ENCALHE

abril 7, 2009

É denúncia pra todo lado: contratos da Nossa Caixa com propaganda – lembram? – levam 4 ex-diretores do banco às barras da Justiça

As semanas têm sido agitadas: o Skaf queria se lançar ao governo estadual, e caiu em seu colo um torpedo; os dias têm sido agitados para o José Sarney: além de declarar que mandaria investigar as denúncias feitas pelo colega de partido e entusiasta da candidatura Serra, Jarbas Vasconcellos [ de que o PMDB usava arapongas para espioná-lo, Jarbas, por exemplo ], também se vê às voltas com uma série de outras denúncias, envolvendo uma suposta “caixa-preta” no Senado, onde haveria excesso de funcionários, e todos muito bem remunerados [ ainda não me foi possível descobrir se as denúncias sobre o Senado vieram depois de Sarney dizer que investigaria as denúncias de Jarbas, uma vez que, segundo aparece no blog do Luis Nassif, talvez o Jarbas não estivesse muito interessado em ver as denúncias que fez sendo apuradas mesmo, pois talvez não fossem verdadeiras ].
Agora, a antiga denúncia de que a administração Geraldo Alckmin – um também possível postulante à sucessão de José Serra – teria gasto uma puta grana com propaganda da Nossa Caixa [ Lembram? Sendo que os valores foram distribuídos a veículos "amigos", como a extinta Primeira Leitura ( do Reinaldo Azevedo ) e a curiosamente também extinta "Revista de Fato", de Wagner Salustiano ] também volta à tona. É como se o destino tivesse tecido uma linha ligando estes fatos entre si.
Promotoria move ação contra 4 ex-diretores da Nossa Caixa
FREDERICO VASCONCELOS
da Folha de S.Paulo
A Promotoria de Justiça do Estado de São Paulo moveu ação de improbidade contra quatro ex-diretores da Nossa Caixa, entre os quais dois ex-presidentes do banco, e duas agências de propaganda contratadas em 2002 para promover ações de marketing e de patrocínio do banco no governo Geraldo Alckmin (PSDB).
As irregularidades foram reveladas pela Folha numa série de reportagens publicadas a partir de dezembro de 2005.
Segundo a acusação, durante um ano e oito meses, a Nossa Caixa operou sem contrato formal com as agências Full Jazz Comunicação e Propaganda Ltda. e Colucci & Associados Propaganda Ltda. O Ministério Público também sustenta que as agências prestaram serviços por valores que superam os limites da Lei de Licitações.
A ação, distribuída à 12ª Vara da Fazenda Pública, foi proposta contra Valdery Frota de Albuquerque, presidente do banco à época dos fatos; Waldin Rosa de Lima, seu assessor informal; Carlos Eduardo da Silva Monteiro, ex-diretor jurídico e ex-presidente; Jaime de Castro Junior, ex-gerente de marketing do banco, e contra as empresas de propaganda.
O Ministério Público pede que todos façam o ressarcimento de R$ 49,2 milhões, além do pagamento de multa de R$ 98,5 milhões, perdas de eventuais funções públicas e suspensão de direitos políticos.
Denúncia anônima enviada à Promotoria em setembro de 2005 apontava duas suspeitas: a operação sem contrato, e o fato de que deputados da base aliada do governo tucano teriam sido beneficiados na distribuição de recursos para publicidade do banco. A ação trata apenas da primeira suspeita.
Em abril de 2006, o Tribunal de Contas do Estado rejeitou a tese de “erro formal” nos contratos com as agências Full Jazz e Colucci. A tese foi sustentada pelo ex-governador Alckmin, quando os fatos foram publicados pelo jornal.
Em decisão unânime, o TCE julgou que houve “afronta à legalidade e moralidade” nos “ajustes verbais” com as duas agências. Também entendeu que houve “desvio de finalidade” na veiculação de anúncios da Nossa Caixa “em veículos ligados a deputados estaduais”.
De acordo com os promotores Roberto Antonio de Almeida Costa e Sérgio Turra Sobrane, da Promotoria de Justiça do Patrimônio Público e Social, os contratos entre o banco e as duas agências de propaganda foram firmados em 15 de março de 2002, pelo prazo de 18 meses, e deveriam ter vigência até 14 de setembro de 2003, mas foram executados até junho de 2005, sem prorrogação formal dos prazos.
Durante a vigência do contrato, as duas agências prestaram serviços em valores 30,88% maiores que o total contratado, o que contraria a Lei de Licitações. Entre setembro de 2003 e junho de 2005, elas prestaram serviços sem cobertura contratual no valor total de R$ 45,5 milhões. A Promotoria pede ainda a anulação dos atos administrativos.
Outro lado
“Não conheço a ação, não farei comentários. Reitero apenas que estou à disposição do Ministério Público para esclarecer os fatos”, diz Valdery Frota de Albuquerque, ex-presidente do banco.
O ex-gerente de marketing da Nossa Caixa Jaime de Castro Júnior só deverá se manifestar depois de consultar seu advogado. “Não tive acesso ao processo na fase do inquérito. Tenho absoluta confiança na Justiça”, disse.
A Folha não conseguiu ouvir os ex-diretores Carlos Eduardo da Silva Monteiro e Waldin Rosa de Lima nem os dirigentes das agências. A assessoria de Alckmin não localizou o ex-governador.
Em 2006, Carlos Eduardo Monteiro da Silva afirmou que o Tribunal de Contas do Estado havia confirmado o acerto dos atos de sua gestão.
Na época, o presidente da Colucci & Associados Propaganda Ltda., Oscar Colucci, disse que “a irregularidade foi atribuída [pelo TCE] exclusivamente ao banco Nossa Caixa ou aos respectivos funcionários”. A presidente da Full Jazz, Maria Christina de Carvalho Pinto, afirmou, então, que “em nenhum momento a Full Jazz cometeu algum ato ilegal”.
AH! Como se não bastasse, a ISTOÉ desta semana traz uma matéria bacana, falando sobre a empresa de consultoria [ PRS Consultores ] do Secretário de Educação paulista, Paulo Renato de Souza, que tem como clientes uma empresa que publica livros didáticos. Paulo Renato diz que está se retirando da empresa e transferindo suas ações para sesu três filhos. Ah, agora sim! Vejam:
Conflito na educação
O ex-ministro Paulo Renato vai comandar a Secretaria de Educação de São Paulo. Até então a sua empresa de consultoria prestava serviços a fornecedores de livros didáticos ( IstoÉ, 08.04.09 )

março 5, 2009

"MARAJARBAS": Jarbas Vasconcellos, o novo Roberto Jefferson da decência nacional e da ética na política ( Affff…!! )

