junho 24, 2009
junho 6, 2009
maio 29, 2009
Apoio de Israel a Farouk Hosni desmascara os detratores do nome apoiado pelo Brasil à Unesco
Mas esqueceram de combinar com Tel Aviv, que os frustrou, com até o governo de Benjamin Netaniahu anunciando, após encontro com o presidente egípcio, Hosni Mubarak, seu apoio ao candidato árabe. Como havia destacado o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, respondendo aos opositores, o apoio brasileiro “é uma decisão política, de Estado, em função de uma política de aproximação com o mundo árabe”. Ele salientou que o grupo árabe “nunca teve” candidato, “diferentemente do grupo das Américas, do grupo da Europa, até do grupo da África”. E o Brasil, apontou, não indicou um nome por considerar que “seria a vez de ter um candidato árabe”.
O que é uma política bastante acertada, que fortalece o país nos principais fóruns internacionais ao ampliar alianças e compor espaços com os aliados, de forma mutuamente vantajosa. Para papaguearem, com gosto, a mídia externa que fez campanha contra Hosni, o ex-chanceler de FHC, professor Celso Lafer, classificou o egípcio de “obscuro e discutível”, enquanto o senador Heráclito Fortes, o expert do Dem em matéria de relações externas, o considerou “inimigo do povo judeu”. Farouk Hosni, além de ser conhecido por suas posições pela coexistências entre semitas – árabes e judeus – integra também o painel pelo diálogo entre civilizações, organizado pelo primeiro-ministro espanhol José Luis Zapatero.
maio 8, 2009
Serra, o Estadista, não sabe se receberá Ahmadinejah quando for presidente do Brasil, pois o pessoal de Higienópolis pode não gostar disso.
Lottenberg não teria se adaptado ao serviço público. Serra o teria considerado “ausente” e com pouco conhecimento sobre o SUS. Para seu lugar, foi nomeada Maria Cristina Cury diretora da Universidade Santo Amaro (Unisa)
O CASAL REÚNE GRANDES NOMES PARA JANTAR EM HOMENAGEM À PODEROSA EXECUTIVA INDRA NOOYI
março 28, 2009
Relatório acusa Israel de crime de guerra em Gaza
A HRW recolheu mais de 20 resíduos de bombas de fósforo branco de 155 milímetros – todas produzidas nos Estados Unidos – em ruas residenciais, telhados de casas, uma escola da ONU, um hospital, um mercado e outras instalações civis. A organização acusa Israel de não ter se limitado a utilizar o fósforo branco em áreas abertas para criar cortinas de fumaça para as tropas no terreno, como permite o direito da guerra, mas de ter usado o elemento repetidamente em locais densamente povoados, causando sofrimento e mortes desnecessárias entre a população civil. Em contato com a pele, a substância provoca profundas queimaduras e pode causar danos irreparáveis a fígado, rins e coração que levam à morte.
A HRW denunciou que Israel cometeu “crimes de guerra” ao usar bombas de fósforo branco contra a população de Gaza. A entidade apresentou em Jerusalém o relatório “Chuva de fogo: o uso ilegal de fósforo branco em Gaza por parte de Israel”, no qual apresenta depoimentos sobre o uso desta arma durante a ofensiva militar contra Gaza, que ocorreu entre 27 de dezembro e 18 de janeiro. “O uso do fósforo branco não está proibido, mas existem normas básicas internacionais que exigem que se tomem todas as precauções possíveis para proteger os civis, o que não foi feito com estas armas em Gaza”, disse Bill van Esveld, advogado da HRW e um dos autores do relatório.
“Com base nos dados obtidos até agora, é possível concluir que o Exército israelense usou obuses fumígenos de acordo com a lei internacional”, afirma um comunicado militar. “Esses obuses foram usados para responder unicamente às necessidades operacionais específicas conforme o direito internacional. As afirmações de que estes obuses foram utilizados de forma indiscriminada para ameaçar a população civil carecem de fundamento”, acrescenta a nota.
Segundo o advogado da HRW, “ferir deliberadamente ou por imprudência civis de forma desnecessária constitui um crime de guerra, não só porque assim determina o primeiro protocolo adicional da Convenção de Genebra, mas também porque a norma faz parte do costume internacional que é fonte de direito”. “Doze pessoas morreram por causa do fósforo branco e dezenas ficaram feridas, embora não tenhamos o número completo”, diz Van Esveld, que lembra que “muitas pessoas morreram com o uso de outras armas convencionais”.
Entre os incidentes mais graves registrados pela HRW está o bombardeio de uma escola da ONU em Beit Lahiya onde se refugiavam 1.600 palestinos e da sede da agência da ONU para os refugiados palestinos (UNRWA) em Cidade de Gaza, na qual se abrigavam outras 700 pessoas e onde foi destruído um armazém com ajuda humanitária. “Em um primeiro momento, o Exército israelense negou ter usado fósforo branco, depois admitiu que tinha utilizado localmente e, mais tarde, admitiu que tinha usado de forma generalizada”, explica o advogado da HRW.
Balanço de mortos
O Exército de Israel voltou a contestar na quinta-feira as denúncias de que a maior parte dos mortos na recente ofensiva militar de três semanas contra a Faixa de Gaza fosse composta por civis. As forças armadas israelenses informaram que, depois de uma investigação, determinaram que 1.166 pessoas morreram em Gaza durante a ofensiva iniciada nos últimos dias de 2008 e encerrada em janeiro.
De acordo com o Exército de Israel, 709 militantes do Hamas morreram e o número de civis que perderam a vida seria de pouco menos de 300. O anúncio não esclarece se as outras 162 pessoas mortas eram combatentes ou civis. Um comunicado divulgado pelo Exército de Israel não fornece lista dos mortos, diz que as informações são baseadas em “fontes de inteligência” e afirma que os nomes das vítimas foram cuidadosamente pesquisados.
A mais recente lista divulgada pelos palestinos informa que 1 417 pessoas morreram em Gaza durante a ofensiva, sendo mais de 900 civis. A lista palestina contém a identidade das vítimas. O alto número de civis mortos no lado palestino desencadeou muitas críticas contra Israel por parte da comunidade internacional. Treze pessoas morreram no lado israelense, sendo dez militares e três civis. ( DN, 27.03.09 )
Do grau de fascistização do exército e da sociedade israelense após dose cavalar de veneno antipa-lestino em sua mídia e governos nazistas sucessivos, falam por si mesmos os desenhos e inscrições.
Uma delas, de uma unidade de atiradores da infantaria, traz um bebê morto com a inscrição: “Melhor usar Durex [referindo-se à fita de colar]”. Em outra, uma criança sob a mira telescópica de um rifle e os dizeres “Menor é mais difícil”. Em outra, ainda, vê-se uma mesquita já destruí-da, com bombas ainda caindo sobre ela, com a frase: “Só Deus envia”. E a encomendada pelos integrantes da unidade de atiradores do batalhão Givati, com uma palestina grávida e a frase “um tiro, duas mortes”.
Uma outra camiseta faz referência a soldados atirando na cabeça de feridos a curta distância com a frase: “sem refresco até a confirmação da morte”. Os soldados do batalhão Lavi escolheram casas destruídas com a frase: “Viemos, vimos, destruímos”. E, por fim, mais uma com a inscrição: “que toda mãe árabe fique sabendo que o destino de seus filhos está em nossas mãos”.
