Agripino quer que Lula siga a “lição” do apagão de FHC
O líder do DEM (ex-PFL) no Senado, José Agripino (RN), lembrou na segunda-feira a catástrofe que foi o apagão energético no governo de Fernando Henrique Cardoso, o que provocou racionamento, aumento de tarifas, recessão e outras mazelas. Mas acusou Lula de não aprender com a “lição do apagão” de FHC. Disse que o atual governo não investiu na construção e apoio às hidroelétricas.
Agripino quer atribuir a Lula o que Fernando Henrique fez: abandonou, não investiu no setor nos seus 8 anos de governo, sob a alegação de que o Estado não era capaz de gerir e tinha que privatizar tudo. O que o líder demista quer dizer com não aprender com a “lição do apagão” é, na verdade, que o governo Lula adote a pauta privatista que gerou o apagão de FHC, que promova a “abertura ao capital privado do investimento em novas hidrelétricas”, “por meio de tarifas” que sejam “atrativas”. Em outras palavras, tarifas altas em benefício dos monopólios estrangeiros. Ele aterroriza com um suposto apagão, know-how fernandista, para fazer propaganda da privataria.
Só para lembrar: o ministro das Minas e Energia de FHC, na época, era José Jorge, prócer do ex-PFL, portanto, correligionário de Agripino, e que foi candidato a vice-presidente da República na chapa de Geraldo Alckmin. E outra: se a situação ainda demanda cuidados – apesar de tudo o que tem sido feito por Lula para melhorar – é porque não foi possível reverter em tempo recorde todo o prejuízo causado na área pelo governo do PFL/PSDB.
O líder do DEM (ex-PFL) no Senado, José Agripino (RN), lembrou na segunda-feira a catástrofe que foi o apagão energético no governo de Fernando Henrique Cardoso, o que provocou racionamento, aumento de tarifas, recessão e outras mazelas. Mas acusou Lula de não aprender com a “lição do apagão” de FHC. Disse que o atual governo não investiu na construção e apoio às hidroelétricas.
Agripino quer atribuir a Lula o que Fernando Henrique fez: abandonou, não investiu no setor nos seus 8 anos de governo, sob a alegação de que o Estado não era capaz de gerir e tinha que privatizar tudo. O que o líder demista quer dizer com não aprender com a “lição do apagão” é, na verdade, que o governo Lula adote a pauta privatista que gerou o apagão de FHC, que promova a “abertura ao capital privado do investimento em novas hidrelétricas”, “por meio de tarifas” que sejam “atrativas”. Em outras palavras, tarifas altas em benefício dos monopólios estrangeiros. Ele aterroriza com um suposto apagão, know-how fernandista, para fazer propaganda da privataria.
Só para lembrar: o ministro das Minas e Energia de FHC, na época, era José Jorge, prócer do ex-PFL, portanto, correligionário de Agripino, e que foi candidato a vice-presidente da República na chapa de Geraldo Alckmin. E outra: se a situação ainda demanda cuidados – apesar de tudo o que tem sido feito por Lula para melhorar – é porque não foi possível reverter em tempo recorde todo o prejuízo causado na área pelo governo do PFL/PSDB.
ed. 2618
09 a 13/11/07

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