ENCALHE

abril 20, 2008

Convidados do "Guantanamo Spa DeLuxe" processam governo e serviços secretos britânicos em milhões de libras por péssimo serviço de quarto ( ENG )

Filed under: Afeganistão, EUA, Guantánamo Spa, Inglaterra, invasão, Iraque, MI5, MI6, Paquistão, tortura — Humberto @ 5:41 pm
From The Times
April 19, 2008
Guantanamo Britons to sue MI5 over ‘illegal interrogation’

The eight men were detained in Afghanistan and Pakistan at various times

Fiona Hamilton
Eight men freed from Guantanamo Bay are suing the British Government for millions of pounds, claiming that it was complicit in the process in which they were detained and sent for interrogation at the detention camp.
The group have issued writs against MI5 and MI6 and said that the British authorities had knowledge of their illegal abduction, treatment and interrogation.
The eight men were detained in Afghanistan and Pakistan at various times. It is understood that they claim that the British authorities were aware that they would be removed to Guantanamo but nonetheless continued to co-operate with the Americans. The Daily Mail last night reported that two separate writs had been lodged by the group, with five Britons and three foreign citizens naming “The Security Services”, “The Secret Intelligence Agency” and “The Attorney-General” as defendants.
The first writ was issued at the High Court in London by lawyers acting for Omar Deghayes, a Libyan, Jamil el-Banna, a Jordanian — both released last December — and Bisher al-Rawi, an Iraqi, released this year. All three men live in Britain but are foreign nationals.

The second names five Britons as claimants: Moazzam Begg, released in 2005, Richard Belmar, and the so-called “Tipton Three” — Ruhal Ahmed, Shafiq Rasul and Asif Iqbal. All were released in previous years.
The newspaper reported that one of the eight men claimed that the group were put on CIA “torture flights” to the prison camp in Cuba.
The Government has faced calls recently to order an independent inquiry into the process, known as “extraordinary rendition”, in which terrorism suspects are sent for interrogation in states where they have no legal protection.
Irene Membhard, a solicitor with Birnberg Pierce, confirmed that writs had been issued on behalf of the men. She told the Daily Mail: “Service is not imminent but watch this space within the next two months.”
Mr Begg, who was arrested by the CIA in Pakistan in 2002, said that the case would centre on the “general behaviour and complicity in the abuse of British citizens” by MI5 and MI6.
Mr Begg, from Birmingham, told the newspaper: “It is actual involvement in some cases, in the process of interrogation, in the process of us being handed over. It is culpability by the British authorities in being involved in most of the process, their presence on every step of the journey before we got to Guantanamo.”
The eight men were all re-arrested when they returned to Britain but freed without charge.
The three men from Tipton launched a lawsuit against the American authorities two years ago, alleging they were mistreated during their time in captivity. The US Court of Appeal dismissed their action earlier this year but they are appealing to the Supreme Court.
News of the lawsuits came as it was reported that America’s most senior general was “hoodwinked” by officials in the Bush Administration in relation to interrogation procedures at the prison.
The Guardian reported that General Richard Myers, chairman of the US Joint Chiefs of Staff from 2001 to 2005, wrongly believed that inmates at Guantanamo were protected by the Geneva conventions. It said that he was duped by senior officials in Washington who believed that the Geneva conventions and other traditional safeguards were out of date.
The disclosures were contained in a new book by Philippe Sands, QC, a professor at University College London. The book, Torture Team, also claims that the Guantanamo lawyers charged with devising interrogation techniques were inspired by the character Jack Bauer, from the television series 24.

