ENCALHE

dezembro 17, 2008

Boston Tea Party: 235 anos do ataque terrorista em pleno território americano! Um ultraje bolchevique-marxista-revolucionário?

Filed under: Boston Tea Party, EUA, Independência dos EUA, Inglaterra, terrorismo — Humberto @ 12:20 am
1773: A ‘Festa do Chá’ em Boston
A ‘Festa do Chá’ de Boston é encenada com atores profissionais

No dia 16 de dezembro de 1773, os habitantes das colônias norte-americanas rebelaram-se contra uma decisão arbitrária da metrópole inglesa, atirando 45 toneladas de chá ao mar, no porto de Boston.
Há cerca de 250 anos, várias regiões do nordeste da América do Norte ainda eram dominadas pela Inglaterra. Os imigrantes das colônias gozavam de poucos direitos e o produto do seu trabalho servia a um único objetivo: enriquecer a metrópole. A Inglaterra cobrava impostos das colônias sobre produtos como chá, açúcar, vinho, papel e tinta.
Os imigrantes se perguntavam na época se era legítimo deixar-se comandar pela coroa dessa forma, mesmo sem estar representado no Parlamento inglês. Vários deles começaram então a exigir a extinção dos impostos, enquanto não pudessem ter seus representantes participando das decisões governamentais.
Boicote
A resistência contra a metrópole crescia a cada dia. Em 1768, John Dickinson escreveu a primeira canção patriótica dos Estados Unidos, a Liberty Song (“Canção da Liberdade”). Na época, foi iniciado um verdadeiro boicote aos produtos ingleses. As mulheres norte-americanas, por exemplo, começaram a tecer seus próprios panos, deixando de comprar tecidos ingleses.
Os imigrantes passaram a evitar até mesmo o consumo do chá e do açúcar vindos da Inglaterra. O comércio era dominado em grande parte pelos traficantes, que obviamente não cobravam impostos. O governo inglês, por sua vez, forçado a reagir rapidamente, decidiu em 1770 extinguir todas as taxas especiais cobradas das colônias americanas. Restaram apenas os impostos sobre o chá inglês.
Principal produto de consumo da sociedade norte-americana da época, o chá era apreciado não só pela elite, mas por todas as camadas da população. Exatamente por isso, a insistência da metrópole no imposto sobre o chá causou grande irritação entre os imigrantes nas colônias. Essa irritação cresceu ainda mais quando o governo inglês, em maio de 1773, deu à Companhia da Índia Oriental (East India Company) a permissão de vender sua produção de chá em condições especiais à colônia.
Privilégios
Interessada em ajudar a companhia, a metrópole inglesa permitiu que ela deixasse de pagar taxas alfandegárias, em função das dificuldades financeiras em que se encontrava. Outros comerciantes das colônias temeram que a Companhia da Índia Oriental pudesse passar a monopolizar o mercado e opuseram-se então, por razões econômicas, à entrada desse chá no país.
Enquanto os navios da companhia aportavam em Nova York, Filadélfia, Charleston e Boston, os comerciantes locais organizavam movimentos de resistência. Em duas cidades, os navios foram obrigados a retornar ao destino de origem. Apenas em Boston, o governador conseguiu fazer com que o chá fosse desembarcado. Na noite do dia 16 de dezembro de 1773, cinco mil pessoas reuniram-se na cidade para protestar contra a decisão oficial.
Protestos
Um grupo de 50 a 100 homens, fantasiados de índios, foram até o porto de Boston, esvaziaram os navios e atiraram cerca de 45 toneladas de chá ao mar. George Hewes, um dos participantes da ação, descreveu mais tarde o ocorrido: “De manhã, depois que nós atiramos o chá ao mar, descobrimos que ainda havia grandes quantidades boiando sobre a água. Para evitar que qualquer pessoa pudesse pegar esse chá para uso pessoal, foram enviados três pequenos barcos a todos os lugares onde ele ainda podia ser avistado. Ali, os homens empurravam o chá com remos, até que ele ficasse completamente molhado e, com isso, inaproveitável.”
O acontecimento ficou conhecido em todo o país sob o nome de Boston Tea Party (Festa do Chá de Boston). Os homens que lançaram o chá ao mar foram imitados em várias outras cidades do país e acabaram ficando conhecidos como os primeiros heróis do movimento pela independência dos Estados Unidos.
Segundo explica o alemão Hartmut Keil, especialista em assuntos relativos à América do Norte, “a maioria desses homens era de trabalhadores braçais, entre eles operários da construção civil, pintores e carpinteiros. Alguns intelectuais estavam também presentes – um professor e um médico, por exemplo –, o que prova o alcance da manifestação”.
Após o ocorrido, o governo inglês puniu severamente os habitantes de Boston, fechando o porto da cidade e delegando aos militares o direito de ocupar casas de civis. O movimento pela independência não se deixou, no entanto, abater por tais medidas. Três anos depois da “Festa do Chá de Boston”, 13 colônias fundavam os Estados Unidos da América.

