COMUNIQUE-SE
O jornalista iraquiano Ibrahim Jassam, que trabalhava como fotógrafo e cinegrafista para a Reuters, está preso há um ano pelas forças militares dos Estados Unidos no Iraque.
“Após um ano procurando obter informações específicas, ouvimos apenas acusações vagas e indefinidas. Para mim, isso é inaceitável,” disse David Schlesinger, editor chefe da Reuters.
Jassam foi detido por soldados americanos e iraquianos no dia 02/09/2008. Em novembro, a Corte Criminal Central do Iraque decidiu que não existem acusações contra o jornalista, mas ele continua detido em uma prisão construída no deserto, na divisa com o Kuwait.
“É apenas correto e justo que qualquer acusação específica contra um jornalista seja divulgada publicamente e tratada de maneira justa e rápida, com o jornalista tendo o direito de se defender de modo apropriado”, complementa Schlesinger.
As acusações contra Jassam não são divulgadas. Segundo a tenente-coronel Pat Johnson, porta-voz das forças americanas no Iraque, o jornalista teria relações com “atividades insurgentes”.
“Embora apreciemos a decisão da Corte Criminal Central do Iraque no caso de Ibrahim Jassam, a decisão dela não invalida as informações de inteligência que atualmente o apontam como ameaça à segurança e estabilidade iraquianas”, afirmou.
Com informações da Reuters.
setembro 3, 2009
CADÊ A LIBERDADE DE IMPRENSA? FOTÓGRAFO ESTÁ PRESO HÁ UM ANO POR MILITARES! FORA TIRANIA TOTALITÁRIA!
Bandeira da Coréia do Norte, país que não tem nada a ver com esta história…
Cinegrafista da Reuters está preso há um ano pelo Exército dos EUA
junho 4, 2008
Dono de revista preso. Acusação: tentatva de extorsão contra governador!! Livro comprometedor seria a arma!!
Preso dono de revista acusado de extorsão
O Barriga Verde, 03.06.2008
O proprietário da Revista Metrópole, Ivonei Raul da Silva, foi preso em flagrante por agentes da Diretoria Estadual de Investigações Criminais (Deic) ontem pela manhã, na Capital, sob acusação de tentar extorquir R$ 1,6 milhão do governo do Estado para não divulgar um livro com supostas denúncias contra o governador Luiz Henrique, secretários e prefeitos.
Silva nega a acusação, se diz vítima de uma “armação” e garante que pretendia apenas cobrar uma dívida com o governo, que, por sua vez, nega a existência de qualquer débito.
A prisão de Nei Silva, como é conhecido, aconteceu em frente ao Hotel Cambirela, que fica a poucos metros da sede da Deic, no Bairro Estreito. Silva recebeu voz de prisão quando, segundo o delegado Renato Hendges, se preparava para pegar R$ 40 mil do ex-secretário de Planejamento e atual presidente da Indústria Renaux View, Armando Hess de Souza, que estava na condição de interlocutor do governo, conforme o delegado.
O proprietário da Revista Metrópole, Ivonei Raul da Silva, foi preso em flagrante por agentes da Diretoria Estadual de Investigações Criminais (Deic) ontem pela manhã, na Capital, sob acusação de tentar extorquir R$ 1,6 milhão do governo do Estado para não divulgar um livro com supostas denúncias contra o governador Luiz Henrique, secretários e prefeitos.
Silva nega a acusação, se diz vítima de uma “armação” e garante que pretendia apenas cobrar uma dívida com o governo, que, por sua vez, nega a existência de qualquer débito.
A prisão de Nei Silva, como é conhecido, aconteceu em frente ao Hotel Cambirela, que fica a poucos metros da sede da Deic, no Bairro Estreito. Silva recebeu voz de prisão quando, segundo o delegado Renato Hendges, se preparava para pegar R$ 40 mil do ex-secretário de Planejamento e atual presidente da Indústria Renaux View, Armando Hess de Souza, que estava na condição de interlocutor do governo, conforme o delegado.
- Momentaneamente estamos tratando como um caso de extorsão, mas precisamos aguardar até o fim das investigações – afirmou, cauteloso, o delegado Hendges.
De acordo com ele, mesmo com a prisão em flagrante de Silva todas as informações, documentos e fotos que recheiam as 355 páginas do livro “A Descentralização no Banco dos Réus” serão checadas pela polícia e pelo Ministério Público, órgão para o qual o inquérito será encaminhado.
A publicação conta com duas partes e 55 subtítulos. É ilustrada com mais de 60 reproduções de documentos, 25 diálogos reproduzidos e 15 fotos. Em cada subtítulo Silva relata detalhes de supostas negociações para realização de matérias e venda de anúncios da revista, que tem sede em Blumenau. Na manhã de ontem a Justiça decretou sigilo sobre o conteúdo do livro.
A Metrópole foi pivô do processo que, recentemente, quase provocou a cassação do mandato de Luiz Henrique por abuso de poder econômico e propaganda irregular.
Publicação de três revistas e 100 outdoors
As matérias, sempre enaltecendo ações do governo e o projeto de Descentralização, foram publicadas nos meses que antecederam a eleição de 2006. Segundo Silva, as “reportagens” foram pagas com dinheiro público ( Estado e prefeituras ) ou por empresas indicadas pelo governo, que na época estava proibido de fazer propaganda institucional por conta de uma decisão da Justiça.
De acordo com ele, mesmo com a prisão em flagrante de Silva todas as informações, documentos e fotos que recheiam as 355 páginas do livro “A Descentralização no Banco dos Réus” serão checadas pela polícia e pelo Ministério Público, órgão para o qual o inquérito será encaminhado.
A publicação conta com duas partes e 55 subtítulos. É ilustrada com mais de 60 reproduções de documentos, 25 diálogos reproduzidos e 15 fotos. Em cada subtítulo Silva relata detalhes de supostas negociações para realização de matérias e venda de anúncios da revista, que tem sede em Blumenau. Na manhã de ontem a Justiça decretou sigilo sobre o conteúdo do livro.
A Metrópole foi pivô do processo que, recentemente, quase provocou a cassação do mandato de Luiz Henrique por abuso de poder econômico e propaganda irregular.
