Leonel Brizola foi um eterno cético com relação à herança de talento, genético ou adquirido. Citava sempre o exemplo de Getúlio Vargas, que para ele nunca tivera um descendente à altura do seu talento político e grandeza como estadista.
Pois, o mesmo se pode dizer do próprio ex-governador do Rio Grande do Sul e do Rio de Janeiro: igualmente não teve descendentes da qualidade de seu descortino político-administrativo.
Haja vista a sua neta, Juliana Brizola, recém eleita vereadora de Porto Alegre, pela legenda do PDT. Hoje, a jovem balzaquiana de 33 anos concedeu uma entrevista ao jornal Zero Hora a propósito do reconhecimento oficial de anistia ao seu avô, Leonel Brizola, e mete os pés pelas mãos.
Como bacharel em Direito, a neta deveria saber que a anistia concedido pelo poder público é antes de tudo um ato objetivo de natureza política. Portanto, ninguém pode ficar constrangido – como a neta afirma sentir-se – porque um parente querido seu, e já falecido, foi objeto de reconhecimento civil (restituição moral integral da cidadania) e reparação política por parte do Estado, o mesmo Estado que uma vez o perseguiu, o baniu, o condenou e o imputou do “grave” delito de ter uma opinião diferente dos ditadores de plantão.
A neta embaralhou questões familiares de delicada subjetividade com a pura objetividade política do tema de anistia. É verdade que só o fez provocada, ou melhor, envenenada pelo jornal da RBS, que explorou de forma reprovável a fragilidade emocional da neta, bem como a sua evidente ignorância em matéria de direito e de política. Mas mostrou-se também ressentida pelo fato de que o pedido formal de reparação tenha partido de alguém que – talvez – ela julgue indigna de fazê-lo, uma senhora que foi a companheira de Brizola, depois de sua viuvez. Como se isso fosse um ultraje à memória de sua avó, a sempre digna Neuza Goulart.
Já se vê que a neta – como diria Brizola – “não tem sequer um gene político do avô”.
Leonel, na idade de Juliana, já era governador do Rio Grande do Sul. A vereadora, com o “talento” que exibe, parece ter chegado ao Everest de uma brevíssima carreira.
outubro 15, 2008
Neta de Leonel Brizola é contra anistia de seu avô
Neta de Leonel Brizola é contra anistia de seu avô
Leonel Brizola foi um eterno cético com relação à herança de talento, genético ou adquirido. Citava sempre o exemplo de Getúlio Vargas, que para ele nunca tivera um descendente à altura do seu talento político e grandeza como estadista.
Pois, o mesmo se pode dizer do próprio ex-governador do Rio Grande do Sul e do Rio de Janeiro: igualmente não teve descendentes da qualidade de seu descortino político-administrativo.
Haja vista a sua neta, Juliana Brizola, recém eleita vereadora de Porto Alegre, pela legenda do PDT. Hoje, a jovem balzaquiana de 33 anos concedeu uma entrevista ao jornal Zero Hora a propósito do reconhecimento oficial de anistia ao seu avô, Leonel Brizola, e mete os pés pelas mãos.
Como bacharel em Direito, a neta deveria saber que a anistia concedido pelo poder público é antes de tudo um ato objetivo de natureza política. Portanto, ninguém pode ficar constrangido – como a neta afirma sentir-se – porque um parente querido seu, e já falecido, foi objeto de reconhecimento civil (restituição moral integral da cidadania) e reparação política por parte do Estado, o mesmo Estado que uma vez o perseguiu, o baniu, o condenou e o imputou do “grave” delito de ter uma opinião diferente dos ditadores de plantão.
A neta embaralhou questões familiares de delicada subjetividade com a pura objetividade política do tema de anistia. É verdade que só o fez provocada, ou melhor, envenenada pelo jornal da RBS, que explorou de forma reprovável a fragilidade emocional da neta, bem como a sua evidente ignorância em matéria de direito e de política. Mas mostrou-se também ressentida pelo fato de que o pedido formal de reparação tenha partido de alguém que – talvez – ela julgue indigna de fazê-lo, uma senhora que foi a companheira de Brizola, depois de sua viuvez. Como se isso fosse um ultraje à memória de sua avó, a sempre digna Neuza Goulart.
Já se vê que a neta – como diria Brizola – “não tem sequer um gene político do avô”.
Leonel, na idade de Juliana, já era governador do Rio Grande do Sul. A vereadora, com o “talento” que exibe, parece ter chegado ao Everest de uma brevíssima carreira.
Neta de Leonel Brizola é contra anistia de seu avô
Leonel Brizola foi um eterno cético com relação à herança de talento, genético ou adquirido. Citava sempre o exemplo de Getúlio Vargas, que para ele nunca tivera um descendente à altura do seu talento político e grandeza como estadista.
