ENCALHE

setembro 8, 2009

Esposa do recém-eleito primeiro-ministro do Japão diz que foi abduzida e visitou Vênus!! [ em espanhol ]

Filed under: Casos Malditos, Japão, Mundo Conspirativo, Mundo Tôsco, OVNIs, Ufos, Yukio Hatoyama — Humberto @ 6:39 am

La primera dama de Japón asegura que fue abducida por ovnis y que visitó Venus
Publicado: 09/03/2009

TOKIO, Japan, sep 3 — Miyuki Hatoyama dice que fue secuestrada hace 20 años. Afirma que conoció a Tom Cruise en otra vida Miyuki Hatoyama, esposa del recién elegido primer ministro japonés, Yukio Hatoyama, promete dar juego, y mucho. Aunque todavía no se ha convertido en primera dama del país nipón ya proporciona titulares suculentos a la prensa nacional, informa 20minutos.es.
Famosa en Japón por sus excentricidades y sus peculiares comentarios sobre su vida privada junto a Hatoyama, esta ex actriz, de 66 años asegura haber sido secuestrada hace 20 años por un objeto volador no identificado (ovni) de forma triangular que la llevó a Venus. En su libro Cosas Muy Raras Que Vi Una Vez, describe el planeta como un lugar “muy hermoso”, donde todo ” era muy verde”. Pero parece que al nuevo primer ministro, conocido curiosamente como ‘Alien’ por sus ojos saltones, no le sorprenden las extravagancias de su esposa, ni tan siquiera el hecho de que ésta defienda haber conocido en otra vida al actor Tom Cruise, cuando éste estaba reencarnado en un japonés.
LATAM: Reporte Copyright 2009 by United Press International

NAO LÊ ESPANHOL? SEM PROBLEMA:
Japan’s new First Lady Miyuki Hatoyama: ‘I went to Venus in a UFO’ ( TIMESONLINE.UK ) – Inglês
NEM INGLÊS? Então tá:
Nova primeira-dama japonesa diz que já esteve em Vénus ( Diario Digital, Portugal )

março 20, 2009

"Brasil e EUA na crise mundial", por Paulo Nogueira Batista Jr.

“É possível chegar a uma posição comum com os americanos? Em diversos pontos, creio que sim. Existem divergências, claro, mas a minha experiência no FMI e no G20 sugere que há também pontos de convergência entre os EUA e o Brasil – algo que não ocorre na mesma medida entre Brasil e Europa, por exemplo”
O primeiro encontro entre o presidente Obama e o presidente Lula, aqui em Washington, no sábado passado, parece ter transcorrido muito bem.
A relação Brasil-EUA é um tema vasto. Vou tratar apenas de um aspecto: a possibilidade de atuação conjunta dos dois países no enfrentamento da crise mundial –em especial no âmbito do G20. Em entrevista após o encontro na Casa Branca, os presidentes Lula e Obama anunciaram que as equipes econômicas dos dois países se reuniriam e formariam um grupo bilateral para discutir propostas e tentar traçar uma estratégia comum para a reunião do G20 no dia 2 de abril.
É possível chegar a uma posição comum com os americanos? Em diversos pontos, creio que sim. Existem divergências, claro, mas a minha experiência no FMI e no G20 sugere que há também pontos de convergência entre os EUA e o Brasil – algo que não ocorre na mesma medida entre Brasil e Europa, por exemplo.
Como se sabe, os chefes de Estado do G20 terão o seu segundo encontro, em Londres, no próximo dia 2. O primeiro ocorreu em Washington, em novembro, e produziu resultados bastante razoáveis – o comunicado dos líderes do G20 contribuiu, por exemplo, para acelerar reformas aqui no FMI e levou à ampliação do Fórum de Estabilidade Financeira, com a inclusão de todos os países do G20.
O problema, evidentemente, é que a crise mundial continua se agravando. Existe a expectativa de que a reunião de Londres possa contribuir de forma mais decisiva para enfrentá-la.
Isso talvez não ocorra. E há mesmo o risco de retrocesso em relação à cúpula do G20 em Washington. A dificuldade é, em parte, política.
É notável o vácuo de lideranças no mundo. Os quatro principais países europeus, todos representados no G20, possuem governos enfraquecidos em seus países e/ou com pouca credibilidade internacional. O primeiro-ministro britânico, Gordon Brown, parece querer usar a cúpula para tentar recuperar um pouco do seu prestígio doméstico. O Japão passa por um período de instabilidade política. A Índia e a Rússia estão enfraquecidas pela crise econômica ou por fatores políticos. Fora a China, que não exerce um papel de liderança em escala mundial, todos os demais integrantes do G20 ou estão sofrendo muito com a crise ou não têm peso econômico e governos prestigiados para desempenhar um papel decisivo na cúpula de Londres.
Para a maior parte dos temas, o principal foco de conservadorismo está na Europa. As posições europeias não são idênticas, mas há um traço comum entre elas: são nações que envelheceram, perderam a iniciativa e transformaram-se nas principais defensoras do “status quo” internacional. É delas que parte, por exemplo, a mais determinada resistência à democratização do FMI e do Banco Mundial – entidades em que é gritante a super-representação dos europeus.
Nesse ambiente, uma aliança com o novo presidente americano pode ser especialmente importante. Os presidentes brasileiro e americano estão entre os poucos líderes do G20 que têm força no seu próprio país e prestígio internacional.
O Brasil deve continuar articulando posições conjuntas com outros países do G20, como China, Índia, Rússia, Argentina e Japão (para citar alguns que têm posições próximas às do Brasil em diversas questões). Mas não podemos perder a oportunidade de dar uma sequência cuidadosa e bem preparada à iniciativa bilateral sugerida pelos presidentes Obama e Lula.

