ENCALHE

março 18, 2009

Sindicatos da Polícia de SP cobram CPI da Segurança

Diversos setores da polícia do Estado de São Paulo vêm se manifestando a favor da abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar as denúncias de venda de cargos e sentenças de processos administrativos na cúpula da Polícia Civil, que envolvem o nome do ex-secretário adjunto, Lauro Malheiros Neto. A coleta de assinaturas para a abertura do processo foi iniciada durante a última semana pela bancada do PT na Assembléia.
A Associação dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo (ADPESP), junto com outras entidades da Polícia Civil, anunciou sua participação em um Ato Público pela CPI, que acontece na Assembléia Legislativa de São Paulo, durante a terça-feira, dia 17.
A diretoria do Sindicato da Polícia Civil do Estado de São Paulo da Região Santos (Sinpolsan), também se manifestou pela abertura da CPI. Em nota divulgada em seu site, o Sinpolsan convoca seus associados a participarem do ato na Assembléia.
“Pela CPI da Segurança Pública vamos todos lotar as galerias da Assembléia Legislativa e pressionar nossos deputados, eleitos por todos nós, o povo, para esta necessária ‘faxina’ na SSP”, afirma a convocação.
O Sinpolsan destaca também a posição adotada pelo governador do Estado, José Serra, perante as denúncias de corrupção. “Governador, prove sua probidade. CPI da Segurança Pública já!”, reivindica o sindicato.
Segundo apurações do caso, denunciado pelo o investigador Augusto Pena, preso em 30 de abril de 2008 por extorquir integrantes do PCC, os acusados de pagar propina em troca da nomeação se comunicavam com o ex-secretário Lauro Malheiros Neto por meio de um sistema de mensagens eletrônicas criptografadas, trocadas através do e-mail “canalhada@hotmail.com”. ( HORA DO POVO, 18 e 19.03.09 )

Sindicatos da Polícia de SP cobram CPI da Segurança

Diversos setores da polícia do Estado de São Paulo vêm se manifestando a favor da abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar as denúncias de venda de cargos e sentenças de processos administrativos na cúpula da Polícia Civil, que envolvem o nome do ex-secretário adjunto, Lauro Malheiros Neto. A coleta de assinaturas para a abertura do processo foi iniciada durante a última semana pela bancada do PT na Assembléia.
A Associação dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo (ADPESP), junto com outras entidades da Polícia Civil, anunciou sua participação em um Ato Público pela CPI, que acontece na Assembléia Legislativa de São Paulo, durante a terça-feira, dia 17.
A diretoria do Sindicato da Polícia Civil do Estado de São Paulo da Região Santos (Sinpolsan), também se manifestou pela abertura da CPI. Em nota divulgada em seu site, o Sinpolsan convoca seus associados a participarem do ato na Assembléia.
“Pela CPI da Segurança Pública vamos todos lotar as galerias da Assembléia Legislativa e pressionar nossos deputados, eleitos por todos nós, o povo, para esta necessária ‘faxina’ na SSP”, afirma a convocação.
O Sinpolsan destaca também a posição adotada pelo governador do Estado, José Serra, perante as denúncias de corrupção. “Governador, prove sua probidade. CPI da Segurança Pública já!”, reivindica o sindicato.
Segundo apurações do caso, denunciado pelo o investigador Augusto Pena, preso em 30 de abril de 2008 por extorquir integrantes do PCC, os acusados de pagar propina em troca da nomeação se comunicavam com o ex-secretário Lauro Malheiros Neto por meio de um sistema de mensagens eletrônicas criptografadas, trocadas através do e-mail “canalhada@hotmail.com”. ( HORA DO POVO, 18 e 19.03.09 )