Pois, o mesmo se pode dizer do próprio ex-governador do Rio Grande do Sul e do Rio de Janeiro: igualmente não teve descendentes da qualidade de seu descortino político-administrativo.
Haja vista a sua neta, Juliana Brizola, recém eleita vereadora de Porto Alegre, pela legenda do PDT. Hoje, a jovem balzaquiana de 33 anos concedeu uma entrevista ao jornal Zero Hora a propósito do reconhecimento oficial de anistia ao seu avô, Leonel Brizola, e mete os pés pelas mãos.
Como bacharel em Direito, a neta deveria saber que a anistia concedido pelo poder público é antes de tudo um ato objetivo de natureza política. Portanto, ninguém pode ficar constrangido – como a neta afirma sentir-se – porque um parente querido seu, e já falecido, foi objeto de reconhecimento civil (restituição moral integral da cidadania) e reparação política por parte do Estado, o mesmo Estado que uma vez o perseguiu, o baniu, o condenou e o imputou do “grave” delito de ter uma opinião diferente dos ditadores de plantão.
A neta embaralhou questões familiares de delicada subjetividade com a pura objetividade política do tema de anistia. É verdade que só o fez provocada, ou melhor, envenenada pelo jornal da RBS, que explorou de forma reprovável a fragilidade emocional da neta, bem como a sua evidente ignorância em matéria de direito e de política. Mas mostrou-se também ressentida pelo fato de que o pedido formal de reparação tenha partido de alguém que – talvez – ela julgue indigna de fazê-lo, uma senhora que foi a companheira de Brizola, depois de sua viuvez. Como se isso fosse um ultraje à memória de sua avó, a sempre digna Neuza Goulart.
Já se vê que a neta – como diria Brizola – “não tem sequer um gene político do avô”.
Leonel, na idade de Juliana, já era governador do Rio Grande do Sul. A vereadora, com o “talento” que exibe, parece ter chegado ao Everest de uma brevíssima carreira.
Neta de Leonel Brizola é contra anistia de seu avô
Leonel Brizola foi um eterno cético com relação à herança de talento, genético ou adquirido. Citava sempre o exemplo de Getúlio Vargas, que para ele nunca tivera um descendente à altura do seu talento político e grandeza como estadista.
Pois, o mesmo se pode dizer do próprio ex-governador do Rio Grande do Sul e do Rio de Janeiro: igualmente não teve descendentes da qualidade de seu descortino político-administrativo.
Haja vista a sua neta, Juliana Brizola, recém eleita vereadora de Porto Alegre, pela legenda do PDT. Hoje, a jovem balzaquiana de 33 anos concedeu uma entrevista ao jornal Zero Hora a propósito do reconhecimento oficial de anistia ao seu avô, Leonel Brizola, e mete os pés pelas mãos.
Como bacharel em Direito, a neta deveria saber que a anistia concedido pelo poder público é antes de tudo um ato objetivo de natureza política. Portanto, ninguém pode ficar constrangido – como a neta afirma sentir-se – porque um parente querido seu, e já falecido, foi objeto de reconhecimento civil (restituição moral integral da cidadania) e reparação política por parte do Estado, o mesmo Estado que uma vez o perseguiu, o baniu, o condenou e o imputou do “grave” delito de ter uma opinião diferente dos ditadores de plantão.
A neta embaralhou questões familiares de delicada subjetividade com a pura objetividade política do tema de anistia. É verdade que só o fez provocada, ou melhor, envenenada pelo jornal da RBS, que explorou de forma reprovável a fragilidade emocional da neta, bem como a sua evidente ignorância em matéria de direito e de política. Mas mostrou-se também ressentida pelo fato de que o pedido formal de reparação tenha partido de alguém que – talvez – ela julgue indigna de fazê-lo, uma senhora que foi a companheira de Brizola, depois de sua viuvez. Como se isso fosse um ultraje à memória de sua avó, a sempre digna Neuza Goulart.
Já se vê que a neta – como diria Brizola – “não tem sequer um gene político do avô”.
Leonel, na idade de Juliana, já era governador do Rio Grande do Sul. A vereadora, com o “talento” que exibe, parece ter chegado ao Everest de uma brevíssima carreira.
Neta de Leonel Brizola é contra anistia de seu avô
Leonel Brizola foi um eterno cético com relação à herança de talento, genético ou adquirido. Citava sempre o exemplo de Getúlio Vargas, que para ele nunca tivera um descendente à altura do seu talento político e grandeza como estadista.
Pois, o mesmo se pode dizer do próprio ex-governador do Rio Grande do Sul e do Rio de Janeiro: igualmente não teve descendentes da qualidade de seu descortino político-administrativo.