"Brasil e EUA na crise mundial", por Paulo Nogueira Batista Jr.

“É possível chegar a uma posição comum com os americanos? Em diversos pontos, creio que sim. Existem divergências, claro, mas a minha experiência no FMI e no G20 sugere que há também pontos de convergência entre os EUA e o Brasil – algo que não ocorre na mesma medida entre Brasil e Europa, por exemplo”
O primeiro encontro entre o presidente Obama e o presidente Lula, aqui em Washington, no sábado passado, parece ter transcorrido muito bem.
A relação Brasil-EUA é um tema vasto. Vou tratar apenas de um aspecto: a possibilidade de atuação conjunta dos dois países no enfrentamento da crise mundial –em especial no âmbito do G20. Em entrevista após o encontro na Casa Branca, os presidentes Lula e Obama anunciaram que as equipes econômicas dos dois países se reuniriam e formariam um grupo bilateral para discutir propostas e tentar traçar uma estratégia comum para a reunião do G20 no dia 2 de abril.
É possível chegar a uma posição comum com os americanos? Em diversos pontos, creio que sim. Existem divergências, claro, mas a minha experiência no FMI e no G20 sugere que há também pontos de convergência entre os EUA e o Brasil – algo que não ocorre na mesma medida entre Brasil e Europa, por exemplo.
Como se sabe, os chefes de Estado do G20 terão o seu segundo encontro, em Londres, no próximo dia 2. O primeiro ocorreu em Washington, em novembro, e produziu resultados bastante razoáveis – o comunicado dos líderes do G20 contribuiu, por exemplo, para acelerar reformas aqui no FMI e levou à ampliação do Fórum de Estabilidade Financeira, com a inclusão de todos os países do G20.
O problema, evidentemente, é que a crise mundial continua se agravando. Existe a expectativa de que a reunião de Londres possa contribuir de forma mais decisiva para enfrentá-la.
Isso talvez não ocorra. E há mesmo o risco de retrocesso em relação à cúpula do G20 em Washington. A dificuldade é, em parte, política.
É notável o vácuo de lideranças no mundo. Os quatro principais países europeus, todos representados no G20, possuem governos enfraquecidos em seus países e/ou com pouca credibilidade internacional. O primeiro-ministro britânico, Gordon Brown, parece querer usar a cúpula para tentar recuperar um pouco do seu prestígio doméstico. O Japão passa por um período de instabilidade política. A Índia e a Rússia estão enfraquecidas pela crise econômica ou por fatores políticos. Fora a China, que não exerce um papel de liderança em escala mundial, todos os demais integrantes do G20 ou estão sofrendo muito com a crise ou não têm peso econômico e governos prestigiados para desempenhar um papel decisivo na cúpula de Londres.
Para a maior parte dos temas, o principal foco de conservadorismo está na Europa. As posições europeias não são idênticas, mas há um traço comum entre elas: são nações que envelheceram, perderam a iniciativa e transformaram-se nas principais defensoras do “status quo” internacional. É delas que parte, por exemplo, a mais determinada resistência à democratização do FMI e do Banco Mundial – entidades em que é gritante a super-representação dos europeus.
Nesse ambiente, uma aliança com o novo presidente americano pode ser especialmente importante. Os presidentes brasileiro e americano estão entre os poucos líderes do G20 que têm força no seu próprio país e prestígio internacional.
O Brasil deve continuar articulando posições conjuntas com outros países do G20, como China, Índia, Rússia, Argentina e Japão (para citar alguns que têm posições próximas às do Brasil em diversas questões). Mas não podemos perder a oportunidade de dar uma sequência cuidadosa e bem preparada à iniciativa bilateral sugerida pelos presidentes Obama e Lula.

"Brasil e EUA na crise mundial", por Paulo Nogueira Batista Jr.