Breaking News and Alternative Media

Audiência Portuguesa do Tribunal Mundial sobre o Iraque

Eu nem sabia que existia. A Veja nem o Estadão falaram a respeito. Vamos tentar consertar.
Audiência Portuguesa do Tribunal Mundial sobre o Iraque Segunda Audiência, em Lisboa aos 18 de Abril de 2008
Tribunal-Iraque Audiência Portuguesa do Tribunal Mundial sobre o Iraque
Segunda Audiência
Lisboa, 18 de Abril, 21:30h, Casa do Alentejo
Entrada livre
Cinco anos de ocupação e de resistência em avaliação. as responsabilidades dos EUA e do Reino Unido
. a cumplicidade das autoidades portuguesas
. as violações do direito, os crimes cometidos, a restrição das garantias individuais, os pretextos da luta “antiterrorista”, as prisões secretas e os voos da CIA, a resistência iraquiana
Acusação formulada pelo magistrado Dr Eduardo Maia Costa
Grupo de Jurados constituído por personalidades representativas da sociedade portuguesa
Testemunhos
. Eman Khamas, Iraque
. Carlos Varea, Espanha
. Manuel Raposo, Tribunal-Iraque
O Iraque está a ser vítima de uma agressão de consequências humanas brutais: destruição das condições de vida das populações, saque de recursos e de bens patrimoniais, violação dos direitos individuais, regresso à colonização mais selvagem.
Nada disto pode ser esquecido nem legitimado: crimes foram e estão a ser cometidos no Iraque.
Para que os agressores e os cúmplices não continuem por acusar e por condenar, constituiu-se em 2003
o Tribunal Mundial sobre o Iraque (TMI) [texto em inglês], na tradição do Tribunal Russell para o Vietname, com o apoio de figuras internacionalmente prestigiadas.
Na sua primeira sessão, em
Bruxelas, o TMI contou nomeadamente com a participação do sociólogo e padre católico François Houtard, um dos fundadores do Fórum Social de Porto Alegre, do economista Samir Amin, da médica e escritora Nawal al Saadawi, dos ex-responsáveis pelo programa humanitário da ONU para o Iraque Denis Haliday e Hans von Sponeck, do jurista norte-americano e ex-ministro da Justiça Ramsey Clark, de Haifa Zangana, Sabah al-Mukhtar e Al-Bayati, resistentes iraquianos exilados.
No final de Junho de 2005, realizou-se em Istambul a sessão final do TMI. Como sessão culminante de uma vintena de outras, o Tribunal de Istambul teve o mérito de incorporar o essencial das abordagens feitas noutros países.
Do sentido geral das intervenções no TMI-Istambul pode tirar-se a ideia de que no Iraque está em jogo a liberdade dos iraquianos mas também o futuro dos outros povos do mundo. Todo o apoio é pois necessário, por uma e outra razão, à resistência dos iraquianos, que constitui uma ponta avançada da luta contra as pretensões norte-americanas. Se outras “guerras preventivas” ainda não foram lançadas é porque os EUA estão bloqueados no Iraque, sem grande margem de manobra.
Prosseguir a missão do TMI justifica-se também por isso.
As conclusões do WTI respondem às principais questões que estão colocadas, designadamente em dois aspectos essenciais:
o apoio sem condições à resistência iraquiana, reconhecendo-lhe o direito de ripostar por todos os meios à ocupação;
a exigência inequívoca da retirada dos ocupantes como condição prévia para a normalização da vida do país.
Declaração de Princípios

janeiro 23, 2008

…MENTIRA COMO TERRA

Celso Lungaretti (*)
O presidente George W. Bush e altas autoridades do governo norte-americano emitiram nada menos do que 935 declarações falsas sobre as armas de destruição em massa que o Iraque possuiria ou estaria produzindo, de forma a obterem o aval do Congresso e da população dos EUA para a invasão de um país soberano e a derrubada do seu primeiro mandatário.
Foi o que concluíram o Centro da Integridade Pública e o Fundo para a Independência do Jornalismo, duas organizações jornalísticas sem fins lucrativos. Ambas acabam de divulgar estudo segundo o qual, nos dois anos seguintes aos ataques terroristas de 11 de setembro de 2001, as mentiras governamentais foram disseminadas via pronunciamentos, relatórios, entrevistas e outros meios, como “parte de uma campanha organizada que direcionou efetivamente a opinião pública e, no processo, empurrou o país para uma guerra com indiscutíveis falsas pretensões”.
Os jornalistas Charles Lewis e Mark Reading-Smith, ao apresentarem as conclusões desse estudo no site do Centro ( http://www.publicintegrity.org/WarCard/ ), comentaram: “Agora é incontestável que o Iraque não possui nenhuma arma de destruição em massa. Em outras palavras, o governo Bush levou a nação à guerra baseado em informações equivocadas propagadas metodicamente e que culminaram numa operação militar contra o Iraque em março de 2003”.
Entre os pinóquios de alto escalão figuram também o vice-presidente Dick Cheney, a secretária de Estado Condoleezza Rice, o ex-secretário de Defesa Donald Rumsfeld e o ex-secretários de Estado Colin Powell e Paul Wolfowitz.
Nos EUA, a imprensa lamenta amargamente ter-se deixado embalar pelos cantos de sereia oficiais e discute procedimentos a serem adotados para evitar novos logros. É verdade que, a exemplo do caso Watergate, os governantes só conseguiram iludir os jornalistas durante algum tempo, acabando por ser desmascarados.
No entanto, naquele episódio ainda houve tempo para atenuarem-se os danos, com a renúncia forçada do presidente Richard Nixon e a incriminação de vários dos seus cúmplices. Desta vez, tudo indica que Bush encerrará o mandato sem ser punido por sua responsabilidade direta ou indireta na morte de mais de 150 mil iraquianos e a desestabilização de uma pequena nação.