Sindicatos da Polícia de SP cobram CPI da Segurança

Diversos setores da polícia do Estado de São Paulo vêm se manifestando a favor da abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar as denúncias de venda de cargos e sentenças de processos administrativos na cúpula da Polícia Civil, que envolvem o nome do ex-secretário adjunto, Lauro Malheiros Neto. A coleta de assinaturas para a abertura do processo foi iniciada durante a última semana pela bancada do PT na Assembléia.
A Associação dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo (ADPESP), junto com outras entidades da Polícia Civil, anunciou sua participação em um Ato Público pela CPI, que acontece na Assembléia Legislativa de São Paulo, durante a terça-feira, dia 17.
A diretoria do Sindicato da Polícia Civil do Estado de São Paulo da Região Santos (Sinpolsan), também se manifestou pela abertura da CPI. Em nota divulgada em seu site, o Sinpolsan convoca seus associados a participarem do ato na Assembléia.
“Pela CPI da Segurança Pública vamos todos lotar as galerias da Assembléia Legislativa e pressionar nossos deputados, eleitos por todos nós, o povo, para esta necessária ‘faxina’ na SSP”, afirma a convocação.
O Sinpolsan destaca também a posição adotada pelo governador do Estado, José Serra, perante as denúncias de corrupção. “Governador, prove sua probidade. CPI da Segurança Pública já!”, reivindica o sindicato.
Segundo apurações do caso, denunciado pelo o investigador Augusto Pena, preso em 30 de abril de 2008 por extorquir integrantes do PCC, os acusados de pagar propina em troca da nomeação se comunicavam com o ex-secretário Lauro Malheiros Neto por meio de um sistema de mensagens eletrônicas criptografadas, trocadas através do e-mail “canalhada@hotmail.com”. ( HORA DO POVO, 18 e 19.03.09 )

Sindicatos da Polícia de SP cobram CPI da Segurança

Diversos setores da polícia do Estado de São Paulo vêm se manifestando a favor da abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar as denúncias de venda de cargos e sentenças de processos administrativos na cúpula da Polícia Civil, que envolvem o nome do ex-secretário adjunto, Lauro Malheiros Neto. A coleta de assinaturas para a abertura do processo foi iniciada durante a última semana pela bancada do PT na Assembléia.
A Associação dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo (ADPESP), junto com outras entidades da Polícia Civil, anunciou sua participação em um Ato Público pela CPI, que acontece na Assembléia Legislativa de São Paulo, durante a terça-feira, dia 17.
A diretoria do Sindicato da Polícia Civil do Estado de São Paulo da Região Santos (Sinpolsan), também se manifestou pela abertura da CPI. Em nota divulgada em seu site, o Sinpolsan convoca seus associados a participarem do ato na Assembléia.
“Pela CPI da Segurança Pública vamos todos lotar as galerias da Assembléia Legislativa e pressionar nossos deputados, eleitos por todos nós, o povo, para esta necessária ‘faxina’ na SSP”, afirma a convocação.
O Sinpolsan destaca também a posição adotada pelo governador do Estado, José Serra, perante as denúncias de corrupção. “Governador, prove sua probidade. CPI da Segurança Pública já!”, reivindica o sindicato.
Segundo apurações do caso, denunciado pelo o investigador Augusto Pena, preso em 30 de abril de 2008 por extorquir integrantes do PCC, os acusados de pagar propina em troca da nomeação se comunicavam com o ex-secretário Lauro Malheiros Neto por meio de um sistema de mensagens eletrônicas criptografadas, trocadas através do e-mail “canalhada@hotmail.com”. ( HORA DO POVO, 18 e 19.03.09 )

Sindicatos da Polícia de SP cobram CPI da Segurança

Diversos setores da polícia do Estado de São Paulo vêm se manifestando a favor da abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar as denúncias de venda de cargos e sentenças de processos administrativos na cúpula da Polícia Civil, que envolvem o nome do ex-secretário adjunto, Lauro Malheiros Neto. A coleta de assinaturas para a abertura do processo foi iniciada durante a última semana pela bancada do PT na Assembléia.
A Associação dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo (ADPESP), junto com outras entidades da Polícia Civil, anunciou sua participação em um Ato Público pela CPI, que acontece na Assembléia Legislativa de São Paulo, durante a terça-feira, dia 17.
A diretoria do Sindicato da Polícia Civil do Estado de São Paulo da Região Santos (Sinpolsan), também se manifestou pela abertura da CPI. Em nota divulgada em seu site, o Sinpolsan convoca seus associados a participarem do ato na Assembléia.
“Pela CPI da Segurança Pública vamos todos lotar as galerias da Assembléia Legislativa e pressionar nossos deputados, eleitos por todos nós, o povo, para esta necessária ‘faxina’ na SSP”, afirma a convocação.
O Sinpolsan destaca também a posição adotada pelo governador do Estado, José Serra, perante as denúncias de corrupção. “Governador, prove sua probidade. CPI da Segurança Pública já!”, reivindica o sindicato.
Segundo apurações do caso, denunciado pelo o investigador Augusto Pena, preso em 30 de abril de 2008 por extorquir integrantes do PCC, os acusados de pagar propina em troca da nomeação se comunicavam com o ex-secretário Lauro Malheiros Neto por meio de um sistema de mensagens eletrônicas criptografadas, trocadas através do e-mail “canalhada@hotmail.com”. ( HORA DO POVO, 18 e 19.03.09 )