O exército israelense reagiu à incitação ao crime dizendo que as incrições são “de mau gosto”. ( HORA DO POVO, 27.03.09 )
Alto comando israelense orientou o assassinato de mulheres e crianças durante invasão à Gaza
Um comandante de pelotão israelense identificado como “Aviv” ao testemunhar sobre as ordens recebidas por sua unidade para orientarem a ocupação de casas na região densamente povoada da Faixa de Gaza relatou. “Era para nós entrarmos portão adentro com veículos blindados [o veículo para esse tipo de ação foi denominado “Achzarit”, que quer dizer cruel], começar atirar …eu chamo isso de assassinato…com efeito, deveríamos avançar piso após piso e atirar em qualquer pessoa que identificássemos”.
Esta é uma das declarações colhidas por Dany Zamir, diretor de um programa de treinamento militar, realizado na Faculdade de Oranim, na cidade de Tivon, logo após a agressão do início do ano à Faixa de Gaza.
Dany informa que pediu aos militares para relatar suas experiências durante o assalto a Gaza e que ficou “chocado com o que ouviu”.
Zamir teve os seus relatos reproduzidos nos jornais israelenses Haaretz e Maariv.
“MISSÃO DIVINA”
Quando Aviv propôs aos seus comandados que antes de atirar ordenassem a evacuação das casas, ouviu em resposta: “Temos que matar qualquer pessoa que esteja dentro das casas”, ou “qualquer pessoa que esteja em Gaza é um terrorista”.
Ele relatou ainda que a atitude generalizada dos soldados é de que “dentro de Gaza é permitido fazer o que se quer, derrubar portas de casas sem nenhum motivo e que é legal escrever ‘morte aos árabes’ nos muros, pegar fotos dos familiares e cuspir nelas…”.
Outro militar, que se identificou como “Ram” afirmou que os chefes militares preparavam as tropas trazendo rabinos militares que apresentavam a agressão como “uma missão religiosa”.
“A mensagem era muito clara”, disse Ram, “nós somos o povo judeu, viemos a esta terra através de um milagre, Deus nos trouxe de volta a esta terra e temos que lutar para expulsar os gentios [como os racistas judeus costumam se referir aos não judeus] que se contrapõem à nossa conquista desta terra sagrada”.
O repórter do jornal Haaretz afirmou que Zamir relatou haver recebido ameaças do comando militar onde se localiza a escola.
O chefe do Estado Maior das forças de ocupação israelenses (eles chamam de Forças de Defesa), general Gabi Ashkenazi, rejeitou os relatos dos soldados e disse que “as forças de Defesa de Israel são as que têm o maior nível moral em todo o mundo”, isso depois do frenesi assassino que matou 1.400 civis palestinos e cerca de 400 crianças em Gaza. ( HORA DO POVO, 25.03.09 )
fevereiro 25, 2009
Hamas: Fatah Spied for Israel ( em inglês )
“There are people who want this dialogue not to take place because they will lose their positions and their privileges,” he told Reuters in an interview in the Egyptian town of Ismailia, where he was visiting his wife’s Egyptian relatives.
fevereiro 2, 2009
Um em cada 4 israelenses está abaixo da linha de pobreza. Turquia vive febre anti-semita. ( Em inglês )
Israel spends millions of dollars to pour bombs on Gazan civilians and sit back to watch one fourth of its people live below poverty line, a new report says. War on Gaza reminds that the Zionist utopia is far from coming true. The heir of Ben- Gurion must detach from the idea of “military supremacy” and reinvent a new national identity, according to an article published on France’s weekly L’Express. The article cites the semi-annual poverty report published by Israel’s National Insurance Institute that the poor in Israel became poorer in the second half of 2007 and the first half of 2008. It goes on to add that 1 in 4 Israeli lives below poverty line representing 1.63 million people, 777,400 of them children. A recent report in Israeli Haaretz website said the percentage of unemployed poor families rose in relation to the previous report for 2007, from 69 percent to 71.4 percent. However, the percentage of working poor also rose: Families with two or more breadwinners living below the poverty line increased from 21.3 percent to 23.6 percent. L’Express magazine also added that the global economic crisis is determined to leave 14,000 industrial workers unemployed by the end of the year 2009. The article adds Palestine’s 60 years of resistance has still not taught Israel that there is no military solution to its conflict with the Palestinians. So soon after the failed Israeli invasion of Lebanon, Israel made the same mistake again. The act was even condemned within Israel. Even Israeli reservists have reportedly refused to enter the war on Gaza in protest at the ongoing killing of women and children. They say they prefer days in prison than Gaza and killing hundreds of civilians, including women and children.
“It’s a very beautiful place,” the 26-year-old told The Jerusalem Post on Sunday. “Growing up in Istanbul, all the girls want to to have their weddings there.”
But Sheila, who made aliya three years ago and lives in Jerusalem, said that given the dramatic increase in anti-Israel and anti-Semitic sentiment in Turkey following Operation Cast Lead in the Gaza Strip last month, her dream wedding is turning into something of a nightmare.
“I was engaged three months ago,” said Sheila, who asked that her last name not be published out of fear for her family’s safety, all of whom still live in the Turkish metropolis. “My fiance is Israeli, and his family no longer wants to go there for the wedding. On top of that, when my mother goes to the ministry offices [in Istanbul] to try and get the marriage forms filled out, they won’t help her. They won’t help her because she’s Jewish.”
Describing a “climate of fear” in her former hometown, the Turkish immigrant said she will most likely cancel her wedding plans.
“Frankly, I’m scared to have my wedding there now,” she said. “On the one hand, yeah, it’s my dream, but on the other hand, the situation there has simply gotten out of control.”
“Every day it gets worse,” Sheila continued. “My parents told me that a shopkeeper near one of the Jewish neighborhoods, where my grandparents live, put a sign in the window of his store that said, ‘No Jews allowed, but dogs are welcome.’
“Even when my parents go to buy a phone card to call me, they get harassed by the shopkeepers the minute they say they’re trying to make a call to Israel.”
Sheila also said that during the war, billboards went up around town decrying the Israeli “crimes” in Gaza, and the government made students in every Turkish school stand for a moment of silence in solidarity with the children of Gaza.
“They even had to do it at the Jewish school I went to as a kid,” Sheila said. “I can only imagine how uncomfortable the students must have felt.”
And while she admits that Turkish anti-Semitism was always a festering force somewhere in the shadows, Sheila said it’s now reached levels unseen in her lifetime, or in that of her parents, and is spilling over into the streets.
“Just look at the way they stood outside to meet [Prime Minister Recep Tayyip Erdogan] when he came back from Davos,” Sheila said, referring to the popular head of government’s grand reception after his televised spat with President Shimon Peres. “He’s the one to blame for this, he’s rallying the poor and uninformed people behind his rhetoric, and they’re buying it. We knew it would be bad the minute he came into the government, but we never thought it would be this bad.”
Sheila is not alone.
Nathalie, also a new immigrant from Istanbul, lives in Tel Aviv. She agreed to speak to the Post, but also asked that her last name remain unpublished.
“I’m going there on Friday,” Nathalie said. “And yes, I’m a little scared.”
“I think this is the sign of Turkey moving toward a very dangerous future,” she said. “Since the Gaza war started, the newspapers have been writing really nasty stuff and the demonstrations on the street have gotten really ugly. It’s not just against Israel,” she said. “they’re demonstrating against Jews.”
“I think people are starting to think about leaving,” Nathalie continued. “But then there are those who feel like it will calm down as well. I think the main thing to remember is that local elections are coming up in Turkey, and the prime minister is demonizing the Jews to rally more votes. It’s like a classic anti-Semitic theme. But at the same time, there’s such strong ties between Israel and Turkey, it makes you wonder if he’s crazy. It doesn’t make any sense.”
Itzik Behar, who made aliya from Izmir in 1948, agrees.
