amarela ainda não autorizou o IPT a vistoriar o local exato do acidente?
16) Até quando o consórcio vai alegar que o terreno está instável e não pode haver ainda uma perícia?
17) E onde estão os “institutos internacionais” que seriam contratados pelo IPT para ajudar a fazer a perícia ?
18) Por que não foi pedida a perícia a outro órgão além do IPT – um órgão, em ultima análise subordinado ao Governo do Estado? O Governo do Estado vai deixar, por exemplo, o sindicato dos metroviários participar do trabalho de perícia?
19) De acordo com o morador Flávio Sato, a reconstrução da casa dele vai demorar um ano. Enquanto isso, ele vai ficar num hotel. Por que tanto tempo para construir uma casa?
20) Com o reinício do trabalho com o mega-tatuzão, o equipamento não demora muito para chegar aos pontos onde as obras estão paralisadas. E aí, o que vai acontecer?
21) Por que o Luiz Carlos David foi demitido? Só ele merecia?
22) Depois desse acidente, o Metrô vai passar a fiscalizar as obras da Linha 4?
23) O Metrô foi omisso ao autorizar as alterações contratuais, que modificaram o método construtivo?
24) Por que o consórcio não suspendeu as obras da futura estação Fradique Coutinho, após receber o laudo que mostrava a possibilidade de “acidentes de proporções imprevisíveis” no local?
25) O que o Governo do Estado acha da política do consórcio de baratear a obra à revelia do contrato?
26) O Metrô e o Governo do Estado sabiam que o consórcio Via Amarela pagava prêmio em dinheiro para quem acabasse a obra antes do prazo?
27) O Metrô e o Governo do Estado sabiam que o consórcio Via Amarela usava dinamite e não o mega-tatuzão no local onde se abriu a cratera?
28) A dinamite era o melhor método para aquele terreno?
29) Por que o então gerente de construção da linha 4 do Metrô, Marco Antonio Buoncompagno, não foi demitido no primeiro dia do atual Governo do Estado, já que Buoncompagno era processado por ter participado de esquema ilegal de contratação pública em parceria com uma das empreiteiras do Consórcio Via Amarela?
30) Por fim, para aproveitar a oportunidade, gostaríamos de saber qual será a política do governador do estado para comprar ambulâncias?

agosto 7, 2007

Aqui, o Metroviário tem a palavra. Quer dizer, vê lá, hein?

Proposta do Metrô é indecente e discriminatória
METROVIÁRIOS
6/8/2007
1 – R$ 4 milhões seriam divididos entre os aproximadamente 500 engenheiros, outros cargos de confiança e profissionais liberais, resultando num valor médio de R$ 8 mil para cada um.
2 – R$ 20 milhões seriam divididos entre os outros 7000 metroviários na proporção de 60% variável, de acordo com o salário, e 40% em valor igual fixo – isto quer dizer que, para os salários inferiores a R$ 2.700,00, a PR deste ano seria inferior à recebida no ano passado.
3 – R$ 800,00 de antecipação a serem pagos em 1° de setembro.
4 – Pagamento do valor restante em fevereiro de 2008, condicionado ao cumprimento de várias metas estabelecidas por gerência e vinculadas ao planejamento estratégico da empresa, sem nenhum controle ou possibilidade de ingerência da categoria ou do Sindicato. Como exemplo, uma das metas para a Gerência de Operações prevê a redução da criminalidade no sistema, como se isso dependesse dos metroviários para ser atingida. Outro elemento gritante é a meta para as gerências das áreas de expansão, que prevê metas de conclusão e entrega das obras da Linha 4 – Amarela. Por isso, na assembléia do dia 1 de agosto a categoria rejeitou esta proposta por unanimidade e manteve a greve. PR proporcional é mais que descabida!: O principal motivo da greve realizada pela categoria nos dias 2 e 3 de agosto é a intenção da empresa e governo do Estado de passar a pagar a Participação nos Resultados (PR) de forma proporcional ao salário dos metroviários, privilegiando os altos salários. A Cia. do Metro tem mais de 7500 funcionários e os excelentes resultados da empresa são frutos do trabalho de todos, independente de formação, cargo e salário. É por isso que os metroviários são contra a idéia da proporcionalidade. Há mais de dez anos a empresa paga a PR igualmente para todos e, agora, por mais que tentem, não encontrarão justificativas convincentes para colocar em prática a proporcionalidade. Conforme vontade expressa pela assembléia de 3/8, a luta por este objetivo não acabará. Os metroviários continuarão em campanha, lutando pela sua justa valorização.

Tema: Silver is the New Black. Blog no WordPress.com.

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