ENCALHE

fevereiro 15, 2009

Da série: "Se um cão morde um homem, isso não é notícia. Agora, se um homem morde um cão, isso também não é notícia, se depender da revista vEJA"

Que lixo. Um escândalo atrás do outro envolvendo membros e ex-mebros da cúpula da Secretaria de Segurança Pública e membros das Polícias Civil e Militar, do Estado de São Paulo: achaques ao PCC e a diversos bandidos e sabe o que acontece?
A famigerada revista vEJA ( a preferida daquele coroinha fascista, o Professor Hariovaldo ) não deu uma única linha a respeito das acusações que pesam sobre o tal ex-secretário-adjunto Malheiros Neto. Desde corrupção até venda de cargos de chefia ( parece aquele que quis vender a vaga do Obama no Senado, o tal Blogarivovtichw ). Sem contar que logo de cara cheirou mal o papo de que o traficante amigo do Abadía “se fez passar” por um nascido em Minas Gerais, e “conseguiu” enganar a polícia. Justiça seja feita, nem vEJA, Época ou IstoÉ falaram po***rra nenhuma. A não ser, já que eu, quando leio estas revistas, pego-as nas pontas dos dedos tamanho o nojo e azia ( Copyright by Lula ) que me dão, não tenha lido direito. Pode ser. Mas talvez eu esteja correto.
Todo o imprensalão empenhado em fazer esse vampiro o presidente do País. Que lixo.
Eu sou contra a terceira eleição do Lula. Por isso, acho que a chapa nem devia ter a Dilma, para não representar continuísmo.
Para mim, o ideal seria José Alencar para Presidente e Lula como seu Vice. Me inspirei em McCain/ Palin.

Da série: "Se um cão morde um homem, isso não é notícia. Agora, se um homem morde um cão, isso também não é notícia, se depender da revista vEJA"

Que lixo. Um escândalo atrás do outro envolvendo membros e ex-mebros da cúpula da Secretaria de Segurança Pública e membros das Polícias Civil e Militar, do Estado de São Paulo: achaques ao PCC e a diversos bandidos e sabe o que acontece?
A famigerada revista vEJA ( a preferida daquele coroinha fascista, o Professor Hariovaldo ) não deu uma única linha a respeito das acusações que pesam sobre o tal ex-secretário-adjunto Malheiros Neto. Desde corrupção até venda de cargos de chefia ( parece aquele que quis vender a vaga do Obama no Senado, o tal Blogarivovtichw ). Sem contar que logo de cara cheirou mal o papo de que o traficante amigo do Abadía “se fez passar” por um nascido em Minas Gerais, e “conseguiu” enganar a polícia. Justiça seja feita, nem vEJA, Época ou IstoÉ falaram po***rra nenhuma. A não ser, já que eu, quando leio estas revistas, pego-as nas pontas dos dedos tamanho o nojo e azia ( Copyright by Lula ) que me dão, não tenha lido direito. Pode ser. Mas talvez eu esteja correto.
Todo o imprensalão empenhado em fazer esse vampiro o presidente do País. Que lixo.
Eu sou contra a terceira eleição do Lula. Por isso, acho que a chapa nem devia ter a Dilma, para não representar continuísmo.
Para mim, o ideal seria José Alencar para Presidente e Lula como seu Vice. Me inspirei em McCain/ Palin.

dezembro 2, 2008

Isto É é contra as cotas para estudantes da rede pública nas universidades federais. Para este blog, a cota mínima devia ser 100% das vagas!!

