ENCALHE

julho 11, 2009

União bate recorde de investimento

MAIOR NÍVEL DESDE O PLANO REAL NÃO GARANTE EXECUÇÃO NEM DE 50% DO ORÇAMENTO
Apesar do agravamento da crise financeira mundial e da queda da arrecadação tributária, o nível de investimentos da União cresceu no primeiro semestre. É o que mostra levantamento realizado pela ONG Contas Abertas com dados do Sistema Integrado de Administração Financeira (Siafi). As despesas do Governo Federal com obras e compra de equipamentos chegaram a R$ 11 bilhões, valor 12,2% superior ao registrado no mesmo período de 2008, quando foram investidos R$ 9,8 bilhões.
De acordo com o levantamento, a quantia é a maior já registrada desde o lançamento do Plano Real, em 1994. Ainda que os investimentos tenham atingido montante recorde, eles representam apenas pouco mais de 20% do total previsto para 2009 no Orçamento da União, que soma R$ 50,5 bilhões.
Segundo o levantamento, se a União seguir com média mensal de gastos de R$ 1,83 bilhão, serão aplicados até o fim do ano R$ 22,3 bilhões, ou seja, 44% do previsto para o ano. De acordo com a pesquisa, o órgão federal que mais investiu no primeiro semestre foi o Ministério dos Transportes – R$ 2,9 bilhões. A maior parte do desembolso foi destinada a obras previstas no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).
Um dos mais maiores investimentos do ministério no período foi a construção das eclusas da usina de Tucuruí, no Rio Tocantins (PA), que recebeu R$ 227 milhões. Outro órgão federal que também teve destaque no levantamento foi o Ministério das Cidades, que registrou no primeiro semestre um total de R$ 1,4 bilhão em investimentos. Por volta de R$ 841 milhões desses recursos foram empregados em programas de urbanização e saneamento urbano, muitos deles também previstos no PAC.
Entrevistado pela ONG, o vice-presidente do Sindicato dos Economistas do Estado de São Paulo, Paulo Brasil, atribuiu o aumento dos investimentos à expectativa política em torno do êxito do PAC. “Durante o primeiro mandato do governo Lula, a média anual de investimentos no primeiro semestre foi de R$ 3 bilhões. No mesmo período, em 2007, com o lançamento do PAC, e nos dois anos seguintes, a média desembolsada triplicou, atingindo R$ 8,9 bilhões”, avaliou.
MONITOR MERCANTIL
10.07.09

março 31, 2009

"Lento aprendizado", por Antonio Delfim Netto

28/03/2009
Com bastante freqüência surgem críticas ao andamento das obras do PAC, o programa de aceleração do crescimento do governo Lula: que os investimentos prometidos não se realizam, que as obras não saem do papel porque se perdem no cipoal burocrático, enfim, as coisas não vão bem e vai fracassar o empenho de reconstruir a infra-estrutura física do País. Muitas dessas críticas não prosperam diante da realidade que mostra o progresso de obras nos setores rodoviário e ferroviário e no campo da produção e distribuição da energia limpa das hidrelétricas, cujo marco mais visível é o complexo do rio Madeira, no extremo oeste. É preciso reconhecer, no entanto, a permanência de sérios embaraços burocráticos emperrando o programa. Além da desorganização administrativa, se sobrepõe a dificuldade em atender às exigências ora do Ministério Público, ora do Tribunal de Contas. Esta semana, ao explicar porque não vai conseguir gastar este ano os quase R$ 10 bilhões que foram reservados para as obras de recuperação da infra-estrutura de transportes, o próprio diretor do Denit responsabilizou a burocracia. Nada disso está impedindo o progresso do PAC. A terrível burocracia perturba a marcha do programa, mas não interrompeu o seu andamento. Uma coisa é certa: se observarmos os gastos de investimento do governo, eles estão crescendo de maneira muito robusta. Costuma-se medir esse aumento em termos de porcentagem do PIB, mas esta é uma medida enganosa que, às vezes, esconde alguns resultados substanciais. Quando se transforma essa medida em investimentos reais vê-se o quanto eles cresceram nos últimos anos. No governo Lula, os investimentos começaram lentamente, foram aumentando e agora estão crescendo em torno de 20% ao ano. Este governo tem algumas características interessantes. Ao longo do tempo, ele desenvolveu uma espécie de aprendizado que lhe permitiu voltar a investir. O PAC é um achado que o ajudou a avançar no aprendizado, a melhorar a qualidade dos investimentos e a convencê-lo que precisava de bons projetos e de uma administração mais eficaz para realizá-los. O Programa de Aceleração do Crescimento é o que de melhor o Brasil tem hoje para agir contra os efeitos dessa crise que veio de fora para perturbar o nosso desenvolvimento. Não importa a crítica que aponta lentidão em alguns setores, o que realmente importa é que a velocidade está crescendo. Tão importante, ou mais, é vencer a burocracia que impede a eliminação dos gargalos na infra-estrutura para destravar a atividade econômica. Por exemplo, na recuperação de estradas: domingo passado reportagem da Folha de São Paulo mostrou o estado de destruição das BRs 364 e 163 por onde escoa a produção agro pastoril de Mato Grosso, Rondônia, Goiás e Mato Grosso do Sul. Aquelas rodovias foram pavimentadas nas décadas de 70 e 80, viabilizando a expansão da nova fronteira agrícola, que hoje é a maior produtora de grãos e carnes do País. Desde então são quase 30 anos de desgaste. Os custos do transporte já inviabilizam a produção em diversas áreas. O PAC tem as ferramentas para evitar que elas terminem isoladas do restante do País.