“É possível chegar a uma posição comum com os americanos? Em diversos pontos, creio que sim. Existem divergências, claro, mas a minha experiência no FMI e no G20 sugere que há também pontos de convergência entre os EUA e o Brasil – algo que não ocorre na mesma medida entre Brasil e Europa, por exemplo”
O primeiro encontro entre o presidente Obama e o presidente Lula, aqui em Washington, no sábado passado, parece ter transcorrido muito bem.
A relação Brasil-EUA é um tema vasto. Vou tratar apenas de um aspecto: a possibilidade de atuação conjunta dos dois países no enfrentamento da crise mundial –em especial no âmbito do G20. Em entrevista após o encontro na Casa Branca, os presidentes Lula e Obama anunciaram que as equipes econômicas dos dois países se reuniriam e formariam um grupo bilateral para discutir propostas e tentar traçar uma estratégia comum para a reunião do G20 no dia 2 de abril.
É possível chegar a uma posição comum com os americanos? Em diversos pontos, creio que sim. Existem divergências, claro, mas a minha experiência no FMI e no G20 sugere que há também pontos de convergência entre os EUA e o Brasil – algo que não ocorre na mesma medida entre Brasil e Europa, por exemplo.
Como se sabe, os chefes de Estado do G20 terão o seu segundo encontro, em Londres, no próximo dia 2. O primeiro ocorreu em Washington, em novembro, e produziu resultados bastante razoáveis – o comunicado dos líderes do G20 contribuiu, por exemplo, para acelerar reformas aqui no FMI e levou à ampliação do Fórum de Estabilidade Financeira, com a inclusão de todos os países do G20.
O problema, evidentemente, é que a crise mundial continua se agravando. Existe a expectativa de que a reunião de Londres possa contribuir de forma mais decisiva para enfrentá-la.
Isso talvez não ocorra. E há mesmo o risco de retrocesso em relação à cúpula do G20 em Washington. A dificuldade é, em parte, política.
É notável o vácuo de lideranças no mundo. Os quatro principais países europeus, todos representados no G20, possuem governos enfraquecidos em seus países e/ou com pouca credibilidade internacional. O primeiro-ministro britânico, Gordon Brown, parece querer usar a cúpula para tentar recuperar um pouco do seu prestígio doméstico. O Japão passa por um período de instabilidade política. A Índia e a Rússia estão enfraquecidas pela crise econômica ou por fatores políticos. Fora a China, que não exerce um papel de liderança em escala mundial, todos os demais integrantes do G20 ou estão sofrendo muito com a crise ou não têm peso econômico e governos prestigiados para desempenhar um papel decisivo na cúpula de Londres.
Para a maior parte dos temas, o principal foco de conservadorismo está na Europa. As posições europeias não são idênticas, mas há um traço comum entre elas: são nações que envelheceram, perderam a iniciativa e transformaram-se nas principais defensoras do “status quo” internacional. É delas que parte, por exemplo, a mais determinada resistência à democratização do FMI e do Banco Mundial – entidades em que é gritante a super-representação dos europeus.
Nesse ambiente, uma aliança com o novo presidente americano pode ser especialmente importante. Os presidentes brasileiro e americano estão entre os poucos líderes do G20 que têm força no seu próprio país e prestígio internacional.
O Brasil deve continuar articulando posições conjuntas com outros países do G20, como China, Índia, Rússia, Argentina e Japão (para citar alguns que têm posições próximas às do Brasil em diversas questões). Mas não podemos perder a oportunidade de dar uma sequência cuidadosa e bem preparada à iniciativa bilateral sugerida pelos presidentes Obama e Lula.

"Brasil e EUA na crise mundial", por Paulo Nogueira Batista Jr.

