ENCALHE

março 26, 2009

Mercado de luxo ignora crise: ações da Tiffany sobem 13%, brazucas são 5% do mercado de aluguel de jatos e iates, Mercedes ( U$ 100mil ) bombam…

Mercado de luxo está aquecido, diz instituto
Do G1, 25.03.09
Não há crise para os ricos e consumistas com muito dinheiro para gastar. Segundo o Instituto do Luxo, as grandes marcas não sofrem com a recessão, e continuam com as vendas aquecidas porque seus clientes seguem muito ricos e não abrem mão de produtos de alta qualidade.
A Maison Hermès, fundada em paris em 1837 para vender selas, é hoje uma das principais marcas de produtos de luxo. A grife anunciou que teve um bom ano em 2008, e planeja abrir mais 20 lojas em 2009. As vendas da marca estão crescendo este ano.
As ações da Tiffany, loja de jóias fundada em Nova York no mesmo ano, subiram 13% esta semana porque a marca deu lucro acima do esperado. E vai abrir mais 13 lojas em 2009.
Em quase todo o mercado das marcas de alto luxo, a recessão não tem provocado o efeito devastador que afeta as grandes redes de consumo de massa, obrigadas a oferecer descontos de 70% ou mais para atrair compradores. Nas lojas de luxo, os preços continuam altos. Mesmo sem descontos, as vendas não caíram.
Instituto do Luxo
O economista Milton Pedraza preside o Instituto do Luxo, que pesquisa esse mercado. Segundo ele, as grandes marcas não estão sofrendo com a recessão porque seus clientes podem ter perdido um pouco, mas continuam muito ricos. E preferem produtos de alta qualidade.
Segundo Pedraza, os bilionários russos, que alugavam os iates e jatos mais caros, quebraram e sumiram do mercado. Mas os consumidores brasileiros, que são 5% do mercado de luxo, continuam comprando.
Na loja da Mercedes, por exemplo, os carros de mais de US$ 100 mil continuam vendendo bem, diz um gerente.
“Quem compra produtos de alto luxo são empresários dos setores produtivos que não gastam acima do que ganham e continuam ricos”, diz Pedraza.
Mercado imobiliário de alto padrão
O setor de luxo do mercado imobiliário de Manhattan, aquecido até o estouro da bolha das hipotecas, também não quebrou com a recessão. Um prédio histórico de Tribeca, bairro mais valorizado da cidade, onde moram estrelas do cinema como Meryl Streep e Robert de Niro, virou um condomínio de luxo onde quase todos os apartamentos estão ocupados. Um apartamento de dois quartos está à venda por US 3 milhões.
Três coberturas chegaram ao mercado agora, e os corretores não estão preocupados porque continua havendo procura por imóveis de alta qualidade.
O corretor Marcos Cohen, que é brasileiro, mostra o acabamento da cobertura, que tem aparelhos na cozinha importados da Alemanha.
Uma cobertura duplex de 400 m² acaba de ficar pronta, e está à venda por US$ 13 milhões. O preço não é absurdo porque a cobertura de um prédio próximo foi vendida na semana passada por US$ 30 milhões.
“Quem compra agora é porque sabe que é a hora de comprar. Quando está todo mundo nervoso é quando você compra”, diz Cohen.

Mercado de luxo ignora crise: ações da Tiffany sobem 13%, brazucas são 5% do mercado de aluguel de jatos e iates, Mercedes ( U$ 100mil ) bombam…