"Lento aprendizado", por Antonio Delfim Netto

28/03/2009
Com bastante freqüência surgem críticas ao andamento das obras do PAC, o programa de aceleração do crescimento do governo Lula: que os investimentos prometidos não se realizam, que as obras não saem do papel porque se perdem no cipoal burocrático, enfim, as coisas não vão bem e vai fracassar o empenho de reconstruir a infra-estrutura física do País. Muitas dessas críticas não prosperam diante da realidade que mostra o progresso de obras nos setores rodoviário e ferroviário e no campo da produção e distribuição da energia limpa das hidrelétricas, cujo marco mais visível é o complexo do rio Madeira, no extremo oeste. É preciso reconhecer, no entanto, a permanência de sérios embaraços burocráticos emperrando o programa. Além da desorganização administrativa, se sobrepõe a dificuldade em atender às exigências ora do Ministério Público, ora do Tribunal de Contas. Esta semana, ao explicar porque não vai conseguir gastar este ano os quase R$ 10 bilhões que foram reservados para as obras de recuperação da infra-estrutura de transportes, o próprio diretor do Denit responsabilizou a burocracia. Nada disso está impedindo o progresso do PAC. A terrível burocracia perturba a marcha do programa, mas não interrompeu o seu andamento. Uma coisa é certa: se observarmos os gastos de investimento do governo, eles estão crescendo de maneira muito robusta. Costuma-se medir esse aumento em termos de porcentagem do PIB, mas esta é uma medida enganosa que, às vezes, esconde alguns resultados substanciais. Quando se transforma essa medida em investimentos reais vê-se o quanto eles cresceram nos últimos anos. No governo Lula, os investimentos começaram lentamente, foram aumentando e agora estão crescendo em torno de 20% ao ano. Este governo tem algumas características interessantes. Ao longo do tempo, ele desenvolveu uma espécie de aprendizado que lhe permitiu voltar a investir. O PAC é um achado que o ajudou a avançar no aprendizado, a melhorar a qualidade dos investimentos e a convencê-lo que precisava de bons projetos e de uma administração mais eficaz para realizá-los. O Programa de Aceleração do Crescimento é o que de melhor o Brasil tem hoje para agir contra os efeitos dessa crise que veio de fora para perturbar o nosso desenvolvimento. Não importa a crítica que aponta lentidão em alguns setores, o que realmente importa é que a velocidade está crescendo. Tão importante, ou mais, é vencer a burocracia que impede a eliminação dos gargalos na infra-estrutura para destravar a atividade econômica. Por exemplo, na recuperação de estradas: domingo passado reportagem da Folha de São Paulo mostrou o estado de destruição das BRs 364 e 163 por onde escoa a produção agro pastoril de Mato Grosso, Rondônia, Goiás e Mato Grosso do Sul. Aquelas rodovias foram pavimentadas nas décadas de 70 e 80, viabilizando a expansão da nova fronteira agrícola, que hoje é a maior produtora de grãos e carnes do País. Desde então são quase 30 anos de desgaste. Os custos do transporte já inviabilizam a produção em diversas áreas. O PAC tem as ferramentas para evitar que elas terminem isoladas do restante do País.