março 14, 2009

Corrupção na Polícia Civil de SP: entrevista com delegado Roberto C. Guerra e preocupantes denúncias

Corrupção na Polícia Civil
Um vídeo divulgado na página da internet do jornal O Estado de S. Paulo denunciou práticas de corrupção dentro da Polícia Civil paulista. As imagens, feitas com uma câmera escondida, mostravam a venda de cargos dentro da instituição, além da venda de sentenças para reintegrar policiais expulsos. Um cargo no Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran-SP) valia R$ 200 mil ou R$ 300 mil. Uma absolvição em processo administrativo saía por R$ 100 mil. O ex-secretário adjunto de Estado da Segurança Pública, Lauro Malheiros Neto, e seu ex-sócio e advogado, Celso Augusto Valente, seriam os mandantes deste tipo de esquema. O fato foi postado no blog do delegado Roberto Conde Guerra, que costuma fazer críticas às práticas ilícitas que ocorrem dentro da Polícia. Há mais de 20 anos no cargo, o delegado já atuou em cinco regiões do estado de São Paulo. Em entrevista à Radioagência NP, Conde Guerra afirmou que o caso Malheiros não é um acontecimento isolado. Segundo ele, as práticas de corrupção estão alastradas na Polícia Civil.
Radioagência NP – Roberto, por que o senhor resolveu fazer um blog?
Roberto Conde Guerra – Resolvi fazer depois que a Associação dos Delegados suprimiu um espaço dos associados [na internet] denominado fórum, onde debatíamos os problemas da nossa classe e da Polícia Civil. Mas, antes disso, uma matéria que eu escrevi no site da Associação foi utilizada para me punir e me remover de Santos para cá [município de Hortolândia]. Na matéria, eu questionava o apadrinhamento em Santos e também o recebimento de vantagens ilícitas, a corrupção. Então, a partir de maio de 2007, passei a escrever no blog os problemas da Polícia e também algumas denúncias de irregularidades.
RNP – O seu blog foi excluído. Por que ele foi tirado da internet?
RCG – Foram dois blogs que eles excluíram. O primeiro foi durante a greve da Polícia Civil, no dia 30 de outubro. Agora em nove de janeiro, o segundo blog foi excluído. Mais uma vez, pelo mesmo juiz, foi expedida uma ordem e o Google o retirou do ar. Em janeiro, o Google me encaminhou o ofício do juiz e lá diz “vítima: José Serra e outros”. Na verdade, o motivo mesmo eu não conheço. Poderia ser ofensa ao governador do estado.
RNP – O senhor desconfia de algum motivo?
RCG – O menos criticado ali é o governador José Serra. O nome do governador para mim foi um pretexto, porque o meu blog, naquele momento, centralizava todas as informações sobre a greve, então ele era uma referência para toda a Polícia Civil. Tanto que tinham dias com mais de oito mil visitantes. As pessoas encaminhavam notícias de todas as cidades em tempo real, por meio dos comentários. Então, a finalidade foi justamente essa, impedir a troca de informação.
RNP – O que o senhor fez para recuperar as informações e continuar com o blog?
RCG – O WordPress tem uma ferramenta que importa todo o conteúdo do blog. Assim, tudo o que eu fazia no blog da Google eu importava depois para o WordPress como se fosse um backup. Então, quando extinguiram os dois, eu deixei o WordPress aberto [público].
RNP – Na última semana, foi divulgado um vídeo que mostrava um esquema de corrupção para reintegrar policiais expulsos da instituição e negociar cargos da Polícia Civil. O que o senhor achou da denúncia?
RCG – Essa denúncia eu fiz há dois anos. Claro que não citei o nome do Malheiros, mas isso é uma coisa já muito antiga. A venda de cargos existe mais ou menos desde 2001, desde o governo Geraldo Alckmin. A corrupção na Polícia sempre existiu, mas era uma opção pessoal, individual. Hoje, praticamente é uma obrigação funcional, porque alguns compram os seus cargos e começam a impor a todos os demais o silêncio ou a cegueira em relação a determinadas práticas.
RNP – Para finalizar, tem algum mecanismo na Polícia para evitar a corrupção?
RCG – Nenhum. Não há nenhum mecanismo. Nem o instrumento formal não existe. Não adianta você representar, requerer. Você vai ser perseguido de todas as formas e não vão dar nenhuma atenção. O único instrumento é a imprensa e quando ela se cala para não prejudicar interesses do governo em questão, aí a corrupção se alastra mesmo. E o dinheiro arrecadado não pára só na Polícia não. Veja bem, a Polícia está sendo usada como uma fonte de arrecadação. Não pense que pára aqui. O pessoal pega aqui, fica com a sua parte e encaminha para os seus padrinhos e aonde vai parar eu não posso dizer.
De São Paulo, da Radioagência NP, Desirèe Luíse.
12/03/09

