outubro 29, 2007
João Dória Jr entrevistava Cid Gomes
outubro 9, 2007
Mônica Veloso em dose dupla!!
agosto 17, 2007
Galeria dos grandes e, SOBRETUDO, apartidários – além de apolíticos – cidadãos de bem da Nação, que nem mesmo de políticos eles gostam
LIDE’ S HOMEPAGE
O homem que fez a Nivea Brasil crescer 16 vezes em dez anos, é o tipo que Philips buscava para dar seqüência ao plano de rejuvenescimento de sua imagem: criativo, ousado e intuitivo. Foi assim que Paulo Zottolo colocou a Nivea na liderança de hidratantes e cremes faciais. Ele contrariou a matriz, que não usava estrelas em sua publicidade, e contratou a top Gisele Bündchen como garota propaganda. A “desobediência” deu certo porque Zottolo sabia qual era o desejo do consumidor – ouviu a própria empregada doméstica sobre o assunto. Esse alinhamento com o público chamou a atenção da Philips. A empresa viu nele a pessoa que casaria perfeitamente com seu novo lema: desenvolver o que o cliente quer, com coragem para contrariar uma ou outra verdade absoluta da marca se for preciso. Em contrapartida, o que animou Zottolo foi o desafio de dirigir uma companhia quase dez vezes maior, com faturamento de R$ 4,7 bilhões no Brasil. Seu salário no novo emprego está estimado em R$ 2 milhões por ano. “Ele vale tudo isso porque entrega o que promete”, diz Márcio Martins, da Allieh Coaching e Gestão Empresarial. – Lílian Cunha
ISTOÉ DINHEIRO
O faturamento da Philips na América Latina caiu 20,2% no início deste ano. As vendas da multinacional holandesa na região, onde o Brasil é o seu maior mercado, totalizaram 367 milhões de euros nos três primeiros meses de 2007. Em igual período de 2006, o faturamento da empresa havia alcançado 460 milhões de euros devido à maior demanda por televisores, que naquele momento estava inflacionada pela Copa do Mundo.
Em comunicado divulgado ontem na Holanda, a Philips informou que a retração na América Latina deve-se, basicamente, à ‘forte queda no mercado de televisores de tubo (CRT) no Brasil’. A Associação Nacional dos Fabricantes de Eletroeletrônicos (Eletros) ainda não divulgou o balanço das vendas do setor neste ano.
No Brasil – o maior pólo produtivo da Philips na América Latina -, a guerra fiscal entre os Estados poderá levar as indústria de televisores e eletrônicos a deixar a Zona Franca de Manaus, que só é competitiva graças aos incentivos dados pelos governos federal e estadual. Procurada pelo Valor, a assessoria da Philips não confirmou notícias de que a empresa analisa transferir a sua fábrica para outro Estado.
O recém-empossado presidente do grupo no Brasil, Paulo Zottolo, deveria encontrar-se ontem à noite com o governador do Amazonas, Eduardo Braga, e a expectativa era de que os incentivos fiscais entrassem na pauta do encontro.
Mundialmente, a Philips apresenta fortes resultados. A multinacional quintuplicou seu lucro líquido no primeiro trimestre de 2007 em relação ao mesmo período do ano anterior. O resultado saltou de 160 milhões de euros de euros para 875 milhões de euros de euros (cerca de US$ 1,184 bilhão). Parte desse desempenho deve-se à venda de ações da empresa Taiwan Semiconductor Manufacturing Company (TSMC).
‘A empresa registrou um excelente início em 2007′, afirmou o presidente mundial do grupo, Gérard Kleisterlee. As vendas totais da companhia cresceram 3% entre janeiro e março, atingindo 5,991 bilhões de euros. O resultado operacional – ou Lajida (lucro antes de juros, impostos e amortizações) – foi 27% maior e chegou aos 353 milhões de euros . A cifra correspondeu a 5,9% das vendas líquidas, sendo que, em igual período de 2006, esta mesma margem foi de 4,9%.
Philips reclama de política de ICMS no Amazonas
As discussões na Zona Franca de Manaus em torno do aumento do ICMS para os fabricantes de televisores esquentaram nesta semana. Ontem, o recém-empossado presidente da Philips, Paulo Zottolo, levou sua preocupação ao governador do Estado, Eduardo Braga, com quem se reuniu no início da noite. ‘A LG foi a única empresa do setor que não assinou o pacto apresentado pelo governo (de aumento do ICMS) e tem hoje benefícios melhores do que os nossos e dos demais fabricantes’ , disse Zottolo, para quem esse tratamento diferenciado, além de ser insustentável, é inconstitucional.