Plenário – Silvio Costa questiona ética de Jarbas e critica silêncio do PMDB
JORNAL DA CÂMARA, 04.03.08 – edição 2205
Ao referir-se em Plenário à entrevista do senador Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE) à revista Veja, o deputado SILVIO COSTA (PMN-PE) disse que o senador “precisa explicar algumas coisas ao Brasil”.
COSTA foi vereador em Recife quando Jarbas era prefeito, e deputado estadual na época em que o hoje senador era governador. Em julho de 1992, conforme relatou o deputado, “quatro anos após a Constituição determinar que servidor público só poderia ser contratado por concurso”, Jarbas foi nomeado procurador da Assembleia Legislativa de Pernambuco. Um ano depois, prosseguiu COSTA, ele pediu para se aposentar. “Quero saber qual é a moral que um parasita do poder, um homem que vive há 40 anos do dinheiro público, tem para criticar programas do governo, como o Bolsa-Família, que ele considera o maior programa de compra de votos do Brasil.”
COSTA afirmou que Jarbas, quando prefeito, em 1993, foi denunciado pela tesoureira de uma construtora por ter recebido propina. Essa denúncia, continuou o deputado, provocou uma comissão parlamentar de inquérito (CPI) na Câmara de Vereadores, que, segundo COSTA, não teve andamento porque o então prefeito tinha maioria absoluta naquela Casa legislativa. “Se essa CPI tivesse acontecido na Câmara ou no Senado, ele teria sido cassado”, disse, ao propor a instalação no Congresso de uma CPI de 20 anos de corrupção no Brasil e de um Conselho de Ética Misto do Congresso Nacional, composto por 21 parlamentares – 14 deputados e 7 senadores.
Vala comum - O parlamentar criticou a reação do PMDB, que, no seu entendimento, silenciou diante das declarações do senador. “Que PMDB é esse, que tem 90% de seu quadro acusado de corrupção e, no lugar de dar uma resposta ao Brasil, de ter vergonha na cara e de se dar ao respeito, agora propõe a criação de uma CPI para investigar os fundos de pensão?”, questionou.
Para COSTA, o pedido da CPI mostra à opinião pública que o partido só quer a comissão, “porque não conseguiu os cargos no Fundo Real Grandeza, de Furnas.” O deputado avalia que o comportamento que considera “acuado” do PMDB está levando todos os políticos para a vala comum. “Mas a mim, o PMDB não vai levar”, anunciou, ao completar que, como pai de quatro filhos e como professor, não poderia contribuir com o silêncio “para que um homem que não tem legitimidade ética, nem moral política, pose de paladino da ética e da moralidade neste País”.
INSS - SILVIO COSTA lembrou que tem sido acusado em Pernambuco de ter tido problemas com o INSS quando era empresário. “Tive, e não nego, mas não tenho processo no Ministério Público, em nenhum tribunal de Contas nem no Supremo Tribunal Federal. A imprensa pode ir atrás da minha vida; não quero ser paladino da ética”, declarou.
MAIS:
“Já estão começando a chamá-lo de Marajarbas”
Reação : No plenário da Câmara, Silvio Costa (PMN-PE) criticou discurso de Jarbas
Brasília - O deputado Silvio Costa (PMN-PE) criticou ontem, em discurso no plenário da Câmara, o senador Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE) pelas declarações que ele tem dado sobre a corrupção. Costa afirmou que conhece um pouco da vida do senador e que ele está se vestindo como alguém contra a corrupção, “o que ele não é”. “Basta de demagogia, de desrespeitar o povo brasileiro”, disse o deputado.
Costa disse que o senador “quer ser a flor do lodo, mas na política ele não é flor que se cheira”. Em seu discurso, o deputado disse que o senador afirmou que o Bolsa Família era o maior programa oficial de compra de votos do mundo. “Ele deveria ter vergonha de falar isso porque, na verdade, ele é membro e participa do maior programa de apropriação de recursos públicos, de dinheiro público do Brasil. O programa de que Jarbas Vasconcelos participa é o Bolsa Marajá, o Bolsa do Estado”, disse Costa.
O parlamentar afirmou que o senador Jarbas, no dia 23 de julho de 1992, foi nomeado procurador da Assembleia Legislativa de Pernambuco, quatro anos após a promulgação da Constituição, que estabeleceu que emprego público só deveria ser preenchido por concurso. “E pasmem, brasileiros! Pasmem, jovens do Brasil! Um ano depois – um ano depois – ele se aposentou, no dia 14 de julho de 1993″.
Costa disse que em Pernambuco “já estão começando a chamá-lo [Jarbas Vasconcelos] de Marajarbas – o último salário do marajá, agora em janeiro de 2009, foi de R$ 17.364. Eu não mostro o seu contracheque porque quem vai mostrá-lo é ele, porque esse dinheiro é depositado em conta bancária”.
Auditoria - O presidente da Fundação Real Grandeza, Sérgio Wilson Ferraz Fontes, afirmou que o senador Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE) está “equivocado” ao cobrar do presidente Luiz Inácio Lula da Silva a instalação de uma auditoria independente para verificar as contas do fundo de pensão que gere os recursos da geradora Furnas e da Eletronuclear. “Nós já somos acompanhados por controladores externos que verificam a performance de nossos investimentos. É um equívoco pedir mais uma auditoria”, disse, completando que “se tiver que vir, que venha”. Ele destacou o fato de o fundo de pensão ser independente e, portanto, estar fora da alçada do presidente Lula neste quesito de auditoria. “Quem poderia fazer este pedido é a Secretaria de Previdência Complementar, que também já nos acompanha”, disse. Fontes também negou a acusação de que estaria ligado ao PT e que por isso haveria uma disputa pelo comando da Fundação. “Isso absolutamente não existe”, disse, lembrando que quando entrou no Fundo, em 2004, substituiu gestão petista que havia feito operações com o Banco Santos, que se reverteram em prejuízos para a instituição. “Digamos que eu também não fui muito querido lá”.
DIÁRIO DE PERNAMBUCO, 04.03.09

"MARAJARBAS": Jarbas Vasconcellos, o novo Roberto Jefferson da decência nacional e da ética na política ( Affff…!! )

Plenário – Silvio Costa questiona ética de Jarbas e critica silêncio do PMDB
JORNAL DA CÂMARA, 04.03.08 – edição 2205
Ao referir-se em Plenário à entrevista do senador Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE) à revista Veja, o deputado SILVIO COSTA (PMN-PE) disse que o senador “precisa explicar algumas coisas ao Brasil”.
COSTA foi vereador em Recife quando Jarbas era prefeito, e deputado estadual na época em que o hoje senador era governador. Em julho de 1992, conforme relatou o deputado, “quatro anos após a Constituição determinar que servidor público só poderia ser contratado por concurso”, Jarbas foi nomeado procurador da Assembleia Legislativa de Pernambuco. Um ano depois, prosseguiu COSTA, ele pediu para se aposentar. “Quero saber qual é a moral que um parasita do poder, um homem que vive há 40 anos do dinheiro público, tem para criticar programas do governo, como o Bolsa-Família, que ele considera o maior programa de compra de votos do Brasil.”
COSTA afirmou que Jarbas, quando prefeito, em 1993, foi denunciado pela tesoureira de uma construtora por ter recebido propina. Essa denúncia, continuou o deputado, provocou uma comissão parlamentar de inquérito (CPI) na Câmara de Vereadores, que, segundo COSTA, não teve andamento porque o então prefeito tinha maioria absoluta naquela Casa legislativa. “Se essa CPI tivesse acontecido na Câmara ou no Senado, ele teria sido cassado”, disse, ao propor a instalação no Congresso de uma CPI de 20 anos de corrupção no Brasil e de um Conselho de Ética Misto do Congresso Nacional, composto por 21 parlamentares – 14 deputados e 7 senadores.
Vala comum - O parlamentar criticou a reação do PMDB, que, no seu entendimento, silenciou diante das declarações do senador. “Que PMDB é esse, que tem 90% de seu quadro acusado de corrupção e, no lugar de dar uma resposta ao Brasil, de ter vergonha na cara e de se dar ao respeito, agora propõe a criação de uma CPI para investigar os fundos de pensão?”, questionou.
Para COSTA, o pedido da CPI mostra à opinião pública que o partido só quer a comissão, “porque não conseguiu os cargos no Fundo Real Grandeza, de Furnas.” O deputado avalia que o comportamento que considera “acuado” do PMDB está levando todos os políticos para a vala comum. “Mas a mim, o PMDB não vai levar”, anunciou, ao completar que, como pai de quatro filhos e como professor, não poderia contribuir com o silêncio “para que um homem que não tem legitimidade ética, nem moral política, pose de paladino da ética e da moralidade neste País”.
INSS - SILVIO COSTA lembrou que tem sido acusado em Pernambuco de ter tido problemas com o INSS quando era empresário. “Tive, e não nego, mas não tenho processo no Ministério Público, em nenhum tribunal de Contas nem no Supremo Tribunal Federal. A imprensa pode ir atrás da minha vida; não quero ser paladino da ética”, declarou.
MAIS:
“Já estão começando a chamá-lo de Marajarbas”
Reação : No plenário da Câmara, Silvio Costa (PMN-PE) criticou discurso de Jarbas
Brasília - O deputado Silvio Costa (PMN-PE) criticou ontem, em discurso no plenário da Câmara, o senador Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE) pelas declarações que ele tem dado sobre a corrupção. Costa afirmou que conhece um pouco da vida do senador e que ele está se vestindo como alguém contra a corrupção, “o que ele não é”. “Basta de demagogia, de desrespeitar o povo brasileiro”, disse o deputado.
Costa disse que o senador “quer ser a flor do lodo, mas na política ele não é flor que se cheira”. Em seu discurso, o deputado disse que o senador afirmou que o Bolsa Família era o maior programa oficial de compra de votos do mundo. “Ele deveria ter vergonha de falar isso porque, na verdade, ele é membro e participa do maior programa de apropriação de recursos públicos, de dinheiro público do Brasil. O programa de que Jarbas Vasconcelos participa é o Bolsa Marajá, o Bolsa do Estado”, disse Costa.
O parlamentar afirmou que o senador Jarbas, no dia 23 de julho de 1992, foi nomeado procurador da Assembleia Legislativa de Pernambuco, quatro anos após a promulgação da Constituição, que estabeleceu que emprego público só deveria ser preenchido por concurso. “E pasmem, brasileiros! Pasmem, jovens do Brasil! Um ano depois – um ano depois – ele se aposentou, no dia 14 de julho de 1993″.
Costa disse que em Pernambuco “já estão começando a chamá-lo [Jarbas Vasconcelos] de Marajarbas – o último salário do marajá, agora em janeiro de 2009, foi de R$ 17.364. Eu não mostro o seu contracheque porque quem vai mostrá-lo é ele, porque esse dinheiro é depositado em conta bancária”.
Auditoria - O presidente da Fundação Real Grandeza, Sérgio Wilson Ferraz Fontes, afirmou que o senador Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE) está “equivocado” ao cobrar do presidente Luiz Inácio Lula da Silva a instalação de uma auditoria independente para verificar as contas do fundo de pensão que gere os recursos da geradora Furnas e da Eletronuclear. “Nós já somos acompanhados por controladores externos que verificam a performance de nossos investimentos. É um equívoco pedir mais uma auditoria”, disse, completando que “se tiver que vir, que venha”. Ele destacou o fato de o fundo de pensão ser independente e, portanto, estar fora da alçada do presidente Lula neste quesito de auditoria. “Quem poderia fazer este pedido é a Secretaria de Previdência Complementar, que também já nos acompanha”, disse. Fontes também negou a acusação de que estaria ligado ao PT e que por isso haveria uma disputa pelo comando da Fundação. “Isso absolutamente não existe”, disse, lembrando que quando entrou no Fundo, em 2004, substituiu gestão petista que havia feito operações com o Banco Santos, que se reverteram em prejuízos para a instituição. “Digamos que eu também não fui muito querido lá”.
DIÁRIO DE PERNAMBUCO, 04.03.09

