ENCALHE

outubro 29, 2007

João Dória Jr entrevistava Cid Gomes

Foi ontem, no SHOW BUSINESS.
E perguntou/decretou/afirmou, tentando engambelar o entrevistado:
- Então, né, esse apagão aéreo que o Brasil “tá vivendo” ( afirmação 1 ) “até hoje” ( afirmação 2 ), “continua” ( afirmação 3 ), apesar do “esforço do ministro Nelson Jobim” ( afirmação 4 e propaganda do amigo de Serra ) , mas né…
E a resposta do irmão de Ciro Gomes, que não caiu no “se colar,colou” do engomadinho:
- Olha, viu, na verdade eu vim prá cá, e é só em São Paulo que tem esse gargalo, esse congestionamento. Nos outros aeroportos não é assim não, São Paulo é que precisa dar uma melhorada…
A cara do golpista do Cansei, pena que vocês não devam ter visto. Claro que não é uma transcrição literal da conversa, mas o conteúdo é esse mesmo. O golpista fez uma pergunta que trazia a reboque 3 ou 4 afirmações que podiam ser questionadas, mais uma puxadinha de saco do Jobim, além de outra informação embutida ( a de que “antes de Jobim salvar a lavoura não havia nada sendo feito” ) e teve que ouvir – da forma sutil de Cid Gomes – aquilo que todos sabemos, que São Paulo NÃO É o Brasil e o “apagão aéreo geral e irrestrito” é invenção ou exagero da imprensa. Golpistas.

outubro 9, 2007

Mônica Veloso em dose dupla!!

Não vão pensando coisas. São só uns apontamentos, antes que eu os esqueça. Pode não ser nada relevante.
A alcunhada “mulher que abalou o Senado” esteve dando – êee, maldade – entrevista nos programas Amaury Jr.- também compareceu a este, o empresário, psicólogo e possível candidato a prefeito Oscar Maroni, quando revelou que pretende fazer com que os maridos entreguem rosas às esposas e as ame – e Show Business, do famoso João Dória Jr, o golpista do Cansei. Ambos os programas são transmitidos na Rede TV. A Rede TV costuma colocar uma página de propaganda no jornal de bairro paulistano, que circula na região de Vila Prudente, cujo nome é justamente “O Paulistano”, da mesma empresa que produzia a REVISTA DE FATO, e que é da propriedade de Wagner Salustiano, ex-deputado tucano, acusado de ter recebido $$$ por publicidade da Nossa Caixa.
E, neste fim de semana, assistindo ao programa de grande audiência “MOSAICO”, percebi que um dos anunciantes, talvez o mais pobrezinho, é a Prefeitura de São Paulo. Os outros são Bradesco, Safra e Casas Bahia. E dou de cara com um evento, onde estiveram presentes ( se minha capacidade de lembrar rostos anda bem ) e foram bem mostrados na tela, Eduardo Jorge, Walter Feldmann e Alberto Goldman. Estavam lá na condição de judeus ou tucanos?
São só apontamentos, OK, seus paranóicos?

agosto 17, 2007

Galeria dos grandes e, SOBRETUDO, apartidários – além de apolíticos – cidadãos de bem da Nação, que nem mesmo de políticos eles gostam

JOÃO DORIA JÚNIOR
Presidente da Doria Associados
Jornalista e publicitário, Doria foi o mais jovem Secretário de Turismo e presidente da PAULISTUR em São Paulo, durante a gestão do ex-prefeito Mário Covas, de 1983 a 1985. No mesmo período, presidiu o Conselho de Turismo da Cidade de São Paulo. Foi também o mais jovem presidente da EMBRATUR e do Conselho Nacional de Turismo, CNTUR, de 1986 a 1988, no governo do ex-presidente José Sarney. É presidente da VIDEOMAX PRODUÇÕES e da DORIA ASSOCIADOS, vice-presidente da ADVB (Associação dos Dirigentes de Venda e Marketing do Brasil) e membro do Conselho do SOS Mata Atlântica. Foi o criador dos Fóruns Empresariais e fundador do LIDE-Grupo de Líderes Empresariais.
LIDE’ S HOMEPAGE

