ENCALHE

maio 18, 2008

As últimas sobre o metrô no Sapopemba: manifestação reúne 1500 pessoas e é ignorada pelos jornais paulistas

É, meus amigos. Rezem, que o caso é grave. Mas aqui eu sigo reproduzindo as matérias dos jornais do bairro, que seguem – eles sim – acompanhando as movimentações em torno da solicitação dos moradores de Sapopemba e região, pela ida do Metrô àquela parte da cidade de São Paulo.
Abaixo, reproduzo texto publicado na Folha de Vila Prudente desta semana – edição 833 – sobre manifestação que reuniu 1500 pessoas e não saiu nos jornais. Desse jeito, fica difícil.Metrô: Ato no Sapopemba reúne 1500 pessoas Folha de Vila Prudente, 16 a 22 de Maio, ed. 833
No sábado, dia 10, mais de 40 entidades sociais que integram o ‘Fórum Social Leste’ se reuniram no Sapopemba em uma passeata em prol da continuidade da Linha 2-Verde do Metrô até São Mateus.
De acordo com lideranças locais, se o Governo do Estado atendesse a solicitação, beneficiaria mais de 1,32 milhão de pessoas; contra apenas 182 mil pessoas caso mantenha o desvio para o Tatuapé a partir da estação Vila Prudente, atualmente em construção na esquina das ruas Itamanbuca e Cavour.
A manifestação, que começou em frente à igreja Nossa Senhora de Fátima, no Jardim Grimaldi, seguiu até o hospital estadual do Sapopemba, num percurso de cerca de quatro horas reunindo quase 1.500 participantes, segundo os organizadores. Contou ainda com a presença de deputados e vereadores que atuam na região.
Durante o protesto foi ressaltado diversas vezes que a ida do Metrô para Sapopemba e São Mateus geraria também outras melhorias, como ampliação e qualificação no atendimento médico/hospitalar e na rede pública de educação, já que facilitaria o acesso de profissionais destas áreas aos distritos.
Manifestantes percorreram três quilômetros
“A falta de Metrô na cidade não é resultado da ineficácia do último governo, mas de todos que vieram desde 1982, quando o Franco Montoro saiu. No mundo inteiro se resolveu o problema de transporte de massa com o Metrô e aqui não vai ser diferente. Precisamos melhorar a locomoção para diminuir o estresse da população e com isso, a criminalidade. Conclamo a população para mostrar que Sapopemba e São Mateus têm voz e sabem lutar”, disse o deputado federal Devanir Ribeiro (PT).
“O Metrô não pode ser elitista, também tem que vir para a periferia, o que só aconteceu no governo (Franco) Montoro, quando o metropolitano chegou em Itaquera. Não temos nada contra o traçado para o Tatuapé, mas aqui precisamos muito mais, por ser uma região carente”, discursou o deputado estadual José Zico Prado (PT).
“A luta pelo Metrô é a luta pela dignidade humana, pois não é justo um trabalhador ficar cerca de duas horas parado no trânsito para chegar ao centro da cidade.
Outro aspecto importante é cuidar do meio ambiente, já que este meio de transporte não é poluente”, disse a irmã Cândida Amaro, que atua na Fazenda da Juta.
“Nós só somos consultados nas eleições quando querem voto, depois esquecem o Sapopemba. Agora querem presentear as madames do Anália Franco, que só andam de carro?”, desabafou o manifestante, Carlos André da Silva, de 31 anos.
“Estamos sem UBSs (unidades básicas de saúde) e agora sem Metrô? Os médicos não querem vir para cá nos atender e os governantes não se importam se vamos ficar isolados do mundo. Demoramos normalmente duas horas dentro de um ônibus para chegar ao centro da cidade. E o nosso direito de ir e vir? Será que é isso?”, reivindicou o presidente da Associação de Moradores de Vila Primavera, Julio da Silva.

abril 20, 2008

Só prá lembrar: ss eleições deste ano são para prefeito e vereadores. ( Post gigante. Se for ler, disponha de tempo )