“É possível chegar a uma posição comum com os americanos? Em diversos pontos, creio que sim. Existem divergências, claro, mas a minha experiência no FMI e no G20 sugere que há também pontos de convergência entre os EUA e o Brasil – algo que não ocorre na mesma medida entre Brasil e Europa, por exemplo”
O primeiro encontro entre o presidente Obama e o presidente Lula, aqui em Washington, no sábado passado, parece ter transcorrido muito bem.
A relação Brasil-EUA é um tema vasto. Vou tratar apenas de um aspecto: a possibilidade de atuação conjunta dos dois países no enfrentamento da crise mundial –em especial no âmbito do G20. Em entrevista após o encontro na Casa Branca, os presidentes Lula e Obama anunciaram que as equipes econômicas dos dois países se reuniriam e formariam um grupo bilateral para discutir propostas e tentar traçar uma estratégia comum para a reunião do G20 no dia 2 de abril.
É possível chegar a uma posição comum com os americanos? Em diversos pontos, creio que sim. Existem divergências, claro, mas a minha experiência no FMI e no G20 sugere que há também pontos de convergência entre os EUA e o Brasil – algo que não ocorre na mesma medida entre Brasil e Europa, por exemplo.
Como se sabe, os chefes de Estado do G20 terão o seu segundo encontro, em Londres, no próximo dia 2. O primeiro ocorreu em Washington, em novembro, e produziu resultados bastante razoáveis – o comunicado dos líderes do G20 contribuiu, por exemplo, para acelerar reformas aqui no FMI e levou à ampliação do Fórum de Estabilidade Financeira, com a inclusão de todos os países do G20.
O problema, evidentemente, é que a crise mundial continua se agravando. Existe a expectativa de que a reunião de Londres possa contribuir de forma mais decisiva para enfrentá-la.
Isso talvez não ocorra. E há mesmo o risco de retrocesso em relação à cúpula do G20 em Washington. A dificuldade é, em parte, política.
É notável o vácuo de lideranças no mundo. Os quatro principais países europeus, todos representados no G20, possuem governos enfraquecidos em seus países e/ou com pouca credibilidade internacional. O primeiro-ministro britânico, Gordon Brown, parece querer usar a cúpula para tentar recuperar um pouco do seu prestígio doméstico. O Japão passa por um período de instabilidade política. A Índia e a Rússia estão enfraquecidas pela crise econômica ou por fatores políticos. Fora a China, que não exerce um papel de liderança em escala mundial, todos os demais integrantes do G20 ou estão sofrendo muito com a crise ou não têm peso econômico e governos prestigiados para desempenhar um papel decisivo na cúpula de Londres.
Para a maior parte dos temas, o principal foco de conservadorismo está na Europa. As posições europeias não são idênticas, mas há um traço comum entre elas: são nações que envelheceram, perderam a iniciativa e transformaram-se nas principais defensoras do “status quo” internacional. É delas que parte, por exemplo, a mais determinada resistência à democratização do FMI e do Banco Mundial – entidades em que é gritante a super-representação dos europeus.
Nesse ambiente, uma aliança com o novo presidente americano pode ser especialmente importante. Os presidentes brasileiro e americano estão entre os poucos líderes do G20 que têm força no seu próprio país e prestígio internacional.
O Brasil deve continuar articulando posições conjuntas com outros países do G20, como China, Índia, Rússia, Argentina e Japão (para citar alguns que têm posições próximas às do Brasil em diversas questões). Mas não podemos perder a oportunidade de dar uma sequência cuidadosa e bem preparada à iniciativa bilateral sugerida pelos presidentes Obama e Lula.

"Brasil e EUA na crise mundial", por Paulo Nogueira Batista Jr.

“É possível chegar a uma posição comum com os americanos? Em diversos pontos, creio que sim. Existem divergências, claro, mas a minha experiência no FMI e no G20 sugere que há também pontos de convergência entre os EUA e o Brasil – algo que não ocorre na mesma medida entre Brasil e Europa, por exemplo”
O primeiro encontro entre o presidente Obama e o presidente Lula, aqui em Washington, no sábado passado, parece ter transcorrido muito bem.
A relação Brasil-EUA é um tema vasto. Vou tratar apenas de um aspecto: a possibilidade de atuação conjunta dos dois países no enfrentamento da crise mundial –em especial no âmbito do G20. Em entrevista após o encontro na Casa Branca, os presidentes Lula e Obama anunciaram que as equipes econômicas dos dois países se reuniriam e formariam um grupo bilateral para discutir propostas e tentar traçar uma estratégia comum para a reunião do G20 no dia 2 de abril.
É possível chegar a uma posição comum com os americanos? Em diversos pontos, creio que sim. Existem divergências, claro, mas a minha experiência no FMI e no G20 sugere que há também pontos de convergência entre os EUA e o Brasil – algo que não ocorre na mesma medida entre Brasil e Europa, por exemplo.
Como se sabe, os chefes de Estado do G20 terão o seu segundo encontro, em Londres, no próximo dia 2. O primeiro ocorreu em Washington, em novembro, e produziu resultados bastante razoáveis – o comunicado dos líderes do G20 contribuiu, por exemplo, para acelerar reformas aqui no FMI e levou à ampliação do Fórum de Estabilidade Financeira, com a inclusão de todos os países do G20.
O problema, evidentemente, é que a crise mundial continua se agravando. Existe a expectativa de que a reunião de Londres possa contribuir de forma mais decisiva para enfrentá-la.
Isso talvez não ocorra. E há mesmo o risco de retrocesso em relação à cúpula do G20 em Washington. A dificuldade é, em parte, política.
É notável o vácuo de lideranças no mundo. Os quatro principais países europeus, todos representados no G20, possuem governos enfraquecidos em seus países e/ou com pouca credibilidade internacional. O primeiro-ministro britânico, Gordon Brown, parece querer usar a cúpula para tentar recuperar um pouco do seu prestígio doméstico. O Japão passa por um período de instabilidade política. A Índia e a Rússia estão enfraquecidas pela crise econômica ou por fatores políticos. Fora a China, que não exerce um papel de liderança em escala mundial, todos os demais integrantes do G20 ou estão sofrendo muito com a crise ou não têm peso econômico e governos prestigiados para desempenhar um papel decisivo na cúpula de Londres.
Para a maior parte dos temas, o principal foco de conservadorismo está na Europa. As posições europeias não são idênticas, mas há um traço comum entre elas: são nações que envelheceram, perderam a iniciativa e transformaram-se nas principais defensoras do “status quo” internacional. É delas que parte, por exemplo, a mais determinada resistência à democratização do FMI e do Banco Mundial – entidades em que é gritante a super-representação dos europeus.
Nesse ambiente, uma aliança com o novo presidente americano pode ser especialmente importante. Os presidentes brasileiro e americano estão entre os poucos líderes do G20 que têm força no seu próprio país e prestígio internacional.
O Brasil deve continuar articulando posições conjuntas com outros países do G20, como China, Índia, Rússia, Argentina e Japão (para citar alguns que têm posições próximas às do Brasil em diversas questões). Mas não podemos perder a oportunidade de dar uma sequência cuidadosa e bem preparada à iniciativa bilateral sugerida pelos presidentes Obama e Lula.