O impasse também preocupa o governo amazonense, que corre o risco de perder indústrias para outros Estados, como São Paulo, maior mercado consumidor. ‘O governador afirmou que irá apresentar nova proposta dia 24 de abril’, disse o presidente da Philips, ao sair da audiência. Zottolo negou que a empresa tenha cogitado transferir a fábrica de televisores de Manaus para outra região. ‘Em nenhum momento a Philips fez esta ameaça. O que existe é uma preocupação da empresa’.
Segundo fontes do setor, a indústria e o governo terão outro problema pela frente. Com a convergência, televisores e monitores de computador estão se transformando no mesmo equipamento. O Brasil, porém, possui incentivos diferentes para os dois produtos: a lei para aparelhos de áudio e vídeo e a lei de informática.
Com venda de fábrica na Ásia, Philips lucra 875 milhões de euros no 1º trimestre
A fabricante holandesa de eletroeletrônicos Philips encerrou o primeiro trimestre deste ano com lucro líquido de 875 milhões de euros, contra um ganho de 160 milhões de euros obtido no mesmo período de 2006. O salto na lucratividade se deu especialmente em razão da venda da participação da Philips em uma fábrica de semicondutores localizada em Taiwan, que gerou um ganho não-tributável de 697 milhões de euros. Excluído este negócio, o lucro líquido teria ficado em 178 milhões de euros, com alta de 11,25% sobre o primeiro trimestre do ano passado.
Apesar do lucro maior, as vendas totais da companhia apresentaram queda de 2,75% no período, para 5,99 bilhões de euros. As previsões do mercado davam conta de que este valor ficaria em 6,13 bilhões de euros.
Mesmo assim, a empresa comemorou os resultados. Em nota, a Philips afirmou ter conquistado ‘progressos’ em sua meta de elevar de 5% a 6% as vendas em 2007. Além disso, o diretor-geral da companhia, Gerald Kleisterlee, disse que as aquisições realizadas deixaram a Philips ‘confiante’ para novos negócios, visto que ‘mostraram capacidade rápida de geração de valor’.
Fonte: Valor
Portal dos Metalúrgicos
MARIO FLECK
Essa aqui é de graça:
Cetesb considerou infração gravíssima
A CETESB – Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental, considerou gravíssima a infração cometida pelo Instituto Pinho Bravo, no último dia 12 de maio, que provocou a contaminação do lago da Vila Inglesa, em Campos do Jordão, utilizado como reservatório para o abastecimento de 30% do município. Foram responsabilizados o vice-presidente da ONG, engenheiro Walter Vasconcelos e o proprietário da área onde ocorreu o acidente, Robert Baumgart. A multa para cada infrator foi calculada em 5001 UFESPs (R$ 62.462,49).A contaminação obrigou a SABESP a suspender a captação de água no local, causando inconvenientes ao bem estar público, além de provocar danos à flora e fauna. A empresa de saneamento também foi obrigada a fazer distribuição de emergência para abastecer escolas, hospitais, indústrias de alimentos e residências até restabelecer a distribuição da água, que apresentava gosto e odor de óleo.Os técnicos da agência ambiental da CETESB em Taubaté que atenderam a ocorrência consideram que a contaminação ocorreu por falta de preparo o cuidado dos funcionários da ONG, que também foram negligentes ao não informar o ocorrido para os órgãos competentes, impedindo que fossem adotadas providências antes que os resíduos atingissem o ponto de captação. Eles derramaram óleo diesel no solo, quando retiravam o produto estocado na residência localizada na rua Otto Baumgart, 96, na Vila Inglesa e posteriormente provocaram seu escoamento pelas galerias de águas pluviais, ao lavar o local. O resíduo foi carreado para um corpo d’água que atravessa a propriedade e acabou atingindo o lago utilizado como reservatório.
agosto 3, 2007
O Mundinho
julho 27, 2007
João Dória Jr: Elegância e decência a serviço do melhor para o nosso Brasil!!!
