COMUNIQUE-SE
O jornalista iraquiano Ibrahim Jassam, que trabalhava como fotógrafo e cinegrafista para a Reuters, está preso há um ano pelas forças militares dos Estados Unidos no Iraque.
“Após um ano procurando obter informações específicas, ouvimos apenas acusações vagas e indefinidas. Para mim, isso é inaceitável,” disse David Schlesinger, editor chefe da Reuters.
Jassam foi detido por soldados americanos e iraquianos no dia 02/09/2008. Em novembro, a Corte Criminal Central do Iraque decidiu que não existem acusações contra o jornalista, mas ele continua detido em uma prisão construída no deserto, na divisa com o Kuwait.
“É apenas correto e justo que qualquer acusação específica contra um jornalista seja divulgada publicamente e tratada de maneira justa e rápida, com o jornalista tendo o direito de se defender de modo apropriado”, complementa Schlesinger.
As acusações contra Jassam não são divulgadas. Segundo a tenente-coronel Pat Johnson, porta-voz das forças americanas no Iraque, o jornalista teria relações com “atividades insurgentes”.
“Embora apreciemos a decisão da Corte Criminal Central do Iraque no caso de Ibrahim Jassam, a decisão dela não invalida as informações de inteligência que atualmente o apontam como ameaça à segurança e estabilidade iraquianas”, afirmou.
Com informações da Reuters.
setembro 3, 2009
CADÊ A LIBERDADE DE IMPRENSA? FOTÓGRAFO ESTÁ PRESO HÁ UM ANO POR MILITARES! FORA TIRANIA TOTALITÁRIA!
Bandeira da Coréia do Norte, país que não tem nada a ver com esta história…
Cinegrafista da Reuters está preso há um ano pelo Exército dos EUA
agosto 30, 2009
LIVRE!!! AL-ZIADI, HERÓI QUE SAPATOU O BUSH SAIRÁ DA INJUSTA CADEIA MAIS CEDO, DIZ SEU ADVOGADO [ EM ESPANHOL ]
Monumento representando o sapato de Alá na fuça de George W. Bush tornou-se um local de peregrinação tão importante para o Islã, quanto Meca tem sido nos últimos séculos
Periodista que atacó a zapatazos a ex presidente Bush saldrá de prisión antes de tiempo
29/ 08/ 2009
Moscú, 29 de agosto, RIA Novosti. El periodista iraquí Muntazer al Ziadi en prisión por lanzarle sus zapatos al ex presidente de Estados Unidos George W.Bush será liderado antes de tiempo, informó hoy el abogado del recluso, considerado héroe en su país, y la mayoría de estados de la comunidad árabe.
“Nos han informado de forma oficial la decisión del tribunal. La liberación anticipada de al Ziadi es una victoria de los medios de prensa iraquíes honestos e independientes, afirmó Karim al-Shujairi, abogado del célebre preso.
Precisó que su cliente será liberado por buena conducta el próximo 14 de septiembre, tres meses antes del plazo establecido en el veredicto del tribunal que lo condenó.
Tras considerar su acción como una agresión contra el líder de un país extranjero en el curso de una visita oficial, el Tribunal penal central de Iraq condenó a Ziadi a tres años de cárcel a partir del 14 de diciembre de 2008, cuando ocurrió el curioso incidente.
Apoyados por una parte considerable de la opinión pública iraquí y otros países de la región, los abogados apelaron el veredicto considerado desproporcionado por un acto de desprecio común en la cultura árabe, y desprovisto de connotaciones de violencia.
Finalmente, el tribunal satisfizo la apelación y redujo de tres a un año de prisión la condena a Ziadi.
El incidente que convirtió en héroe nacional Ziadi tuvo lugar en Bagdad durante una conferencia de prensa protagonizada por Bush y el primer ministro iraquí, Nuri al-Maliki.
Entonces, el periodista de 29, años lanzó contra Bush uno tras otros sus zaparos al tiempo que gritó: “toma tu beso de despedida, pedazo de perro en nombre de las viudas, huérfanos y todos los asesinados en Iraq”.
29/ 08/ 2009
Moscú, 29 de agosto, RIA Novosti. El periodista iraquí Muntazer al Ziadi en prisión por lanzarle sus zapatos al ex presidente de Estados Unidos George W.Bush será liderado antes de tiempo, informó hoy el abogado del recluso, considerado héroe en su país, y la mayoría de estados de la comunidad árabe.