Mercado de luxo está aquecido, diz instituto
Do G1, 25.03.09
Não há crise para os ricos e consumistas com muito dinheiro para gastar. Segundo o Instituto do Luxo, as grandes marcas não sofrem com a recessão, e continuam com as vendas aquecidas porque seus clientes seguem muito ricos e não abrem mão de produtos de alta qualidade.
A Maison Hermès, fundada em paris em 1837 para vender selas, é hoje uma das principais marcas de produtos de luxo. A grife anunciou que teve um bom ano em 2008, e planeja abrir mais 20 lojas em 2009. As vendas da marca estão crescendo este ano.
As ações da Tiffany, loja de jóias fundada em Nova York no mesmo ano, subiram 13% esta semana porque a marca deu lucro acima do esperado. E vai abrir mais 13 lojas em 2009.
Em quase todo o mercado das marcas de alto luxo, a recessão não tem provocado o efeito devastador que afeta as grandes redes de consumo de massa, obrigadas a oferecer descontos de 70% ou mais para atrair compradores. Nas lojas de luxo, os preços continuam altos. Mesmo sem descontos, as vendas não caíram.
Instituto do Luxo
O economista Milton Pedraza preside o Instituto do Luxo, que pesquisa esse mercado. Segundo ele, as grandes marcas não estão sofrendo com a recessão porque seus clientes podem ter perdido um pouco, mas continuam muito ricos. E preferem produtos de alta qualidade.
Segundo Pedraza, os bilionários russos, que alugavam os iates e jatos mais caros, quebraram e sumiram do mercado. Mas os consumidores brasileiros, que são 5% do mercado de luxo, continuam comprando.
Na loja da Mercedes, por exemplo, os carros de mais de US$ 100 mil continuam vendendo bem, diz um gerente.
“Quem compra produtos de alto luxo são empresários dos setores produtivos que não gastam acima do que ganham e continuam ricos”, diz Pedraza.
Mercado imobiliário de alto padrão
O setor de luxo do mercado imobiliário de Manhattan, aquecido até o estouro da bolha das hipotecas, também não quebrou com a recessão. Um prédio histórico de Tribeca, bairro mais valorizado da cidade, onde moram estrelas do cinema como Meryl Streep e Robert de Niro, virou um condomínio de luxo onde quase todos os apartamentos estão ocupados. Um apartamento de dois quartos está à venda por US 3 milhões.
Três coberturas chegaram ao mercado agora, e os corretores não estão preocupados porque continua havendo procura por imóveis de alta qualidade.
O corretor Marcos Cohen, que é brasileiro, mostra o acabamento da cobertura, que tem aparelhos na cozinha importados da Alemanha.
Uma cobertura duplex de 400 m² acaba de ficar pronta, e está à venda por US$ 13 milhões. O preço não é absurdo porque a cobertura de um prédio próximo foi vendida na semana passada por US$ 30 milhões.
“Quem compra agora é porque sabe que é a hora de comprar. Quando está todo mundo nervoso é quando você compra”, diz Cohen.

Mercado de luxo ignora crise: ações da Tiffany sobem 13%, brazucas são 5% do mercado de aluguel de jatos e iates, Mercedes ( U$ 100mil ) bombam…