Ralf Geissler (sv)

outubro 14, 2008

Lei antiterror de Brown sofre derrota na Câmara dos Lordes

DW, 14.10.08
A Câmara alta do Parlamento britânico rejeitou com clara maioria nesta terça-feira (14/10) uma proposta do governo para tornar mais rígidas as leis de combate ao terrorismo, o que representa um sério revés à política do premiê Gordon Brown.
Na votação, 309 dos 118 membros da Câmara dos Lordes foram contra a lei antiterrorista, que previa, entre outros, ampliar de 28 para 42 dias o período de detenção de suspeitos de terrorismo, sem que tenha sido formulada uma acusação. Os críticos ao pacote vêem nele uma agressão aos direitos civis. Ainda em julho, Brown havia conseguido a aprovação para o plano por uma pequena margem de vantagem. (rw)

Lei antiterror de Brown sofre derrota na Câmara dos Lordes

DW, 14.10.08
A Câmara alta do Parlamento britânico rejeitou com clara maioria nesta terça-feira (14/10) uma proposta do governo para tornar mais rígidas as leis de combate ao terrorismo, o que representa um sério revés à política do premiê Gordon Brown.
Na votação, 309 dos 118 membros da Câmara dos Lordes foram contra a lei antiterrorista, que previa, entre outros, ampliar de 28 para 42 dias o período de detenção de suspeitos de terrorismo, sem que tenha sido formulada uma acusação. Os críticos ao pacote vêem nele uma agressão aos direitos civis. Ainda em julho, Brown havia conseguido a aprovação para o plano por uma pequena margem de vantagem. (rw)

Lei antiterror de Brown sofre derrota na Câmara dos Lordes

DW, 14.10.08
A Câmara alta do Parlamento britânico rejeitou com clara maioria nesta terça-feira (14/10) uma proposta do governo para tornar mais rígidas as leis de combate ao terrorismo, o que representa um sério revés à política do premiê Gordon Brown.
Na votação, 309 dos 118 membros da Câmara dos Lordes foram contra a lei antiterrorista, que previa, entre outros, ampliar de 28 para 42 dias o período de detenção de suspeitos de terrorismo, sem que tenha sido formulada uma acusação. Os críticos ao pacote vêem nele uma agressão aos direitos civis. Ainda em julho, Brown havia conseguido a aprovação para o plano por uma pequena margem de vantagem. (rw)

Lei antiterror de Brown sofre derrota na Câmara dos Lordes

DW, 14.10.08
A Câmara alta do Parlamento britânico rejeitou com clara maioria nesta terça-feira (14/10) uma proposta do governo para tornar mais rígidas as leis de combate ao terrorismo, o que representa um sério revés à política do premiê Gordon Brown.
Na votação, 309 dos 118 membros da Câmara dos Lordes foram contra a lei antiterrorista, que previa, entre outros, ampliar de 28 para 42 dias o período de detenção de suspeitos de terrorismo, sem que tenha sido formulada uma acusação. Os críticos ao pacote vêem nele uma agressão aos direitos civis. Ainda em julho, Brown havia conseguido a aprovação para o plano por uma pequena margem de vantagem. (rw)