Publicação de três revistas e 100 outdoors
As matérias, sempre enaltecendo ações do governo e o projeto de Descentralização, foram publicadas nos meses que antecederam a eleição de 2006. Segundo Silva, as “reportagens” foram pagas com dinheiro público ( Estado e prefeituras ) ou por empresas indicadas pelo governo, que na época estava proibido de fazer propaganda institucional por conta de uma decisão da Justiça.
Ao menos 18 prefeitos são citados como “colaboradores” da revista a pedido do governo estadual. Em três páginas do livro (nº 42, 271 e 295) há fotografias de pacotes de dinheiro que, conforme registra Silva, foram encaminhados pelo Executivo como parte do pagamento de uma alegada dívida de R$ 620 mil.
O valor, sempre conforme o acusado, havia sido acordado com o governo para a publicação de três revistas, instalação de 100 outdoors pelo Estado e a realização de pesquisas de intenção de voto para consulta do governador Luiz Henrique da Silveira (PMDB).
O livro, afirmou, foi produzido em resposta ao alegado calote que diz ter recebido do governo, o que teria resultado na insolvência da empresa e no acúmulo de dívidas com agiotas. Além disso, reclamou, a revista foi multada em R$ 40 mil pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) por conta dos outdoors.
O governo nega todas as acusações, diz que nunca teve contrato com a Metrópole e trata o episódio como caso de polícia (veja contraponto). O sócio de Silva, Danilo Gomes, que assina o prefácio do livro mas não estava na hora do flagrante, foi ouvido pelo delegado Hendges e depois, liberado. Silva permanecia preso até ontem à noite, às 22h, já que o crime de extorsão é inafiançável.
O que diz o governo
O diretor de imprensa do governo do Estado, jornalista José Augusto Gayoso Filho, afirmou ontem que o livro de Nei Silva é “totalmente desqualificado” e que o episódio deve ser tratado como “um caso de polícia”. Gayoso classificou de “pilantragem” o argumento de Silva de que o governo teria contratada a Revista Metrópole para destacar ações do Executivo na véspera da eleição de 2006.
- O governo nunca teve contrato de publicidade com a revista, nunca houve conversa com o governo nesse sentido. Tudo foi feito da cabeça deles (da Metrópole), que acharam que um dia poderia ter algum negócio – afirmou.
Sobre os outdoors enaltecendo a Descentralização Administrativa, Gayoso argumentou que eles foram feitos à revelia do comitê de campanha do PMDB e do governo do Estado.
- Imagina se a gente (governo) ai fazer uma coisa dessas, um contrato desses – assegurou o diretor de imprensa.
Em viagem ao Sul do Estado, o secretário Ivo Carminati (Articulação) ratificou as informações do diretor de imprensa e reafirmou que jamais o governo assinou qualquer contrato com a Revista Metrópole.
O que diz o ex-secretário
O Diário Catarinense tentou durante toda a tarde de ontem localizar o ex-secretário de Planejamento Armando Hess de Souza, de quem Silva receberia os R$ 40 mil. O dinheiro foi apreendido pela polícia. Souza, no entanto, não foi localizado. Em contato com a sede da Indústria Renaux View, Roberto Sander, que atua no setor marketing da empresa, informou que Souza deveria ter viajado, já que nem mesmo ele, Roberto, estava conseguindo encontrá-lo por telefone. O DC retornou a ligação depois das 18h, mas foi informado que o ex-secretário não havia aparecido na empresa nem mantido contato por telefone.
Perfis
A ligação entre os radialistas Ivonei Raul da Silva, conhecido como Nei Silva, e Danilo Gomes existe há pelo menos 13 anos. Nei atuava como produtor dos programas apresentados por Danilo, tanto em emissoras de rádio quanto na TV Galega, de Blumenau. O suspeito de ter tentado extorquir dinheiro do governo do Estado vendia patrocínios para programas especiais comandados por Danilo, conforme informaram ex-colegas de trabalho da dupla. Nei é natural de Concórdia, morava em Blumenau e é proprietário da Editora Metrópole, com sede no Centro do município. Nos programas do colega de profissão, Nei também atuou como repórter.
Natural do Rio Grande do Sul, o radialista Danilo Gomes veio para Blumenau na década de 1970. Começou a trabalhar na TV Coligadas, onde comandava o programa Carta Aberta. O mesmo programa foi apresentado por ele durante sete anos na Rádio Nereu Ramos e mais tarde, na Rádio Globo, onde ficou três meses. Já na TV Galega, Danilo manteve, durante um ano, o programa Metrópole na TV.
No início da carreira, Danilo trabalhou no Jornal de Santa Catarina. Entre 1971 e 1983, exerceu as funções de revisor, repórter, editor e chefe de reportagem. Atualmente, trabalha como assessor do Partido Republicano (PR).
Fonte: Diário Catarinense
O valor, sempre conforme o acusado, havia sido acordado com o governo para a publicação de três revistas, instalação de 100 outdoors pelo Estado e a realização de pesquisas de intenção de voto para consulta do governador Luiz Henrique da Silveira (PMDB).
O livro, afirmou, foi produzido em resposta ao alegado calote que diz ter recebido do governo, o que teria resultado na insolvência da empresa e no acúmulo de dívidas com agiotas. Além disso, reclamou, a revista foi multada em R$ 40 mil pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) por conta dos outdoors.
O governo nega todas as acusações, diz que nunca teve contrato com a Metrópole e trata o episódio como caso de polícia (veja contraponto). O sócio de Silva, Danilo Gomes, que assina o prefácio do livro mas não estava na hora do flagrante, foi ouvido pelo delegado Hendges e depois, liberado. Silva permanecia preso até ontem à noite, às 22h, já que o crime de extorsão é inafiançável.
O que diz o governo
O diretor de imprensa do governo do Estado, jornalista José Augusto Gayoso Filho, afirmou ontem que o livro de Nei Silva é “totalmente desqualificado” e que o episódio deve ser tratado como “um caso de polícia”. Gayoso classificou de “pilantragem” o argumento de Silva de que o governo teria contratada a Revista Metrópole para destacar ações do Executivo na véspera da eleição de 2006.
- O governo nunca teve contrato de publicidade com a revista, nunca houve conversa com o governo nesse sentido. Tudo foi feito da cabeça deles (da Metrópole), que acharam que um dia poderia ter algum negócio – afirmou.