Enquanto a mídia faz a festa com o caso Isabella, o suposto dossiê apócrifo e o vazamento de informações da ANP ( não mencionaria o aumento dos juros, por Henrique Silvério, OPS!, Meirelles que, por esta atitude, tantos elogios rasgados recebeu da vEJA, sempre preocupada com o povão e jamais com os financistas ), temos que seguir pensando em temas mais próximos a nós. Este ano temos as eleições para prefeitos e vereadores, apesar da sucessão de Lula, que ocorrerá somente daqui a dois anos, ocupar atual e prematuramente o espaço.
Aqui em São Paulo, as aparências dizem que os tucanos e demos estariam se estranhando. Parece que, no covil tucano, existem duas tendências: uma que prefere o apoio à reeleição de Gilberto Kassab e outra que deseja lançar o nome de Geraldinho Alckmin.
Eu só acreditaria em ruptura na velha simbiose entre os dois partidos se, repentinamente, o DEMo passasse a apoiar a instalação de CPIs aqui no Estado de São Paulo. Como se sabe, o PSDB ocupa a cadeira do Palácio dos Bandeirantes há mais tempo que Chávez manda na Venezuela. No caso paulista, dão o nome de “continuidade democrática”; no venezuelano, chamam de “ditadura”. Só para informação, os pedidos de CPIs, parados na Assembléia Legislativa pela holding PSDB/DEMos, já passam de 6 dezenas, cerca de 7.
A cidade de São Paulo é dividida, administrativamente ( eu falo como se realmente entendesse disso ), em Subprefeituras. Eu resido num bairro localizado na SUB Vila Prudente/ Sapopemba.
Mas, exceto pelas ilhas de riqueza e feudos classe A, creio que as preocupações dos habitantes de todas as SUBPrefeituras sejam semelhantes ( partindo do princípio que as pessoas tenham alguma preocupação, e que esta não seja apenas sobre si mesmas ). Ou seja: ônibus, posto de saúde, escola.
O porquê delas desejarem estas coisas é simples: elas herdaram estas demandas. Vejam o exemplo do trágico Apagão Educacional Continuado naturalmente e estruturalmente tucano.
Os pais não ligam para a instrução dos filhos. Demoram 5 anos para descobrir – pelos outros – que seus filhos não sabem ler e escrever. Mesmo após esta descoberta, segue-se a vida.
Um dia, abrem o jornal, e vêem que a inguinorânça individual de seus filhos faz parte de algo muito mais amplo. E o que fazem? Vão à escola, tomar providências. E o que farão lá? Ameaçarão os professores, ora. Se o mensageiro traz más notícias, a culpa é do mensageiro. Se o filho tira nota baixa, a culpa é de quem deu nota baixa.
Entendam uma coisa. Nota baixa não é problema, e já há muito tempo, pois o aluno passava de ano mesmo assim.
Só que as coisas são dinâmicas, dizem. O ontem ( 24 horas atrás ) já é obsoleto. É o que se diz.
Passa-se uma motoniveladora, um rolo compressor, e o passado é passado, prá que falar nisso, pombas? Vamos falar do presente, ora.
E o que temos no presente? O governo/ partido que, num passado muito, muito distante, instalou um método pedagógico em que 45 inguinorantes por sala paçavam de ano e as estatísticas “favoráveis” bombavam. A prova do sucesso, não é? Tanto é que a fórmula tem sido repetida ( trocadilho sem intenção ) nos últimos 12 anos. Pais/ eleitores aprovaram e votaram, mantiveram o projeto funcionando. Satisfação garantida. Mas o tempo passa…
Voltando ao presente. O que se tem é um governo testado/ aprovado/ mantido pela população-eleitora que, diante de estatísticas horrendas sobre a Educação do estado que administra, faz o mesmo que os pais acima mencionados fazem: ameaça os professores.
Não que já não fizesse isso. Mas suas diatribes contra os docentes encontram espaço garantido nas páginas dos mesmos jornais e revistas que davam o mesmo amplo espaço para falarem das “maravilhas” que ocorreriam na gestão educacional do estado. E que, como se sabe, jamais foram maravilhosas.
Para os pais, isso é como uma bela e conveniente música para os ouvidos. O governo ( ELE ), já achou o culpado: os professores ( ELES ). O problema está na terceira pessoa, são os outros.
Aparentemente eu me perdi. Quase. Falava sobre herdar as demandas. A questão, um nó, na verdade, é: para quê os pais desejam escolas?
Eu li, em algum lugar que – caso seja verdade – uma das coisas que contribuiu para a alfabetização do povo e disseminação da leitura na Europa, teria sido a Reforma Protestante. Se entendi bem, a produção massiva de Bíblias andou de mãos dadas com o próprio desenvolvimento do processo de impressão. De posse da Palavra de Deus, bastaria aprender a ler para saber o que Deus dizia. Se não me engano, os próprios religiosos se encarregaram de fazer com que o povo aprendesse a decifrar as primeiras letras.
Ficou meio tosco, mas acho que foi mais ou menos isso.
O medo de ir para o Inferno fez os camponeses aprenderem a ler.
Séculos depois disso, quem quiser aprender a ler nem mesmo precisa acreditar em Deus.
Mas não é só leitura. Nas escolas atuais, temos cálculos, História, Biologia, Física. Convencionou-se que o saber deveria ser passado à população. O conhecimento, outrora restrito a sacerdotes e nobres, seria compartilhado e difundido. Fantasmagorias, crenças e superstições perderiam muito de seu efeito.
Mesmo ignorando as razões, o homem de hoje nasce e tem a escola já pronta e esperando por sua futura presença. E quem providencia, geralmente, é o Estado. O Estado ficou a cargo de garantir a instrução da população.