Lei antiterror de Brown sofre derrota na Câmara dos Lordes

DW, 14.10.08
A Câmara alta do Parlamento britânico rejeitou com clara maioria nesta terça-feira (14/10) uma proposta do governo para tornar mais rígidas as leis de combate ao terrorismo, o que representa um sério revés à política do premiê Gordon Brown.
Na votação, 309 dos 118 membros da Câmara dos Lordes foram contra a lei antiterrorista, que previa, entre outros, ampliar de 28 para 42 dias o período de detenção de suspeitos de terrorismo, sem que tenha sido formulada uma acusação. Os críticos ao pacote vêem nele uma agressão aos direitos civis. Ainda em julho, Brown havia conseguido a aprovação para o plano por uma pequena margem de vantagem. (rw)

maio 20, 2008

"Um americano, um inglês e um iraquiano estão bebendo, certa noite, num bar. ( … )"

Filed under: EUA, guerras, humor, Inglaterra, Iraque, piadas — Humberto @ 11:56 pm
O ianque bebe sua cerveja e, de repente, joga seu copo vazio para o alto, puxa um revólver e estilhaça o copo em pleno ar com um tiro certeiro. Daí olha para os assustadíssimos presentes e diz:
- Na America os copos são tão baratos que nós não precisamos beber do mesmo duas vezes!
O inglês, obviamente impressionado, termina de beber sua cerveja, joga o copo para o ar, puxa seu revólver e atira, espatifando o copo. Daí diz:
- Nas Ilhas Britânicas temos tanta areia para fazer copos que nós também não precisamos beber no mesmo duas vezes!
O iraquiano, até então impassível como um pepino, bebe os últimos goles de sua água mineral, joga o copo para o ar, puxa o revólver e atira no americano e no inglês. Então diz:
- Em Bagdá temos tantos americanos e ingleses que não precisamos beber com os mesmos duas vezes!!

maio 14, 2008

Grã-Bretanha abre arquivos secretos sobre Ovnis

Filed under: discos voadores, Inglaterra, mistérios, OVNIs, Ufos — Humberto @ 2:12 pm

O governo britânico começou a liberar para o público seus arquivos secretos sobre aparições de Ovnis (Objetos Voadores Não Identficados).

Os primeiros oito arquivos, que podem ser baixados do site dos Arquivos Nacionais da Grã-Bretanha, cobrem os anos de 1978 a 1987 e trazem inúmeras gravuras e relatos de pessoas que dizem ter visto ou tido contato com objetos e seres extraterrestres.
O Ministério da Defesa espera liberar todos os documentos, cerca de 200 no total, nos próximos quatro anos.
Um dos arquivos relata a experiência de um homem que contou em detalhes os encontros que teve com “homenzinhos verdes” desde criança.

Ele afirma que um deles, chamado Algar, foi morto em 1981 por uma outra raça de extraterrestres quando estava prestes a fazer contato com o governo britânico. Outra testemunha jurou ter visto um disco voador pairando sobre a ponte de Waterloo, em pleno centro de Londres.
Um dos documentos ainda traz o depoimento de um homem de 78 anos que contou ter conhecido seres extraterrestres no condado de Hampshire, em 1983. Ele contou ter entrado no disco voador e conversado com eles.
Ao descobrirem sua idade, os E.Ts teriam lhe dito: “Pode ir, você é velho demais para o que a gente precisa”.
Coisas estranhas
Apesar de afirmar que “há coisas estranhas que rondam pelo céus da Grã-Bretanha”, o ministério da Defesa diz que “não há evidências de que naves extraterrestres tenham pousado neste planeta”.
De acordo com o especialista em assuntos de segurança da BBC Oliver Conway, o governo sempre deu atenção a qualquer relato sobre objetos voadores não identificados por questões de segurança.
Desde 1950, o ministério da Defesa acredita ter recebido relatos de cerca de 11 mil aparições.
Muitas delas, diz o governo, são na verdade queima de lixos espaciais quando entram na atmosfera, estranhas formações de nuvens e balões metereológicos.
Os investigadores ainda notaram que o número de aparições dobrou em 1977 depois do lançamento do filme Contatos Imediatos do Terceiro Grau, de Steven Spielberg.