Sobre os outdoors enaltecendo a Descentralização Administrativa, Gayoso argumentou que eles foram feitos à revelia do comitê de campanha do PMDB e do governo do Estado.
- Imagina se a gente (governo) ai fazer uma coisa dessas, um contrato desses – assegurou o diretor de imprensa.
Em viagem ao Sul do Estado, o secretário Ivo Carminati (Articulação) ratificou as informações do diretor de imprensa e reafirmou que jamais o governo assinou qualquer contrato com a Revista Metrópole.
O que diz o ex-secretário
O Diário Catarinense tentou durante toda a tarde de ontem localizar o ex-secretário de Planejamento Armando Hess de Souza, de quem Silva receberia os R$ 40 mil. O dinheiro foi apreendido pela polícia. Souza, no entanto, não foi localizado. Em contato com a sede da Indústria Renaux View, Roberto Sander, que atua no setor marketing da empresa, informou que Souza deveria ter viajado, já que nem mesmo ele, Roberto, estava conseguindo encontrá-lo por telefone. O DC retornou a ligação depois das 18h, mas foi informado que o ex-secretário não havia aparecido na empresa nem mantido contato por telefone.
Perfis
A ligação entre os radialistas Ivonei Raul da Silva, conhecido como Nei Silva, e Danilo Gomes existe há pelo menos 13 anos. Nei atuava como produtor dos programas apresentados por Danilo, tanto em emissoras de rádio quanto na TV Galega, de Blumenau. O suspeito de ter tentado extorquir dinheiro do governo do Estado vendia patrocínios para programas especiais comandados por Danilo, conforme informaram ex-colegas de trabalho da dupla. Nei é natural de Concórdia, morava em Blumenau e é proprietário da Editora Metrópole, com sede no Centro do município. Nos programas do colega de profissão, Nei também atuou como repórter.
Natural do Rio Grande do Sul, o radialista Danilo Gomes veio para Blumenau na década de 1970. Começou a trabalhar na TV Coligadas, onde comandava o programa Carta Aberta. O mesmo programa foi apresentado por ele durante sete anos na Rádio Nereu Ramos e mais tarde, na Rádio Globo, onde ficou três meses. Já na TV Galega, Danilo manteve, durante um ano, o programa Metrópole na TV.
No início da carreira, Danilo trabalhou no Jornal de Santa Catarina. Entre 1971 e 1983, exerceu as funções de revisor, repórter, editor e chefe de reportagem. Atualmente, trabalha como assessor do Partido Republicano (PR).
Fonte: Diário Catarinense
dezembro 8, 2007
O Código D’Abril: Editora tarda 50 anos para se preocupar com a conduta dos funcionários. Código ensina profissionais a lidar com oferta de propina.
Editora Abril lança primeiro Código de Conduta em 50 anos de história
Funcionários da Editora Abril começam a receber hoje o primeiro Código de Conduta dos mais de 50 anos da empresa. Após quatro anos de discussão interna, em grupos de trabalho, o conjunto de normas e leis formaliza como seus funcionários, incluindo jornalistas, devem agir tanto internamente, no ambiente de trabalho, como em relação a outros atores: acionistas, clientes, imprensa e órgãos públicos e privados.
Apesar de ser um código de conduta, a organização da editora não acredita, em momento algum, que as normas firam a liberdade individual e de imprensa de seus funcionários. Pelo contrário, a administração argumenta que o código é um “sinal de respeito” da empresa, para que os trabalhadores possam orientar as ações. Junto com o código, os funcionários assinarão um Termo de Compromisso, para legitimar que estão de acordo com as normas. Posteriormente, a folha ficará anexada junto à documentação de cada funcionário.
No código, há informações de como os profissionais devem agir em casos, por exemplo, de assédio moral e de tentativas de propina e corrupção dos funcionários ( grifo meu ) . O texto deixa claro que os profissionais não devem, de maneira alguma, receber favores ou isenção de pagamentos para fazerem reportagens ou publicidades que privilegiem determinado grupo ou que interfiram na postura editorial do grupo.
A Editora Abril contratou uma auditoria para verificar a aderência dos funcionários ao código e investigará possíveis violações. Os jornalistas e colaboradores terão um telefone 0800, através do qual poderão fazer quaisquer denúncias anônimas. Para apurar os supostos desvios, a editora criou um Comitê de Conduta, que será formado pelo presidente executivo, Giancarlo Civita, o vice-presidente de RH, Márcio Ogliara, o diretor jurídico, Arnaldo Tibyriçá, o diretor da auditoria, Thomaz Scott, e a secretaria de Gerência de Comunicações, que administra a comunicação interna do grupo.
Comunique-se
Apesar de ser um código de conduta, a organização da editora não acredita, em momento algum, que as normas firam a liberdade individual e de imprensa de seus funcionários. Pelo contrário, a administração argumenta que o código é um “sinal de respeito” da empresa, para que os trabalhadores possam orientar as ações. Junto com o código, os funcionários assinarão um Termo de Compromisso, para legitimar que estão de acordo com as normas. Posteriormente, a folha ficará anexada junto à documentação de cada funcionário.
No código, há informações de como os profissionais devem agir em casos, por exemplo, de assédio moral e de tentativas de propina e corrupção dos funcionários ( grifo meu ) . O texto deixa claro que os profissionais não devem, de maneira alguma, receber favores ou isenção de pagamentos para fazerem reportagens ou publicidades que privilegiem determinado grupo ou que interfiram na postura editorial do grupo.
A Editora Abril contratou uma auditoria para verificar a aderência dos funcionários ao código e investigará possíveis violações. Os jornalistas e colaboradores terão um telefone 0800, através do qual poderão fazer quaisquer denúncias anônimas. Para apurar os supostos desvios, a editora criou um Comitê de Conduta, que será formado pelo presidente executivo, Giancarlo Civita, o vice-presidente de RH, Márcio Ogliara, o diretor jurídico, Arnaldo Tibyriçá, o diretor da auditoria, Thomaz Scott, e a secretaria de Gerência de Comunicações, que administra a comunicação interna do grupo.
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7/12/2007
O Código D’Abril: Editora tarda 50 anos para se preocupar com a conduta dos funcionários. Código ensina profissionais a lidar com oferta de propina.