março 3, 2009

Mais um dos escândalos do governo tucano de São Paulo passando em brancas nuvens

É o seguinte: esse caso horroroso da suposta rede de corrupção montada pelo ex-secretário adjunto da Segurança Pública Lauro Malheiros Neto não está rendendo e nem obtendo a atenção merecida.
Propondo um exercício óbvio de imaginação: e se o governo de SP estivesse nas mãos do PT? Aliás, essa pergunta eu faço tendo em mente aquele monte de lixos que são habitués nas colunas de cartas de leitores dos jornais. Gente em que você pode se inspirar e até copiar frases e sentenças inteiras e depois publicar no site do Professor Hariovaldo.
Nessas horas você percebe que esses idiotas não se importam com a tal da “Segurança Pública” e nem ficam “indignados” com a “corrupção” que “viceja no país”. Preferem zurrar suas “verdades” sobre os boxeadores cubanos ou o polêmico asilo dado àquele italiano ( que conta com a simpatia, aliás, do sr. Gabeira, que está fechando com a tucanalha carioca, embora tenha se vendido nas eleições à prefeitura do Rio como o único candidato da decência e moral; devia morar em Higienópolis ou em Perdizes, aí o cenário demagógico e falso-moralista seria completo ).
Quando você percebe que denúncias gravíssimas até saem nos jornais, mas não com a regularidade necessária e exigida, nem na capa, tá na cara que o assunto é “menor”. Não que seja “menor”, mas ele está sendo apresentado assim.
Entre as denúncias, figuram a “( … ) arrecadação de dinheiro da máfia dos bingos e caça-níqueis, pagamentos de propina para anular a expulsão de policiais corruptos e a existência de um mercado de venda de cargos importantes da Polícia Civil ( … )” ( Estado, 01.03.09 ), conforme depôs o ex-investigador Augusto Pena ao MPE/SP. Os achaques a integrantes do PCC por parte de policiais civis configuram um verdadeiro tapa na cara de qualquer desses “cidadãos de bem” indignados.
A extrema discrição e sobriedade dadas pelo imprensalão a esse caso são um verdadeiro “caso de polícia”: tá na cara que, apesar da gravidade do problema, o objetivo é blindar o José Serra a qualquer custo. Claro que contam com a habitual, recorrente e providencial hipocrisia dos paulistas – que, pelo que consta, não fazem também a menor questão de que algumas CPIs decentes ( entre as sete ou oito dezenas escondidas no calabouço da ALESP ) sejam instaladas e os malfeitos prováveis, supostos, possíveis promovidos pela tucanalha ( instalada no poder há 14 anos em SP ) surjam aos borbotões, e aí não seja mais possível fingir ignorar e nem fazer de conta que apóiam “governantes éticos” quando, na verdade, trata-se de um povo altamente aético mas que se tem em alta conta. Que deve ter adorado as palavras de Jarbas Vasconcellos à vEJA.
Sem CPI, até o Maluf pode se vangloriar de ser honesto.
Eu até meio que concordo que, como dizem estes tais leitores, o Lula parece até ser ( no mínimo ) “complacente” com a corrupção. Só que, até onde sei, o governo Federal não tem permissão constitucional para intervir no Estado de São Paulo e acabar com essa put***aria toda.

