março 27, 2009
Justiça manda Ribeirão Preto fazer licitação para o transporte público. Ex-prefeito tucano concedeu,em 1999, permissão para 3 empresas, sem licitação.
Justiça manda Ribeirão Preto fazer licitação para o transporte público. Ex-prefeito tucano concedeu,em 1999, permissão para 3 empresas, sem licitação.
Justiça manda Ribeirão Preto fazer licitação para o transporte público. Ex-prefeito tucano concedeu,em 1999, permissão para 3 empresas, sem licitação.
Justiça manda Ribeirão Preto fazer licitação para o transporte público. Ex-prefeito tucano concedeu,em 1999, permissão para 3 empresas, sem licitação.
Justiça manda Ribeirão Preto fazer licitação para o transporte público. Ex-prefeito tucano concedeu,em 1999, permissão para 3 empresas, sem licitação.
agosto 29, 2008
Folha Online antecipa vitória em licitação de obra do metrô de São Paulo
O resultado da licitação para a construção da via permanente 2-Verde do Metrô, obra de mais de R$ 200 milhões, foi antecipado pela Folha Online oito horas antes da abertura dos envelopes, ontem, em São Paulo. O nome da vencedora e detalhes do processo foram ocultados em texto sobre a ópera “Salomé”, que entrou em cartaz ontem na Sala São Paulo.
A antecipação mostra que a concorrência pode ter sido direcionada, de forma a dar vitória ao consórcio liderado pela Camargo Corrêa. Procurada, a empresa se recusou a falar sobre o assunto.
Reprodução/Folha Online
Em destaque, as palavras cifradas sobre o resultado da licitação, que só seria revelado oito horas depois
A obra em questão trata da ampliação da linha 2-verde no trecho de Alto do Ipiranga até Vila Prudente. Hoje essa linha vai da Vila Madalena até o Alto do Ipiranga. Essa expansão é uma das bandeiras políticas da gestão José Serra (PSDB).
As empresas excluídas da licitação irão à Justiça contestar o resultado. Pelo conteúdo dos envelopes abertos ontem, por volta das 9h, o consórcio Camargo Corrêa/Queiroz Galvão apresentou a “melhor” proposta. O consórcio pediu R$ 219,7 milhões para executar a obra –12% acima dos R$ 196 milhões previstos pelo Metrô. A segunda colocada foi a Andrade Gutierrez, que pediu R$ 222,1 milhões. A terceira colocada foi a OAS (R$ 226 milhões).
Para excluir quatro das oito empresas que disputavam a licitação, o Metrô usou um parecer técnico da Ieme Brasil, empresa contratada como projetista da 2-Verde. Ela prestou serviço à Camargo Corrêa. O procedimento é contestado administrativa e judicialmente pelas perdedoras (Galvão/Engevix; Iesa Consbem/Serveng; Carioca/Convap/Sultepa; Tejofran/Somafel).
Pela Lei das Licitações (nº 8.666), a Ieme não poderia participar nem “direta” nem “indiretamente” do processo.
O Metrô informou a exclusão das quatro empresas no “Diário Oficial” do Estado da última terça. Para fundamentar essa decisão, em vez de produzir um parecer próprio, a direção do Metrô usou o que a Ieme fez para a Camargo Corrêa. Ou seja, o Metrô usou o argumento de uma das concorrentes para desclassificar as demais. Para especialistas, o processo foi “contaminado”.
Cratera
No último dia 13, a Folha Online antecipou que as construtoras Queiroz Galvão, Camargo Corrêa, Andrade Gutierrez e OAS foram consideradas pelo Metrô as únicas aptas a participar da licitação, das que apresentaram proposta.
As demais foram desconsideradas por não cumprir critérios jurídicos ou técnicos.
A escolha dessas construtoras ocorreu em meio à polêmica: elas integram, ao lado da Odebrecht, o consórcio Via Amarela, responsável pela construção da linha 4-Amarela. Em janeiro de 2007, um dos canteiros de obra da linha ruiu, matando sete pessoas.
As obras para a expansão da linha 2-Verde até a Vila Prudente já começaram.