Editora Abril lança primeiro Código de Conduta em 50 anos de história
Funcionários da Editora Abril começam a receber hoje o primeiro Código de Conduta dos mais de 50 anos da empresa. Após quatro anos de discussão interna, em grupos de trabalho, o conjunto de normas e leis formaliza como seus funcionários, incluindo jornalistas, devem agir tanto internamente, no ambiente de trabalho, como em relação a outros atores: acionistas, clientes, imprensa e órgãos públicos e privados.
Apesar de ser um código de conduta, a organização da editora não acredita, em momento algum, que as normas firam a liberdade individual e de imprensa de seus funcionários. Pelo contrário, a administração argumenta que o código é um “sinal de respeito” da empresa, para que os trabalhadores possam orientar as ações. Junto com o código, os funcionários assinarão um Termo de Compromisso, para legitimar que estão de acordo com as normas. Posteriormente, a folha ficará anexada junto à documentação de cada funcionário.
No código, há informações de como os profissionais devem agir em casos, por exemplo, de assédio moral e de tentativas de propina e corrupção dos funcionários ( grifo meu ) . O texto deixa claro que os profissionais não devem, de maneira alguma, receber favores ou isenção de pagamentos para fazerem reportagens ou publicidades que privilegiem determinado grupo ou que interfiram na postura editorial do grupo.
A Editora Abril contratou uma auditoria para verificar a aderência dos funcionários ao código e investigará possíveis violações. Os jornalistas e colaboradores terão um telefone 0800, através do qual poderão fazer quaisquer denúncias anônimas. Para apurar os supostos desvios, a editora criou um Comitê de Conduta, que será formado pelo presidente executivo, Giancarlo Civita, o vice-presidente de RH, Márcio Ogliara, o diretor jurídico, Arnaldo Tibyriçá, o diretor da auditoria, Thomaz Scott, e a secretaria de Gerência de Comunicações, que administra a comunicação interna do grupo.
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Apesar de ser um código de conduta, a organização da editora não acredita, em momento algum, que as normas firam a liberdade individual e de imprensa de seus funcionários. Pelo contrário, a administração argumenta que o código é um “sinal de respeito” da empresa, para que os trabalhadores possam orientar as ações. Junto com o código, os funcionários assinarão um Termo de Compromisso, para legitimar que estão de acordo com as normas. Posteriormente, a folha ficará anexada junto à documentação de cada funcionário.
No código, há informações de como os profissionais devem agir em casos, por exemplo, de assédio moral e de tentativas de propina e corrupção dos funcionários ( grifo meu ) . O texto deixa claro que os profissionais não devem, de maneira alguma, receber favores ou isenção de pagamentos para fazerem reportagens ou publicidades que privilegiem determinado grupo ou que interfiram na postura editorial do grupo.
A Editora Abril contratou uma auditoria para verificar a aderência dos funcionários ao código e investigará possíveis violações. Os jornalistas e colaboradores terão um telefone 0800, através do qual poderão fazer quaisquer denúncias anônimas. Para apurar os supostos desvios, a editora criou um Comitê de Conduta, que será formado pelo presidente executivo, Giancarlo Civita, o vice-presidente de RH, Márcio Ogliara, o diretor jurídico, Arnaldo Tibyriçá, o diretor da auditoria, Thomaz Scott, e a secretaria de Gerência de Comunicações, que administra a comunicação interna do grupo.
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7/12/2007
O Código D’Abril: Editora tarda 50 anos para se preocupar com a conduta dos funcionários. Código ensina profissionais a lidar com oferta de propina.
Editora Abril lança primeiro Código de Conduta em 50 anos de história
Funcionários da Editora Abril começam a receber hoje o primeiro Código de Conduta dos mais de 50 anos da empresa. Após quatro anos de discussão interna, em grupos de trabalho, o conjunto de normas e leis formaliza como seus funcionários, incluindo jornalistas, devem agir tanto internamente, no ambiente de trabalho, como em relação a outros atores: acionistas, clientes, imprensa e órgãos públicos e privados.
Apesar de ser um código de conduta, a organização da editora não acredita, em momento algum, que as normas firam a liberdade individual e de imprensa de seus funcionários. Pelo contrário, a administração argumenta que o código é um “sinal de respeito” da empresa, para que os trabalhadores possam orientar as ações. Junto com o código, os funcionários assinarão um Termo de Compromisso, para legitimar que estão de acordo com as normas. Posteriormente, a folha ficará anexada junto à documentação de cada funcionário.
No código, há informações de como os profissionais devem agir em casos, por exemplo, de assédio moral e de tentativas de propina e corrupção dos funcionários ( grifo meu ) . O texto deixa claro que os profissionais não devem, de maneira alguma, receber favores ou isenção de pagamentos para fazerem reportagens ou publicidades que privilegiem determinado grupo ou que interfiram na postura editorial do grupo.
A Editora Abril contratou uma auditoria para verificar a aderência dos funcionários ao código e investigará possíveis violações. Os jornalistas e colaboradores terão um telefone 0800, através do qual poderão fazer quaisquer denúncias anônimas. Para apurar os supostos desvios, a editora criou um Comitê de Conduta, que será formado pelo presidente executivo, Giancarlo Civita, o vice-presidente de RH, Márcio Ogliara, o diretor jurídico, Arnaldo Tibyriçá, o diretor da auditoria, Thomaz Scott, e a secretaria de Gerência de Comunicações, que administra a comunicação interna do grupo.
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Apesar de ser um código de conduta, a organização da editora não acredita, em momento algum, que as normas firam a liberdade individual e de imprensa de seus funcionários. Pelo contrário, a administração argumenta que o código é um “sinal de respeito” da empresa, para que os trabalhadores possam orientar as ações. Junto com o código, os funcionários assinarão um Termo de Compromisso, para legitimar que estão de acordo com as normas. Posteriormente, a folha ficará anexada junto à documentação de cada funcionário.
No código, há informações de como os profissionais devem agir em casos, por exemplo, de assédio moral e de tentativas de propina e corrupção dos funcionários ( grifo meu ) . O texto deixa claro que os profissionais não devem, de maneira alguma, receber favores ou isenção de pagamentos para fazerem reportagens ou publicidades que privilegiem determinado grupo ou que interfiram na postura editorial do grupo.