PAULO ZOTTOLO

O JOGADOR INTUITIVO

De onde para onde: da Nivea para a Philips
R$ 2 milhões por ano será o salário anual do novo presidente da Philips
O homem que fez a Nivea Brasil crescer 16 vezes em dez anos, é o tipo que Philips buscava para dar seqüência ao plano de rejuvenescimento de sua imagem: criativo, ousado e intuitivo. Foi assim que Paulo Zottolo colocou a Nivea na liderança de hidratantes e cremes faciais. Ele contrariou a matriz, que não usava estrelas em sua publicidade, e contratou a top Gisele Bündchen como garota propaganda. A “desobediência” deu certo porque Zottolo sabia qual era o desejo do consumidorouviu a própria empregada doméstica sobre o assunto. Esse alinhamento com o público chamou a atenção da Philips. A empresa viu nele a pessoa que casaria perfeitamente com seu novo lema: desenvolver o que o cliente quer, com coragem para contrariar uma ou outra verdade absoluta da marca se for preciso. Em contrapartida, o que animou Zottolo foi o desafio de dirigir uma companhia quase dez vezes maior, com faturamento de R$ 4,7 bilhões no Brasil. Seu salário no novo emprego está estimado em R$ 2 milhões por ano. “Ele vale tudo isso porque entrega o que promete”, diz Márcio Martins, da Allieh Coaching e Gestão Empresarial. – Lílian Cunha
ISTOÉ DINHEIRO

Frase de Paulo Zottolo, presidente da Nivea, na revista Época explicando porque contratou Gisele Bundchen:”As brasileiras são inseguras, ao contrário das europeias. Precisam de referência na hora de comprar produtos de beleza”.
Blog Querido Leitor
05/08/2004