novembro 2, 2008

You Tube: Parlamentar japonês expõe na tribuna sua incredulidade com relação à versão oficial sobre o 11/09. Legendas em inglês.

OU:

http://www.youtube.com/watch?v=1eOpZMBcYdw

junho 26, 2008

Milhares de toneladas de arroz estocadas pelo Japão serão colocadas no mercado internacional.

Filed under: arroz, crise alimentar, escassez de alimentos, Especulação, Japão — Humberto @ 11:09 am
JAPÃO: Arroz japonês para combater escassez
Catherine Makino
Tóquio, 24/06/2008
(IPS) – O Japão vai colocar no mercado internacional no próximo mês cerca de 300 mil toneladas de arroz, avaliadas em US$ 100 milhões, como contribuição para minimizar a escassez mundial. O país possui 1,5 milhão de toneladas de arroz importado em depósitos acondicionados. Antes que estrague, costuma ser usado para fazer farinha, alimentar animais ou é destinado, em pequena escala, para a ajuda humanitária. Mais da metade procede dos Estados Unidos. O Japão despertou para o problema da escassez alimentar, segundo o primeiro-ministro Yasuo Fukuda.
“Finalmente, ouvimos o grito da Terra. Mais de cem milhões de pessoas correm risco de sofrer fome”, afirmou Fukuda em Roma no início deste mês.
Cerca de 1,2 milhão de pobres da Ásia e do Pacífico, que gastam aproximadamente 60% de sua renda com comida, sofrem o encarecimento do arroz. O alimento básico da Ásia atingiu seu preço mais alto em três décadas, segundo o Banco Asiático de Desenvolvimento. “O Japão é o maior importador mundial de alimentos e se comprometerá em todos os esforços possíveis para contribuir com a estabilização da oferta e da demanda de alimentos no mercado mundial”, ressaltou Fukuda. As dificuldades para obter arroz no mercado internacional elevaram seu preço, afirmou o governante.
Diversos fatores eram desconhecidos em crises alimentares do passado, como o aumento dos preços dos combustíveis, a mudança climática e a relação entre o mercado financeiro e o energético. Fukuda desafiou outros países a entregarem os alimentos que armazenam ao mercado internacional para devolver certo equilíbrio a ele. O embaixador dos Estados Unidos em Tóquio, Thomas Schieffer, aplaudiu a iniciativa, que considerou “uma medida extraordinária para responder a esta situação crítica única”, disse na capital japonesa. A imprensa do Japão se pergunta se é necessário um acordo com Washington para poder liberar o arroz importado.
Schieffer assegurou que seu país compreende as condições únicas que afetam o mercado mundial do arroz este ano, bem como as conseqüências humanitárias e políticas dos aumentos de preços e desastres naturais na Ásia, como o ciclone Nargis, que acabou com centenas de milhares de vidas e devastou as plantações da Birmânia. Segundo o presidente da Corporação Atlantis de Pesquisas sobre Investimentos, Ed Merner, os Estados Unidos não estão pressionando Tóquio. “O Japão tem uma grande reserva. Não ganha nada com o arroz importado. Além disso, é uma grande campanha de relações públicas para esse país, especialmente antes da cúpula do Grupo dos Oito” países mais poderosos do mundo que acontecerá em julho na localidade japonesa de Toyako, afirmou.
O anúncio do Japão pressionará para baixo o preço do arroz, afirmou Nobuhiro Suzuki, professor de agricultura na Universidade de Tóquio. “Terá um impacto no curto e longo prazos. A ação do governo japonês é importante para ajudar a aliviar a crise da escassez de arroz mundial. Se os japoneses continuarem colocando arroz no mercado internacional, os preços cairão. Isto é importante para países que restringem suas exportações do produto, como Índia e Vietnã”, afirmou. Diante da carestia, os países em desenvolvimento acumulam arroz para proteger suas reservas, acrescentou Suzuki. Os elevados preços do trigo e do milho não afetam a Ásia, porque a maioria da população come arroz. Inclusive, a população acumula arroz por temor, disse Merner. Compram três sacos em lugar de um, explicou. Os especuladores compram todos os estoques, esperando que o preço suba ainda mais. Mas, com a iminente colheita, aumentará o fornecimento e o preços irá se estabilizar, concluiu. “Como todas as bolhas, está também vai estourar: os preços baixarão, os investidores deixarão de especular e os governos eliminarão ou aliviarão as barreiras comerciais. E aqueles que retêm o produto deixarão de fazê-lo”, previu. Com os novos fornecimentos, os governos confiarão em poder atender a demanda e eliminar algumas barreiras comerciais.
A maioria dos consumidores japoneses não come arroz importado. “Prefiro o arroz japonês porque é mais saboroso e menos seco. Além disso, vai bem com nossa comida, que não é picante”, disse a cabeleireira Yuko Okunishi, de Tóquio. Desde meados da década de 90, o Japão concordou em importar arroz, embora com reticências e sob pressão de seus sócios comerciais. A política é manter grandes reservas para usar em caso de emergências como tufões ou secas. Enquanto isso, a cada ano são descarregadas no porto de Tóquio 770 mil toneladas de arroz importado, sendo que a maioria delas depois descansam em depósitos de todo o Japão, sem alimentar ninguém. (IPS/Envolverde) (FIN/2008)