A Editora Abril contratou uma auditoria para verificar a aderência dos funcionários ao código e investigará possíveis violações. Os jornalistas e colaboradores terão um telefone 0800, através do qual poderão fazer quaisquer denúncias anônimas. Para apurar os supostos desvios, a editora criou um Comitê de Conduta, que será formado pelo presidente executivo, Giancarlo Civita, o vice-presidente de RH, Márcio Ogliara, o diretor jurídico, Arnaldo Tibyriçá, o diretor da auditoria, Thomaz Scott, e a secretaria de Gerência de Comunicações, que administra a comunicação interna do grupo.
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7/12/2007
O Código D’Abril: Editora tarda 50 anos para se preocupar com a conduta dos funcionários. Código ensina profissionais a lidar com oferta de propina.
Editora Abril lança primeiro Código de Conduta em 50 anos de história
Funcionários da Editora Abril começam a receber hoje o primeiro Código de Conduta dos mais de 50 anos da empresa. Após quatro anos de discussão interna, em grupos de trabalho, o conjunto de normas e leis formaliza como seus funcionários, incluindo jornalistas, devem agir tanto internamente, no ambiente de trabalho, como em relação a outros atores: acionistas, clientes, imprensa e órgãos públicos e privados.
Apesar de ser um código de conduta, a organização da editora não acredita, em momento algum, que as normas firam a liberdade individual e de imprensa de seus funcionários. Pelo contrário, a administração argumenta que o código é um “sinal de respeito” da empresa, para que os trabalhadores possam orientar as ações. Junto com o código, os funcionários assinarão um Termo de Compromisso, para legitimar que estão de acordo com as normas. Posteriormente, a folha ficará anexada junto à documentação de cada funcionário.
No código, há informações de como os profissionais devem agir em casos, por exemplo, de assédio moral e de tentativas de propina e corrupção dos funcionários ( grifo meu ) . O texto deixa claro que os profissionais não devem, de maneira alguma, receber favores ou isenção de pagamentos para fazerem reportagens ou publicidades que privilegiem determinado grupo ou que interfiram na postura editorial do grupo.
A Editora Abril contratou uma auditoria para verificar a aderência dos funcionários ao código e investigará possíveis violações. Os jornalistas e colaboradores terão um telefone 0800, através do qual poderão fazer quaisquer denúncias anônimas. Para apurar os supostos desvios, a editora criou um Comitê de Conduta, que será formado pelo presidente executivo, Giancarlo Civita, o vice-presidente de RH, Márcio Ogliara, o diretor jurídico, Arnaldo Tibyriçá, o diretor da auditoria, Thomaz Scott, e a secretaria de Gerência de Comunicações, que administra a comunicação interna do grupo.
Comunique-se
Apesar de ser um código de conduta, a organização da editora não acredita, em momento algum, que as normas firam a liberdade individual e de imprensa de seus funcionários. Pelo contrário, a administração argumenta que o código é um “sinal de respeito” da empresa, para que os trabalhadores possam orientar as ações. Junto com o código, os funcionários assinarão um Termo de Compromisso, para legitimar que estão de acordo com as normas. Posteriormente, a folha ficará anexada junto à documentação de cada funcionário.
No código, há informações de como os profissionais devem agir em casos, por exemplo, de assédio moral e de tentativas de propina e corrupção dos funcionários ( grifo meu ) . O texto deixa claro que os profissionais não devem, de maneira alguma, receber favores ou isenção de pagamentos para fazerem reportagens ou publicidades que privilegiem determinado grupo ou que interfiram na postura editorial do grupo.
A Editora Abril contratou uma auditoria para verificar a aderência dos funcionários ao código e investigará possíveis violações. Os jornalistas e colaboradores terão um telefone 0800, através do qual poderão fazer quaisquer denúncias anônimas. Para apurar os supostos desvios, a editora criou um Comitê de Conduta, que será formado pelo presidente executivo, Giancarlo Civita, o vice-presidente de RH, Márcio Ogliara, o diretor jurídico, Arnaldo Tibyriçá, o diretor da auditoria, Thomaz Scott, e a secretaria de Gerência de Comunicações, que administra a comunicação interna do grupo.
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7/12/2007
O Código D’Abril: Editora tarda 50 anos para se preocupar com a conduta dos funcionários. Código ensina profissionais a lidar com oferta de propina.
Editora Abril lança primeiro Código de Conduta em 50 anos de história
Funcionários da Editora Abril começam a receber hoje o primeiro Código de Conduta dos mais de 50 anos da empresa. Após quatro anos de discussão interna, em grupos de trabalho, o conjunto de normas e leis formaliza como seus funcionários, incluindo jornalistas, devem agir tanto internamente, no ambiente de trabalho, como em relação a outros atores: acionistas, clientes, imprensa e órgãos públicos e privados.
Apesar de ser um código de conduta, a organização da editora não acredita, em momento algum, que as normas firam a liberdade individual e de imprensa de seus funcionários. Pelo contrário, a administração argumenta que o código é um “sinal de respeito” da empresa, para que os trabalhadores possam orientar as ações. Junto com o código, os funcionários assinarão um Termo de Compromisso, para legitimar que estão de acordo com as normas. Posteriormente, a folha ficará anexada junto à documentação de cada funcionário.
No código, há informações de como os profissionais devem agir em casos, por exemplo, de assédio moral e de tentativas de propina e corrupção dos funcionários ( grifo meu ) . O texto deixa claro que os profissionais não devem, de maneira alguma, receber favores ou isenção de pagamentos para fazerem reportagens ou publicidades que privilegiem determinado grupo ou que interfiram na postura editorial do grupo.
A Editora Abril contratou uma auditoria para verificar a aderência dos funcionários ao código e investigará possíveis violações. Os jornalistas e colaboradores terão um telefone 0800, através do qual poderão fazer quaisquer denúncias anônimas. Para apurar os supostos desvios, a editora criou um Comitê de Conduta, que será formado pelo presidente executivo, Giancarlo Civita, o vice-presidente de RH, Márcio Ogliara, o diretor jurídico, Arnaldo Tibyriçá, o diretor da auditoria, Thomaz Scott, e a secretaria de Gerência de Comunicações, que administra a comunicação interna do grupo.
