ENCALHE

janeiro 8, 2009

FGV detecta desaceleração de IPC-S em 4 de 7 Capitais

Filed under: FGV, inflação, IPC-S — Humberto @ 12:48 am
FGV: IPC-S desacelera alta em 4 de 7 capitais
A inflação no varejo da cidade de São Paulo continuou a perder força, no âmbito do Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S). Segundo a Fundação Getúlio Vargas (FGV), os preços na cidade subiram 0,14% no IPC-S de até 31 de dezembro de 2008, após apresentarem aumento de 0,33% no índice de até 22 de dezembro, informa a Agência Estado.
Segundo a FGV, das sete capitais usadas para cálculo do índice, quatro apresentaram elevação de preços menos intensa na passagem do IPC-S de até 22 de dezembro para o índice de até 31 de dezembro. Além de São Paulo, houve desacelerações de preços em Porto Alegre (de 0,37% para 0,13%); Recife (de 1,02% para 0,90%); e em Brasília (de 0,79% para 0,72%). As outras cidades apresentaram aceleração de preços, no mesmo período. É o caso de Belo Horizonte (de 0,41% para 0,43%); Rio de Janeiro (de 1,15% para 1,17%); e Salvador (de 0,44% para 0,56%).
Embora todas as cidades contribuam para a formação da taxa do IPC-S, a inflação na cidade de São Paulo é a de maior peso no cálculo do índice – cujo resultado completo também registrou desaceleração (de 0,61% para 0,52%), entre a terceira e a quarta quadrissemana de dezembro, conforme anunciado ontem pela FGV.
PEGN, 06.01.09

FGV detecta desaceleração de IPC-S em 4 de 7 Capitais

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FGV: IPC-S desacelera alta em 4 de 7 capitais
A inflação no varejo da cidade de São Paulo continuou a perder força, no âmbito do Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S). Segundo a Fundação Getúlio Vargas (FGV), os preços na cidade subiram 0,14% no IPC-S de até 31 de dezembro de 2008, após apresentarem aumento de 0,33% no índice de até 22 de dezembro, informa a Agência Estado.
Segundo a FGV, das sete capitais usadas para cálculo do índice, quatro apresentaram elevação de preços menos intensa na passagem do IPC-S de até 22 de dezembro para o índice de até 31 de dezembro. Além de São Paulo, houve desacelerações de preços em Porto Alegre (de 0,37% para 0,13%); Recife (de 1,02% para 0,90%); e em Brasília (de 0,79% para 0,72%). As outras cidades apresentaram aceleração de preços, no mesmo período. É o caso de Belo Horizonte (de 0,41% para 0,43%); Rio de Janeiro (de 1,15% para 1,17%); e Salvador (de 0,44% para 0,56%).
Embora todas as cidades contribuam para a formação da taxa do IPC-S, a inflação na cidade de São Paulo é a de maior peso no cálculo do índice – cujo resultado completo também registrou desaceleração (de 0,61% para 0,52%), entre a terceira e a quarta quadrissemana de dezembro, conforme anunciado ontem pela FGV.
PEGN, 06.01.09

FGV detecta desaceleração de IPC-S em 4 de 7 Capitais

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FGV: IPC-S desacelera alta em 4 de 7 capitais
A inflação no varejo da cidade de São Paulo continuou a perder força, no âmbito do Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S). Segundo a Fundação Getúlio Vargas (FGV), os preços na cidade subiram 0,14% no IPC-S de até 31 de dezembro de 2008, após apresentarem aumento de 0,33% no índice de até 22 de dezembro, informa a Agência Estado.
Segundo a FGV, das sete capitais usadas para cálculo do índice, quatro apresentaram elevação de preços menos intensa na passagem do IPC-S de até 22 de dezembro para o índice de até 31 de dezembro. Além de São Paulo, houve desacelerações de preços em Porto Alegre (de 0,37% para 0,13%); Recife (de 1,02% para 0,90%); e em Brasília (de 0,79% para 0,72%). As outras cidades apresentaram aceleração de preços, no mesmo período. É o caso de Belo Horizonte (de 0,41% para 0,43%); Rio de Janeiro (de 1,15% para 1,17%); e Salvador (de 0,44% para 0,56%).
Embora todas as cidades contribuam para a formação da taxa do IPC-S, a inflação na cidade de São Paulo é a de maior peso no cálculo do índice – cujo resultado completo também registrou desaceleração (de 0,61% para 0,52%), entre a terceira e a quarta quadrissemana de dezembro, conforme anunciado ontem pela FGV.
PEGN, 06.01.09

