Gravações clandestinas não foram feitas no Senado, diz polícia da Casa
08/09/08
Brasília - Um relatório de mais de 20 páginas, entregue hoje (8) pela Secretaria de Polícia do Senado ao presidente Garibaldi Alves Filho (PMDB-RN), afirma que os grampos telefônicos de autoridades, inclusive senadores, não foram feitos nas dependências do Senado. Na semana passada, os policiais legislativos realizaram vistorias na central telefônica e varreduras nos gabinetes dos parlamentares supostamente vítimas dos grampos.
“Não há qualquer sinal de violação da central telefônica nem foram colocadas escutas nos gabinetes dos parlamentares”, afirmou o diretor da Polícia do Senado, Pedro Ricardo Araújo, após reunião com Garibaldi Alves Filho.
A Polícia Federal também fez perícias, na semana passada, nas dependências do Senado. O diretor vai solicitar, além da perícia do Senado, uma terceira avaliação a ser feita por especialistas da Universidade de Brasília (UnB) ou da Polícia Civil do Distrito Federal.
Segundo ele, o objetivo é mostrar que o Senado possui um sistema de telefonia “de ponta” e relativamente seguro contra grampos. Pedro Ricardo Araújo considerou necessária uma terceira perícia, na medida em que a própria Polícia Federal está sendo colocada sob suspeição nas denúncias de realização de gravações clandestinas contra autoridades públicas.
Brasília - Um relatório de mais de 20 páginas, entregue hoje (8) pela Secretaria de Polícia do Senado ao presidente Garibaldi Alves Filho (PMDB-RN), afirma que os grampos telefônicos de autoridades, inclusive senadores, não foram feitos nas dependências do Senado. Na semana passada, os policiais legislativos realizaram vistorias na central telefônica e varreduras nos gabinetes dos parlamentares supostamente vítimas dos grampos.
“Não há qualquer sinal de violação da central telefônica nem foram colocadas escutas nos gabinetes dos parlamentares”, afirmou o diretor da Polícia do Senado, Pedro Ricardo Araújo, após reunião com Garibaldi Alves Filho.
A Polícia Federal também fez perícias, na semana passada, nas dependências do Senado. O diretor vai solicitar, além da perícia do Senado, uma terceira avaliação a ser feita por especialistas da Universidade de Brasília (UnB) ou da Polícia Civil do Distrito Federal.
Segundo ele, o objetivo é mostrar que o Senado possui um sistema de telefonia “de ponta” e relativamente seguro contra grampos. Pedro Ricardo Araújo considerou necessária uma terceira perícia, na medida em que a própria Polícia Federal está sendo colocada sob suspeição nas denúncias de realização de gravações clandestinas contra autoridades públicas.
Polícia do Senado diz que aparelho usado para detectar escutas não serve para grampo
Agência Brasil
08/09/08
08/09/08
Brasília - O diretor da Polícia do Senado, Pedro Ricardo Araújo, afirmou hoje (8) que é impossível transformar o Oscor 5000, aparelho de fabricação americana utilizado para detectar escutas, num instrumento para a realização de gravações clandestinas. O Senado tem dois aparelhos desse tipo. Um deles foi enviado aos Estados Unidos para atualização.
“Nós temos equipamentos que as pessoas estão dizendo que faz grampos. O Oscor 5000 não faz grampos, nem com outro equipamento acoplado. Quem estiver falando alguma coisa diferente disso está falando uma inverdade”, afirmou o diretor.
O aparelho do Senado é idêntico ao que a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) tem e que teria sido utilizado para a realização de escutas clandestinas do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, e parlamentares, inclusive o presidente do Senado, Garibaldi Alves Filho.
No caso das supostas escutas realizadas clandestinamente, Pedro Ricardo Araújo avalia que o responsável deve ter adquirido outro equipamento que não o Oscor 5000.
“Se você verificar o manual do fabricante vai ver que não há como decodificá-lo”, explicou.
Ele disse que existe uma aparelho de fabricação israelense [ grifo do blog, que lembrou da relação "Espiões israelenses X Daniel Dantas" ] capaz de grampear facilmente telefones celulares. Em forma de maleta, como o Oscor 5000, cadastra um determinado número telefônico de celular e toda vez que o telefone for usado as conversas são automaticamente gravadas.
“Nós temos equipamentos que as pessoas estão dizendo que faz grampos. O Oscor 5000 não faz grampos, nem com outro equipamento acoplado. Quem estiver falando alguma coisa diferente disso está falando uma inverdade”, afirmou o diretor.
O aparelho do Senado é idêntico ao que a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) tem e que teria sido utilizado para a realização de escutas clandestinas do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, e parlamentares, inclusive o presidente do Senado, Garibaldi Alves Filho.
No caso das supostas escutas realizadas clandestinamente, Pedro Ricardo Araújo avalia que o responsável deve ter adquirido outro equipamento que não o Oscor 5000.
“Se você verificar o manual do fabricante vai ver que não há como decodificá-lo”, explicou.
Ele disse que existe uma aparelho de fabricação israelense [ grifo do blog, que lembrou da relação "Espiões israelenses X Daniel Dantas" ] capaz de grampear facilmente telefones celulares. Em forma de maleta, como o Oscor 5000, cadastra um determinado número telefônico de celular e toda vez que o telefone for usado as conversas são automaticamente gravadas.



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