"Lento aprendizado", por Antonio Delfim Netto

28/03/2009
Com bastante freqüência surgem críticas ao andamento das obras do PAC, o programa de aceleração do crescimento do governo Lula: que os investimentos prometidos não se realizam, que as obras não saem do papel porque se perdem no cipoal burocrático, enfim, as coisas não vão bem e vai fracassar o empenho de reconstruir a infra-estrutura física do País. Muitas dessas críticas não prosperam diante da realidade que mostra o progresso de obras nos setores rodoviário e ferroviário e no campo da produção e distribuição da energia limpa das hidrelétricas, cujo marco mais visível é o complexo do rio Madeira, no extremo oeste. É preciso reconhecer, no entanto, a permanência de sérios embaraços burocráticos emperrando o programa. Além da desorganização administrativa, se sobrepõe a dificuldade em atender às exigências ora do Ministério Público, ora do Tribunal de Contas. Esta semana, ao explicar porque não vai conseguir gastar este ano os quase R$ 10 bilhões que foram reservados para as obras de recuperação da infra-estrutura de transportes, o próprio diretor do Denit responsabilizou a burocracia. Nada disso está impedindo o progresso do PAC. A terrível burocracia perturba a marcha do programa, mas não interrompeu o seu andamento. Uma coisa é certa: se observarmos os gastos de investimento do governo, eles estão crescendo de maneira muito robusta. Costuma-se medir esse aumento em termos de porcentagem do PIB, mas esta é uma medida enganosa que, às vezes, esconde alguns resultados substanciais. Quando se transforma essa medida em investimentos reais vê-se o quanto eles cresceram nos últimos anos. No governo Lula, os investimentos começaram lentamente, foram aumentando e agora estão crescendo em torno de 20% ao ano. Este governo tem algumas características interessantes. Ao longo do tempo, ele desenvolveu uma espécie de aprendizado que lhe permitiu voltar a investir. O PAC é um achado que o ajudou a avançar no aprendizado, a melhorar a qualidade dos investimentos e a convencê-lo que precisava de bons projetos e de uma administração mais eficaz para realizá-los. O Programa de Aceleração do Crescimento é o que de melhor o Brasil tem hoje para agir contra os efeitos dessa crise que veio de fora para perturbar o nosso desenvolvimento. Não importa a crítica que aponta lentidão em alguns setores, o que realmente importa é que a velocidade está crescendo. Tão importante, ou mais, é vencer a burocracia que impede a eliminação dos gargalos na infra-estrutura para destravar a atividade econômica. Por exemplo, na recuperação de estradas: domingo passado reportagem da Folha de São Paulo mostrou o estado de destruição das BRs 364 e 163 por onde escoa a produção agro pastoril de Mato Grosso, Rondônia, Goiás e Mato Grosso do Sul. Aquelas rodovias foram pavimentadas nas décadas de 70 e 80, viabilizando a expansão da nova fronteira agrícola, que hoje é a maior produtora de grãos e carnes do País. Desde então são quase 30 anos de desgaste. Os custos do transporte já inviabilizam a produção em diversas áreas. O PAC tem as ferramentas para evitar que elas terminem isoladas do restante do País.

"Lento aprendizado", por Antonio Delfim Netto

28/03/2009
Com bastante freqüência surgem críticas ao andamento das obras do PAC, o programa de aceleração do crescimento do governo Lula: que os investimentos prometidos não se realizam, que as obras não saem do papel porque se perdem no cipoal burocrático, enfim, as coisas não vão bem e vai fracassar o empenho de reconstruir a infra-estrutura física do País. Muitas dessas críticas não prosperam diante da realidade que mostra o progresso de obras nos setores rodoviário e ferroviário e no campo da produção e distribuição da energia limpa das hidrelétricas, cujo marco mais visível é o complexo do rio Madeira, no extremo oeste. É preciso reconhecer, no entanto, a permanência de sérios embaraços burocráticos emperrando o programa. Além da desorganização administrativa, se sobrepõe a dificuldade em atender às exigências ora do Ministério Público, ora do Tribunal de Contas. Esta semana, ao explicar porque não vai conseguir gastar este ano os quase R$ 10 bilhões que foram reservados para as obras de recuperação da infra-estrutura de transportes, o próprio diretor do Denit responsabilizou a burocracia. Nada disso está impedindo o progresso do PAC. A terrível burocracia perturba a marcha do programa, mas não interrompeu o seu andamento. Uma coisa é certa: se observarmos os gastos de investimento do governo, eles estão crescendo de maneira muito robusta. Costuma-se medir esse aumento em termos de porcentagem do PIB, mas esta é uma medida enganosa que, às vezes, esconde alguns resultados substanciais. Quando se transforma essa medida em investimentos reais vê-se o quanto eles cresceram nos últimos anos. No governo Lula, os investimentos começaram lentamente, foram aumentando e agora estão crescendo em torno de 20% ao ano. Este governo tem algumas características interessantes. Ao longo do tempo, ele desenvolveu uma espécie de aprendizado que lhe permitiu voltar a investir. O PAC é um achado que o ajudou a avançar no aprendizado, a melhorar a qualidade dos investimentos e a convencê-lo que precisava de bons projetos e de uma administração mais eficaz para realizá-los. O Programa de Aceleração do Crescimento é o que de melhor o Brasil tem hoje para agir contra os efeitos dessa crise que veio de fora para perturbar o nosso desenvolvimento. Não importa a crítica que aponta lentidão em alguns setores, o que realmente importa é que a velocidade está crescendo. Tão importante, ou mais, é vencer a burocracia que impede a eliminação dos gargalos na infra-estrutura para destravar a atividade econômica. Por exemplo, na recuperação de estradas: domingo passado reportagem da Folha de São Paulo mostrou o estado de destruição das BRs 364 e 163 por onde escoa a produção agro pastoril de Mato Grosso, Rondônia, Goiás e Mato Grosso do Sul. Aquelas rodovias foram pavimentadas nas décadas de 70 e 80, viabilizando a expansão da nova fronteira agrícola, que hoje é a maior produtora de grãos e carnes do País. Desde então são quase 30 anos de desgaste. Os custos do transporte já inviabilizam a produção em diversas áreas. O PAC tem as ferramentas para evitar que elas terminem isoladas do restante do País.