"MARAJARBAS": Jarbas Vasconcellos, o novo Roberto Jefferson da decência nacional e da ética na política ( Affff…!! )

Plenário – Silvio Costa questiona ética de Jarbas e critica silêncio do PMDB
JORNAL DA CÂMARA, 04.03.08 – edição 2205
Ao referir-se em Plenário à entrevista do senador Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE) à revista Veja, o deputado SILVIO COSTA (PMN-PE) disse que o senador “precisa explicar algumas coisas ao Brasil”.
COSTA foi vereador em Recife quando Jarbas era prefeito, e deputado estadual na época em que o hoje senador era governador. Em julho de 1992, conforme relatou o deputado, “quatro anos após a Constituição determinar que servidor público só poderia ser contratado por concurso”, Jarbas foi nomeado procurador da Assembleia Legislativa de Pernambuco. Um ano depois, prosseguiu COSTA, ele pediu para se aposentar. “Quero saber qual é a moral que um parasita do poder, um homem que vive há 40 anos do dinheiro público, tem para criticar programas do governo, como o Bolsa-Família, que ele considera o maior programa de compra de votos do Brasil.”
COSTA afirmou que Jarbas, quando prefeito, em 1993, foi denunciado pela tesoureira de uma construtora por ter recebido propina. Essa denúncia, continuou o deputado, provocou uma comissão parlamentar de inquérito (CPI) na Câmara de Vereadores, que, segundo COSTA, não teve andamento porque o então prefeito tinha maioria absoluta naquela Casa legislativa. “Se essa CPI tivesse acontecido na Câmara ou no Senado, ele teria sido cassado”, disse, ao propor a instalação no Congresso de uma CPI de 20 anos de corrupção no Brasil e de um Conselho de Ética Misto do Congresso Nacional, composto por 21 parlamentares – 14 deputados e 7 senadores.
Vala comum - O parlamentar criticou a reação do PMDB, que, no seu entendimento, silenciou diante das declarações do senador. “Que PMDB é esse, que tem 90% de seu quadro acusado de corrupção e, no lugar de dar uma resposta ao Brasil, de ter vergonha na cara e de se dar ao respeito, agora propõe a criação de uma CPI para investigar os fundos de pensão?”, questionou.
Para COSTA, o pedido da CPI mostra à opinião pública que o partido só quer a comissão, “porque não conseguiu os cargos no Fundo Real Grandeza, de Furnas.” O deputado avalia que o comportamento que considera “acuado” do PMDB está levando todos os políticos para a vala comum. “Mas a mim, o PMDB não vai levar”, anunciou, ao completar que, como pai de quatro filhos e como professor, não poderia contribuir com o silêncio “para que um homem que não tem legitimidade ética, nem moral política, pose de paladino da ética e da moralidade neste País”.
INSS - SILVIO COSTA lembrou que tem sido acusado em Pernambuco de ter tido problemas com o INSS quando era empresário. “Tive, e não nego, mas não tenho processo no Ministério Público, em nenhum tribunal de Contas nem no Supremo Tribunal Federal. A imprensa pode ir atrás da minha vida; não quero ser paladino da ética”, declarou.
MAIS:
“Já estão começando a chamá-lo de Marajarbas”
Reação : No plenário da Câmara, Silvio Costa (PMN-PE) criticou discurso de Jarbas
Brasília - O deputado Silvio Costa (PMN-PE) criticou ontem, em discurso no plenário da Câmara, o senador Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE) pelas declarações que ele tem dado sobre a corrupção. Costa afirmou que conhece um pouco da vida do senador e que ele está se vestindo como alguém contra a corrupção, “o que ele não é”. “Basta de demagogia, de desrespeitar o povo brasileiro”, disse o deputado.
Costa disse que o senador “quer ser a flor do lodo, mas na política ele não é flor que se cheira”. Em seu discurso, o deputado disse que o senador afirmou que o Bolsa Família era o maior programa oficial de compra de votos do mundo. “Ele deveria ter vergonha de falar isso porque, na verdade, ele é membro e participa do maior programa de apropriação de recursos públicos, de dinheiro público do Brasil. O programa de que Jarbas Vasconcelos participa é o Bolsa Marajá, o Bolsa do Estado”, disse Costa.
O parlamentar afirmou que o senador Jarbas, no dia 23 de julho de 1992, foi nomeado procurador da Assembleia Legislativa de Pernambuco, quatro anos após a promulgação da Constituição, que estabeleceu que emprego público só deveria ser preenchido por concurso. “E pasmem, brasileiros! Pasmem, jovens do Brasil! Um ano depois – um ano depois – ele se aposentou, no dia 14 de julho de 1993″.
Costa disse que em Pernambuco “já estão começando a chamá-lo [Jarbas Vasconcelos] de Marajarbas – o último salário do marajá, agora em janeiro de 2009, foi de R$ 17.364. Eu não mostro o seu contracheque porque quem vai mostrá-lo é ele, porque esse dinheiro é depositado em conta bancária”.
Auditoria - O presidente da Fundação Real Grandeza, Sérgio Wilson Ferraz Fontes, afirmou que o senador Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE) está “equivocado” ao cobrar do presidente Luiz Inácio Lula da Silva a instalação de uma auditoria independente para verificar as contas do fundo de pensão que gere os recursos da geradora Furnas e da Eletronuclear. “Nós já somos acompanhados por controladores externos que verificam a performance de nossos investimentos. É um equívoco pedir mais uma auditoria”, disse, completando que “se tiver que vir, que venha”. Ele destacou o fato de o fundo de pensão ser independente e, portanto, estar fora da alçada do presidente Lula neste quesito de auditoria. “Quem poderia fazer este pedido é a Secretaria de Previdência Complementar, que também já nos acompanha”, disse. Fontes também negou a acusação de que estaria ligado ao PT e que por isso haveria uma disputa pelo comando da Fundação. “Isso absolutamente não existe”, disse, lembrando que quando entrou no Fundo, em 2004, substituiu gestão petista que havia feito operações com o Banco Santos, que se reverteram em prejuízos para a instituição. “Digamos que eu também não fui muito querido lá”.
DIÁRIO DE PERNAMBUCO, 04.03.09

"MARAJARBAS": Jarbas Vasconcellos, o novo Roberto Jefferson da decência nacional e da ética na política ( Affff…!! )