“They need us more than we need them,” he said, as he stood outside of a barber shop in Jerusalem’s Mahaneh Yehuda Market on Sunday. “But I’ll tell you the truth, I love Turkey, I used to go back all the time. But now, I wouldn’t go there if you paid me.”
Behar cited two reasons.
“First, it’s because of the situation there now – I’d be afraid for my safety, as an Israeli and as a Jew.
“But second, it’s because of that fear. I’m really angry with the Turks. They always received me so well, and treated me like a brother – after all, I grew up there. But to see this on the news every night, the way they’re demonstrating and being violent, I feel like they’ve turned on me, like they’re traitors,” Behar said.
“They turned on all of Israel in a heartbeat, and I don’t think many Israelis will forget that. Go to the airport and see how many Israelis are flying to Turkey today. No, you know what, I’ll save you the trip. None. Zero.”
janeiro 24, 2009
Egito diz ter provas de que "a maior parte" do contrabando de armas para Gaza vem DE ISRAEL MESMO! Incluíndo MILITARES ISRAELENSES! ( Esp-Ing )
PRENSALATINA
El secretario general del Consejo Nacional Egipto para los Derechos Humanos (CNEDH), Mukhlis Qutb, indicó que el gobierno local tiene la “necesaria documentación y confesiones” que desmienten la afirmación hebrea de que el trasiego de armas ocurre por la frontera Gaza-Egipto.
Personas con ciudadanía israelí estarían involucradas en ese negocio, incluso algunos miembros de las fuerzas armadas judías participan del contrabando y venta de armas, aseveró Qutb en declaraciones al rotativo egipcio Al-Ahram.
Los tratos y pagos ocurren dentro de Israel, prosiguió el dirigente del CNEDH, sin mostrar evidencias al influyente periódico, pero seguro de que el gobierno del presidente Hosni Mubarak es consciente de las implicaciones por fomentar un negocio de ese tipo.
Qutb recordó que la aviación hebrea bombardeó en varias ocasiones y con despiadada intensidad la línea limítrofe entre la Franja y Egipto con el argumento de destruir los túneles existentes allí y que, según Tel Aviv, sirven de fuente de abastecimiento al grupo islamista Hamas.
El Movimiento de Resistencia Islámica (Hamas), que controla Gaza, niega esas aseveraciones, pero cree legítimo su derecho a poseer cierto arsenal para enfrentar la ocupación y las agresiones israelíes.
En el Estado judío, por otro lado, la canciller, Tzipi Livni, y el ministro de Defensa, Ehud Barak, ambos con aspiraciones políticas en los comicios del 10 de febrero, dejaron clara la posibilidad de repetir los ataques en la citada frontera para destruir más túneles.
Como parte de las negociaciones para lograr un cese del fuego, Egipto se comprometió a redoblar la vigilancia en esa área para bloquear el presunto trasiego de armas, pero descartó iniciativas europeas e israelíes de emplazar allí fuerzas militares extranjeras.
Las declaraciones de Qutb se conocieron después de que dirigentes de Hamas llegaron el viernes a El Cairo para dialogar con los mediadores egipcios en busca de un cese del fuego duradero, un día después de la visita del asesor de Defensa judío Amos Gilad.
Además, coincidieron con nuevas evidencias de que el ejército hebreo violó convenciones mundiales y cometió crímenes de guerra en Gaza al lanzar fósforo blanco contra zonas densamente pobladas.
Medios noticiosos occidentales citaron a un portavoz de la Cancillería judía que finalmente confirmó que el fósforo fue usado, irregularidad por la cual grupos de derechos humanos y juristas internacionales pretenden juzgar al Estado de Israel.
jf/ucl
PL-26
In an interview with the state owned Al-Ahram newspaper, Qutb said Egypt has the necessary documentation and confessions proving that weapons are smuggled into Gaza by people possessing Israeli citizenship.
He also alleged that some members of the Israeli Defense Forces (IDF) are involved in the smuggling and selling of Israeli weapons to the Strip. Qutb added that the deals and payment for the weapons are struck inside Israel.
Qutb did not show any documents to prove his allegations, but said that Egypt would never allow its border to be used for weapons smuggling. He also said that Egypt would refuse any security pact between the United States and Israel stipulating the presence of foreign monitors on its territory because this goes against its national security interests.
The tunnels between the Egypt-Gaza border were bombed consistently during the 22-day offensive Israel conducted on Gaza because Israel believes weapons going to Hamas come through these tunnels.
Israeli Foreign Minister Tzipi Livni told Israeli public radio Thursday that the option to bomb the tunnels once more was still on the table.
“If we have to act, we will do so, we will exercise our right to legitimate defense, we will not leave our fate … to the Egyptians nor to the Europeans, nor to the Americans,” she said.
Israeli Defense Minister Ehud Barak had given similar comments to Israeli public television earlier in the day, saying, “If we are forced to, there will be more attacks.”
Gaza-based Hamas officials entered Egypt Friday to hold further talks with Egyptian mediators on maintaining the ceasefire a day after IDF representative Amos Gilad was in Cairo for the very same reason.
ISRAEL TESTA NOVO TIPO DE ARMAS EM POPULAÇÃO DE GAZA, COM EFEITOS ATERRADORES!
População civil foi alvo dos testes de obuses contendo 116 bastões de fósforo branco e explosivos de liga de tungstênio, cobalto e níquel que provocaram mortes e graves mutilações
Em seus criminosos e indiscriminados ataques ao povo palestino da Faixa de Gaza, o exército de Israel empregou fósforo branco e usou a região como campo de provas para experimentos com explosivos com grande letalidade e capacidade de produzir ferimentos mais profundos e destrutivos. Há denúncias do uso de urânio depletado em obuses atirados sobre a população.
As denúncias partem das vítimas, de organizações internacionais de defesa dos direitos humanos (e inclusive por organizações israelenses), condenações sustentadas em documentos, fotos e depoimentos de conceituados especialistas.
“No hospital Al-Shifa de Gaza vimos vítimas de algo que tem todas as características de um novo tipo de arma testado pelos militares estadunidenses, conhecido como Explosivo de Metal Denso Inerte (DIME, pela sigla em inglês)”, declararam os médicos noruegueses Mads Gilbert e Erik Fosse, que trabalham na região há vinte anos. Eles conseguiram sair do território com 15 feridos graves pela fronteira com o Egito.
AMPUTADOS
São pequenas bombas envolvidas por carbono e uma camada de tungstênio, cobalto, níquel ou ferro cujo enorme poder de explosão se dissipa num raio de dez metros. “A dois metros corta o corpo no meio, a oito metros serra as pernas, abrasando-as como se tivessem sido atravessadas por milhares de agulhas. Não vimos corpos partidos, mas sim muitos amputados. Em 2006, houve algo parecido no sul do Líbano e vimos isso em Gaza naquele mesmo ano, durante a operação israelense ‘chuva de verão’. Os experimentos com ratos têm demonstrado que as partículas que permanecem no corpo são cancerígenas”, explicaram os médicos.
Um médico palestino, entrevistado no domingo pela rede de televisão Al Jazeera, relatou sua impotência em casos como estes: “Não há nenhum rastro visível de metal no corpo, mas há estranhas hemorragias internas. Uma matéria queima os vasos sanguíneos e causa a morte. Não podemos fazer nada”. Segundo a primeira equipe de médicos árabes autorizada a entrar no território ocupado, que chegou no hospital de Khan Yunes vinda do sul, tinham entrado “dezenas” de casos desse tipo.
O doutor Ahmed Abdu-laziz, professor de cirurgia Egípcio declarou: “Vimos corpos totalmente enegre-cidos. Vimos partes de corpos, como membros totalmente atingidos o indicam o uso de armas com DIME. Foi um massacre em todos os sentidos a intenção não era apenas de matar pessoas, mas de desfigurá-las”.