( Ai, CANSEEEII!!! )CARTA CAPITAL
Luiz Weis
O Estado foi o primeiro a dar a notícia, na quinta-feira, com poucas palavras: uma escultura de duas pedras superpostas, em homenagem a Cláudio Abramo, na praça que leva o seu nome, na região dos Jardins, em São Paulo, foi retirada como entulho por uma empresa contratada pela prefeitura da cidade, depois de ter sido danificada em um acidente de trânsito.
Ontem a Folha entrou na história com uma matéria mais alentada. Hoje o Estado volta a ela também com mais destaque e novas informações.
Se dependesse apenas do Estado, tudo que o leitor ficaria sabendo sobre a figura principal do episodio se resumiria a isso: Cláudio Abramo era jornalista. Nasceu em 1923 e morreu em 1987. Nenhuma palavra sobre o fato de ele ter sido secretário de Redação do jornal [ e depois diretor de Redação da Folha ]. Muito menos uma referência ao fato de ter sido ele o melhor jornalista que já passou pela casa – e um dos maiores nomes da imprensa brasileira em todos os tempos.
Os Mesquitas, com raras exceções, não gostavam do Cláudio, nem do seu sobrinho Perseu, já também falecido, que foi chefe de reportagem do jornal. Não gostavam principalmente de suas posições políticas.
The feeling was mutual, como diriam os ingleses – e o editorial de hoje do Estado, a propósito do encantamento da mídia britânica com o presidente Lula e a confissão dele de que nunca foi tão bem tratado no estrangeiro.
Certa vez Cláudio escreveu que os editoriais do Estadão eram “medievais”.
Ao noticiar a destruição da escultura e não dizer que a pessoa que ela celebrava foi chefe de redação do jornal – não precisava nem dizer que nele implantou mudanças revolucionárias para os padrões da casa -. o Estado como que se dissociou do seu nome. E de um pedaço de bom tamanho de sua própria história.
Outro dia, como já comentei aqui, o Estado foi o único jornal a noticiar a carteirada do comandante do Exército em Viracopos sem dar o nome do jornalista [ Elio Gaspari ] que destampou o episódio. Jornal e jornalista estão rompidos.
No passado, porque o abominava – não sem bons motivos – o Estado não publicava por inteiro o nome do governador paulista Adhemar de Barros. Era A. de Barros. [ Não publicava, nem abreviado, o nome da deputada estadual de má reputação Conceição Santamaria, depois da Costa Neves. ] O Adhemar só voltou a sair no jornal quando ambos ficaram do mesmo lado da trincheira, apoiando o golpe de 1964, que um e outro chamavam Redentora.
Os direitos do leitor, ora os direitos do leitor.
OBSERVATÓRIO DA IMPRENSA
( Em badalado evento ocorrido em prol da ONG AMEM – amém? – onde ocupa a presidência honorária [ e trazendo consigo a seleta companhia de outros destacados cidadãos - e de alguns seletos membros da sociedade civil horrorizada com-tudo-isto-que-está-aí, como Reginia Duarte, a Regininha Poltergeist dos programas eleitorais - como Eduardo José Farah ( seria um homônimo daquele cartola? ), Maria Cecília Duarte Moura ( Vice-Presidente do Comitê Executivo do LIDEM - Grupo de Mulheres Líderes Empresariais, integrado por finas damas de sucesso; entre elas, a presidente da famosíssima agência FULL JAZZ ), e Marcos Arbaitman , parceiro estratégico do MAM e ex-conselheiro da CTEEP, tendo sido substituído pelo notório Marcos Bragato ] , João Dória Jr. prova que elegância e benemerência combinam e estão na moda. Aliás, de quem foi a esdrúxula idéia de criar CPIs para investigar as ONGs? Não sabem que elas são mantidas apenas e exclusivamente por cidadãos de bem? )



TRIVELA
Carta Maior
CASA VIDA
Celso Lungaretti
CONVERSA AFIADA c/ Paulo Henrique Amorim
Desemprego Zero
Dicionário Jurídico – A a Z – Nota Dez
HORA DO POVO
IBGF – Instituto Brasileiro Giovanni Falcone
NOSSA HAPPYLÂNDIA
Portal IBASE
PROFESSOR HARIOVALDO ALMEIDA PRADO
QUERO UM BICHO
REVISTA FÓRUM – Outro mundo em debate
Y. COPRÓFAGOS ANÔNIMOS
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ALERTA TRANSGÊNICOS ( OBS: BANIDO )
ALTERNATIVE TENTACLES
GREG PALAST
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