Pula-se milhares de considerações, e chegamos à eleição de 2008. O Estado ( o Executivo e Legislativo municipais, no caso ) terá novos representantes do povo.
Que estará plenamente informado e apto a selecionar aqueles que melhor podem administrar a cidade. Uma das melhores fontes, já que estamos falando de questões locais, são os jornais de bairro. Há dezenas em São Paulo.
Tem dois aqui em VP, acho que os principais: Folha de Vila Prudente e O Paulistano. Este último, de propriedade do deputado Wagner Salustiano, do PSDB. Estes dois jornais cobrem os acontecimentos da região.
Um dos acontecimentos principais, é a vinda do Metrô para cá. Apesar de local, é um tema de interesse maior. Pois aquele craterão da linha 4, mesmo tendo assumido uma importância nacional, para os moradores de Pinheiros é, talvez antes de tudo, um assunto de sua localidade.
Portanto, devemos prestar atenção ao que ocorre em nosso bairro. Num post anterior, eu falei sobre a “opinião pública” ( eu, você, seu vizinho ). Como ela é convencida a votar em alguém. O que fazer para influenciá-la. Ainda estou sem saber.
Mas os jornais do bairro supra citados fazem seu trabalho, e tentam informar os moradores. E convencê-los. Às vezes, e acho que poucos percebem, estes jornais trocam farpas. Sutis.
Um colunista da Folha VP já disse que o jornal não é vinculado à seitas ou religiões. Uma alusão ao fato de o dono do concorrente ser evangélico. O que se insinua, não é que o Paulistano teria alguma outra missão, que não jornalística ( mas de proselitismo religioso ). As entrelinhas estariam dizendo que, sendo vinculado a igrejas “suspeitas” ou “polêmicas”, o jornal seria direta ou indiretamente mantido com a grana dos fiéis. Lembro eu que, uma extinta revista – então de propriedade do mesmo dono do Paulistano – foi acusada de receber verbas publicitárias de forma suspeitadamente generosa do governo estadual, administrado pelo partido ao qual o dono do jornal é filiado. Acho que nem se falou mais nisso.
E apareceu o Paulistano. Vinculado, de alguma forma, a igrejas evangélicas ou ao PSDB, fato é que nesta semana eles estão descendo o ‘reio na administração Kassab. À semelhança do que fazemos com seus pares maiores e mais poderosos, devemos ler com a pulga atrás da orelha. Pois não dá para saber a razão de certas notícias. Já que “não dizer”, também é uma forma de “dizer” algo.
Destaquei uns trechos do Editorial ( “Ninguém se entende”, ed. 129 ) publicado na edição desta semana. Para quem não sabe, há um problema envolvendo um Shopping Center ( o primeiro a surgir ) da região e o Metrô. Disputam uma área que serve de estacionamento. O Metrô quer a posse para instalar uma canteiro de obras no local. Segundo consta, houve uma mudança no traçado já que, originalmente, se previa que a linha passaria 500 metros distante do Shopping. Por isso, essa área passou a ser usada pelo Shopping. Eu não gosto de shoppings, mas me parece que o Central Plaza tem a razão:
” (…) Mas o que mais nos deixa perplexos é a falta de um planejamento sustentado entre os órgãos envolvidos para a chegada do metrô. Perguntamos: para que seja realizada uma obra, seja ela pequena ou vultuosa como esta do Metrô, a Prefeitura não deve estar ciente com bastante antecedência? Pois bem, o projeto do Metrô existe há muito mais tempo do que a autorização dada ao Central Plaza Shopping para que este se instalasse naquele lugar. Perguntamos novamente: por que a Prefeitura permitiu a construção do shopping naquele local se já era previsível a passagem do metrô por aquela localidade? Isso se chama falta de organização, falta de um planejamento sustentado entre os poderes. E quem paga, mais uma vez, é a população que sofre com este tipo de descaso. Deveríamos encontrar o responsável que autorizou a construção do shopping naquela oportunidade, sabendo que por ali passaria o Metrô e demiti-lo, a bem do serviço público. ( …)”;
Ignore-se a demagogia de “quem se ferra é o povo”, e tentemos achar algum dado que nos informe quando, em qual administração municipal, foi permitida a ocupação, do espaço em questão pelo Central Plaza. Não existe. O resto do texto induz um desavisado a pensar que foi agora, com Kassab ( mas não durante o Serra, estranho ). Pode até ser, mas podia estar mais evidente. Mesmo porquê deixou bem claro que não sabe quem foi o responsável – que pode até estar aposentado ou mesmo morto – e lançou mão de uma frase vaga. Mas nem tanto, como veremos mais adiante:
” (…) Outro exemplo de falta de planejamento acontece recentemente em nossa região é a Prefeitura asfaltar uma rua, colocar lombadas e a CET não sinalizar, colocando em uso uma obra incompleta que, consequentemente, traz riscos de acidentes graves. Aliás, falando em CET, a mesma já virou freguesa de carteirinha do nosso jornal, de tantas reclamações que nos chegam a respeito dessa companhia (…)”;