LEIA MAIS: Entre os documentos liberados, há diversas gravuras, preparadas segundo a descrição de testemunhas. LINK

BBC Brasil

abril 20, 2008

Convidados do "Guantanamo Spa DeLuxe" processam governo e serviços secretos britânicos em milhões de libras por péssimo serviço de quarto ( ENG )

Filed under: Afeganistão, EUA, Guantánamo Spa, Inglaterra, invasão, Iraque, MI5, MI6, Paquistão, tortura — Humberto @ 5:41 pm
From The Times
April 19, 2008
Guantanamo Britons to sue MI5 over ‘illegal interrogation’

The eight men were detained in Afghanistan and Pakistan at various times

Fiona Hamilton
Eight men freed from Guantanamo Bay are suing the British Government for millions of pounds, claiming that it was complicit in the process in which they were detained and sent for interrogation at the detention camp.
The group have issued writs against MI5 and MI6 and said that the British authorities had knowledge of their illegal abduction, treatment and interrogation.
The eight men were detained in Afghanistan and Pakistan at various times. It is understood that they claim that the British authorities were aware that they would be removed to Guantanamo but nonetheless continued to co-operate with the Americans. The Daily Mail last night reported that two separate writs had been lodged by the group, with five Britons and three foreign citizens naming “The Security Services”, “The Secret Intelligence Agency” and “The Attorney-General” as defendants.
The first writ was issued at the High Court in London by lawyers acting for Omar Deghayes, a Libyan, Jamil el-Banna, a Jordanian — both released last December — and Bisher al-Rawi, an Iraqi, released this year. All three men live in Britain but are foreign nationals.

The second names five Britons as claimants: Moazzam Begg, released in 2005, Richard Belmar, and the so-called “Tipton Three” — Ruhal Ahmed, Shafiq Rasul and Asif Iqbal. All were released in previous years.
The newspaper reported that one of the eight men claimed that the group were put on CIA “torture flights” to the prison camp in Cuba.
The Government has faced calls recently to order an independent inquiry into the process, known as “extraordinary rendition”, in which terrorism suspects are sent for interrogation in states where they have no legal protection.
Irene Membhard, a solicitor with Birnberg Pierce, confirmed that writs had been issued on behalf of the men. She told the Daily Mail: “Service is not imminent but watch this space within the next two months.”
Mr Begg, who was arrested by the CIA in Pakistan in 2002, said that the case would centre on the “general behaviour and complicity in the abuse of British citizens” by MI5 and MI6.
Mr Begg, from Birmingham, told the newspaper: “It is actual involvement in some cases, in the process of interrogation, in the process of us being handed over. It is culpability by the British authorities in being involved in most of the process, their presence on every step of the journey before we got to Guantanamo.”
The eight men were all re-arrested when they returned to Britain but freed without charge.
The three men from Tipton launched a lawsuit against the American authorities two years ago, alleging they were mistreated during their time in captivity. The US Court of Appeal dismissed their action earlier this year but they are appealing to the Supreme Court.
News of the lawsuits came as it was reported that America’s most senior general was “hoodwinked” by officials in the Bush Administration in relation to interrogation procedures at the prison.
The Guardian reported that General Richard Myers, chairman of the US Joint Chiefs of Staff from 2001 to 2005, wrongly believed that inmates at Guantanamo were protected by the Geneva conventions. It said that he was duped by senior officials in Washington who believed that the Geneva conventions and other traditional safeguards were out of date.
The disclosures were contained in a new book by Philippe Sands, QC, a professor at University College London. The book, Torture Team, also claims that the Guantanamo lawyers charged with devising interrogation techniques were inspired by the character Jack Bauer, from the television series 24.