Venda de TV: Philips em queda na América Latina
O faturamento da Philips na América Latina caiu 20,2% no início deste ano. As vendas da multinacional holandesa na região, onde o Brasil é o seu maior mercado, totalizaram 367 milhões de euros nos três primeiros meses de 2007. Em igual período de 2006, o faturamento da empresa havia alcançado 460 milhões de euros devido à maior demanda por televisores, que naquele momento estava inflacionada pela Copa do Mundo.
Em comunicado divulgado ontem na Holanda, a Philips informou que a retração na América Latina deve-se, basicamente, à ‘forte queda no mercado de televisores de tubo (CRT) no Brasil’. A Associação Nacional dos Fabricantes de Eletroeletrônicos (Eletros) ainda não divulgou o balanço das vendas do setor neste ano.
No Brasil – o maior pólo produtivo da Philips na América Latina -, a guerra fiscal entre os Estados poderá levar as indústria de televisores e eletrônicos a deixar a Zona Franca de Manaus, que só é competitiva graças aos incentivos dados pelos governos federal e estadual. Procurada pelo Valor, a assessoria da Philips não confirmou notícias de que a empresa analisa transferir a sua fábrica para outro Estado.
O recém-empossado presidente do grupo no Brasil, Paulo Zottolo, deveria encontrar-se ontem à noite com o governador do Amazonas, Eduardo Braga, e a expectativa era de que os incentivos fiscais entrassem na pauta do encontro.
Mundialmente, a Philips apresenta fortes resultados. A multinacional quintuplicou seu lucro líquido no primeiro trimestre de 2007 em relação ao mesmo período do ano anterior. O resultado saltou de 160 milhões de euros de euros para 875 milhões de euros de euros (cerca de US$ 1,184 bilhão). Parte desse desempenho deve-se à venda de ações da empresa Taiwan Semiconductor Manufacturing Company (TSMC).
‘A empresa registrou um excelente início em 2007′, afirmou o presidente mundial do grupo, Gérard Kleisterlee. As vendas totais da companhia cresceram 3% entre janeiro e março, atingindo 5,991 bilhões de euros. O resultado operacional – ou Lajida (lucro antes de juros, impostos e amortizações) – foi 27% maior e chegou aos 353 milhões de euros . A cifra correspondeu a 5,9% das vendas líquidas, sendo que, em igual período de 2006, esta mesma margem foi de 4,9%.
Philips reclama de política de ICMS no Amazonas
As discussões na Zona Franca de Manaus em torno do aumento do ICMS para os fabricantes de televisores esquentaram nesta semana. Ontem, o recém-empossado presidente da Philips, Paulo Zottolo, levou sua preocupação ao governador do Estado, Eduardo Braga, com quem se reuniu no início da noite. ‘A LG foi a única empresa do setor que não assinou o pacto apresentado pelo governo (de aumento do ICMS) e tem hoje benefícios melhores do que os nossos e dos demais fabricantes’ , disse Zottolo, para quem esse tratamento diferenciado, além de ser insustentável, é inconstitucional.
O impasse também preocupa o governo amazonense, que corre o risco de perder indústrias para outros Estados, como São Paulo, maior mercado consumidor. ‘O governador afirmou que irá apresentar nova proposta dia 24 de abril’, disse o presidente da Philips, ao sair da audiência. Zottolo negou que a empresa tenha cogitado transferir a fábrica de televisores de Manaus para outra região. ‘Em nenhum momento a Philips fez esta ameaça. O que existe é uma preocupação da empresa’.
Segundo fontes do setor, a indústria e o governo terão outro problema pela frente. Com a convergência, televisores e monitores de computador estão se transformando no mesmo equipamento. O Brasil, porém, possui incentivos diferentes para os dois produtos: a lei para aparelhos de áudio e vídeo e a lei de informática.
Com venda de fábrica na Ásia, Philips lucra 875 milhões de euros no 1º trimestre
A fabricante holandesa de eletroeletrônicos Philips encerrou o primeiro trimestre deste ano com lucro líquido de 875 milhões de euros, contra um ganho de 160 milhões de euros obtido no mesmo período de 2006. O salto na lucratividade se deu especialmente em razão da venda da participação da Philips em uma fábrica de semicondutores localizada em Taiwan, que gerou um ganho não-tributável de 697 milhões de euros. Excluído este negócio, o lucro líquido teria ficado em 178 milhões de euros, com alta de 11,25% sobre o primeiro trimestre do ano passado.
Apesar do lucro maior, as vendas totais da companhia apresentaram queda de 2,75% no período, para 5,99 bilhões de euros. As previsões do mercado davam conta de que este valor ficaria em 6,13 bilhões de euros.
Mesmo assim, a empresa comemorou os resultados. Em nota, a Philips afirmou ter conquistado ‘progressos’ em sua meta de elevar de 5% a 6% as vendas em 2007. Além disso, o diretor-geral da companhia, Gerald Kleisterlee, disse que as aquisições realizadas deixaram a Philips ‘confiante’ para novos negócios, visto que ‘mostraram capacidade rápida de geração de valor’.
Fonte: Valor
Portal dos Metalúrgicos
18/04/2007

Africa ganha conta da Philips
Valor Econômico
15/05/2007
MARIO FLECK
Vice-Presidente da Rio Bravo – Brasil
Formado Engenheiro mecânico pela PUC-RJ, atuou na Accenture durante 28 anos, 14 dos quais como presidente. Atualmente, é vice-presidente da Rio Bravo Investimentos. Participa e dirige diversos projetos na área social..
LIDE’S HOMEPAGE
AME CAMPOS
AMECAMPOS 2 ( Protegendo a qualidade de vida, o verde e o meio ambiente para a humanidade )
FISESP
ENDEAVOR BRASIL
Comensais especiais
ETERNIT ( PDF )
RIO BRAVO