Quem lê este blog sabe que eu considero os “amarelinhos” como irmãos heróicos dos bombeiros. Outro dia estava ouvindo a Rádio “Rock” e o apresentador, tão demagógico quanto possível, veio falar sobre a “Indústria da Multa”, esta lenda urbana sem existência comprovada. Só saiu merda, como sempre ( Mas é assunto para outro dia, quando relatarei a contrangedora entrevista do Mutante Sérgio Dias ao mesmo apresentador. Já dizia Zappa: crianças, não tomem drogas, pois poderão ficar iguais a seus pais ). Voltando ao jornal, acho que é questão de escolha já que, no rival, a sessão de cartas costuma estar completamente tomada por queixas de leitores contra a empresa de ônibus Via Sul.
” (..) Outro grande absurdo noticiado nas páginas do PAULISTANO, é a corrupção existente dentro da Subprefeitura Mooca, conjuminando com a prisão de dois agentes [ Grifo do blog ] fiscais que lá trabalhavam. Segundo o Ministério Público, as investigações prosseguem, porque ainda há muito o que explicar, não parando na prisão somente desses dois fiscais. E mais, segundo fontes, outras Subprefeituras também estão contaminadas e estão sendo alvo de investigações sigilosas. Onde vamos parar? Será que o prefeito Gilberto Kassab espera se reeleger sendo conivente, ou, no mínimo, omisso, com estas situações? Num caso como este, não se pensa duas vezes, é limpeza total, para a apuração dos fatos (…)”;
OPA!!! Essa é grave! Então quer dizer que a SUB/ Moóca é um vasto ninho de corrupção? O quêê? As outras também estão sob suspeita e investigação? É um quadro de infecção generalizada? Muita calma…
Em primeiro lugar, eu até que gostaria de saber, de nossos poucos leitores, se o imprensalão noticiou algo parecido. Até agora eu não vi nada. Coincidentemente, nesta semana o notório José “Corinthiano vota em corinthiano” Izar voltou a ocupar algumas linhas nos jornais, tendo sido condenado a 8 anos de prisão por seu envolvimento com a notória “Máfia dos Fiscais”, revelada na administração Pitta. Justamente, fiscais das antigas Regionais achacavam comerciantes, camelôs, etc, para não cumprir a lei regulamentadora das atividades. Uma gravação, feita a partir de denúncias de uma dona de academia fez desmoronar, a partir da Regional Pinheiros, o esquema. Como se vê, um assunto teoricamente local, e que atingiu repercussão nacional. Voltando à SUB/ Moóca, acho que eu meio que já falei um pouco disso, aqui no blog. A história do “Mensalinho da Bresser”, revelada pelo JT, e sumida do noticiário, por exemplo. Tem também a questão dos bingos, bancando festas beneficentes em subprefeituras.
Só que me ocorreu uma coisa: por quê o nome de Andréa Matarazzo, que até há poucos minutos, tinha importante e influente cargo na administração tão criticada pelo jornal ( mais precisamente o de Secretário de Coordenação das Subprefeituras da Prefeitura de São Paulo ) não surgiu? Será que os fiscais esperaram ele sair para começar a achacar? E, pior, tão rápido quanto esses caras passaram a roubar, foi a prisão deles. Sobrou, então, farpas para Kassab. Como eu quis dizer acima, “o funcionário” que autorizou a implantação do estacionamento no Shopping, em administração municipal ignorada, aparece no mesmo editorial em que “funcionários corruptos de Subprefeitura da administração Kassab” são denunciados e onde, também, o prefeito é chamado de “conivente” ou, eufemisticamente, “omisso”.
Mas eu quero é mostrar isso aqui, retirado do mesmo jornal: um direito de resposta que o concorrente Folha de Vila Prudente conseguiu fazer publicar no Espaço do Leitor, do Paulistano ( só no jornal, já que no site não saiu nada ).
DIREITO DE RESPOSTA ( MATÉRIA NA PÁG. 3 – EDIÇÃO 126 )
Folha de Vila Prudente
O jornal Paulistano omitiu fatos em nota publicada em 28 de março sobre a cobertura da lacração do Shopping Capital. Não é verdade que a jornalista Kátia Leite da Folha de Vila Prudente entrevistou Wagner Salustiano sobre o empreendimento. A jornalista somente se dirigiu ao mesmo depois que ele provocou tumultos na suposta tentativa de defender o shopping. A jornalista indagou Salustiano sobre uma eventual ligação deste com o empreendimento e tendo este senhor respondido que acompanhava o Paulistano, a Folha se limitou a presenciar a seqüência dos fatos entre Salustiano e uma ex-lojista que lavrou boletim de ocorrência no 57º. DP. Desmentindo a nota, a Folha não tirou fotos de Salustiano [ Nota do Blog: "Não pode?" ] e sim da confusão armada, ao contrário do mesmo que ao final solicitou foto ao lado da jornalista. A Folha acompanha o caso do shipping diretamente com as partes responsáveis e em nenhum momento se valeu da opinião de terceiros para desempenhar seu trabalho notadamente reconhecido graças aos 16 anos de serviço em prol da região.
DIREITO DE RESPOSTA ( NOTA NA PÁGINA 4 – EDIÇÃO 126 )
FOLHA
Conforme destacado na pág.3, o jornal Paulistano omitiu fatos em publicação de 28 de março. A Folha de Vila Prudente acompanha o caso do Shopping Capital através das partes diretamente responsáveis. Em nenhum momento se valeu da opinião de terceiros, como Wagner Salustiano, para desempenhar seu trabalho notadamente reconhecido por conta dos 16 anos de serviço em prol da região.
A Folha de Vila Prudente diz que sua tiragem comprovada é de 50.000 exemplares. Deverá chegar a 55.ooo na edição de 9 de maio.
O concorrente Paulistano exibe a mesma marca da Folha: 50.000 exemplares. São números nada desprezíveis, considerando que nove ou dez milhares de votos podem ser suficientes para eleger um vereador paulistano.
Este post ficou enorme. Outra hora eu retomo o assunto.