“Nos han informado de forma oficial la decisión del tribunal. La liberación anticipada de al Ziadi es una victoria de los medios de prensa iraquíes honestos e independientes, afirmó Karim al-Shujairi, abogado del célebre preso.
Precisó que su cliente será liberado por buena conducta el próximo 14 de septiembre, tres meses antes del plazo establecido en el veredicto del tribunal que lo condenó.
Tras considerar su acción como una agresión contra el líder de un país extranjero en el curso de una visita oficial, el Tribunal penal central de Iraq condenó a Ziadi a tres años de cárcel a partir del 14 de diciembre de 2008, cuando ocurrió el curioso incidente.
Apoyados por una parte considerable de la opinión pública iraquí y otros países de la región, los abogados apelaron el veredicto considerado desproporcionado por un acto de desprecio común en la cultura árabe, y desprovisto de connotaciones de violencia.
Finalmente, el tribunal satisfizo la apelación y redujo de tres a un año de prisión la condena a Ziadi.
El incidente que convirtió en héroe nacional Ziadi tuvo lugar en Bagdad durante una conferencia de prensa protagonizada por Bush y el primer ministro iraquí, Nuri al-Maliki.
Entonces, el periodista de 29, años lanzó contra Bush uno tras otros sus zaparos al tiempo que gritó: “toma tu beso de despedida, pedazo de perro en nombre de las viudas, huérfanos y todos los asesinados en Iraq”.
RELEMBRE:
abril 7, 2009
FREE AL-ZEIDI!! Atirador de sapato no Bush tem pena reduzida!
O Jornalista iraquiano Muntazer al-Zaidi [ Que Deus lhe abençoe, cuide e proteja! ], punido por ter tacado [ainda que não acertado ] um sapato no Bush [ veja: http://www.youtube.com/watch?v=TDfr5ubQ8cQ ], teve sua pena rebaixada: de três para um ano de cadeia. A informação tá no site da Al Jazeera ( em inglês, you dumb peoples! )
Quem não tem cimitarra, vai de sapato mesmo! Saladino ficaria orgulhoso! Nós ficamos…março 13, 2009
Se tivesse acertado a sapatada, é bem capaz que tivesse pego a pena de morte…
FREE AL-ZAIDI
Jornalista que jogou sapatos em Bush é condenado a três anos de prisão
COMUNIQUE-SE
O jornalista Montader al-Zaidi ficará três anos preso, de acordo com decisão do Tribunal Central Criminal do Iraque, tomada nesta quinta-feira (12/03). Ele jogou seus sapatos contra o ex-presidente americano George W. Bush, durante coletiva, em 14/12. A defesa argumentou que a atitude do jornalista não poderia ser considerada um ataque a um chefe de Estado. O tribunal concordou e entendeu que o ato foi uma ofensa.
Se a atitude de al-Zaid fosse considerada agressão a um chefe de Estado, ele poderia ser condenado a 15 anos de prisão.
O jornalista, na primeira sessão do julgamento, em 19/02, justificou o ato como uma forma de vingar a “opressão dos Estados Unidos no Iraque”. “Senti que o sangue dos inocentes corria debaixo dos meus pés quando vi o sorriso de Bush, que veio para se despedir do Iraque (…) após deixar mais de um milhão de mártires, além da destruição econômica e social do país”, disse o jornalista na ocasião, segundo um de seus advogados.
Repórter da TV-Badadia, al-Zaidi tem 27 anos.
A organização Repórteres Sem Fronteiras e a Federação Internacional de Jornalistas (FIP) lamentaram a condenação do repórter. Para a RSF, em um país “onde escapam da Justiça tantos assassinatos de jornalistas, a condenação mais parece cinismo”. A organização deixou claro que não concorda com a atitude do jornalista, mas “nada justifica esta condenação à prisão”.
“A condenação é totalmente desproporcional”, manifestou-se Aidan White, secretário-geral da FIP. “O profissional cometeu um erro grave, mas era algo que poderia ter sido resolvido de uma maneira interna e não numa corte de justiça”, acrescentou.
A federação pediu redução da pena e pediu clemência.
As informações são da Agência EFE.
O jornalista Montader al-Zaidi ficará três anos preso, de acordo com decisão do Tribunal Central Criminal do Iraque, tomada nesta quinta-feira (12/03). Ele jogou seus sapatos contra o ex-presidente americano George W. Bush, durante coletiva, em 14/12. A defesa argumentou que a atitude do jornalista não poderia ser considerada um ataque a um chefe de Estado. O tribunal concordou e entendeu que o ato foi uma ofensa.