A advertência a seguir deveria vir impressa na Isto É, antes da matéria que reproduzo a seguir: “Vomite antes de ler. Tome um Engov antes de ler, e outro depois. Terminando a leitura, feche a revista e lave as mãos. Não se sinta sujo. A vida pode ser bem desagradável, às vezes. Se o mal-estar persistir, tome um Dreher.”
Maquiavelicamente, a reportagem tenta jogar a classe-média contra as classes mais desprovidas, alimentando mais ainda o egoísmo – que a classe-média já traz bastante em seu DNA – e estimulando mais competição. E, ainda por cima vem falar em “melhores quadros PARA O PAÍS” quando, ne verdade, desejava dizer “PARA SI MESMOS E OS SEUS APENAS”.
FÁBULA INFANTIL: A LEBRE E A TARTARUGA MANCA, CEGA E ANÊMICA
Ora, é claro que a revista sabe que não existe mérito algum – pelo menos não do jeito que sugere – quando você estuda em colégios particulares e depois disputa vagas com alunos de escolas públicas, ainda mais quando conhecemos a destruição que ocorre no ensino público básico e secundário, por exemplo, no Estado de São Paulo. Evidentemente, as chances de um estudante da rede particular dobram, triplicam. Ou seja: as péssimas condições dos estudantes da rede pública dão ainda mais vantagens aos estudantes da rede privada. Sinceramente, eu acho que o sucateamento tucano sempre teve isso como um de seus objetivos. A revista nada mais faz do que inflar o ego da classe-média para, depois, chutar a escada e jogar a culpa nos mais pobres.
Aliás, em minha forma de pensar, já explicada em post anterior, o sistema realmente mais justo e democrático seria dispor as vagas nas Universidades públicas EXCLUSIVAMENTE àqueles que tivessem adquirido seu grau de instrução primário e secundário em escolas públicas. O mesmo se daria quando se tratasse de concursos públicos.
Aí eu queria ver essa tão propalada meritocracia da classe-média: tendo que reclamar e reclamar aos governantes e exigindo escola pública decente DE VERDADE, e não essa merda que o Estado de São Paulo – e tantos outros dão. É óbvio que a escola pública é uma droga porque a classe-média cabotina e paga-pau sempre deu um jeito de não deixar seus filhos misturarem-se com a gentalha. Tirando seus filhos da rede pública, eles pouco se lixaram para o fechamento de escolas, para a violência, para o salário dos professores. E ficavam muito tranquilos quando os tecnocratas tucanos e a mídia amiga e solícita vinham com seus dados maravilhosos e números “inquestionáveis”, “provando” que sua “gestão de resultados com foco em qualidade de metas” tornou a escola pública uma fábrica de cérebros.
Claro, assim fica fácil alegar que haveria uma suposta meritocracia: se a escola pública tucana é uma beleza de dar orgulho, por quê os seus alunos deveriam ser ajudados com cotas, pontos extras e outras facilidades, com as quais os provenientes da rede particular não contariam?
É muita hipocrisia. Aliás, que sirva de lição ( sem trocadilhos ) para os professores que costumam usar jornais e revistas em suas aulas. Escolham melhor seu material. Jornal do bairro é tão informativo quanto o PIG, e é de graça. Revista pode ser substituída.
Os grifos e comentários, como de costume, são do blog.
Cerco à classe média ( sic )
Ao separar metade das vagas de universidades federais para alunos de escolas públicas, Câmara pune o mérito e a competência ( sic, sic )
ISTOÉ, ed. 2038
Depois de três anos parado, um projeto que anda na contramão do mérito ( sic, sic, sic ) foi aprovado na Câmara dos Deputados na quinta-feira 20. Se passar pelo Senado, dentro de quatro anos [ Quatro anos... Isso significa que o Serra ainda tem bastante tempo para tentar reverter minimamente o trágico quadro que ele vem perpetuando, o do Apagão Educacional Continuado tucano ] metade das vagas em universidades federais, onde se concentra a elite do ensino nacional, estará reservada para alunos que cursarem o ensino médio em escolas públicas. Dentro do grupo de estudantes beneficiados, haverá ainda subcotas em favor dos negros, pardos, indígenas e alunos de baixa renda. Ou seja, o vestibular que deveria selecionar os alunos mais bem preparados e com eles formar os melhores quadros para o País [ sic, sic, sic, sic ] vai se afunilar ainda mais para poder compensar distorções econômicas, sociais e de formação educacional – que os deputados, claro, não pensaram como resolver [ E que as revistas e jornais não fazem muita questão de que sejam resolvidos, já que seu público, a classe-média, precisa de um inimigo, mas este não pode ser rico; daria mais trabalho exigir dos Estados que estes não destruíssem a escola pública, ainda mais quando essa imprensa tem simpatias políticas, apesar de não costumar deixar isso muito claro; isso a tornaria cúmplice de certos governos sucateadores que, diga-se de passagem, adorariam privatizar a Educação de uma vez por todas ].
“Fizemos uma ampla discussão e o texto foi aprovado por unanimidade em todas as comissões temáticas”, explica o autor, o deputado Carlos Abicalil (PT-MT), 46 anos, mestre em educação. Ele, como a grande maioria da elite nacional, estudou em colégio privado e universidade federal, sem precisar de cotas. Segundo o projeto, dentro do percentual de vagas reservadas haverá prioridade para os alunos oriundos de famílias cuja renda per capita não passe de um salário mínimo e meio (R$ 622,50). As porcentagens de pardos, negros, índios e pobres vão oscilar conforme a variável étnica de cada Estado, estabelecida pelo IBGE. Os critérios de desempate no vestibular passarão pelo coeficiente de rendimento dos alunos nas escolas. O ex-secretário de Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro, Fernando Peregrino, que atuou na implantação das cotas raciais nas universidades fluminenses em 2003, defende a medida: “Enquanto a escola pública não é fortalecida, precisamos dar tratamento emergencial à desigualdade de acesso”, afirma. “Hoje, as pessoas mais preparadas para vencer no vestibular vêm das escolas particulares, e a lei de cotas vem combater isso.” A favor do deputado Abicalil deve- se reconhecer o idealismo da proposta. Como não tem filhos, seu projeto, portanto, não atende a nenhum interesse imediato nem particular.
Para a procuradora Roberta Kaufmann, do Ministério Público do Distrito Federal e autora de uma tese de mestrado sobre ações afirmativas, o projeto é inconstitucional e traz resultados meramente simbólicos. “É uma política conveniente para o governo, que passa a imagem de estar fazendo alguma coisa, mas não ataca a raiz do problema, que é o ensino público de má qualidade”, critica. De fato, a proposta tenta consertar no fim o que está errado na origem. “E há uma discriminação reversa [ sic, sic, sic, sic, sic, sic... que porra é essa? "Discriminação reversa"? Quer dizer que a verdadeira discriminação teria um alvo certo e exclusivo? ], pois somente um grupo ( os não beneficiados com as cotas ) arca com as conseqüências dessa política cujo ônus deveria ser dividido pela sociedade [ Tipo, os alunos da rede pública? Ou estes não compõem também, a "sociedade"? ].” Como o número de vagas para o vestibular tradicional vai ser reduzido, é evidente que a nota de corte para quem está fora das cotas será ainda maior. O estreitamento do funil, portanto, atinge mais quem é branco e/ou [ esse "ou" é opcional ] estudou em escola privada, mas pune antes de tudo a qualificação e a competência [ Desculpa aí, Einsteins. Vão estudar em universidades particulares, oras. Ou, então, saiam dos colégios particulares e ingressem nas escolas públicas. O Serra, sua Secretária de Educação e a mídia amiga dizem que tudo está tão bem - e quando não vai tão bem, a culpa é do professor ].

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