Breaking News and Alternative Media

Audiência Portuguesa do Tribunal Mundial sobre o Iraque

Eu nem sabia que existia. A Veja nem o Estadão falaram a respeito. Vamos tentar consertar.
Audiência Portuguesa do Tribunal Mundial sobre o Iraque Segunda Audiência, em Lisboa aos 18 de Abril de 2008
Tribunal-Iraque Audiência Portuguesa do Tribunal Mundial sobre o Iraque
Segunda Audiência
Lisboa, 18 de Abril, 21:30h, Casa do Alentejo
Entrada livre
Cinco anos de ocupação e de resistência em avaliação. as responsabilidades dos EUA e do Reino Unido
. a cumplicidade das autoidades portuguesas
. as violações do direito, os crimes cometidos, a restrição das garantias individuais, os pretextos da luta “antiterrorista”, as prisões secretas e os voos da CIA, a resistência iraquiana
Acusação formulada pelo magistrado Dr Eduardo Maia Costa
Grupo de Jurados constituído por personalidades representativas da sociedade portuguesa
Testemunhos
. Eman Khamas, Iraque
. Carlos Varea, Espanha
. Manuel Raposo, Tribunal-Iraque
O Iraque está a ser vítima de uma agressão de consequências humanas brutais: destruição das condições de vida das populações, saque de recursos e de bens patrimoniais, violação dos direitos individuais, regresso à colonização mais selvagem.
Nada disto pode ser esquecido nem legitimado: crimes foram e estão a ser cometidos no Iraque.
Para que os agressores e os cúmplices não continuem por acusar e por condenar, constituiu-se em 2003
o Tribunal Mundial sobre o Iraque (TMI) [texto em inglês], na tradição do Tribunal Russell para o Vietname, com o apoio de figuras internacionalmente prestigiadas.
Na sua primeira sessão, em
Bruxelas, o TMI contou nomeadamente com a participação do sociólogo e padre católico François Houtard, um dos fundadores do Fórum Social de Porto Alegre, do economista Samir Amin, da médica e escritora Nawal al Saadawi, dos ex-responsáveis pelo programa humanitário da ONU para o Iraque Denis Haliday e Hans von Sponeck, do jurista norte-americano e ex-ministro da Justiça Ramsey Clark, de Haifa Zangana, Sabah al-Mukhtar e Al-Bayati, resistentes iraquianos exilados.
No final de Junho de 2005, realizou-se em Istambul a sessão final do TMI. Como sessão culminante de uma vintena de outras, o Tribunal de Istambul teve o mérito de incorporar o essencial das abordagens feitas noutros países.
Do sentido geral das intervenções no TMI-Istambul pode tirar-se a ideia de que no Iraque está em jogo a liberdade dos iraquianos mas também o futuro dos outros povos do mundo. Todo o apoio é pois necessário, por uma e outra razão, à resistência dos iraquianos, que constitui uma ponta avançada da luta contra as pretensões norte-americanas. Se outras “guerras preventivas” ainda não foram lançadas é porque os EUA estão bloqueados no Iraque, sem grande margem de manobra.
Prosseguir a missão do TMI justifica-se também por isso.
As conclusões do WTI respondem às principais questões que estão colocadas, designadamente em dois aspectos essenciais:
o apoio sem condições à resistência iraquiana, reconhecendo-lhe o direito de ripostar por todos os meios à ocupação;
a exigência inequívoca da retirada dos ocupantes como condição prévia para a normalização da vida do país.
Declaração de Princípios

dezembro 21, 2007

Celular ao volante dará 2 anos de cadeia ao meliante!! Uma grande notícia, até que enfim!!!

Mas você, caríssimo meliante paulistano ( descontadas as possíveis exceções ) , pode ficar tão tranquilo como é de sua índole, pois a lei será adotada na Inglaterra, para as estradas.
Aqui na terrinha não tem político capaz de apontar o dedo na cara dos mimadões chorões ( ou seja, os cidadãos motorizados ) e dizer, com todas as letras: há um excesso brutal de automóveis e vocês reclamam ( lamentam, choram, se queixam, esperneiam e “pedem brócolis” ) à toa, já que a Física não prevê solução para este problema, a não ser a retirada dos corpos para que sobre espaço, e este possa ser reapropriado pelos pedestres.
INDÚSTRIAS REUNIDAS DAMULTA
A impressionante capacidade do meliante motorizado em mentir, se enganar e, pior, alugar o ouvido alheio, despejando uma quantidade de aleivosias e leviandades lastreadas em sua própria estupidez:
Ontem, uma mulher estava num comércio paulistano, comprando uma folha de Zona Azul. Segundo a criatura, ninguém ia faturar em cima dela. Em seu modo de pensar ( sic!!! ) haveria a possibilidade de ela ser multada, se não botasse a tal folha azul, apenas porque “ELES” ( quem? os ETÊs? A Conspiração Bilderberg? ) querem receber o décimo-terceiro…
Em outras palavras: ela ( como muitos outros milhões ) querem liberdades sem limites para seus automóveis, mas os “amarelinhos” e os PMs ficariam “inventando” multas, só para ferrá-los e faturar. Óbviamente, ela conhece em detalhes o funcionamento do sistema em todos os seus meandros e, por isso, está autorizada a sair dizendo que ninguém passa no vermelho, ou estaciona sobre as já insuficientes calçadas ou na frente de garagens. Estas acusações são forjadas pela CET, portanto. Da latrina que ocupa a parte do rosto inferior ao nariz, apenas repetiu lugares-comuns, sem se preocupar com alguma coerência ou veracidade, um resquício que seja.
Que mau-caratismo desta cidadã! Está claro que, capaz de inventar uma lorota dessas e acreditar nisso, prova que é igualmente capaz de cometer as barbaridades ao volante que resultam nas esquálidas, anoréxicas, tímidas e covardes penalidades de que tanto se queixa.
Eis aí, um belo exemplar de nossos cidadãos conscientes, verdadeiros, sinceros, autênticos e perseguidos pelo Estado.
O habitual lixo que entope esta cidade. Agora, a notícia:

Celular ao volante agora dá 2 anos de prisão na Inglaterra
Yahoo! News
Sex, 21 Dez
Motoristas que forem pegos usando telefones celulares, sistema de navegação por satélite e até mesmo MP3 players nas estradas da Inglaterra poderão pegar até dois anos de prisão, graças a novas leis de trânsito que entraram em vigor nesta quinta-feira (20/12), informou o site Inquirer.
Com a nova orientação do Ministério Público britânico, os motoristas podem ser processados por direção perigosa, por usarem esse tipo de aparelho em veículo em movimento. A pena máxima por direção perigosa é dois anos de prisão, não podendo ser substituída por multa ou serviços comunitários.
Antes da nova lei, os motoristas pegos com dispositivos móveis eram acusados de direção negligente, sujeitos a multa máxima equivalente a cerca de US$ 10 mil, além de nove pontos perdidos na carteira de habilitação.
Usar um aparelho móvel ao volante é considerada prática ilegal na Inglaterra desde 2003, mas estima-se que pelo menos 500 mil motoristas desrespeitem a proibição a cada dia, lembrou o site do jornal Telegraph, acrescentando que a partir de agora a polícia poderá checar gravações do celular do motorista para saber se no momento do acidente ele estava ou não usando o telefone.

outubro 27, 2007

Mija na Rainha, filho da p***!!!

Britânico que urinou em mulher caída pega 3 anos de prisão
Christine Lakinski sofria vários problemas de saúde
Um britânico de 27 anos, que urinou em uma mulher caída no chão e filmou a cena com um celular, foi condenado a três anos de prisão, nesta sexta-feira.
O ex-soldado Anthony Anderson estava com dois amigos quando viu Christine Lakinski, de 50 anos, cair e permanecer imóvel em frente a uma casa em Hartlepool, no norte do país, em julho passado.
Anderson então jogou um balde de água sobre a mulher. Em seguida, urinou nela e ainda a cobriu com espuma de barbear, atraindo alguns curiosos que se limitaram a rir da situação.
Ele filmou o incidente com seu celular e disse: “Isso aqui está ótimo para entrar no YouTube”.
Lakinski sofria vários problemas de saúde e acabou morrendo no local, por insuficiência do pâncreas.
Maconha
A Justiça britânica considerou que a morte não teve ligação com o incidente. Mas o juiz Peter Fox, da Corte de Teesside, disse que o criminoso “violou Lakinski de maneira inacreditável”.
“A natureza chocante de seus atos, durante um tempo prolongado, só pode significar que uma longa sentença de prisão é o mais adequado neste caso”, afirmou.
Exames comprovaram que Anderson tinha fumado um cigarro de maconha e estava bêbado quando cometeu o crime.
Em audiências anteriores, ele admitiu que feriu o decoro público.
Família
Do lado de fora do tribunal, nesta sexta-feira, a família de Lakinski fez um pronunciamento dizendo ainda estar indignada.
“Ainda estamos chocados com o fato de alguém ter se comportado de maneira tão estarrecedora”, afirmaram os familiares. “O fato de Christine estar morrendo torna os atos deste homem ainda mais doentios e desumanos.”
“Entretanto, aqueles que assistiram à cena e não fizeram nada também são culpados. Essas pessoas escolheram não só perdoar a crueldade, como também virar as costas a uma vizinha que estava claramente sofrendo e precisando de ajuda”, disse o pronunciamento.
BBC
26/10/07
Posts mais antigos »

Tema: Silver is the New Black. Blog no WordPress.com.

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.