FGV detecta desaceleração de IPC-S em 4 de 7 Capitais

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FGV: IPC-S desacelera alta em 4 de 7 capitais
A inflação no varejo da cidade de São Paulo continuou a perder força, no âmbito do Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S). Segundo a Fundação Getúlio Vargas (FGV), os preços na cidade subiram 0,14% no IPC-S de até 31 de dezembro de 2008, após apresentarem aumento de 0,33% no índice de até 22 de dezembro, informa a Agência Estado.
Segundo a FGV, das sete capitais usadas para cálculo do índice, quatro apresentaram elevação de preços menos intensa na passagem do IPC-S de até 22 de dezembro para o índice de até 31 de dezembro. Além de São Paulo, houve desacelerações de preços em Porto Alegre (de 0,37% para 0,13%); Recife (de 1,02% para 0,90%); e em Brasília (de 0,79% para 0,72%). As outras cidades apresentaram aceleração de preços, no mesmo período. É o caso de Belo Horizonte (de 0,41% para 0,43%); Rio de Janeiro (de 1,15% para 1,17%); e Salvador (de 0,44% para 0,56%).
Embora todas as cidades contribuam para a formação da taxa do IPC-S, a inflação na cidade de São Paulo é a de maior peso no cálculo do índice – cujo resultado completo também registrou desaceleração (de 0,61% para 0,52%), entre a terceira e a quarta quadrissemana de dezembro, conforme anunciado ontem pela FGV.
PEGN, 06.01.09

FGV detecta desaceleração de IPC-S em 4 de 7 Capitais

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FGV: IPC-S desacelera alta em 4 de 7 capitais
A inflação no varejo da cidade de São Paulo continuou a perder força, no âmbito do Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S). Segundo a Fundação Getúlio Vargas (FGV), os preços na cidade subiram 0,14% no IPC-S de até 31 de dezembro de 2008, após apresentarem aumento de 0,33% no índice de até 22 de dezembro, informa a Agência Estado.
Segundo a FGV, das sete capitais usadas para cálculo do índice, quatro apresentaram elevação de preços menos intensa na passagem do IPC-S de até 22 de dezembro para o índice de até 31 de dezembro. Além de São Paulo, houve desacelerações de preços em Porto Alegre (de 0,37% para 0,13%); Recife (de 1,02% para 0,90%); e em Brasília (de 0,79% para 0,72%). As outras cidades apresentaram aceleração de preços, no mesmo período. É o caso de Belo Horizonte (de 0,41% para 0,43%); Rio de Janeiro (de 1,15% para 1,17%); e Salvador (de 0,44% para 0,56%).
Embora todas as cidades contribuam para a formação da taxa do IPC-S, a inflação na cidade de São Paulo é a de maior peso no cálculo do índice – cujo resultado completo também registrou desaceleração (de 0,61% para 0,52%), entre a terceira e a quarta quadrissemana de dezembro, conforme anunciado ontem pela FGV.
PEGN, 06.01.09

setembro 12, 2008

"O Brasil continua bombando", por Paulo Nogueira Batista Jr.