Haja vista a sua neta, Juliana Brizola, recém eleita vereadora de Porto Alegre, pela legenda do PDT. Hoje, a jovem balzaquiana de 33 anos concedeu uma entrevista ao jornal Zero Hora a propósito do reconhecimento oficial de anistia ao seu avô, Leonel Brizola, e mete os pés pelas mãos.
Como bacharel em Direito, a neta deveria saber que a anistia concedido pelo poder público é antes de tudo um ato objetivo de natureza política. Portanto, ninguém pode ficar constrangido – como a neta afirma sentir-se – porque um parente querido seu, e já falecido, foi objeto de reconhecimento civil (restituição moral integral da cidadania) e reparação política por parte do Estado, o mesmo Estado que uma vez o perseguiu, o baniu, o condenou e o imputou do “grave” delito de ter uma opinião diferente dos ditadores de plantão.
A neta embaralhou questões familiares de delicada subjetividade com a pura objetividade política do tema de anistia. É verdade que só o fez provocada, ou melhor, envenenada pelo jornal da RBS, que explorou de forma reprovável a fragilidade emocional da neta, bem como a sua evidente ignorância em matéria de direito e de política. Mas mostrou-se também ressentida pelo fato de que o pedido formal de reparação tenha partido de alguém que – talvez – ela julgue indigna de fazê-lo, uma senhora que foi a companheira de Brizola, depois de sua viuvez. Como se isso fosse um ultraje à memória de sua avó, a sempre digna Neuza Goulart.
Já se vê que a neta – como diria Brizola – “não tem sequer um gene político do avô”.
Leonel, na idade de Juliana, já era governador do Rio Grande do Sul. A vereadora, com o “talento” que exibe, parece ter chegado ao Everest de uma brevíssima carreira.
Neta de Leonel Brizola é contra anistia de seu avô
Leonel Brizola foi um eterno cético com relação à herança de talento, genético ou adquirido. Citava sempre o exemplo de Getúlio Vargas, que para ele nunca tivera um descendente à altura do seu talento político e grandeza como estadista.
Pois, o mesmo se pode dizer do próprio ex-governador do Rio Grande do Sul e do Rio de Janeiro: igualmente não teve descendentes da qualidade de seu descortino político-administrativo.
Haja vista a sua neta, Juliana Brizola, recém eleita vereadora de Porto Alegre, pela legenda do PDT. Hoje, a jovem balzaquiana de 33 anos concedeu uma entrevista ao jornal Zero Hora a propósito do reconhecimento oficial de anistia ao seu avô, Leonel Brizola, e mete os pés pelas mãos.
Como bacharel em Direito, a neta deveria saber que a anistia concedido pelo poder público é antes de tudo um ato objetivo de natureza política. Portanto, ninguém pode ficar constrangido – como a neta afirma sentir-se – porque um parente querido seu, e já falecido, foi objeto de reconhecimento civil (restituição moral integral da cidadania) e reparação política por parte do Estado, o mesmo Estado que uma vez o perseguiu, o baniu, o condenou e o imputou do “grave” delito de ter uma opinião diferente dos ditadores de plantão.
A neta embaralhou questões familiares de delicada subjetividade com a pura objetividade política do tema de anistia. É verdade que só o fez provocada, ou melhor, envenenada pelo jornal da RBS, que explorou de forma reprovável a fragilidade emocional da neta, bem como a sua evidente ignorância em matéria de direito e de política. Mas mostrou-se também ressentida pelo fato de que o pedido formal de reparação tenha partido de alguém que – talvez – ela julgue indigna de fazê-lo, uma senhora que foi a companheira de Brizola, depois de sua viuvez. Como se isso fosse um ultraje à memória de sua avó, a sempre digna Neuza Goulart.
Já se vê que a neta – como diria Brizola – “não tem sequer um gene político do avô”.
Leonel, na idade de Juliana, já era governador do Rio Grande do Sul. A vereadora, com o “talento” que exibe, parece ter chegado ao Everest de uma brevíssima carreira.
setembro 3, 2008
Baltasar Garzón diz que anistia tem limitações
Nascido em 1955 na Espanha, Baltasar Garzón é juiz da mais alta corte criminal espanhola, a Audiência Nacional. Notabilizou-se ao determinar e efetivar a prisão do ex-presidente do Chile, o ditador Augusto Pinochet, em 1998, em Londres. Formado em Direito pela Universidade de Sevilha, sua carreira é marcada pelo combate ao terrorismo, ao narcotráfico, à lavagem de dinheiro e pela defesa da Corte Penal Internacional.