Plenário – Silvio Costa questiona ética de Jarbas e critica silêncio do PMDB
JORNAL DA CÂMARA, 04.03.08 – edição 2205
Ao referir-se em Plenário à entrevista do senador Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE) à revista Veja, o deputado SILVIO COSTA (PMN-PE) disse que o senador “precisa explicar algumas coisas ao Brasil”.
COSTA foi vereador em Recife quando Jarbas era prefeito, e deputado estadual na época em que o hoje senador era governador. Em julho de 1992, conforme relatou o deputado, “quatro anos após a Constituição determinar que servidor público só poderia ser contratado por concurso”, Jarbas foi nomeado procurador da Assembleia Legislativa de Pernambuco. Um ano depois, prosseguiu COSTA, ele pediu para se aposentar. “Quero saber qual é a moral que um parasita do poder, um homem que vive há 40 anos do dinheiro público, tem para criticar programas do governo, como o Bolsa-Família, que ele considera o maior programa de compra de votos do Brasil.”
COSTA afirmou que Jarbas, quando prefeito, em 1993, foi denunciado pela tesoureira de uma construtora por ter recebido propina. Essa denúncia, continuou o deputado, provocou uma comissão parlamentar de inquérito (CPI) na Câmara de Vereadores, que, segundo COSTA, não teve andamento porque o então prefeito tinha maioria absoluta naquela Casa legislativa. “Se essa CPI tivesse acontecido na Câmara ou no Senado, ele teria sido cassado”, disse, ao propor a instalação no Congresso de uma CPI de 20 anos de corrupção no Brasil e de um Conselho de Ética Misto do Congresso Nacional, composto por 21 parlamentares – 14 deputados e 7 senadores.
Vala comum - O parlamentar criticou a reação do PMDB, que, no seu entendimento, silenciou diante das declarações do senador. “Que PMDB é esse, que tem 90% de seu quadro acusado de corrupção e, no lugar de dar uma resposta ao Brasil, de ter vergonha na cara e de se dar ao respeito, agora propõe a criação de uma CPI para investigar os fundos de pensão?”, questionou.
Para COSTA, o pedido da CPI mostra à opinião pública que o partido só quer a comissão, “porque não conseguiu os cargos no Fundo Real Grandeza, de Furnas.” O deputado avalia que o comportamento que considera “acuado” do PMDB está levando todos os políticos para a vala comum. “Mas a mim, o PMDB não vai levar”, anunciou, ao completar que, como pai de quatro filhos e como professor, não poderia contribuir com o silêncio “para que um homem que não tem legitimidade ética, nem moral política, pose de paladino da ética e da moralidade neste País”.
INSS - SILVIO COSTA lembrou que tem sido acusado em Pernambuco de ter tido problemas com o INSS quando era empresário. “Tive, e não nego, mas não tenho processo no Ministério Público, em nenhum tribunal de Contas nem no Supremo Tribunal Federal. A imprensa pode ir atrás da minha vida; não quero ser paladino da ética”, declarou.
MAIS:
“Já estão começando a chamá-lo de Marajarbas”
Reação : No plenário da Câmara, Silvio Costa (PMN-PE) criticou discurso de Jarbas
Brasília - O deputado Silvio Costa (PMN-PE) criticou ontem, em discurso no plenário da Câmara, o senador Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE) pelas declarações que ele tem dado sobre a corrupção. Costa afirmou que conhece um pouco da vida do senador e que ele está se vestindo como alguém contra a corrupção, “o que ele não é”. “Basta de demagogia, de desrespeitar o povo brasileiro”, disse o deputado.
Costa disse que o senador “quer ser a flor do lodo, mas na política ele não é flor que se cheira”. Em seu discurso, o deputado disse que o senador afirmou que o Bolsa Família era o maior programa oficial de compra de votos do mundo. “Ele deveria ter vergonha de falar isso porque, na verdade, ele é membro e participa do maior programa de apropriação de recursos públicos, de dinheiro público do Brasil. O programa de que Jarbas Vasconcelos participa é o Bolsa Marajá, o Bolsa do Estado”, disse Costa.
O parlamentar afirmou que o senador Jarbas, no dia 23 de julho de 1992, foi nomeado procurador da Assembleia Legislativa de Pernambuco, quatro anos após a promulgação da Constituição, que estabeleceu que emprego público só deveria ser preenchido por concurso. “E pasmem, brasileiros! Pasmem, jovens do Brasil! Um ano depois – um ano depois – ele se aposentou, no dia 14 de julho de 1993″.
Costa disse que em Pernambuco “já estão começando a chamá-lo [Jarbas Vasconcelos] de Marajarbas – o último salário do marajá, agora em janeiro de 2009, foi de R$ 17.364. Eu não mostro o seu contracheque porque quem vai mostrá-lo é ele, porque esse dinheiro é depositado em conta bancária”.
Auditoria - O presidente da Fundação Real Grandeza, Sérgio Wilson Ferraz Fontes, afirmou que o senador Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE) está “equivocado” ao cobrar do presidente Luiz Inácio Lula da Silva a instalação de uma auditoria independente para verificar as contas do fundo de pensão que gere os recursos da geradora Furnas e da Eletronuclear. “Nós já somos acompanhados por controladores externos que verificam a performance de nossos investimentos. É um equívoco pedir mais uma auditoria”, disse, completando que “se tiver que vir, que venha”. Ele destacou o fato de o fundo de pensão ser independente e, portanto, estar fora da alçada do presidente Lula neste quesito de auditoria. “Quem poderia fazer este pedido é a Secretaria de Previdência Complementar, que também já nos acompanha”, disse. Fontes também negou a acusação de que estaria ligado ao PT e que por isso haveria uma disputa pelo comando da Fundação. “Isso absolutamente não existe”, disse, lembrando que quando entrou no Fundo, em 2004, substituiu gestão petista que havia feito operações com o Banco Santos, que se reverteram em prejuízos para a instituição. “Digamos que eu também não fui muito querido lá”.
DIÁRIO DE PERNAMBUCO, 04.03.09

"MARAJARBAS": Jarbas Vasconcellos, o novo Roberto Jefferson da decência nacional e da ética na política ( Affff…!! )

Plenário – Silvio Costa questiona ética de Jarbas e critica silêncio do PMDB
JORNAL DA CÂMARA, 04.03.08 – edição 2205
Ao referir-se em Plenário à entrevista do senador Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE) à revista Veja, o deputado SILVIO COSTA (PMN-PE) disse que o senador “precisa explicar algumas coisas ao Brasil”.
COSTA foi vereador em Recife quando Jarbas era prefeito, e deputado estadual na época em que o hoje senador era governador. Em julho de 1992, conforme relatou o deputado, “quatro anos após a Constituição determinar que servidor público só poderia ser contratado por concurso”, Jarbas foi nomeado procurador da Assembleia Legislativa de Pernambuco. Um ano depois, prosseguiu COSTA, ele pediu para se aposentar. “Quero saber qual é a moral que um parasita do poder, um homem que vive há 40 anos do dinheiro público, tem para criticar programas do governo, como o Bolsa-Família, que ele considera o maior programa de compra de votos do Brasil.”
COSTA afirmou que Jarbas, quando prefeito, em 1993, foi denunciado pela tesoureira de uma construtora por ter recebido propina. Essa denúncia, continuou o deputado, provocou uma comissão parlamentar de inquérito (CPI) na Câmara de Vereadores, que, segundo COSTA, não teve andamento porque o então prefeito tinha maioria absoluta naquela Casa legislativa. “Se essa CPI tivesse acontecido na Câmara ou no Senado, ele teria sido cassado”, disse, ao propor a instalação no Congresso de uma CPI de 20 anos de corrupção no Brasil e de um Conselho de Ética Misto do Congresso Nacional, composto por 21 parlamentares – 14 deputados e 7 senadores.
Vala comum - O parlamentar criticou a reação do PMDB, que, no seu entendimento, silenciou diante das declarações do senador. “Que PMDB é esse, que tem 90% de seu quadro acusado de corrupção e, no lugar de dar uma resposta ao Brasil, de ter vergonha na cara e de se dar ao respeito, agora propõe a criação de uma CPI para investigar os fundos de pensão?”, questionou.
Para COSTA, o pedido da CPI mostra à opinião pública que o partido só quer a comissão, “porque não conseguiu os cargos no Fundo Real Grandeza, de Furnas.” O deputado avalia que o comportamento que considera “acuado” do PMDB está levando todos os políticos para a vala comum. “Mas a mim, o PMDB não vai levar”, anunciou, ao completar que, como pai de quatro filhos e como professor, não poderia contribuir com o silêncio “para que um homem que não tem legitimidade ética, nem moral política, pose de paladino da ética e da moralidade neste País”.
INSS - SILVIO COSTA lembrou que tem sido acusado em Pernambuco de ter tido problemas com o INSS quando era empresário. “Tive, e não nego, mas não tenho processo no Ministério Público, em nenhum tribunal de Contas nem no Supremo Tribunal Federal. A imprensa pode ir atrás da minha vida; não quero ser paladino da ética”, declarou.
MAIS:
“Já estão começando a chamá-lo de Marajarbas”
Reação : No plenário da Câmara, Silvio Costa (PMN-PE) criticou discurso de Jarbas
Brasília - O deputado Silvio Costa (PMN-PE) criticou ontem, em discurso no plenário da Câmara, o senador Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE) pelas declarações que ele tem dado sobre a corrupção. Costa afirmou que conhece um pouco da vida do senador e que ele está se vestindo como alguém contra a corrupção, “o que ele não é”. “Basta de demagogia, de desrespeitar o povo brasileiro”, disse o deputado.
Costa disse que o senador “quer ser a flor do lodo, mas na política ele não é flor que se cheira”. Em seu discurso, o deputado disse que o senador afirmou que o Bolsa Família era o maior programa oficial de compra de votos do mundo. “Ele deveria ter vergonha de falar isso porque, na verdade, ele é membro e participa do maior programa de apropriação de recursos públicos, de dinheiro público do Brasil. O programa de que Jarbas Vasconcelos participa é o Bolsa Marajá, o Bolsa do Estado”, disse Costa.
O parlamentar afirmou que o senador Jarbas, no dia 23 de julho de 1992, foi nomeado procurador da Assembleia Legislativa de Pernambuco, quatro anos após a promulgação da Constituição, que estabeleceu que emprego público só deveria ser preenchido por concurso. “E pasmem, brasileiros! Pasmem, jovens do Brasil! Um ano depois – um ano depois – ele se aposentou, no dia 14 de julho de 1993″.
Costa disse que em Pernambuco “já estão começando a chamá-lo [Jarbas Vasconcelos] de Marajarbas – o último salário do marajá, agora em janeiro de 2009, foi de R$ 17.364. Eu não mostro o seu contracheque porque quem vai mostrá-lo é ele, porque esse dinheiro é depositado em conta bancária”.
Auditoria - O presidente da Fundação Real Grandeza, Sérgio Wilson Ferraz Fontes, afirmou que o senador Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE) está “equivocado” ao cobrar do presidente Luiz Inácio Lula da Silva a instalação de uma auditoria independente para verificar as contas do fundo de pensão que gere os recursos da geradora Furnas e da Eletronuclear. “Nós já somos acompanhados por controladores externos que verificam a performance de nossos investimentos. É um equívoco pedir mais uma auditoria”, disse, completando que “se tiver que vir, que venha”. Ele destacou o fato de o fundo de pensão ser independente e, portanto, estar fora da alçada do presidente Lula neste quesito de auditoria. “Quem poderia fazer este pedido é a Secretaria de Previdência Complementar, que também já nos acompanha”, disse. Fontes também negou a acusação de que estaria ligado ao PT e que por isso haveria uma disputa pelo comando da Fundação. “Isso absolutamente não existe”, disse, lembrando que quando entrou no Fundo, em 2004, substituiu gestão petista que havia feito operações com o Banco Santos, que se reverteram em prejuízos para a instituição. “Digamos que eu também não fui muito querido lá”.
DIÁRIO DE PERNAMBUCO, 04.03.09