Mais um dos escândalos do governo tucano de São Paulo passando em brancas nuvens

É o seguinte: esse caso horroroso da suposta rede de corrupção montada pelo ex-secretário adjunto da Segurança Pública Lauro Malheiros Neto não está rendendo e nem obtendo a atenção merecida.
Propondo um exercício óbvio de imaginação: e se o governo de SP estivesse nas mãos do PT? Aliás, essa pergunta eu faço tendo em mente aquele monte de lixos que são habitués nas colunas de cartas de leitores dos jornais. Gente em que você pode se inspirar e até copiar frases e sentenças inteiras e depois publicar no site do Professor Hariovaldo.
Nessas horas você percebe que esses idiotas não se importam com a tal da “Segurança Pública” e nem ficam “indignados” com a “corrupção” que “viceja no país”. Preferem zurrar suas “verdades” sobre os boxeadores cubanos ou o polêmico asilo dado àquele italiano ( que conta com a simpatia, aliás, do sr. Gabeira, que está fechando com a tucanalha carioca, embora tenha se vendido nas eleições à prefeitura do Rio como o único candidato da decência e moral; devia morar em Higienópolis ou em Perdizes, aí o cenário demagógico e falso-moralista seria completo ).
Quando você percebe que denúncias gravíssimas até saem nos jornais, mas não com a regularidade necessária e exigida, nem na capa, tá na cara que o assunto é “menor”. Não que seja “menor”, mas ele está sendo apresentado assim.
Entre as denúncias, figuram a “( … ) arrecadação de dinheiro da máfia dos bingos e caça-níqueis, pagamentos de propina para anular a expulsão de policiais corruptos e a existência de um mercado de venda de cargos importantes da Polícia Civil ( … )” ( Estado, 01.03.09 ), conforme depôs o ex-investigador Augusto Pena ao MPE/SP. Os achaques a integrantes do PCC por parte de policiais civis configuram um verdadeiro tapa na cara de qualquer desses “cidadãos de bem” indignados.
A extrema discrição e sobriedade dadas pelo imprensalão a esse caso são um verdadeiro “caso de polícia”: tá na cara que, apesar da gravidade do problema, o objetivo é blindar o José Serra a qualquer custo. Claro que contam com a habitual, recorrente e providencial hipocrisia dos paulistas – que, pelo que consta, não fazem também a menor questão de que algumas CPIs decentes ( entre as sete ou oito dezenas escondidas no calabouço da ALESP ) sejam instaladas e os malfeitos prováveis, supostos, possíveis promovidos pela tucanalha ( instalada no poder há 14 anos em SP ) surjam aos borbotões, e aí não seja mais possível fingir ignorar e nem fazer de conta que apóiam “governantes éticos” quando, na verdade, trata-se de um povo altamente aético mas que se tem em alta conta. Que deve ter adorado as palavras de Jarbas Vasconcellos à vEJA.
Sem CPI, até o Maluf pode se vangloriar de ser honesto.
Eu até meio que concordo que, como dizem estes tais leitores, o Lula parece até ser ( no mínimo ) “complacente” com a corrupção. Só que, até onde sei, o governo Federal não tem permissão constitucional para intervir no Estado de São Paulo e acabar com essa put***aria toda.