"Lento aprendizado", por Antonio Delfim Netto

28/03/2009
Com bastante freqüência surgem críticas ao andamento das obras do PAC, o programa de aceleração do crescimento do governo Lula: que os investimentos prometidos não se realizam, que as obras não saem do papel porque se perdem no cipoal burocrático, enfim, as coisas não vão bem e vai fracassar o empenho de reconstruir a infra-estrutura física do País. Muitas dessas críticas não prosperam diante da realidade que mostra o progresso de obras nos setores rodoviário e ferroviário e no campo da produção e distribuição da energia limpa das hidrelétricas, cujo marco mais visível é o complexo do rio Madeira, no extremo oeste. É preciso reconhecer, no entanto, a permanência de sérios embaraços burocráticos emperrando o programa. Além da desorganização administrativa, se sobrepõe a dificuldade em atender às exigências ora do Ministério Público, ora do Tribunal de Contas. Esta semana, ao explicar porque não vai conseguir gastar este ano os quase R$ 10 bilhões que foram reservados para as obras de recuperação da infra-estrutura de transportes, o próprio diretor do Denit responsabilizou a burocracia. Nada disso está impedindo o progresso do PAC. A terrível burocracia perturba a marcha do programa, mas não interrompeu o seu andamento. Uma coisa é certa: se observarmos os gastos de investimento do governo, eles estão crescendo de maneira muito robusta. Costuma-se medir esse aumento em termos de porcentagem do PIB, mas esta é uma medida enganosa que, às vezes, esconde alguns resultados substanciais. Quando se transforma essa medida em investimentos reais vê-se o quanto eles cresceram nos últimos anos. No governo Lula, os investimentos começaram lentamente, foram aumentando e agora estão crescendo em torno de 20% ao ano. Este governo tem algumas características interessantes. Ao longo do tempo, ele desenvolveu uma espécie de aprendizado que lhe permitiu voltar a investir. O PAC é um achado que o ajudou a avançar no aprendizado, a melhorar a qualidade dos investimentos e a convencê-lo que precisava de bons projetos e de uma administração mais eficaz para realizá-los. O Programa de Aceleração do Crescimento é o que de melhor o Brasil tem hoje para agir contra os efeitos dessa crise que veio de fora para perturbar o nosso desenvolvimento. Não importa a crítica que aponta lentidão em alguns setores, o que realmente importa é que a velocidade está crescendo. Tão importante, ou mais, é vencer a burocracia que impede a eliminação dos gargalos na infra-estrutura para destravar a atividade econômica. Por exemplo, na recuperação de estradas: domingo passado reportagem da Folha de São Paulo mostrou o estado de destruição das BRs 364 e 163 por onde escoa a produção agro pastoril de Mato Grosso, Rondônia, Goiás e Mato Grosso do Sul. Aquelas rodovias foram pavimentadas nas décadas de 70 e 80, viabilizando a expansão da nova fronteira agrícola, que hoje é a maior produtora de grãos e carnes do País. Desde então são quase 30 anos de desgaste. Os custos do transporte já inviabilizam a produção em diversas áreas. O PAC tem as ferramentas para evitar que elas terminem isoladas do restante do País.

março 29, 2009

"O PAC é o que de melhor o Brasil tem hoje para agir contra os efeitos da crise que veio de fora.", diz Delfim Netto