dezembro 23, 2007

Jaz São Paulo: Metrô poderá não chegar ao Sapopemba, "para evitar a especulação imobiliária" ( sic!! )

Vê se não é o fim da picada!
A esta altura, pode ser que as coisas tenham tomado outro rumo, devo salientar. Estou com o jornal de bairro Folha de Vila Prudente em sua edição já meio antiga, de 07 de dezembro ( Pois é. Faz tempo que eu ia mencionar isso, mas não tive como. ). Tem-se aqui a matéria de título “Estação no bairro [ N. do Blog: Vila Prudente ] é confirmada, mas restam muitas dúvidas”.
Houve, no dia 05 de dezembro, uma reunião no Espaço Boas Novas, que fica na famosa Vila Zelina, cujo tema a ser discutido foi a vinda do Metrô para a região aqui. Compareceram o Subprefeito Felipe Sigollo – que, aliás, e de acordo com o jornal promoveu o encontro -, o técnico do Metrô Ivan Picoli, entre outros interessados.
Em determinado trecho da matéria, consta o seguinte: “(…) A Companhia do Metropolitano de São Paulo faz mistério sobre o futuro da linha após a estação Vila Prudente, entre outras alegações, “para evitar a especulação imobiliária” [ As aspas são do original ] . Está definido que irá para o Tatuapé, mas, não é divulgado se outros bairros serão contemplados com estações. Moradores do Sapopemba, região sacrificada do novo projeto, protestaram veementemente (…)”.
Pois bem. Apenas baseado neste trecho e, portanto, sem apreender a totalidade da situação, quero só comentar o seguinte: o caso é grave!!!
Pergunte a qualquer “investidor imobiliário” e ele lhe garantirá que o Metrô costuma “valorizar” ( ou seja, em linguagem de gente, “inflacionar, encarecer” ) as localidades contempladas. Se o PSDB, ao invés de garantir este transporte a bairros de gente bem, levasse até a Cidade Tiradentes, automaticamente haveria uma “valorização” deste local super-ultra-afastado da civilização, mais ou menos 45 km do centro da Capital.
Uma alegação dessas não pode jamais ser aceita. Esta modalidade de transporte tem, como princípio básico, diminuir as longas distâncias a grandes quantidades de pessoas ao mesmo tempo. Curioso é alguém achar que o Tatuapé não seria “atingido pela especulação imobiliária” ( ou valorização, como queiram ) com mais este serviço público que mais parece reservado a determinado grupo de pessoas nesta cidade.
Aliás, sendo assim, por quê, então, levar o Metrô a qualquer lugar que seja, uma vez que gera a famigerada “especulação”? Ou então: os locais tipo Rebouças, são habitados por mártires, que se oferecem em holocausto pelo bem dos outros cidadãos paulistanos?
Além disso, desde quando o Metrô se importa com a “especulação imobiliária”? Vejam o que se tornou a Vila Zelina, localizada apenas próxima às futuras estações. Ou será que, no caso do Sapopemba, seria muito cedo para os “investidores” chegarem procurando “bons negócios” e, por isso, deve-se “segurar” a implantação de Metrô até que, aos poucos, eles cheguem e, vão comprando as propriedades, bem barato para depois – aí sim – o governo passar a construir as estações. Daí você recebe um prospecto dizendo “GAFISA: 3 dormitórios, próximo ao Metrô Sapopemba” e se pergunta onde estariam os antigos moradores daquele bairro, já que a grana que receberam por seus imóveis não foi suficiente para continuar no local.
Bem. Sabendo que, desde que Serra assumiu a Prefeitura, e depois Kassab, a especulação imobiliário tomou São Paulo para si ( a começar das exigências de higienização na região Central ) e agora com essa história envolvendo a Gafisa e “reles funcionários” de uma Subprefeitura ( e que dará em nada, só pé de página do imprensalão ), fica claro que os “investidores” mandam em São Paulo, e não sairão tão cedo, considerando as últimas pesquisas de intenção para a Prefeitura em 2008.