Se a atitude de al-Zaid fosse considerada agressão a um chefe de Estado, ele poderia ser condenado a 15 anos de prisão.
O jornalista, na primeira sessão do julgamento, em 19/02, justificou o ato como uma forma de vingar a “opressão dos Estados Unidos no Iraque”. “Senti que o sangue dos inocentes corria debaixo dos meus pés quando vi o sorriso de Bush, que veio para se despedir do Iraque (…) após deixar mais de um milhão de mártires, além da destruição econômica e social do país”, disse o jornalista na ocasião, segundo um de seus advogados.
Repórter da TV-Badadia, al-Zaidi tem 27 anos.
A organização Repórteres Sem Fronteiras e a Federação Internacional de Jornalistas (FIP) lamentaram a condenação do repórter. Para a RSF, em um país “onde escapam da Justiça tantos assassinatos de jornalistas, a condenação mais parece cinismo”. A organização deixou claro que não concorda com a atitude do jornalista, mas “nada justifica esta condenação à prisão”.
“A condenação é totalmente desproporcional”, manifestou-se Aidan White, secretário-geral da FIP. “O profissional cometeu um erro grave, mas era algo que poderia ter sido resolvido de uma maneira interna e não numa corte de justiça”, acrescentou.
A federação pediu redução da pena e pediu clemência.
As informações são da Agência EFE.

“Monumento ao sapato” em Tikrit virou local sagrado de peregrinação
VER TAMBÉM: Pela criação da “Ordem do Sapato”
Se tivesse acertado a sapatada, é bem capaz que tivesse pego a pena de morte…
FREE AL-ZAIDI
Jornalista que jogou sapatos em Bush é condenado a três anos de prisão
COMUNIQUE-SE
O jornalista Montader al-Zaidi ficará três anos preso, de acordo com decisão do Tribunal Central Criminal do Iraque, tomada nesta quinta-feira (12/03). Ele jogou seus sapatos contra o ex-presidente americano George W. Bush, durante coletiva, em 14/12. A defesa argumentou que a atitude do jornalista não poderia ser considerada um ataque a um chefe de Estado. O tribunal concordou e entendeu que o ato foi uma ofensa.
Se a atitude de al-Zaid fosse considerada agressão a um chefe de Estado, ele poderia ser condenado a 15 anos de prisão.
O jornalista, na primeira sessão do julgamento, em 19/02, justificou o ato como uma forma de vingar a “opressão dos Estados Unidos no Iraque”. “Senti que o sangue dos inocentes corria debaixo dos meus pés quando vi o sorriso de Bush, que veio para se despedir do Iraque (…) após deixar mais de um milhão de mártires, além da destruição econômica e social do país”, disse o jornalista na ocasião, segundo um de seus advogados.
Repórter da TV-Badadia, al-Zaidi tem 27 anos.
A organização Repórteres Sem Fronteiras e a Federação Internacional de Jornalistas (FIP) lamentaram a condenação do repórter. Para a RSF, em um país “onde escapam da Justiça tantos assassinatos de jornalistas, a condenação mais parece cinismo”. A organização deixou claro que não concorda com a atitude do jornalista, mas “nada justifica esta condenação à prisão”.
“A condenação é totalmente desproporcional”, manifestou-se Aidan White, secretário-geral da FIP. “O profissional cometeu um erro grave, mas era algo que poderia ter sido resolvido de uma maneira interna e não numa corte de justiça”, acrescentou.
A federação pediu redução da pena e pediu clemência.
As informações são da Agência EFE.
O jornalista Montader al-Zaidi ficará três anos preso, de acordo com decisão do Tribunal Central Criminal do Iraque, tomada nesta quinta-feira (12/03). Ele jogou seus sapatos contra o ex-presidente americano George W. Bush, durante coletiva, em 14/12. A defesa argumentou que a atitude do jornalista não poderia ser considerada um ataque a um chefe de Estado. O tribunal concordou e entendeu que o ato foi uma ofensa.
Se a atitude de al-Zaid fosse considerada agressão a um chefe de Estado, ele poderia ser condenado a 15 anos de prisão.
O jornalista, na primeira sessão do julgamento, em 19/02, justificou o ato como uma forma de vingar a “opressão dos Estados Unidos no Iraque”. “Senti que o sangue dos inocentes corria debaixo dos meus pés quando vi o sorriso de Bush, que veio para se despedir do Iraque (…) após deixar mais de um milhão de mártires, além da destruição econômica e social do país”, disse o jornalista na ocasião, segundo um de seus advogados.