É possível cuidar da inflação e das contas externas sem paralisar o desenvolvimento econômico do país
O IBGE divulgou ontem o PIB do segundo trimestre. Mais uma vez, os resultados foram animadores. Com o passar do tempo, vai ficando mais claro que o Brasil está finalmente conseguindo deixar para trás o quadro de estagnação ou crescimento medíocre que marcou a maior parte das décadas de 1980 e 1990 e o início da atual.
No primeiro semestre, o PIB aumentou 6% em relação ao primeiro semestre de 2007. Desde o ano passado, vem ocorrendo uma aceleração gradual da economia. Todos os macrossetores estão crescendo de forma respeitável. A indústria cresceu 6,3% em relação ao primeiro semestre de 2007; a agropecuária, 5,2%; o setor de serviços, 5,3%. Brasileiro desconfia de boa notícia.
E com razão. Ficamos todos mais ou menos traumatizados pelos choques e frustrações que o país experimentou durante quase 25 anos.
Muitos podem estar se perguntando: será que estamos crescendo demais? A economia brasileira corre o risco de bater em algum teto?A preocupação é pertinente. Se a expansão da demanda ultrapassa a capacidade produtiva, pode haver pressão inflacionária e/ou aumento exagerado das importações e desequilíbrio nas contas externas.
Os dados mostram, contudo, que o investimento produtivo vem apresentando desempenho excepcional.
A formação bruta de capital fixo está aumentando há oito trimestres consecutivos. No segundo trimestre deste ano, o investimento fixo foi nada menos que 16,2% mais alto do que em igual período de 2007.
Ora, a formação bruta de capital é o componente da demanda agregada que, deduzida a depreciação do estoque de capital existente, cria capacidade produtiva adicional na economia. O comportamento vigoroso do investimento talvez explique o fato de que não se tenha notado, no passado recente, uma elevação expressiva do grau de utilização da capacidade no setor industrial. As séries dessazonalizadas, baseadas em levantamentos da Fiesp e da CNI, indicam estabilização do nível de aproveitamento da capacidade industrial instalada. De outubro de 2007 a junho de 2008, o grau de utilização vem variando entre 83% e 84%. Segundo a FGV, o grau de utilização do potencial de produção da indústria chegou a 86,1% em julho, contra 85,2% em julho de 2007.
Em outras palavras, estima-se uma ociosidade média da ordem de 14% a 17% no setor industrial. Podem existir, é claro, pontos de estrangulamento em alguns subsetores, com efeitos sobre preços e/ou a balança comercial. Por outro lado é bem provável que os dados de capacidade instalada subestimem o potencial da indústria. Muitas firmas podem aumentar os níveis de produção de modo relativamente rápido por meio de investimentos de pequeno porte, aumento no número de turnos de trabalho e outras adaptações nos processos industriais.
Não se deve perder de vista, além disso, que também existe capacidade ociosa no mercado de trabalho.
As taxas de desemprego vêm caindo, mas ainda há muitos trabalhadores à procura de emprego ou subempregados em ocupações precárias. A taxa de desemprego aberto nas seis principais regiões metropolitanas ainda se situava em 8,1% em julho.
As taxas de desemprego total (desemprego aberto, desemprego por trabalho precário e desemprego por desalento) variavam entre 9,6% em Belo Horizonte e 21,6% em Recife.Temos condições, portanto, de continuar crescendo. Não podemos descuidar da inflação e das contas externas. Mas parece possível equacionar esses problemas sem paralisar o desenvolvimento do país.
PAULO NOGUEIRA BATISTA JR., 53, Diretor-executivo no FMI, representa um grupo de nove países ( Brasil, Colômbia, Equador, Guiana, Haiti, Panamá, República Dominicana, Suriname e Trinidad e Tobago )
LEIA TAMBÉM:
O CONSENSO DE WASHINGTON
A visão neoliberal dos problemas latino-americanos
Paulo Nogueira Batista
1994

setembro 9, 2008

FIPE revê para baixo sua previsão de inflação no ano; Brasil tem maior colheita de grãos da história