Burocracia é a maior inimiga do PAC
Com bastante frequência surgem críticas ao andamento das obras do PAC, o programa de aceleração do crescimento do governo Lula: que os investimentos prometidos não se realizam, que as obras não saem do papel porque se perdem no cipoal burocrático, enfim as coisas não vão bem e vai fracassar o empenho de reconstruir a infra-estrutura física do País.
Muitas dessas críticas não prosperam diante da realidade que mostra o progresso de obras nos setores rodoviário e ferroviário e no campo da produção e distribuição da energia limpa das hidrelétricas, cujo marco mais visível é o complexo do rio Madeira.
É preciso reconhecer, no entanto, a permanência de sérios embaraços burocráticos emperrando o programa.Além da desorganização administrativa, se sobrepõe a dificuldade em atender às exigências ora do Ministério Público, ora do Tribunal de Contas.
Esta semana, ao explicar porque não vai conseguir gastar este ano os quase 10 bilhões de reais que foram reservados para as obras de recuperação da infra-estrutura de transportes, o próprio diretor do Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes (Denit) responsabilizou a burocracia.
Nada disso está impedindo o progresso do PAC. A terrível burocracia perturba a marcha do programa, mas não interrompeu o seu andamento.
Uma coisa é certa: se observarmos os gastos de investimento do governo, eles estão crescendo de maneira muito robusta. Costuma-se medir esse aumento em termos de porcentagem do PIB, mas esta é uma medida enganosa que às vezes esconde alguns resultados substanciais.
Quando se transforma essa medida em investimentos reais vê-se o quanto eles cresceram nos últimos anos. No governo Lula, os investimentos começaram lentamente, foram aumentando e agora estão crescendo em torno de 20% ao ano.
Este governo tem algumas características interessantes. Ao longo do tempo, ele desenvolveu uma espécie de aprendizado que lhe permitiu voltar a investir.
O PAC é um achado que o ajudou a avançar no aprendizado, a melhorar a qualidade dos investimentos e a convencê-lo que precisava de bons projetos e de uma administração mais eficaz para realizá-los.
O Programa de Aceleração do Crescimento é o que de melhor o Brasil tem hoje para agir contra os efeitos dessa crise que veio de fora para perturbar o nosso desenvolvimento. Não importa a crítica que aponta lentidão em alguns setores, o que realmente importa é que a velocidade está crescendo.
Tão importante, ou mais, é vencer a burocracia que impede a eliminação dos gargalos na infra estrutura, para destravar a atividade econômica.
Por exemplo, na recuperação de estradas: domingo passado reportagem da Folha de S.Paulo mostrou o estado de destruição das BRs 364 e 163 por onde escoa a produção agro pastoril de Mato Grosso, Rondônia, Goiás e Mato Grosso do Sul.
Aquelas rodovias foram pavimentadas nas décadas de 70 e 80, viabilizando a expansão da nova fronteira agrícola, que hoje é a maior produtora de grãos e carnes do país. Desde então são quase 30 anos de desgaste.
Os custos do transporte já inviabilizam a produção em diversas áreas. O PAC tem as ferramentas para evitar que elas terminem isoladas do restante do país.
O PAC é o que de melhor o Brasil tem hoje para agir contra os efeitos da crise que veio de fora.[27/3/2009 - Jornal DCI ]

"O PAC é o que de melhor o Brasil tem hoje para agir contra os efeitos da crise que veio de fora.", diz Delfim Netto

Burocracia é a maior inimiga do PAC
Com bastante frequência surgem críticas ao andamento das obras do PAC, o programa de aceleração do crescimento do governo Lula: que os investimentos prometidos não se realizam, que as obras não saem do papel porque se perdem no cipoal burocrático, enfim as coisas não vão bem e vai fracassar o empenho de reconstruir a infra-estrutura física do País.
Muitas dessas críticas não prosperam diante da realidade que mostra o progresso de obras nos setores rodoviário e ferroviário e no campo da produção e distribuição da energia limpa das hidrelétricas, cujo marco mais visível é o complexo do rio Madeira.
É preciso reconhecer, no entanto, a permanência de sérios embaraços burocráticos emperrando o programa.Além da desorganização administrativa, se sobrepõe a dificuldade em atender às exigências ora do Ministério Público, ora do Tribunal de Contas.
Esta semana, ao explicar porque não vai conseguir gastar este ano os quase 10 bilhões de reais que foram reservados para as obras de recuperação da infra-estrutura de transportes, o próprio diretor do Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes (Denit) responsabilizou a burocracia.
Nada disso está impedindo o progresso do PAC. A terrível burocracia perturba a marcha do programa, mas não interrompeu o seu andamento.
Uma coisa é certa: se observarmos os gastos de investimento do governo, eles estão crescendo de maneira muito robusta. Costuma-se medir esse aumento em termos de porcentagem do PIB, mas esta é uma medida enganosa que às vezes esconde alguns resultados substanciais.
Quando se transforma essa medida em investimentos reais vê-se o quanto eles cresceram nos últimos anos. No governo Lula, os investimentos começaram lentamente, foram aumentando e agora estão crescendo em torno de 20% ao ano.
Este governo tem algumas características interessantes. Ao longo do tempo, ele desenvolveu uma espécie de aprendizado que lhe permitiu voltar a investir.
O PAC é um achado que o ajudou a avançar no aprendizado, a melhorar a qualidade dos investimentos e a convencê-lo que precisava de bons projetos e de uma administração mais eficaz para realizá-los.
O Programa de Aceleração do Crescimento é o que de melhor o Brasil tem hoje para agir contra os efeitos dessa crise que veio de fora para perturbar o nosso desenvolvimento. Não importa a crítica que aponta lentidão em alguns setores, o que realmente importa é que a velocidade está crescendo.
Tão importante, ou mais, é vencer a burocracia que impede a eliminação dos gargalos na infra estrutura, para destravar a atividade econômica.
Por exemplo, na recuperação de estradas: domingo passado reportagem da Folha de S.Paulo mostrou o estado de destruição das BRs 364 e 163 por onde escoa a produção agro pastoril de Mato Grosso, Rondônia, Goiás e Mato Grosso do Sul.
Aquelas rodovias foram pavimentadas nas décadas de 70 e 80, viabilizando a expansão da nova fronteira agrícola, que hoje é a maior produtora de grãos e carnes do país. Desde então são quase 30 anos de desgaste.
Os custos do transporte já inviabilizam a produção em diversas áreas. O PAC tem as ferramentas para evitar que elas terminem isoladas do restante do país.
O PAC é o que de melhor o Brasil tem hoje para agir contra os efeitos da crise que veio de fora.[27/3/2009 - Jornal DCI ]