Baltasar Garzón diz que anistia tem limitações
Nascido em 1955 na Espanha, Baltasar Garzón é juiz da mais alta corte criminal espanhola, a Audiência Nacional. Notabilizou-se ao determinar e efetivar a prisão do ex-presidente do Chile, o ditador Augusto Pinochet, em 1998, em Londres. Formado em Direito pela Universidade de Sevilha, sua carreira é marcada pelo combate ao terrorismo, ao narcotráfico, à lavagem de dinheiro e pela defesa da Corte Penal Internacional.
Baltasar Garzón diz que anistia tem limitações
Nascido em 1955 na Espanha, Baltasar Garzón é juiz da mais alta corte criminal espanhola, a Audiência Nacional. Notabilizou-se ao determinar e efetivar a prisão do ex-presidente do Chile, o ditador Augusto Pinochet, em 1998, em Londres. Formado em Direito pela Universidade de Sevilha, sua carreira é marcada pelo combate ao terrorismo, ao narcotráfico, à lavagem de dinheiro e pela defesa da Corte Penal Internacional.
Baltasar Garzón diz que anistia tem limitações
Nascido em 1955 na Espanha, Baltasar Garzón é juiz da mais alta corte criminal espanhola, a Audiência Nacional. Notabilizou-se ao determinar e efetivar a prisão do ex-presidente do Chile, o ditador Augusto Pinochet, em 1998, em Londres. Formado em Direito pela Universidade de Sevilha, sua carreira é marcada pelo combate ao terrorismo, ao narcotráfico, à lavagem de dinheiro e pela defesa da Corte Penal Internacional.
Baltasar Garzón diz que anistia tem limitações
Nascido em 1955 na Espanha, Baltasar Garzón é juiz da mais alta corte criminal espanhola, a Audiência Nacional. Notabilizou-se ao determinar e efetivar a prisão do ex-presidente do Chile, o ditador Augusto Pinochet, em 1998, em Londres. Formado em Direito pela Universidade de Sevilha, sua carreira é marcada pelo combate ao terrorismo, ao narcotráfico, à lavagem de dinheiro e pela defesa da Corte Penal Internacional.
agosto 10, 2008
Nesse eu não voto: Cabo Anselmo quer disputar eleição!!! Só falta o Buzaid!!
ENTRELINHAS, 08.08.08
Cabo Anselmo e o Golpe 64
Jasson de Oliveira Andrade
Em “Julgar pressupõe equilíbrio” (Folha, 19/3/2004), o coronel da reserva Jarbas Passarinho, ex-ministro da Educação (Médici) e da Previdência (Figueiredo), ao comentar o golpe de 64, ressaltou: “(…) as Forças Armadas só reagiram quando feridas no âmago da hierarquia e da disciplina, PILARES DE SUA EXISTÊNCIA (destaque meu).” O jornalista Sérgio Dávila, na reportagem “O dia em que a direita foi às ruas” (Folha, 19/3), sobre a “Marcha da Família com Deus pela Liberdade”, constatou: “O objetivo inicial da marcha do dia 19 [março de 1964] era pressionar João Goulart. Mas não seria preciso. O presidente se sabotaria sozinho, ao visitar no dia 30 (março de 64), no Automóvel Clube do Rio de Janeiro, marinheiros rebelados há cinco dias. (…) Era a desculpa que faltava para o golpe” Leôncio Basbaum, na “História Sincera da República”, volume 4, afirma: “A sublevação dos marinheiros e fuzileiros, nos últimos dias de março [de 64], foi como um fósforo atirado a um tambor de gasolina”. Os três destacam a importância fundamental que os sargentos tiveram no Golpe de 64. Sem essa indisciplina, não existiria a Revolução: os militares indecisos, a maioria, depois dessa circunstância, aderiram ao Golpe. Maria da Conceição Tavares, em “Fatos e mitos de 1964″ (Folha, 28/3), tem a mesma opinião: “A sublevação dos marinheiros, quebrando a hierarquia militar, foi a gota d’água e o sinal para antecipar o golpe, deslocando a lealdade ao presidente de quase todos os comandantes de Exército”. O que o cabo Anselmo, líder do movimento, tem com essa história? Muito!
JASSON DE OLIVEIRA ANDRADE é jornalista de Mogi Guaçu (março de 2004)
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TRIVELA
Carta Maior
CASA VIDA
Celso Lungaretti
CONVERSA AFIADA c/ Paulo Henrique Amorim
Desemprego Zero
Dicionário Jurídico – A a Z – Nota Dez
HORA DO POVO
IBGF – Instituto Brasileiro Giovanni Falcone
NOSSA HAPPYLÂNDIA
Portal IBASE
PROFESSOR HARIOVALDO ALMEIDA PRADO
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