Essa aqui é de graça:
Cetesb considerou infração gravíssima
A CETESB – Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental, considerou gravíssima a infração cometida pelo Instituto Pinho Bravo, no último dia 12 de maio, que provocou a contaminação do lago da Vila Inglesa, em Campos do Jordão, utilizado como reservatório para o abastecimento de 30% do município. Foram responsabilizados o vice-presidente da ONG, engenheiro Walter Vasconcelos e o proprietário da área onde ocorreu o acidente, Robert Baumgart. A multa para cada infrator foi calculada em 5001 UFESPs (R$ 62.462,49).A contaminação obrigou a SABESP a suspender a captação de água no local, causando inconvenientes ao bem estar público, além de provocar danos à flora e fauna. A empresa de saneamento também foi obrigada a fazer distribuição de emergência para abastecer escolas, hospitais, indústrias de alimentos e residências até restabelecer a distribuição da água, que apresentava gosto e odor de óleo.Os técnicos da agência ambiental da CETESB em Taubaté que atenderam a ocorrência consideram que a contaminação ocorreu por falta de preparo o cuidado dos funcionários da ONG, que também foram negligentes ao não informar o ocorrido para os órgãos competentes, impedindo que fossem adotadas providências antes que os resíduos atingissem o ponto de captação. Eles derramaram óleo diesel no solo, quando retiravam o produto estocado na residência localizada na rua Otto Baumgart, 96, na Vila Inglesa e posteriormente provocaram seu escoamento pelas galerias de águas pluviais, ao lavar o local. O resíduo foi carreado para um corpo d’água que atravessa a propriedade e acabou atingindo o lago utilizado como reservatório.

agosto 3, 2007

O Mundinho

NIZAN GUANAES é o “cabeça” da holding YPY. Por meio desta, adquiriu a marca MPM – até então pertencente ao Interpublic Group. NIZAN é amigo de infância e sócio de JOÃO AUGUSTO VALENTE, e este era amigo de DANIEL DANTAS ( de acordo com a vEJA e o Mainardi, amicíssimo de Lula e Zé Dirceu ) , à época do Banco Icatu.
A MPM é presidida por BIA AYDAR, profissional reconhecidamente de destaque no mercado em que atua, e que trabalhou, por exemplo, na campanha eleitoral de José Serra à presidência.
A MPM ganhou, no começo de 2007, a conta do MASP; museu paulistano que, por sua vez, tem entre os quadros de seu Conselho Deliberativo, o srs. NIZAN GUANAES e JOÃO DORIA JR.
DÓRIA, um empresário de muito sucesso e sorte ( já que é preciso uma boa dose dessa, para estar no lugar certo, na hora certa e conhecer as pessoas certas ) , bem-nascido e perseverante é, neste momento, um dos cidadãos de bem de maior destaque na mídia, pois encabeça o movimento cívico-patriota pela decência e contra a corrupção, o CANSEI.
Um release, divulgando a caminhada promovida pelo CANSEI – em suposta homenagem às vítimas do acidente do avião da TAM – foi distribuído pelo escritório de comunicação LU FERNANDES.
LU FERNANDES tem contrato com a PREFEITURA DE SÃO PAULO ( Gestão Kassab )e trabalhou em campanhas eleitorais de JOSÉ SERRA, com quem mantém estreita amizade, coisa antiga mesmo .
Não estamos diante de um golpe mediático, meus senhores, mas sim, de um golpe publicitário.

julho 27, 2007

João Dória Jr: Elegância e decência a serviço do melhor para o nosso Brasil!!!

Filed under: "cidadãos de bem", João Dória Jr, LIDE, ONGs, tucanalha — Humberto @ 3:37 pm
( Ai, CANSEEEII!!! )
PATRIMÔNIO HISTÓRICO
QUEM MANDA EM SÃO PAULO?
Empresário substitui homenagem a Claudio Abramo por escultura da própria mulher
Em 1988, a prefeitura de São Paulo encontrou uma pequena praça no bairro do Jardim Europa para homenagear um dos mais importantes e influentes jornalistas do Brasil, Claudio Abramo, morto um ano antes. Não foram necessárias duas décadas para que a memória de Abramo fosse ofendida. Segundo relata o Jornal da Tarde, funcionários da prefeitura, em pleno carnaval, demoliram o memorial dedicado a Abramo, uma escultura em pedra do artista plástico Domenico Calabrone.
Gestor da praça, que por coincidência fica em frente à sua casa, o empresário e apresentador João Dória Jr. não fez nada para impedir a destruição do monumento. Fez pior. Aproveitou para expor uma escultura da própria mulher, a socialite Bia Barros. O episódio causou indignação na vizinhança e provocou uma resposta singela do empresário. Não sabia que deveria ter avisado alguém. Aliás, se precisar, retiro a obra da minha esposa, que nem foi colocada no exato local do memorial, para evitar polêmica, afirmou ao JT. Ah, bom.
Após a publicação da reportagem, a escultura da mulher de Dória foi retirada.
Pergunta ao prefeito Serra, que parece sonhar em se eleger presidente da República: Quem manda nesta cidade?
CARTA CAPITAL