"O PAC é o que de melhor o Brasil tem hoje para agir contra os efeitos da crise que veio de fora.", diz Delfim Netto

Burocracia é a maior inimiga do PAC
Com bastante frequência surgem críticas ao andamento das obras do PAC, o programa de aceleração do crescimento do governo Lula: que os investimentos prometidos não se realizam, que as obras não saem do papel porque se perdem no cipoal burocrático, enfim as coisas não vão bem e vai fracassar o empenho de reconstruir a infra-estrutura física do País.
Muitas dessas críticas não prosperam diante da realidade que mostra o progresso de obras nos setores rodoviário e ferroviário e no campo da produção e distribuição da energia limpa das hidrelétricas, cujo marco mais visível é o complexo do rio Madeira.
É preciso reconhecer, no entanto, a permanência de sérios embaraços burocráticos emperrando o programa.Além da desorganização administrativa, se sobrepõe a dificuldade em atender às exigências ora do Ministério Público, ora do Tribunal de Contas.
Esta semana, ao explicar porque não vai conseguir gastar este ano os quase 10 bilhões de reais que foram reservados para as obras de recuperação da infra-estrutura de transportes, o próprio diretor do Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes (Denit) responsabilizou a burocracia.
Nada disso está impedindo o progresso do PAC. A terrível burocracia perturba a marcha do programa, mas não interrompeu o seu andamento.
Uma coisa é certa: se observarmos os gastos de investimento do governo, eles estão crescendo de maneira muito robusta. Costuma-se medir esse aumento em termos de porcentagem do PIB, mas esta é uma medida enganosa que às vezes esconde alguns resultados substanciais.
Quando se transforma essa medida em investimentos reais vê-se o quanto eles cresceram nos últimos anos. No governo Lula, os investimentos começaram lentamente, foram aumentando e agora estão crescendo em torno de 20% ao ano.
Este governo tem algumas características interessantes. Ao longo do tempo, ele desenvolveu uma espécie de aprendizado que lhe permitiu voltar a investir.
O PAC é um achado que o ajudou a avançar no aprendizado, a melhorar a qualidade dos investimentos e a convencê-lo que precisava de bons projetos e de uma administração mais eficaz para realizá-los.
O Programa de Aceleração do Crescimento é o que de melhor o Brasil tem hoje para agir contra os efeitos dessa crise que veio de fora para perturbar o nosso desenvolvimento. Não importa a crítica que aponta lentidão em alguns setores, o que realmente importa é que a velocidade está crescendo.
Tão importante, ou mais, é vencer a burocracia que impede a eliminação dos gargalos na infra estrutura, para destravar a atividade econômica.
Por exemplo, na recuperação de estradas: domingo passado reportagem da Folha de S.Paulo mostrou o estado de destruição das BRs 364 e 163 por onde escoa a produção agro pastoril de Mato Grosso, Rondônia, Goiás e Mato Grosso do Sul.
Aquelas rodovias foram pavimentadas nas décadas de 70 e 80, viabilizando a expansão da nova fronteira agrícola, que hoje é a maior produtora de grãos e carnes do país. Desde então são quase 30 anos de desgaste.
Os custos do transporte já inviabilizam a produção em diversas áreas. O PAC tem as ferramentas para evitar que elas terminem isoladas do restante do país.
O PAC é o que de melhor o Brasil tem hoje para agir contra os efeitos da crise que veio de fora.[27/3/2009 - Jornal DCI ]

"O PAC é o que de melhor o Brasil tem hoje para agir contra os efeitos da crise que veio de fora.", diz Delfim Netto