maio 17, 2008

Primeiro Mundo tenta enfrentar a epidemia de estupidez que se alastra pelo planeta. A estupidez está vencendo.

JAPÃO
Cidade do Japão cria ‘polícia de boas maneiras’
Sessentões pedirão a usuários de trens e metrôs que cedam assentos a grávidas e idosos.
Da BBC/
G1
25/03/2008
As autoridades da cidade de Yokohama, no Japão, resolveram transformar a falta de boas maneiras entre usuários de transporte público em caso de polícia.
Recém-nomeados, os guardiões da etiqueta vão pedir a usuários que tomem atitudes como reduzir o volume de seus aparelhos de som para que a música que vaza dos fones de ouvido não perturbe os vizinhos, e ceder seus assentos para idosos.
A iniciativa é tomada em meio à crescente preocupação com a perda de proeminência da etiqueta na sociedade japonesa.
Uma pesquisa recente revelou que quase nove em cada dez entrevistados sentiram que o comportamento do público vem piorando. Os trens e metrôs foram identificados como os principais espaços de violação das normas de etiqueta.
Entre as atitudes vistas como indelicadas estão não oferecer o assento a grávidas e idosos, conversar alto em telefones celulares, colocar maquiagem em público e ouvir música alto demais, a ponto de o som ser ouvido apesar do uso de fones.
‘Sessentões’
A equipe é composta, na maioria, por pessoas de mais 60 anos que conhecem bem os padrões de conduta associados ao Japão tradicional.
Muitos dos sessentões elegantes estarão, porém, acompanhados de guarda-costas mais jovens, que poderão agir nos casos em que a orientação de etiqueta – dada de forma bastante diplomática – não for bem recebida.
Os integrantes do esquadrão das boas maneiras poderão ser identificados por uniformes verdes e não terão poder legal para insistir que a sua orientação seja aceita por passageiros mais resistentes.
Mas os defensores do novo esquema esperam que os guardiões das boas maneiras consigam convencer os violadores a rever o seu comportamento com o seu charme ou fazendo com que eles passem uma boa vergonha.
ÁUSTRIA
Cidade se mobiliza contra celular
O Estado de São Paulo/
INTELOG
11/5/2008
“Vamos mandar na segunda-feira”, gritava um homem de terno escuro no celular, sem se preocupar com a dezena de pessoas no bonde. “Não. Já disse que não lembro o que pediram, mas era muito. Não se preocupe, vamos decidir depois.” E a conversa prosseguiu – o suficiente para as pessoas não conseguirem mais se concentrar na leitura do jornal -, numa cena habitual nos meios de transporte público de todo o mundo.
Mas Graz, a segunda maior cidade da Áustria, decidiu fazer algo a respeito. No mês passado, a prefeitura lançou um apelo a seus cidadãos para não falarem em celulares no transporte público. Os transgressores não serão multados, mas o prefeito Siegfried Nagl espera contar com o senso de civilidade ou a vergonha dos eleitores para reduzir a poluição sonora. Em vez de mobilizar a polícia anti-ruído para multar, a cidade encheu os bondes e ônibus de cartazes dizendo “por favor, não use seu celular”.
A cidade colocou os avisos depois que uma pesquisa mostrou que 70% dos moradores acham que o ruído do celular é um problema, disse Thomas Rajakovics, porta-voz do prefeito, que usa diariamente o bonde para levar os filhos à escola. Dos 5 mil entrevistados, 46% foram favoráveis à proibição do celular no transporte público e 42% contra.
“Pedimos de maneira educada para as pessoas desativarem o toque do aparelho e usarem apenas mensagens de texto”, disse. “E elas agora começam o usar o celular de modo bem mais educado. Se recebem chamada, dizem que não podem falar e retornarão mais tarde.”
Mas nem todos acham que as coisas melhoraram. Embora os mais velhos estejam mais cuidadosos, adolescentes continuam usando o celular da mesma maneira que antes, disse a jornalista Colette Schmidt, de Graz. E muitos não perdem a chance de ridicularizar a iniciativa do prefeito.
Graz não é a primeira cidade a tentar barrar o incômodo dos celulares. Estocolmo também tentou proibi-lo, mas a lei foi abolida no ano passado. O prefeito de Graz diz ter esperança de ser mais bem-sucedido e promete fazer mais para promover a iniciativa do que Estocolmo. Nos bondes italianos, não é raro ouvir o condutor pedir pelo alto-falante para as pessoas não usarem seus celulares, o que, porém, não tem ajudado muito a diminuir seu uso. Na França, Alemanha, Inglaterra e em outras partes da Europa, ferrovias também já criaram áreas para uso de celular em alguns trens.
“Em Graz, isso está funcionando por causa da grande discussão que começou, mas vamos ver o que ocorrerá daqui a três meses, quando as pessoas esquecerem do debate”, disse o porta-voz do prefeito. “Quando 46% das pessoas são a favor e 42% contra, você não vê muitos políticos assumindo posição sobre o assunto.”
De fato, quando Marco Riurio, o homem do terno escuro de 47 anos, foi informado de que seu bate-papo em alto e bom som no celular, dentro do bonde número 3, faria dele uma espécie de fora da lei em Graz, ele respondeu: “Isso é totalmente ridículo.”