fevereiro 27, 2009

Em dois anos, PMDB desbanca DEMOs e toma o primeiro lugar no Campeonato Mundial da Corrupção. Talvez o Jarbas esteja certo, afinal…

Vai a seguir um post que data de Outubro de 2007.
DEMagogos ( ex-pefelê ) eleito CAMPEÃO MUNDIAL de corrupção; PSDB em 3º. e PT em 10º. E aí, imprensalão?
DEM é o campeão da corrupção, revela estudo. PSDB tem honroso TERCEIRO LUGAR.
O DEM (ex-PFL) é o partido campeão de cassações por corrupção nos últimos sete anos, segundo estudo feito pelo Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE), que conta com o apoio de entidades de representação da sociedade civil e organizações sociais e religiosas.O estudo foi divulgado nesta quinta-feira (4) e contabiliza 623 cassações de mandatos políticos do ano 2000 até 9 de setembro de 2007, englobando quatro eleições, sendo todos os casos relativos a acusações de corrupção.
Nesse número, não estão incluídos políticos que perderam cargos em virtude de condenações criminais. Do total de 623 cassações registradas, quatro são de governadores e vice-governadores, seis são senadores e suplentes, oito deputados federais, 13 deputados, estaduais, 508 prefeitos e vice-prefeitos, além de 84 vereadores.
O ranking é liderado pelo Democratas, com 69 casos, ou 20,4% do total. Em segundo lugar aparece o PMDB, com 66 casos, ou 19,5%, enquanto o PSDB aparece em terceiro lugar, com 58 ocorrências, ou 17,1% dos casos. O PP aparece em quarto lugar, com 26 casos, ou 7,7% do total, seguido pelo PTB (24 casos, ou 7,1%) e PDT (23 ocorrências, ou 6,8%). O PT aparece em décimo lugar, com 10 casos, ou 2,9%.
Ao todo, 21 partidos compõem o ranking. Segundo dados da Justiça Eleitoral, citados pelo MCCE, outros 1,1 mil processos relativos às eleições de 2006 ainda estão em tramitação. Deste modo, informa o Movimento, todos eles podem eventualmente levar à abertura de processos de cassação. “Isso significa que os números dos atingidos nas últimas eleições ainda deverão aumentar consideravelmente”, avalia em documento divulgado à imprensa.
Reforma política
O juiz eleitoral Márlon Reis, presidente da Associação Brasileira de Magistrados, Procuradores e Promotores Eleitorais (Abramppe), e realizador da pesquisa, avaliou que a reforma política é uma oportunidade para conter a corrupção eleitoral. “O sistema eleitoral atual aumenta a corrupção. Se utiliza de estratégias oportunistas”, disse ele. Em sua avaliação, a fidelidade partidária é importante para coibir “práticas fisiologistas” (sem juízos de valor ou julgamentos morais).
Para o presidente da Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Pedro Luiz Stringhini, a reforma política é indispensável.“Democracia se faz com instrumentos que possam eliminar vícios de uma política arcaica e clientelista. A fidelidade partidária é importante. O político não deve mudar de partido. As mudanças não têm sido feitas para o bem do partido ou da Nação”, disse ele. A CNBB é um dos principais atores do MCCE.
Metodologia da pesquisa
A pesquisa englobou casos de prática de captação ilícita de sufrágio, condutas vedadas aos agentes públicos e abuso de poder apurados por meio de representações, investigações judiciais eleitorais, recursos contra a diplomação e ações de impugnação de mandato eletivo.
Todas as hipóteses, segundo o MCCE, referem-se à utilização de bens ou vantagens de origem pública ou privada para “alterar a vontade dos eleitores ou fortalecer campanhas de forma ilícita”.
Na contagem foram incluídos automaticamente os vices de prefeitos e governadores e os suplentes dos senadores cassados. Segundo o MCCE, a cassação dos titulares desses mandatos alcança automaticamente os seus companheiros de chapa.
A pesquisa foi feita a partir dos dados processuais de cada caso, com base nas informações disponíveis nos sites dos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Algumas informações, informou o MCCE, foram obtidas mediante consulta direta aos tribunais e zonas eleitorais ou notícias veiculadas na imprensa. Nestes casos, a informação foi checada com dados da Justiça Eleitoral.
Com informações do G1
ONIPRESENTE
04/10/07
A DIFÍCIL ARTE DE DESINFORMAR
O DEM (ex-PFL) é o partido campeão de cassações por corrupção nos últimos sete anos, segundo estudo feito pelo Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE), que conta com o apoio de entidades de representação da sociedade civil e organizações sociais e religiosas.
A VEJA publicou… mas não disse nada!!!!
Não mostrou a LIDERANÇA ABSOLUTA DOS DEMAGOGOS…e do TERCEIRO LUGAR DOS TUCANOS!!!
E se fosse O PT em PRIMEIRO????
É por isso que os LEITORES DA VEJA (por incrivel que pareça, eles EXISTEM) vivem no ORKUT, NO NOBLAT, NO ESTADÃO e nos BLOGS SEM NOÇÃO vomitando que o PT é o partido MAIS CORRUPTO… Não LÊEM O QUE PRESTA!!!!
O estudo foi divulgado nesta quinta-feira (4) e contabiliza 623 cassações de mandatos políticos do ano 2000 até 9 de setembro de 2007, englobando quatro eleições, sendo todos os casos relativos a acusações de corrupção. Nesse número, não estão incluídos políticos que perderam cargos em virtude de condenações criminais.
Do total de 623 cassações registradas, quatro são de governadores e vice-governadores, seis são senadores e suplentes, oito deputados federais, 13 deputados, estaduais, 508 prefeitos e vice-prefeitos, além de 84 vereadores.
O ranking é liderado pelo Democratas, com 69 casos, ou 20,4% do total. Em segundo lugar aparece o PMDB, com 66 casos, ou 19,5%, enquanto o PSDB aparece em terceiro lugar, com 58 ocorrências, ou 17,1% dos casos. O PP aparece em quarto lugar, com 26 casos, ou 7,7% do total, seguido pelo PTB (24 casos, ou 7,1%) e PDT (23 ocorrências, ou 6,8%). O PT aparece em décimo lugar, com 10 casos, ou 2,9%.
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04/10/07

Em dois anos, PMDB desbanca DEMOs e toma o primeiro lugar no Campeonato Mundial da Corrupção. Talvez o Jarbas esteja certo, afinal…