LABORATÓRIO
“Será que esta guerra é um laboratório para os fabricantes da morte? Em pleno século XXI não pode ser possível fechar um milhão e meio de pessoas e fazer com elas o que se quer, chamando-as de terroristas?”, disseram os especialistas noruegueses.
Em carta ao novo presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, embaixadores árabes acreditados na Áustria, encabeçados pelo príncipe Mansour Al-Saud, da Arábia Saudita, expressaram “nosso profundo sentimento e preocupação a respeito da informação que recebemos de que evidências de urânio depletado foram encontradas nas vítimas palestinas”.
A carta exige que o diretor geral da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), Mohamed El-Baradei, “urgentemente realize testes radiológicos e físicos para verificar a presença de urânio depletado nos armamentos usados por Israel na Faixa de Gaza”.
Já o uso de bombas de fósforo branco – banido pela Convenção da ONU de 1980 – pelas tropas israelenses não oferece dúvidas. Nafiz Abu Shabaan, chefe da unidade de queimaduras do hospital Al Shifa destacou a morte de 70 pacientes com queimaduras que denunciavam o uso do fósforo. “Pacientes com queimaduras relativamente pequenas, que deveriam sobreviver, faleciam de forma inesperada”.
“Não há controvérsias. Vimos militares israelenses que tinham bombas preparadas para lançar em Jabalia. Eram de fabricação americana, de 155 milímetros. E depois as vimos estourar no céu”, denunciou o insuspeito Mac Garlasco, antigo assessor do Pentágono e atual assessor em temas militares da Human Rights Watch. E ainda a edição digital do jornal The Times, mostrou um militar israelense manipulando projéteis de origem americana, do modelo M825A1, carregados de fósforo branco.
Os obuses contém 116 bastões de fósforo que incancescem em contato com o oxigênio chegando à temperatura de 800ºC.
O fósforo branco é usado como agente incendiário que produz terríveis queimaduras que chegam ao osso, atingindo órgãos internos como o coração, o fígado ou os rins.
Abu Shabaan declarou-se estupefato pelas características não usuais das feridas. “Começam com manchas pequenas e dentro de horas tornam-se grandes e profundas e em alguns casos chega-se ao ponto em que a condição geral do paciente piora de forma inesperada”, declarou. Os médicos também informaram sobre “um odor muito ruim vindo das feridas”.
Em muitos casos os pacientes foram atingidos por toxicidade grave e inesperada e tinham que ser levados às pressas para as UTIs. “Uma garota de três anos de idade foi submetida a uma tomografia por causa de uma ferida na cabeça. Quando voltou do exame, abrimos a ferida e saiu fumaça de dentro da ferida. Os cirurgiões usaram pinças para extrair uma substância da ferida que era como um algodão muito denso e que começou a queimar. A substância seguiu queimando até desaparecer. A criança, que era de Beit Lahya, norte de Gaza, morreu”, relatou Shabaan.
Matéria publicada no jornal israelense Haaretz, no dia 21, informa que as forças armadas de Israel já assumem que foram atirados 20 tiros de morteiro contendo fósforo branco sobre Beit Lahya. Segundo eles os disparos foram feitos por integrantes de uma brigada de paraquedistas. Os oficiais negam que o bombardeio tenha sido sobre civis. Dizem que os obuses eram direcionados a “pomares onde se escondiam membros do Hamas”.
O bombardeio israelense nos depósitos da principal instalação da ONU na cidade de Gaza, na quinta-feira, dia 15, também foi denunciado pelo uso de três bombas de fósforo branco. Pequenos pedaços de material incandescente foram vistos no local horas após as explosões.
O professor universitário israelense Ilan Pappe, em entrevista para o jornalista inglês Chris Arnot (do jornal The Guardian), descreveu como teve que deixar Israel após receber diversas ameaças de morte por ser contrário à ocupação dos territórios palestinos. Atualmente mora na Inglaterra onde nos últimos 18 meses trabalha no departamento de história da Universidade Exeter.
Na época em que deixou a Universidade de Haifa, uma foto sua apareceu no maior jornal de maior circulação de Israel (Yedioth Achronot) no centro de um alvo desenhado. Ao lado, um colunista escreveu: “Não estou dizendo a vocês para matar essa pessoa, mas não me surpreenderia se alguém o fizesse”. O ministro da ‘educação’ israelense pediu publicamente sua demissão.
Em 2005, Pappe e dois colegas escreveram na internet que os assentamentos israelenses estavam sendo retirados da Faixa Gaza para dar ao governo campo livre para bombardear a altamente povoada região. Quando o atual bombardeio começou no final do ano passado, Israel argumentou que estava tentando proteger seus cidadãos de foguetes atirados pelo Hamas. Mas “esses foguetes não começaram até Israel bloquear Gaza”, declarou.
As ameaças de morte já chegavam por carta, email e telefone desde que Pappe criticou o tratamento aos palestinos em um programa nacional de rádio.
Em 2006, Pappe passou a morar em Exeter, com sua esposa e seus dois filhos, de 11 e 14 anos. O temor pelas suas vidas foi uma das razões pelas quais deixou Haifa. “A outra razão foi que me sentia sufocado como intelectual”, disse.
O professor também relata em sua entrevista ao jornal inglês o período em que, aos 19 anos, serviu o exército israelense durante a invasão síria em 1973. “Eu me lembro do sargento nos dizendo que deveríamos matar os árabes ainda novos ou eles cresceriam e nos matariam”, disse. “E essa atitude é difundida. É por isso que os tanques, pilotos de F-16 e os comandantes de artilharia matam civis sem a menor hesitação. Eles são desumanizados durante toda sua vida”.
Ao mesmo tempo, Pappe afirmou que continua recebendo apoio de alguns colegas e muitos estudantes, particularmente palestinos. E acrescentou que também recebeu apoio externo, incluindo da Associação de Professores Universitários (AUT) da Inglaterra. “Acho que o meu pior crime foi quando apoiava boicote cultural e acadêmico a Israel para acabar com a ocupação. Tenho certeza que apenas uma forte pressão externa irá fazer com que Israel pare de destruir o povo palestino”.
Questionado por Arnot se não poderia entender a mentalidade dos israelenses diante “da crescente militância islâmica” ele respondeu: “Sim eu posso. Há temores coletivos genuínos. Mas penso que esses temores são manipulados através do sistema educacional e pela mídia para parecerem piores do que realmente são. E os israelenses não percebem que o seu comportamento está contribuindo para aumentar esses perigos”.
Depois de qualificar o massacre israelense contra a população de Gaza como “selvageria”, o primeiro-ministro da Turquia, Recep Tayyip Erdo-gan, questionou a permanência de Israel na Organização das Nações Unidas (ONU) durante o encontro com o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, que está na região para negociar um acordo de paz.
“Como um país assim, com essa atitude em relação às decisões da ONU, pode entrar pela porta das Nações Unidas”, indagou Erdogan.
O primeiro-ministro turco defendeu o reconhecimento do governo palestino democraticamente constituído sob o voto. “Se nós vamos aprofundar a democracia na região temos que respeitar a decisão do povo que foi às urnas”, disse.
A Turquia pediu aos mediadores da paz que incluam o Hamas nas negociações. Ahmet Davutoglu, mediador especial do governo turco para o Oriente Médio, explicou que, devido ao forte apoio que o grupo tem na população, os militantes do Hamas “não podem ser marginalizados”.
“Se cometermos um erro [nas negociações] nestes dois meses, arruinaremos os próximos cinco anos”, disse Davutoglu.