Repórter da TV-Badadia, al-Zaidi tem 27 anos.
A organização Repórteres Sem Fronteiras e a Federação Internacional de Jornalistas (FIP) lamentaram a condenação do repórter. Para a RSF, em um país “onde escapam da Justiça tantos assassinatos de jornalistas, a condenação mais parece cinismo”. A organização deixou claro que não concorda com a atitude do jornalista, mas “nada justifica esta condenação à prisão”.
“A condenação é totalmente desproporcional”, manifestou-se Aidan White, secretário-geral da FIP. “O profissional cometeu um erro grave, mas era algo que poderia ter sido resolvido de uma maneira interna e não numa corte de justiça”, acrescentou.
A federação pediu redução da pena e pediu clemência.
As informações são da Agência EFE.

“Monumento ao sapato” em Tikrit virou local sagrado de peregrinação
VER TAMBÉM: Pela criação da “Ordem do Sapato”
dezembro 17, 2008
Já virou jogo online: JOGUE SAPATOS NO BUSH!!
É meio chatinho ( bom, para quem jogou TELEJOGO, talvez seja um pouco dinâmico demais ), mas tá legal:
Capa do Hora do Povo: Sapatada no Bush!
“A foto tirada no momento do ataque terrorista mostra os gases tóxicos penetrando nas narina do presidente dos EUA. Narinas estas que já devem ter inalado coisas muito loucas, noutros tempos…” - BFIIraquianos festejam nas ruas sapatada em Bush
Com as duas sapatadas desferidas pelo patriota Muntadar Al Zaidi, a encenação de Bush-Maliki foi para o vinagre. Ou, como destacou uma das organizações integrantes da Resistência
iraquiana, foi um “referendo contra o acordo”
Manifestações em Bagdá, Najaf, Faluja, Basra e outras cidades iraquianas comemoraram na segunda-feira dia 15 as sapatadas do jornalista Muntadar Al Zaidi no criminoso de guerra George W. Bush, em pleno QG da ocupação, na Zona Verde da capital iraquiana. “Toma o beijo da despedida, seu cachorro”, gritou Al Zaidi ao arremessar o primeiro sapato, que quase atingiu W. Bush, que teve de dar um mergulho, para escapar. Pouco antes, Bush havia enaltecido a escalada da invasão nos últimos
meses, e dito que sua viagem era “o beijo de despedida” ao Iraque. Nos países árabes, o arremesso de um sapato é um dos maiores insultos que podem ser feitos.
“PELAS VIÚVAS E ÓRFÃOS”
Logo em seguida, o jornalista arremessou seu segundo sapato, e gritou que esse era “pelas viúvas, pelos órfãos e por aqueles que foram mortos no Iraque”. O sapato passou zunindo pela cabeça de W. Bush – que se abaixou às pressas enquanto o primeiro-fantoche Nuri Al Maliki tentava dar uma de zagueiro -, e ainda pegou em cheio na bandeira dos EUA atrás deles. A motivação de Bush para ir a Bagdá era a aprovação, pelo governo e parlamento
fantoche, do acordo, ditado pelo Pentágono, que, em nome de marcar a retirada, “autoriza” presença militar permanente dos EUA no país (um corolário da lei de pilhagem do petróleo).
Mas, com as duas sapatadas desferidas pelo patriota Al Zaidi, a encenação Bush-Maliki foi para o vinagre. Ou, como destacou uma das organizações integrantes da Resistência iraquiana, foi um “referendo contra o acordo”. O vídeo da humilhante situação de Bush se abaixando para escapar dos sapatos correu mundo, e até virou joguinho na internet: acerte uma sapatada nele. Poucas vezes a impotência do invasor e seus lacaios, mesmo dentro da sua fortaleza, a Zona Verde, ficou tão patente. Ergueram muradas e mais muradas, inúmeros postos de checagem, e chega um patriota, com um par de sapatos, e coloca a invasão a nu. A ponto da mídia imperial se ver obrigada a registrar que as sapatadas marcam o melancólico fim do governo Bush.