Vai a seguir um post que data de Outubro de 2007.
DEMagogos ( ex-pefelê ) eleito CAMPEÃO MUNDIAL de corrupção; PSDB em 3º. e PT em 10º. E aí, imprensalão?
DEM é o campeão da corrupção, revela estudo. PSDB tem honroso TERCEIRO LUGAR.
O DEM (ex-PFL) é o partido campeão de cassações por corrupção nos últimos sete anos, segundo estudo feito pelo Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE), que conta com o apoio de entidades de representação da sociedade civil e organizações sociais e religiosas.O estudo foi divulgado nesta quinta-feira (4) e contabiliza 623 cassações de mandatos políticos do ano 2000 até 9 de setembro de 2007, englobando quatro eleições, sendo todos os casos relativos a acusações de corrupção.
Nesse número, não estão incluídos políticos que perderam cargos em virtude de condenações criminais. Do total de 623 cassações registradas, quatro são de governadores e vice-governadores, seis são senadores e suplentes, oito deputados federais, 13 deputados, estaduais, 508 prefeitos e vice-prefeitos, além de 84 vereadores.
O ranking é liderado pelo Democratas, com 69 casos, ou 20,4% do total. Em segundo lugar aparece o PMDB, com 66 casos, ou 19,5%, enquanto o PSDB aparece em terceiro lugar, com 58 ocorrências, ou 17,1% dos casos. O PP aparece em quarto lugar, com 26 casos, ou 7,7% do total, seguido pelo PTB (24 casos, ou 7,1%) e PDT (23 ocorrências, ou 6,8%). O PT aparece em décimo lugar, com 10 casos, ou 2,9%.
Ao todo, 21 partidos compõem o ranking. Segundo dados da Justiça Eleitoral, citados pelo MCCE, outros 1,1 mil processos relativos às eleições de 2006 ainda estão em tramitação. Deste modo, informa o Movimento, todos eles podem eventualmente levar à abertura de processos de cassação. “Isso significa que os números dos atingidos nas últimas eleições ainda deverão aumentar consideravelmente”, avalia em documento divulgado à imprensa.
Reforma política
O juiz eleitoral Márlon Reis, presidente da Associação Brasileira de Magistrados, Procuradores e Promotores Eleitorais (Abramppe), e realizador da pesquisa, avaliou que a reforma política é uma oportunidade para conter a corrupção eleitoral. “O sistema eleitoral atual aumenta a corrupção. Se utiliza de estratégias oportunistas”, disse ele. Em sua avaliação, a fidelidade partidária é importante para coibir “práticas fisiologistas” (sem juízos de valor ou julgamentos morais).
Para o presidente da Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Pedro Luiz Stringhini, a reforma política é indispensável.“Democracia se faz com instrumentos que possam eliminar vícios de uma política arcaica e clientelista. A fidelidade partidária é importante. O político não deve mudar de partido. As mudanças não têm sido feitas para o bem do partido ou da Nação”, disse ele. A CNBB é um dos principais atores do MCCE.
Metodologia da pesquisa
A pesquisa englobou casos de prática de captação ilícita de sufrágio, condutas vedadas aos agentes públicos e abuso de poder apurados por meio de representações, investigações judiciais eleitorais, recursos contra a diplomação e ações de impugnação de mandato eletivo.
Todas as hipóteses, segundo o MCCE, referem-se à utilização de bens ou vantagens de origem pública ou privada para “alterar a vontade dos eleitores ou fortalecer campanhas de forma ilícita”.
Na contagem foram incluídos automaticamente os vices de prefeitos e governadores e os suplentes dos senadores cassados. Segundo o MCCE, a cassação dos titulares desses mandatos alcança automaticamente os seus companheiros de chapa.
A pesquisa foi feita a partir dos dados processuais de cada caso, com base nas informações disponíveis nos sites dos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Algumas informações, informou o MCCE, foram obtidas mediante consulta direta aos tribunais e zonas eleitorais ou notícias veiculadas na imprensa. Nestes casos, a informação foi checada com dados da Justiça Eleitoral.
Com informações do G1
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A DIFÍCIL ARTE DE DESINFORMAR
O DEM (ex-PFL) é o partido campeão de cassações por corrupção nos últimos sete anos, segundo estudo feito pelo Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE), que conta com o apoio de entidades de representação da sociedade civil e organizações sociais e religiosas.
A VEJA publicou… mas não disse nada!!!!
Não mostrou a LIDERANÇA ABSOLUTA DOS DEMAGOGOS…e do TERCEIRO LUGAR DOS TUCANOS!!!
E se fosse O PT em PRIMEIRO????
É por isso que os LEITORES DA VEJA (por incrivel que pareça, eles EXISTEM) vivem no ORKUT, NO NOBLAT, NO ESTADÃO e nos BLOGS SEM NOÇÃO vomitando que o PT é o partido MAIS CORRUPTO… Não LÊEM O QUE PRESTA!!!!
O estudo foi divulgado nesta quinta-feira (4) e contabiliza 623 cassações de mandatos políticos do ano 2000 até 9 de setembro de 2007, englobando quatro eleições, sendo todos os casos relativos a acusações de corrupção. Nesse número, não estão incluídos políticos que perderam cargos em virtude de condenações criminais.
Do total de 623 cassações registradas, quatro são de governadores e vice-governadores, seis são senadores e suplentes, oito deputados federais, 13 deputados, estaduais, 508 prefeitos e vice-prefeitos, além de 84 vereadores.
O ranking é liderado pelo Democratas, com 69 casos, ou 20,4% do total. Em segundo lugar aparece o PMDB, com 66 casos, ou 19,5%, enquanto o PSDB aparece em terceiro lugar, com 58 ocorrências, ou 17,1% dos casos. O PP aparece em quarto lugar, com 26 casos, ou 7,7% do total, seguido pelo PTB (24 casos, ou 7,1%) e PDT (23 ocorrências, ou 6,8%). O PT aparece em décimo lugar, com 10 casos, ou 2,9%.
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Em dois anos, PMDB desbanca DEMOs e toma o primeiro lugar no Campeonato Mundial da Corrupção. Talvez o Jarbas esteja certo, afinal…

Vai a seguir um post que data de Outubro de 2007.
DEMagogos ( ex-pefelê ) eleito CAMPEÃO MUNDIAL de corrupção; PSDB em 3º. e PT em 10º. E aí, imprensalão?
DEM é o campeão da corrupção, revela estudo. PSDB tem honroso TERCEIRO LUGAR.
O DEM (ex-PFL) é o partido campeão de cassações por corrupção nos últimos sete anos, segundo estudo feito pelo Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE), que conta com o apoio de entidades de representação da sociedade civil e organizações sociais e religiosas.O estudo foi divulgado nesta quinta-feira (4) e contabiliza 623 cassações de mandatos políticos do ano 2000 até 9 de setembro de 2007, englobando quatro eleições, sendo todos os casos relativos a acusações de corrupção.
Nesse número, não estão incluídos políticos que perderam cargos em virtude de condenações criminais. Do total de 623 cassações registradas, quatro são de governadores e vice-governadores, seis são senadores e suplentes, oito deputados federais, 13 deputados, estaduais, 508 prefeitos e vice-prefeitos, além de 84 vereadores.
O ranking é liderado pelo Democratas, com 69 casos, ou 20,4% do total. Em segundo lugar aparece o PMDB, com 66 casos, ou 19,5%, enquanto o PSDB aparece em terceiro lugar, com 58 ocorrências, ou 17,1% dos casos. O PP aparece em quarto lugar, com 26 casos, ou 7,7% do total, seguido pelo PTB (24 casos, ou 7,1%) e PDT (23 ocorrências, ou 6,8%). O PT aparece em décimo lugar, com 10 casos, ou 2,9%.
Ao todo, 21 partidos compõem o ranking. Segundo dados da Justiça Eleitoral, citados pelo MCCE, outros 1,1 mil processos relativos às eleições de 2006 ainda estão em tramitação. Deste modo, informa o Movimento, todos eles podem eventualmente levar à abertura de processos de cassação. “Isso significa que os números dos atingidos nas últimas eleições ainda deverão aumentar consideravelmente”, avalia em documento divulgado à imprensa.
Reforma política
O juiz eleitoral Márlon Reis, presidente da Associação Brasileira de Magistrados, Procuradores e Promotores Eleitorais (Abramppe), e realizador da pesquisa, avaliou que a reforma política é uma oportunidade para conter a corrupção eleitoral. “O sistema eleitoral atual aumenta a corrupção. Se utiliza de estratégias oportunistas”, disse ele. Em sua avaliação, a fidelidade partidária é importante para coibir “práticas fisiologistas” (sem juízos de valor ou julgamentos morais).
Para o presidente da Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Pedro Luiz Stringhini, a reforma política é indispensável.“Democracia se faz com instrumentos que possam eliminar vícios de uma política arcaica e clientelista. A fidelidade partidária é importante. O político não deve mudar de partido. As mudanças não têm sido feitas para o bem do partido ou da Nação”, disse ele. A CNBB é um dos principais atores do MCCE.
Metodologia da pesquisa
A pesquisa englobou casos de prática de captação ilícita de sufrágio, condutas vedadas aos agentes públicos e abuso de poder apurados por meio de representações, investigações judiciais eleitorais, recursos contra a diplomação e ações de impugnação de mandato eletivo.
Todas as hipóteses, segundo o MCCE, referem-se à utilização de bens ou vantagens de origem pública ou privada para “alterar a vontade dos eleitores ou fortalecer campanhas de forma ilícita”.
Na contagem foram incluídos automaticamente os vices de prefeitos e governadores e os suplentes dos senadores cassados. Segundo o MCCE, a cassação dos titulares desses mandatos alcança automaticamente os seus companheiros de chapa.
A pesquisa foi feita a partir dos dados processuais de cada caso, com base nas informações disponíveis nos sites dos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Algumas informações, informou o MCCE, foram obtidas mediante consulta direta aos tribunais e zonas eleitorais ou notícias veiculadas na imprensa. Nestes casos, a informação foi checada com dados da Justiça Eleitoral.
Com informações do G1
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04/10/07
A DIFÍCIL ARTE DE DESINFORMAR
O DEM (ex-PFL) é o partido campeão de cassações por corrupção nos últimos sete anos, segundo estudo feito pelo Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE), que conta com o apoio de entidades de representação da sociedade civil e organizações sociais e religiosas.
A VEJA publicou… mas não disse nada!!!!
Não mostrou a LIDERANÇA ABSOLUTA DOS DEMAGOGOS…e do TERCEIRO LUGAR DOS TUCANOS!!!
E se fosse O PT em PRIMEIRO????
É por isso que os LEITORES DA VEJA (por incrivel que pareça, eles EXISTEM) vivem no ORKUT, NO NOBLAT, NO ESTADÃO e nos BLOGS SEM NOÇÃO vomitando que o PT é o partido MAIS CORRUPTO… Não LÊEM O QUE PRESTA!!!!
O estudo foi divulgado nesta quinta-feira (4) e contabiliza 623 cassações de mandatos políticos do ano 2000 até 9 de setembro de 2007, englobando quatro eleições, sendo todos os casos relativos a acusações de corrupção. Nesse número, não estão incluídos políticos que perderam cargos em virtude de condenações criminais.
Do total de 623 cassações registradas, quatro são de governadores e vice-governadores, seis são senadores e suplentes, oito deputados federais, 13 deputados, estaduais, 508 prefeitos e vice-prefeitos, além de 84 vereadores.
O ranking é liderado pelo Democratas, com 69 casos, ou 20,4% do total. Em segundo lugar aparece o PMDB, com 66 casos, ou 19,5%, enquanto o PSDB aparece em terceiro lugar, com 58 ocorrências, ou 17,1% dos casos. O PP aparece em quarto lugar, com 26 casos, ou 7,7% do total, seguido pelo PTB (24 casos, ou 7,1%) e PDT (23 ocorrências, ou 6,8%). O PT aparece em décimo lugar, com 10 casos, ou 2,9%.
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04/10/07