maio 14, 2008

País super-atrasado, Japão ainda possui empresas estatais. Algumas delas fecham contratos com a supermoderna Vale privatizada

Vale assina parcerias com estatais do Japão
PanoramaBrasil
14/05/08
A Vale assina hoje três acordos de parceria com empresas estatais japonesas, que envolvem cooperação financeira e tecnológica.Para as empresas privadas japonesas que estão aderindo aos projetos da Vale, a Nippon Export and Investment Insurance vai garantir até US$ 2 bilhões.
Da mesma forma, o Japan Bank for International Cooperation vai criar uma linha de crédito de US$ 3 bilhões.
Já Japan Oil, Gas e Metals National Corp irá compartilhar tecnologia de sensores de localização remota de minerais em países africanos, em conjunto com a mineradora brasileira.
A parceira vai favorecer as mineradoras japonesas que estão perdendo competitividade por conta de falta de recursos financeiros e know-how operacional e frente à alta de preços das matérias-primas e do crescimento do poder da China na localização de minerais .
A Vale deve também investir US$ 4,4 bilhões em 2008 para aumentar a produção em 50% até 2013, afirmou Fidel Blanco, diretor de vendas internacionais de minério de ferro, em Monte Carlo.
Segundo ele, a empresa tem uma série de outros projetos que podem aumentar a produção ainda mais se for mantida a forte demanda da China. “Temos 26 projetos a serem implementados em função da demanda”, disse.
Por outro, a Vale também busca ampliar a demanda por minério de ferro no mercado interno, ajudando a estimular o investimento em siderúrgicas.Blanco foi questionado se haveria a intenção de a empresa passar a atuar no mercado de aço.
Ele afirmou que os investimentos estão relacionados ao Brasil e não a um setor.
“Ainda não definimos uma estratégia para entrar em siderurgia. Queremos desenvolver o mercado nacional”, disse.

fevereiro 6, 2008

Uma Verdade Bizarra: "Sopa de Plástico" de 100 milhões de toneladas boia entre Japão e Havaí!! Bleargh!