Mercado de luxo está aquecido, diz instituto
Do G1, 25.03.09
Não há crise para os ricos e consumistas com muito dinheiro para gastar. Segundo o Instituto do Luxo, as grandes marcas não sofrem com a recessão, e continuam com as vendas aquecidas porque seus clientes seguem muito ricos e não abrem mão de produtos de alta qualidade.
A Maison Hermès, fundada em paris em 1837 para vender selas, é hoje uma das principais marcas de produtos de luxo. A grife anunciou que teve um bom ano em 2008, e planeja abrir mais 20 lojas em 2009. As vendas da marca estão crescendo este ano.
As ações da Tiffany, loja de jóias fundada em Nova York no mesmo ano, subiram 13% esta semana porque a marca deu lucro acima do esperado. E vai abrir mais 13 lojas em 2009.
Em quase todo o mercado das marcas de alto luxo, a recessão não tem provocado o efeito devastador que afeta as grandes redes de consumo de massa, obrigadas a oferecer descontos de 70% ou mais para atrair compradores. Nas lojas de luxo, os preços continuam altos. Mesmo sem descontos, as vendas não caíram.
Instituto do Luxo
O economista Milton Pedraza preside o Instituto do Luxo, que pesquisa esse mercado. Segundo ele, as grandes marcas não estão sofrendo com a recessão porque seus clientes podem ter perdido um pouco, mas continuam muito ricos. E preferem produtos de alta qualidade.
Segundo Pedraza, os bilionários russos, que alugavam os iates e jatos mais caros, quebraram e sumiram do mercado. Mas os consumidores brasileiros, que são 5% do mercado de luxo, continuam comprando.
Na loja da Mercedes, por exemplo, os carros de mais de US$ 100 mil continuam vendendo bem, diz um gerente.
“Quem compra produtos de alto luxo são empresários dos setores produtivos que não gastam acima do que ganham e continuam ricos”, diz Pedraza.
Mercado imobiliário de alto padrão
O setor de luxo do mercado imobiliário de Manhattan, aquecido até o estouro da bolha das hipotecas, também não quebrou com a recessão. Um prédio histórico de Tribeca, bairro mais valorizado da cidade, onde moram estrelas do cinema como Meryl Streep e Robert de Niro, virou um condomínio de luxo onde quase todos os apartamentos estão ocupados. Um apartamento de dois quartos está à venda por US 3 milhões.
Três coberturas chegaram ao mercado agora, e os corretores não estão preocupados porque continua havendo procura por imóveis de alta qualidade.
O corretor Marcos Cohen, que é brasileiro, mostra o acabamento da cobertura, que tem aparelhos na cozinha importados da Alemanha.
Uma cobertura duplex de 400 m² acaba de ficar pronta, e está à venda por US$ 13 milhões. O preço não é absurdo porque a cobertura de um prédio próximo foi vendida na semana passada por US$ 30 milhões.
“Quem compra agora é porque sabe que é a hora de comprar. Quando está todo mundo nervoso é quando você compra”, diz Cohen.

Mercado de luxo ignora crise: ações da Tiffany sobem 13%, brazucas são 5% do mercado de aluguel de jatos e iates, Mercedes ( U$ 100mil ) bombam…

Mercado de luxo está aquecido, diz instituto
Do G1, 25.03.09
Não há crise para os ricos e consumistas com muito dinheiro para gastar. Segundo o Instituto do Luxo, as grandes marcas não sofrem com a recessão, e continuam com as vendas aquecidas porque seus clientes seguem muito ricos e não abrem mão de produtos de alta qualidade.
A Maison Hermès, fundada em paris em 1837 para vender selas, é hoje uma das principais marcas de produtos de luxo. A grife anunciou que teve um bom ano em 2008, e planeja abrir mais 20 lojas em 2009. As vendas da marca estão crescendo este ano.
As ações da Tiffany, loja de jóias fundada em Nova York no mesmo ano, subiram 13% esta semana porque a marca deu lucro acima do esperado. E vai abrir mais 13 lojas em 2009.
Em quase todo o mercado das marcas de alto luxo, a recessão não tem provocado o efeito devastador que afeta as grandes redes de consumo de massa, obrigadas a oferecer descontos de 70% ou mais para atrair compradores. Nas lojas de luxo, os preços continuam altos. Mesmo sem descontos, as vendas não caíram.
Instituto do Luxo
O economista Milton Pedraza preside o Instituto do Luxo, que pesquisa esse mercado. Segundo ele, as grandes marcas não estão sofrendo com a recessão porque seus clientes podem ter perdido um pouco, mas continuam muito ricos. E preferem produtos de alta qualidade.
Segundo Pedraza, os bilionários russos, que alugavam os iates e jatos mais caros, quebraram e sumiram do mercado. Mas os consumidores brasileiros, que são 5% do mercado de luxo, continuam comprando.
Na loja da Mercedes, por exemplo, os carros de mais de US$ 100 mil continuam vendendo bem, diz um gerente.
“Quem compra produtos de alto luxo são empresários dos setores produtivos que não gastam acima do que ganham e continuam ricos”, diz Pedraza.
Mercado imobiliário de alto padrão
O setor de luxo do mercado imobiliário de Manhattan, aquecido até o estouro da bolha das hipotecas, também não quebrou com a recessão. Um prédio histórico de Tribeca, bairro mais valorizado da cidade, onde moram estrelas do cinema como Meryl Streep e Robert de Niro, virou um condomínio de luxo onde quase todos os apartamentos estão ocupados. Um apartamento de dois quartos está à venda por US 3 milhões.
Três coberturas chegaram ao mercado agora, e os corretores não estão preocupados porque continua havendo procura por imóveis de alta qualidade.
O corretor Marcos Cohen, que é brasileiro, mostra o acabamento da cobertura, que tem aparelhos na cozinha importados da Alemanha.
Uma cobertura duplex de 400 m² acaba de ficar pronta, e está à venda por US$ 13 milhões. O preço não é absurdo porque a cobertura de um prédio próximo foi vendida na semana passada por US$ 30 milhões.
“Quem compra agora é porque sabe que é a hora de comprar. Quando está todo mundo nervoso é quando você compra”, diz Cohen.