Em dois anos, PMDB desbanca DEMOs e toma o primeiro lugar no Campeonato Mundial da Corrupção. Talvez o Jarbas esteja certo, afinal…

Vai a seguir um post que data de Outubro de 2007.
DEMagogos ( ex-pefelê ) eleito CAMPEÃO MUNDIAL de corrupção; PSDB em 3º. e PT em 10º. E aí, imprensalão?
DEM é o campeão da corrupção, revela estudo. PSDB tem honroso TERCEIRO LUGAR.
O DEM (ex-PFL) é o partido campeão de cassações por corrupção nos últimos sete anos, segundo estudo feito pelo Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE), que conta com o apoio de entidades de representação da sociedade civil e organizações sociais e religiosas.O estudo foi divulgado nesta quinta-feira (4) e contabiliza 623 cassações de mandatos políticos do ano 2000 até 9 de setembro de 2007, englobando quatro eleições, sendo todos os casos relativos a acusações de corrupção.
Nesse número, não estão incluídos políticos que perderam cargos em virtude de condenações criminais. Do total de 623 cassações registradas, quatro são de governadores e vice-governadores, seis são senadores e suplentes, oito deputados federais, 13 deputados, estaduais, 508 prefeitos e vice-prefeitos, além de 84 vereadores.
O ranking é liderado pelo Democratas, com 69 casos, ou 20,4% do total. Em segundo lugar aparece o PMDB, com 66 casos, ou 19,5%, enquanto o PSDB aparece em terceiro lugar, com 58 ocorrências, ou 17,1% dos casos. O PP aparece em quarto lugar, com 26 casos, ou 7,7% do total, seguido pelo PTB (24 casos, ou 7,1%) e PDT (23 ocorrências, ou 6,8%). O PT aparece em décimo lugar, com 10 casos, ou 2,9%.
Ao todo, 21 partidos compõem o ranking. Segundo dados da Justiça Eleitoral, citados pelo MCCE, outros 1,1 mil processos relativos às eleições de 2006 ainda estão em tramitação. Deste modo, informa o Movimento, todos eles podem eventualmente levar à abertura de processos de cassação. “Isso significa que os números dos atingidos nas últimas eleições ainda deverão aumentar consideravelmente”, avalia em documento divulgado à imprensa.
Reforma política
O juiz eleitoral Márlon Reis, presidente da Associação Brasileira de Magistrados, Procuradores e Promotores Eleitorais (Abramppe), e realizador da pesquisa, avaliou que a reforma política é uma oportunidade para conter a corrupção eleitoral. “O sistema eleitoral atual aumenta a corrupção. Se utiliza de estratégias oportunistas”, disse ele. Em sua avaliação, a fidelidade partidária é importante para coibir “práticas fisiologistas” (sem juízos de valor ou julgamentos morais).
Para o presidente da Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Pedro Luiz Stringhini, a reforma política é indispensável.“Democracia se faz com instrumentos que possam eliminar vícios de uma política arcaica e clientelista. A fidelidade partidária é importante. O político não deve mudar de partido. As mudanças não têm sido feitas para o bem do partido ou da Nação”, disse ele. A CNBB é um dos principais atores do MCCE.
Metodologia da pesquisa
A pesquisa englobou casos de prática de captação ilícita de sufrágio, condutas vedadas aos agentes públicos e abuso de poder apurados por meio de representações, investigações judiciais eleitorais, recursos contra a diplomação e ações de impugnação de mandato eletivo.
Todas as hipóteses, segundo o MCCE, referem-se à utilização de bens ou vantagens de origem pública ou privada para “alterar a vontade dos eleitores ou fortalecer campanhas de forma ilícita”.
Na contagem foram incluídos automaticamente os vices de prefeitos e governadores e os suplentes dos senadores cassados. Segundo o MCCE, a cassação dos titulares desses mandatos alcança automaticamente os seus companheiros de chapa.
A pesquisa foi feita a partir dos dados processuais de cada caso, com base nas informações disponíveis nos sites dos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Algumas informações, informou o MCCE, foram obtidas mediante consulta direta aos tribunais e zonas eleitorais ou notícias veiculadas na imprensa. Nestes casos, a informação foi checada com dados da Justiça Eleitoral.
Com informações do G1
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A DIFÍCIL ARTE DE DESINFORMAR
O DEM (ex-PFL) é o partido campeão de cassações por corrupção nos últimos sete anos, segundo estudo feito pelo Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE), que conta com o apoio de entidades de representação da sociedade civil e organizações sociais e religiosas.
A VEJA publicou… mas não disse nada!!!!
Não mostrou a LIDERANÇA ABSOLUTA DOS DEMAGOGOS…e do TERCEIRO LUGAR DOS TUCANOS!!!
E se fosse O PT em PRIMEIRO????
É por isso que os LEITORES DA VEJA (por incrivel que pareça, eles EXISTEM) vivem no ORKUT, NO NOBLAT, NO ESTADÃO e nos BLOGS SEM NOÇÃO vomitando que o PT é o partido MAIS CORRUPTO… Não LÊEM O QUE PRESTA!!!!
O estudo foi divulgado nesta quinta-feira (4) e contabiliza 623 cassações de mandatos políticos do ano 2000 até 9 de setembro de 2007, englobando quatro eleições, sendo todos os casos relativos a acusações de corrupção. Nesse número, não estão incluídos políticos que perderam cargos em virtude de condenações criminais.
Do total de 623 cassações registradas, quatro são de governadores e vice-governadores, seis são senadores e suplentes, oito deputados federais, 13 deputados, estaduais, 508 prefeitos e vice-prefeitos, além de 84 vereadores.
O ranking é liderado pelo Democratas, com 69 casos, ou 20,4% do total. Em segundo lugar aparece o PMDB, com 66 casos, ou 19,5%, enquanto o PSDB aparece em terceiro lugar, com 58 ocorrências, ou 17,1% dos casos. O PP aparece em quarto lugar, com 26 casos, ou 7,7% do total, seguido pelo PTB (24 casos, ou 7,1%) e PDT (23 ocorrências, ou 6,8%). O PT aparece em décimo lugar, com 10 casos, ou 2,9%.
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Em dois anos, PMDB desbanca DEMOs e toma o primeiro lugar no Campeonato Mundial da Corrupção. Talvez o Jarbas esteja certo, afinal…