Bill Quigley, Counterpunch, 9-11/1/2009 (Direto de Rafah)http://www.counterpunch.org/quigley01092009.html
Bill Quigley é ativista de Direitos Humanos, professor da Faculdade de Direito em Loyola New Orleans.Está no Egito, como representante do Conselho Nacional de Advogados dos EUA, da Associação de Professores de Direito dos EUA, da Associação Internacional de Advogados pela Democracia e da Liga Pacifista dos EUA. Recebe e-mails em quigley77@gmail.com Kathy Kelly, coordenadora de “Vozes pela não-violência, e Audrey Stewart contribuíram no trabalho de entrevistar os médicos.
O Dr. Nicolas Doussis-Rassias e vários outros médicos voluntários estão acampados em Rafah, à espera, há vários dias. Nicolas e os outros médicos vieram a Rafah, para atravessar a fronteira e chegar a Gaza, para ajudar no socorro aos mais de 3.000 feridos pelas bombas e o pesado armamento dos israelenses.
Rafah é o ponto pelo qual é possível atravessar a fronteira para Gaza – e é o ponto mais fortemente armado de toda a fronteira; está a quatro da cidade do Cairo, por terra. Mal se consegue falar, porque os jatos super-sônicos, embora voem a grande altitude, geram uma espécie de explosão que provoca dor nos ouvidos (e provocam rompimento do tímpano, por exemplo, de recém-nascidos). Há explosões próximas, e o ar cheira a fumaça e borracha queimada.
“3.000 feridos à bala, por efeito de bombas, desmoronamentos ou soterramento saturariam até o sistema de assistência médica de Nova Iorque”, diz o Dr. Nicolas. “E já não há nenhum sistema de assistência médica em Gaza. A cidade está sem energia elétrica e sem água corrente. O sofrimento em Gaza é indescritível. Por isso temos de chegar até lá, com a máxima urgência.”
Mas hoje, em vez de estar trabalhando no socorro aos milhares de feridos, o Dr. Nicolas e vários outros médicos gregos, egípcios e outros estão detidos do lado egípcio da fronteira, carregando cartazes escritos à mão, com a marca da cruz vermelha que identifica os médicos até em campos de combate, nos quais se lê: “Somos médicos! Deixem-nos passar!”
Por que isso? Porque médicos de todo o mundo, do grupo “Médicos pela Paz” e de outras associações de voluntários, que estão chegando como podem a Rafah, estão já há sete dias impedidos de entrar em Gaza: não podem entrar nem pela fronteira com Israel nem pela fronteira com o Egito.
Nicolas não é radical anti-Israel. É apolítico, grego de nascimento, tem 49 anos e dois filhos. É presidente de uma organização grega de médicos voluntários, “Médicos pela Paz”. Esses médicos viajam às próprias expensas e trabalham voluntariamente no socorro a vítimas de guerras e de catástrofes naturais. Socorreram vítimas do furacão Mitch, na América Latina; vítimas dos tsunamis no Sri Lanka; vítimas de guerras no Líbano, na Sérvia, na Turquia e no Paquistão.
Pois as fronteiras de Gaza estão fechadas também para eles – o que, diz o Dr. Nicolas jamais aconteceu. “Nunca aconteceu de proibir-se a passagem de médicos, nem nas fronteiras mais militarizadas.”
Richard Falk, observador especial da ONU para assuntos de Direitos Humanos nos Territórios Palestinenses Ocupados, já denunciou inúmeras violações aos direitos humanos e à legislação humanitária da própria ONU nesse específico ponto da fronteira egípcia:
“Ações de Israel, especificadamente o total fechamento das vias de entrada e saída da Faixa de Gaza têm provocado severa falta de medicamentos e combustível (além da aguda falta de alimentos), o que tem impedido a aproximação de ambulâncias para atendimento e remoção dos feridos, e a incapacidade dos hospitais e médicos para prover atendimento e a medicação necessários, além da falta do equipamento médico indispensável; assim, os médicos e profissionais paramédicos que também estão sitiados em Gaza estão sendo impedidos de dar tratamento adequado aos feridos de guerra.”
Os habitantes de Gaza estão sem suficiente atendimento básico de saúde, de fato, já desde antes da invasão de Israel, por causa do bloqueio imposto à Faixa de Gaza, mas nas duas últimas semanas a situação agravou-se muito.
Falk, como inúmeros outros observadores, também condenam o lançamento de foguetes Qassams contra Israel. Desde o início da guerra, já morreram 12 israelenses; e morreram 800 gazenses. Mas a denúncia mais grave, de todas as graves denúncias do “Relatório Falk” à ONU, diz respeito aos ataques aéreos que Israel tem feito contra a Faixa de Gaza, e contra “os países que foram e continuam a ser cúmplices, direta ou indiretamente, das violações, por Israel, da lei internacional.”
Frida Berrigan chamou a atenção para o fato de que
“Durante o governo Bush, Israel recebeu mais de 21 bilhões de dólares para seus programas de segurança, dos quais 19 bilhões de ajuda direta para reequipamento do exército. O núcleo principal do atual arsenal bélico de Israel é equipamento que lhe chega pelos programas de cooperação dos EUA. Por exemplo, os EUA forneceu 226 jatos F16 e outros modelos de bombardeiros; mais de 700 tanques M-60, 6.000 veículos blindades, além de aviões e helicópteros para transporte de tropas, helicópteros de ataque, de serviços, para treinamento, bombas e mísseis táticos de vários tipos.”
Funcionários dos serviços médicos da Palestina dizem que mais da metade dos 800 palestinenses mortos e 3.000 feridos são civis. Negar socorro e assistência médica a civis feridos é violação flagrante de direitos humanos básicos.
O Egito está negando socorro médico à população de Gaza. Na estrada, a meio caminho da viagem entre Cairo e Rafah, vimos uma centena de jovens egípcios, bloqueando parte da estrada, em protesto contra a inação do governo egípcio.
Depois de sete dias de completo fechamento, há sinais de que algumas pessoas estão conseguindo atravessar a fronteira para o Egito. Voluntários egípcios da organização Crescente Vermelho (equivalente à Cruz Vermelha ocidental) foram autorizados a entregar suprimentos e alguns dos médicos que esperavam aqui também foram autorizados a entrar em Gaza. Com espalhafato e sirenes ligadas, entraram também 12 ambulâncias egípcias – as quais, contudo, atravessaram a fronteira e estacionaram, à espera de que os doentes e feridos chegassem (e não chegaram, pelo menos enquanto permanecemos ali). Duas ambulâncias saíram de Rafah, conduzindo feridos.
Hoje, os “Médicos pela Paz” não foram autorizados a entrar em Gaza. Alguns deles, exaustos depois de uma semana de espera, começam a voltar para casa. Nicolas disse que fica, e que tentará amanhã, novamente. Por quê? “Porque há 3.000 feridos em Gaza. Tenho de continuar tentando chegar lá.”
janeiro 23, 2009
CULATRA: Mulher queimada e enviuvada, vítima dos ataques israelenses deseja se tornar "mulher-bomba" e vingar mortes de marido e filhos ( em inglês )
Sabah Abu Halima, who lost her husband and four of her nine children in attacks on Gaza, prays for revenge and dreams of killing herself among Israelis
Sheera Frenkel in Gaza City and James Hider in Jerusalem
Two days after their last soldiers returned from Gaza, Israelis are asking increasingly whether the offensive had achieved anything other than spawning a new generation of potential suicide bombers.
The three-week war enjoyed massive popular support at the time but, with the guns silent, scathing criticism is emerging from the Left and the Right of Israel’s political divide.
The stated goal of Operation Cast Lead was to end Hamas’s constant rocket fire on southern Israel and weaken the Islamists’ grip on the territory. It has failed to achieve either. Hamas kept up its barrage of rockets to the very end of the campaign and has won new recruits for its cause.