Comunique-se
Apesar de ser um código de conduta, a organização da editora não acredita, em momento algum, que as normas firam a liberdade individual e de imprensa de seus funcionários. Pelo contrário, a administração argumenta que o código é um “sinal de respeito” da empresa, para que os trabalhadores possam orientar as ações. Junto com o código, os funcionários assinarão um Termo de Compromisso, para legitimar que estão de acordo com as normas. Posteriormente, a folha ficará anexada junto à documentação de cada funcionário.
No código, há informações de como os profissionais devem agir em casos, por exemplo, de assédio moral e de tentativas de propina e corrupção dos funcionários ( grifo meu ) . O texto deixa claro que os profissionais não devem, de maneira alguma, receber favores ou isenção de pagamentos para fazerem reportagens ou publicidades que privilegiem determinado grupo ou que interfiram na postura editorial do grupo.
A Editora Abril contratou uma auditoria para verificar a aderência dos funcionários ao código e investigará possíveis violações. Os jornalistas e colaboradores terão um telefone 0800, através do qual poderão fazer quaisquer denúncias anônimas. Para apurar os supostos desvios, a editora criou um Comitê de Conduta, que será formado pelo presidente executivo, Giancarlo Civita, o vice-presidente de RH, Márcio Ogliara, o diretor jurídico, Arnaldo Tibyriçá, o diretor da auditoria, Thomaz Scott, e a secretaria de Gerência de Comunicações, que administra a comunicação interna do grupo.
Comunique-se
7/12/2007
O Código D’Abril: Editora tarda 50 anos para se preocupar com a conduta dos funcionários. Código ensina profissionais a lidar com oferta de propina.
Editora Abril lança primeiro Código de Conduta em 50 anos de história
Funcionários da Editora Abril começam a receber hoje o primeiro Código de Conduta dos mais de 50 anos da empresa. Após quatro anos de discussão interna, em grupos de trabalho, o conjunto de normas e leis formaliza como seus funcionários, incluindo jornalistas, devem agir tanto internamente, no ambiente de trabalho, como em relação a outros atores: acionistas, clientes, imprensa e órgãos públicos e privados.
Apesar de ser um código de conduta, a organização da editora não acredita, em momento algum, que as normas firam a liberdade individual e de imprensa de seus funcionários. Pelo contrário, a administração argumenta que o código é um “sinal de respeito” da empresa, para que os trabalhadores possam orientar as ações. Junto com o código, os funcionários assinarão um Termo de Compromisso, para legitimar que estão de acordo com as normas. Posteriormente, a folha ficará anexada junto à documentação de cada funcionário.
No código, há informações de como os profissionais devem agir em casos, por exemplo, de assédio moral e de tentativas de propina e corrupção dos funcionários ( grifo meu ) . O texto deixa claro que os profissionais não devem, de maneira alguma, receber favores ou isenção de pagamentos para fazerem reportagens ou publicidades que privilegiem determinado grupo ou que interfiram na postura editorial do grupo.
A Editora Abril contratou uma auditoria para verificar a aderência dos funcionários ao código e investigará possíveis violações. Os jornalistas e colaboradores terão um telefone 0800, através do qual poderão fazer quaisquer denúncias anônimas. Para apurar os supostos desvios, a editora criou um Comitê de Conduta, que será formado pelo presidente executivo, Giancarlo Civita, o vice-presidente de RH, Márcio Ogliara, o diretor jurídico, Arnaldo Tibyriçá, o diretor da auditoria, Thomaz Scott, e a secretaria de Gerência de Comunicações, que administra a comunicação interna do grupo.
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Apesar de ser um código de conduta, a organização da editora não acredita, em momento algum, que as normas firam a liberdade individual e de imprensa de seus funcionários. Pelo contrário, a administração argumenta que o código é um “sinal de respeito” da empresa, para que os trabalhadores possam orientar as ações. Junto com o código, os funcionários assinarão um Termo de Compromisso, para legitimar que estão de acordo com as normas. Posteriormente, a folha ficará anexada junto à documentação de cada funcionário.
No código, há informações de como os profissionais devem agir em casos, por exemplo, de assédio moral e de tentativas de propina e corrupção dos funcionários ( grifo meu ) . O texto deixa claro que os profissionais não devem, de maneira alguma, receber favores ou isenção de pagamentos para fazerem reportagens ou publicidades que privilegiem determinado grupo ou que interfiram na postura editorial do grupo.
A Editora Abril contratou uma auditoria para verificar a aderência dos funcionários ao código e investigará possíveis violações. Os jornalistas e colaboradores terão um telefone 0800, através do qual poderão fazer quaisquer denúncias anônimas. Para apurar os supostos desvios, a editora criou um Comitê de Conduta, que será formado pelo presidente executivo, Giancarlo Civita, o vice-presidente de RH, Márcio Ogliara, o diretor jurídico, Arnaldo Tibyriçá, o diretor da auditoria, Thomaz Scott, e a secretaria de Gerência de Comunicações, que administra a comunicação interna do grupo.
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7/12/2007
O Código D’Abril: Editora tarda 50 anos para se preocupar com a conduta dos funcionários. Código ensina profissionais a lidar com oferta de propina.
Editora Abril lança primeiro Código de Conduta em 50 anos de história
Funcionários da Editora Abril começam a receber hoje o primeiro Código de Conduta dos mais de 50 anos da empresa. Após quatro anos de discussão interna, em grupos de trabalho, o conjunto de normas e leis formaliza como seus funcionários, incluindo jornalistas, devem agir tanto internamente, no ambiente de trabalho, como em relação a outros atores: acionistas, clientes, imprensa e órgãos públicos e privados.
Apesar de ser um código de conduta, a organização da editora não acredita, em momento algum, que as normas firam a liberdade individual e de imprensa de seus funcionários. Pelo contrário, a administração argumenta que o código é um “sinal de respeito” da empresa, para que os trabalhadores possam orientar as ações. Junto com o código, os funcionários assinarão um Termo de Compromisso, para legitimar que estão de acordo com as normas. Posteriormente, a folha ficará anexada junto à documentação de cada funcionário.