* Celso Lungaretti é jornalista e escritor. Mais artigos em http://celsolungaretti-orebate.blogspot.com/

janeiro 18, 2008

Alguém soube? Sede nacional do PSTU foi invadida em 30 de dezembro!!!

Filed under: crimes, furtos e assaltos, invasão, partidos políticos, PSTU — Humberto @ 1:28 pm
Sede do PSTU é invadida; partido vê crime político
10/01/2008
Para direção do partido, crime foi político; após oito dias de furto de documentos e dados do partido, investigação policial ainda não começou

A sede nacional do Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado ( PSTU ) foi invadida e saqueada na madrugada do dia 30 de dezembro. Segundo a direção nacional do partido, todos os indícios levam a acreditar em uma ação política. “Trata-se de um atentado contra a liberdade de organização”, acentua o partido em comunicado veiculado na última sexta-feira.
No início, os integrantes do partido levantaram dúvidas sobre o caráter do crime: seria um furto comum ou um ataque político? Mas por meio de investigações conduzida pelos próprios diretores do partido, chegaram à conclusão de que se tratava de um crime político. O foco central dos invasores foi a busca de informações e documentos da agremiação, e não de bens materiais. Foram levados nove computadores com dados e a prestação de contas do partido. Depoimentos de vizinhos e as imagens de câmeras de vigilância próximas, segundo a direção do PSTU, corroboram a tese de que a invasão foi um ato com finalidade política.
Militantes do partido argumentam que a operação criminosa foi “cuidadosamente executada”, sendo precedida do corte das linhas telefônicas da sede, o que aponta a uma operação de tamanha “dimensão” e “precisão” que não correspondem ao valor material do roubo.
“Tivemos acesso à fita de uma câmera de um condomínio vizinho à sede. A ação de pelo menos três homens durou quatro horas. Um carro entrou na garagem da casa e saiu alguns minutos depois”, conta Eduardo Almeida, da direção nacional do partido. O que reforça mais ainda a tese de ataque político foi o desinteresse dos “ladrões” em uma máquina copiadora de alto valor. Além disso, o bandidos “esqueceram” vários talões de cheque, alguns deles assinados.
Sem investigação
O partido acusa as três instâncias governamentais ( prefeitura paulistana, governo do estado e governo federal ) de terem responsabilidade pela atual situação do caso, em que ainda não foi realizada nenhum tipo de investigação policial. “A polícia até o momento não veio à sede, não tirou fotos e nem fez nenhum tipo de pronunciamento”, denuncia Eduardo Almeida, que aponta a omissão policial como uma ação “consciente”.
No comunicado do partido, o PSTU lembrou que “os organismos de informação do estado assim funcionam, buscando dados sobre os movimentos e partidos de oposição, na preparação de futuras repressões”
Eduardo Almeida afirma que se o suposto furto ficar impune, haverá conseqüências para os sindicatos, movimentos sociais, políticos e estudantil do Brasil, tendo em vista a crescente criminalização dos movimentos sociais e, agora, no nível partidário-político. Almeida entende que “o Ministério da Justiça deve tomar providências e os movimentos sociais e os partidos também”.

Brasil de Fato

outubro 21, 2007

Meeting Resistance: a insurgência iraquiana sem o patriotismo americanóide da Veja ( vídeo 7 minutos

This video clip from the upcoming, award winning film from Steve Connors and Molly Bingham, Meeting Resistance, portrays a side of the Iraqi insurgency President Bush doesn’t want the world to see.
In “Meeting Resistance” we hear the voices and stories of individuals usually simply referred to – depending on your perspective — as resistance fighters, insurgents, or terrorists. Visit the film’s
website.

Tema: Silver is the New Black. Blog no WordPress.com.

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