Mercado de luxo ignora crise: ações da Tiffany sobem 13%, brazucas são 5% do mercado de aluguel de jatos e iates, Mercedes ( U$ 100mil ) bombam…

Mercado de luxo está aquecido, diz instituto
Do G1, 25.03.09
Não há crise para os ricos e consumistas com muito dinheiro para gastar. Segundo o Instituto do Luxo, as grandes marcas não sofrem com a recessão, e continuam com as vendas aquecidas porque seus clientes seguem muito ricos e não abrem mão de produtos de alta qualidade.
A Maison Hermès, fundada em paris em 1837 para vender selas, é hoje uma das principais marcas de produtos de luxo. A grife anunciou que teve um bom ano em 2008, e planeja abrir mais 20 lojas em 2009. As vendas da marca estão crescendo este ano.
As ações da Tiffany, loja de jóias fundada em Nova York no mesmo ano, subiram 13% esta semana porque a marca deu lucro acima do esperado. E vai abrir mais 13 lojas em 2009.
Em quase todo o mercado das marcas de alto luxo, a recessão não tem provocado o efeito devastador que afeta as grandes redes de consumo de massa, obrigadas a oferecer descontos de 70% ou mais para atrair compradores. Nas lojas de luxo, os preços continuam altos. Mesmo sem descontos, as vendas não caíram.
Instituto do Luxo
O economista Milton Pedraza preside o Instituto do Luxo, que pesquisa esse mercado. Segundo ele, as grandes marcas não estão sofrendo com a recessão porque seus clientes podem ter perdido um pouco, mas continuam muito ricos. E preferem produtos de alta qualidade.
Segundo Pedraza, os bilionários russos, que alugavam os iates e jatos mais caros, quebraram e sumiram do mercado. Mas os consumidores brasileiros, que são 5% do mercado de luxo, continuam comprando.
Na loja da Mercedes, por exemplo, os carros de mais de US$ 100 mil continuam vendendo bem, diz um gerente.
“Quem compra produtos de alto luxo são empresários dos setores produtivos que não gastam acima do que ganham e continuam ricos”, diz Pedraza.
Mercado imobiliário de alto padrão
O setor de luxo do mercado imobiliário de Manhattan, aquecido até o estouro da bolha das hipotecas, também não quebrou com a recessão. Um prédio histórico de Tribeca, bairro mais valorizado da cidade, onde moram estrelas do cinema como Meryl Streep e Robert de Niro, virou um condomínio de luxo onde quase todos os apartamentos estão ocupados. Um apartamento de dois quartos está à venda por US 3 milhões.
Três coberturas chegaram ao mercado agora, e os corretores não estão preocupados porque continua havendo procura por imóveis de alta qualidade.
O corretor Marcos Cohen, que é brasileiro, mostra o acabamento da cobertura, que tem aparelhos na cozinha importados da Alemanha.
Uma cobertura duplex de 400 m² acaba de ficar pronta, e está à venda por US$ 13 milhões. O preço não é absurdo porque a cobertura de um prédio próximo foi vendida na semana passada por US$ 30 milhões.
“Quem compra agora é porque sabe que é a hora de comprar. Quando está todo mundo nervoso é quando você compra”, diz Cohen.

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