In Shifa Hospital in Gaza City, Sabah Abu Halima, her body covered with burns from what are believed to be phosphorus shells, her husband and four of nine children dead, dreams of becoming a suicide bomber.
“I pray to Allah that I will have revenge, I pray and dream of killing myself among the Israelis,” she says. “I hope that on the last day of my life I kill as many of them as possible and make myself a martyr.”
Israel had hoped that its offensive would sow discontent with the Hamas movement, which had promised to turn the coastal territory into “a graveyard for Israeli soldiers”. Nearly 1,300 Palestinians were killed and thousands more wounded, according to local medics, while only 13 Israeli soldiers died — a statistic which allowed Israel to proclaim itself the victor of the war.
The casualties have failed to dent support for Hamas, with many in the hardest-hit Gaza neighbourhoods pledging their allegiance to the Islamists. There have been muted calls for Hamas to show more flexibility in its ceasefire negotiations with Israel and allow time for residents to recover and rebuild their homes but most feel that Hamas has gained political and international legitimacy in recent weeks.
“Hamas has reached a certain standing on the world stage. It is receiving attention and praise for what it did from other Arab nations,” said one Hamas activist.
“Hamas’s political and military leaders are with the civilians. We are with the people. This is the victory of Hamas against the occupation,” said Fawzi Barhoum, a Hamas spokesman.
Some Israeli analysts tend to agree. “We have not weakened Hamas. The vast majority of its combatants were not harmed and popular support for the organisation has in fact increased,” said Gideon Levy, a prominent commentator for the centre-left daily Haaretz. “Their war has intensified the ethos of resistance and determined endurance.”
Even Cabinet ministers who backed the offensive admitted that it had not achieved anything more than yet another shaky ceasefire with an Iranian-backed group that refuses to recognise Israel’s right to exist.
“Hamas has not been taken out, nor will we be able to take them out,” said Benjamin Ben-Eliezer, the National Infrastructure Minister and veteran Labour Party politician. “Theirs is an ideology and not just a military organisation, and it will remain.”
Criticism is even more scathing from the Israeli Right. “The soldiers succeeded, but the politicians failed,” said Avigdor Lieberman of the nationalist Yisrael Beiteinu Party, which has seen its support grow since the conflict. “They didn’t let the army complete the operation. What was achieved here? Zip, nada.”
Eli Yishai, the Finance Minister and head of the ultra-Orthodox religious party Shas, said that Israel should have kept fighting until Hamas was destroyed. “Now Hamas will rebuild its infrastructure with Iranian money and then they will resume the smuggling and continue firing at Israel. We should have finished the job – pull out the ground forces and continue striking from the air.
“We should have hit thousands more houses and reached a point in which they don’t dare shoot at Israel ever again.”
Gabriel Motzkin, an advocate of Israeli-Palestinian reform, said: “I’d say it was unclear what was achieved.” He pointed out that more than two years after the unpopular war in Lebanon critics label it a dismal failure while advocates claim that it has kept the northern border quiet.
Hamas is believed to have about 1,000 missiles in its arsenal and there is no shortage of fresh volunteers at the Shifa Hospital in Gaza City. “I want to be a resistance fighter to avenge what has been done to my family,” says Yousef, Sabah Abu Halima’s injured 16-year-old son.
“Nobody can guarantee that I will live anyway. The bombs can come back any day. I want to fight and I hope that I can be a member of the armed resistance.”
TIMES ONLINE
janeiro 16, 2009
ISRAEL próximo da SOLUÇÃO FINAL palestina anuncia cessar-fogo "unilateral! ( vários textos, não só em português )
Da Redação/PCS
As forças israelenses atacaram, nesta quinta-feira (15/01), o prédio onde funciona a Reuters, no centro de Gaza. Segundo a agência, um jornalista, da TV Abu Dhabi (Emirados Árabes), que trabalhava no 14º andar do prédio, ficou ferido.
As informações iniciais dão conta de que um míssil ou um foguete teria atingido o 13º andar do prédio, onde funciona uma produtora local. A sucursal da Reuters em Gaza funciona no 12º andar.
A Reuters informa que, antes do ataque, um porta-voz militar israelense conversou com funcionários da agência em Jerusalém para pedir a localização correta da empresa em Gaza. No início da guerra, a empresa tinha a garantia de não se tornar alvo de militares israelenses.
Depois do ataque, um porta-voz militar israelense informou que o ataque foi feito porque havia informações de que militantes do Hamas escondiam-se no prédio da imprensa.
Ainda na quinta, um prédio da ONU, onde se refugiam 700 pessoas, foi bombardeado em Gaza. Três funcionários da ONU ficaram feridos. O governo israelense classificou o ataque de “grande erro”.
O ministério da Saúde, controlado pelo Hamas, informa que ao menos 1.055 palestinos morreram na guerra. Do lado israelense, são 13 mortos – sendo três deles civis.
Federação Internacional de Jornalistas diz que vai investigar ataquesA Federação Internacional de Jornalistas (IFJ) disse nesta quinta (15/01) que pretende “investigar amplamente” o ataque à sede da Reuters em Gaza. A IFJ pede aos meios de comunicação em Gaza que partilhe informações para a investigação.
“Este último ataque contra a imprensa é uma prova irrefutável de que Israel persegue uma estratégia clara de intimidar a mídia do mundo, inclusive deliberadamente matando e ferindo jornalistas, em uma ação contra a informação independente sobre o conflito”, alegou Aidan White, secretário-geral da IFJ.
Com informações da Agência Reuters.
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Tirado do site da Igreja Renovada
Written by Administrator, on 20-Nov-2008
NORBERT LIETH
Em outras oportunidades já salientamos o paralelismo entre o reavivamento do “Maranata!” (“vem, nosso Senhor!”), um novo despertar entre os cristãos quanto à expectativa da iminente volta de Jesus, e o sionismo, o movimento para trazer os judeus da Diáspora (Dispersão) de volta para Eretz Israel (a Terra de Israel). Esses dois importantes processos deram-se quase simultaneamente. A revista “Christen an der Seite Israels” (“Cristãos que apóiam Israel”) publicou uma tabela cronológica do retorno dos judeus à sua antiga pátria:
1838: Em Viena (Áustria) foi fundada “Die Einheit” (“A Unidade”), uma organização judaica secreta destinada a fomentar a emigração dos judeus para a “Palestina”.
1840: Lord Palmerston, o ministro do Exterior britânico, encarrega a embaixada britânica na Turquia de interceder junto ao sultão turco pelo retorno dos judeus à “Palestina”.
1844: O pastor britânico Bradshaw sugere que sejam disponibilizadas consideráveis somas de dinheiro para uma nova colonização da Terra Santa.
1849: O coronel britânico e sionista cristão George Gawler (1796–1869) acompanha o filantropo judeu Sir Moses Montefiore em uma viagem à Terra Santa e convence-o a investir na reconstrução da nação judaica.
1860: Na cidade prussiana de Thorn realiza-se uma conferência judaica. É discutida a possibilidade de fundar uma nação judaica na “Palestina”.
1864: O cristão e sionista suíço Henri Dunant (fundador da Cruz Vermelha) solicita a Napoleão III e a outros chefes de Estado que apóiem o retorno dos judeus à Terra Santa.
1865: Após duas visitas à Terra Santa, o luterano e sionista alemão Dr. C. F. Zimpel publica um “Chamamento a toda a Cristandade e aos Judeus em prol da Libertação de Jerusalém”.
Pouco tempo mais tarde, Zimpel escreve profeticamente: “No final, a emigração para a Palestina será a única salvação para os judeus. Eles serão odiados por todos”.