novembro 9, 2007

Jaz São Paulo: Vila Zelina e trânsito caótico. Nunca imaginei que essas duas expressões viriam um dia na mesma frase. No entanto, parabéns à PM.

Quem acompanha nosso blog já percebeu que alguns dos temas preferidos são o trânsito, os automóveis e os bairros satélites de Vila Prudente, como Vila Zelina. E já perceberam, também, que cada linha escrita a esse respeito vem carregada do lamentar pelas “transformações” por que vem passando a Vila Zelina, recentemente tomada pela especulação imobiliária voraz. Não sou especialista, apenas um morador, e apenas posso supor que houve alguma mudança no Plano Diretor, e que isso resultou numa maior ocupação espacial deste bairro. As conseqüências são as mesmas pelas quais outros bairros já passaram. Também existe a sugestão de que o interesse por esta região se dá pela proximidade da vinda do Metrô para cá, algo prometido desde o governo Quércia. Então, se dá aquilo que os “investidores/corretores/especuladores” chamam de – puta, que termo infeliz – “valorização” de um local. Só o Metrô, apenas, traria esta “valorização”? Acho que não, mas é um fator importante. Acho que até mesmo os bairros da Zona Leste que receberam estações, como Itaquera, passaram por uma “valorização”, mas deve ter sido de fôlego curto. Existe a questão do perfil sócio-econômico dos locais e também dos potenciais compradores dos imóveis. De acordo com o noticiário, a economia brasileira vem passando, há alguns anos, por leve crescimento e o chamado mercado imobiliário, por um “boom” de construção e consumo, apoiado fortemente na oferta de crédito. Mas é assunto longo e complexo para mim. Volto à Terra.
Enfim, não sei muito bem reconhecer todos os elementos que contribuíram para isso, mas é algo fácil de perceber: o bairro de Vila Zelina ficou mais congestionado, mais murado e mais violento. Tornou-se um bairro comum. Ainda é muito melhor do que grande parte dos outros bairros, e é aí que reside o problema: sua força torna-se sua fraqueza. Os problemas do trânsito estão sendo minimizados pela firme e forte presença de um posto móvel da Polícia Militar, recentemente instalado no Largo de São José. A PM – HURRA!!! -, de acordo com relatos de moradores, passa o lápis sem dó. Esses moradores – se é que o são, mesmo – desejam, suponho, uma relação de mão-única com o Estado em que este apenas cuide de seus patrimônios, sem ônus. Querem, portanto, privilégios. Palmas para a PM. Falta apenas a CET.
Não tardou, e lá vieram os oportunistas eleitoreiros se “apoderar” da “liderança” do bairro, prometendo resolver “problemas” pelos quais este bairro jamais passara. Acho até que, em certa medida, tais “novos líderes” tenham responsabilidade direta no aparecimento destes “problemas”, mas preciso apurar melhor. Só que eu sou teimoso e não mudo de idéia fácil assim.
Houve, recentemente, uma festa – a primeira da história do bairro – comemorando os 80 anos de fundação de Vila Zelina. Não sei se foi fundada por Lituanos ou se, aqui, a presença de pessoas desta nacionalidade tenha sido superior à de outras, mas o fato é que aqui é um bairro de imigrantes europeus, provavelmente na sua maioria originários dos Balcãs e da Rússia.
Lá pelos anos 80, acho que na Administração Jânio Quadros, foi feito um plebiscito. Os moradores foram consultados sobre a mudança do nome do bairro para “Parque Lituânia”. Mas não passou, e o nome “Vila Zelina” permaneceu. Falava-se que tínhamos a segunda maior colônia de lituanos no mundo, atrás apenas da Califórnia.
Mas eu divago. Putz.
Bem, falei das comemorações de 80 anos.
Os dois principais jornais distribuídos aqui no bairro – já conhecidos pelos leitores do blog, mas não custa nada lembrar : A Folha de Vila Prudente ( a mais antiga ) e O Paulistano ( caçula, o jornal surgiu na seqüência do cancelamento da Revista de Fato, da propriedade de Wagner Salustiano – do PSDB e, se me recordo com exatidão, ex-malufista ) – cobriram o evento, que me abstenho de detalhar. Ocorre que, não é de hoje, há uma perceptível rivalidade, não sei se entre os dois veículos ou apenas entre colunistas, mas publicam-se alfinetadas de lá e de cá. A festa da Vila Zelina gerou novas alfinetadas. Tem algo a ver com exclusividade. Tipo, “sei-lá-quem, caiu de pára-quedas na região e já tomou prá si o papel de “dono” do evento”, ou então “o sujeito nem mora no bairro e quer aparecer mais do que todo mundo”, e coisas assim. Nem sei como foi essa festa. Teve danças típicas da Lituânia, acho que missa rezada pelo padre, também lituano. Algumas pessoas, antigas no bairro foram homenageadas. O doutor Fuad Kassab – grande ser humano, mesmo – não pôde comparecer ao evento, e o prêmio que receberia, foi entregue a seu filho, Fábio Kassab ( este, por sua vez – se estou correto- , deverá concorrer à Câmara dos Vereadores, pelo PPS ). Sim, são parentes do prefeito formal de São Paulo.
Não sei ao certo, mas acho que houve esquecimentos. Fiz uma pesquisa rápida, pois tinha um nome em mente: Antonio Danilevic, cujas fotos ilustravam as páginas de um antigo jornal da região, a Gazeta da Vila Prudente, que encerrou atividades na década de 90.
“Antonio Danilevic o “Rato”