No código, há informações de como os profissionais devem agir em casos, por exemplo, de assédio moral e de tentativas de propina e corrupção dos funcionários ( grifo meu ) . O texto deixa claro que os profissionais não devem, de maneira alguma, receber favores ou isenção de pagamentos para fazerem reportagens ou publicidades que privilegiem determinado grupo ou que interfiram na postura editorial do grupo.
A Editora Abril contratou uma auditoria para verificar a aderência dos funcionários ao código e investigará possíveis violações. Os jornalistas e colaboradores terão um telefone 0800, através do qual poderão fazer quaisquer denúncias anônimas. Para apurar os supostos desvios, a editora criou um Comitê de Conduta, que será formado pelo presidente executivo, Giancarlo Civita, o vice-presidente de RH, Márcio Ogliara, o diretor jurídico, Arnaldo Tibyriçá, o diretor da auditoria, Thomaz Scott, e a secretaria de Gerência de Comunicações, que administra a comunicação interna do grupo.
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Apesar de ser um código de conduta, a organização da editora não acredita, em momento algum, que as normas firam a liberdade individual e de imprensa de seus funcionários. Pelo contrário, a administração argumenta que o código é um “sinal de respeito” da empresa, para que os trabalhadores possam orientar as ações. Junto com o código, os funcionários assinarão um Termo de Compromisso, para legitimar que estão de acordo com as normas. Posteriormente, a folha ficará anexada junto à documentação de cada funcionário.
No código, há informações de como os profissionais devem agir em casos, por exemplo, de assédio moral e de tentativas de propina e corrupção dos funcionários ( grifo meu ) . O texto deixa claro que os profissionais não devem, de maneira alguma, receber favores ou isenção de pagamentos para fazerem reportagens ou publicidades que privilegiem determinado grupo ou que interfiram na postura editorial do grupo.
A Editora Abril contratou uma auditoria para verificar a aderência dos funcionários ao código e investigará possíveis violações. Os jornalistas e colaboradores terão um telefone 0800, através do qual poderão fazer quaisquer denúncias anônimas. Para apurar os supostos desvios, a editora criou um Comitê de Conduta, que será formado pelo presidente executivo, Giancarlo Civita, o vice-presidente de RH, Márcio Ogliara, o diretor jurídico, Arnaldo Tibyriçá, o diretor da auditoria, Thomaz Scott, e a secretaria de Gerência de Comunicações, que administra a comunicação interna do grupo.
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7/12/2007
O Código D’Abril: Editora tarda 50 anos para se preocupar com a conduta dos funcionários. Código ensina profissionais a lidar com oferta de propina.
Editora Abril lança primeiro Código de Conduta em 50 anos de história
Funcionários da Editora Abril começam a receber hoje o primeiro Código de Conduta dos mais de 50 anos da empresa. Após quatro anos de discussão interna, em grupos de trabalho, o conjunto de normas e leis formaliza como seus funcionários, incluindo jornalistas, devem agir tanto internamente, no ambiente de trabalho, como em relação a outros atores: acionistas, clientes, imprensa e órgãos públicos e privados.
Apesar de ser um código de conduta, a organização da editora não acredita, em momento algum, que as normas firam a liberdade individual e de imprensa de seus funcionários. Pelo contrário, a administração argumenta que o código é um “sinal de respeito” da empresa, para que os trabalhadores possam orientar as ações. Junto com o código, os funcionários assinarão um Termo de Compromisso, para legitimar que estão de acordo com as normas. Posteriormente, a folha ficará anexada junto à documentação de cada funcionário.
No código, há informações de como os profissionais devem agir em casos, por exemplo, de assédio moral e de tentativas de propina e corrupção dos funcionários ( grifo meu ) . O texto deixa claro que os profissionais não devem, de maneira alguma, receber favores ou isenção de pagamentos para fazerem reportagens ou publicidades que privilegiem determinado grupo ou que interfiram na postura editorial do grupo.
A Editora Abril contratou uma auditoria para verificar a aderência dos funcionários ao código e investigará possíveis violações. Os jornalistas e colaboradores terão um telefone 0800, através do qual poderão fazer quaisquer denúncias anônimas. Para apurar os supostos desvios, a editora criou um Comitê de Conduta, que será formado pelo presidente executivo, Giancarlo Civita, o vice-presidente de RH, Márcio Ogliara, o diretor jurídico, Arnaldo Tibyriçá, o diretor da auditoria, Thomaz Scott, e a secretaria de Gerência de Comunicações, que administra a comunicação interna do grupo.
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Apesar de ser um código de conduta, a organização da editora não acredita, em momento algum, que as normas firam a liberdade individual e de imprensa de seus funcionários. Pelo contrário, a administração argumenta que o código é um “sinal de respeito” da empresa, para que os trabalhadores possam orientar as ações. Junto com o código, os funcionários assinarão um Termo de Compromisso, para legitimar que estão de acordo com as normas. Posteriormente, a folha ficará anexada junto à documentação de cada funcionário.
No código, há informações de como os profissionais devem agir em casos, por exemplo, de assédio moral e de tentativas de propina e corrupção dos funcionários ( grifo meu ) . O texto deixa claro que os profissionais não devem, de maneira alguma, receber favores ou isenção de pagamentos para fazerem reportagens ou publicidades que privilegiem determinado grupo ou que interfiram na postura editorial do grupo.
A Editora Abril contratou uma auditoria para verificar a aderência dos funcionários ao código e investigará possíveis violações. Os jornalistas e colaboradores terão um telefone 0800, através do qual poderão fazer quaisquer denúncias anônimas. Para apurar os supostos desvios, a editora criou um Comitê de Conduta, que será formado pelo presidente executivo, Giancarlo Civita, o vice-presidente de RH, Márcio Ogliara, o diretor jurídico, Arnaldo Tibyriçá, o diretor da auditoria, Thomaz Scott, e a secretaria de Gerência de Comunicações, que administra a comunicação interna do grupo.
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O Código D’Abril: Editora tarda 50 anos para se preocupar com a conduta dos funcionários. Código ensina profissionais a lidar com oferta de propina.
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Funcionários da Editora Abril começam a receber hoje o primeiro Código de Conduta dos mais de 50 anos da empresa. Após quatro anos de discussão interna, em grupos de trabalho, o conjunto de normas e leis formaliza como seus funcionários, incluindo jornalistas, devem agir tanto internamente, no ambiente de trabalho, como em relação a outros atores: acionistas, clientes, imprensa e órgãos públicos e privados.