Filed under: abastecimento, commodities, Conab, exportações, FIPE, inflação, safra de grãos — Humberto @ 2:18 am
FIPE revê para baixo sua previsão de inflação para 2008
O IPC-FIPE (índice de Preços ao Consumidor do Município de São Paulo) de agosto manteve a tendência de desaceleração observada nos dois meses anteriores e fechou em alta de 0,38%. O resultado mostra inflação menor que a de julho, cujo índice foi 0,45%, e que a de junho (0,96%). Porém, maior que o medido na terceira quadrissemana de agosto, de 0,35%. De acordo com o coordenador da pesquisa da FIPE, professor Antonio Evaldo Comune, a inflação dá sinais de que parou de desacelerar na cidade de São Paulo. Ainda assim, o IPC de agosto foi mais baixo do que o previsto há um mês (0,60%), registrando o menor resultado mensal desde março, quando apontou 0,31%. Esse é um dos motivos que levaram a FIPE a revisar para baixo a previsão da inflação no ano na cidade de São Paulo: de 6,50% para 6,40%. Em agosto, os alimentos tiveram deflação de 0,49%, a maior queda desde junho de 2006 (-1,36%). A FIPE divulgou os resultados fechados de agosto na quarta-feira, 3 de setembro.
Leia mais..
Brasil tem maior colheita de grãos da história
O Brasil acaba de concluir a maior safra de grãos da sua história. A informação foi divulgada hoje (8) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O levantamento da Conab indica uma colheita de 143,87 milhões de toneladas, 9,2% maior do que a anterior.
A colheita de milho alcançou 58,5 milhões de toneladas, 14% maior. A de soja ficou em 1,66 milhões de toneladas, 2,8% maior. A safra de trigo cresceu 71% para 3,82 milhões de toneladas. Os estados brasileiros que mais produziram foram Paraná, com 21,1% do total, seguido por Mato Grosso, Rio Grande do Sul e Goiás.
O resultado deve impulsionar as exportações brasileiras. Até o final deste ano devem ser embarcadas 52,1 milhões de toneladas de milho, soja, feijão e algodão do Brasil para o exterior. Até julho, as exportações destes produtos já renderam ao país US$ 13,29 bilhões.
A área plantada com grãos no país também aumentou. Saiu de 46,21 milhões de hectares para 47,36 milhões de hectares. As culturas que mais tiveram crescimento na área plantada foram milho e soja, de acordo com informações divulgadas pela Conab. O volume da safra poderá será ainda maior com a colheita do milho safrinha do Nordeste, em conclusão neste mês.

julho 24, 2008

Inflação em queda não impede Meirelles de subir juros mais uma vez! Mercado financeiro – só ele e a Veja – agradecem!!

Arroz, feijão e carne influenciam queda da inflação
Portal do Consumidor, 23/7/2008
A inflação calculada pelo Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S) recuou pela segunda semana consecutiva. Na terceira semana de julho, o indicador registrou variação de 0,67%, 0,2 ponto percentual menor que a da semana anterior. A taxa é a menor desde o início de abril, quando ficou em 0,64%.
A maior contribuição para o recuo da inflação veio dos itens de alimentação, que subiram 1,44%, menos que os 1,56% da pesquisa anterior. Segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV) os destaques foram os recuos nas taxas de arroz e feijão, de 7,67% para 4,32%; e das carnes bovinas, de 6,99% para 6,00%. Os grupos vestuário e despesas diversas também contribuíram para a menor alta do IPC-S na terceira semana do mês. A taxa de vestuário passou de 0,09% para –0,16%, enquanto despesas diversas passou de 0,36% para 0,28%. Nessas classes de despesa, os itens que mais contribuíram para este movimento foram: roupas (de 0,16% para -0,29%) e mensalidade para TV por assinatura (de 0,70% para 0,26%). Em contrapartida, os grupos habitação, educação, leitura e recreação, transportes e saúde e cuidados pessoais registraram acréscimos em suas taxas de variação.
Fonte: G1
SP: preço da cesta básica cai às vésperas do Copom
Hora do Povo, 23.07.08
Ao contrário da miragem inflacionária projetada semanalmente pelo boletim Focus do Banco Central (BC), a inflação real se encontra em desaceleração, como mostram os indicadores medidos por várias instituições. O valor da cesta básica no município de São Paulo, pesquisado diariamente pela Fundação Procon e pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), caiu de R$ 304,14 para R$ 303,57, entre 11 e 17 de julho, ou seja, uma redução de 0,19%.
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo ( IPCA ), a inflação oficial medida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística ( IBGE ), apresentou em junho variação de 0,74%, situando-se abaixo do que foi registrado em maio ( 0,79% ). O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), aponta uma variação de 0,96% em junho, ante 1,23% em maio. Já o Índice Geral de Preços do Mercado ( IGP-M ), da Fundação Getúlio Vargas ( FGV ), teve um aumento de 1,79% no segundo decêndio de julho, contra 1,83% do mesmo período do ano anterior.
Nesta quarta-feira , o Comitê de Política Monetária ( Copom ) do Banco Central vai definir o índice da taxa básica de juros ( Selic ), atualmente em 12,25% ao ano. A inflação se encontra abaixo do limite de 6,5%. A alta localizada em alguns produtos agrícolas e no petróleo é de origem externa, fruto da migração de fundos de “hedge” da especulação financeira, após a derrocada da pirâmide de papéis imobiliários nos EUA, para especulação com commodities.
Sem um descontrole interno de inflação e muito menos sem poder de interferência na especulação no exterior, fica explícito que, ao fim e ao cabo, o objetivo de Henrique Meirelles e demais membros do Comitê de Política monetária ( Copom ) do BC em manter a política de juros altos nada mais é do que frear o crescimento.