Na manifestação na capital, um avantajado sapato acompanhava o letreiro: “fora EUA”. Milhares de pessoas, empunhando bandeiras iraquianas – daquelas que invasores e fantoches vivem tentando abolir –, exigiram a retirada imediata das tropas dos EUA e a libertação do jornalista. “Bush, Bush, ouça bem: dois sapatos em sua cabeça”, gritava a multidão. No mundo inteiro, e mais ainda, entre os povos árabes e islâmicos, Al Zaidi foi acolhido como herói. Após seu gesto, o jornalista foi agarrado e espancado ali mesmo por agentes americanos e colaboracionistas, e retirado do local. Há notícias de que foi levado para o campo de concentração dos EUA junto ao Aeroporto de
Bagdá. Mais de 200 advogados, inclusive o advogado-chefe de Saddam Hussein, Khalil Al Dulaimi, já se ofereceram para defender Al Zaidi (veja matéria). O canal de TV em que trabalha, a TV Bagdá, com sede no Egito, reiterou pedido de sua pronta libertação e responsabilizou o regime por sua integridade física.
E a ação de Al Zaidi vai fazendo escola: em Najaf, um comboio militar norte-americano foi repelido a sapatadas.
Com as duas sapatadas desferidas pelo patriota Muntadar Al Zaidi, a encenação de Bush-Maliki foi para o vinagre. Ou, como destacou uma das organizações integrantes da Resistência
iraquiana, foi um “referendo contra o acordo”Manifestações em Bagdá, Najaf, Faluja, Basra e outras cidades iraquianas comemoraram na segunda-feira dia 15 as sapatadas do jornalista Muntadar Al Zaidi no criminoso de guerra George W. Bush, em pleno QG da ocupação, na Zona Verde da capital iraquiana. “Toma o beijo da despedida, seu cachorro”, gritou Al Zaidi ao arremessar o primeiro sapato, que quase atingiu W. Bush, que teve de dar um mergulho, para escapar. Pouco antes, Bush havia enaltecido a escalada da invasão nos últimos
meses, e dito que sua viagem era “o beijo de despedida” ao Iraque. Nos países árabes, o arremesso de um sapato é um dos maiores insultos que podem ser feitos.“PELAS VIÚVAS E ÓRFÃOS”
Logo em seguida, o jornalista arremessou seu segundo sapato, e gritou que esse era “pelas viúvas, pelos órfãos e por aqueles que foram mortos no Iraque”. O sapato passou zunindo pela cabeça de W. Bush – que se abaixou às pressas enquanto o primeiro-fantoche Nuri Al Maliki tentava dar uma de zagueiro -, e ainda pegou em cheio na bandeira dos EUA atrás deles. A motivação de Bush para ir a Bagdá era a aprovação, pelo governo e parlamento
fantoche, do acordo, ditado pelo Pentágono, que, em nome de marcar a retirada, “autoriza” presença militar permanente dos EUA no país (um corolário da lei de pilhagem do petróleo).Mas, com as duas sapatadas desferidas pelo patriota Al Zaidi, a encenação Bush-Maliki foi para o vinagre. Ou, como destacou uma das organizações integrantes da Resistência iraquiana, foi um “referendo contra o acordo”. O vídeo da humilhante situação de Bush se abaixando para escapar dos sapatos correu mundo, e até virou joguinho na internet: acerte uma sapatada nele. Poucas vezes a impotência do invasor e seus lacaios, mesmo dentro da sua fortaleza, a Zona Verde, ficou tão patente. Ergueram muradas e mais muradas, inúmeros postos de checagem, e chega um patriota, com um par de sapatos, e coloca a invasão a nu. A ponto da mídia imperial se ver obrigada a registrar que as sapatadas marcam o melancólico fim do governo Bush.
Na manifestação na capital, um avantajado sapato acompanhava o letreiro: “fora EUA”. Milhares de pessoas, empunhando bandeiras iraquianas – daquelas que invasores e fantoches vivem tentando abolir –, exigiram a retirada imediata das tropas dos EUA e a libertação do jornalista. “Bush, Bush, ouça bem: dois sapatos em sua cabeça”, gritava a multidão. No mundo inteiro, e mais ainda, entre os povos árabes e islâmicos, Al Zaidi foi acolhido como herói. Após seu gesto, o jornalista foi agarrado e espancado ali mesmo por agentes americanos e colaboracionistas, e retirado do local. Há notícias de que foi levado para o campo de concentração dos EUA junto ao Aeroporto de
Bagdá. Mais de 200 advogados, inclusive o advogado-chefe de Saddam Hussein, Khalil Al Dulaimi, já se ofereceram para defender Al Zaidi (veja matéria). O canal de TV em que trabalha, a TV Bagdá, com sede no Egito, reiterou pedido de sua pronta libertação e responsabilizou o regime por sua integridade física.E a ação de Al Zaidi vai fazendo escola: em Najaf, um comboio militar norte-americano foi repelido a sapatadas.