Burocracia é a maior inimiga do PAC
Com bastante frequência surgem críticas ao andamento das obras do PAC, o programa de aceleração do crescimento do governo Lula: que os investimentos prometidos não se realizam, que as obras não saem do papel porque se perdem no cipoal burocrático, enfim as coisas não vão bem e vai fracassar o empenho de reconstruir a infra-estrutura física do País.
Muitas dessas críticas não prosperam diante da realidade que mostra o progresso de obras nos setores rodoviário e ferroviário e no campo da produção e distribuição da energia limpa das hidrelétricas, cujo marco mais visível é o complexo do rio Madeira.
É preciso reconhecer, no entanto, a permanência de sérios embaraços burocráticos emperrando o programa.Além da desorganização administrativa, se sobrepõe a dificuldade em atender às exigências ora do Ministério Público, ora do Tribunal de Contas.
Esta semana, ao explicar porque não vai conseguir gastar este ano os quase 10 bilhões de reais que foram reservados para as obras de recuperação da infra-estrutura de transportes, o próprio diretor do Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes (Denit) responsabilizou a burocracia.
Nada disso está impedindo o progresso do PAC. A terrível burocracia perturba a marcha do programa, mas não interrompeu o seu andamento.
Uma coisa é certa: se observarmos os gastos de investimento do governo, eles estão crescendo de maneira muito robusta. Costuma-se medir esse aumento em termos de porcentagem do PIB, mas esta é uma medida enganosa que às vezes esconde alguns resultados substanciais.
Quando se transforma essa medida em investimentos reais vê-se o quanto eles cresceram nos últimos anos. No governo Lula, os investimentos começaram lentamente, foram aumentando e agora estão crescendo em torno de 20% ao ano.
Este governo tem algumas características interessantes. Ao longo do tempo, ele desenvolveu uma espécie de aprendizado que lhe permitiu voltar a investir.
O PAC é um achado que o ajudou a avançar no aprendizado, a melhorar a qualidade dos investimentos e a convencê-lo que precisava de bons projetos e de uma administração mais eficaz para realizá-los.
O Programa de Aceleração do Crescimento é o que de melhor o Brasil tem hoje para agir contra os efeitos dessa crise que veio de fora para perturbar o nosso desenvolvimento. Não importa a crítica que aponta lentidão em alguns setores, o que realmente importa é que a velocidade está crescendo.
Tão importante, ou mais, é vencer a burocracia que impede a eliminação dos gargalos na infra estrutura, para destravar a atividade econômica.
Por exemplo, na recuperação de estradas: domingo passado reportagem da Folha de S.Paulo mostrou o estado de destruição das BRs 364 e 163 por onde escoa a produção agro pastoril de Mato Grosso, Rondônia, Goiás e Mato Grosso do Sul.
Aquelas rodovias foram pavimentadas nas décadas de 70 e 80, viabilizando a expansão da nova fronteira agrícola, que hoje é a maior produtora de grãos e carnes do país. Desde então são quase 30 anos de desgaste.
Os custos do transporte já inviabilizam a produção em diversas áreas. O PAC tem as ferramentas para evitar que elas terminem isoladas do restante do país.
O PAC é o que de melhor o Brasil tem hoje para agir contra os efeitos da crise que veio de fora.[27/3/2009 - Jornal DCI ]

"O PAC é o que de melhor o Brasil tem hoje para agir contra os efeitos da crise que veio de fora.", diz Delfim Netto

Burocracia é a maior inimiga do PAC
Com bastante frequência surgem críticas ao andamento das obras do PAC, o programa de aceleração do crescimento do governo Lula: que os investimentos prometidos não se realizam, que as obras não saem do papel porque se perdem no cipoal burocrático, enfim as coisas não vão bem e vai fracassar o empenho de reconstruir a infra-estrutura física do País.
Muitas dessas críticas não prosperam diante da realidade que mostra o progresso de obras nos setores rodoviário e ferroviário e no campo da produção e distribuição da energia limpa das hidrelétricas, cujo marco mais visível é o complexo do rio Madeira.
É preciso reconhecer, no entanto, a permanência de sérios embaraços burocráticos emperrando o programa.Além da desorganização administrativa, se sobrepõe a dificuldade em atender às exigências ora do Ministério Público, ora do Tribunal de Contas.
Esta semana, ao explicar porque não vai conseguir gastar este ano os quase 10 bilhões de reais que foram reservados para as obras de recuperação da infra-estrutura de transportes, o próprio diretor do Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes (Denit) responsabilizou a burocracia.
Nada disso está impedindo o progresso do PAC. A terrível burocracia perturba a marcha do programa, mas não interrompeu o seu andamento.
Uma coisa é certa: se observarmos os gastos de investimento do governo, eles estão crescendo de maneira muito robusta. Costuma-se medir esse aumento em termos de porcentagem do PIB, mas esta é uma medida enganosa que às vezes esconde alguns resultados substanciais.
Quando se transforma essa medida em investimentos reais vê-se o quanto eles cresceram nos últimos anos. No governo Lula, os investimentos começaram lentamente, foram aumentando e agora estão crescendo em torno de 20% ao ano.
Este governo tem algumas características interessantes. Ao longo do tempo, ele desenvolveu uma espécie de aprendizado que lhe permitiu voltar a investir.
O PAC é um achado que o ajudou a avançar no aprendizado, a melhorar a qualidade dos investimentos e a convencê-lo que precisava de bons projetos e de uma administração mais eficaz para realizá-los.
O Programa de Aceleração do Crescimento é o que de melhor o Brasil tem hoje para agir contra os efeitos dessa crise que veio de fora para perturbar o nosso desenvolvimento. Não importa a crítica que aponta lentidão em alguns setores, o que realmente importa é que a velocidade está crescendo.
Tão importante, ou mais, é vencer a burocracia que impede a eliminação dos gargalos na infra estrutura, para destravar a atividade econômica.
Por exemplo, na recuperação de estradas: domingo passado reportagem da Folha de S.Paulo mostrou o estado de destruição das BRs 364 e 163 por onde escoa a produção agro pastoril de Mato Grosso, Rondônia, Goiás e Mato Grosso do Sul.
Aquelas rodovias foram pavimentadas nas décadas de 70 e 80, viabilizando a expansão da nova fronteira agrícola, que hoje é a maior produtora de grãos e carnes do país. Desde então são quase 30 anos de desgaste.
Os custos do transporte já inviabilizam a produção em diversas áreas. O PAC tem as ferramentas para evitar que elas terminem isoladas do restante do país.
O PAC é o que de melhor o Brasil tem hoje para agir contra os efeitos da crise que veio de fora.[27/3/2009 - Jornal DCI ]