Quem foi mesmo Cláudio Abramo?
Luiz Weis
O Estado foi o primeiro a dar a notícia, na quinta-feira, com poucas palavras: uma escultura de duas pedras superpostas, em homenagem a Cláudio Abramo, na praça que leva o seu nome, na região dos Jardins, em São Paulo, foi retirada como entulho por uma empresa contratada pela prefeitura da cidade, depois de ter sido danificada em um acidente de trânsito.
Ontem a Folha entrou na história com uma matéria mais alentada. Hoje o Estado volta a ela também com mais destaque e novas informações.
Se dependesse apenas do Estado, tudo que o leitor ficaria sabendo sobre a figura principal do episodio se resumiria a isso: Cláudio Abramo era jornalista. Nasceu em 1923 e morreu em 1987. Nenhuma palavra sobre o fato de ele ter sido secretário de Redação do jornal [ e depois diretor de Redação da Folha ]. Muito menos uma referência ao fato de ter sido ele o melhor jornalista que já passou pela casa – e um dos maiores nomes da imprensa brasileira em todos os tempos.
Os Mesquitas, com raras exceções, não gostavam do Cláudio, nem do seu sobrinho Perseu, já também falecido, que foi chefe de reportagem do jornal. Não gostavam principalmente de suas posições políticas.
The feeling was mutual, como diriam os ingleses – e o editorial de hoje do Estado, a propósito do encantamento da mídia britânica com o presidente Lula e a confissão dele de que nunca foi tão bem tratado no estrangeiro.
Certa vez Cláudio escreveu que os editoriais do Estadão eram “medievais”.
Ao noticiar a destruição da escultura e não dizer que a pessoa que ela celebrava foi chefe de redação do jornal – não precisava nem dizer que nele implantou mudanças revolucionárias para os padrões da casa -. o Estado como que se dissociou do seu nome. E de um pedaço de bom tamanho de sua própria história.
Outro dia, como já comentei aqui, o Estado foi o único jornal a noticiar a carteirada do comandante do Exército em Viracopos sem dar o nome do jornalista [ Elio Gaspari ] que destampou o episódio. Jornal e jornalista estão rompidos.
No passado, porque o abominava – não sem bons motivos – o Estado não publicava por inteiro o nome do governador paulista Adhemar de Barros. Era A. de Barros. [ Não publicava, nem abreviado, o nome da deputada estadual de má reputação Conceição Santamaria, depois da Costa Neves. ] O Adhemar só voltou a sair no jornal quando ambos ficaram do mesmo lado da trincheira, apoiando o golpe de 1964, que um e outro chamavam Redentora.
Os direitos do leitor, ora os direitos do leitor.

OBSERVATÓRIO DA IMPRENSA
11/3/2006

( Em badalado evento ocorrido em prol da ONG AMEM – amém? – onde ocupa a presidência honorária [ e trazendo consigo a seleta companhia de outros destacados cidadãos - e de alguns seletos membros da sociedade civil horrorizada com-tudo-isto-que-está-aí, como Reginia Duarte, a Regininha Poltergeist dos programas eleitorais - como Eduardo José Farah ( seria um homônimo daquele cartola? ), Maria Cecília Duarte Moura ( Vice-Presidente do Comitê Executivo do LIDEM - Grupo de Mulheres Líderes Empresariais, integrado por finas damas de sucesso; entre elas, a presidente da famosíssima agência FULL JAZZ ), e Marcos Arbaitman , parceiro estratégico do MAM e ex-conselheiro da CTEEP, tendo sido substituído pelo notório Marcos Bragato ] , João Dória Jr. prova que elegância e benemerência combinam e estão na moda. Aliás, de quem foi a esdrúxula idéia de criar CPIs para investigar as ONGs? Não sabem que elas são mantidas apenas e exclusivamente por cidadãos de bem? )

Tema: Silver is the New Black. Blog no WordPress.com.

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.