Colaborou CLAYTON FREITAS, da Folha Online
março 19, 2008
Fresquinhas do PIAUÍ: prefeita ex-"DEMO"CRATA é acusada de superfaturar um bolo de R$ 20 mil e esbanjar com grupos de forró!! Gastou uma bolada!!
Acusada de superfaturamento
LEIA MAIS:
Advogado de ex-prefeito petista de Mauá acusa atual prefeito ( Leonel Damo, do PV ) de esconder documentos vitais à defesa do cliente junto ao TCE
Advogado diz que Damo trancou documentos na Prefeitura e negou prazos para defesa
Representante do ex-prefeito Oswaldo Dias (PT) no pedido de liminar que barrou a votação na Câmara de parecer do TCE (Tribunal de Contas do Estado) contrário às contas da Prefeitura de Mauá de 2004, último ano da administração petista, o advogado Pedro Estevam Serrano acredita em conluio entre o Executivo e o Legislativo Mauaense para prejudicar Dias. “Para poder se defender, o Oswaldo precisava ter, no mínimo, acesso aos documentos do TCE para saber do que se tratava a acusação. Ele tentou por 11 vezes desde setembro do ano passado, e a Prefeitura barrou esse seu direito”, conta o advogado. “Até agora ainda estamos atrás de todos os papéis”.
A decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo garante que todo o processo de votação, iniciado em setembro do ano passado, volte ao zero: a Prefeitura deve entregar os documentos necessários para que Dias componha sua defesa e, a partir dessa data, o ex-prefeito terá 30 dias para apresentar sua defesa. “A condenação no TCE aconteceu por diversos motivos técnicos que precisamos avaliar para poder rebater”, pondera Serrano.
Nem mesmo a bancada governista na Câmara de Mauá, que apoia o atual prefeito, Leonel Damo (PV), sabe dizer os motivos pelos quais está pronta a condenar as contas do ex-prefeito. “Não vamos fazer votação técnica aqui, isso o TCE já fez. Esta é obviamente uma votação política”, admite Luiz Simão (PSB), líder do governo na Casa. O presidente da Casa, Alberto “Betão” Justino (PSB) , chegou a negar a Dias uma prorrogação de prazo para que ele apresentasse sua defesa.
Para Serrano, essas posturas caracterizam a concentração de esforços para prejudicar a pré-candidatura de Dias a prefeito, já confirmada nas eleições internas do PT. “Claro que querem prejudicá-lo. Ele é o candidato com mais chance. Mas mesmo terminada a votação, podem não conseguir isso: uma votação dessas, hoje, no Brasil, pode levar até 10 anos. É imprevisível”, afirma o advogado.
Trapalhada governista ajuda PT a adiar votação
Parecer do TCE que condena último ano de Oswaldo Dias como prefeito ficou para abril ou depois
Mais um balde de água fria para os adversários de Oswaldo Dias e do PT na Câmara Municipal de Mauá: os vereadores governistas acreditavam que conseguiriam votar o parecer do TCE (Tribunal de Contas do Estado) que rejeita as contas de 2004 da Prefeitura, último ano da administração Dias, nesta terça-feira (18/03), mas foram surpreendidos por uma liminar em favor do petista que cancelou a votação. O Tribunal de Justiça de São Paulo decidiu que o ex-prefeito tem direito a receber da Prefeitura toda a documentação necessária para compor sua defesa e, a partir disso, 30 dias para analisar a papelada.
“Essa Prefeitura é um desgoverno. Não existe articulação, ninguém sabe o que faz aí. Eles já disseram que, independentemente do que o Oswaldo apresentar como defesa, vão votar pela condenação das contas. Essa é a posição do governo. Então entrega logo toda a papelada para ele, para não dar argumento. Desse jeito, o Oswaldo está nadando de braçada”, desabafou Diniz Lopes (PSDB), também pré-candidato a prefeito, como o próprio Dias.
O desespero pela condenação das contas do ex-prefeito do PT tem justamente a ver com as eleições: os adversários de Dias acreditam que, com a condenação das contas, podem tirá-lo do páreo pela Prefeitura. Hoje, o candidato petista é considerado franco favorito para as eleições de outubro deste ano. “A análise técnica já foi, foram os conselheiros do TCE que fizeram. Agora a votação aqui é obviamente política”, admite Luiz Simão (PSB), líder de governo na Casa e apoiador do pré-candidato governista Chiquinho do Zaíra (PSB).