1874: O filho do cristão sionista George Gawler, John Cox Gawler, dá continuidade à obra de seu pai e torna público um detalhado e prático projeto para a povoação de Eretz Israel (a terra de Israel) pelos judeus.
1875: O cristão sionista Henri Dunant funda em Londres a “Palestine Colonization Society”. Seu alvo: apoiar e facilitar o retorno dos judeus a Israel.
1878: O homem de negócios e missionário americano William Blackstone publica seu livrete “Jesus Vem”, no qual conclama a uma retomada da vida nacional judaica em Sião.
1881: No leste europeu, o movimento religioso-sionista “Hibbat Zion” (“Amor por Sião”) conclama à emigração judaica para a “Palestina”.
1882: O judeu alemão Leo Pinsker escreve seu livro “Auto-Emancipação”, onde apela aos judeus para que iniciem uma “volta nacional para as margens do rio Jordão”.
1882–1904: Mais de 25.000 judeus do leste europeu emigram para Eretz Israel (primeira “aliá” [imigração]).
1884: William Hechler, cristão sionista e pastor da embaixada britânica em Viena, escreve “A Volta dos Judeus à Palestina Segundo os Profetas”. Posteriormente, ele faz amizade com Theodor Herzl, a quem aconselha e aproxima dos líderes europeus.
1896: Theodor Herzl publica seu livro “O Estado Judeu”. A obra é a base do sionismo político e um guia para a fundação do novo Estado de Israel em 1948.
1897: Acontece o primeiro Congresso Sionista na Basiléia (Suíça). O sonho sionista de Herzl apela principalmente aos judeus do leste europeu, que iniciam a dura viagem a Israel. Convidados de honra do Congresso, além dos 159 delegados, foram os proeminentes sionistas cristãos pastor William Hechler, Henri Dunant e o pastor luterano alemão Dr. Johann Leptius.
O movimento religioso “Hibbat Zion” adere à Organização Sionista, de orientação secular.
1898: Após intenso lobby do pastor William Hechler, o imperador alemão Guilherme II foi o primeiro líder europeu a publicar um manifesto de apoio ao sionismo.
1914: Entre 1881 e 1914 mais de 60.000 judeus russos partem para Israel. Outros dois milhões fogem para os EUA e 200.000 vão para a Inglaterra.
1917: O ministro do Exterior britânico Lord Balfour declara que a Grã-Bretanha apóia oficialmente a fundação de um “lar judeu” na “Palestina”.
O presidente americano Woodrow Wilson apóia a “Declaração Balfour”. Ela passa a ser a base jurídica para futuros documentos da Liga das Nações e das Nações Unidas.
A partir de 1919: Primeira onda de emigração de judeus alemães para a “Palestina”.
1936–1939: O oficial britânico cristão Charles Orde Wingate forma tropas de combate judaicas na “Palestina”. Sob sua liderança, elas combatem o terrorismo árabe. Por sua postura sionista, ele é transferido em 1939.
1945, 30 de abril: Suicídio de Hitler.
1945, 9 de maio: Capitulação incondicional da Alemanha. Fim da Segunda Guerra Mundial, que dizimou aproximadamente 60 milhões de pessoas.
1948, 14 de maio: Fundação do Estado de Israel com a Declaração de Independência proferida por David Ben Gurion.
1949: Jerusalém torna-se novamente a capital de Israel.
1950: O sionista cristão Pierre von Paaschen publica o “Jewish Calling” (“Clamor Judeu”), onde transcreve o lamento de Raquel da seguinte maneira: “Se Israel morrer, Tua Torá ficará vazia e sem valor. O mundo não será salvo. Se Israel for apagado da face da terra, Tu não serás mais o Santo de Israel”.
1967: Durante a Guerra dos Seis Dias, Israel conquista a Judéia, a Samaria, as colinas de Golan, a Faixa de Gaza e Jerusalém Oriental. Inúmeros lugares sagrados do judaísmo e do cristianismo voltam ao domínio judeu.
A URSS rompe relações diplomáticas com Israel.
A Holanda assume a representação diplomática israelense na União Soviética, tornando-se responsável diante das autoridades pela emigração dos judeus soviéticos para Israel.
1971: Em uma carta dirigida ao jornal “L’Osservatore Romano” do Vaticano, o teólogo católico e sionista cristão John Oesterreicher critica a postura anti-israelense do jornal e da igreja católica: “Enquanto cristãos e muçulmanos usufruíam de liberdade religiosa em Israel sob o domínio jordaniano (1948–1967), os judeus eram privados desse direito. Eles não podiam nem orar junto ao Muro das Lamentações… Não se ouviu protestos dos cristãos contra a destruição de todas as sinagogas na parte oriental de Jerusalém, administrada pela Jordânia.”
1972: A partir desse ano cresce novamente a imigração de cidadãos judeus oriundos da URSS. Na década de 70 chegaram aproximadamente 100.000 judeus russos a Israel.
1989: De outubro de 1989 até o final de 1999, mais de 700.000 judeus russos chegam a Israel.
1998: O jovem Estado de Israel comemora seu 50º ano de existência.
1999: Israel tem mais de 6 milhões de habitantes, dos quais 4,8 milhões são judeus. O forte fluxo de imigrantes judeus do leste europeu se mantém.
Sob o título “Sensacional retorno à Bíblia”, o texto prossegue:
Depois que o imperador Constantino tornou-se cristão no ano 313 e da igreja ter perdido a expectativa de um reino divino… somente com a Reforma voltou-se a pensar no assunto.
Mas apenas no início do século 19 essa questão voltou a despertar maior interesse. Em 1826, cinqüenta teólogos e leigos reuniram-se no sul da Inglaterra para orar intensivamente e estudar a Bíblia… A revista “The Morningwatch” (“A Vigília da Manhã”) começou a ser editada. As mensagens bíblicas do reino messiânico e do lugar de Israel nesse reino foram redescobertas.
Vivemos em um tempo extraordinário, no limiar para a meia-noite. O Senhor quer despertar e santificar Sua Igreja. Em seu comentário sobre o Evangelho de Mateus, Ernst Kruppa escreve:
Certa vez li o Novo Testamento e sublinhei com uma caneta verde todas as passagens que falam da vinda do Senhor. No final da leitura, meu Novo Testamento estava quase todo verde. E eu mesmo pude me certificar de que a maioria das passagens que falam da volta de Jesus vem acompanhada de exortações à santificação diária. Isso deixou muito claro para mim que a volta de Jesus não é uma questão de números e datas, mas de santificação. A Palavra de Deus não nos ordena que façamos cálculos com datas – ela nos ordena que sejamos santos.
Lemos na parábola das dez virgens: “Mas, à meia-noite, ouviu-se um grito: Eis o noivo! Saí ao seu encontro!” (Mt 25.6). Seria extenso demais tratar aqui de todos os impressionantes sinais preparatórios do palco do fim dos tempos, que atualmente apontam para seu clímax. Nos últimos 150-200 anos irrompeu entre os judeus espalhados pelo mundo a idéia de voltarem para sua pátria, e paralelamente a Igreja de Jesus voltou a ter consciência do retorno do Senhor e do arrebatamento. Nesse período, sucederam-se duas guerras mundiais, acompanhadas de outros rumores de guerra (Mt 24.6). Desde o século 19 os terremotos aumentaram drasticamente e, como nunca antes na História, hoje temos os meios para ficar sabendo a respeito da sua ocorrência. Os desenvolvimentos na área da tecnologia sucederam-se em ritmo tão frenético que é quase impossível acompanhá-los. Além disso, os países da Europa estão com muita pressa para consolidar a sua união.