Olhos azuis, chapéu de palha, andar cauteloso parando e observando todos acontecimentos. No rosto marcas do passado. Linhas de expressões demarcadas por manchas do sol e do tempo. Sorriso discreto. Fala contagiante, contando piadas, expressando-se com as mãos e com o corpo. Nos bolsos largos carrega a sua vida;seu trabalho e um pouco da história de nosso bairro. Quem não conhece este velhinho tão simpático, que caminha pelas ruas de Vila Zelina? Conversa com os comerciantes, brinca com os cachorros e com as crianças. Qual é o seu nome perguntei. Ele responde seriamente: “ Meu nome é Rato”. Nascido no bairro do Bom Retiro em São Paulo, Antonio Danilevic o “Rato” mudou-se para o bairro de Vila Zelina em 1940. Seus pais Fernando e Tofilha Danilevic queriam ficar próximos da comunidade lituana, na época a maioria em relação ao brasileiros. Em 1961 “Rato” durante um jogo de cartas entre amigos decide flagrar a ocasião do jogo, quando seu amigo o incentivou a fazer fotos da região. Comprou então uma máquina profissional , e começou a registrar acontecimentos de interesse público. Em 1970 foi contratado para fazer parte da imprensa local e em suas fotos guardadas até os dias atuais registrou enchentes, congestionamentos causados pela falta de vias de acesso para escolas, centros e cemitério, motivando a construção e planejamento de nossa região.”
Guia da Moóca
Como este, outros nomes parecem ter sido esquecidos. Numa rápida seqüência, minha mãe cita nomes de 10 pessoas em dois minutos. Ela também, nasceu aqui, há quase 70 anos.
Deve haver alguma meritocracia nisso tudo, algum fator excludente. Pois, apesar de eu ainda gostar daqui, reconheço que nem tudo foram flores.
Mas, como não estou envolvido nessa política, não sei direito. Apenas quis deixar registrado. A cidade, como um todo, é formada por suas partes, os bairros.
Agora, vamos ler esta matéria publicada na edição deste semana, da Folha de Vila Prudente. Vejam como o progresso chega, se instala, muda nossas vidas e hábitos e nos manda pro necrotério.
ANTES TARDE DO QUE NUNCA: CET DÁ INDÍCIOS DE VAI PROMOVER MELHORIAS NO CAÓTICO TRÂNSITO DO ENTORNO DO LARGO DA VILA ZELINA
Depois de anos de muito caos, um dos trechos viários mais críticos da região, o Largo da Vila Zelina, finalmente está recebendo atenção da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) – pelo menos, o órgão está desenvolvendo um estudo com melhorias. Nas imediações da praça República Lituana é bastante comum presenciar pedestres se arriscando entre veículos para fazer a travessia da avenida Zelina, conforme diversas denúncias já publicadas, várias delas pela Folha, sendo a última em junho deste ano. O ponto concentra intenso comércio, inclusive com agências bancárias e uma unidade dos Correios, no entanto, os semáforos são distantes e as faixas de sinalização há muito sumiram da via por falta de manutenção. Na manhã da última terça-feira, dia 6, técnicos da Companhia apresentaram ao subprefeito de Vila Prudente/Sapopemba, Felipe Sigollo, as propostas de mudanças para o trecho, antes de ser implantado posto da Polícia Militar. A deputada estadual Vanessa Damo (PV), que vem encabeçando a luta pela implantação da base policial, também esteve presente. O estudo em desenvolvimento prevê a construção de ilhas para pedestres, pintura de faixas de sinalização no chão e escolha de locais para estacionamento.
Pedestres x veículos: confronto é rotina no trecho
A idéia, segundo os técnicos, é não interferir no traçado original da praça, mas fazer uma readequação viária, melhorarando o fluxo viário naquele entorno que é bastante confuso, principalmente as sextas-feiras, dia de feira livre em uma das travessas.
O subprefeito ressaltou que são vitais algumas restrições quanto à circulação no largo do bairro, porque, segundo ele, ‘hoje, do jeito que está, é muito perigoso’. “Como os carros vêm de várias vias e convergem para um mesmo ponto, a praça, essas readequações vão ser necessárias”, afirmou. A deputada estadual garantiu que antes de qualquer mudança a comunidade será consultada. “São reformas muito necessárias, pois envolvem a segurança da população. Mas, para a obtenção dos resultados esperados, é preciso saber quais são as expectativas da comunidade, que é a principal envolvida”, declarou.
Festival de multas
Depois da aprovação das mudanças viárias, será apontado o ponto que abrigará a base fixa da Polícia Militar, que já está atuando na praça República Lituana por meio de uma viatura móvel. No entanto, a maior expectativa dos comerciantes é que os policiais se empenhem mais na segurança do que nas multas. Desde que a base móvel está no trecho, comerciantes e usuários do ponto vêm reclamando da freqüência de autuações de trânsito. “Muitos clientes aqui do comércio já foram multados, este trecho da avenida Zelina é uma total bagunça e os PMs, ao invés de auxiliar, já que querem se dedicar ao trânsito no lugar da segurança, só têm atenção para o talão de infrações”, comenta o funcionário de uma padaria. “As pessoas estacionam seus veículos nos locais onde sempre pararam, já que não há indicação correta de nada, e quando eles teimam, saem multando todo mundo”, completa um cliente.