Já o vereador Paulo Eugênio (PT), um dos nomes que concorrem pela vaga de vice na chapa de Dias, se diz tranqüilo com a apreciação da conta. “Olha, depois de aceitarem a condenação aqui, ainda tem investigação do Ministério Público, processo na Justiça, os recursos, se necessários… A última vez que isso aconteceu em Mauá, a condenação foi feita em 1994 e o processo todo só terminou em 2006, com decisão favorável para o ex-prefeito, ainda por cima”, compara. “Nada tira o Oswaldo dessa campanha”.
março 2, 2008
TCE multa Câmara e prefeitura de Mauá
fevereiro 23, 2008
Vila Zelina: Pai de Vanessa Damo tem contrato considerado irregular pelo TCE
O TCE ( Tribunal de Contas do Estado ) julgou irregular o contrato de R$ 1,5 milhão assinado em 2006 entre a prefeitura de Mauá e a empresa Laft Comércio de Materiais para Diagnósticos Laboratoriais, de São Bernardo. O órgão também multou o prefeito Leonel Damo ( PV ) em R$ 7,4 mil por ter feito a contratação se utilizando da inexigibilidade de licitação, quando apenas uma empresa pode prestar o serviço contratado. Essa é a oitava vez que o prefeito de Mauá tem uma ação contestada pelo TCE desde que tomou posse.
dezembro 7, 2007
Pescaria foi boa: grupo que fraudava licitações há quase 20 anos é denunciada na Bahia. 20 anos? Quem foram os governadores do PT durante esse tempo?
MP denuncia 28 acusados de fraudar licitações na Bahia
O Ministério Público Federal apresentou denúncia ao Superior Tribunal de Justiça contra 28 pessoas suspeitas de envolvimento em fraudes em licitações públicas na Bahia. O presidente do Tribunal de Contas do estado, Antonio Honorato de Castro Neto e os delegados federais Zulmar Pimentel dos Santos, Marco Antônio Mendes Cavaleiro e João Batista Paiva Santana são acusados de terem vazado informações sobre as investigações.
Segundo a denúncia, o grupo atua há quase 20 anos e é composta de empresários, empregados de empresas, lobistas e servidores públicos. A relatora é a ministra Eliana Calmon.
Conforme a subprocuradora Cláudia Sampaio, que subscreve o documento, o grupo fraudava processos de licitação para dirigir os serviços públicos às empresas de sua propriedade e impedir novas licitações para garantir a permanência de suas empresas por meio de contratos emergenciais superfaturados.
As licitações para prestação de serviços de limpeza, conservação, vigilância armada e desarmada e portaria eram sempre precedidas de ajustes entre os empresários para definir quem concorreria e quem venceria cada uma, diz a denúncia.
A função do presidente do TCE-BA, Antônio Honorato, cuja participação obriga o processamento da Ação Penal no STJ, era viabilizar as intenções da organização nos órgãos públicos, devido ao amplo acesso que possui em razão do cargo que ocupa, conforme dados divulgados pelo MPF.
“A prova colhida no curso da investigação comprovou que ele era sempre convocado quando existiam pendências nas secretarias de estado de interesse dos integrantes da organização para cuja solução seria necessária a intervenção de autoridade que pudesse influir para a solução do impasse. O denunciado mantinha contato com integrantes da organização, tendo sido flagrado intercedendo com agentes públicos para inserir seu filho no esquema”, descreve o MPF.
De acordo com a denúncia, quase cem pessoas integram o grupo, que foi estruturado para a prática de vários crimes, tais como corrupção ativa e passiva, advocacia administrativa, falsidade ideológica, uso de documento falso e lavagem de dinheiro.
No STJ, com a chegada da denúncia, abriu-se prazo para a defesa prévia dos 28 envolvidos. Recebidas as defesas, o processo é remetido para o Ministério Público Federal. Somente após o retorno, o caso será apreciado pela relatora Eliana Calmon, que determinará a data para apreciação da denúncia pela Corte Especial.