Apesar de ser um código de conduta, a organização da editora não acredita, em momento algum, que as normas firam a liberdade individual e de imprensa de seus funcionários. Pelo contrário, a administração argumenta que o código é um “sinal de respeito” da empresa, para que os trabalhadores possam orientar as ações. Junto com o código, os funcionários assinarão um Termo de Compromisso, para legitimar que estão de acordo com as normas. Posteriormente, a folha ficará anexada junto à documentação de cada funcionário.
No código, há informações de como os profissionais devem agir em casos, por exemplo, de assédio moral e de tentativas de propina e corrupção dos funcionários ( grifo meu ) . O texto deixa claro que os profissionais não devem, de maneira alguma, receber favores ou isenção de pagamentos para fazerem reportagens ou publicidades que privilegiem determinado grupo ou que interfiram na postura editorial do grupo.
A Editora Abril contratou uma auditoria para verificar a aderência dos funcionários ao código e investigará possíveis violações. Os jornalistas e colaboradores terão um telefone 0800, através do qual poderão fazer quaisquer denúncias anônimas. Para apurar os supostos desvios, a editora criou um Comitê de Conduta, que será formado pelo presidente executivo, Giancarlo Civita, o vice-presidente de RH, Márcio Ogliara, o diretor jurídico, Arnaldo Tibyriçá, o diretor da auditoria, Thomaz Scott, e a secretaria de Gerência de Comunicações, que administra a comunicação interna do grupo.
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Apesar de ser um código de conduta, a organização da editora não acredita, em momento algum, que as normas firam a liberdade individual e de imprensa de seus funcionários. Pelo contrário, a administração argumenta que o código é um “sinal de respeito” da empresa, para que os trabalhadores possam orientar as ações. Junto com o código, os funcionários assinarão um Termo de Compromisso, para legitimar que estão de acordo com as normas. Posteriormente, a folha ficará anexada junto à documentação de cada funcionário.
No código, há informações de como os profissionais devem agir em casos, por exemplo, de assédio moral e de tentativas de propina e corrupção dos funcionários ( grifo meu ) . O texto deixa claro que os profissionais não devem, de maneira alguma, receber favores ou isenção de pagamentos para fazerem reportagens ou publicidades que privilegiem determinado grupo ou que interfiram na postura editorial do grupo.
A Editora Abril contratou uma auditoria para verificar a aderência dos funcionários ao código e investigará possíveis violações. Os jornalistas e colaboradores terão um telefone 0800, através do qual poderão fazer quaisquer denúncias anônimas. Para apurar os supostos desvios, a editora criou um Comitê de Conduta, que será formado pelo presidente executivo, Giancarlo Civita, o vice-presidente de RH, Márcio Ogliara, o diretor jurídico, Arnaldo Tibyriçá, o diretor da auditoria, Thomaz Scott, e a secretaria de Gerência de Comunicações, que administra a comunicação interna do grupo.
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Funcionários da Editora Abril começam a receber hoje o primeiro Código de Conduta dos mais de 50 anos da empresa. Após quatro anos de discussão interna, em grupos de trabalho, o conjunto de normas e leis formaliza como seus funcionários, incluindo jornalistas, devem agir tanto internamente, no ambiente de trabalho, como em relação a outros atores: acionistas, clientes, imprensa e órgãos públicos e privados.
Apesar de ser um código de conduta, a organização da editora não acredita, em momento algum, que as normas firam a liberdade individual e de imprensa de seus funcionários. Pelo contrário, a administração argumenta que o código é um “sinal de respeito” da empresa, para que os trabalhadores possam orientar as ações. Junto com o código, os funcionários assinarão um Termo de Compromisso, para legitimar que estão de acordo com as normas. Posteriormente, a folha ficará anexada junto à documentação de cada funcionário.
No código, há informações de como os profissionais devem agir em casos, por exemplo, de assédio moral e de tentativas de propina e corrupção dos funcionários ( grifo meu ) . O texto deixa claro que os profissionais não devem, de maneira alguma, receber favores ou isenção de pagamentos para fazerem reportagens ou publicidades que privilegiem determinado grupo ou que interfiram na postura editorial do grupo.
A Editora Abril contratou uma auditoria para verificar a aderência dos funcionários ao código e investigará possíveis violações. Os jornalistas e colaboradores terão um telefone 0800, através do qual poderão fazer quaisquer denúncias anônimas. Para apurar os supostos desvios, a editora criou um Comitê de Conduta, que será formado pelo presidente executivo, Giancarlo Civita, o vice-presidente de RH, Márcio Ogliara, o diretor jurídico, Arnaldo Tibyriçá, o diretor da auditoria, Thomaz Scott, e a secretaria de Gerência de Comunicações, que administra a comunicação interna do grupo.
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Apesar de ser um código de conduta, a organização da editora não acredita, em momento algum, que as normas firam a liberdade individual e de imprensa de seus funcionários. Pelo contrário, a administração argumenta que o código é um “sinal de respeito” da empresa, para que os trabalhadores possam orientar as ações. Junto com o código, os funcionários assinarão um Termo de Compromisso, para legitimar que estão de acordo com as normas. Posteriormente, a folha ficará anexada junto à documentação de cada funcionário.
No código, há informações de como os profissionais devem agir em casos, por exemplo, de assédio moral e de tentativas de propina e corrupção dos funcionários ( grifo meu ) . O texto deixa claro que os profissionais não devem, de maneira alguma, receber favores ou isenção de pagamentos para fazerem reportagens ou publicidades que privilegiem determinado grupo ou que interfiram na postura editorial do grupo.
A Editora Abril contratou uma auditoria para verificar a aderência dos funcionários ao código e investigará possíveis violações. Os jornalistas e colaboradores terão um telefone 0800, através do qual poderão fazer quaisquer denúncias anônimas. Para apurar os supostos desvios, a editora criou um Comitê de Conduta, que será formado pelo presidente executivo, Giancarlo Civita, o vice-presidente de RH, Márcio Ogliara, o diretor jurídico, Arnaldo Tibyriçá, o diretor da auditoria, Thomaz Scott, e a secretaria de Gerência de Comunicações, que administra a comunicação interna do grupo.
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