outubro 27, 2007

O Cata-Milho chama a atenção de jornal de bairro de Wagner Salustiano

Redação_______________________________________________
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Sucesso na net 1
Tem um blog na internet, que se chama “Cata-Milho” (pelo menos, é assim que se apresenta), comandado por Humberto Capellari e Vinicius Duarte, que sempre se utiliza das matérias do PAULISTANO para repercutir ou opinar sobre os assuntos. Na última, eles abordaram o tema que foi capa de nossa edição nº 105, o qual aborda a instalação da base da polícia no Largo de Vila Zelina, que trouxe segurança e, além disso, está “canetando” várias infrações de trânsito.
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Sucesso na net 2
Agradecemos a divulgação do nosso jornal e o destaque para as matérias de interesse e relevância para a região. Temos lido sempre, até imprimido e guardado todos os comentários a nosso respeito.
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Jornal O Paulistano
edição 107
Coluna Direto para você
pg. 4
Comentários do Blog:
1. Cata-Milho é nosso nome. Eu sou lento na datilografia;
2. Leiam de novo os posts a que se referem, pois acho que não pegaram o espírito da coisa;
3. Sou eu quem agradece a gentileza. Entendi o recado;
4. Eu também guardo muita coisa, a meu respeito e também sobre outras pessoas. Eu nado em recortes de jornais velhos;
5. Se algum leitor ( Ei, você, acorde!! ) de nosso blog tiver novidades sobre as verbas publicitárias da Nossa Caixa, alguma informação relevante sobre práticas desagradáveis de especuladores imobiliários, alguma queixa sobre as calçadas de Vila Zelina, ou sobre bancas de jornais que vendem produtos que não estejam previstos na lei paulistana ( o que pode revelar mais que um simples desleixo da fiscalização a cargo das Subprefeituras ), mande para mim que eu publico. Nossa audiência é modesta ( ou, se preferirem, ridícula ) mas isso não nos incomoda. Talvez eu até crie um outro blog, que se chamará, obviamente “JAZ São Paulo”.

outubro 26, 2007

Gilberto Kassab afrouxa normas de projeto que restringia a distribuição dos jornais de bairro.

Entrega de jornal
Depois de sancionar um projeto restringindo a distribuição de jornais gratuitos nas ruas da capital, o prefeito Gilberto Kassab (DEM) decidiu afrouxar as normas para entrega dos periódicos na regulamentação da lei, para evitar atritos com vereadores. Os jornais de bairro, com distribuição gratuita pela cidade, são considerados pelos parlamentares aliados na divulgação de suas atividades em seus redutos eleitorais.
O projeto, aprovado por um acordo de líderes na Câmara, proibiu taxativamente a distribuição de folhetos, panfletos ou qualquer tipo de material impresso com mensagens publicitárias nas ruas. Incentivada pelo prefeito, a idéia era atacar a distribuição de material promocional ou publicitário nos cruzamentos, que aumentaram depois da criação da Lei Cidade Limpa. A informação é do O Estado de S. Paulo.
Revista Consultor Jurídico
26 de outubro de 2007

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