Para ser recebida, é necessária que a denúncia seja aceita pela maioria dos 21 ministros da Corte Especial do Tribunal.
Clique aqui para ler a denúncia.
AP 510
Revista Consultor Jurídico
outubro 4, 2007
Numa folha qualquer eu desenho um Sol nascendo quadrado
15/06/2007
O Procurador-Geral de Justiça do DF e Territórios, Leonardo Azeredo Bandarra, o Diretor da Polícia Civil do DF, Cléber Monteiro, e o Diretor do Departamento de Atividades Especiais (Depat) da Polícia Civil, Celso Ferro, concederam entrevista coletiva a jornais, revistas, televisões, rádios e sites na manhã desta quinta-feira (14/06) para esclarecer os principais pontos da operação. Bandarra elogiou o trabalho dos Promotores de Justiça e disse que o MPDFT está sempre pronto para atuar de forma firme e incisiva.
A Operação Aquarela, coordenada pelo Núcleo de Combate às Organizações Criminosas (NCOC), órgão do MPDFT, contou com a total colaboração da Polícia Civil do Distrito Federal e da Secretaria da Receita Federal. Foram expedidos e cumpridos 40 mandados de busca e apreensão e 19 mandados de prisão temporária (por 5 dias), expedidos pelo Juízo da Primeira Vara Criminal, sendo os mesmos cumpridos no Distrito Federal, em Goiás, em São Paulo e no Paraná. Apenas Oliveira de Souza Júnior, que viajou para uma pescaria, ainda não foi preso, mas já foi localizado.
Os envolvidos estão sendo investigados há vários meses por crimes contra Administração Pública, fraude à licitação, peculato, lavagem de dinheiro e crime de quadrilha. A operação objetivou coletar outros elementos de prova, imprescindíveis para melhor elucidação de todo o esquema. Existem instituições financeiras, empresas de grande e pequeno porte e entidades do terceiro setor envolvidas. Sabe-se que o dinheiro saía de bancos estaduais, era lavado e tinha como destino final instituições como a editora Corte, de Juarez Lopes Cançado, Secretário-Geral da Asbace. Todos os presos serão ouvidos.
As investigações continuam em curso, contando com a colaboração dos órgãos acima mencionados, além do Laboratório do Departamento de Recuperação de Ativos do Ministério da Justiça, sendo necessário manter sigilo sobre detalhes da operação e do esquema que está sendo desbaratado.
Operação Aquarela
Missão: Cumprimento de mandados de busca e apreensão e mandados de prisão temporária no DF, Goiás, São Paulo e Paraná.
Efetivo: 41 delegados de polícia
Prisões: Dos 20 mandados de prisão temporária, 19 foram cumpridos, entre eles o ex-presidente do BRB, Tarcísio Franklin de Moura, o secretário-geral da Asbace, Juarez Lopes Cançado, diretores de empresas, presidentes de ONGs.
Locais: Os mandados de busca e apreensão foram cumpridos em várias empresas, ONGs e na sede do BRB, no Setor Bancário Sul, em seis andares diferentes, onde atuaram 50 policiais e 30 auditores.
O material apreendido por enquanto, cerca de 130 computadores e documentos, estão sob análise por peritos do Instituto de Criminalística e auditores da Receita Federal, e especialistas da Dicat, na Deco/Depate.
Presos:
Empresas envolvidas:


TRIVELA
Carta Maior
CASA VIDA
Celso Lungaretti
CONVERSA AFIADA c/ Paulo Henrique Amorim
Desemprego Zero
Dicionário Jurídico – A a Z – Nota Dez
HORA DO POVO
IBGF – Instituto Brasileiro Giovanni Falcone
NOSSA HAPPYLÂNDIA
Portal IBASE
PROFESSOR HARIOVALDO ALMEIDA PRADO
QUERO UM BICHO
REVISTA FÓRUM – Outro mundo em debate
Y. COPRÓFAGOS ANÔNIMOS
YOU TUBE
ALERTA TRANSGÊNICOS ( OBS: BANIDO )
ALTERNATIVE TENTACLES
GREG PALAST
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