Parece que no século 19 uma roda começou repentinamente a se movimentar, que mais e mais engrenagens se uniram e que tudo passou a girar em velocidade cada vez maior. Maranata! Jesus está voltando! (Norbert Lieth – http://www.chamada.com.br/)
Last update : 20-Nov-2008
AMERICAN FREE PRESS
By Mark Anderson
McAllen, Texas – On Jan. 9, about 150 demonstrators here raised awareness in their community about U.S. policy regarding the brutal Israeli assault against Palestinians in Gaza. Some carried signs of heart-rending images of murdered mothers and children—the kind of images controlled American corporate newspapers would never print in a trillion years. However, the protesters—many of them from the local Muslim community, accompanied by other concerned Americans—know that the American people need to see such pictures if there is ever going to be a lasting, genuine peace in that tumultuous part of the world.
ARTICLE FOLLOWS AFTER VIDEOS
TEXAS PROTESTS SOUND OFF
http://www.youtube.com/watch?v=-SfmjlEnYOE&eurl=http://www.americanfreepress.net/html/palestinemassacre
American Free Press covered one in a series of protests by area people who also are getting together at local colleges and other venues to stress the need for peace and how to achieve it. While their weekly demonstrations could have concluded on Jan. 9, the growing turnout has prompted organizers to continue the demonstrations each Friday at a busy street in McAllen, a city of more than 100,000 people in Hidalgo County.
“1-2-3-4 — stop the killing, stop the war!!” the demonstrators loudly chanted, encouraging motorists to honk. Dozens of drivers did so approvingly. As far as one could tell, no one passing the demonstration openly expressed disapproval. Some drivers leaned on their horns to sustain the sound, as heard on an AFP news video posted at AmericanFreePress.net.
Among the demonstrators were young Muslim women, many of whom were dressed in traditional garb. Several of the protesters have relatives in Gaza and are shaken by the actions of Israeli military, which is using tanks, fighters bombers, artillery and ground troops against noncombatants consisting of largely unarmed villagers who, to add terrible insult to horrific injury, are barricaded in Gaza—a place where Palestinians long have been caged as Israel continues its decades-long plan to drive them from what was Palestine into small, highly-surveillanced, heavily-guarded areas such as Gaza and the West Bank.
The Gaza Strip, which borders Egypt, is just over twice the size of Washington D.C. It has 1.5 million people squeezed into it. Its west side faces the Mediterranean Sea, so their backs are against the water. Its electricity and currency come from Israel. About 80 percent of the people live below the poverty level in a place where small textile, agricultural and craft production fuels much of the economy.
Currently in Gaza, the Palestinians are not even allowed to leave what has been called “the world’s largest open-air prison,” nor are medicine and food allowed in since the shooting started in December, according to various world news reports, and confirmed by close observers who communicate with AFP. Shipments of vital necessities actually have been attacked by the Israeli military. Journalists, who have been targeted, sum it up as follows: no vital supplies go in, no sensitive information gets out.
But thanks to the Internet, camera-phones, brave reporters and other means, there is a leak that enables the truth to trickle out to the outside world.
Palestinian-American activist Hesham Tillawi—speaking Jan. 10 on the resumed radio show, When Worlds Collide*, on the Republic Broadcasting Network—told this AFP writer-host that his recent demonstration in Lafeyette, La., also went well, with more than 100 attending and passers-by expressing approval. In Tillawi’s view, the world has never witnessed abject brutality quite like this—with the world’s fourth largest military cowardly hurling heavy explosives at trapped villagers, as if it were engaging an enemy army. And to think, he said, that all that destructive power is in return for rockets fired into Israel by angry or misguided people from the Gaza side. These rockets, according to Tillawi, are makeshift fireworks with a little extra punch.
When this AFP writer was on assignment in San Antonio Jan. 4, the television news flashed death-counts of five or less on the Israeli side and nearly 500 on the Palestinian side, while trying to characterize the one-sided assault as just another “standoff” among many that have happened over the years; sort of like, “Here they go, again.”
One of the Texas demonstrators, Muslim-American Amin Abraham, said Israeli needs to abide by the Geneva Conventions. Beyond that, he expressed an even-handed outlook, saying, “We’re not here to protest one side against another; we’re here to talk justice. We’re not here to support Hamas. We’re here to protest the killing of innocent people. We need the world to stand up for what is right.”
An American demonstrator who preferred not to be named added that many Jewish people here and abroad “would agree with what we’re doing right now.” He added that he is taking part in February programs at South Texas Community College in nearby Weslaco, to continue discussing the situation in Gaza. This protester, focusing on American involvement in this matter, also noted: “This is a demonstration against U.S. policy.”
AFP talked to several protesters and could not find anyone who disagreed with the notion of eliminating U.S. foreign aid to the state of Israel, recognizing that much of that aid translates into U.S. military assistance. That includes protester Hasan Mohammed, a Muslim-American who appears on the above-noted AFP news video.
He did not mince words: “It’s little concentration camps [Gaza, West Bank and several other Palestinian areas]. They have no right to move from one place to another,” he said, adding that while the current assault is terrible, ongoing life in Gaza, a place he has resided in, is quite tragic by itself, as Israeli military and settlers will arrest, assault and sometimes kill any Palestinian who may wander into the wrong zone outside of approved Palestinian areas.
A reliable AFP source now residing somewhere is Gaza informed this newspaper: “There are anti-war demonstrations in Israel like Tel Aviv … the situation is really bad and drastic. Unless you are actually in Gaza, the rest [of the news] is indirect …you know what I mean, but the tragedy of Gaza is that they have not been allowed to move out or go out or something like that … they are a sitting-duck target. Also people—children—have starved to death, too. Maybe the parents died while trying to look for food … or a family member who lost everyone like 19 family members and being the only one left … it is so awful that I really have no words and hope that the bombings will stop if only for the psyche and stress of the people.”
“Transformar o nosso conteúdo acessível ao público internacional por meio de diferentes canais de distribuição tem sido uma prioridade para a Al Jazeera e esse acordo com o Independent faz parte dessa missão”, disse o diretor da emissora Tony Burman.
O diretor-editorial do Independent Jimmy Leach acredita que a parceria, além de oferecer um conteúdo diferenciado para os seus leitores, permite o crescimento da audiência em outros países.
A Al-Jazeera em inglês transmite sua programação para mais de 130 milhões de residências em todo o mundo. Por ser a primeira emissora em inglês baseada no Oriente Médio, ela tem acesso a informações, principalmente no mundo árabe, que os outros veículos não possuem.
1517-1917 A Palestina é parte do Império Otomano
janeiro 13, 2009
Esconderijo do HAMAS descoberto no Brasil!! Exigimos que Israel bombardeie tudo!! AGORA!

Os radicais islâmicos fundamentalistas até construíram uma reprodução em menor escala, mas em outro material e cor, da Kaaba ( veja a semelhança, na última foto deste post )

Aí, Israel, vocês podem soltar as bombas no horário em que todos estiverem assistindo a TV, que vai ser um puta recado para estes radicais nunca mais se meterem com vocês! Transmitido pela maior rede de televisão do Brasil!









TRIVELA
Carta Maior
CASA VIDA
Celso Lungaretti
CONVERSA AFIADA c/ Paulo Henrique Amorim
Desemprego Zero
Dicionário Jurídico – A a Z – Nota Dez
HORA DO POVO
IBGF – Instituto Brasileiro Giovanni Falcone
NOSSA HAPPYLÂNDIA
Portal IBASE
PROFESSOR HARIOVALDO ALMEIDA PRADO
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REVISTA FÓRUM – Outro mundo em debate
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