Inflação em queda não impede Meirelles de subir juros mais uma vez! Mercado financeiro – só ele e a Veja – agradecem!!

Arroz, feijão e carne influenciam queda da inflação
Portal do Consumidor, 23/7/2008
A inflação calculada pelo Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S) recuou pela segunda semana consecutiva. Na terceira semana de julho, o indicador registrou variação de 0,67%, 0,2 ponto percentual menor que a da semana anterior. A taxa é a menor desde o início de abril, quando ficou em 0,64%.
A maior contribuição para o recuo da inflação veio dos itens de alimentação, que subiram 1,44%, menos que os 1,56% da pesquisa anterior. Segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV) os destaques foram os recuos nas taxas de arroz e feijão, de 7,67% para 4,32%; e das carnes bovinas, de 6,99% para 6,00%. Os grupos vestuário e despesas diversas também contribuíram para a menor alta do IPC-S na terceira semana do mês. A taxa de vestuário passou de 0,09% para –0,16%, enquanto despesas diversas passou de 0,36% para 0,28%. Nessas classes de despesa, os itens que mais contribuíram para este movimento foram: roupas (de 0,16% para -0,29%) e mensalidade para TV por assinatura (de 0,70% para 0,26%). Em contrapartida, os grupos habitação, educação, leitura e recreação, transportes e saúde e cuidados pessoais registraram acréscimos em suas taxas de variação.
Fonte: G1
SP: preço da cesta básica cai às vésperas do Copom
Hora do Povo, 23.07.08
Ao contrário da miragem inflacionária projetada semanalmente pelo boletim Focus do Banco Central (BC), a inflação real se encontra em desaceleração, como mostram os indicadores medidos por várias instituições. O valor da cesta básica no município de São Paulo, pesquisado diariamente pela Fundação Procon e pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), caiu de R$ 304,14 para R$ 303,57, entre 11 e 17 de julho, ou seja, uma redução de 0,19%.
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo ( IPCA ), a inflação oficial medida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística ( IBGE ), apresentou em junho variação de 0,74%, situando-se abaixo do que foi registrado em maio ( 0,79% ). O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), aponta uma variação de 0,96% em junho, ante 1,23% em maio. Já o Índice Geral de Preços do Mercado ( IGP-M ), da Fundação Getúlio Vargas ( FGV ), teve um aumento de 1,79% no segundo decêndio de julho, contra 1,83% do mesmo período do ano anterior.
Nesta quarta-feira , o Comitê de Política Monetária ( Copom ) do Banco Central vai definir o índice da taxa básica de juros ( Selic ), atualmente em 12,25% ao ano. A inflação se encontra abaixo do limite de 6,5%. A alta localizada em alguns produtos agrícolas e no petróleo é de origem externa, fruto da migração de fundos de “hedge” da especulação financeira, após a derrocada da pirâmide de papéis imobiliários nos EUA, para especulação com commodities.
Sem um descontrole interno de inflação e muito menos sem poder de interferência na especulação no exterior, fica explícito que, ao fim e ao cabo, o objetivo de Henrique Meirelles e demais membros do Comitê de Política monetária ( Copom ) do BC em manter a política de juros altos nada mais é do que frear o crescimento.

Inflação em queda não impede Meirelles de subir juros mais uma vez! Mercado financeiro – só ele e a Veja – agradecem!!