Capa do Hora do Povo: Sapatada no Bush!
“A foto tirada no momento do ataque terrorista mostra os gases tóxicos penetrando nas narina do presidente dos EUA. Narinas estas que já devem ter inalado coisas muito loucas, noutros tempos…” - BFIIraquianos festejam nas ruas sapatada em Bush
Com as duas sapatadas desferidas pelo patriota Muntadar Al Zaidi, a encenação de Bush-Maliki foi para o vinagre. Ou, como destacou uma das organizações integrantes da Resistência
iraquiana, foi um “referendo contra o acordo”
Manifestações em Bagdá, Najaf, Faluja, Basra e outras cidades iraquianas comemoraram na segunda-feira dia 15 as sapatadas do jornalista Muntadar Al Zaidi no criminoso de guerra George W. Bush, em pleno QG da ocupação, na Zona Verde da capital iraquiana. “Toma o beijo da despedida, seu cachorro”, gritou Al Zaidi ao arremessar o primeiro sapato, que quase atingiu W. Bush, que teve de dar um mergulho, para escapar. Pouco antes, Bush havia enaltecido a escalada da invasão nos últimos
meses, e dito que sua viagem era “o beijo de despedida” ao Iraque. Nos países árabes, o arremesso de um sapato é um dos maiores insultos que podem ser feitos.
“PELAS VIÚVAS E ÓRFÃOS”
Logo em seguida, o jornalista arremessou seu segundo sapato, e gritou que esse era “pelas viúvas, pelos órfãos e por aqueles que foram mortos no Iraque”. O sapato passou zunindo pela cabeça de W. Bush – que se abaixou às pressas enquanto o primeiro-fantoche Nuri Al Maliki tentava dar uma de zagueiro -, e ainda pegou em cheio na bandeira dos EUA atrás deles. A motivação de Bush para ir a Bagdá era a aprovação, pelo governo e parlamento
fantoche, do acordo, ditado pelo Pentágono, que, em nome de marcar a retirada, “autoriza” presença militar permanente dos EUA no país (um corolário da lei de pilhagem do petróleo).
Mas, com as duas sapatadas desferidas pelo patriota Al Zaidi, a encenação Bush-Maliki foi para o vinagre. Ou, como destacou uma das organizações integrantes da Resistência iraquiana, foi um “referendo contra o acordo”. O vídeo da humilhante situação de Bush se abaixando para escapar dos sapatos correu mundo, e até virou joguinho na internet: acerte uma sapatada nele. Poucas vezes a impotência do invasor e seus lacaios, mesmo dentro da sua fortaleza, a Zona Verde, ficou tão patente. Ergueram muradas e mais muradas, inúmeros postos de checagem, e chega um patriota, com um par de sapatos, e coloca a invasão a nu. A ponto da mídia imperial se ver obrigada a registrar que as sapatadas marcam o melancólico fim do governo Bush.
Na manifestação na capital, um avantajado sapato acompanhava o letreiro: “fora EUA”. Milhares de pessoas, empunhando bandeiras iraquianas – daquelas que invasores e fantoches vivem tentando abolir –, exigiram a retirada imediata das tropas dos EUA e a libertação do jornalista. “Bush, Bush, ouça bem: dois sapatos em sua cabeça”, gritava a multidão. No mundo inteiro, e mais ainda, entre os povos árabes e islâmicos, Al Zaidi foi acolhido como herói. Após seu gesto, o jornalista foi agarrado e espancado ali mesmo por agentes americanos e colaboracionistas, e retirado do local. Há notícias de que foi levado para o campo de concentração dos EUA junto ao Aeroporto de
Bagdá. Mais de 200 advogados, inclusive o advogado-chefe de Saddam Hussein, Khalil Al Dulaimi, já se ofereceram para defender Al Zaidi (veja matéria). O canal de TV em que trabalha, a TV Bagdá, com sede no Egito, reiterou pedido de sua pronta libertação e responsabilizou o regime por sua integridade física.
E a ação de Al Zaidi vai fazendo escola: em Najaf, um comboio militar norte-americano foi repelido a sapatadas.