Cientistas americanos estimam que tenha cem milhões de toneladas de lixo
A maior lixeira flutuante do mundo fica no oceano Pacífico e estende-se do Japão ao Havai

06.02.2008
PUBLICO.PT
Uma equipa de oceanógrafos norte-americanos chama “sopa de plástico” aos cem milhões de toneladas de resíduos que flutuam no Oceano Pacífico desde o Japão ao Havai. Dizem que é a maior lixeira do mundo, com o equivalente a duas vezes o tamanho dos Estados Unidos. Está a ser acompanhada desde 1997 e, desde então, não tem parado de crescer.
Segundo explica Charles Moore, oceanógrafo americano que descobriu o fenómeno, ao jornal “The Independent”, os resíduos não biodegradáveis mantêm-se concentrados devido às correntes oceânicas, a 500 milhas náuticas da costa da Califórnia.“Inicialmente as pessoas pensavam que era uma ilha de lixos plásticos, sobre a qual quase se podia andar. Mas não é bem isso. É mais como uma sopa de plástico”, explica Marcus Eriksen, investigador da Fundação Algalita para Investigação Marinha.
O oceanógrafo Curtis Ebbesmeyer compara a lixeira flutuante a um ser vivo. “Move-se como um animal enorme”. Quando chega a terra, no arquipélago do Havai, a praia fica coberta de lixo.
Segundo a edição online do jornal, cerca de um quinto dos resíduos provêm de descargas de navios e de plataformas petrolíferas. O resto vem do continente.
Moore descobriu a lixeira em 1997 quando participava numa regatta entre Los Angeles e o Havai, numa zona com pouca circulação oceânica, devido aos ventos fracos. Ontem alertou que, a menos que os consumidores reduzam os seus resíduos plásticos, a lixeira pode duplicar de tamanho nos próximos dez anos.
David Karl, oceanógrafo na Universidade do Havai diz que “não há razão para duvidar” da Fundação Algalita mas defende que são precisos mais estudos sobre a dimensão e natureza da “sopa de plástico”. Karl está a preparar uma expedição que vai ao local no final deste ano.
Segundo a ONU, os resíduos de plástico são responsáveis pela morte de mais de um milhão de aves marinhas e mais de cem mil mamíferos marinhos por ano.

dezembro 14, 2006

Estou disposto a acabar com o Natal de vocês!!!

Filed under: China, História, Japão, Massacre de Nanjing — Humberto @ 8:12 pm
A China como promotora de abusos e maus-tratos contra seres humanos vocês já conhecem.
Conheçam – ou relembrem – um pouco da China, vitimada por massacres aterradores e sofrimentos inenarráveis promovidas desta feita pelo Japão Imperial, durante a década de 30.
Trata-se da horrenda história que veio a ser conhecida como O Massacre de Nanjing ( mas não só ), ocorrida entre Dezembro de 1937 a Fevereiro de 1938.
Leiam este relato ( em inglês ) do tratamento dispensado à população chinesa pelas tropas do Japão:

“At 7:30 PM of December 19th, two Japanese soldiers gang raped a seventeen year old woman who has been pregnant for 9 months, led to the abortion of the fetus, the woman became insane.”
(Ref. “Judgment of the International Military Tribunal for the Far East” p 451)

Holiday in Cambodia ?

A conta, a respeito do número de “mortos” – para usar um termo suave – varia de acordo com a fonte ( óbvio !! ).

Alguns estimam em cerca de 300.000 pessoas – idosos, crianças, mulheres e gestantes não foram poupados. Para se ter uma idéia da discordância entre as contagens, existem versões que apontam como 6.000 o número de mortos, passando por “entre 38.000 e 42.000″, e por “200.000″, conforme pode-se verificar no site que publica esta história.

Mais atrocidades relatadas: “(…) Even more savage, a group of Japanese soldiers gang raped a middle-aged lady, later they learned that the lady was pregnant, so they cut open the lady and took out the fetus. They took the fetus as a toy and played in the streets, met with a Japanese officer, they wavered the fetus on their bayonets to the officer, the officer returned a smile. The brutal killing game like this, who knows how many happened. Hundreds? Thousands? Above, we only listed a few instances.(…) “
Isso porque ainda não comecei a falar sobre as experiências com seres humanos capturados – em vários casos, com as cobaias vivas. Faria Menguele se borrar ou vomitar.
E tem também o uso de armas biológicas, como o antrax, a cargo da Unidade 731.
Se entendi direito, o Japão nega ter promovido os massacres a ele atribuídos, durante a guerra da Manchúria. Não se deve ignorar que soldados americanos e australianos também foram capturados e sofreram tratamentos similares ao dispensado às vitimas chinesas.
Segundo se denuncia, os Estados Unidos abafaram o caso, sob a justificativa de proteger os interesses do país. Ignorando o sofrimento das vítimas chinesas e de seus próprios cidadãos.
http://centurychina.com/wiihist/history.htm

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