Arroz, feijão e carne influenciam queda da inflação
Portal do Consumidor, 23/7/2008
A inflação calculada pelo Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S) recuou pela segunda semana consecutiva. Na terceira semana de julho, o indicador registrou variação de 0,67%, 0,2 ponto percentual menor que a da semana anterior. A taxa é a menor desde o início de abril, quando ficou em 0,64%.
A maior contribuição para o recuo da inflação veio dos itens de alimentação, que subiram 1,44%, menos que os 1,56% da pesquisa anterior. Segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV) os destaques foram os recuos nas taxas de arroz e feijão, de 7,67% para 4,32%; e das carnes bovinas, de 6,99% para 6,00%. Os grupos vestuário e despesas diversas também contribuíram para a menor alta do IPC-S na terceira semana do mês. A taxa de vestuário passou de 0,09% para –0,16%, enquanto despesas diversas passou de 0,36% para 0,28%. Nessas classes de despesa, os itens que mais contribuíram para este movimento foram: roupas (de 0,16% para -0,29%) e mensalidade para TV por assinatura (de 0,70% para 0,26%). Em contrapartida, os grupos habitação, educação, leitura e recreação, transportes e saúde e cuidados pessoais registraram acréscimos em suas taxas de variação.
Fonte: G1
SP: preço da cesta básica cai às vésperas do Copom
Hora do Povo, 23.07.08
Ao contrário da miragem inflacionária projetada semanalmente pelo boletim Focus do Banco Central (BC), a inflação real se encontra em desaceleração, como mostram os indicadores medidos por várias instituições. O valor da cesta básica no município de São Paulo, pesquisado diariamente pela Fundação Procon e pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), caiu de R$ 304,14 para R$ 303,57, entre 11 e 17 de julho, ou seja, uma redução de 0,19%.
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo ( IPCA ), a inflação oficial medida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística ( IBGE ), apresentou em junho variação de 0,74%, situando-se abaixo do que foi registrado em maio ( 0,79% ). O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), aponta uma variação de 0,96% em junho, ante 1,23% em maio. Já o Índice Geral de Preços do Mercado ( IGP-M ), da Fundação Getúlio Vargas ( FGV ), teve um aumento de 1,79% no segundo decêndio de julho, contra 1,83% do mesmo período do ano anterior.
Nesta quarta-feira , o Comitê de Política Monetária ( Copom ) do Banco Central vai definir o índice da taxa básica de juros ( Selic ), atualmente em 12,25% ao ano. A inflação se encontra abaixo do limite de 6,5%. A alta localizada em alguns produtos agrícolas e no petróleo é de origem externa, fruto da migração de fundos de “hedge” da especulação financeira, após a derrocada da pirâmide de papéis imobiliários nos EUA, para especulação com commodities.
Sem um descontrole interno de inflação e muito menos sem poder de interferência na especulação no exterior, fica explícito que, ao fim e ao cabo, o objetivo de Henrique Meirelles e demais membros do Comitê de Política monetária ( Copom ) do BC em manter a política de juros altos nada mais é do que frear o crescimento.

Inflação em queda não impede Meirelles de subir juros mais uma vez! Mercado financeiro – só ele e a Veja – agradecem!!

Arroz, feijão e carne influenciam queda da inflação
Portal do Consumidor, 23/7/2008
A inflação calculada pelo Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S) recuou pela segunda semana consecutiva. Na terceira semana de julho, o indicador registrou variação de 0,67%, 0,2 ponto percentual menor que a da semana anterior. A taxa é a menor desde o início de abril, quando ficou em 0,64%.
A maior contribuição para o recuo da inflação veio dos itens de alimentação, que subiram 1,44%, menos que os 1,56% da pesquisa anterior. Segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV) os destaques foram os recuos nas taxas de arroz e feijão, de 7,67% para 4,32%; e das carnes bovinas, de 6,99% para 6,00%. Os grupos vestuário e despesas diversas também contribuíram para a menor alta do IPC-S na terceira semana do mês. A taxa de vestuário passou de 0,09% para –0,16%, enquanto despesas diversas passou de 0,36% para 0,28%. Nessas classes de despesa, os itens que mais contribuíram para este movimento foram: roupas (de 0,16% para -0,29%) e mensalidade para TV por assinatura (de 0,70% para 0,26%). Em contrapartida, os grupos habitação, educação, leitura e recreação, transportes e saúde e cuidados pessoais registraram acréscimos em suas taxas de variação.
Fonte: G1
SP: preço da cesta básica cai às vésperas do Copom
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Ao contrário da miragem inflacionária projetada semanalmente pelo boletim Focus do Banco Central (BC), a inflação real se encontra em desaceleração, como mostram os indicadores medidos por várias instituições. O valor da cesta básica no município de São Paulo, pesquisado diariamente pela Fundação Procon e pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), caiu de R$ 304,14 para R$ 303,57, entre 11 e 17 de julho, ou seja, uma redução de 0,19%.
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo ( IPCA ), a inflação oficial medida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística ( IBGE ), apresentou em junho variação de 0,74%, situando-se abaixo do que foi registrado em maio ( 0,79% ). O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), aponta uma variação de 0,96% em junho, ante 1,23% em maio. Já o Índice Geral de Preços do Mercado ( IGP-M ), da Fundação Getúlio Vargas ( FGV ), teve um aumento de 1,79% no segundo decêndio de julho, contra 1,83% do mesmo período do ano anterior.
Nesta quarta-feira , o Comitê de Política Monetária ( Copom ) do Banco Central vai definir o índice da taxa básica de juros ( Selic ), atualmente em 12,25% ao ano. A inflação se encontra abaixo do limite de 6,5%. A alta localizada em alguns produtos agrícolas e no petróleo é de origem externa, fruto da migração de fundos de “hedge” da especulação financeira, após a derrocada da pirâmide de papéis imobiliários nos EUA, para especulação com commodities.
Sem um descontrole interno de inflação e muito menos sem poder de interferência na especulação no exterior, fica explícito que, ao fim e ao cabo, o objetivo de Henrique Meirelles e demais membros do Comitê de Política monetária ( Copom ) do BC em manter a política de juros altos nada mais é do que frear o crescimento.