Com as duas sapatadas desferidas pelo patriota Muntadar Al Zaidi, a encenação de Bush-Maliki foi para o vinagre. Ou, como destacou uma das organizações integrantes da Resistência
iraquiana, foi um “referendo contra o acordo”Manifestações em Bagdá, Najaf, Faluja, Basra e outras cidades iraquianas comemoraram na segunda-feira dia 15 as sapatadas do jornalista Muntadar Al Zaidi no criminoso de guerra George W. Bush, em pleno QG da ocupação, na Zona Verde da capital iraquiana. “Toma o beijo da despedida, seu cachorro”, gritou Al Zaidi ao arremessar o primeiro sapato, que quase atingiu W. Bush, que teve de dar um mergulho, para escapar. Pouco antes, Bush havia enaltecido a escalada da invasão nos últimos
meses, e dito que sua viagem era “o beijo de despedida” ao Iraque. Nos países árabes, o arremesso de um sapato é um dos maiores insultos que podem ser feitos.“PELAS VIÚVAS E ÓRFÃOS”
Logo em seguida, o jornalista arremessou seu segundo sapato, e gritou que esse era “pelas viúvas, pelos órfãos e por aqueles que foram mortos no Iraque”. O sapato passou zunindo pela cabeça de W. Bush – que se abaixou às pressas enquanto o primeiro-fantoche Nuri Al Maliki tentava dar uma de zagueiro -, e ainda pegou em cheio na bandeira dos EUA atrás deles. A motivação de Bush para ir a Bagdá era a aprovação, pelo governo e parlamento
fantoche, do acordo, ditado pelo Pentágono, que, em nome de marcar a retirada, “autoriza” presença militar permanente dos EUA no país (um corolário da lei de pilhagem do petróleo).Mas, com as duas sapatadas desferidas pelo patriota Al Zaidi, a encenação Bush-Maliki foi para o vinagre. Ou, como destacou uma das organizações integrantes da Resistência iraquiana, foi um “referendo contra o acordo”. O vídeo da humilhante situação de Bush se abaixando para escapar dos sapatos correu mundo, e até virou joguinho na internet: acerte uma sapatada nele. Poucas vezes a impotência do invasor e seus lacaios, mesmo dentro da sua fortaleza, a Zona Verde, ficou tão patente. Ergueram muradas e mais muradas, inúmeros postos de checagem, e chega um patriota, com um par de sapatos, e coloca a invasão a nu. A ponto da mídia imperial se ver obrigada a registrar que as sapatadas marcam o melancólico fim do governo Bush.
Na manifestação na capital, um avantajado sapato acompanhava o letreiro: “fora EUA”. Milhares de pessoas, empunhando bandeiras iraquianas – daquelas que invasores e fantoches vivem tentando abolir –, exigiram a retirada imediata das tropas dos EUA e a libertação do jornalista. “Bush, Bush, ouça bem: dois sapatos em sua cabeça”, gritava a multidão. No mundo inteiro, e mais ainda, entre os povos árabes e islâmicos, Al Zaidi foi acolhido como herói. Após seu gesto, o jornalista foi agarrado e espancado ali mesmo por agentes americanos e colaboracionistas, e retirado do local. Há notícias de que foi levado para o campo de concentração dos EUA junto ao Aeroporto de
Bagdá. Mais de 200 advogados, inclusive o advogado-chefe de Saddam Hussein, Khalil Al Dulaimi, já se ofereceram para defender Al Zaidi (veja matéria). O canal de TV em que trabalha, a TV Bagdá, com sede no Egito, reiterou pedido de sua pronta libertação e responsabilizou o regime por sua integridade física.E a ação de Al Zaidi vai fazendo escola: em Najaf, um comboio militar norte-americano foi repelido a sapatadas.
novembro 2, 2008
agosto 19, 2008
Educação de qualidade: no Reino Unido, universidades estão mais envolvidas em pesquisas militares; e Iraque enviará bolsistas aos EUA, RU e Austrália
Edição Impressa 149 – Julho 2008
Pesquisa na área de defesa envolve universidades
Pesquisa na área de defesa envolve universidades
Universidades do Reino Unido estão mais envolvidas em pesquisas com finalidades militares do que se estimava oficialmente, de acordo com reportagem da revista Nature. A entidade Scientists for Global Responsibility (SGR), que prega a redução de gastos militares no país, publicou um estudo mostrando que, de 13 universidades pesquisadas, 12 receberam em média US$ 4,7 milhões cada uma para se engajar em pesquisa militar e de defesa entre 2005 e 2006. Algumas instituições chegaram a receber quase US$ 10 milhões. Os números contrastam com as estimativas anteriores da SGR, feitas a partir de informações oficiais, segundo as quais cada universidade britânica recebeu em média US$ 800 mil para pesquisas na área de defesa em 2004. Em vários casos, o dinheiro vem de fontes governamentais e comerciais. Corporações da área de defesa sediadas no Reino Unido, como a BAE Systems, a Rolls Royce e a QinetiQ, além da norte-americana Lockheed Martin, foram os principais financiadores das instituições acadêmicas.
