ENCALHE

março 11, 2008

Em protesto, evangélicos cancelam UOL

Folha Universal
Além das ações que se multiplicam na Justiça contra o jornal “Folha de S. Paulo”, os membros da Igreja Universal do Reino de Deus e evangélicos de outras igrejas encontraram outra forma de protestar e expressar sua indignação contra as reportagens do jornal. Em um movimento que começou espontaneamente no último final de semana, integrantes da IURD têm cancelado suas assinaturas do provedor “UOL” (Universo On Line), braço da internet do grupo que compõe a “Folha de S. Paulo”. O “UOL” abriga em suas páginas virtuais o conteúdo da “Folha de S. Paulo”. Não são poucos os evangélicos que têm telefonado para o “UOL” e interrompido o serviço. E todos têm esclarecido que deixam de utilizar o provedor em razão do que eles consideram “ataques da ‘Folha de S. Paulo’ à Igreja”, reproduzidos pelo portal. A “Folha de S. Paulo”, entre outras afirmações não comprovadas, publicou que o dinheiro do dízimo seria “esquentado em paraísos fiscais”. A “hipótese”, definição utilizada pelo próprio jornal, ofendeu membros da IURD que entraram com ações na Justiça. Na segunda-feira (3), o militar reformado da Marinha e empresário, Arlindo Juliel de Santana Lima, de 35 anos, cancelou o serviço do “UOL” em sua empresa de decoração em gesso no bairro do Butantã, zona oeste de São Paulo. “Estou me desligando do ‘UOL’ neste momento. Estou indignado com as reportagens da ‘Folha de S. Paulo’. Somos cidadãos dignos, pagamos nossos impostos e nos tratam de forma pejorativa. Sei que há uma vinculação da ‘Folha’ com o ‘UOL’ e não faz sentido pagar para quem vai denegrir minha imagem e da instituição religiosa a que eu pertenço”. Segundo Arlindo, seus amigos, mesmo os que não são evangélicos, têm se revoltado com as agressões sofridas pela IURD. “As pessoas sabem do nosso caráter e não se conformam de ver como somos agredidos dessa forma”, atesta o empresário.
Jovens também decidem por desistência
O movimento contra o “UOL” atinge evangélicos de todas as idades. Wellington de Jesus dos Santos, de 17 anos, operador de telemarketing cancelou o provedor no último domingo. “Eles me perguntaram porque estava fazendo isso e eu disse que era por causa das reportagens que falavam mal da Igreja. Eu considero a Universal como uma mãe espiritual e não faz sentido pagar para falarem mal da minha mãe ”. Jovem como Wellington, Lívia Antunes Garcia Tomin, de 22 anos, trabalha na padaria do pai em Franco da Rocha, município da Grande São Paulo. Ela e o irmão mantinham uma assinatura do “UOL” há dois meses e cancelaram na última segunda-feira. “A Universal foi o lugar que nos ajudou a mudar de vida para melhor. É uma crítica injusta contra um trabalho que só cresce”.

fevereiro 28, 2008

Declaradamente agnóstico, O CATA-MILHO reproduz matéria da Folha Universal, que trava batalha contra o imprensalão!!

Imprensa tenta intimidar evangélicos
Folha IURD
Ed. 829
Os integrantes da Igreja Universal do Reino de Deus encontraram na Justiça uma arma de defesa contra o preconceito religioso do qual têm sido vítimas. Mais de 50 membros recorreram à Justiça por sentirem-se ofendidos por uma reportagem publicada pela “Folha de S. Paulo”, e outros tantos começam a articular processos contra “O Globo”, do Rio de Janeiro pela mesma razão. O corretor de imóveis Claudio Bendia é evangélico e mora no Rio de Janeiro. Ele, a mulher e a filha freqüentam a Igreja Universal do Reino de Deus há três anos e ficaram perplexos quando leram no “O Globo” a manchete: “Igreja Universal tenta intimidar jornalistas”. Ele ficou indignado ao ver que em vários trechos do texto, a Universal é classificada como seita. “Seita é movimento fechado. A IURD é aberta. Eu mesmo precisei de ajuda, procurei a igreja e fui atendido. Chamar de seita é discriminar”. Claudio decidiu entrar com uma ação na Justiça contra o jornal. A reação do corretor Claudio coincide com a de dezenas de membros diante de outra reportagem, publicada pela “Folha de S. Paulo” sob o título: “Universal chega aos 30 anos com império empresarial”. Ao falar sobre as ofertas em dinheiro que sustentam a Igreja, a jornalista Elvira Lobato afirma: “Uma hipótese é que os dízimos dos fiéis sejam esquentados em paraísos fiscais”. Mais de 50 membros entraram com ações pedindo indenização por danos morais. Todos dizem que foram atingidos pela insinuação de que o dinheiro do dízimo tem origem ilícita. São 56 ações movidas contra a “Folha de S. Paulo”. A previsão é que ocorram novas ações contra o jornal nas próximas semanas.Falar em seita “é discriminar” O dicionário Houaiss da Língua Portuguesa registra entre vários significados, que a palavra seita quer dizer “grupo de indivíduos partidários de uma mesma causa, partido, bando ou facção”.
O sentido preconceituoso da palavra é confirmado por Lucelmo Lacerda, especialista em História das Religiões: “A IURD não é um grupo pequeno e nem fechado. Associá-la com a palavra seita é uma forma de tentar marginalizá-la. É algo criado pela Igreja Católica para tornar herege qualquer movimento que não concorde com ela”. Paulo Nogueira, doutor em ciência da religião concorda: a expressão usada pelo jornal “O Globo” é carregada de preconceito: “Sociologicamente, seita caracteriza um grupo pequeno, fechado, que não se relaciona com a sociedade. A Universal é diferente: está presente na mídia, na política, no trabalho social”. Segundo ele, quando se adota esse termo em relação a IURD, a intenção é pejorativa.

Tema: Silver is the New Black. Blog no WordPress.com.

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.