Mais um dos escândalos do governo tucano de São Paulo passando em brancas nuvens

É o seguinte: esse caso horroroso da suposta rede de corrupção montada pelo ex-secretário adjunto da Segurança Pública Lauro Malheiros Neto não está rendendo e nem obtendo a atenção merecida.
Propondo um exercício óbvio de imaginação: e se o governo de SP estivesse nas mãos do PT? Aliás, essa pergunta eu faço tendo em mente aquele monte de lixos que são habitués nas colunas de cartas de leitores dos jornais. Gente em que você pode se inspirar e até copiar frases e sentenças inteiras e depois publicar no site do Professor Hariovaldo.
Nessas horas você percebe que esses idiotas não se importam com a tal da “Segurança Pública” e nem ficam “indignados” com a “corrupção” que “viceja no país”. Preferem zurrar suas “verdades” sobre os boxeadores cubanos ou o polêmico asilo dado àquele italiano ( que conta com a simpatia, aliás, do sr. Gabeira, que está fechando com a tucanalha carioca, embora tenha se vendido nas eleições à prefeitura do Rio como o único candidato da decência e moral; devia morar em Higienópolis ou em Perdizes, aí o cenário demagógico e falso-moralista seria completo ).
Quando você percebe que denúncias gravíssimas até saem nos jornais, mas não com a regularidade necessária e exigida, nem na capa, tá na cara que o assunto é “menor”. Não que seja “menor”, mas ele está sendo apresentado assim.
Entre as denúncias, figuram a “( … ) arrecadação de dinheiro da máfia dos bingos e caça-níqueis, pagamentos de propina para anular a expulsão de policiais corruptos e a existência de um mercado de venda de cargos importantes da Polícia Civil ( … )” ( Estado, 01.03.09 ), conforme depôs o ex-investigador Augusto Pena ao MPE/SP. Os achaques a integrantes do PCC por parte de policiais civis configuram um verdadeiro tapa na cara de qualquer desses “cidadãos de bem” indignados.
A extrema discrição e sobriedade dadas pelo imprensalão a esse caso são um verdadeiro “caso de polícia”: tá na cara que, apesar da gravidade do problema, o objetivo é blindar o José Serra a qualquer custo. Claro que contam com a habitual, recorrente e providencial hipocrisia dos paulistas – que, pelo que consta, não fazem também a menor questão de que algumas CPIs decentes ( entre as sete ou oito dezenas escondidas no calabouço da ALESP ) sejam instaladas e os malfeitos prováveis, supostos, possíveis promovidos pela tucanalha ( instalada no poder há 14 anos em SP ) surjam aos borbotões, e aí não seja mais possível fingir ignorar e nem fazer de conta que apóiam “governantes éticos” quando, na verdade, trata-se de um povo altamente aético mas que se tem em alta conta. Que deve ter adorado as palavras de Jarbas Vasconcellos à vEJA.
Sem CPI, até o Maluf pode se vangloriar de ser honesto.
Eu até meio que concordo que, como dizem estes tais leitores, o Lula parece até ser ( no mínimo ) “complacente” com a corrupção. Só que, até onde sei, o governo Federal não tem permissão constitucional para intervir no Estado de São Paulo e acabar com essa put***aria toda.

Mais um dos escândalos do governo tucano de São Paulo passando em brancas nuvens

É o seguinte: esse caso horroroso da suposta rede de corrupção montada pelo ex-secretário adjunto da Segurança Pública Lauro Malheiros Neto não está rendendo e nem obtendo a atenção merecida.
Propondo um exercício óbvio de imaginação: e se o governo de SP estivesse nas mãos do PT? Aliás, essa pergunta eu faço tendo em mente aquele monte de lixos que são habitués nas colunas de cartas de leitores dos jornais. Gente em que você pode se inspirar e até copiar frases e sentenças inteiras e depois publicar no site do Professor Hariovaldo.
Nessas horas você percebe que esses idiotas não se importam com a tal da “Segurança Pública” e nem ficam “indignados” com a “corrupção” que “viceja no país”. Preferem zurrar suas “verdades” sobre os boxeadores cubanos ou o polêmico asilo dado àquele italiano ( que conta com a simpatia, aliás, do sr. Gabeira, que está fechando com a tucanalha carioca, embora tenha se vendido nas eleições à prefeitura do Rio como o único candidato da decência e moral; devia morar em Higienópolis ou em Perdizes, aí o cenário demagógico e falso-moralista seria completo ).
Quando você percebe que denúncias gravíssimas até saem nos jornais, mas não com a regularidade necessária e exigida, nem na capa, tá na cara que o assunto é “menor”. Não que seja “menor”, mas ele está sendo apresentado assim.
Entre as denúncias, figuram a “( … ) arrecadação de dinheiro da máfia dos bingos e caça-níqueis, pagamentos de propina para anular a expulsão de policiais corruptos e a existência de um mercado de venda de cargos importantes da Polícia Civil ( … )” ( Estado, 01.03.09 ), conforme depôs o ex-investigador Augusto Pena ao MPE/SP. Os achaques a integrantes do PCC por parte de policiais civis configuram um verdadeiro tapa na cara de qualquer desses “cidadãos de bem” indignados.
A extrema discrição e sobriedade dadas pelo imprensalão a esse caso são um verdadeiro “caso de polícia”: tá na cara que, apesar da gravidade do problema, o objetivo é blindar o José Serra a qualquer custo. Claro que contam com a habitual, recorrente e providencial hipocrisia dos paulistas – que, pelo que consta, não fazem também a menor questão de que algumas CPIs decentes ( entre as sete ou oito dezenas escondidas no calabouço da ALESP ) sejam instaladas e os malfeitos prováveis, supostos, possíveis promovidos pela tucanalha ( instalada no poder há 14 anos em SP ) surjam aos borbotões, e aí não seja mais possível fingir ignorar e nem fazer de conta que apóiam “governantes éticos” quando, na verdade, trata-se de um povo altamente aético mas que se tem em alta conta. Que deve ter adorado as palavras de Jarbas Vasconcellos à vEJA.
Sem CPI, até o Maluf pode se vangloriar de ser honesto.
Eu até meio que concordo que, como dizem estes tais leitores, o Lula parece até ser ( no mínimo ) “complacente” com a corrupção. Só que, até onde sei, o governo Federal não tem permissão constitucional para intervir no Estado de São Paulo e acabar com essa put***aria toda.