Renascer das cinzas
O “Iraque” [ aspas do blog ] planeja investir US$ 1 bilhão em educação superior para resgatar e ampliar a capacidade científica do país, destruída pela guerra civil. A Iniciativa pela Educação no Iraque, prevista para ser implantada de 2009 a 2013, foi anunciada por Zuhair A. G. Humadi, conselheiro do vice-presidente iraquiano Adil Abdul Mahdi. O programa será financiado com dividendos do comércio de petróleo [ OBS: "Já vi esse filme..." ] e prevê, entre outras medidas, a reconstrução da infra-estrutura universitária. Mas o ponto forte é o envio ao exterior de 10 mil estudantes para fazer cursos de graduação e pós-graduação em universidades da Austrália, Canadá, Estados Unidos e Reino Unido. Para prevenir a fuga de cérebros, os jovens se comprometerão a retornar ao país no final do curso ou terão de devolver o investimento feito pelo governo. Fawzi Al Naima, ex-reitor do Colégio de Engenharia da Universidade Nahrain em Bagdá, elogiou o plano. “É urgente reabilitar as universidades e construir novas”, disse à agência de notícias SciDev.Net. Al Naima, que hoje trabalha na Universidade de Engenharia e Tecnologia Taxila, no Paquistão, diz que a iniciativa deveria incentivar o regresso de professores que, como ele, foram forçados a deixar o país.
EUA encabeçam contingente de 180 mil soldados de 20 países no Iraque ( trecho )
O “Iraque” [ aspas do blog ] planeja investir US$ 1 bilhão em educação superior para resgatar e ampliar a capacidade científica do país, destruída pela guerra civil. A Iniciativa pela Educação no Iraque, prevista para ser implantada de 2009 a 2013, foi anunciada por Zuhair A. G. Humadi, conselheiro do vice-presidente iraquiano Adil Abdul Mahdi. O programa será financiado com dividendos do comércio de petróleo [ OBS: "Já vi esse filme..." ] e prevê, entre outras medidas, a reconstrução da infra-estrutura universitária. Mas o ponto forte é o envio ao exterior de 10 mil estudantes para fazer cursos de graduação e pós-graduação em universidades da Austrália, Canadá, Estados Unidos e Reino Unido. Para prevenir a fuga de cérebros, os jovens se comprometerão a retornar ao país no final do curso ou terão de devolver o investimento feito pelo governo. Fawzi Al Naima, ex-reitor do Colégio de Engenharia da Universidade Nahrain em Bagdá, elogiou o plano. “É urgente reabilitar as universidades e construir novas”, disse à agência de notícias SciDev.Net. Al Naima, que hoje trabalha na Universidade de Engenharia e Tecnologia Taxila, no Paquistão, diz que a iniciativa deveria incentivar o regresso de professores que, como ele, foram forçados a deixar o país.
EUA encabeçam contingente de 180 mil soldados de 20 países no Iraque ( trecho )
” (…) Hoje, os países que contribuem de forma mais significativa com os esforço bélico americano são Reino Unido, Austrália, Coréia do Sul, Polônia, Geórgia, Romênia e El Salvador (…)”.
junho 11, 2008
Bush não lamenta invasão no Iraque
Correio da Manhã, 11.06.08
O Presidente dos EUA, George W. Bush, afirmou esta quarta-feira que não lamenta ter ordenado a invasão no Iraque, iniciada em Março de 2003.
À margem de uma reunião com a chanceler alemã, Angela Merkel, Bush garantiu que não está arrependido e que “destituir Saddam Hussein fez do mundo um lugar mais seguro”.
Bush realiza a última viagem à Europa antes de deixar a Casa Branca. O presidente norte-americano está no seu segundo mandato e não pode voltar a concorrer.
À margem de uma reunião com a chanceler alemã, Angela Merkel, Bush garantiu que não está arrependido e que “destituir Saddam Hussein fez do mundo um lugar mais seguro”.
Bush realiza a última viagem à Europa antes de deixar a Casa Branca. O presidente norte-americano está no seu segundo mandato e não pode voltar a concorrer.






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