novembro 1, 2008

Carlos Lessa: "PAC deve ser intocável. Investimentos do governo deveriam aumentar para combater efeitos da crise".

Filed under: Carlos Lessa, crise econômica mundial, investimentos públicos, PAC — Humberto @ 1:31 pm
Para driblar a crise, mais investimentos públicos
AMANHÃ, 31.10.08
Carlos Lessa, ex-presidente do BNDES, defende a preservação ou até mesmo a ampliação do PAC como forma de minimizar os impactos da crise
Cortar os gastos públicos? Nem pensar. O caminho para reduzir os impactos da crise financeira mundial sobre a economia brasileira passa pelo aumento dos investimentos governamentais em obras públicas. Essa é a visão do professor e economista Carlos Lessa, que vai na contramão de alguns setores do governo, de lideranças políticas e dos porta-vozes do mercado financeiro, que passaram a defender cortes de gastos pelo governo. “O PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) deveria ser intocável”, defende Lessa, ex-reitor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e ex-presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) no início do governo Lula. Para ele, manter ou até mesmo ampliar os investimentos em obras de infra-estrutura – rodovias, ferrovias, portos, aeroportos e construção de hidrelétricas – permitiria a manutenção do nível de atividade de setores fundamentais da economia nacional. Lessa lembra que esse tipo de obra demanda produtos que são abundantes no país, como ferro, aço, cimento e madeira, e que sustentam grandes cadeias produtivas. “Além do mais, utilizam um recurso que temos de sobra e custa pouco, que é mão-de-obra, especialmente aquela da base da pirâmide”, argumenta o professor.
Para o economista, o presidente Lula deveria ser mais ousado e propor aos governos estaduais e municipais um “PAC turbinado”. Enquanto os estados poderiam canalizar mais dinheiro para obras de saneamento básico, os municípios deveriam aproveitar para melhorar a rede primária de saúde e de educação, principalmente com a construção de milhares de novas escolas. “Isso também garantiria mais empregos, além de melhorar a qualidade de vida das pessoas”, argumenta. Falando em educação, Lessa aproveitou para lançar uma provocação aos governantes, sugerindo dobrar os salários dos professores das redes públicas estaduais e municipais que são “vergonhosamente baixos”. Esse tipo de ação levaria, também, a um salto de qualidade de todo o sistema educacional nos próximos anos. Quanto à origem dos recursos, o professor não vê problemas: “Basta o governo estabelecer prioridades, abandonar essa meta elevada de superávit e reduzir a taxa básica de juros. Só aí deixaria de gastar vários bilhões com o pagamento de juros da dívida”.
Câmbio centralizado
Além da ampliação dos investimentos públicos, Lessa propõe outras medidas de curto prazo para aplacar a crise. Uma delas seria a centralização do câmbio pelo Banco Central, única forma que o governo teria para saber o real tamanho da exposição cambial das empresas. “Como ninguém sabe o tamanho desse buraco – nem mesmo as companhias envolvidas-, o país corre o risco de queimar todas as suas reservas e mesmo assim não segurar a valorização do dólar”, afirma.
Embora uma medida desse tipo possa parecer uma heresia, já que vai contra os princípios de liberdade cambial que vigorou nos últimos anos, Lessa não crê que isso possa causar sérios danos à imagem do país. “Diante da magnitude da crise mundial e do que outros países desenvolvidos já fizeram, temos o direito de tomar medidas drásticas. Afinal, trata-se de salvar a economia real e o setor produtivo, não os especuladores do sistema financeiro”, dispara.
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