Inflação em queda não impede Meirelles de subir juros mais uma vez! Mercado financeiro – só ele e a Veja – agradecem!!

Arroz, feijão e carne influenciam queda da inflação
Portal do Consumidor, 23/7/2008
A inflação calculada pelo Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S) recuou pela segunda semana consecutiva. Na terceira semana de julho, o indicador registrou variação de 0,67%, 0,2 ponto percentual menor que a da semana anterior. A taxa é a menor desde o início de abril, quando ficou em 0,64%.
A maior contribuição para o recuo da inflação veio dos itens de alimentação, que subiram 1,44%, menos que os 1,56% da pesquisa anterior. Segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV) os destaques foram os recuos nas taxas de arroz e feijão, de 7,67% para 4,32%; e das carnes bovinas, de 6,99% para 6,00%. Os grupos vestuário e despesas diversas também contribuíram para a menor alta do IPC-S na terceira semana do mês. A taxa de vestuário passou de 0,09% para –0,16%, enquanto despesas diversas passou de 0,36% para 0,28%. Nessas classes de despesa, os itens que mais contribuíram para este movimento foram: roupas (de 0,16% para -0,29%) e mensalidade para TV por assinatura (de 0,70% para 0,26%). Em contrapartida, os grupos habitação, educação, leitura e recreação, transportes e saúde e cuidados pessoais registraram acréscimos em suas taxas de variação.
Fonte: G1
SP: preço da cesta básica cai às vésperas do Copom
Hora do Povo, 23.07.08
Ao contrário da miragem inflacionária projetada semanalmente pelo boletim Focus do Banco Central (BC), a inflação real se encontra em desaceleração, como mostram os indicadores medidos por várias instituições. O valor da cesta básica no município de São Paulo, pesquisado diariamente pela Fundação Procon e pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), caiu de R$ 304,14 para R$ 303,57, entre 11 e 17 de julho, ou seja, uma redução de 0,19%.
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo ( IPCA ), a inflação oficial medida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística ( IBGE ), apresentou em junho variação de 0,74%, situando-se abaixo do que foi registrado em maio ( 0,79% ). O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), aponta uma variação de 0,96% em junho, ante 1,23% em maio. Já o Índice Geral de Preços do Mercado ( IGP-M ), da Fundação Getúlio Vargas ( FGV ), teve um aumento de 1,79% no segundo decêndio de julho, contra 1,83% do mesmo período do ano anterior.
Nesta quarta-feira , o Comitê de Política Monetária ( Copom ) do Banco Central vai definir o índice da taxa básica de juros ( Selic ), atualmente em 12,25% ao ano. A inflação se encontra abaixo do limite de 6,5%. A alta localizada em alguns produtos agrícolas e no petróleo é de origem externa, fruto da migração de fundos de “hedge” da especulação financeira, após a derrocada da pirâmide de papéis imobiliários nos EUA, para especulação com commodities.
Sem um descontrole interno de inflação e muito menos sem poder de interferência na especulação no exterior, fica explícito que, ao fim e ao cabo, o objetivo de Henrique Meirelles e demais membros do Comitê de Política monetária ( Copom ) do BC em manter a política de juros altos nada mais é do que frear o crescimento.
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