Vai a seguir um post que data de Outubro de 2007.
DEMagogos ( ex-pefelê ) eleito CAMPEÃO MUNDIAL de corrupção; PSDB em 3º. e PT em 10º. E aí, imprensalão?
DEM é o campeão da corrupção, revela estudo. PSDB tem honroso TERCEIRO LUGAR.
O DEM (ex-PFL) é o partido campeão de cassações por corrupção nos últimos sete anos, segundo estudo feito pelo Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE), que conta com o apoio de entidades de representação da sociedade civil e organizações sociais e religiosas.O estudo foi divulgado nesta quinta-feira (4) e contabiliza 623 cassações de mandatos políticos do ano 2000 até 9 de setembro de 2007, englobando quatro eleições, sendo todos os casos relativos a acusações de corrupção.
Nesse número, não estão incluídos políticos que perderam cargos em virtude de condenações criminais. Do total de 623 cassações registradas, quatro são de governadores e vice-governadores, seis são senadores e suplentes, oito deputados federais, 13 deputados, estaduais, 508 prefeitos e vice-prefeitos, além de 84 vereadores.
O ranking é liderado pelo Democratas, com 69 casos, ou 20,4% do total. Em segundo lugar aparece o PMDB, com 66 casos, ou 19,5%, enquanto o PSDB aparece em terceiro lugar, com 58 ocorrências, ou 17,1% dos casos. O PP aparece em quarto lugar, com 26 casos, ou 7,7% do total, seguido pelo PTB (24 casos, ou 7,1%) e PDT (23 ocorrências, ou 6,8%). O PT aparece em décimo lugar, com 10 casos, ou 2,9%.
Ao todo, 21 partidos compõem o ranking. Segundo dados da Justiça Eleitoral, citados pelo MCCE, outros 1,1 mil processos relativos às eleições de 2006 ainda estão em tramitação. Deste modo, informa o Movimento, todos eles podem eventualmente levar à abertura de processos de cassação. “Isso significa que os números dos atingidos nas últimas eleições ainda deverão aumentar consideravelmente”, avalia em documento divulgado à imprensa.
Reforma política
O juiz eleitoral Márlon Reis, presidente da Associação Brasileira de Magistrados, Procuradores e Promotores Eleitorais (Abramppe), e realizador da pesquisa, avaliou que a reforma política é uma oportunidade para conter a corrupção eleitoral. “O sistema eleitoral atual aumenta a corrupção. Se utiliza de estratégias oportunistas”, disse ele. Em sua avaliação, a fidelidade partidária é importante para coibir “práticas fisiologistas” (sem juízos de valor ou julgamentos morais).
Para o presidente da Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Pedro Luiz Stringhini, a reforma política é indispensável.“Democracia se faz com instrumentos que possam eliminar vícios de uma política arcaica e clientelista. A fidelidade partidária é importante. O político não deve mudar de partido. As mudanças não têm sido feitas para o bem do partido ou da Nação”, disse ele. A CNBB é um dos principais atores do MCCE.
Metodologia da pesquisa
A pesquisa englobou casos de prática de captação ilícita de sufrágio, condutas vedadas aos agentes públicos e abuso de poder apurados por meio de representações, investigações judiciais eleitorais, recursos contra a diplomação e ações de impugnação de mandato eletivo.
Todas as hipóteses, segundo o MCCE, referem-se à utilização de bens ou vantagens de origem pública ou privada para “alterar a vontade dos eleitores ou fortalecer campanhas de forma ilícita”.
Na contagem foram incluídos automaticamente os vices de prefeitos e governadores e os suplentes dos senadores cassados. Segundo o MCCE, a cassação dos titulares desses mandatos alcança automaticamente os seus companheiros de chapa.
A pesquisa foi feita a partir dos dados processuais de cada caso, com base nas informações disponíveis nos sites dos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Algumas informações, informou o MCCE, foram obtidas mediante consulta direta aos tribunais e zonas eleitorais ou notícias veiculadas na imprensa. Nestes casos, a informação foi checada com dados da Justiça Eleitoral.
Com informações do G1
ONIPRESENTE
04/10/07
A DIFÍCIL ARTE DE DESINFORMAR
O DEM (ex-PFL) é o partido campeão de cassações por corrupção nos últimos sete anos, segundo estudo feito pelo Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE), que conta com o apoio de entidades de representação da sociedade civil e organizações sociais e religiosas.
A VEJA publicou… mas não disse nada!!!!
Não mostrou a LIDERANÇA ABSOLUTA DOS DEMAGOGOS…e do TERCEIRO LUGAR DOS TUCANOS!!!
E se fosse O PT em PRIMEIRO????
É por isso que os LEITORES DA VEJA (por incrivel que pareça, eles EXISTEM) vivem no ORKUT, NO NOBLAT, NO ESTADÃO e nos BLOGS SEM NOÇÃO vomitando que o PT é o partido MAIS CORRUPTO… Não LÊEM O QUE PRESTA!!!!
O estudo foi divulgado nesta quinta-feira (4) e contabiliza 623 cassações de mandatos políticos do ano 2000 até 9 de setembro de 2007, englobando quatro eleições, sendo todos os casos relativos a acusações de corrupção. Nesse número, não estão incluídos políticos que perderam cargos em virtude de condenações criminais.
Do total de 623 cassações registradas, quatro são de governadores e vice-governadores, seis são senadores e suplentes, oito deputados federais, 13 deputados, estaduais, 508 prefeitos e vice-prefeitos, além de 84 vereadores.
O ranking é liderado pelo Democratas, com 69 casos, ou 20,4% do total. Em segundo lugar aparece o PMDB, com 66 casos, ou 19,5%, enquanto o PSDB aparece em terceiro lugar, com 58 ocorrências, ou 17,1% dos casos. O PP aparece em quarto lugar, com 26 casos, ou 7,7% do total, seguido pelo PTB (24 casos, ou 7,1%) e PDT (23 ocorrências, ou 6,8%). O PT aparece em décimo lugar, com 10 casos, ou 2,9%.
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ONIPRESENTE
04/10/07

fevereiro 24, 2009

Represálias ( curtinhas )

- A bancada do PMDB na ALESP deve ter ficado magoada com as declarações do impoluto Jarbas Vasconcellos, para quem o partido se assemelha mais a uma quadrilha. Isso não pode ficar assim, gente! Provem a ele seu equívoco e batalhem pela instalação de algumas CPIs ( sérias ) na Assembléia, dentre as dezenas de pedidos feitos nos últimos 13 anos e que já nem cabem mais na gaveta. Assim vocês mostrarão disposição de não compactuar contra a corrupção e a bandalheira.
- Alguns patriotas brasileiros pensaram seriamente em retirar suas economias guardadas em bancos suíços, em represália ao tratamento policial dado à conterrânea que teria sido atacada por neonazistas. Graças a Deus, tudo não passou de uma farsa, e os dólares brazucas continuam repousando na paz dos cofres da Suíça.
- Moradores da região da Avenida Aricanduva, duramente atingida pela chuva e enchentes no dia de ontem, protestaram fechando a avenida e queimando imóveis inutilizados pelas chuvas. Isso não funciona, gente. Selecionem um morador e façam com que ele surja em algum lugar onde esteja presente o prefeito Kassab. Aí, é só torcer para que haja alguns jornalistas presentes, iniciar um bate-boca com o prefeito e apontar o dedo na cara da autoridade, quase furando seu olho. Isso sempre dá certo e já causou a queda de reinos e impérios. Quem desconhece a história…
Outra coisa que se pode fazer, com o objetivo de obter a atenção e a presença física de autoridades acima do prefeito paulistano é divulgar, rapidamente, no calor ( OPS!! ) dos acontecimentos, que um templo da Igreja Renascer ruiu devido às fortes chuvas.
- Isso não pode ficar assim, gente. Merenda podre em escolas municipais ( e, até, nas estaduais ), denúncias gravíssimas contra ex-figurões da Secretaria de Segurança de São Paulo, enchentes horrendas em todas as regiões da Capital ( e até em locais que nunca haviam sido atingidos antes), prédios em Higienópolis sofrendo arrastões… e o Lula não foi vaiado na Sapucaí?!?!! Diante desse quadro atordoantemente incrível, jornais e revistas deverão redobrar seus esforços e explorar ao máximo os efeitos ( concretos, imaginários ou, apenas, possíveis e supostos ) da crise mundial. Se um homem morder um cachorro isso será [ como sempre seria ], obviamente, notícia. E, no caso – comum – de um cachorro morder um homem, os jornalistas, redatores e editores serão obrigados a usar o máximo de sua capacidade criativa, para vincular o episódio à ‘crise econômica mundial, que o Lula chamou de ‘marolinha’ “.

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