fevereiro 15, 2009

Da série: "Se um cão morde um homem, isso não é notícia. Agora, se um homem morde um cão, isso também não é notícia, se depender da revista vEJA"

Que lixo. Um escândalo atrás do outro envolvendo membros e ex-mebros da cúpula da Secretaria de Segurança Pública e membros das Polícias Civil e Militar, do Estado de São Paulo: achaques ao PCC e a diversos bandidos e sabe o que acontece?
A famigerada revista vEJA ( a preferida daquele coroinha fascista, o Professor Hariovaldo ) não deu uma única linha a respeito das acusações que pesam sobre o tal ex-secretário-adjunto Malheiros Neto. Desde corrupção até venda de cargos de chefia ( parece aquele que quis vender a vaga do Obama no Senado, o tal Blogarivovtichw ). Sem contar que logo de cara cheirou mal o papo de que o traficante amigo do Abadía “se fez passar” por um nascido em Minas Gerais, e “conseguiu” enganar a polícia. Justiça seja feita, nem vEJA, Época ou IstoÉ falaram po***rra nenhuma. A não ser, já que eu, quando leio estas revistas, pego-as nas pontas dos dedos tamanho o nojo e azia ( Copyright by Lula ) que me dão, não tenha lido direito. Pode ser. Mas talvez eu esteja correto.
Todo o imprensalão empenhado em fazer esse vampiro o presidente do País. Que lixo.
Eu sou contra a terceira eleição do Lula. Por isso, acho que a chapa nem devia ter a Dilma, para não representar continuísmo.
Para mim, o ideal seria José Alencar para Presidente e Lula como seu Vice. Me inspirei em McCain/ Palin.

Da série: "Se um cão morde um homem, isso não é notícia. Agora, se um homem morde um cão, isso também não é notícia, se depender da revista vEJA"

Que lixo. Um escândalo atrás do outro envolvendo membros e ex-mebros da cúpula da Secretaria de Segurança Pública e membros das Polícias Civil e Militar, do Estado de São Paulo: achaques ao PCC e a diversos bandidos e sabe o que acontece?
A famigerada revista vEJA ( a preferida daquele coroinha fascista, o Professor Hariovaldo ) não deu uma única linha a respeito das acusações que pesam sobre o tal ex-secretário-adjunto Malheiros Neto. Desde corrupção até venda de cargos de chefia ( parece aquele que quis vender a vaga do Obama no Senado, o tal Blogarivovtichw ). Sem contar que logo de cara cheirou mal o papo de que o traficante amigo do Abadía “se fez passar” por um nascido em Minas Gerais, e “conseguiu” enganar a polícia. Justiça seja feita, nem vEJA, Época ou IstoÉ falaram po***rra nenhuma. A não ser, já que eu, quando leio estas revistas, pego-as nas pontas dos dedos tamanho o nojo e azia ( Copyright by Lula ) que me dão, não tenha lido direito. Pode ser. Mas talvez eu esteja correto.
Todo o imprensalão empenhado em fazer esse vampiro o presidente do País. Que lixo.
Eu sou contra a terceira eleição do Lula. Por isso, acho que a chapa nem devia ter a Dilma, para não representar continuísmo.
Para mim, o ideal seria José Alencar para Presidente e Lula como seu Vice. Me inspirei em McCain/ Palin.
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